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	<title>Marcha das Margaridas 2023 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Marcha das Margaridas 2023 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Marcha das Margaridas: a previsão é atrair um público superior a 100 mil mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 14:23:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 mil mulheres brasileiras provenientes de áreas rurais, florestais, aquáticas e urbanas, bem como representantes de 33 nações, estão previstas para comparecer em Brasília nesta terça-feira (15) e quarta-feira, participando da 7ª edição da Marcha das Margaridas. Este evento bienal, organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), suas federações e sindicatos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 mil mulheres brasileiras provenientes de áreas rurais, florestais, aquáticas e urbanas, bem como representantes de 33 nações, estão previstas para comparecer em Brasília nesta terça-feira (15) e quarta-feira, participando da 7ª edição da Marcha das Margaridas. Este evento bienal, organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), suas federações e sindicatos afiliados, juntamente com 16 organizações parceiras, assume um papel significativo no cenário político. Ocorrendo a cada quatro anos, a edição de 2023 adota o lema &#8220;Pela Reconstrução do Brasil e Pelo Bem Viver&#8221;.</p>
<p>Entre as participantes, destacam-se trabalhadoras rurais, indígenas, quilombolas, ribeirinhas, sem-terra, extrativistas, membros da comunidade LGBTQIA+ e residentes de áreas urbanas. De acordo com a Contag, essa marcha é considerada a maior manifestação política liderada por mulheres na América Latina.</p>
<h2>Pautas</h2>
<p>As principais demandas reivindicadas este ano pelas &#8220;margaridas&#8221; estão divididas em 13 eixos políticos que serão debatidos nos dois dias do evento:</p>
<p>Democracia participativa e soberania popular;</p>
<p>Poder e participação política das mulheres;</p>
<p>Vida livre de todas as formas de violência, sem racismo e sem sexismo;</p>
<p>Autonomia e liberdade das mulheres sobre o seu corpo e a sua sexualidade;</p>
<p>Proteção da natureza com justiça ambiental e climática;</p>
<p>Autodeterminação dos povos, com soberania alimentar, hídrica e energética;</p>
<p>Democratização do acesso à terra e garantia dos direitos territoriais e dos maretórios;</p>
<p>Direito de acesso e uso da biodiversidade, defesa dos bens comuns;</p>
<p>Vida saudável com agroecologia e segurança alimentar e nutricional;</p>
<p>Autonomia econômica, inclusão produtiva, trabalho e renda;</p>
<p>Saúde, Previdência e Assistência Social pública, universal e solidária;</p>
<p>Educação Pública não sexista e antirracista e direito à educação do e no campo;</p>
<p>Universalização do acesso à internet e inclusão digital.</p>
<p>Mazé Morais, natural do Piauí e coordenadora-geral da Marcha das Margaridas, assim como secretária de Mulheres da Contag, compartilhou suas perspectivas sobre a marcha em uma entrevista. Ela discutiu a expectativa em torno do evento e a pauta que foi desenvolvida durante várias reuniões realizadas em todo o país desde 2021.</p>
<p>Ela mencionou: &#8220;Trabalhamos arduamente na construção de uma agenda e a entregamos ao governo federal em 21 de junho. Esperamos por uma abordagem comprometida com os interesses do campo popular democrático. Nossa esperança é que, durante a cerimônia de encerramento da marcha, as autoridades possam efetivamente anunciar medidas significativas relacionadas às políticas públicas, programas e espaços relevantes. Desejamos que essas medidas tenham um impacto real na vida das mulheres, abrangendo todos os territórios do Brasil.&#8221;</p>
<h2>Conquistas</h2>
<p>“Essa é a marcha da esperança, porque estamos muito confiantes quanto à retomada dos programas, das políticas, conquistas, que ao longo do caminhar de muita luta, nós, as margaridas, conquistamos. Infelizmente, muitas delas foram retiradas, extintas. Então, há uma expectativa muito grande de que vai ser uma grandiosa marcha, com a representatividade linda da diversidade que somos todas nós”.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, disse que nos últimos meses a pasta trabalhou em parceria com outros ministérios para garantir respostas às diversas reivindicações das margaridas. “Desde ações de enfrentamento à violência contra as mulheres e garantia da autonomia econômica, à proteção dos biomas e justiça climática, por exemplo”.</p>
<p>“Hoje, temos um governo que respeita as mulheres do campo, da floresta e das águas e que tem a participação social como eixo fundamental na construção e implementação de políticas públicas. Então, a Marcha das Margaridas é essa força que move estruturas e que impulsiona o Brasil rumo ao desenvolvimento sustentável, ao bem viver”.</p>
<h2>Inspiração</h2>
<p>Desde o ano 2000, a Marcha das Margaridas recebe o nome em homenagem a Margarida Maria Alves, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, localizado na Paraíba. Margarida Maria Alves foi brutalmente assassinada em 12 de agosto de 1983 devido à sua incansável luta pelos direitos dos trabalhadores rurais. Desde então, sua liderança se tornou um símbolo de resistência para inúmeras pessoas, homens e mulheres, que buscam justiça e dignidade. Os latifundiários da região são apontados como suspeitos do homicídio. No entanto, até hoje, o crime permanece sem solução e os responsáveis não foram devidamente condenados.</p>
<p>O caso de Margarida Maria Alves chamou a atenção da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), tornando-se um marco na denúncia das violações sistemáticas dos direitos fundamentais. Em abril de 2020, a comissão publicou o Relatório de Mérito 31/20 sobre o caso, concluindo que o Estado brasileiro é responsável pela violação dos direitos à vida, integridade pessoal, proteção e garantias judiciais de Margarida Alves e das pessoas mencionadas no relatório internacional. O relatório também ofereceu recomendações ao Estado brasileiro, visando reparar integralmente os familiares da vítima, conduzir uma investigação eficaz para esclarecer os fatos e fortalecer o Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, com foco na prevenção de atos de violência.</p>
<p>Quatro décadas após o trágico assassinato da paraibana, a secretária Mazé Morais continua a defender a memória da sindicalista que se dedicou incansavelmente aos trabalhadores do campo. Ela ressalta: &#8220;Margarida sempre será nossa fonte de inspiração, e é por essa razão que continuamos marchando.&#8221;</p>
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		<title>Margaridas debatem impactos da violência contra mulheres rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 00:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Margaridas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Margaridas 2023]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Intimidações, humilhações, agressões, trabalho escravo doméstico, privação de liberdade, violência doméstica, estupros, feminicídio e outras mortes violentas são situações que atingem meninas e mulheres do campo, quilombolas, extrativistas, sem terras e ribeirinhas, além das residentes nos grandes centros urbanos.   De acordo com Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila dados de registros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Intimidações, humilhações, agressões, <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />trabalho escravo doméstico, <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />privação de liberdade, violência doméstica, estupros, feminicídio e outras mortes violentas <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />são situações que atingem meninas e mulheres do campo, quilombolas, extrativistas, sem terras e ribeirinhas, além das residentes nos grandes centros urbanos.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com <a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023</a>, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />que compila dados de registros policiais sobre criminalidade, em 2022, 1,9% dos feminicídios e 3,3% das demais mortes violentas de mulheres no Brasil ocorreram na área rural. Regiões onde ainda foram contabilizados 3,2% dos estupros registrados no ano passado, em todo o Brasil. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A Comissão Pastoral da Terra confirmou no relatório <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /><a href="https://www.cptnacional.org.br/downlods?task=download.send&amp;id=14302&amp;catid=41&amp;m=0" target="_blank" rel="noopener">Conflitos no Campo Brasil 2022</a> <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />a maior exposição feminina à violência. “As lideranças mulheres tendem a sofrer com situações de intimidação em maior proporção do que os homens”.</p>
<p>A violência é um dos 13 eixos temáticos da 7ª Marcha das Margaridas que ocorrerá na capital federal, nesta terça (15) e quarta-feira (16) . O tema desta edição é <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />Pela Reconstrução do Brasil e pelo Bem Viver. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A “margarida” e presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Santarém (PA) Maria Ivete Bastos, que chegou neste domingo à Brasília, diz que conhece bem a violência contra as mulheres rurais. A liderança revelou que sofreu ameaças pela atividade sindical no campo e teve que conviver com escolta policial por 10 anos para não morrer.</p>
<blockquote><p>“Como os defensores de direitos humanos, nós sofremos com essa ganância dos que querem os nossos recursos, no caso, matam e intimidam por minérios, pela terra, madeira e jogam mercúrio no rio Tapajós e há outros tipos de ataques. Então, sofremos todo tipo de violação de nossos direitos. É por isso que estamos aqui, marchando pela luta e pelos nossos direitos, pela conservação, proteção dos povos da Amazônia”. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p></blockquote>
<p>A secretária de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) Maria José Morais Costa, a Mazé, coordenadora da 7ª Marcha das Margaridas, relembra <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />da líder sindical paraibana Margarida Maria Alves, que dá nome à marcha internacional e que foi assassinada há 40 anos por lutar pelos trabalhadores do campo. “Margarida será sempre a nossa inspiradora e é por isso que a gente segue em marcha”. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_68269" aria-describedby="caption-attachment-68269" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/14-Coordenadora-geral-da-marcha-das-margaridas-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-68269" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/14-Coordenadora-geral-da-marcha-das-margaridas-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Coordenadora Geral Da Marcha Das Margaridas - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/14-Coordenadora-geral-da-marcha-das-margaridas-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/14-Coordenadora-geral-da-marcha-das-margaridas-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/14-Coordenadora-geral-da-marcha-das-margaridas-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68269" class="wp-caption-text">Coordenadora geral da marcha das margaridas, Mazé Morais, durante o seminário &#8220;Os Impactos da violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas&#8221; &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Para debater os desafios do combate à violência no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas, dezenas de mulheres que chegaram a Brasília para participar da 7ª Marcha das Margaridas se reuniram, na manhã desta segunda-feira (14), com representantes do Ministério das Mulheres.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<h2>Desafios <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></h2>
<p>No encontro, o governo federal apresentou as ações do Programa Mulher Viver sem Violência, retomado em março deste ano. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />A diretora de Proteção de Direitos da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />do Ministério das Mulheres, Aline Yamamoto, expôs que o governo federal pretende ampliar, na área rural, a oferta de ferramentas para proteger mulheres em situação de risco e combater a violência de gênero, como as viaturas para o patrulhamento garantidor da Lei Maria da Penha; a interiorização das Casas da Mulher Brasileira, com serviços de atendimento e acolhimento; além da Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180). A ligação é gratuita e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o território nacional. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Devemos lançar, em breve, um pacto nacional de enfrentamento à violência contra a mulher e prevenção ao feminicídio, com a adesão de estados e municípios. O governo federal vai repassar os recursos [financeiros] e dar as diretrizes”, adiantou Aline Yamamoto. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<h2>Outras políticas públicas <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></h2>
<p>O Ministério das Mulheres também levou à reunião <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />a Política Nacional de Cuidados, que está em elaboração, e <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />leva em consideração a alta carga de trabalho doméstico e de cuidados não remunerados, exercida majoritariamente pelas mulheres.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />A secretária Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, Rosane Silva, diz <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />que essa cultura compromete a autonomia econômica das mulheres, reproduz a pobreza e a desigualdade de gênero, pelas barreiras de acesso à educação e ao trabalho. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />A secretária também citou que o governo está construindo um programa para garantir que as mulheres rurais tenham crédito e acesso a assessoria profissional técnica. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />Outra política destacada pela secretária Rosane Silva é a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens, garantida por lei <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/L14611.htm" target="_blank" rel="noopener">sancionada em julho</a>  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />e que vale também nos territórios rurais .</p>
</div>
</div>
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