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	<title>Mãe Carmen &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Morre Mãe Carmen, ialorixá do Terreiro do Gantois, aos 98 anos, em Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Morreu na madrugada desta sexta-feira (26), aos 98 anos, Carmen Oliveira da Silva, conhecida como Mãe Carmen, ialorixá do Terreiro do Gantois, um dos mais tradicionais e respeitados templos do Candomblé no país, localizado em Salvador. Contadora aposentada do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, ela estava à frente do Ilé Iá Omi Axé [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Morreu na madrugada desta sexta-feira (26), aos 98 anos, Carmen Oliveira da Silva, conhecida como Mãe Carmen, ialorixá do Terreiro do Gantois, um dos mais tradicionais e respeitados templos do Candomblé no país, localizado em Salvador. Contadora aposentada do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, ela estava à frente do Ilé Iá Omi Axé Iamaxé desde 2002.</p>
<p>O falecimento foi comunicado em nota oficial pela Associação de São Jorge Ebé Oxóssi, que definiu Mãe Carmen como “guardiã da ancestralidade e herdeira de uma linhagem que pavimentou a história do Candomblé na Bahia e no Brasil”.</p>
<p>Filha caçula de Maria Escolástica da Conceição Nazareth, a histórica Mãe Menininha do Gantois, Mãe Carmen nasceu em 29 de dezembro de 1926, dentro da própria Casa do Candomblé. Iniciada aos sete anos, dedicou toda a vida aos saberes tradicionais, à espiritualidade e à preservação do axé, primeiro sob a liderança da mãe e, posteriormente, ao lado da irmã mais velha, Mãe Cleusa de Nanã, que comandou o Gantois entre 1986 e 1997.</p>
<p>Após a morte da irmã, Mãe Carmen assumiu a condução da casa com o compromisso de preservar a tradição e fortalecer os laços comunitários. “Assumiu com amor, coragem e responsabilidade a condução de uma Casa que é fé, memória e identidade”, destacou a associação, ressaltando seu papel como referência espiritual, educadora e zeladora da continuidade religiosa.</p>
<p>O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania divulgou nota de pesar, manifestando solidariedade à comunidade do Gantois. “Sua partida representa uma grande perda para o povo de santo, para a Bahia e para o país. Sua vida permanece como legado de sabedoria, firmeza espiritual e compromisso com a ancestralidade”, afirmou o órgão.</p>
<p>Mãe Carmen deixa duas filhas, três netos e quatro bisnetos, descritos pela associação como a “expressão viva da continuidade, da memória e do futuro” de seu legado.</p>
<p>O comunicado também destacou o simbolismo de sua morte ter ocorrido em uma sexta-feira, dia consagrado a Oxalá, seu orixá de cabeça. “Nos despedimos de sua presença física, mas afirmamos com convicção: seu axé permanece”, conclui a nota.</p>
<p>O velório acontece na tarde desta sexta-feira, no Terreiro do Gantois, onde Mãe Carmen recebe homenagens até este sábado (27), quando será sepultada em Salvador.</p>
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