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	<title>Marielle Franco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Marielle Franco &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Apoiadores de Flávio Bolsonaro debocham da morte de Marielle Franco em ato no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 23:20:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
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					<description><![CDATA[Apoiadores do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fizeram provocações e debocharam da morte da vereadora Marielle Franco durante uma manifestação realizada nesta terça-feira (13), nas proximidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na Gávea, Zona Sul da capital fluminense. A parlamentar foi assassinada em março de 2018, em um crime de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apoiadores do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fizeram provocações e debocharam da morte da vereadora Marielle Franco durante uma manifestação realizada nesta terça-feira (13), nas proximidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na Gávea, Zona Sul da capital fluminense. A parlamentar foi assassinada em março de 2018, em um crime de motivação política que também vitimou o motorista Anderson Gomes.</p>
<p>Vídeos compartilhados nas redes sociais registraram as declarações feitas por manifestantes que utilizavam um carro de som. Em uma das falas, um participante afirmou: “Marielle está com papai do céu”, acrescentando em seguida: “ou no colo do capeta”.</p>
<p>Durante o ato, integrantes do grupo também direcionaram críticas a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em resposta, manifestantes do campo adversário entoaram palavras de ordem e gritaram “Marielle, presente”, em homenagem à ex-vereadora. A mobilização foi marcada por provocações e troca de ofensas entre os dois grupos.</p>
<p>O protesto ocorreu um dia depois de a PUC-Rio anunciar a proibição de manifestações político-partidárias dentro do campus até o encerramento das eleições. Com a restrição, as mobilizações ocorreram nas imediações da instituição.</p>
<h3>Filha de Marielle critica deboche</h3>
<p>A repercussão do episódio levou Luyara Franco, filha de Marielle, a publicar um vídeo nas redes sociais em defesa da memória da mãe. Ela afirmou que transformar o assassinato em motivo de piada ultrapassa os limites do debate político.</p>
<p>“Zombar do assassinato de Marielle Franco não é opinião. Não é debate. Não é liberdade de expressão. É violência política”, afirmou. “Transformar o assassinato da minha mãe em motivo de deboche é desrespeitar sua história, sua família e a luta de tantas pessoas que seguem exigindo justiça”.</p>
<p>Na publicação, Luyara também destacou a trajetória acadêmica e política da vereadora. Marielle era formada em Ciências Sociais pela PUC-Rio, pesquisadora, mestre em Administração Pública e atuava na defesa dos direitos humanos.</p>
<p>A deputada federal eleita Anielle Franco (PT), irmã de Marielle, também se manifestou nas redes sociais. Ela demonstrou apoio aos estudantes favoráveis a Lula e ressaltou sua ligação com a universidade, onde Marielle estudou e da qual Anielle é professora.</p>
<p>“A minha irmã estudou na PUC-Rio e eu sou professora. A gente sabe o lado certo da história, que a gente está. A gente está aqui para dizer que a gente resiste”, afirmou.</p>
<h3>Crime ocorreu em 2018</h3>
<p>Marielle Franco e Anderson Gomes foram assassinados em março de 2018, quando o carro em que estavam foi atingido por disparos após a vereadora participar de um evento no centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, que confessaram participação no crime, foram condenados em 2024. Também receberam condenações Domingos Brazão, então conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro; Chiquinho Brazão, ex-deputado federal; Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil; Ronald de Paula, major da Polícia Militar; e Robson Calixto, ex-policial militar.</p>
<p>O caso se tornou um dos crimes políticos de maior repercussão no país e segue associado às cobranças por responsabilização dos envolvidos e preservação da memória da parlamentar.</p>
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		<title>Marcha reúne mulheres negras em Copacabana para defender direitos, reparação e bem viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 20:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de mulheres negras ocuparam a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), durante a 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro. A mobilização integrou a programação do Julho das Pretas e levou às ruas reivindicações voltadas à promoção da igualdade racial, da justiça social, da reparação histórica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de mulheres negras ocuparam a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (26), durante a 12ª Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro. A mobilização integrou a programação do Julho das Pretas e levou às ruas reivindicações voltadas à promoção da igualdade racial, da justiça social, da reparação histórica e da garantia de direitos.</p>
<p>Com o tema &#8220;Seguimos em Marcha por Reparação e Bem Viver&#8221;, o ato reuniu representantes de movimentos sociais, organizações da sociedade civil, lideranças comunitárias e ativistas de diferentes regiões do estado. A manifestação também celebrou o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, datas que simbolizam a luta das mulheres negras por reconhecimento, dignidade e participação política.</p>
<figure id="attachment_91810" aria-describedby="caption-attachment-91810" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91810" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-de-Janeiro-na-orla-de-Copacabana-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="12ª Marcha Das Mulheres Negras Do Rio De Janeiro, Na Orla De Copacabana - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-de-Janeiro-na-orla-de-Copacabana-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-de-Janeiro-na-orla-de-Copacabana-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-de-Janeiro-na-orla-de-Copacabana-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-de-Janeiro-na-orla-de-Copacabana-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91810" class="wp-caption-text">12ª Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro, na orla de Copacabana. &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Ao longo da caminhada, as participantes defenderam o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao enfrentamento do racismo, da violência de gênero, das desigualdades sociais e da exclusão histórica da população negra. A pauta da marcha também destacou temas como saúde, educação, moradia, trabalho, preservação dos territórios tradicionais, justiça climática e valorização da cultura afro-brasileira.</p>
<p>A mobilização faz parte da agenda nacional do Julho das Pretas, iniciativa criada para ampliar a visibilidade das demandas do movimento de mulheres negras e incentivar ações em diferentes estados brasileiros. Em 2026, a campanha reúne centenas de atividades organizadas por coletivos e entidades, mantendo viva a agenda construída durante a Marcha Global das Mulheres Negras realizada em Brasília no ano anterior.</p>
<figure id="attachment_91812" aria-describedby="caption-attachment-91812" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91812" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-O-casal-Cintia-Garcia-e-Laisse-Santos-de-Marica-participam-da-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="O Casal, Cíntia Garcia E Laisse Santos, De Maricá, Participam Da 12ª Marcha Das Mulheres Negras Do Rio - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-O-casal-Cintia-Garcia-e-Laisse-Santos-de-Marica-participam-da-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-O-casal-Cintia-Garcia-e-Laisse-Santos-de-Marica-participam-da-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-O-casal-Cintia-Garcia-e-Laisse-Santos-de-Marica-participam-da-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/27-O-casal-Cintia-Garcia-e-Laisse-Santos-de-Marica-participam-da-12a-Marcha-das-Mulheres-Negras-do-Rio-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91812" class="wp-caption-text">O casal, Cíntia Garcia e Laisse Santos, de Maricá, participam da 12ª Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro, na orla de Copacabana.- Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Além do caráter político, a programação incluiu manifestações culturais, apresentações artísticas e momentos de celebração da ancestralidade negra. Para as organizadoras, o encontro também representa um espaço de fortalecimento das redes de apoio entre mulheres negras e de construção coletiva de propostas para enfrentar o racismo estrutural e promover uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p>Realizada anualmente, a Marcha das Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro integra um movimento mais amplo de articulação nacional. A iniciativa busca ampliar a participação das mulheres negras nos espaços de decisão e reforçar a defesa dos direitos humanos, da democracia e da reparação histórica, consolidando-se como uma das principais mobilizações do calendário do movimento negro brasileiro.</p>
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		<title>Alexandre de Moraes determina início imediato das penas dos condenados pelo assassinato de Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início imediato do cumprimento das penas dos cinco condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão reconhece o trânsito em julgado da ação penal, encerrando definitivamente a fase de recursos no processo. Ao analisar o último recurso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início imediato do cumprimento das penas dos cinco condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão reconhece o trânsito em julgado da ação penal, encerrando definitivamente a fase de recursos no processo.</p>
<p>Ao analisar o último recurso apresentado pelas defesas, Moraes concluiu que os embargos infringentes tinham caráter meramente protelatório, com o objetivo de retardar a execução das condenações. Com isso, autorizou o imediato cumprimento das penas fixadas pela Primeira Turma do STF.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e o ex-deputado federal Chiquinho Brazão foram condenados a 76 anos e três meses de prisão por serem apontados como os mandantes do crime. Também foram condenados o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, com pena de 18 anos de prisão; o ex-policial militar Ronald Paulo Alves Pereira, sentenciado a 56 anos; e Robson Calixto Fonseca, condenado a nove anos de prisão.</p>
<p>A decisão estabelece que os condenados cumpram pena em regime fechado. A única exceção é Chiquinho Brazão, que permanecerá em prisão domiciliar humanitária devido ao seu estado de saúde. Segundo a defesa, ele apresenta doença arterial coronariana crônica, diabetes tipo 2, nefropatia e hipertensão. A medida foi autorizada inicialmente por 90 dias, período após o qual haverá uma nova avaliação médica. Durante esse tempo, o ex-deputado deverá usar tornozeleira eletrônica e continuará proibido de receber visitas e utilizar redes sociais.</p>
<p>Moraes também definiu onde cada condenado cumprirá a pena. Domingos Brazão será encaminhado ao Presídio Constantino Cokotós, no Rio de Janeiro. Rivaldo Barbosa ficará no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, localizado no Complexo Penitenciário de Bangu 8. Já Ronald Paulo Alves Pereira permanecerá na Penitenciária Federal de Brasília.</p>
<p>O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes ocorreu em março de 2018 e, segundo a conclusão do julgamento, foi motivado por interesses ligados a disputas territoriais na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a acusação acolhida pelo Supremo, os irmãos Brazão consideravam a atuação da parlamentar contra um projeto de regularização de áreas griladas um obstáculo aos seus interesses econômicos e políticos na região.</p>
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		<item>
		<title>Moraes autoriza transferência de Domingos Brazão ao sistema prisional do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-autoriza-transferencia-de-domingos-brazao-ao-sistema-prisional-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) que Domingos Inácio Brazão seja transferido do regime federal de segurança máxima para o sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro. Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), foi condenado a 76 anos e três [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) que Domingos Inácio Brazão seja transferido do regime federal de segurança máxima para o sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro.</p>
<p>Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), foi condenado a 76 anos e três meses de prisão pelo papel como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em 2018. A pena foi fixada pela Primeira Turma do STF em fevereiro de 2026 após longo processo penal.</p>
<p>Desde março de 2024, ele cumpre prisão preventiva na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, unidade de segurança máxima destinada a presos considerados de alto risco ou com vínculos que possam representar ameaça à ordem ou à investigação.</p>
<p>O pedido de transferência foi apresentado pela defesa de Brazão sob o argumento de que, com o encerramento definitivo do julgamento e a confirmação da condenação, não há mais necessidade de mantê-lo na estrutura federal. O ministro Moraes acolheu a justificativa e determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap/RJ) informe, no prazo de 48 horas, qual unidade prisional estadual poderá receber o réu condenado.</p>
<p>A expectativa é de que a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, em Bangu, seja indicada para abrigar Brazão, ainda que a definição final da vaga dependa da administração estadual.</p>
<p>Além de Domingos Brazão, seu irmão João Francisco “Chiquinho” Brazão também foi condenado no mesmo processo a 76 anos de prisão pelos mesmos crimes. Outros réus no caso receberam sentenças diferentes: o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, foi sentenciado a 18 anos; o major Ronald Alves de Paula a 56 anos; e o ex-policial Robson Calixto a 9 anos de prisão. Todos permanecem detidos.</p>
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		<item>
		<title>STF mantém presos dois acusados de mandar matar Marielle Franco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-mantem-presos-dois-acusados-de-mandar-matar-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 22:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão preventiva de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e do ex-chefe da Polícia Civil do estado, Rivaldo Barbosa. Ambos são acusados de envolvimento na trama que levou ao assassinato da vereadora Marielle Franco e do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão preventiva de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e do ex-chefe da Polícia Civil do estado, Rivaldo Barbosa. Ambos são acusados de envolvimento na trama que levou ao assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.</p>
<p>A decisão foi proferida nesta quinta-feira (24), mas a íntegra do despacho ainda não foi divulgada. Os dois réus estão presos desde março do ano passado, em unidades do sistema penitenciário federal. A defesa havia pedido a soltura após o ministro conceder prisão domiciliar ao deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), também acusado de ser um dos mandantes do crime.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o assassinato teria motivação política: Marielle se posicionava contra os interesses do grupo político dos irmãos Brazão, com forte atuação em áreas dominadas por milícias e envolvimento em disputas fundiárias no Rio. Os acusados negam participação.</p>
<p>No início de abril, Moraes abriu prazo de 30 dias para que o Ministério Público e as defesas apresentem as alegações finais. Essa é a última etapa antes do julgamento, que poderá ocorrer no segundo semestre deste ano.</p>
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		<title>Caso Marielle: MP pede aumento de penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caso-marielle-mp-pede-aumento-de-penas-de-ronnie-lessa-e-elcio-queiroz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2024 14:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Ronnie Lessa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), recorreu à Justiça para ampliar as penas impostas a Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), recorreu à Justiça para ampliar as penas impostas a Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018.</p>
<p>No recurso apresentado ao 4º Tribunal do Júri, o Gaeco solicita que as penas atinjam o máximo previsto em lei: <strong>30 anos pelo homicídio de Marielle</strong>, <strong>30 anos pelo homicídio de Anderson</strong> e <strong>20 anos pela tentativa de assassinato de Fernanda Chaves</strong>, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque. Além disso, o órgão pede mais <strong>dois anos pela receptação do carro utilizado no crime</strong>, totalizando 80 anos de prisão para cada réu.</p>
<h3><strong>Sentença inicial e pedido de revisão</strong></h3>
<p>No julgamento realizado em 31 de outubro, Ronnie Lessa foi condenado a <strong>78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão</strong>, enquanto Élcio Queiroz recebeu pena de <strong>59 anos, 8 meses e 10 dias</strong>. Ambos também foram obrigados a pagar R$ 706 mil em indenizações às famílias de Marielle e Anderson.</p>
<p>O Ministério Público argumenta que aspectos fundamentais, como a gravidade do crime e sua repercussão global, não foram devidamente considerados na dosimetria das penas. Entre os elementos apontados no recurso estão:</p>
<ul>
<li><strong>Uso de arma automática com silenciador</strong>;</li>
<li><strong>Emboscada premeditada</strong> em uma região movimentada do Centro do Rio;</li>
<li><strong>Destruição de provas pelos réus</strong>;</li>
<li>A repercussão internacional, que afetou a imagem do Brasil.</li>
</ul>
<h3><strong>Impactos do crime e maior rigor na punição</strong></h3>
<p>Os promotores de Justiça ressaltaram a comoção mundial gerada pelo assassinato da vereadora, reconhecida por sua luta por direitos humanos e igualdade social. Segundo o Gaeco, o caso não apenas feriu profundamente a sociedade brasileira, mas também expôs a fragilidade do país no combate ao crime organizado, afetando sua credibilidade global.</p>
<p>Além disso, o recurso pede maior rigor na revisão da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves e na punição pelo crime de receptação do veículo Cobalt usado na execução.</p>
<p>O pedido segue em análise no 4º Tribunal do Júri, e a decisão sobre o recurso será essencial para definir se as penas dos condenados serão ampliadas.</p>
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		<title>Justiça condena Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 21:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Élcio de Queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou nesta quinta-feira (31) os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. Lessa foi sentenciado a 78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão, enquanto Élcio recebeu 59 anos, 8 meses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou nesta quinta-feira (31) os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. Lessa foi sentenciado a 78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão, enquanto Élcio recebeu 59 anos, 8 meses e 10 dias. Os dois foram considerados culpados por duplo homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves e receptação do veículo utilizado no crime.</p>
<p>Além das penas de prisão, ambos terão que pagar uma pensão mensal ao filho de Anderson até que ele complete 24 anos, e arcar com uma indenização por danos morais de R$ 706 mil para cada uma das vítimas, incluindo o filho de Anderson, Arthur, e os familiares de Marielle.</p>
<p>Durante a leitura da sentença, a juíza Lúcia Glioche enfatizou que, embora a condenação não traga conforto total às famílias, ela representa um passo importante na justiça. “A justiça é lenta, mas ela chega. Mesmo para aqueles que acreditam que nunca serão alcançados”, disse a magistrada.</p>
<p><strong>Processo Judicial e Acusação dos Mandantes</strong></p>
<p>Ronnie e Élcio, presos desde março de 2019, fecharam acordo de delação premiada, fornecendo informações para a investigação. No entanto, o processo contra os supostos mandantes continua em andamento. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Chiquinho Brazão, seu irmão, o deputado federal Domingos Brazão, e o delegado Rivaldo Barbosa, que são acusados de envolvimento na obstrução das investigações. Entre os demais réus estão o ex-assessor Robson Calixto e o major Ronald Pereira, suspeito de monitorar Marielle antes do crime.</p>
<figure id="attachment_80216" aria-describedby="caption-attachment-80216" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-80216" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Elcio-de-Queiroz-e-Ronnie-Lessa-foram-condenados-pelos-assassinatos-de-Marielle-e-Anderson.-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C428&#038;ssl=1" alt="Élcio De Queiroz E Ronnie Lessa Foram Condenados Pelos Assassinatos De Marielle E Anderson - Expresso Carioca" width="754" height="428" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Elcio-de-Queiroz-e-Ronnie-Lessa-foram-condenados-pelos-assassinatos-de-Marielle-e-Anderson.-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Elcio-de-Queiroz-e-Ronnie-Lessa-foram-condenados-pelos-assassinatos-de-Marielle-e-Anderson.-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Elcio-de-Queiroz-e-Ronnie-Lessa-foram-condenados-pelos-assassinatos-de-Marielle-e-Anderson.-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C85&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/31-Elcio-de-Queiroz-e-Ronnie-Lessa-foram-condenados-pelos-assassinatos-de-Marielle-e-Anderson.-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C426&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-80216" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2024 &#8211; Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa foram condenados pelos assassinatos de Marielle e Anderson. Foto: Brunno Dantas/TJRJ</figcaption></figure>
<p>Os investigadores afirmam que o crime foi motivado por conflitos de interesse em torno de questões fundiárias e por atritos políticos entre Marielle e o grupo liderado por Chiquinho Brazão, em especial em relação ao Projeto de Lei 174/2016, que visava regulamentar um condomínio na Zona Oeste do Rio.</p>
<p><strong>Argumentos do Ministério Público e Defesa dos Réus</strong></p>
<p>Na última etapa do julgamento, os promotores argumentaram que o crime foi encomendado e motivado por razões financeiras e políticas. Eles sustentaram que Élcio, motorista do carro, tinha responsabilidade equivalente à de Ronnie, que efetuou os disparos. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Ronnie Lessa já se preparava para o crime desde 2017, buscando informações sobre armas e os movimentos de Marielle, enquanto Élcio pesquisava sobre aliados políticos da vereadora.</p>
<p>A defesa dos réus reconheceu a participação deles no crime, mas contestou a qualificação do motivo torpe e político. O advogado de Lessa afirmou que o ex-policial aceitou colaborar com a Justiça voluntariamente e alegou que ele apenas pretendia matar Marielle, não os outros ocupantes do carro. A advogada de Élcio defendeu que seu cliente desconhecia a intenção de Lessa de ferir as demais vítimas e solicitou uma sentença proporcional à sua participação.</p>
<p>Ao final, o MPRJ reiterou os pedidos de condenação, enquanto as defesas tiveram direito à tréplica, utilizando apenas 10 dos 120 minutos concedidos.</p>
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		<title>STF Retoma audiências do caso Marielle Franco com depoimentos de testemunhas de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 00:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Audiências]]></category>
		<category><![CDATA[Chiquinho Brazão]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta segunda-feira (9) as audiências do processo que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro. Nesta fase, foram ouvidas as primeiras testemunhas de defesa dos acusados de serem os mandantes do crime, em depoimentos que seguirão até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta segunda-feira (9) as audiências do processo que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro. Nesta fase, foram ouvidas as primeiras testemunhas de defesa dos acusados de serem os mandantes do crime, em depoimentos que seguirão até o fim de setembro.</p>
<p>Entre os réus estão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ); seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; e o major da Polícia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira. Todos são acusados de homicídio e organização criminosa e permanecem presos.</p>
<p>As audiências são conduzidas pelo juiz Airton Vieira, auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. Ao todo, cerca de 70 pessoas foram arroladas para prestar depoimento. Entre as testemunhas convocadas pela defesa de Chiquinho Brazão estão as promotoras Letícia Emile e Simone Sibilio, responsáveis pelas investigações iniciais do caso Marielle. No entanto, ambas solicitaram dispensa, alegando que sua participação como testemunhas seria imprópria, dado que atuaram diretamente na Força-Tarefa do Ministério Público do Rio de Janeiro que denunciou o caso.</p>
<p>Na fase anterior, em agosto, foram ouvidas as testemunhas de acusação, com destaque para os depoimentos dos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, que confessaram envolvimento no assassinato. Lessa, que assinou um acordo de delação premiada, declarou que ele foi o autor dos disparos que mataram Marielle, a mando dos irmãos Brazão, afirmando que os acusados são &#8220;pessoas de alta periculosidade&#8221;.</p>
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		<title>Ex-PM afirma ter sido enganado por Ronnie Lessa no caso Marielle Franco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Élcio Queiroz]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (30), o ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Élcio Queiroz, depôs no Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que investiga os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. O depoimento faz parte da ação penal que apura o envolvimento dos irmãos Brazão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (30), o ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Élcio Queiroz, depôs no Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que investiga os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. O depoimento faz parte da ação penal que apura o envolvimento dos irmãos Brazão e outros acusados no crime.</p>
<p>Élcio, que conduziu o veículo utilizado na execução do crime, declarou que foi manipulado pelo ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso do assassinato. Segundo ele, Lessa não revelou a verdadeira intenção ao chamá-lo para dirigir o carro, levando-o a acreditar que seria apenas uma tarefa comum. &#8220;Fui vítima de uma rede de mentiras. Ronnie me usou e foi desleal comigo&#8221;, afirmou Élcio, acrescentando que até o momento do crime não sabia quem era Marielle Franco.</p>
<p>Apesar de afirmar ter sido traído, Élcio admitiu que manteve a amizade com Lessa após o homicídio, mas disse ter ficado abalado ao descobrir a natureza do ato. Ele também revelou detalhes cruciais sobre os momentos que antecederam o crime, incluindo um alerta que fez a Lessa sobre a presença de Anderson Gomes e da assessora de Marielle, Fernanda Chaves, no carro. Élcio relatou que temeu pela vida dos &#8220;inocentes&#8221; no veículo, mas Lessa ignorou a advertência e utilizou a submetralhadora HK em &#8220;modo rajada&#8221; para cometer o crime. Fernanda Chaves sobreviveu ao ataque.</p>
<p>No processo, são réus Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), seu irmão, Chiquinho Brazão, deputado federal, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, e o major da Polícia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira. Eles são acusados de homicídio e organização criminosa e permanecem presos enquanto aguardam o desenrolar da ação penal, que inclui o depoimento de cerca de 70 testemunhas antes das audiências dos réus.</p>
<p>Ronnie Lessa também prestou depoimento nesta semana, onde alegou ter sido avisado com antecedência sobre a operação que resultou em sua prisão e que o assassinato de Marielle foi planejado de forma a evitar que o caso fosse tratado como crime político, impedindo a entrada da Polícia Federal nas investigações.</p>
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		<title>Moraes solicita dados sobre ameaça contra Ronnie Lessa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 23:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (21), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), requisitou informações ao governo de São Paulo, à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma denúncia que aponta uma suposta ordem para assassinar o ex-policial Ronnie Lessa, delator do caso Marielle Franco. A solicitação de Moraes surgiu após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (21), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), requisitou informações ao governo de São Paulo, à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma denúncia que aponta uma suposta ordem para assassinar o ex-policial Ronnie Lessa, delator do caso Marielle Franco.</p>
<p>A solicitação de Moraes surgiu após ele receber, na quinta-feira (20), um ofício do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp). De acordo com o sindicato, a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que controla os presídios paulistas, teria autorizado o assassinato de Lessa. A denúncia foi comunicada ao sindicato por meio de um e-mail.</p>
<p>Ronnie Lessa foi transferido no dia 20 para o presídio de Tremembé, em São Paulo, após deixar o presídio federal de Campo Grande. Em razão de sua condição de ex-policial e suas ligações com milícias, ele é considerado inimigo do PCC.</p>
<p>A transferência de Lessa foi autorizada por Alexandre de Moraes como parte dos benefícios acordados em sua delação premiada, na qual implicou os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como mandantes do assassinato de Marielle Franco. O acordo incluía a transferência de Lessa do presídio federal em Campo Grande (MS) para uma unidade mais próxima de sua família, que reside no Rio de Janeiro.</p>
<p>O Sifuspesp alertou que a situação em Tremembé está tensa, com possibilidade de motim. Em função disso, o sindicato também solicitou a Alexandre de Moraes que Ronnie Lessa seja transferido para outro presídio.</p>
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