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	<title>Mata Atlântica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Mata Atlântica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Pesquisa alerta para situação crítica dos rios na Mata Atlântica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-alerta-para-situacao-critica-dos-rios-na-mata-atlantica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:53:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Despoluição]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação SOS Mata Atlântica]]></category>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica em 2024 revelou uma situação preocupante sobre a qualidade da água nos rios que cortam os 14 estados abrangidos pelo bioma. O estudo coletou dados em 112 rios, cobrindo 145 pontos de monitoramento em 67 municípios, desde o Nordeste até o Sul do país. Os resultados mostram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica em 2024 revelou uma situação preocupante sobre a qualidade da água nos rios que cortam os 14 estados abrangidos pelo bioma. O estudo coletou dados em 112 rios, cobrindo 145 pontos de monitoramento em 67 municípios, desde o Nordeste até o Sul do país. Os resultados mostram pouca melhora, com estagnação e até uma ligeira piora em alguns pontos analisados.</p>
<h4><strong>Índice de Qualidade da Água: Nenhum Rio é Classificado como Ótimo</strong></h4>
<p>Os dados levantados indicam que a maioria dos rios monitorados apresenta qualidade regular (75,2% dos pontos analisados), evidenciando a vulnerabilidade dos recursos hídricos na região. Os números apontam ainda que:</p>
<ul>
<li>7,6% (11 pontos) tiveram qualidade boa</li>
<li>13,8% (20 pontos) foram classificados como ruins</li>
<li>3,4% (5 pontos) atingiram a pior classificação: péssima</li>
<li>Nenhum rio apresentou qualidade ótima</li>
</ul>
<p>A pesquisa utilizou 16 parâmetros de análise, baseados na Resolução 357/05 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para definir o Índice de Qualidade da Água (IQA).</p>
<h4><strong>Poluição Ameaça Biodiversidade e Saúde Pública</strong></h4>
<p>A qualidade ruim ou péssima da água afeta não apenas a biodiversidade, mas também a população que depende desses rios para abastecimento e lazer. Um exemplo alarmante é o Rio Pinheiros, em São Paulo, que há mais de 50 anos sofre com poluição intensa devido ao crescimento urbano desordenado e despejo direto de esgoto.</p>
<p>No início dos anos 1960, era possível navegar e pescar no Rio Pinheiros, assim como em centenas de outros rios menores que foram canalizados na cidade. A degradação desses cursos d&#8217;água compromete o consumo humano, a vida aquática e o equilíbrio ambiental, tornando a recuperação desses ecossistemas um desafio urgente.</p>
<h4><strong>A Importância da Recuperação dos Rios da Mata Atlântica</strong></h4>
<p>Especialistas apontam que projetos pioneiros são capazes de melhorar a qualidade da água, mas reforçam que a falta de saneamento adequado é a principal barreira para avanços mais significativos. Para mudar esse cenário, é essencial investir em infraestrutura de esgoto, despoluição de rios e políticas públicas eficazes para garantir a preservação dos recursos hídricos da Mata Atlântica.</p>
<p>Com o agravamento das mudanças climáticas e o crescimento da urbanização, iniciativas de conservação se tornam ainda mais urgentes. A recuperação dos rios não é apenas uma questão ambiental, mas também de saúde pública e qualidade de vida para milhões de brasileiros.</p>
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		<title>Governo lança planos contra desmatamento no Pantanal e na Caatinga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-planos-contra-desmatamento-no-pantanal-e-na-caatinga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 21:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Deter]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal aprovou nesta quarta-feira (18) os planos de ação para prevenção e controle do desmatamento e queimadas no Pantanal (PPPantanal) e na Caatinga (PPCaatinga). Ambos começarão a ser implementados em 2025, somando-se às iniciativas já existentes para a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e o Pampa. A aprovação ocorreu durante a reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.</p>
<p>Com base em dados científicos e em amplo diálogo com especialistas, os novos planos visam promover ações integradas entre União, estados, municípios e o setor privado. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as medidas são essenciais para enfrentar os desafios ambientais únicos de cada bioma.</p>
<figure id="attachment_80873" aria-describedby="caption-attachment-80873" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-80873" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="No Pantanal, As Principais Causas Do Desmatamento Incluem A Expansão Da Pecuária E Da Agricultura - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-No-Pantanal-as-principais-causas-do-desmatamento-incluem-a-expansao-da-pecuaria-e-da-agricultura-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80873" class="wp-caption-text">No Pantanal, as principais causas do desmatamento incluem a expansão da pecuária e da agricultura &#8211; Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Queda nos alertas de desmatamento</h3>
<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam uma redução significativa nos alertas de desmatamento entre agosto e novembro de 2024. No Pantanal, a queda foi de 77,2%; no Cerrado, 57,2%; e na Amazônia, 2%. Além disso, o monitoramento do desmatamento anual pelo sistema Prodes revelou uma diminuição de 30,6% na Amazônia Legal e de 25,7% no Cerrado no período de agosto de 2023 a julho de 2024, em comparação ao ano anterior.</p>
<figure id="attachment_80871" aria-describedby="caption-attachment-80871" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Brigadistas Do Instituto Brasília Ambiental E Bombeiros Do Distrito Federal - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/12/18-Brigadistas-do-Instituto-Brasilia-Ambiental-e-Bombeiros-do-Distrito-Federal-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80871" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 24/08/2024 &#8211; Brigadistas do Instituto Brasília Ambiental e Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio em área de cerrado próxima ao aeroporto de Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilN</figcaption></figure>
<p>Essa redução é atribuída à articulação entre governo federal e estados. No Pantanal, por exemplo, um pacto entre o MMA e Mato Grosso do Sul resultou na criação de uma lei estadual que restringe o desmatamento em áreas sensíveis. Já no Cerrado, acordos com governadores do Matopiba (região que inclui Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) reforçaram o monitoramento de imóveis com maiores índices de desmatamento.</p>
<h3>Principais metas e estratégias</h3>
<h4><strong>Plano de Ação para o Pantanal (PPPantanal)</strong></h4>
<p>Composto por 13 objetivos estratégicos, 54 linhas de ação e 159 metas, o plano prioriza:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.</li>
<li>Implementação da Política de Manejo Integrado do Fogo.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis.</li>
<li>Regulamentação da supressão de vegetação.</li>
<li>Fomento ao turismo e às atividades extrativistas.</li>
<li>Integração de dados do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) com o sistema de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV).</li>
<li>Criação de um fundo de financiamento para ações no Pantanal.</li>
</ul>
<h4><strong>Plano de Ação para a Caatinga (PPCaatinga)</strong></h4>
<p>Com 13 objetivos estratégicos, 49 linhas de ação e 120 metas, o plano prevê:</p>
<ul>
<li>Regularização fundiária e ambiental.</li>
<li>Reconhecimento de territórios de Povos e Comunidades Tradicionais.</li>
<li>Promoção de práticas agrícolas sustentáveis.</li>
<li>Planejamento para empreendimentos energéticos.</li>
<li>Fortalecimento de linhas de crédito para pequenos produtores.</li>
<li>Criação de um fundo específico para o bioma.</li>
</ul>
<h3>Desafios e prevenção de queimadas</h3>
<p>Embora os dados mostrem avanços no combate ao desmatamento, a área queimada no Brasil entre janeiro e novembro de 2024 quase dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior. Para 2025, o governo planeja implementar a recém-criada Política de Manejo Integrado do Fogo, que estabelece diretrizes de prevenção, preparação e controle de incêndios florestais.</p>
<p>“Nosso objetivo é antecipar medidas preventivas, engajando proprietários rurais, prefeituras, estados e o governo federal para mitigar os impactos das queimadas e garantir uma gestão sustentável dos biomas”, destacou André Lima, secretário extraordinário de Controle do Desmatamento.</p>
<p>Com os novos planos e políticas, o governo federal busca consolidar a preservação ambiental como uma prioridade estratégica, equilibrando desenvolvimento econômico e sustentabilidade em todo o território brasileiro.</p>
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		<item>
		<title>Rio contará com drone e inteligência artificial no reflorestamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-contara-com-drone-e-inteligencia-artificial-no-reflorestamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 23:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflorestamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade do Rio de Janeiro passará a contar com a ajuda de drones e inteligência artificial nas ações de reflorestamento. O equipamento, que tem a capacidade de lançar, por dia, sementes em uma área de 50 hectares, ou seja, aproximadamente 50 campos de futebol, será usado para reflorestar áreas de difícil acesso e de encostas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A cidade do Rio de Janeiro passará a contar com a ajuda de drones e inteligência artificial nas ações de reflorestamento. O equipamento, que tem a capacidade de lançar, por dia, sementes em uma área de 50 hectares, ou seja, aproximadamente 50 campos de futebol, será usado para reflorestar áreas de difícil acesso e de encostas na cidade. As ações deverão começar já na próxima semana, de acordo com a prefeitura.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Nesta sexta-feira (5), o prefeito Eduardo Paes e a secretária de Meio Ambiente e Clima, Taína de Paula, acompanharam a demonstração da aplicação do equipamento no Mirante do Pedrão, em Botafogo, dentro do Parque Maciço da Preguiça, na zona sul do Rio. Segundo Paula, o reflorestamento realizado na cidade, além de outros efeitos, permitirá que a população sofra menos com as ondas de calor.</p>
<p>“Todos nós vimos o que aconteceu nas últimas semanas. Perdemos pessoas para a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-11/rio-tem-calor-recorde-e-sensacao-termica-beira-os-60degc-nesta-sexta" target="_blank" rel="noopener"> grave onda de calor</a> e, sem dúvida alguma, aumentar nossa capacidade de reflorestamento, e claro, dar suporte às questões emergenciais, com pontos de hidratação, melhor atendimento às pessoas desidratadas que sofrem com as ondas de calor, mas ter ações de médio e longo prazo também é muito importante”, ressalta a secretária.</p>
<p>O projeto-piloto do novo tipo de trabalho de reflorestamento será na Floresta da Posse, em Campo Grande, na zona oeste da cidade. Os impactos serão sentidos, de acordo com Paula, no prazo de dois a cinco anos, tempo necessário para que as plantas cresçam. A prefeitura irá investir R$ 27 mil em uma espécie de aluguel do drone, em uma parceria com a<em> startup </em>franco-brasileira Morfo. Serão usadas apenas sementes de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/desmatamento-na-mata-atlantica-cai-42-no-acumulado-do-ano-ate-maio" target="_blank" rel="noopener">Mata Atlântica</a>, vegetação nativa da região.</p>
<h2>Estudos e mapeamentos</h2>
<p>A Morfo dará suporte às equipes de campo do Refloresta Rio, programa de reflorestamento da prefeitura do Rio. De acordo com a administração municipal, uma equipe com duas pessoas e um drone pode replantar 100 vezes mais rápido um campo do que se fossem utilizados os métodos tradicionais. Além disso, em uma ação, pode-se contar com pelo menos 20 espécies nativas, a um valor até cinco vezes mais barato, não só pela rapidez no procedimento, mas também porque o plantio com sementes evita a implantação de um viveiro e sua manutenção por vários meses.</p>
<p>As ações com drones envolvem também o mapeamento e a digitalização do território do Rio, um estudo da área a ser reflorestada e o acompanhamento das áreas plantadas, para garantir que esse reflorestamento seja efetivo. A Morfo irá atuar também na seleção de sementes. Segundo o CEO da <em>startup</em> no Brasil, Grégory Maitre, algumas sementes são inclusive encapsuladas.  <em>“A gente usa os drones para dispersar as sementes e algumas a gente encapsula, ou seja, a gente desenvolveu uma cápsula que permite aumentar a taxa de germinação dessas sementes que são dispersas. Essa cápsula vai nutrir, proteger, reter umidade e permitir que a germinação seja melhor”</em>, explica.</p>
<p>A inteligência artificial será usada na definição de um plano de plantio, de acordo com a prefeitura, calculando quais sementes serão plantadas em quais áreas, junto com quais espécies, a proporção de sementes de cada uma delas e a quantidade necessária para cada espaço, criando padrões de plantio.</p>
<h2>Ajuda no plantio</h2>
<p>A gerente do programa Programa Mutirão Reflorestamento, Camila Rocha, diz que o drone irá auxiliar os trabalhadores. <em>“O drone consegue acessar áreas mais distantes e também irá auxiliar com a parte de monitoramento dessas áreas”</em>, diz. O programa, que atualmente é chamado Refloresta Rio, foi lançado na década de 1980. As ações contam com o auxílio de moradores dos próprios locais a serem reflorestados.</p>
<p>Rocha conta que o início do trabalho é o mais desafiador, quando é preciso capinar áreas com vegetação de até 3 metros de altura.</p>
<p><em>“São todas atividades manuais, capina com enxada. O transporte de mudas é feito manualmente, cada muda que chega ao topo do morro, à base ou ao terço médio, é levada manualmente pelas mãos de cada trabalhador. Então, faz a capina, abre as covas, leva as mudas e, quando acontece uma climática favorável, esse plantio é executado. Após o plantio é indispensável que seja feita a manutenção dessas áreas, com capina e replantio se necessário, para garantir o sucesso do reflorestamento”</em>, detalha.</p>
</div>
</div>
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		<title>SOS Mata Atlântica mapeia 1,5 mil unidades de conservação municipais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sos-mata-atlantica-mapeia-15-mil-unidades-de-conservacao-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 01:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Mata Atlântica]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo feito pela Fundação SOS Mata Atlântica revela a existência de pelo menos 1.530 Unidades de Conservação (UCs) distribuídas em 710 municípios, abrangendo área de 5,2 milhões de hectares. São quatro vezes mais UCs municipais e uma área aproximadamente três vezes maior do que consta no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC) para o nível municipal no bioma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Estudo feito pela Fundação SOS Mata Atlântica revela a existência de pelo menos 1.530 Unidades de Conservação (UCs) distribuídas em 710 municípios, abrangendo área de 5,2 milhões de hectares. São quatro vezes mais UCs municipais e uma área aproximadamente três vezes maior do que consta no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC) para o nível municipal no bioma Mata Atlântica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a fundação, a pesquisa avaliou 1.257 municípios e combinou dados de levantamentos anteriores, permitindo, pela primeira vez, uma estimativa das UCs municipais nos 3.429 municípios inseridos na Mata Atlântica. O objetivo foi o de atualizar e aprofundar as informações sobre essas áreas nos municípios.</p>
<p>De acordo com o biólogo e coordenador de projetos da Fundação SOS Mata Atlântica, Diego Igawa Martinez, a discrepância entre os números ressalta que os dados das UCs municipais da Mata Atlântica ainda permanecem ocultos no cenário nacional, mesmo nos sites das prefeituras. “Essa falta de informações pode prejudicar a administração municipal, dificultando processos como licenciamento ambiental e acesso a medidas compensatórias ou financiamento para a gestão ambiental local”, disse.</p>
<p>O estudo mostrou ainda que entre as cidades que têm as unidades de conservação, 464 (65%) têm uma única área protegida sob sua gerência, enquanto 18 (3%) são responsáveis por mais de dez áreas. O estado de Minas Gerais tem 305 UCs municipais abrangendo 1.891.524 hectares. O Rio de Janeiro tem o maior número de UCs identificadas (420), ficando em quarto lugar no que se refere à área de cobertura total (702.938 ha).</p>
<p>Também se destacam Mato Grosso, com a segunda maior área (aproximadamente 1,4 milhão de hectares ocupando 31 UCs), e Paraná, que responde pelo terceiro maior número de UCs (291) e a quarta maior área protegida (401.591 ha). Por outro lado, Sergipe, Paraíba e Alagoas são os estados com os índices mais baixos de área protegida por UCs municipais em relação à área total inserida na Mata Atlântica: menos de 0,1%.</p>
<p>“A expansão das UCs municipais é capaz de fornecer soluções para desafios como a conservação da biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas e melhoria da qualidade de vida da população, contribuindo ainda para o cumprimento de metas internacionais assumidas em conferências multilaterais, como o Marco Global para a Biodiversidade, aprovado em dezembro de 2022 na 15ª Conferência de Diversidade Biológica das Nações Unidas (COP15)”, diz a Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<p>Segundo a entidade, a baixa quantidade e má distribuição das Ucs na Mata Atlântica entre as diferentes regiões e ecossistemas do bioma, deve comprometer o alcance da meta de que pelo menos 30% de de todas as áreas terrestres, marinhas e costeiras sejam conservadas por sistemas de áreas protegidas eficazes e ecologicamente representativas até 2030.</p>
<p>Atualmente, segundo informações oficiais, o bioma da Mata Atlântica possui apenas cerca de 10% de toda a sua área protegida em alguma categoria de Unidade de Conservação, somando as geridas pelos níveis federal, estadual e municipal. Isso corresponde a cerca de 13,4 milhões de hectares.</p>
<p>Caso a agenda das UCs municipais do bioma fosse fortalecida para implementação e contabilização dessas áreas, a estimativa do estudo é de que a soma atualizada das áreas protegidas deve cobrir pelo menos 13% da Mata Atlântica, ou 17,2 milhões de hectares.</p>
<p>“Isso ainda nos deixa longe de uma posição confortável, mas em um bioma com remanescentes florestais tão fragmentados e com um número tão grande de cidades em seu território, fortalecer as UCs no nível local já representa um avanço significativo e pode ser um caminho interessante para contribuir com as metas nacionais de conservação da biodiversidade”, afirmou Martinez.</p>
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		<title>Governo lança primeira concessão para recuperação da Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 18:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[concessão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima lançou nesta quinta-feira (22) o primeiro edital de concessão para recuperação florestal e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. A pasta anunciou ainda a retomada da conversão de multas ambientais no país.  Em nota, o ministério informou que serão licitadas as florestas nacionais de Irati [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima lançou nesta quinta-feira (22) o primeiro edital de concessão para recuperação florestal e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. A pasta anunciou ainda a retomada da conversão de multas ambientais no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em nota, o ministério informou que serão licitadas as florestas nacionais de Irati (imagem de destaque), no Paraná, e de Chapecó e Três Barras, em Santa Catarina, com o objetivo de recuperar o bioma na região. O projeto prevê investimentos de R$ 430 milhões na operação florestal e na cadeia da restauração ao longo dos 35 anos de contrato.</p>
<p><em>“Até então, o SFB [Serviço Florestal Brasileiro] só havia realizado concessões para manejo sustentável em florestas nativas na Amazônia”</em>, destacou a pasta.</p>
<p>Parte dos recursos obtidos com a concessão será repassada para estados e municípios aplicarem em projetos que estimulem a economia local, enquanto os recursos arrecadados com a produção florestal serão destinados ao SFB, ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aos governos do Paraná e de Santa Catarina e aos municípios de Chapecó, Três Barras, Fernandes Pinheiro e Teixeira Soares.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O projeto abrange a recomposição florestal de mais de 6 mil hectares, com plantio de espécies nativas. Das três florestas nacionais, a que tem maior área é a de Três Barras, com 4,3 mil hectares, dos quais 2.686 estão sujeitos à concessão florestal. A de Irati tem área de 3,8 mil hectares, dos quais 3.018 estarão sob concessão. Já a de Chapecó terá 1.041 dos seus 1.660 hectares sob concessão.</p>
<p><em>“Aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o edital é resultado de modelagem estruturada em parceria do SFB com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]. O texto foi submetido a processo de consulta pública e a licitação está prevista para o segundo semestre. As concessões integram o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Casa Civil”</em>, concluiu o ministério.</p>
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		<title>Jardim Botânico vai lançar planos para proteger flora de duas regiões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jardim-botanico-vai-lancar-planos-para-proteger-flora-de-duas-regioes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alto tocantins]]></category>
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		<category><![CDATA[hileia]]></category>
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		<category><![CDATA[Planos de Ação Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[plantas ameaçadas]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Jardim Botânico do Rio de Janeiro está preparando dois novos Planos de Ação Nacionais (PAN) para proteger espécies vegetais brasileiras ameaçadas de extinção. Os planos são voltados para a preservação de plantas ameaçadas da hileia baiana e da bacia do Alto Tocantins. O PAN da Hileia Baiana abrange 221 espécies de árvores de um [&#8230;]]]></description>
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<p>O Jardim Botânico do Rio de Janeiro está preparando dois novos Planos de Ação Nacionais (PAN) para proteger espécies vegetais brasileiras ameaçadas de extinção. Os planos são voltados para a preservação de plantas ameaçadas da hileia baiana e da bacia do Alto Tocantins.</p>
<p>O PAN da Hileia Baiana abrange 221 espécies de árvores de um trecho da Mata Atlântica que inclui 36 municípios do sul da Bahia, que tem uma fisionomia, solo e flora semelhantes à floresta de terra firme da Amazônia. Essa vegetação, que teria hoje menos de 40% da cobertura original, tem sofrido grande pressão por atividades como a plantação de cacau e a extração ilegal de madeira.</p>
<p>Já o PAN da Bacia do Alto Tocantins inclui 98 espécies que ocorrem em vários municípios das regiões norte, centro e leste de Goiás, além do norte do Distrito Federal. A previsão é que os dois planos sejam publicados até julho deste ano.</p>
<p>“Esses dois planos já passaram por oficinas de elaboração. Todo o processo participativo de elaboração já aconteceu. E hoje a gente tem as minutas de portaria do grupo de assessoramento técnico e do sumário do plano aguardando o respaldo jurídico para a publicação”, informou a coordenadora-geral do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNC Flora) do Jardim Botânico, Thaís Laque.</p>
<h2>PAN</h2>
<p>Os PAN são instrumentos que preveem estratégias e medidas, a serem adotadas num prazo de cinco anos, para preservar a flora nacional. Todo o processo é acompanhado por um grupo de assessoramento técnico formado por representantes do governo, pesquisadores e outros integrantes da sociedade civil.</p>
<p>“As ações são as mais variadas, por exemplo, o monitoramento das espécies na natureza para entender de forma mais refinada como estão se comportando, a coleta de sementes, produção de mudas, reintrodução da espécie, sensibilização ambiental da comunidade”, explica Thaís.</p>
<p>Atualmente, há quatro PAN sendo executados pelo Jardim Botânico, o mais recente prevê a conservação de dois faveiros ameaçados de extinção: o faveiro-de-Wilson (Dimorphandra wilsonii) e o faveiro-da-mata (D. exaltata).</p>
<p>O PAN dos faveiros ameaçados de extinção é um desdobramento do PAN do Faveiro-de-Wilson, o primeiro implantado pelo Jardim Botânico, em 2015, e que foi concluído em 2020.</p>
<p>“A gente teve muitos ganhos [com o PAN], não só de um conhecimento melhor das populações da espécie, como também um conhecimento melhor de como tratar as sementes para germinação e produção de mudas. A gente conheceu melhor também os tipos de ameaças que incidem sobre a espécie. E, com esse banco de informações, a gente conseguiu reavaliar seu estado de conservação. Hoje sabemos que o faveiro-de-Wilson não está mais na categoria de criticamente em perigo para a categoria em perigo. Não significa que essa mudança está atrelada às ações do plano, mas, com mais conhecimento das populações, chegamos à conclusão de que essa espécie ainda está ameaçada, mas numa categoria menor”, disse a pesquisadora.</p>
<p>Também estão sendo executados pelo Jardim Botânico os PAN das floras ameaçadas de extinção do estado do Rio de Janeiro (endêmicas), da região de Grão-Mogol (MG) e da Serra do Espinhaço Meridional (MG). Segundo Thaís Laque, os planos de ação nacional contemplam mais de 800 das cerca de 3.200 espécies vegetais ameaçadas de extinção no país.</p>
<p>Antes do Jardim Botânico assumir a coordenação dos PAN referentes à flora, em 2014, a função cabia ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que lançou os PAN das cactáceas, em 2010, e das sempre-vivas, em 2012.</p>
<p>Hoje o ICMBio é responsável pelos PAN referentes à fauna e pelos planos que envolvem fauna e flora, como o PAN do Manguezal e o PAN das Lagoas do Sul (RS).</p>
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