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	<title>Maranhão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Maranhão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PGR solicita ao STF condenação de deputados do PL por desvio de emendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer pedindo a condenação de deputados federais do Partido Liberal (PL) investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Procuradoria-Geral da República (PGR)</strong> apresentou ao <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> um parecer pedindo a condenação de deputados federais do <strong>Partido Liberal (PL)</strong> investigados por suposto desvio de emendas parlamentares. A manifestação ministerial, encaminhada ao ministro relator da ação penal, sustenta que existem indícios robustos de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro praticados pelos parlamentares.</p>
<p>Segundo a PGR, os deputados teriam se valido de emendas ao orçamento para destinar indevidamente recursos públicos a empresas de fachada, com a finalidade de obter vantagens pessoais e financiar campanhas eleitorais. O pedido de condenação se apoia em elementos colhidos ao longo das investigações que, para o Ministério Público Federal, comprovam o elo entre os parlamentares e a utilização irregular dos valores públicos.</p>
<p>A peça enviada ao tribunal inclui a descrição de indícios que, para a PGR, caracterizam a participação dos deputados em esquema de desvio de emendas diretamente vinculadas à atuação legislativa. Também foram apontados supostos mecanismos utilizados para ocultar a origem e o destino dos recursos, como a criação e contratação de empresas sem atividade econômica real.</p>
<p>A Procuradoria solicita que o STF julgue procedentes as acusações e imponha as sanções penais cabíveis aos parlamentares envolvidos, caso sejam reconhecidas as práticas criminosas descritas no inquérito. O pedido foi apresentado antes do envio formal da denúncia, fase em que o Ministério Público detalha sua conclusão sobre os fatos investigados.</p>
<p>Até o momento, os deputados citados ainda não se manifestaram oficialmente sobre o pedido de condenação. A defesa dos parlamentares pode apresentar alegações antes da análise do tribunal, que dará sequência ao processo conforme o rito previsto para autoridades com foro no STF.</p>
<p>O caso faz parte de uma série de investigações que têm como foco supostas irregularidades no uso de emendas parlamentares e outras práticas ilícitas envolvendo membros do Congresso Nacional. A tramitação no Supremo será acompanhada de perto tanto pela Procuradoria quanto pela sociedade civil, dada a relevância das acusações e o impacto político das possíveis condenações.</p>
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		<title>Maranhão propõe fundo internacional financiado por grandes poluidoras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/maranhao-propoe-fundo-internacional-financiado-por-grandes-poluidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 13:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[cop30]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governador]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante sua participação na COP30, em Belém, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, apresentou uma proposta que amplia o debate sobre financiamento climático: a criação de um fundo internacional abastecido por percentuais do faturamento de grandes empresas poluidoras, especialmente aquelas situadas em países ricos. Para o governador, enfrentar a crise climática exige que as corporações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante sua participação na COP30, em Belém, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, apresentou uma proposta que amplia o debate sobre financiamento climático: a criação de um fundo internacional abastecido por percentuais do faturamento de grandes empresas poluidoras, especialmente aquelas situadas em países ricos. Para o governador, enfrentar a crise climática exige que as corporações responsáveis pelas maiores emissões globais assumam parte do custo da transição sustentável.</p>
<p>“As indústrias poluidoras têm que financiar um percentual do faturamento para um fundo de preservação do meio ambiente. Senão vamos ficar passeando de COP em COP e não vamos fazer nada de concreto”, afirmou em entrevista. Brandão não detalhou o formato da governança do fundo, mas destacou que os recursos seriam destinados tanto a projetos já estruturados quanto ao desenvolvimento de novas iniciativas ambientais.</p>
<p>O governador reforçou que grandes companhias de petróleo, gás e carvão “já destruíram suas florestas” e agora precisam contribuir com ações concretas nos países que, mesmo com menos recursos, ainda mantêm vastos biomas preservados. “Esse fundo tem que ser usado para projetos que deram certo”, defendeu.</p>
<h3>Universidade indígena e ações no território maranhense</h3>
<p>Brandão apresentou também iniciativas locais consideradas estratégicas. Entre elas, a criação da primeira universidade indígena do Brasil, a ser instalada na Terra Indígena Araribóia, no município de Amarante. O projeto é desenvolvido em parceria com o Instituto Tukán, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Maranhão, a Universidade Estadual do Maranhão e o Ministério dos Povos Indígenas.</p>
<p>A instituição nasce de um processo de construção coletiva iniciado em 2023, com escutas realizadas entre lideranças, mestres de saber tradicional, professores indígenas e pesquisadores. Em outubro daquele ano, foi assinado o termo de ampliação do Centro de Saberes Tenetehar Tukàn, onde a universidade funcionará.</p>
<p>“É uma inovação. Já conseguimos formar 56 indígenas para lecionar, tanto nas escolas indígenas quanto nessa nova universidade”, destacou o governador.</p>
<h3>Parcerias e financiamentos para recuperação ambiental</h3>
<p>Na COP30, Brandão também buscou recursos e novas parcerias para iniciativas ambientais no estado. Ele assinou um acordo de US$ 100 milhões com a empresa suíça Mercúria, oriundos de compensações ambientais. O montante será destinado à recuperação de áreas degradadas em cidades como São Bento, Santa Luzia, Paço do Lumiar, Gonçalves Dias, Anapurus, Pastos Bons, Rosário, Amarante, Barra do Corda e Arari, por meio da distribuição de mudas de juçara, espécie semelhante ao açaí.</p>
<p>Segundo o governador, a estratégia envolve substituir multas por investimentos diretos: “Em vez de multar, a gente negocia para que façam algum investimento na área ambiental. A multa é ruim para a empresa. O que a gente faz? Apresenta um projeto.”</p>
<p>Brandão anunciou ainda a criação de três parques ecológicos — em Colinas, Pastos Bons e São Mateus — além do Complexo Ecológico de Atins, também fruto de compensações ambientais.</p>
<h3>Combate às queimadas e regularização fundiária</h3>
<p>Com o Maranhão tendo alcançado a segunda posição nacional em queimadas em 2025, segundo o Inpe, o estado firmou novas parcerias para ações preventivas. Além disso, receberá R$ 15 milhões dentro do projeto “Regularização Ambiental através da Governança Fundiária”, financiado pelo governo do Canadá, ONU Brasil e Consórcio da Amazônia Legal.</p>
<p>Entre 2022 e 2025, foram entregues quase 18.500 títulos de regularização fundiária e 27 títulos para comunidades quilombolas. Apesar dos avanços, o Relatório da Pastoral da Terra aponta que o Maranhão respondeu por 21,6% das ameaças de morte relacionadas a conflitos agrários em 2024 — dado que evidencia a urgência de políticas estruturantes para garantir segurança e proteção territorial.</p>
<p>Com sua proposta de um fundo global financiado por grandes poluidores, Brandão levou à COP30 um debate que toca um dos principais impasses das negociações climáticas: quem paga a conta da transição ambiental em um mundo profundamente desigual.</p>
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		<title>Operação Carbono Oculto 86: PCC é alvo de investigação por esquema no setor de combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-carbono-oculto-86-pcc-e-alvo-de-investigacao-por-esquema-no-setor-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 14:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Carbono Oculto 86]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (5) a Operação Carbono Oculto 86, com o objetivo de desarticular um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro e fraude no mercado de combustíveis ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação resultou na interdição de 49 postos de combustíveis nos estados do Piauí, Maranhão e Tocantins. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (5) a Operação Carbono Oculto 86, com o objetivo de desarticular um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro e fraude no mercado de combustíveis ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação resultou na interdição de 49 postos de combustíveis nos estados do Piauí, Maranhão e Tocantins.</p>
<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), o grupo utilizava empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para movimentar e ocultar capitais ilícitos, além de controlar de forma fraudulenta o comércio de combustíveis. “A investigação revelou interconexão direta entre empresários locais e os mesmos fundos e operadores financeiros investigados pela primeira fase da Operação Carbono Oculto”, informou a pasta.</p>
<p>A ação é uma continuidade da operação nacional que envolveu Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público de São Paulo e Polícia Militar paulista, responsável por desmantelar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro de organizações criminosas.</p>
<h3>Postos interditados</h3>
<p>No Piauí, os estabelecimentos fechados estão distribuídos entre os municípios de Teresina, Lagoa do Piauí, Demerval Lobão, Miguel Leão, Altos, Picos, Canto do Buriti, Dom Inocêncio, Uruçuí, Parnaíba e São João da Fronteira.</p>
<p>No Maranhão, as interdições ocorreram em Peritoró, Caxias, Alto Alegre e São Raimundo das Mangabeiras, enquanto no Tocantins, um posto foi fechado em São Miguel do Tocantins.</p>
<h3>Estrutura empresarial complexa</h3>
<p>As investigações apontam que o PCC tem ampliado sua atuação econômica, infiltrando-se em setores estratégicos e de grande circulação financeira, como o de combustíveis. As empresas envolvidas simulavam transações comerciais legítimas, utilizando mecanismos financeiros modernos — entre eles, fundos de investimento e fintechs — para mascarar a origem dos recursos.</p>
<p>Autoridades afirmam que a operação representa um passo importante na desarticulação da vertente financeira do PCC, que há anos tenta se consolidar como uma organização empresarial paralela, usando a economia formal como fachada para o crime organizado.</p>
<p>A SSP-PI destacou que novas fases da investigação podem ocorrer nos próximos meses, à medida que mais informações sobre a rede de conexões financeiras forem reveladas.</p>
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		<title>Lula entrega 2.837 moradias do Minha Casa, Minha Vida em Imperatriz (MA)</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-entrega-2-837-moradias-do-minha-casa-minha-vida-em-imperatriz-ma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 11:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imperatriz]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrega, nesta segunda-feira (6), em Imperatriz (MA), um dos maiores empreendimentos habitacionais do país em 2025: o Residencial Canto da Serra, com 2.837 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. A obra recebeu R$ 358,6 milhões em investimentos do governo federal e beneficiará diretamente mais de 11 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="380" data-end="767">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrega, nesta segunda-feira (6), em Imperatriz (MA), um dos maiores empreendimentos habitacionais do país em 2025: o Residencial Canto da Serra, com 2.837 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida. A obra recebeu R$ 358,6 milhões em investimentos do governo federal e beneficiará diretamente mais de 11 mil pessoas.</p>
<p data-start="769" data-end="1211">Entre os contemplados, estão 1.619 famílias integrantes do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), enquadradas na Faixa 1 do programa. Para esse grupo, as moradias serão totalmente subsidiadas, sem cobrança de parcelas. A isenção foi garantida com a retomada do Minha Casa, Minha Vida em 2023 e é permanente: mesmo que deixem de receber os benefícios sociais, essas famílias não terão prestações a pagar.</p>
<p data-start="1213" data-end="1367">Os recursos vêm do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O programa é dividido em faixas de renda:</p>
<ul data-start="1368" data-end="1682">
<li data-start="1368" data-end="1453">
<p data-start="1370" data-end="1453"><strong data-start="1370" data-end="1381">Faixa 1</strong>: até R$ 2.850 de renda familiar bruta (subsídio integral ou parcial);</p>
</li>
<li data-start="1454" data-end="1499">
<p data-start="1456" data-end="1499"><strong data-start="1456" data-end="1467">Faixa 2</strong>: de R$ 2.850,01 a R$ 4,7 mil;</p>
</li>
<li data-start="1500" data-end="1544">
<p data-start="1502" data-end="1544"><strong data-start="1502" data-end="1513">Faixa 3</strong>: de R$ 4,7 mil a R$ 8,6 mil;</p>
</li>
<li data-start="1545" data-end="1682">
<p data-start="1547" data-end="1682">Além disso, há o Minha Casa, Minha Vida – Classe Média, que atende famílias com renda de até R$ 12 mil, via crédito habitacional.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1684" data-end="1879">Com a entrega em Imperatriz, o governo reforça o papel do programa como principal política habitacional do país, combinando moradia digna, inclusão social e redução do déficit habitacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Grêmio estudantil está presente em uma a cada dez escolas públicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/gremio-estudantil-esta-presente-em-uma-a-cada-dez-escolas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 17:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[escolas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estaduais]]></category>
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		<category><![CDATA[Grêmios estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Municipais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização de estudantes, sem fins lucrativos, que representa o interesse dos próprios estudantes na escola, são os chamados grêmios estudantis. No Brasil, eles estão presentes em 12,3% das escolas públicas. A maioria, na região Sudeste e em áreas urbanas. Os dados são do Mapeamento de Grêmios Estudantis no Brasil, que será lançado nesta quarta-feira (2) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Organização de estudantes, sem fins lucrativos, que representa o interesse dos próprios estudantes na escola, são os chamados grêmios estudantis. No Brasil, eles estão presentes em 12,3% das escolas públicas. A maioria, na região Sudeste e em áreas urbanas. Os dados são do Mapeamento de Grêmios Estudantis no Brasil, que será lançado nesta quarta-feira (2) ao qual tivemos acesso com exclusividade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O mapeamento foi realizado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em parceria com a Iniciativa Nós, o Projeto Seta &#8211; Sistema de Educação Pública Antirracista no Brasil e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).</p>
<p>O estudo mostra que cerca de uma a cada dez escolas públicas têm um grêmio estudantil. Isso significa que a maioria, aproximadamente nove a cada dez escolas, não conta com esses espaços. Além disso, mostra que há significativa disparidade regional. Na região Sudeste, essa porcentagem chega a 22,9% das escolas, enquanto na região Norte, a 3,2%.</p>
<p>Escolas com maioria de alunos negros têm menos grêmios em comparação com a média geral. Isso se observa, segundo o levantamento, tanto no âmbito nacional, com 8,2% das escolas com maioria de estudantes negros que contam com grêmio estudantil, frente a 12,3% em todo o país; quanto no âmbito regional. Nas regiões do Sudeste são 16,4% frente a 22,9%, no Sul, 12,8% frente a 16,9%, e Centro-Oeste, 6,6% frente a 7,2%.</p>
<p>O levantamento utiliza dados desagregados do Censo Escolar 2021, com enfoque nos estados do Amapá, Amazonas e Maranhão &#8211; estados da Amazônia legal &#8211; e inclui uma pesquisa qualitativa do Estado Maranhão sobre os grêmios e a participação estudantil na escola.</p>
<p>De acordo com o mapeamento, o que se observa é que ainda existem muitos problemas no preenchimento dos dados e de informações sobre a existência de grêmios nas escolas. “Exemplo disto é a ausência de informações sobre as formas de participação existentes nas escolas indígenas e quilombolas, por exemplo. O Censo Escolar não tem separação entre escolas do campo e quilombolas, o que também dificulta o refinamento da análise”, diz a pesquisa.</p>
<p>Na educação do campo, indígena e quilombola, a prevalência de grêmio estudantil nas escolas está aquém da média nacional: 3,8%, 1,7% e 2,3% respectivamente. O mapeamento mostra que a exceção a estes casos é a educação especial inclusiva, que apresenta taxas superiores à média geral tanto nacional quanto em todas as regiões. Segundo a pesquisa, este padrão pode estar relacionado a eventual maior concentração desta oferta em escolas urbanas, maiores e/ou mais estruturadas em relação à média da rede pública.</p>
<p>O estudo também calcula as chances de uma escola possuir um grêmio e mostra que as escolas rurais têm chance 81% menor de possuir grêmio estudantil em relação às escolas urbanas. Já as redes municipais têm chance 95% menor do que na rede federal e 69% menor do que nas redes estaduais de contar com esses espaços.</p>
<h2>Dentro e fora da escola</h2>
<p>Para a estudante do 3º ano do ensino médio, Beatriz Diniz, o grêmio foi um espaço para trazer para a escola discussões de gênero e de raça. Como uma menina negra, ela desde de criança, quando conheceu a existência dos grêmios, se encantou e viu neles a possibilidade de pautar discussões e de mudar a realidade dentro e fora da escola.</p>
<p>Após o período de fechamento das escolas na pandemia, Diniz foi a responsável pela reativação do grêmio na unidade do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão onde estuda. “O grêmio estudantil, a liderança estudantil como um todo, acaba tirando a gente de apenas uma bolha”, conta. Naquele momento, segundo ela, o grêmio foi importante para que os estudantes pudessem assimilar os impactos da pandemia e para discutir o novo ensino médio, que os impactaria diretamente.</p>
<p>As conquistas dos grêmios podem ser várias. Podem ir desde pinturas para a escola, ventiladores em sala de aula, espaços para práticas de esporte ou artes e até ações que ultrapassem os muros da escola e envolvam a comunidade como um todo. Foi isso que aconteceu com a campanha Cada voto conta, da qual Diniz fez parte. O objetivo era incentivar os adolescentes a tirarem o título de eleitor para as eleições de 2022. A mobilização, que ocorreu em todo o país fez com o que Brasil batesse o recorde de emissão de títulos para jovens.</p>
<p>“Às vezes as escolas têm medo dos estudantes, mas quando você dá voz, dá espaço de escolha para esses estudantes, eles entendem a democracia, entendem o processo democrático, entendem a importância deles na sociedade através da escola, com esse pequeno gesto”, diz a estudante.</p>
<h2>Organização dos estudantes</h2>
<p>Desde 1985, os grêmios e outras entidades de estudantes estão previstas na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7398.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 7.398/1985</a>, chamada de Lei do Grêmio Livre, que assegurada a organização de estudantes em entidades autônomas e representativas com finalidades educacionais, culturais, cívicas esportivas e sociais.</p>
<p>Segundo a coordenadora geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, a intenção do levantamento é fortalecer os grêmios estudantis, ajudar a criar esses espaços onde eles ainda não existem e criar pontes entre os grêmios. “Os grêmios estudantis são importantíssimos para garantia da gestão democrática na escola mas também para a garantia da formação plena dos estudantes que precisam ter esse espaço para se desenvolver, para pensar criativamente, se organizar, viver em sociedade. E, também porque o grêmio estudantil é parte essencial da estrutura de convivência escolar, um tema que sido muito falado, infelizmente, pelos casos de violência nas escolas.</p>
<figure id="attachment_61227" aria-describedby="caption-attachment-61227" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Gremios-estudantis-sao-importantes-para-garantir-gestao-democratica-na-escola-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-61227" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Gremios-estudantis-sao-importantes-para-garantir-gestao-democratica-na-escola-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Alunos Saindo De Escola Na Estrutural, No Distrito Federal - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Gremios-estudantis-sao-importantes-para-garantir-gestao-democratica-na-escola-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/02-Gremios-estudantis-sao-importantes-para-garantir-gestao-democratica-na-escola-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-61227" class="wp-caption-text">Grêmios estudantis são importantes para garantir gestão democrática na escola, diz coordenadora Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A secretária da Secretaria de Estado Extraordinária da Juventude (Seejuv), do Maranhão, Tatiana Pereira, conta que quando se entra em escolas onde há presença de grêmios, logo se nota a diferença. “O que a gente consegue perceber é que existe um ganho na representação desse ambiente da escola. O grêmio acaba virando porta-voz, consegue contribuir bastante, inclusive cobrando o estado em relação a questões que estão acontecendo dentro da escola. A gente fica feliz. Uma resposta importante é conseguir perceber que esse estudante é diferenciado, quando se chega a uma escola com grêmio estudantil, vê-se que tem liderança naquele lugar e isso é importante. É fundamental o estado investir em programas como este”, defende.</p>
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<p><a href="https://mpma.mp.br/arquivos/arquivos_site_antigo/Noticia7200A6979.pdf" target="_blank" rel="noopener">No Maranhão, em 2011, foi sancionada a Lei 9.518</a>, que assegura a livre organização de grêmios estudantis nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, público ou privado do estado. Em 2020, por meio da portaria 244/2020, o governo do estado regulamentou o processo de eleição unificada da diretoria do grêmio e de representantes de turma nas escolas públicas.</p>
<p>“É de fato garantir que o estudante consiga vivenciar o dia a dia da escola. Não ficar preso a matérias comuns da escola, mas também se envolver no processo de gestão da própria escola”, ressalta a secretária.</p>
<h2>Eu e tu</h2>
<p>O mapeamento faz parte do projeto Euetu – Grêmios e Coletivos Estudantis, lançado em 2011 pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação que lançou, em 2021, o Projeto Euetu &#8211; Grêmios e Coletivos Estudantis. A iniciativa busca mapear grêmios e coletivos escolares das redes municipais e estaduais para conhecer mais sobre participação e organização de estudantes na gestão escolar.</p>
<p>O objetivo é fortalecer grupos e movimentos locais &#8211; especialmente junto às juventudes negras, quilombolas, indígenas, ribeirinhas, do campo, de periferias de grandes centros urbanos.</p>
<p>Este é o primeiro lançamento do projeto que conta com um mapeamento nacional de Grêmios Estudantis com dados do Censo Escolar 2021 e um mapeamento qualitativo do estado do Maranhão, por meio de entrevistas e <em>chatbot</em>. O estudo conta com o <a href="https://campanha.org.br/gremios/projeto-euetu-gremios-e-coletivos-estudantis/]" target="_blank" rel="noopener">Guia de Grêmios e Coletivos Estudantis</a> &#8211; como construir e fortalecer espaços de participação. Na segunda fase, ainda este ano, o projeto será expandido no Rio de Janeiro e em São Paulo, que são maiores centros urbanos do país.</p>
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		<title>Maranhão retoma festejos de São João a partir de 27 de maio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/maranhao-retoma-festejos-de-sao-joao-a-partir-de-27-de-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festas juninas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
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					<description><![CDATA[Os arraiás estão de volta. Após dois anos sem festas oficiais por causa da pandemia, o São João maranhense já tem data para começar. A abertura será no final do mês, dia 27. O local? São Luís. Os festejos são &#8220;juninos&#8221;, mas os arraiás continuarão durante todo o mês de junho e vão até o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os arraiás estão de volta. Após dois anos sem festas oficiais por causa da pandemia, o São João maranhense já tem data para começar. A abertura será no final do mês, dia 27. O local? São Luís. Os festejos são &#8220;juninos&#8221;, mas os arraiás continuarão durante todo o mês de junho e vão até o último dia de julho, na capital e em várias cidades do interior maranhense. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Mais de 800 atrações estão programadas e a previsão é de cerca de 450 mil visitantes no período de festas. Além dos grupos de bumba boi, como são chamados aqui no Maranhão, grupos de dança, quadrilhas e atrações já esperadas, haverá também um &#8220;arraial do povo de Deus&#8221;, voltado especialmente para o público evangélico. O secretário estadual de Cultura, Paulo Victor, disse que o diferencial da festança deste ano será também a reativação da economia local. É que em vez de apresentações mais caras vindas de outros estados, a prioridade será para os artistas maranhenses.</p>
<p>E o dinheiro para a festança já está garantido. Ao todo, serão liberados R$ 25 milhões com as festas, mas a previsão é compensar esse valor com a receita da movimentação econômica e turística no Maranhão.</p>
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