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	<title>Máscara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Máscara &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>UFF determina volta do uso de máscara em locais fechados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uff-determina-volta-do-uso-de-mascara-em-locais-fechados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 15:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Federal Fluminense (UFF) determinou a volta do uso obrigatório de máscaras de proteção respiratória em ambientes fechados em todos os campi da instituição. A UFF tem três campi em Niterói, na região metropolitana do Rio, além de outras unidades acadêmicas na cidade e em oito municípios do estado: Angra dos Reis; Campos dos Goytacazes, Macaé, Nova Friburgo, Petrópolis, [&#8230;]]]></description>
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<p>A Universidade Federal Fluminense (UFF) determinou a volta do uso obrigatório de máscaras de proteção respiratória em ambientes fechados em todos os <em>campi</em> da instituição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A UFF tem três <em>campi</em> em Niterói, na região metropolitana do Rio, além de outras unidades acadêmicas na cidade e em oito municípios do estado: Angra dos Reis; Campos dos Goytacazes, Macaé, Nova Friburgo, Petrópolis, Rio das Ostras, Santo Antônio de Pádua e Volta Redonda. Há ainda um núcleo experimental em Iguaba Grande, uma fazenda-escola em Cachoeiras de Macacu e uma unidade avançada em Oriximiná, no Pará.</p>
<p>A determinação foi feita por meio da <a href="https://www.uff.br/sites/default/files/informes/portaria_68_1.362_-_uso_de_mascaras.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portaria nº 68.362</a>, com data de ontem (31) e divulgada <span id="OBJ_PREFIX_DWT806_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> pela universidade, com base em <a href="https://www.uff.br/sites/default/files/informes/portaria_68_1.362_-_uso_de_mascaras.pdf" target="_blank" rel="noopener">informe técnico</a> liberado nesta semana pelo Grupo de Trabalho (GT) Covid-19 da UFF, que acompanha o cenário epidemiológico da doença no estado.</p>
<p>De acordo com o documento, que se baseia nas informações divulgadas pela Secretaria estadual de Saúde, o cenário de estabilidade permite a continuidade das atividades presenciais do semestre letivo na universidade. É importante, porém, a retomada de medidas não farmacológicas de proteção, já que muitos sintomas da covid-19 podem ser confundidos com os de outras doenças respiratórias, que aumentam neste período do ano.</p>
<p>“Em virtude do cenário de sazonalidade de infecções respiratórias e de maneira totalmente esperada e previsível, há possibilidade de aumento de número de funcionários e alunos com covid-19. Neste momento, é fundamental que todos os casos confirmados sejam obrigatoriamente notificados para que se tenha a dimensão, o mais próximo possível, do quantitativo de pessoas acometidas. A subnotificação interna impede que ações mais específicas possam ser tomadas”.</p>
<p>O uso de máscaras em ambientes abertos continua voluntário, e a obrigatoriedade em ambientes fechados é temporária, recomendada, em princípio, até <span id="OBJ_PREFIX_DWT808_com_zimbra_date" role="link">30 de junho</span>. O GT recomenda também a higienização de mãos com água e sabão ou álcool a 70% frequentemente e a avaliação precoce de pessoas com sintomas gripais. Em caso de piora no cenário epidemiológico, as atividades presenciais podem ser suspensas.</p>
<h2>Situação epidemiológica</h2>
<p>A 2ª edição do Panorama Covid-19, divulgado <span id="OBJ_PREFIX_DWT809_com_zimbra_date" role="link">sexta</span>-feira (27) pela Secretaria de Saúde, indica cenário de estabilidade nos contágios pela doença, porém com leve aumento nas taxas de positividade dos exames diagnósticos e nos atendimentos na rede de atenção primária à saúde.</p>
<p>A taxa de positividade para o exame RT-PCR ficou estável, passando de 20,4% entre 8 e <span id="OBJ_PREFIX_DWT810_com_zimbra_date" role="link">14 de maio,</span> para 15% na média móvel do período, de 15 a <span id="OBJ_PREFIX_DWT811_com_zimbra_date" role="link">21 de maio</span>. Para os testes de antígeno, a taxa de positivos passou de 15,6% para 18,4%. Os atendimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) aumentaram 9% no mesmo período.</p>
<p>De acordo com os dados do Monitora Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz, a incidência de casos no estado do Rio passou de 892,14 no dia 20 de maio para 2.538,71 <span id="OBJ_PREFIX_DWT812_com_zimbra_date" role="link">ontem</span> (31), na média móvel de sete dias. Os óbitos continuam estáveis, na faixa de dez registros por dia na média móvel.</p>
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		<title>Anvisa pede uso de máscara para adiar chegada da varíola dos macacos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-pede-uso-de-mascara-para-adiar-chegada-da-variola-dos-macacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 19:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Distanciamento]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas &#8220;não farmacológicas&#8221;, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil. A varíola [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas &#8220;não farmacológicas&#8221;, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.</p>
<p>&#8220;A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias oportunamente, caso seja necessário à proteção da saúde da população&#8221;, diz a nota divulgada ontem (23).</p>
<p>Ainda, de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas.</p>
<p>&#8220;Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças&#8221;, reitera a Anvisa.</p>
<p>Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.</p>
<p>&#8220;Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país&#8221;, informou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta afirma que encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença.</p>
</div>
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		<title>Covid-19: saiba quem deve continuar usando máscaras de proteção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-saiba-quem-deve-continuar-usando-mascaras-de-protecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 15:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao menos dez estados e o Distrito Federal (DF) já flexibilizaram o uso de máscaras contra a covid-19 em locais fechados, mas especialistas defendem que alguns grupos devem seguir usando o item de proteção. O médico intensivista Rodrigo Bresani afirma que a liberação do uso das máscaras só foi possível pelo avanço da vacinação no [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>Ao menos dez estados e o Distrito Federal (DF) já flexibilizaram o uso de máscaras contra a covid-19 em locais fechados, mas especialistas defendem que alguns grupos devem seguir usando o item de proteção.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O médico intensivista Rodrigo Bresani afirma que a liberação do uso das máscaras só foi possível pelo avanço da vacinação no Brasil. Ele alerta, no entanto, que mesmo com uma boa parcela da sociedade vacinada, inclusive com a segunda dose, é preciso avaliar os casos de forma individual.</p>
<blockquote><p>“Para alguns grupos de risco, principalmente pacientes idosos, imunossuprimidos por diversos motivos, pacientes oncológicos, ou com doenças crônicas, a gente precisa ficar muito atento. Independentemente dessa nova norma [que libera o uso em locais fechados], a orientação para esses pacientes é, obviamente, continuar se cuidando”, afirma Bresani.</p></blockquote>
<p>O médico explica ainda que o uso do item de proteção é fundamental para quem, por exemplo, tem algum familiar com doença crônica ou idoso porque, caso não se proteja, estará colocando esse familiar em risco.</p>
<p>“Esses pacientes, sem sombra de dúvidas, devem continuar se protegendo. Isso, claro, supondo que eles estão já vacinados, com segunda, terceira dose, mas devem continuar fazendo o uso de máscaras em ambientes fechados e também abertos. Esse cuidado deve se perpetuar nesse próximo ano e principalmente agora, que estamos enxergando um aumento do número de casos e mortes na Europa, por causa de uma nova cepa. E isso aparentemente já vem chegando ao Brasil, então a gente tem que estar atento”, reforça Bresani.</p>
<p>Pessoas com comorbidades, além daqueles que ainda não tomaram a vacina contra a covid-19, devem seguir usando máscaras. Entre as comorbidades estão hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Os imunossuprimidos são aqueles que possuem alguma doença que afeta o sistema imunológico, diminuindo sua capacidade de resposta, como é o caso de portadores de câncer, HIV, transplantados e outros.</p>
</div>
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		<title>Cidade do Rio de Janeiro suspende uso de máscara a partir de amanhã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cidade-do-rio-de-janeiro-suspende-uso-de-mascara-a-partir-de-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 17:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O município do Rio de Janeiro vai abolir, a partir de amanhã (8), o uso de máscaras em locais abertos e fechados. A decisão partiu de uma recomendação do Comitê Científico da prefeitura, em reunião esta manhã. Em seu perfil no Twitter, o prefeito Eduardo Paes anunciou que a medida será publicada na edição do [&#8230;]]]></description>
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<p>O município do Rio de Janeiro vai abolir, a partir de amanhã (8), o uso de máscaras em locais abertos e fechados. A decisão partiu de uma recomendação do Comitê Científico da prefeitura, em reunião esta manhã. Em seu perfil no Twitter, o prefeito Eduardo Paes anunciou que a medida será publicada na edição do Diário Oficial do município. “Cumprindo as determinações do Comitê Científico amanhã sai decreto acabando com a obrigatoriedade de máscaras em espaços abertos e fechados”, escreveu na rede social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na mensagem, Paes acrescentou que também em três semanas não será mais necessária a apresentação do passaporte de vacinação. Junto às duas medidas, a prefeitura vai incentivar a vacinação das doses de reforço. “Com um esforço para vacinar aqueles que podem tomar dose de reforço, em 3 semanas acabamos tb com o passaporte”, informou.</p>
<p>Na quinta-feira (3), um decreto do governador Cláudio Castro, publicado no Diário Oficial, suspendeu o uso de máscara de proteção contra a covid-19 no estado do Rio de Janeiro, deixando a decisão para cada município. No entendimento do governo estadual, as melhoras sucessivas no cenário epidemiológico da doença no estado permitem o fim da obrigatoriedade.</p>
<p>O governo fluminense levou ainda em consideração a elevada cobertura vacinal contra a covid-19 no estado e o avanço da imunização para todas as faixas etárias maiores de 5 anos de idade nos 92 municípios fluminenses.</p>
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		<title>Máscaras não afetam respiração ou trazem risco à prática de exercícios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mascaras-nao-afetam-respiracao-ou-trazem-risco-a-pratica-de-exercicios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 22:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo aponta que o uso de máscaras não afeta a respiração ou traz riscos para pessoas saudáveis na prática de exercícios físicos. Para o estudo foram avaliados 17 homens com idade média de 30 anos e 18 mulheres com faixa etária média de 28 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo aponta que o uso de máscaras não afeta a respiração ou traz riscos para pessoas saudáveis na prática de exercícios físicos. Para o estudo foram avaliados 17 homens com idade média de 30 anos e 18 mulheres com faixa etária média de 28 anos, todos saudáveis.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A gente fez com o objetivo de investigar se o uso das máscaras durante o exercício atrapalhava o desempenho, o funcionamento do corpo em pessoas que fazem atividade física regular, mas não são atletas”, explica o professor Bruno Gualano, responsável pelo estudo. Para isso, os participantes da pesquisa correram em uma esteira com e sem máscara de proteção, com monitoramento da respiração, oxigenação do sangue e função cardíaca.</p>
<p>Para o trabalho, os participantes usaram uma máscara de pano com três camadas, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Os exercícios foram realizados em diversas intensidades.</p>
<p>Nos níveis de esforço moderado e intenso foi verificada apenas uma pequena alteração no esforço de inspiração. “Nós observamos, especificamente, com o uso da máscara um aumento na capacidade inspiratória. O indivíduo tinha que inspirar mais com a máscara do que sem ela”, explica Gualano. Fora isso, porém, o corpo se adapta ao item de proteção e não houve mudanças na resposta do corpo das pessoas. “Não alterou débito cardíaco ou saturação de oxigênio, que era uma preocupação que se tinha”, acrescenta o professor.</p>
<p>No esforço considerado crítico, que é a máxima carga de exercício que a pessoa consegue desenvolver, o estudo apontou que houve perda de desempenho. De acordo com Gualano, ao contrário do que acontece nas outras intensidades, o corpo não consegue compensar a dificuldade adicional que a máscara impõe à respiração. Assim, as pessoas acabam chegando ao limite mais rápido do que chegariam sem o uso da proteção facial.</p>
<p>Porém, nem mesmo nesse nível de esforço foram constatadas alterações significativas na oxigenação do sangue ou na função cardíaca. “Não tem nenhuma alteração fisiológica sugestiva que possa incorrer em risco à saúde do praticante”, enfatiza o professor da Faculdade de Medicina.</p>
<p>O nível chamado de crítico de esforço é quando, explica Gualano, a pessoa que está se exercitando é incapaz de falar durante a tarefa. Nos níveis moderado e intenso, o praticante conseguiria falar, ainda que ofegante.</p>
<p>Para manter a boa saúde e até por razões estéticas, os níveis moderado e intenso são, segundo o professor suficientes. “Essa intensidade é suficiente para promover todos os benefícios que a gente conhece do exercício físico”, ressalta.</p>
<p>Apesar dos resultados dos testes mostrarem que o uso de máscara afeta pouco fisicamente os praticantes de exercício, no questionário aplicado aos participantes foram registradas diversas queixas em relação ao item de proteção.</p>
<p>“No geral eles se sentiam muito mal com o uso da máscara. As pessoas reclamavam que com a máscara sentiam mais calor, desconforto, maior fadiga, resistência”, enumera o pesquisador.</p>
</div>
</div>
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