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	<title>Mar &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Museu de Arte do Rio recebe primeira exposição individual de Zanele Muholi no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu de Arte do Rio, o Museu de Arte do Rio, abriu ao público a exposição &#8220;Beleza Valente&#8221;, primeira mostra individual realizada no Brasil pela artista e ativista visual sul-africana Zanele Muholi. A exposição apresenta um amplo panorama de sua trajetória artística e reúne trabalhos produzidos ao longo de mais de duas décadas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-83228" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p>O Museu de Arte do Rio, o Museu de Arte do Rio, abriu ao público a exposição &#8220;Beleza Valente&#8221;, primeira mostra individual realizada no Brasil pela artista e ativista visual sul-africana Zanele Muholi. A exposição apresenta um amplo panorama de sua trajetória artística e reúne trabalhos produzidos ao longo de mais de duas décadas de atuação, consolidando a presença de uma das vozes mais influentes da fotografia contemporânea internacional.</p>
<p>A mostra chega ao Rio de Janeiro após temporada em São Paulo e reúne mais de 100 obras, entre fotografias e vídeos, que documentam experiências, histórias e identidades da comunidade negra LGBTQIAPN+ na África do Sul e em diferentes partes do mundo. O projeto tem curadoria de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio.</p>
<figure id="attachment_91205" aria-describedby="caption-attachment-91205" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91205" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/15-Serie-serie-Somnyama-Ngonyama.-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C498&#038;ssl=1" alt="Série Série Somnyama Ngonyama. - Expresso Carioca" width="365" height="498" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/15-Serie-serie-Somnyama-Ngonyama.-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/15-Serie-serie-Somnyama-Ngonyama.-Expresso-Carioca.webp?resize=220%2C300&amp;ssl=1 220w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/15-Serie-serie-Somnyama-Ngonyama.-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C205&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-91205" class="wp-caption-text">Série série Somnyama Ngonyama. Foto: Zanele Muholi/Somnyama Ngonyama</figcaption></figure>
<p>O título &#8220;Beleza Valente&#8221; reflete uma das principais características da produção de Muholi: utilizar a arte como instrumento de resistência, visibilidade e afirmação. Em seus trabalhos, a beleza aparece associada à luta por reconhecimento e direitos, especialmente diante das violências historicamente enfrentadas por pessoas negras LGBTQIAPN+.</p>
<p>Nascida em 1972, na cidade de Umlazi, próxima a Durban, durante o período do apartheid sul-africano, Muholi construiu uma carreira marcada pela combinação entre arte e ativismo. A artista costuma definir seu trabalho como uma forma de atuação política por meio da imagem, registrando e preservando memórias frequentemente ausentes dos registros oficiais.</p>
<p>Entre os destaques da exposição está a série &#8220;Somnyama Ngonyama&#8221;, expressão que pode ser traduzida como &#8220;Salve, Leoa Negra&#8221;. Desenvolvido desde 2012, o projeto reúne autorretratos produzidos em diferentes países e utiliza objetos cotidianos para provocar reflexões sobre racismo, colonialismo, identidade, trabalho e representação da população negra. A série também presta homenagem à mãe da artista e aos seus ancestrais.</p>
<p>O público também poderá conhecer outras coleções importantes da trajetória de Muholi, como &#8220;Faces and Phases&#8221; e &#8220;Brave Beauties&#8221;, trabalhos que retratam pessoas negras lésbicas, bissexuais, trans, não binárias e integrantes de diferentes segmentos da comunidade LGBTQIAPN+, contribuindo para ampliar a visibilidade desses grupos no cenário artístico internacional.</p>
<p>A exposição inclui ainda obras produzidas durante a passagem da artista pelo Brasil em 2024. Na ocasião, Muholi participou de atividades culturais em São Paulo, visitou organizações ligadas à defesa dos direitos LGBTQIAPN+ e estabeleceu diálogos entre as experiências de resistência social vividas na África do Sul e no Brasil.</p>
<p>Reconhecida internacionalmente, Zanele Muholi já participou de importantes eventos de arte contemporânea, como a Bienal de Veneza e a Documenta 13. Sua produção é considerada uma referência global na discussão sobre raça, gênero, sexualidade e direitos humanos.</p>
<p>A mostra permanecerá em cartaz no Museu de Arte do Rio até novembro de 2026. A visitação ocorre de terça-feira a domingo, das 11h às 18h. Às terças-feiras a entrada é gratuita. Nos demais dias, os ingressos custam R$ 20, com meia-entrada disponível por R$ 10.</p>
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		<title>Festival LED retorna ao Rio com Chimamanda Ngozi Adichie e foco no futuro da educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 22:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festival LED]]></category>
		<category><![CDATA[Luz na Edu]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade do Rio de Janeiro volta a ser palco de um dos maiores encontros nacionais sobre inovação e transformação no ensino: a 4º edição do Festival LED – Luz na Educação. Com entrada gratuita e programação intensa nos dias 13 e 14 de junho, o evento ocupará dois dos espaços culturais mais simbólicos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro volta a ser palco de um dos maiores encontros nacionais sobre inovação e transformação no ensino: a 4º edição do Festival LED – Luz na Educação. Com entrada gratuita e programação intensa nos dias 13 e 14 de junho, o evento ocupará dois dos espaços culturais mais simbólicos da capital fluminense — o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR) — com palestras, oficinas, shows e experiências interativas voltadas para educadores, estudantes e toda a sociedade civil.</p>
<p>O festival, promovido pela Globo e pela Fundação Roberto Marinho, em parceria com a Editora Globo e patrocínio da Fundação Bradesco, é uma extensão do Movimento LED, iniciativa que mapeia e dá visibilidade a ações educativas transformadoras em todo o país. Após reunir mais de 8 mil participantes e 250 palestrantes em 2024, o evento retorna ainda mais robusto em 2025, fortalecendo o diálogo sobre os caminhos possíveis para uma educação mais inclusiva, conectada e impactante.</p>
<p>Entre os nomes já confirmados, o grande destaque desta edição é a participação da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, uma das vozes mais influentes da literatura mundial e do feminismo interseccional. Chimamanda se apresenta no segundo dia de festival, em uma conversa mediada pela jornalista Aline Midlej, abordando o papel da educação na construção de sociedades mais plurais, críticas e conscientes.</p>
<p>A programação inclui ainda oficinas práticas, rodas de conversa, intervenções artísticas e apresentações musicais — compondo uma experiência educativa que vai além do conteúdo acadêmico e convida o público a vivenciar a educação como um processo coletivo, criativo e transformador. Todas as atividades estarão sujeitas à lotação dos espaços, com entrada por ordem de chegada.</p>
<blockquote><p>“Se a sociedade é reflexo do espírito do tempo, a educação é o espelho onde se forjam os sonhos de um futuro melhor. O Festival LED convida todos a refletirem e agirem por uma educação mais luminosa e potente”, destaca a organização.</p></blockquote>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Festival LED – Luz na Educação</strong></p>
<p>🗓️ <strong data-start="262" data-end="282">13 e 14 de junho</strong><br data-start="282" data-end="285" />📍 <strong data-start="288" data-end="330">Museu do Amanhã e MAR – Rio de Janeiro</strong></p>
<p>As<strong> inscrições estão abertas</strong> e podem ser realizadas gratuitamente pelo site oficial: <a href="http://www.festivalled.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.festivalled.com.br</a><br data-start="330" data-end="333" />🎟️ <strong data-start="337" data-end="358">Entrada gratuita!</strong></p>
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		<title>Maxwell Alexandre promove descoloração capilar no MAR</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/maxwell-alexandre-promove-descoloracao-capilar-no-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 18:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Descoloração Global]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Maxwell Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu de Arte do Rio recebe no dia 06 de fevereiro, terça-feira, o artista visual Maxwell Alexandre para mais uma edição do seu projeto &#8220;Descoloração Global”. O evento promovido pelo artista consiste na realização de descoloração capilar gratuita para o público que visitar o MAR. A ação teve início em 2019 na favela Rocinha, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu de Arte do Rio recebe no dia 06 de fevereiro, terça-feira, o artista visual Maxwell Alexandre para mais uma edição do seu projeto &#8220;Descoloração Global”. O evento promovido pelo artista consiste na realização de descoloração capilar gratuita para o público que visitar o MAR.</p>
<p>A ação teve início em 2019 na favela Rocinha, onde o artista nasceu e cresceu. Desde então, o projeto já virou uma tradição, ganhando popularidade e ocupando espaços públicos e instituições de arte. No contexto das periferias, platinar os cabelos tem a ver com celebração, brincadeira e beleza. Um dos pontos altos do evento são as piscinas Capri, que também são objetos fundamentais para construção estética e narrativa da obra de Maxwell. As piscinas ajudam a refrescar e entreter as pessoas durante o evento.</p>
<p>Em 2020, durante a sua exposição “Pardo é Papel” no MAR, o artista também promoveu com sucesso a Descoloração Global, onde dezenas de pessoas platinaram os cabelos. Na edição de 2024, serão cinco pessoas auxiliando a descoloração gratuitamente para o público,  no período das 12h às 17h, no pilotis do Museu.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>DESCOLORAÇÃO GLOBAL – MAXWELL ALEXANDRE</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Museu de Arte do Rio<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Mauá, 5 – Centro<br />
<strong>Dia:</strong> 06 de fevereiro<strong><br />
Horário:</strong> 12h às 17h</p>
<p>Por ordem de chegada/ evento gratuito sujeito à lotação</p>
<p>Em caso de chuva o evento será adiado para o dia seguinte 07/02</p>
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		<title>&#8220;Quanto Custa proibir?&#8221;: Centro de Estudos de Segurança e Cidadania promove debate sobre os impactos da guerra às drogas </title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quanto-custa-proibir-centro-de-estudos-de-seguranca-e-cidadania-promove-debate-sobre-os-impactos-da-guerra-as-drogas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 21:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos da guerra às drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quanto Custa proibir?]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) realiza, no dia 23 de setembro, o evento &#8220;Quanto Custa Proibir? &#8211; Impactos da guerra às drogas&#8221;. Com uma roda de conversa com a deputada estadual Renata Souza (PSOL), o neurocientista Sidarta Ribeiro, a socióloga e coordenadora do CESeC Julita Lemgruber e mediação do ativista Raull Santiago, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) realiza, no dia 23 de setembro, o evento <strong>&#8220;Quanto Custa Proibir? &#8211; Impactos da guerra às drogas&#8221;.</strong> Com uma roda de conversa com a deputada estadual Renata Souza (PSOL), o neurocientista Sidarta Ribeiro, a socióloga e coordenadora do CESeC Julita Lemgruber e mediação do ativista Raull Santiago, o encontro acontece no Museu de Arte do Rio, a partir das 14h. <strong>A entrada é gratuita, sujeita a lotação. </strong></p>
<p>Além da roda de conversa, o evento contará com a apresentação dos dados produzidos pelo projeto <strong>“Drogas: quanto custa proibir”.</strong> Ao longo de quatro anos, o projeto realizou pesquisas que mensuraram os impactos econômicos e sociais da escolha política do Estado pelo confronto armado para lidar com o varejo de drogas.</p>
<p>A programação traz, ainda, a <strong>Feira Crespa</strong>, apresentações do <strong>Slam Laje e MC Martina</strong> e shows dos <strong>DJs Joss Dee</strong> e<strong> Rennan da Penha</strong>.</p>
<p>Para a socióloga e coordenadora do CESeC, Julita Lemgruber, a consequência da guerra às drogas na vida de uma pessoa é incalculável. “<em>Nosso propósito com este projeto é mostrar que, além de toda a dor e sofrimento gerados pela atual política de drogas, há um custo bilionário para o Estado. Há, ainda, o efeito individual na vida do cidadão, que afeta a capacidade de geração de renda futura e sua mobilidade social em consequência dessa opção política racista e classista do Estado”</em>, afirma. <em>“Esse prejuízo afeta o indivíduo e a sociedade como um todo. E todos perdemos nessa guerra que se trava contra aqueles e aquelas que são mais vulneráveis e marginalizados”, </em>finaliza.</p>
<p><strong>Drogas: Quanto Custa Proibir</strong></p>
<p>Em 2021, foi lançada a primeira etapa com o estudo <strong>&#8220;Um Tiro no Pé&#8221;</strong>, que revelou  como, em apenas um ano,  os estados do Rio de Janeiro e São Paulo gastaram R$5,2 bilhões para implementar a Lei de Drogas (11.343/06). Já em 2022, o projeto lançou a pesquisa <strong>&#8220;Tiros No Futuro&#8221;</strong>, um relatório que demonstrou como a violência provocada pelo Estado afeta o desempenho escolar dos alunos da rede pública do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em 2023, com <strong>&#8220;Saúde na Linha de Tiro&#8221;,</strong> o projeto expôs como moradores de favelas mais expostas a tiroteios têm mais chances de adoecer e desenvolver transtornos mentais. E em setembro deste ano, o <strong>&#8220;Drogas: quanto custa proibir&#8221; </strong>lança sua quarta etapa deste ciclo de pesquisas, falando sobre os impactos econômicos da guerra às drogas na vida dos moradores de favelas cariocas.</p>
<p>O evento “Quanto Custa Proibir?” É uma realização do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) e do Drogas: quanto custa proibir, em parceria com o Museu de Arte do Rio (MAR) e a Organização de Estados Íbero-americanos (OEI).</p>
<p><strong>Sobre o CESeC</strong></p>
<p>Fundado em 2000, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) desenvolve pesquisas e outros projetos nas áreas de segurança pública, justiça e política de drogas, tendo como compromisso a promoção dos direitos humanos e a luta contra o racismo no sistema de justiça criminal brasileiro.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>AUDITÓRIO</strong></p>
<p>14h &#8211; Abertura com apresentação do projeto <strong>“Drogas: Quanto Custa Proibir”<br />
</strong>15h &#8211; Apresentação Slam Laje<br />
15h10 &#8211; Roda de conversa “<strong>Custo da Guerra às Drogas”, com Renata Souza, Julita Lemgruber, Sidarta Ribeiro e Raull Santiago </strong></p>
<p><strong>PILOTIS</strong></p>
<p>14h &#8211; 21h &#8211; Feira Crespa<br />
17h45 &#8211; Intervenção de Slam com MC Martina<br />
18h &#8211; DJ Joss Dee<br />
18h30 &#8211; DJ Rennan da Penha<br />
21h &#8211; Encerramento</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>“Quanto Custa Proibir? &#8211; Impactos da guerra às drogas”</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 23 de setembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 21 horas<br />
<strong>Local:</strong> Museu de arte do Rio (MAR)<br />
<strong>Endereço: </strong>Praça Mauá, 5 &#8211; Centro &#8211; Rio de Janeiro</p>
<p>Entrada gratuita, sujeita a lotação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fórum no Rio discute importância da acessibilidade e inclusão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forum-no-rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Fórum]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) realiza, a partir da próxima sexta-feira (15), o 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão. O encontro ocorre no Mês de Luta das Pessoas com Deficiência e também do protagonismo surdo, datas que reforçam a importância da inclusão social. O fórum se estenderá até domingo (17), no horário das 11h às 17h, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) realiza, a partir da próxima sexta-feira (15), o 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão. O encontro ocorre no Mês de Luta das Pessoas com Deficiência e também do protagonismo surdo, datas que reforçam a importância da inclusão social. O fórum se estenderá até domingo (17), no horário das 11h às 17h, e é gratuito, ganhando neste ano um dia a mais que o primeiro evento, ocorrido em abril de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O projeto é desenvolvido pela Escola do Olhar e visa promover a troca de experiências, reflexões e vivências sobre a importância da acessibilidade para o processo de democratização da educação e cultura, na construção de uma sociedade inclusiva e plural. “Ampliando também a programação, a gente consegue trazer mais visibilidade para algumas parcerias e, este ano, vamos lançar alguns projetos grandes na área da acessibilidade, dentro do fórum”, disse a analista de educação e acessibilidade da escola, Rita Serafim, responsável pela organização do evento.</p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>Um dos projetos é voltado à inauguração de um novo espaço de acolhimento para todos os públicos, denominado Conheça o MAR, nos pilotis do equipamento, dentro da perspectiva inclusiva. Haverá conteúdos em braille, em comunicação alternativa, com audiodescrição. Até o mobiliário desse espaço está sendo pensado para todos os corpos, com assentos para várias alturas e tamanhos. “Haverá um painel de comunicação alternativa interativo. E tudo isso sob a perspectiva que a gente tem trabalhado na escola, de ter o recurso para quem necessita e vai utilizá-lo e, também, para divulgar a existência dele. Quanto mais gente conseguirmos conscientizar de que esses recursos existem e podem auxiliar na vivência da pessoa com deficiência, mais lugares e pessoas podem adotá-los. A gente sempre trabalha nessa via dupla no programa: tanto publicizar o recurso, como aplicá-lo de fato”, afirmou Rita.</p>
<p>O fórum lançará também o <em>e-book</em> (livro digital) <em>Notas sobre a Construção do Programa de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão</em>, construído com os parceiros da Escola do Olhar, narrando a experiência de 2022 e o que foi realizado.</p>
<p>Em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), será lançado projeto que abrange os recursos de comunicação alternativa para visitação do museu com autonomia. Foram desenvolvidas várias pranchas para acesso à bilheteria, aos elevadores, ao espaço Conheça o MAR. “A gente vai ter texto com comunicação alternativa sobre o museu e seu conceito”. Na mesa de abertura, prevista para as 14h do dia 15, serão apresentados todos os projetos.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>Durante os três dias de evento, o público terá acesso a diversas atividades, como sarau poético, palestras e oficinas. Em 2022, o fórum conseguiu agregar um público diverso entre pessoas com deficiências, pesquisadores do campo da acessibilidade, representantes de instituições de referência e debates sobre inclusão com diversas instituições públicas e privadas. Na edição 2023, haverá a ocupação do Ponto de Leitura na biblioteca com recursos tecnológicos, englobando desde recursos de baixo custo aos mais complexos. A programação do evento pode ser acessada pelo<a href="https://www.instagram.com/p/Cw-a3poJ2FW/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igshid=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener"> instagram do MAR</a>.</p>
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<figure id="attachment_69283" aria-describedby="caption-attachment-69283" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-69283" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C525&#038;ssl=1" alt="Fórum No Rio Discute Importância Da Acessibilidade E Inclusão - Expresso Carioca" width="754" height="525" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C522&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69283" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; O 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão no MAR. Foto Beatriz Jimenes/ Divulgação</figcaption></figure>
<p>Rita Serafim destacou, no primeiro dia, a oficina de comunicação alternativa, cujo convidado é o professor da UFRGS Eduardo Cardoso, que tem lançado esse projeto em outros equipamentos culturais. O MAR será o primeiro no Rio de Janeiro a receber o projeto. O segundo dia (16) é voltado ao protagonismo das pessoas com deficiência. O programa começa com uma contação de histórias, inclusiva sobre o último lançamento de leitura acessível, em parceria com o Instituto Incluir. Será mostrado ainda como a fotografia é um lugar de identidade para a pessoa e o território, pelo geólogo e fotógrafo Mav (Matheus).</p>
<p>O DJ Eduardo Victor vai abordar como a música faz as pessoas compreenderem o próprio corpo. Ainda no sábado, serão feitos atendimentos individuais pela Defensoria Pública, que está no seu ano de inclusão, e pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, para ouvir as demandas do público e iniciar o atendimento.</p>
<h2>Surdos</h2>
<p>No domingo (17), a programação é mais voltada à comunidade surda. O fórum está convidando autores negros surdos a comparecer ao evento, levando seus livros para falar da produção literária. A mediação é da professora Sheila Martins, do Instituto Nacional de Educação de Surdos. “A gente quer, inclusive, desdobrar essa roda de conversa para depois no MAR, trazendo esses autores para a biblioteca do museu”, informou Rita.</p>
<p>Na parte da tarde, haverá oficina e bate-papo com o dançarino surdo Jhonny. “A ideia é que ele compartilhe um pouco da sua trajetória como artista com deficiência”. Ricardo Boaretto e Paulo Andrade, poetas surdos, encerram o programa de domingo com um sarau na biblioteca. O evento terá intérpretes para deficientes auditivos. “A ideia é que todo mundo se expresse dentro do sarau poético, pessoas surdas, mas não só”, disse a analista da Escola do Olhar. Durante todo o domingo, haverá no MAR uma feira com produtos de empreendedores surdos.</p>
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		<title>MAR recebe &#8216;ATRAQUE&#8217;, espetáculo multilinguagem que desafia convenções e reflete a cultura Ballroom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 14:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Atraque]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa junção entre dança, performance, moda e teatro, “ATRAQUE” é um espetáculo que desafia convenções e explora os princípios históricos, estéticos, comunitários e de disputa do vogue. A última apresentação desta temporada será realizada no Museu de Arte do Rio &#8211; MAR neste sábado (2), às 17h, precedida de uma atividade formativa para professores, ampliando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa junção entre dança, performance, moda e teatro, “ATRAQUE” é um espetáculo que desafia convenções e explora os princípios históricos, estéticos, comunitários e de disputa do vogue. A última apresentação desta temporada será realizada no Museu de Arte do Rio &#8211; MAR neste sábado (2), às 17h, precedida de uma atividade formativa para professores, ampliando o conhecimento sobre a cultura Ballroom e suas possibilidades educativas, de 14h às 16h. Ingressos gratuitos disponíveis no Sympla.</p>
<figure id="attachment_68739" aria-describedby="caption-attachment-68739" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/30-MAR-recebe-ATRAQUE-espetaculo-multilinguagem-que-desafia-convencoes-e-reflete-a-cultura-Ballroom-Expresso-Carioca-1.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-68739" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/30-MAR-recebe-ATRAQUE-espetaculo-multilinguagem-que-desafia-convencoes-e-reflete-a-cultura-Ballroom-Expresso-Carioca-1.png?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="MAR Recebe 'ATRAQUE', Espetáculo Multilinguagem Que Desafia Convenções E Reflete A Cultura Ballroom - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/30-MAR-recebe-ATRAQUE-espetaculo-multilinguagem-que-desafia-convencoes-e-reflete-a-cultura-Ballroom-Expresso-Carioca-1.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/30-MAR-recebe-ATRAQUE-espetaculo-multilinguagem-que-desafia-convencoes-e-reflete-a-cultura-Ballroom-Expresso-Carioca-1.png?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-68739" class="wp-caption-text">&#8216;ATRAQUE&#8217; &#8211; Foto: Charles Pereira</figcaption></figure>
<p>Refletindo e celebrando a diversidade de gênero e raça, tendo como protagonistas pessoas trans e pretas do universo Ballroom do Rio de Janeiro, “ATRAQUE” é uma peça multilinguagem que oferece ao público uma experiência imersiva, revelando uma narrativa poderosa de empoderamento. &#8220;ATRAQUE&#8221;, nomeado a partir de uma gíria popular cujo significado remete à intensidade do confronto entre corpos – seja em sentido de disputa ou afetivo – não se limita a ser um mero espetáculo, mas um terreno fértil de experimentação, transgressão e, acima de tudo, resistência. Através de movimentos únicos e pessoais, a peça revela a beleza da individualidade e da criatividade humana.</p>
<p>Ministrado por Mario Netto, a formação com professores que ocorrerá antes da apresentação busca proporcionar um ambiente de debate e reflexão, onde os participantes serão introduzidos às práticas realizadas pela comunidade Ballroom, desde suas origens históricas até seu papel atual. O encontro busca inspirar professores da Educação Básica a explorarem novas perspectivas e possibilidades educativas, reafirmando o papel transformador da educação e promovendo a inclusão, diversidade, criatividade e autenticidade no ambiente escolar.</p>
<p>Descrevendo a essência do projeto, Wallace Ferreira, conhecida como Patfudyda e responsável pela direção artística do projeto, comenta: <em>“Nossa peça foi construída e sonhada por pessoas que vivem diariamente a realidade Ballroom. Mais do que um estilo ou modalidade artística, essa é a nossa vivência, portanto o que está em cena reflete a história artística dessas pessoas”</em>, destaca.</p>
<p>A cultura Ballroom é um espaço de expressão, onde as pessoas participantes competem em categorias de dança, moda e performance, como o voguing. Mais do que competições, ela oferece um senso de pertencimento e família para aqueles que estão à margem da sociedade, reforçando suas estruturas de apoio social. “Somos artistas com trajetórias diversas e é na cultura Ballroom que as nossas histórias se encontram”, reflete.</p>
<p>Em “ATRAQUE”, a presença e a potência de um corpo Ballroom transforma a realidade e coloca em xeque conceitos fundamentais dessa cultura que vivenciam. Sendo assim, a peça convida a explorar o cotidiano de uma &#8220;house&#8221;, ou casa &#8211; como são conhecidas as estruturas de organização. Os significados de viver em comunidade são levados a cabo num jogo vivo, que expõe as contradições que emergem quando se escolhe compartilhar o mesmo espaço e viver em coletividade.</p>
<p>Ao abordar a necessidade de novas representações e a luta constante contra estereótipos, Patfudyda reflete: <em>“O que nos move nesta peça é a vontade de criarmos outras narrativas para nossos corpos que se esquivam das que já são estão impregnadas no imaginário popular sobre pessoas trans.”</em></p>
<p>É nesse jogo vivo, nessa dança entre contradições e escolhas compartilhadas, que a coreografia se revela como uma ferramenta poderosa de inversão, sedução, escapismo e resistência. É um acontecimento dinâmico e furtivo, construído em um território que sustenta sua própria continuidade. <em>“Estaremos a cada dia dispostas a aproximar o universo Ballroom da arte contemporânea, entendendo que mais do que um grande movimento artístico, a Ballroom é também uma possibilidade de vida”</em>, conclui.</p>
<p>“ATRAQUE” é um projeto realizado pela  House of Mamba Negra e patrocinado  pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Edital de Fomento à Cultura Carioca &#8211; FOCA 2.</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><strong>Realização: </strong>House of Mamba Negra<br />
<strong>Direção geral: </strong>Wallace Ferreira / Patfudyda<br />
<strong>Assistente de direção e produção: </strong>Mario Netto / Germanetto<br />
<strong>Performance:</strong> Idra Maria, Kali Mamba Negra, Leona Mamba Negra, Gabe Mamba Negra<br />
<strong>Design e operação de som: </strong>Bida Sarô<br />
<strong>Assistente de produção: </strong>Yume Mamba Negra<br />
<strong>Figurino: </strong>Idra Mamba Negra<br />
<strong>Cenógrafa/Aderecista: </strong>Azre Maria Tarântula Mamba Negra<br />
<strong>Identidade Visual: </strong>Renan Graccowvisk | GRCK. Studio<br />
<strong>Assistente de Design: </strong>André Ximene<br />
<strong>Edição de foto e vídeo: </strong>Alícia Passos<br />
<strong>Gestão Financeira: </strong>Rafael Fernandes &#8211; Quafá Produções<br />
<strong>Assessoria de Impresa: </strong>Monteiro Assessoria</p>
<h4><strong>Histórico da house</strong></h4>
<p>A <strong>House of Mamba Negra </strong>é um coletivo interestadual de cultura <strong>ballroom</strong> que nasceu em 2019 e hoje tem atuação em quatro capitais: Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo liderada por pessoas trans em cada uma delas. A House reúne hoje cerca de 50 pessoas com interesses em pesquisa e formação em áreas como artes visuais, performance, moda, audiovisual, música, educação e produção cultural. O principal ponto de contato entre essas pessoas é promover o corpo como potência de criação e garantir a continuidade de narrativas não-normativas. A equipe que compõe o projeto de ATRAQUE e a House of Mamba Negra já desenvolveram trabalhos no Festival Panorama, Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Galpão Bela Maré, Museu de Arte do Rio, Museu do Amanhã, Museu da Língua Portuguesa, CCBB RJ, SESC &#8211; SP, L’Oreal Brasil, Netflix Brasil, ImPulsTanz e ONU.</p>
<hr />
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>ESPETÁCULO MULTILINGUAGEM “ATRAQUE” </strong></p>
<p><strong>Espetáculo</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Museu de Arte do Rio &#8211; MAR &#8211; Sala 2.2 &#8211; Escola do Olhar<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Mauá, 5 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
<strong>Data:</strong> 02/09/2023 de 17h<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 16 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 50min<br />
<strong>Ingressos GRATUTOS via Sympla:</strong> <a href="https://www.sympla.com.br/evento/atraque/2123893" target="_blank" rel="noopener">https://www.sympla.com.br/evento/atraque/2123893</a></p>
<p><strong>Formação com Professores</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 02/09/2023 &#8211; 14h às 16h</p>
<p>Práticas pedagógicas a partir da cultura ballroom</p>
<p><strong>Inscrições gratuitas via Sympla:</strong> <a href="https://www.sympla.com.br/evento/formacao-com-professores-praticas-pedagogicas-a-partir-da-cultura-ballroom/2116775" target="_blank" rel="noopener">https://www.sympla.com.br/evento/formacao-com-professores-praticas-pedagogicas-a-partir-da-cultura-ballroom/2116775</a></p>
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		<title>Está chegando a 2ª edição do Festival LED</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/esta-chegando-a-2a-edicao-do-festival-led/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 20:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[Desafio LED]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festival LED]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Amanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta edição, que acontece nos dias 16 e 17 de junho, no Museu do Amanhã e MAR, no Rio de Janeiro, o Festival LED reunirá personalidades e especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente, como Patricia Hill Collins, uma das mais influentes pesquisadoras do feminismo negro nos Estados Unidos; Ailton Krenak,  líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta edição, que acontece nos dias 16 e 17 de junho, no Museu do Amanhã e MAR, no Rio de Janeiro, o Festival LED reunirá personalidades e especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente, como <strong>Patricia Hill Collins</strong>, uma das mais influentes pesquisadoras do feminismo negro nos Estados Unidos; <strong>Ailton Krenak</strong>,  líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta e escritor brasileiro; <strong> Lilia Shwarcz</strong>, historiadora e antropóloga brasileira; e <strong>Martha Gabriel</strong>, referência multidisciplinar da América Latina nas áreas de negócios, tendências e inovação. Grandes da talentos da Globo como Luciano Huck, Maju Coutinho, Regina Casé, Marcos Mion, Sandra Annemberg e Poliana Abrita, entre outros, também já confirmaram presença. Totalmente gratuito, o Festival LED &#8211; Luz na Educação, é realizado pela Globo e Fundação Roberto Marinho em parceria com a plataforma Educação 360 – Conferência Internacional de Educação, da Editora Globo.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8211; Gratuito, evento será realizado nos dias 16 e 17 de junho no Museu do Amanhã e MAR com discussões sobre o futuro da educação, intervenções artísticas e oficinas; </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8211; Estão confirmadas a participação de Patricia Hill Collins, Ailton Krenak, Lilia Schwarcz, Luciano Huck, Maju Coutinho, Martha Gabriel, entre outros</em></p>
<p>As inscrições podem ser feitas através da plataforma do Movimento LED <a href="https://somos.globo.com/movimento-led-luz-na-educacao/festival-led-luz-na-educacao/" target="_blank" rel="noopener">https://somos.globo.com/movimento-led-luz-na-educacao/festival-led-luz-na-educacao/</a>.</p>
<p><strong>Conheça a programação já confirmada do Festival LED: </strong></p>
<p>No <strong>Museu no Amanhã</strong>, no <strong>Palco Inspira</strong>, é onde vão acontecer as conversas mais amplas e inspiracionais, que apontam comportamentos e tendências, trazendo as grandes temáticas transversais à educação que envolvem e interessam toda a sociedade. A mesa de abertura <strong>‘Trajetórias ancestrais: como o passado pode guiar futuros plurais?’</strong>, que será mediada pelo apresentador Luciano Huck, terá a participação do ativista indígena Ailton Krenak, que atualmente dirige o Núcleo de Cultura Indígena, reserva indígena localizada no Rio Doce, em Minas Gerais. Nesse encontro potente e inspirador, eles compartilharão reflexões sobre a importância de aprender com nossos ancestrais e como a chave para futuros desejáveis pode estar conectada ao nosso passado.</p>
<p>Já a mesa <strong>´Educação no Brasil: um desafio coletivo’ </strong>trará uma conversa dinâmica e interativa sobre os principais desafios da educação no Brasil com reflexões a respeito de como o cidadão comum pode participar e ajudar a transformar esse cenário. O debate contará com a participação de nomes como a escritora Lilia Schwarcz, professora sênior do Departamento de Antropologia da USP e Global Scholar (até 2018) e atualmente Visiting Professor em Princeton; a atriz Elisa Lucinda, autora de 19 livros e que atualmente está no ar no papel de Marlene, em ‘Vai na Fé’. Essa mesa terá a mediação de Regina Casé, que também apresentou os projetos vencedores do Movimento LED no último dia 26 de abril no Programa ‘Especial LED’, na TV Globo.</p>
<figure id="attachment_59871" aria-describedby="caption-attachment-59871" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-59871" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1920%2C1080&#038;ssl=1" alt="Está Chegando A 2ª Edição Do Festival LED - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="1920" height="1080" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1142%2C642&amp;ssl=1 1142w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/05/24-Esta-chegando-a-2a-edicao-do-Festival-LED-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=1140%2C641&amp;ssl=1 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption id="caption-attachment-59871" class="wp-caption-text">Festival LED 2022</figcaption></figure>
<p><strong>‘Educação crítica: uma janela para novas possibilidades´</strong> será a mesa mediada pela cantora e apresentadora do programa Saia Justa Larissa Luz, com a participação de Patricia Hill Collins. Grande nome internacional no evento, Patricia é considerada, ao lado de Angela Davis e Bell Hooks, uma das mais influentes pesquisadoras do feminismo negro nos Estados Unidos. No premiado ´Pensamento feminista negro´ (1990), Collins concebeu sua teoria da interseccionalidade das formas de opressão – raça, classe, gênero e sexualidade.</p>
<p>A mesa <strong>´Cotas e a luta pela reparação histórica. Passado, presente e futuro’</strong> apresenta uma retrospectiva histórica sobre a evolução das cotas no Brasil, seus impactos e principais conquistas. Mediada pela jornalista da Globonews, Flávia Oliveira, essa discussão terá a participação de Daniel Munduruku, escritor e professor paraense, pertencente ao povo indígena Munduruku, autor 56 livros publicados. Contribui, ainda, para o debate o ex-BBB João Pedrosa, também apresentador do ‘Trace Trends’ no Multishow e na Trace Brasil, também professor de Geografia e Mestre em educação.</p>
<p>Qual o papel o futuro desenha no presente? Imaginar futuros possíveis é uma das competências consideradas essenciais no século XXI segundo a Unesco. Essa conversa será iluminada na mesa <strong>‘Como desenvolver habilidades para imaginar futuros?´,</strong> que terá a participação de Ivan Baron, influenciador e ativista pelas causas PCD; e Ricardo Piquet, diretor geral do Museu do Amanhã, que recentemente lançou a Cátedra Unesco de Alfabetização em Futuros em parceria com a UFRJ.</p>
<p><strong>Museu do Amanhã &#8211; DIA 17</strong></p>
<p>No sábado, segundo dia de evento, a violência dentro do ambiente escolar será abordada na mesa <strong>‘Como conviver e aprender com medo? Precisamos falar sobre as violências nas escolas’, </strong>que terá a participação das ´Saias´ Astrid Fontenelle, Larissa Luz, Gabriela Prioli e Bela Gil. Miriam Abramovay, autora e coautora de vários livros e artigos nos temas de juventudes, violências nas escolas dá a sua contribuição acadêmica ao papo.</p>
<p><strong>‘O futuro é preto. Reimaginando a educação com as lentes do afrofuturismo’ </strong>apresenta como o uso de filmes, séries e animações afrofuturistas podem ajudar a promover reflexões importantes sobre a formação de futuros cidadãos. Com participação da pesquisadora Morena Mariah, também escritora, palestrante TEDx Speaker e criadora de conteúdo digital, além de Kenya Sade, podcaster e jornalista.</p>
<p>A inovação ilumina a mesa <strong>‘Revolução ou ´modinha´? Como a inteligência artificial está transformando as formas de ensinar e aprender?´ que </strong>terá a jornalista da Globonews Andréia Sadi como mediadora; Bianca Kremer, especializada em Gestão da Segurança da Informação no Instituto Infnet; Martha Gabriel, autora dos best sellers ‘Você, Eu e os Robôs: como se transformar no profissional digital do futuro’, ‘Marketing na Era Digital’ e ‘Educar: A Evolução Digital (R) na Educação’.</p>
<p><strong>MAR</strong></p>
<p>Mais intimista, o MAR recebe as palestras com temáticas específicas do universo da educação, ligadas às novas abordagens e metodologias inovadoras.</p>
<p>No dia 16, os debates começam com a mesa <strong>‘Fato ou fake? Como sobreviver na era da desinformação?’, </strong>com mediação da jornalista Natuza Nery, além de participação de Sil Bahia, codiretora executiva do Olabi e idealizadora da PretaLab; Patrícia Blanco, do Instituto Palavra Aberta; Thaisa Coelho, Head de produtos digitais de news da Globo.</p>
<p>O ator e apresentador Pedro Motta mediará a conversa sobre <strong>‘Como educar, engajar e produzir para as novas gerações’</strong>, com presença do ator Ryancarlos de Oliveira. <strong>‘Ler o mundo para depois ler as palavras: uma conversa sobre alfabetização’</strong> será a mesa que irá iluminar a discussão com Daniela Montuani, especialista em educação e Sandra Annemberg, jornalista e apresentadora.</p>
<p>O papo <strong>´Como construir cidades educadoras?´</strong> terá a participação de Ednéia Gonçalves, Socióloga, educadora e coordenadora da ONG Ação Educativa. Tema extremamente atual, a mesa <strong>‘Ecoansiedade: como lidar com a angústia diante das mudanças climáticas?´</strong> terá a presença de Gabriela Alves, ativista climática e co-fundadora do Instituto Perifa Sustentável; e Daniel Becker, formado e com residência pela Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ), é mestre em saúde pública e promoção da saúde pela ENSP-FIOCRUZ.</p>
<p>O tema <strong>‘Juventudes, mercado de trabalho e educação: como nos preparar para o amanhã? e futuro’</strong> também será iluminado com a participação de Carlos Artexes, Diretor-Geral do Departamento Nacional do Sesc.</p>
<p><strong>Dia 17</strong></p>
<p>Já no sábado o apresentador Manoel Soares participa do <strong>‘Borogodó cultural: uma escola chamada Brasil’</strong>, um bate-papo divertido sobre o potencial pedagógico da cultura brasileira, explorando a riqueza dos saberes tradicionais e populares do país e como eles podem ser incorporados no currículo escolar, que também contará com a participação da escritora e professora Heloisa Buarque de Hollanda.</p>
<p><strong>´Com quantas jornadas se faz uma mulher? Protagonismo feminino na educação´ </strong>vem com Poliana Abritta, a apresentadora do Fantástico; Christina Xavier (mãe da atriz Luana Xavier); e Regina Luz (mãe da cantora Larissa Luz). ´<strong>Educação inclusiva: do discurso à prática´</strong> terá a participação da pedagoga Silvana Drago e a jornalista Flávia Cintra. Já a atriz Manu Estevão estará na mesa <strong>´Como ensinar de um jeito que jovens amam? Aprendendo com eles!´</strong>.</p>
<p>A antropóloga e ativista do movimento LGBTQIAP+, Fatima Lima, e a cantora Urias iluminam o papo na mesa  <strong>´Por uma educação para todos, todas e todes´, mostrando de que forma </strong>o papel do ensino pode desmistificar assuntos de gênero e sexualidade, além de propor reflexões sobre como abordá-los nas escolas e apontando quais ferramentas podemos utilizar para combater a discriminação.</p>
<p><strong>Desafio LED</strong></p>
<p>E além das discussões, o Festival LED terá um momento dedicado o <strong>Desafio LED</strong>, uma parceria entre a Globo e a Mastertech, escola de pensamento digital, ágil, lógico e humano – que convida estudantes a partir de 18 anos de todo o Brasil a apresentarem uma forma criativa de resolver problemas educacionais presenciados em suas instituições de ensino. O apresentador Marcos Mion anunciará o grande vencedor do Desafio, que distribuirá o prêmio de R$ 300 mil, com a maior fatia ficando para primeiro e segundo lugares (R$ 85 mil cada).</p>
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		<title>Museu de Arte do Rio volta a funcionar a partir das terças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/museu-de-arte-do-rio-volta-a-funcionar-a-partir-das-tercas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir do dia 16 de maio, o Museu de Arte do Rio (MAR) irá ampliar seu funcionamento: o espaço passa a abrir de terça a domingo, das 11h às 18 horas, com entrada no pavilhão de exposições até às 17 horas. A novidade se inicia durante a 21ª edição da Semana Nacional dos Museus, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 16 de maio, o Museu de Arte do Rio (MAR) irá ampliar seu funcionamento: <strong>o espaço passa a abrir de terça a domingo</strong>, das 11h às 18 horas, com entrada no pavilhão de exposições até às 17 horas. A novidade se inicia durante a 21ª edição da Semana Nacional dos Museus, que em 2023 traz o tema &#8220;Museus, sustentabilidade e bem-estar&#8221;. O objetivo é destacar a importância dos museus como espaços que promovem o bem-estar e a sustentabilidade e apoiar três dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): Saúde e Bem-Estar Global, Ação Climática e Vida na Terra.</p>
<p>Inaugurado em 2013, o MAR é uma iniciativa da Prefeitura do Rio por meio da Secretaria Municipal de Cultura que contou com a parceria da Fundação Roberto Marinho para a sua concepção. A partir de janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) apoiando as programações expositivas e educativas. “Somos um espaço democrático onde o encontro de diversos protagonismos é cada vez mais importante e necessário. Por isso, abrir o MAR para o público, de terça-feira a domingo representa, na prática, a missão do Museu de promover o acesso à cultura, numa convergência de esforços e dedicação para ampliar o nosso funcionamento para cariocas e turistas. Com isso, reafirmamos a vocação do MAR como um dos principais espaços dedicados à arte, cultura e educação no país”, afirma Raphael Callou, diretor e chefe da representação da OEI no  Brasil.</p>
<p>Atualmente, o Museu de Arte do Rio conta com oito exposições em cartaz:</p>
<p><strong><em>Um defeito de cor – </em></strong><em>Até 27 de agosto<strong> </strong></em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Principal exposição do MAR, <strong><em>Um Defeito de Cor</em></strong> é uma interpretação do livro homônimo da mineira Ana Maria Gonçalves, que narra a saga de uma mulher africana que, no Brasil, precisa lutar por sua liberdade e reconstruir sua vida. Ao todo, são 400 obras entre desenhos, pinturas, vídeos, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades, como Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão e até mesmo do continente africano.</p>
<hr />
<p><strong><em>O Bastardo: O Retrato do Brasil é Preto</em></strong><em> – Até 28 de maio </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Em <strong><em>O Retrato do Brasil é preto</em></strong>, personagens negras, célebres ou anônimas, são protagonistas no repertório visual do artista O Bastardo. Pelas suas obras, nos são apresentados retratos inspirados pelos desenhos de rua; uma celebração de novos heróis e formas de representação.</p>
<hr />
<p><strong><em>Todos iguais, todos diferentes?: Fotografias de Pierre Verger</em></strong><em> – Até 28 de maio </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Feita em parceria com a Fundação Pierre Verger e com curadoria de Alex Baradel, a exposição <strong><em>Todos iguais, todos diferentes?</em></strong> reúne mais de 200 imagens feitas pelo fotógrafo francês para desvelar uma das contradições mais importantes para um mundo harmonioso: somos todos iguais em sermos diferentes.</p>
<hr />
<p><strong><em>A construção do MAR e a Pequena África</em></strong><em> – Até 25 de junho </em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Uma década de MAR retratada em fotografias e vídeos. Com mais de cem obras, <strong><em>A construção do MAR e a Pequena África</em></strong><em> </em>oferece ao público um panorama de como tudo começou, com imagens do projeto arquitetônico, reformas dos edifícios e até manifestações pela sua permanência</p>
<hr />
<p><strong><em>Leoa: Luz no Caminho</em></strong><em> – Até 27 de agosto</em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Exposição individual da carioca Leoa, <strong><em>Luz no Caminho</em></strong> traz o cotidiano de mulheres negras nas paisagens do subúrbio carioca. Como parte dos 10 anos do MAR, a mostra apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da vida da jovem artista em Bangu.</p>
<hr />
<p><strong><em>Revenguê: Uma exposição cena de Yhuri Cruz</em></strong><em> – Até 1º de outubro</em></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Dividida em quatro núcleos, a mostra individual de Yhuri Cruz, <strong><em>Revenguê</em></strong>, é uma exposição imersiva inspirada numa ficção desenvolvida pelo artista sobre um novo planeta, pelo qual perpassam os temas da vingança da vida e a política da presença. Em alguns momentos, apresenta a performance de Yhuri e outros seis artistas, as próximas apresentações acontecem nos dias  03 e 04 de junho, no Museu.</p>
<hr />
<p><strong><em>César Bahia: Uma poética do recomeço</em></strong><em> – Até 30 de julho</em></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Mais de 200 obras de César Bahia, produzidas entre 2010 e 2023 e que desvelam a sua forte ligação com a cultura afro-brasileira, compõem a exposição <strong><em>Uma poética do recomeço</em></strong>, na qual são recuperadas as técnicas do corte, entalhe, o uso do formão e da marreta que o artista baiano aprendeu com o pai em Fazenda Coutos, no subúrbio de Salvador.</p>
<hr />
<p><strong><em>Jaime Lauriano: Aqui é o Fim do Mundo –</em></strong><em> Até 1º de outubro</em></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Nova exposição individual de Jaime Lauriano, <strong><em>Aqui é o Fim do Mundo</em></strong> coloca o artista em um papel de historiador, pelo qual a partir de esculturas, vídeos, desenhos e outras intervenções pelos signos do nacionalismo, somos convidados a revisitar os mitos formadores do imaginário da sociedade brasileira em sua ligação com o atual contexto político, social e cultural.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Museu de Arte do Rio – MAR</strong></p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Mauá, 5 – Centro<br />
<strong>Funcionamento:</strong> terça-feira a domingo, das 11h às 18h &#8211; Entrada para o pavilhão de exposições até as 17h<br />
<strong>Valores:</strong> R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia)</p>
<p><strong>Mais informações em</strong> <a href="http://www.museudeartedorio.org.br" target="_blank" rel="noopener">www.museudeartedorio.org.br</a></p>
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		<title>Protagonismo feminino e cotidiano do subúrbio do Rio são temas da primeira exposição individual da artista Leoa no MAR</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/protagonismo-feminino-e-cotidiano-do-suburbio-do-rio-sao-temas-da-primeira-exposicao-individual-da-artista-leoa-no-mar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 02:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Leoa]]></category>
		<category><![CDATA[Luz no Caminho]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As observações sobre o dia a dia e as paisagens que cruzam o caminho da jovem artista carioca Leoa são alguns dos temas presentes na sua primeira exposição individual, que acontece dia 18 de março, no Museu de Arte do Rio. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos, Amanda Bonan, Jean Carlos Azuos, Thayná Trindade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As observações sobre o dia a dia e as paisagens que cruzam o caminho da jovem artista carioca Leoa são alguns dos temas presentes na sua primeira exposição individual, que acontece dia 18 de março, no Museu de Arte do Rio. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos, Amanda Bonan, Jean Carlos Azuos, Thayná Trindade e Amanda Rezende.</p>
<p>Nos dez anos do MAR, a equipe curatorial apresenta a produção pictórica de novos artistas ao público. “Os museus têm uma espécie de gesto que é aguardar a carreira, o sucesso, a fama e a gente quer fazer o oposto. A gente quer pensar que se um museu tem a sua potência vinculada a uma possibilidade de exibição e de ampliação em relação ao que se exibe, a gente quer tentar juntar essas pontas, quer dizer, unir artistas de carreiras muito recentes trazidos para um grande museu, como o MAR”, é o que revela Marcelo Campos, Curador-Chefe do Museu.</p>
<figure id="attachment_58617" aria-describedby="caption-attachment-58617" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Protagonismo-feminino-e-cotidiano-do-suburbio-do-Rio-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-58617 size-full" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Protagonismo-feminino-e-cotidiano-do-suburbio-do-Rio-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=400%2C540&#038;ssl=1" alt="Protagonismo Feminino E Cotidiano Do Subúrbio Do Rio - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="400" height="540" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Protagonismo-feminino-e-cotidiano-do-suburbio-do-Rio-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/03/25-Protagonismo-feminino-e-cotidiano-do-suburbio-do-Rio-1-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.png?resize=222%2C300&amp;ssl=1 222w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-58617" class="wp-caption-text">Leoa &#8211; Quero seguir seus passos, 2022 &#8211; Acrílica s/ Tela &#8211; Coleção Fernando Marques Oliveira</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na exposição “Luz no Caminho”, Leoa apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da sua vida em Bangu, na zona oeste do Rio. A artista de 25 anos espelha a força de seu cotidiano por meio dos atravessamentos, encantamentos e das subjetividades. “Ser do subúrbio carioca me colocou num espaço de pesquisa que envolve o cinza como a cor que liga todas as minhas obras. A exposição narra minha vida como um cotidiano onde observo a natureza da minha realidade social”, destaca Leoa.</p>
<p>A curadoria do Museu avalia que os jovens artistas estão promovendo uma espécie de retorno à pintura. “Tem um movimento de artistas figurativos tratando da sua própria realidade, ou alguns tratando da sua ancestralidade ou de personagens, existe um movimento, principalmente de jovens dentro da pintura figurativa, de tratarem dos assuntos de seus cotidianos ou das suas percepções do mundo”, afirma Amanda Bonan, curadora do MAR.</p>
<p>O Museu acredita no papel de abrir espaço e investir em novas artistas. “A Leoa tem uma proposta expositiva que relata a rotina das mulheres, inclusive as desigualdades que habitam essa rotina, entre o trabalho doméstico e a vida nos subúrbios cariocas. E eu entendo que dialogar e poder mostrar isso é também algo de importância de caráter social. Esse é um tema contemporâneo, não é um assunto novo, é um assunto velho, mas que ainda precisa ser reforçado e debatido para que a gente possa cada vez mais combater a misoginia e fortalecer a figura feminina dentro da sociedade para que ela ser o que ela quiser”, destaca Raphael Callou, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.</p>
<p>O “Sarau do Azevedo” também acontece no sábado, dia 18, nos Pilotis do MAR. O projeto sociocultural que conecta a nova geração a figuras de destaque no mercado musical tem o objetivo de desenvolver a cena da música preta contemporânea em terras cariocas. A edição aberta ao público acontecerá das 14 às 18 horas, a entrada é gratuita.</p>
<p><strong>O Museu de Arte do Rio</strong></p>
<p>Iniciativa da Prefeitura do Rio por meio da Secretaria Municipal da Cultura e em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) desde janeiro de 2021, apoiando as programações expositivas e educativas do MAR a partir de um conjunto amplo de atividades para os próximos anos. “A OEI é um organismo internacional de cooperação que tem na cultura, na educação e na ciência os seus mandatos institucionais, desde sua fundação em 1949.</p>
<p>O Museu de Arte do Rio, para a OEI, representa um instrumento de fortalecimento do acesso à cultura, intimamente relacionado com o território, além de contribuir para a formação nas artes, tendo no Rio de Janeiro, por meio da sua história e suas expressões, a matéria-prima para o nosso trabalho”, comenta Raphael Callou, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil. Após o início das atividades em 2021, a OEI e o Instituto Odeon celebraram parceria com o intuito de fortalecer as ações desenvolvidas no museu, conjugando esforços e revigorando o impacto cultural e educativo do MAR, onde o Odeon passa a auxiliar na correalização da programação.</p>
<p>O Museu de Arte do Rio tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Equinor, o Itaú Unibanco e a Globo como patrocinadores master, e da Nadir Figueiredo como patrocinadora.</p>
<p>O MAR ainda conta com o apoio do Machado Meyer Advogados e Icatu, todos via Lei Federal de Incentivo à Cultura.</p>
<p>A Escola do Olhar conta com o patrocínio do RIOgaleão e Cultura Inglesa via Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS. A Globo e o Canal Curta são os parceiros de mídia do MAR.</p>
<p>O MAR conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e realização da Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.</p>
<p>Mais informações em <a href="http://www.museudeartedorio.org.br" target="_blank" rel="noopener">www.museudeartedorio.org.br</a></p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Exposição: “LUZ NO CAMINHO” &#8211; LEOA</strong></p>
<p><strong>Local:</strong> Museu de Arte do Rio (MAR)<br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Mauá, 5 &#8211; Centro, Rio de Janeiro<br />
<strong>Local:</strong> Biblioteca do MAR &#8211; 4 andar<br />
<strong>Encerramento:</strong> Agosto de 2023<br />
<strong>Entrada:</strong> gratuita</p>
<p>14h às 18h &#8211; Sarau do Azevedo</p>
<p><strong>Local:</strong> Pilotis do Museu de Arte do Rio<br />
<strong>Visitação:</strong> de quinta-feira a domingo, das 11h às 18h (última entrada às 17h)</p>
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		<title>Grupo Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/grupo-os-tapetes-contadores-de-historias-celebra-25-anos-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 21:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Os Tapetes Contadores de Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo carioca Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos de arte e vida com apresentações culturais gratuitas no Rio. Como nos contos orientais, em que tapetes voadores levam mágicos de um lugar para o outro, o grupo leva o espectador para o mundo da imaginação através do teatro. A técnica de contar histórias [&#8230;]]]></description>
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<p>O grupo carioca Os Tapetes Contadores de Histórias celebra 25 anos de arte e vida com apresentações culturais gratuitas no Rio. Como nos contos orientais, em que tapetes voadores levam mágicos de um lugar para o outro, o grupo leva o espectador para o mundo da imaginação através do teatro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A técnica de contar histórias com recursos de tecidos para formar os cenários e personagens é antiga e recorrente em diversas culturas, tais como <em>gabbehs</em> iranianos, <em>arpilleria</em> andina, <em>quilts</em> da tradição colonial norte-americana e estandartes de palha e pano do nordeste brasileiro.</p>
<p>O início da <a href="https://museudeartedorio.org.br/noticias/festival-criancas-no-mar-acontece-nos-dias-25-e-26-de-marco/" target="_blank" rel="noopener">comemoração </a>de aniversário será no Museu de Arte do Rio (MAR), com o espetáculo <em>Presente de Aniversário,</em> <span id="OBJ_PREFIX_DWT384_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT411_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (25), às 14h, dentro da programação do Festival Crianças no MAR (<span id="OBJ_PREFIX_DWT385_com_zimbra_url" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT412_com_zimbra_url" role="link">Museu de Arte do Rio</span></span>). São contos do mundo inteiro que tratam da importância do aniversário e da amizade, através de um pergaminho, um poncho, um grande bolo de festa e uma casa que vira tapete. Na história, três pitorescos andarilhos buscam encontrar o lugar ideal e as crianças certas para proporcioná-las uma festa de aniversário.</p>
<h2>CCBB terá minitemporada</h2>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) receberá a minitemporada do <a href="https://ingressos.ccbb.com.br/ideias-os-tapetes-contadores-de-historias-25-anos__742" target="_blank" rel="noopener">Circuito Tapetes Contadores 25 anos</a>, mesmo local onde o grupo estreou, em 1998. A cada <span id="OBJ_PREFIX_DWT415_com_zimbra_date" role="link">domingo</span> do mês<span id="OBJ_PREFIX_DWT388_com_zimbra_date" role="link"> de abril</span>, com início no dia 9, o público poderá conferir quatro diferentes espetáculos: <em>Sol, chuva e tapete</em> apresenta contos clássicos narrados com o tradicional acervo do grupo, criado em sua origem na França; <em>Cabe na mala</em> apresenta mala, avental, caixas de tecido para iluminar obras da literatura mundial e nacional; <em>Palavras Andantes</em> compartilha o acervo de painéis feitos em parceria com o projeto peruano Manos que Cuentan; e <em>Conta um causo, ganha um aplauso</em> compartilha as ilustrações originais em tecido feito para histórias brasileiras, como a Congada de São Benedito em Uberlândia.</p>
<h2>Os Tapetes Contadores de Histórias</h2>
<p>Com uma proposta artística diferenciada, que é referência internacional na arte de contar histórias e criação de cenários têxteis, o grupo, formado por Warley Goulart, Cadu Cinelli, Rosana Reátegui, Edison Mego e Andrea Pinheiro, costuram e narram histórias com tapetes, painéis, malas, aventais, roupas, caixas e livros de pano, técnica aprendida com o diretor teatral, contador de histórias e artesão francês Tarak Hamman, em um seminário, no ano de 1998, na Universidade Federal do Estado do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT389_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> (UNIRIO), onde eram estudantes de teatro.</p>
<p>A técnica foi desenvolvida pela pedagoga francesa Clotide Hamman em parceria com seu filho Tarak, que criaram, há mais de 15 anos, o projeto <em>Raconte-Tapi</em>s que tem como suporte vários tapetes artesanais que são usados na contação de histórias e para estimular a leitura na França. A ideia surgiu quando Clotilde resolveu fazer um tapete de retalhos de pano como cenário da história preferida do seu neto.</p>
<p>A programação completa da temporada pode ser consultada na <a href="https://www.instagram.com/tapetescontadores/" target="_blank" rel="noopener">página</a> do Instagram do grupo Tapetes Contadores de História  &#8211; Circuito Tapetes Contadores 25 anos.</p>
<h2>MAR:</h2>
<p>25 março (<span id="OBJ_PREFIX_DWT391_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT417_com_zimbra_date" role="link">sáb</span></span>, 14h). Espetáculo: <em>Presente de Aniversário</em></p>
<h2>CCBB:</h2>
<p>Temporada: 9 a <span id="OBJ_PREFIX_DWT393_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT418_com_zimbra_date" role="link">30 abril 2023 aos d</span></span>omingos, às 15h.</p>
<p>9 abril &#8211; <em>Sol, Chuva e Tapete</em></p>
<p>16 abril &#8211; <em>Cabe na Mala</em></p>
<p>23 abril &#8211; <em>Palavras Andantes</em></p>
<p>30 abril &#8211; <em>Conta um Causo, Ganha um Aplauso</em></p>
<p>A classificação é livre, indicado para crianças acima de 3 anos, com duração de 45 minutos.</p>
<p>A entrada é gratuita. Retire seu ingresso na bilheteria ou no <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p><em>*Estagiário sob supervisão de Akemi Nitahara</em></p>
</div>
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