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	<title>Mariupol &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Mariupol &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Ucrânia: Rússia diz que todas as áreas urbanas de Mariupol estão tomadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-russia-diz-que-todas-as-areas-urbanas-de-mariupol-estao-tomadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2022 15:27:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa russo anunciou neste sábado (16) que liberou toda a área urbana de Mariupol das forças ucranianas e disse que apenas alguns combatentes permanecem na siderúrgica Azovstal, palco de vários confrontos. Em uma publicação online, o ministério disse que até 16 de abril as forças ucranianas na cidade portuária sitiada haviam perdido mais [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério da Defesa russo anunciou neste sábado (16) que liberou toda a área urbana de Mariupol das forças ucranianas e disse que apenas alguns combatentes permanecem na siderúrgica Azovstal, palco de vários confrontos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em uma publicação <em>online</em>, o ministério disse que até 16 de abril as forças ucranianas na cidade portuária sitiada haviam perdido mais de 4 mil pessoas.</p>
<p>Os combatentes russos tentam há várias semanas tomar o porto, que fica no Mar de Azov, a nordeste do Mar Negro.</p>
<p>&#8220;Toda a área urbana de Mariupol foi completamente liberada&#8230; os remanescentes do grupo ucraniano estão completamente bloqueados no território da usina metalúrgica Azovstal&#8221;, disse o ministério.</p>
<p>&#8220;A única chance de eles salvarem suas vidas é abaixar voluntariamente suas armas e se render.&#8221;</p>
<p>Não houve reação imediata de Kiev à declaração do ministério russo, que também disse que 1.464 militares ucranianos se renderam até agora.</p>
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		<title>Ucrânia rejeita ultimato russo e Mariupol não se rende</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-rejeita-ultimato-russo-e-mariupol-nao-se-rende/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 15:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia deu ontem (20) um ultimato à Ucrânia, para que entregasse a cidade de Mariupol, com a deposição de armas por parte dos militares ucranianos. A Ucrânia tinha até as 5h da manhã de hoje (21) para anunciar a sua decisão. A vice-primeira-ministra do país, Iryna Vereshchuk, anunciou, no entanto, que a cidade portuária [&#8230;]]]></description>
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<p>A Rússia deu ontem (20) um ultimato à Ucrânia, para que entregasse a cidade de Mariupol, com a deposição de armas por parte dos militares ucranianos. A Ucrânia tinha até as 5h da manhã de hoje (21) para anunciar a sua decisão. A vice-primeira-ministra do país, Iryna Vereshchuk, anunciou, no entanto, que a cidade portuária não vai se render e pediu a abertura de corredores humanitários.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Não pode haver nenhuma rendição, deposição de armas. Já informamos o lado russo sobre isso”, afirmou Vershchuck, segundo a Reuters.</p>
<p>Antes da guerra, Mariupol abrigava cerca de 400 mil pessoas. Agora, centenas de milhares de civis ucranianos estão sitiados na cidade portuária, que fica a aproximadamente 60 quilômetros da fronteira com a Rússia e está situada no Mar de Azov, portanto com localização estratégica para a Rússia, que quer ter entrada terrestre para o país e ligação com a Crimeia – que foi anexada pelos russos em 2014.</p>
<p>A proposta russa era de que, após a rendição de Mariupol, abririam-se corredores humanitários para evacuar os civis que estão na cidade, que sofre com desabastecimento. Mariupol é a cidade mais atingida pelos bombardeios russos que começaram no dia 24 de fevereiro. A cidade está sem água, eletricidade e gás. Os moradores sofrem também com escassez de comida e remédios.</p>
<p>Mikhail Mizintsev, diretor do Centro Nacional Russo de Gerenciamento de Defesa, em nota distribuída pelo Ministério da Defesa da Rússia, havia pedido aos ucranianos para que se rendessem. “Uma terrível catástrofe humanitária está acontecendo. Todos os que baixarem as armas têm a garantia de uma passagem segura para fora de Mariupol”. Ele acusa os próprios ucranianos de estarem assassinando seus cidadãos.</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, chama a guerra de &#8220;operação militar especial&#8221; e diz estar defendendo Ucrânia de um governo “nazista”. O Ocidente acusa a Rússia de usar essas acusações como pretexto para invadir e tomar o país.</p>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que pelo menos 902 civis foram mortos até a meia-noite de sábado (19), embora o número real seja provavelmente muito maior. A agência de refugiados da ONU, Acnur, afirmou que 10 milhões de ucranianos foram deslocados, incluindo cerca de 3,4 milhões que fugiram para países vizinhos como a Polônia.</p>
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		<title>Ucrânia diz que Rússia bombardeou hospital infantil em Mariupol</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-diz-que-russia-bombardeou-hospital-infantil-em-mariupol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 23:59:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia acusou a Rússia, nesta quarta-feira, de bombardear um hospital infantil na cidade portuária sitiada de Mariupol. O bombardeio teria ocorrido durante um cessar-fogo acertado para permitir que civis presos na cidade pudessem escapar. A Rússia havia dito que baixaria as armas para permitir que milhares de civis fugissem de Mariupol e outras cidades [&#8230;]]]></description>
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<p>A Ucrânia acusou a Rússia, nesta quarta-feira, de bombardear um hospital infantil na cidade portuária sitiada de Mariupol. O bombardeio teria ocorrido durante um cessar-fogo acertado para permitir que civis presos na cidade pudessem escapar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Rússia havia dito que baixaria as armas para permitir que milhares de civis fugissem de Mariupol e outras cidades sitiadas na quarta-feira. Mas a Câmara Municipal de Mariupol afirmou que o hospital foi atingido várias vezes por um ataque aéreo. “A destruição é colossal”, disse a Câmara em uma publicação <em>online</em>.</p>
<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, chamou o ataque de “atrocidade”. “Ataque direto do Exército russo ao hospital-maternidade. Pessoas, crianças estão sob os destroços”, disse, no Twitter.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, questionado pela Reuters por comentários sobre o suposto bombardeio, disse: “As forças russas não atiram contra alvos civis”.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia publicou imagens do que disse ser o hospital, com buracos onde as janelas deveriam estar, em um prédio de três andares. Enormes pilhas de escombros fumegantes completavam a cena.</p>
<p>O governador da região de Donetsk disse que 17 pessoas ficaram feridas, incluindo mulheres em trabalho de parto. Os relatos não puderam ser verificados em um primeiro momento.</p>
<p>Antes, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, disse que a Rússia havia violado o cessar-fogo no porto ao sul, que fica entre áreas de separatistas apoiados pela Rússia no leste da Ucrânia e a Crimeia, anexada por Moscou da Ucrânia, em 2014.</p>
<p>“A Rússia continua mantendo 400 mil pessoas como reféns em Mariupol, bloqueando auxílio humanitário e evacuações. O bombardeio indiscriminado continua”, escreveu no Twitter. “Quase 3 mil recém-nascidos não têm remédios e comida”.</p>
<p>A Ucrânia disse que pelo menos 1.170 civis foram mortos em Mariupol desde o começo da invasão, e 47 foram enterrados em um túmulo coletivo na quarta-feira. Não foi possível verificar esses números.</p>
<p>Mais de 2 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia desde que o presidente Vladimir Putin lançou a invasão pro terra, mar e ar em 24 de fevereiro. Moscou chama suas ações de “operação militar especial” para desarmar o vizinho e derrubar líderes que classifica como “neonazistas”.</p>
<p>O gabinete de direitos humanos da ONU em Genebra, pouco antes do relato de ataque ao hospital, disse que havia verificado 516 mortes de civis e 908 pessoas feridas desde o começo do conflito.</p>
<p><em><strong>Por: Reuters</strong></em></p>
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