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	<title>MapBiomas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>37% dos processos de mineração no Brasil apresentam irregularidades, aponta MapBiomas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/37-dos-processos-de-mineracao-no-brasil-apresentam-irregularidades-aponta-mapbiomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Mineração]]></category>
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		<category><![CDATA[Monitor da Mineração]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento inédito do Monitor da Mineração do MapBiomas, lançado nesta terça-feira (2), expôs a dimensão das inconsistências nos processos minerários ativos no Brasil. Dos 257.591 processos registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM), 95.740 — o equivalente a 37% — apresentam algum tipo de irregularidade. A plataforma organiza e cruza mais de 80 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento inédito do Monitor da Mineração do MapBiomas, lançado nesta terça-feira (2), expôs a dimensão das inconsistências nos processos minerários ativos no Brasil. Dos 257.591 processos registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM), 95.740 — o equivalente a 37% — apresentam algum tipo de irregularidade.</p>
<p>A plataforma organiza e cruza mais de 80 anos de dados oficiais com mapas anuais de cobertura e uso da terra, permitindo identificar sinais de extração em fases inadequadas, atuação em áreas protegidas e falhas documentais. Para o coordenador da equipe de Mineração do MapBiomas, César Diniz, o objetivo é ampliar a transparência e qualificar o controle público sobre o setor.<br />
“O Monitor reúne informações dispersas, destaca situações atípicas e as apresenta de forma clara e acessível, contribuindo para políticas de fiscalização e para o combate à atividade irregular”, explica.</p>
<h3>Falta de permissão é o principal problema</h3>
<p>A maior parte das inconsistências está ligada à ausência de autorização válida. Segundo a pesquisa, 84.466 processos (33%) não possuem concessão de lavra, registro de extração, licenciamento, permissão de lavra garimpeira ou autorização de pesquisa.<br />
Nesses casos, qualquer extração identificada é considerada irregular. “Sem título minerário apto, o processo é caracterizado como mineração em fase inapropriada”, afirma Diniz.</p>
<p>Além disso, 7.738 processos (3%) estão ativos em áreas proibidas por lei — incluindo terras indígenas, unidades de conservação de proteção integral, reservas extrativistas (Resex) e reservas particulares do patrimônio natural (RPPN).<br />
Outros 3.536 processos acumulam mais de uma irregularidade, com falhas tanto no procedimento quanto na localização da atividade.</p>
<h3>Bahia lidera em inconsistências; Pará concentra problemas territoriais</h3>
<p>Embora Minas Gerais tenha o maior número absoluto de processos minerários (20,4%), é a Bahia que registra o maior percentual de irregularidades: 53% das atividades cadastradas no estado apresentam inconsistência processual.</p>
<p>O Pará lidera dois indicadores sensíveis:</p>
<ul>
<li>inconsistência temporal (4,19%), quando a extração ocorre fora do período de vigência da autorização ou quando novas restrições territoriais surgem após a concessão da licença;</li>
<li>extração além dos limites autorizados (4,83%), o maior índice proporcional do país.</li>
</ul>
<h3>Inadimplência supera 56% nos últimos seis meses</h3>
<p>A plataforma também monitora o pagamento da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), tributo destinado a estados, municípios e à União para compensar os impactos da atividade.<br />
Nos processos em que há obrigatoriedade de recolhimento, 56,4% estão inadimplentes no período analisado.</p>
<h3>Ferramenta permite cruzamento de dados e emissão de laudos</h3>
<p>O Monitor da Mineração oferece visualização detalhada por estado, tipo de processo, fase e distribuição territorial. É possível filtrar informações, cruzar camadas de dados e até gerar laudos individuais com oito indicadores, incluindo imagens de satélite e mosaicos anuais.</p>
<p>Para Diniz, a ferramenta representa um marco no acompanhamento público do setor:<br />
“Com mais clareza e acessibilidade, todos conseguem identificar irregularidades com maior rapidez, acompanhar a evolução dos processos e agir de forma mais eficiente no enfrentamento de práticas ilegais.”</p>
<p>O estudo reforça a urgência de ampliar fiscalização, modernizar sistemas e fortalecer mecanismos de controle sobre um dos setores mais sensíveis e estratégicos do país.</p>
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		<title>Brasil já perdeu 33% das áreas naturais de seu território</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-ja-perdeu-33-das-areas-naturais-de-seu-territorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 13:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[redução da vegetação nativa]]></category>
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					<description><![CDATA[A cobertura e o uso da terra pela ação do homem no Brasil continuam a mudar aumentando os riscos climáticos, aponta um mapeamento divulgado, nesta quarta-feira (21), pela MapBiomas. De acordo com o estudo que analisa dados de 1985 a 2023, o país já acumula um saldo negativo de 33% das áreas naturais de seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cobertura e o uso da terra pela ação do homem no Brasil continuam a mudar aumentando os riscos climáticos, aponta um mapeamento divulgado, nesta quarta-feira (21), pela MapBiomas. De acordo com o estudo que analisa dados de 1985 a 2023, o país já acumula um saldo negativo de 33% das áreas naturais de seu território, que incluem a vegetação nativa dos biomas, superfície de água e áreas naturais não vegetadas, como praias e dunas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>“A perda da vegetação nativa nos biomas brasileiros tende a impactar negativamente a dinâmica do clima regional e diminui o efeito protetor durante eventos climáticos extremos”, explica o coordenador geral do MapBiomas, Tasso Azevedo.</p></blockquote>
<p>Nos últimos 39 anos, o Brasil perdeu 110 milhões de hectares dessas áreas, o que equivale a 13% do território do país, os outros 20% já haviam sofrido mudança anteriormente. Esse resultado também leva em consideração o mapeamento de vegetação nativa recuperada a partir de 2008, quando Código Florestal foi regulamentado pelo <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm" target="_blank" rel="noopener">Decreto nº 6.514</a> que estabeleceu mecanismos de sanção e compensação por danos ambientais.</p>
<figure id="attachment_79001" aria-describedby="caption-attachment-79001" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-79001" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-O-coordenador-geral-do-Mapbiomas-Tasso-Azevedo-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="O Coordenador Geral Do Mapbiomas, Tasso Azevedo - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-O-coordenador-geral-do-Mapbiomas-Tasso-Azevedo-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-O-coordenador-geral-do-Mapbiomas-Tasso-Azevedo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-O-coordenador-geral-do-Mapbiomas-Tasso-Azevedo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-79001" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; O coordenador-geral do Mapbiomas, Tasso Azevedo, durante o lançamento do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil 2023. O relatório traz um raio-x do desmatamento no Brasil em diferentes recortes territoriais e fundiários. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h2>Municípios</h2>
<p>Enquanto no território de 37% dos municípios brasileiros houve ganho de vegetação nativa, 45%, ou seja, quase metade dos 5.570 municípios do país tiveram saldo negativo na cobertura de área natural no período. Os outros 18% se mantiveram estáveis entre 2008 e 2023, ou seja, o saldo entre o ganho e perda das áreas naturais foram menores que 2% ao longo do período.</p>
<p>“A vegetação secundária já está classificada como floresta, incluída na área nativa em 2023. Então, ele pode ter sido desmatada ou teve uma queima severa e foi mapeada como pastagem, mas depois que ela recupera ela volta a ser considerada como floresta”, informou o coordenador técnico da Mapbiomas, Marcos Reis Rosa.</p>
<p>Os dados da Coleção 9 de mapas anuais de cobertura e uso da terra foram consolidados a partir do monitoramento de 29 mapas com análises, por exemplo, da cobertura do solo e uso da terra, a partir de diferentes recortes de território, como biomas, municípios, terras públicas e privadas. Na publicação, há novos mapas como o recorte de fitofisionomias, que são as características das vegetações regionalizadas, por exemplo.</p>
<h2>Biomas</h2>
<p>A partir desse volume de informação, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o Brasil manteve até 2023 apenas 64,5% da vegetação nativa, além das superfícies de água e áreas naturais não vegetadas, como praias e dunas, que correspondem a 2,5% do seu território. Dos 110 milhões de hectares de vegetação nativa suprimida, 55 milhões de hectares foram na Amazônia, 38 milhões de hectares no Cerrado, a Caatinga perdeu 8,6 milhões de hectares e 3,3 milhões de hectares perdidos estão no Pampa.</p>
<figure id="attachment_79002" aria-describedby="caption-attachment-79002" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-79002" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Pampa-Sul-Americano-perdeu-20-de-vegetacao-campestre-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C157&#038;ssl=1" alt="Pampa Sul Americano Perdeu 20% De Vegetação Campestre - Expresso Carioca" width="365" height="157" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Pampa-Sul-Americano-perdeu-20-de-vegetacao-campestre-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Pampa-Sul-Americano-perdeu-20-de-vegetacao-campestre-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C129&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Pampa-Sul-Americano-perdeu-20-de-vegetacao-campestre-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C65&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-79002" class="wp-caption-text">Pampa Sul-Americano perdeu 20% de vegetação campestre, diz MapBiomas. Foto: MapBiomas.Org &#8211; MapBiomas.Org</figcaption></figure>
<p>No Pantanal houve uma perda significativa na superfície de água, que em 1985 representava 21% dos 15,1 milhões de hectares do bioma no Brasil. Em 2023, a água passou a representar apenas 4% do território pantaneiro. Já as áreas de vegetação herbácea e arbustiva aumentaram de 36% em 1985 para 50% do bioma em 2023</p>
<blockquote><p>De acordo com o pesquisador Eduardo Vélez Martin, os dados disponibilizados na plataforma Mapbiomas permitem compreender a dinâmica territorial de maior ou menor aceleração da taxa de perda ao longo do tempo. “A gente vê por exemplo que o Cerrado e o Pampa têm uma perda proporcional muito alta, praticamente em torno de 27% e 28% do que tinha em 1985. Isso mostra uma tendência muito grande e acelerada de mudança nesses 39 anos, em contraste com outros biomas, por exemplo o Pantanal”, diz.</p></blockquote>
<h2>Florestas públicas</h2>
<figure id="attachment_78999" aria-describedby="caption-attachment-78999" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-78999" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Alto-Alegre-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="Alto Alegre - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Alto-Alegre-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Alto-Alegre-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/08/21-Alto-Alegre-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-78999" class="wp-caption-text">Alto Alegre (Roraima), Áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami vistas em sobrevoo ao longo do rio Mucajaí. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Pela primeira vez, foi realizado um recorte na perda de cobertura vegetal das florestas públicas não destinadas, ou seja, aquelas em que a União ainda não definiu o uso da terra, como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e concessões florestais e que representam 13% da Amazônia Legal. Atualmente, essas florestas ainda mantêm 92% de sua área coberta por vegetação nativa.</p>
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<p>Já nas florestas públicas destinadas, as Terras Indígenas são as áreas mais preservadas no país, onde a perda de vegetação nativa foi equivalente a menos de 1% em 39 anos. Elas correspondem a 13% de todo o território nacional.</p>
<h2>Áreas privadas</h2>
<p>As áreas naturais sofreram maior impacto em propriedades privadas, onde a perda foi de 28% em 39 anos. No total de 281 milhões de hectares convertidos pela ação do homem até 2023, 60% está em propriedades privadas. Houve uma expansão de 228% das áreas que foram convertidas em agricultura e 76% nas que passaram a ser pastagem, depois de 1985.</p>
<blockquote><p>Quando o relevo é analisado, foi observada uma diferença entre a zona rural e áreas urbanas. Terras mais planas foram mais afetadas no campo, onde regiões com inclinação de 0 a 3% perderam 20% de sua cobertura nativa. Já nas zonas urbanas, as áreas de encostas, com inclinação superior a 30%, foram as que sofreram redução da vegetação nativa, uma média de 3,3% ao ano.</p></blockquote>
<p>“Essa informação sobre a declividade pode ser um dos fatores para entendimento de outros processos como os erosivos, deslizamentos, infiltração da água no solo. Então, quando a gente pensa em risco climático, o tipo de terreno também é fundamental para pensar em zoneamento e áreas destinadas à conservação”, conclui a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e da Mapbiomas, Bárbara Costa.</p>
</div>
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