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	<title>margem equatorial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Jader Filho defende estudos sobre a Margem Equatorial e afirma que Petrobras tem excelência para atuar com segurança ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Diaministro]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[ministro Renan Filho]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que a Petrobras possui capacidade técnica e excelência operacional para conduzir, de forma ambientalmente segura, os estudos sobre o potencial petrolífero da Margem Equatorial, localizada na bacia sedimentar da Foz do Amazonas. Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou nesta terça-feira (21) que a Petrobras possui capacidade técnica e excelência operacional para conduzir, de forma ambientalmente segura, os estudos sobre o potencial petrolífero da Margem Equatorial, localizada na bacia sedimentar da Foz do Amazonas.</p>
<p>Durante entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Jader destacou que a fase atual é de pesquisa e não de exploração comercial, com o objetivo de confirmar a existência de petróleo na região.</p>
<blockquote><p>“É muito importante ter clareza de que a Petrobras tem excelência na questão da exploração e que não há registro de qualquer evento que desabone seus técnicos e profissionais. O que se discute agora é o estudo da bacia, não a exploração”, afirmou o ministro.</p></blockquote>
<p>A autorização para perfuração de poços de pesquisa exploratória no bloco FZA-M-59 foi concedida na segunda-feira (20) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O aval marca um passo importante em um debate que envolve interesses econômicos, científicos e ambientais.</p>
<h3>Potencial energético e responsabilidade ambiental</h3>
<p>A Margem Equatorial é considerada uma das áreas mais promissoras do país, com reservas potenciais estimadas em até 16 bilhões de barris de petróleo e possibilidade de produção de 1,1 milhão de barris por dia. A faixa se estende da foz do Rio Oiapoque (Amapá) ao litoral norte do Rio Grande do Norte, abrangendo cerca de 500 quilômetros da foz do Amazonas e 175 quilômetros da costa do Amapá.</p>
<p>Segundo Jader Filho, outros países da região já iniciaram a exploração nessa mesma faixa equatorial, e o Brasil não pode se excluir desse processo. “Precisamos aprender, estudar e agir com responsabilidade. A Petrobras deve garantir que não haverá impactos ecológicos, caso a exploração seja viável”, declarou.</p>
<p>O ministro também reforçou que qualquer decisão futura dependerá dos resultados dos estudos e da segurança ambiental. “Ninguém cometeria a irresponsabilidade de autorizar uma exploração sem as garantias necessárias. Se houver viabilidade, o passo seguinte será gerar emprego e renda, com total respeito ao meio ambiente”, completou.</p>
<h3>Debate ambiental e social</h3>
<p>Embora o governo federal enxergue na Margem Equatorial um “novo Pré-Sal da Amazônia”, o projeto divide opiniões. Ambientalistas e cientistas criticam o aval do Ibama, alegando falhas técnicas e riscos ecológicos para a região. Movimentos sociais e organizações da sociedade civil já anunciaram que pretendem recorrer à Justiça para contestar o licenciamento.</p>
<p>Enquanto isso, o governo aposta no avanço controlado dos estudos como forma de conciliar desenvolvimento energético, responsabilidade ambiental e soberania nacional sobre uma das fronteiras petrolíferas mais estratégicas do país.</p>
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		<title>Ibama aprova simulado da Petrobras para exploração de petróleo na Margem Equatorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Licença Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial. No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ibama aprovou a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela Petrobras em agosto no bloco FZA-M-59, em águas profundas do Amapá. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (24), representa a etapa final antes da concessão da licença ambiental de perfuração exploratória na Margem Equatorial.</p>
<p>No parecer, o órgão destacou a robustez da estrutura testada, a dimensão da operação e os desafios logísticos enfrentados, considerando a atividade inédita no país. Contudo, solicitou ajustes no plano de proteção à fauna, que deverão ser reapresentados pela Petrobras até sexta-feira (26).</p>
<p>Segundo o Ibama, a licença de operação poderá ser concedida assim que a equipe técnica confirmar a incorporação das melhorias e correções apontadas.</p>
<p>A Petrobras afirmou, em nota, que segue comprometida com o desenvolvimento da Margem Equatorial, considerada uma das novas fronteiras estratégicas para a segurança energética nacional e para garantir recursos destinados à transição energética justa.</p>
<p>Com a licença, a estatal poderá perfurar o primeiro poço exploratório no Amapá, etapa essencial para avaliar o potencial geológico da região.</p>
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		<title>AGU desafia decisão do Ibama sobre exploração de petróleo na Margem Equatorial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[margem equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[perfuração de poço]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado-geral da União, Jorge Messias, emitiu um novo parecer jurídico que questiona a atuação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no processo de licenciamento ambiental relacionado à exploração de petróleo na Margem Equatorial, no norte do Brasil. A AGU argumenta que o Ibama não possui competência legal para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado-geral da União, Jorge Messias, emitiu um novo parecer jurídico que questiona a atuação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no processo de licenciamento ambiental relacionado à exploração de petróleo na Margem Equatorial, no norte do Brasil. A AGU argumenta que o Ibama não possui competência legal para reavaliar o licenciamento ambiental do Aeroporto Municipal de Oiapoque (AP), utilizado como uma justificativa para indeferir a licença solicitada pela Petrobras para perfuração no bloco FZA-M-59.</p>
<p>O parecer da AGU afirma que o impacto do tráfego aéreo entre o aeroporto e a área de exploração, invocado pelo Ibama como razão para negar a licença, não se sustenta como justificativa adequada. A análise jurídica conduzida pela Consultoria-Geral da União (CGU) reforça que a legislação brasileira preconiza a unicidade do licenciamento ambiental, onde a competência para licenciar deve ser centralizada em um único ente federado, variando conforme o tipo e a abrangência do empreendimento.</p>
<p>O documento ainda esclarece que o aeroporto de Oiapoque já foi licenciado pelo órgão ambiental estadual, e que qualquer reavaliação sobre os impactos em comunidades indígenas nas proximidades deve ser conduzida pelo órgão estadual competente, em conjunto com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB). Além disso, a AGU destacou que a consulta à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) sobre o impacto do tráfego aéreo, solicitada pelo Ibama, não encontra previsão na legislação ambiental aplicável ao caso.</p>
<p>A AGU também abordou outro ponto levantado pelo Ibama: o tempo de resposta ao atendimento de fauna atingida por óleo em caso de vazamento. Segundo a AGU, esse aspecto não depende de análise jurídica, mas de ações práticas que estão sendo discutidas entre o órgão ambiental e a Petrobras para atender às exigências estabelecidas.</p>
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