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	<title>Maceió &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Maceió &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Marisqueiras afetadas por crime da Braskem pedem apoio do Governo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/marisqueiras-afetadas-por-crime-da-braskem-pedem-apoio-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 18:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crime da Braskem]]></category>
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		<category><![CDATA[Reivindicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Marisqueiras e pescadoras de Alagoas, impactadas pelo crime ambiental da Braskem, se reuniram nesta quinta-feira (20) com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, para solicitar apoio do governo federal na recuperação de suas condições de trabalho e renda. O afundamento de bairros inteiros em Maceió, causado pela exploração de sal-gema, afetou cerca de 60 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marisqueiras e pescadoras de Alagoas, impactadas pelo crime ambiental da Braskem, se reuniram nesta quinta-feira (20) com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, para solicitar apoio do governo federal na recuperação de suas condições de trabalho e renda. O afundamento de bairros inteiros em Maceió, causado pela exploração de sal-gema, afetou cerca de 60 mil pessoas, incluindo aquelas que dependem da pesca do marisco para sobreviver.</p>
<p>A presidente da Federação dos Pescadores e Aquicultores de Alagoas (Fepeal), Maria Silva Santos, destacou que muitas trabalhadoras foram forçadas a se deslocar para locais distantes, a mais de duas horas de suas áreas tradicionais de pesca. Além da perda de território e moradia, as marisqueiras relataram contaminação da água e redução da renda familiar.</p>
<p>“Sofremos vários tipos de violência, incluindo racismo ambiental, além da poluição dos rios e mares”, afirmou Ana Paula Santos, representante da Rede de Mulheres Pescadoras da Costa dos Corais.</p>
<h3><strong>Tradição e Desafios da Categoria</strong></h3>
<p>A ministra Cida Gonçalves garantiu que o governo buscará soluções, envolvendo outros ministérios, para acelerar respostas às demandas das pescadoras. Segundo Maria Silva Santos, muitas mulheres escolheram essa profissão por tradição familiar e enfrentam dificuldades para manter a atividade.</p>
<p>Atualmente, Alagoas conta com 20.643 pescadores artesanais, sendo 58% mulheres, de acordo com o Sistema de Registro Geral da Atividade Pesqueira (2023). A maioria dessas trabalhadoras tem renda inferior a <strong>um salário mínimo</strong>, e um novo levantamento está em andamento para dimensionar a realidade da categoria.</p>
<h3><strong>Impacto das Mudanças Climáticas na Pesca</strong></h3>
<p>Além dos problemas ambientais causados pela Braskem, as mudanças climáticas têm dificultado a pesca. A representante das marisqueiras destacou a redução do sururu, devido à alteração do regime de chuvas, que torna a água mais salobra e afeta a reprodução da espécie.</p>
<p>A secretária estadual da Mulher e dos Direitos Humanos, Maria Silva, afirmou que as políticas públicas voltadas para essas trabalhadoras devem considerar dignidade, segurança, saúde e educação para garantir que possam sustentar suas famílias.</p>
<h3><strong>Casa da Mulher Brasileira e Combate à Violência de Gênero</strong></h3>
<p>Durante a visita a Alagoas, a ministra Cida Gonçalves assinou com o governador Paulo Dantas o contrato para a construção da Casa da Mulher Brasileira (CMB) de Maceió, um investimento de R$ 19 milhões. A unidade oferecerá serviços de acolhimento, apoio psicológico, delegacia especializada, juizado, Ministério Público, Defensoria Pública e assistência para autonomia econômica das mulheres.</p>
<p>O governo estadual também formalizou a adesão ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios (PNPF), lançado em 2024. “Precisamos unir forças para promover mudanças culturais e fortalecer políticas públicas para combater a violência contra as mulheres”, afirmou a ministra.</p>
<p>A secretária Maria Silva destacou que a Casa da Mulher Brasileira será um refúgio para mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo suporte para que possam reconstruir suas vidas.</p>
<p>Com o compromisso do governo federal, as marisqueiras esperam que suas reivindicações sejam atendidas e que possam retomar suas atividades com dignidade e segurança.</p>
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		<title>ANM questiona rigor das informações que Braskem forneceu sobre minas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anm-questiona-rigor-das-informacoes-que-braskem-forneceu-sobre-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 20:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[GT-SAL]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Mundaú]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[Um recente parecer técnico da Agência Nacional de Mineração (ANM) questiona a exatidão das informações que a petroquímica Braskem vinha fornecendo sobre as medidas adotadas para fechar as 35 frentes de extração e remoção de sal-gema das minas que a empresa e suas antecessoras exploraram em Maceió, entre 1976 e 2019. “Diante da materialização da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Um recente parecer técnico da Agência Nacional de Mineração (ANM) questiona a exatidão das informações que a petroquímica Braskem vinha fornecendo sobre as medidas adotadas para fechar as 35 frentes de extração e remoção de sal-gema das minas que a empresa e suas antecessoras exploraram em Maceió, entre 1976 e 2019.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Diante da materialização da ocorrência registrada no mês de novembro de 2023, na área da frente de lavra M#18, há necessidade de esclarecimento em relação ao critério utilizado na avaliação do risco da ocorrência de novos abatimentos abruptos uma vez que tal critério define a tomada de decisão sobre o método de fechamento da frente de lavra a ser adotado”, apontam os técnicos do grupo de trabalho (GT-SAL) responsável por analisar os documentos periodicamente apresentados pela Braskem e pelas empresas de consultoria contratadas pela petroquímica.</p>
<p>A frente de lavra M#18 ao qual os especialistas da ANM se referem no documento a que a Agência Brasil teve acesso nesta quinta-feira (1º) ficou popularmente conhecida como mina nº 18. Parte dela se rompeu em 10 dezembro. O instante em que o solo cedeu, abrindo um buraco (uma dolina ou <em>sinkhole</em>, como é classificada no parecer) sob as águas da Lagoa Mundaú, foi registrado por câmeras de segurança que flagraram o redemoinho que se formou quando a água invadiu a caverna subterrânea resultante de décadas de exploração do sal-gema.</p>
<p>No documento, os técnicos da ANM se dizem surpresos com a “inesperada ocorrência”, já que o conjunto de informações anteriormente fornecido pela empresa “não se mostrou preciso.”</p>
<p>“O Grupo Técnico denominado GT-Sal vem avaliando as análises e conclusões dos Relatórios Consolidados Mensais apresentados pela empresa, bem como as análises e recomendações das consultorias contratadas para realização dos estudos do comportamento e da movimentação do terreno”, explicam os técnicos.</p>
<p>“De tais avaliações, verificou-se que, de acordo com os resultados e estimativas apresentadas, a possibilidade de ocorrência de <em>sinkhole</em> seria uma hipótese remota de ocorrência, com indicação de redução progressiva do risco associado, porém jamais descartada [&#8230;]”, acrescentam os especialistas, destacando que, com base no que vinha sendo reportado, a frente de lavra M#18 tinha sido inserida no grupo de cavidades a serem preenchidas com material sólido – processo que estava começando quando parte dela se rompeu, o que, na avaliação do grupo técnico, “indica que toda a bacia ainda apresenta sinais de instabilidade&#8221;.</p>
<p>“Todos os elementos levantados, monitorados individualmente ou em conjunto, não permitem, atualmente, definir ou estimar, com suficiente grau de certeza, o comportamento do maciço, [conforme] demonstrado pela movimentação atípica no entorno da frente de lavra M#18”, concluem os técnicos, alertando que “ocorrências semelhantes não podem ser descartadas em outros setores [cavidades] da mina, no decorrer do tempo, visto que a subsidência [afundamento] continua ativa.”</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Considerando a “surpreendente e inesperada ocorrência abrupta” em parte da mina e outras constatações, os membros do grupo técnico sugerem à Gerência Regional da ANM em Alagoas exija que a Braskem apresente, no prazo legal, um relatório apontando as causas, consequências e justificativas para o rompimento de parte da mina, além da análise de risco de eventos semelhantes voltarem a ocorrer em outros pontos monitorados.</p>
<p>Entre outras medidas, o GT-Sal também propõem que sejam cobrados, da empresa, uma justificativa técnica para ainda não ter iniciado o preenchimento de outras frentes de lavra, bem como um gráfico atualizado sobre o acompanhamento de tendência de afundamento do solo e um cronograma de fechamento de frentes de lavra que estão sendo monitoradas, mas em relação às quais ainda não há definição quanto ao método a ser empregado (M#03, M#15, M#20, M#21, M#29 e M#34).</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>Consultada, a Braskem confirmou já ter recebido cópia do parecer técnico da ANM, à qual “vai responder no prazo solicitado”. A empresa assegura que todas as frentes de lavra e cavidades são monitoradas por vários instrumentos e métodos diferentes, “em alguns casos de forma redundante.”</p>
<p>“A Braskem reitera que instalou na região uma das redes de monitoramento mais modernas e robustas do país, com equipamentos que transmitem informações em tempo real, e todos os dados são compartilhados, também em tempo real, com os órgãos competentes”, informou a companhia, assegurando que a própria ANM já atestou que a referida rede atende satisfatoriamente aos objetivos de monitoramento da área e que vem adotando as medidas para o fechamento definitivo dos poços de sal, conforme plano apresentado às autoridades públicas e aprovado pela agência. “Esse plano registra 70% de avanço das ações, e a conclusão dos trabalhos está prevista para meados de 2025.”</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Pedido de Bloqueio de R$ 1 Bilhão da Braskem é Negado pela Justiça</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pedido-de-bloqueio-de-r-1-bilhao-da-braskem-e-negado-pela-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2023 15:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[afundamento de solo]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal em Alagoas rejeitou, no dia 23 deste mês, um pedido conjunto do Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública da União (DPU) para bloquear R$ 1 bilhão nas contas da mineradora Braskem. A solicitação visava garantir a inclusão de novos imóveis em um programa de compensação financeira para os moradores do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal em Alagoas rejeitou, no dia 23 deste mês, um pedido conjunto do Ministério Público Federal (MPF) e da Defensoria Pública da União (DPU) para bloquear R$ 1 bilhão nas contas da mineradora Braskem. A solicitação visava garantir a inclusão de novos imóveis em um programa de compensação financeira para os moradores do bairro Bom Parto, uma das localidades de Maceió impactadas pela exploração de sal-gema. O pedido fazia parte de um dos processos movidos contra a empresa.</p>
<p>A decisão do juiz André Tobias Granja argumentou que o bloqueio deveria ser analisado com cautela, destacando que já existe um título executivo provisório nos autos que pode ser executado no cumprimento individual de sentença coletiva. O magistrado considerou que não há a necessidade de garantir uma execução futura.</p>
<p>Diversos bairros em Maceió têm enfrentado problemas relacionados ao desgaste do solo causado pela exploração de sal-gema ao longo dos anos. A Braskem, empresa responsável pela exploração, abriu jazidas no subsolo, resultando em falhas graves no processo de mineração que causaram instabilidade no solo. Em 2020, pelo menos três bairros da capital alagoana precisaram ser completamente evacuados devido a tremores de terra que abalaram a estrutura dos imóveis. O sal-gema é um tipo de sal utilizado na indústria química.</p>
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		<title>Polícia Federal desencadeia Operação Lágrimas de Sal para investigar crimes na exploração de sal-gema em Maceió</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Lágrimas de Sal, com o objetivo de investigar possíveis crimes relacionados à exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió ao longo de várias décadas. A exploração do sal-gema na capital alagoana, que se estendeu de 1976 a 2019, resultou em sérios danos, causando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira (21), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Lágrimas de Sal, com o objetivo de investigar possíveis crimes relacionados à exploração de sal-gema pela Braskem em Maceió ao longo de várias décadas.</p>
<p>A exploração do sal-gema na capital alagoana, que se estendeu de 1976 a 2019, resultou em sérios danos, causando instabilidade no solo de bairros como Pinheiro, Mutange, Bebedouro e áreas adjacentes. A situação forçou a evacuação de mais de 60 mil residentes, tornando a região inabitável devido aos riscos de desmoronamento de casas, ruas e fechamento de comércios.</p>
<p>A PF conduziu investigações que revelaram indícios de que as práticas de mineração adotadas no local não estavam em conformidade com os parâmetros de segurança estabelecidos na literatura científica e nos planos de lavra correspondentes, cujo propósito era garantir a estabilidade das minas e a segurança da população local.</p>
<figure id="attachment_71639" aria-describedby="caption-attachment-71639" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/12/21-Exploracao-de-sal-gema-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-71639" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/12/21-Exploracao-de-sal-gema-Expresso-Carioca.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="Exploração De Sal Gema - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/12/21-Exploracao-de-sal-gema-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/12/21-Exploracao-de-sal-gema-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/12/21-Exploracao-de-sal-gema-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71639" class="wp-caption-text">Exploração de sal-gema &#8211; Foto Tawatchai/Freepik</figcaption></figure>
<p>As apurações até o momento indicam a possível apresentação de dados falsos e omissão de informações cruciais aos órgãos públicos encarregados da fiscalização, permitindo a continuidade das atividades, mesmo quando já existiam problemas de estabilidade nas cavidades de sal e sinais de subsidência do solo acima das minas.</p>
<p>A PF informou que os envolvidos poderão responder por crimes que incluem poluição qualificada, usurpação de recursos da União, apresentação de estudos ambientais falsos ou enganosos, inclusive por omissão, entre outros delitos.</p>
<p>Cerca de 60 policiais federais estão cumprindo 14 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados nas cidades de Maceió, Rio de Janeiro e Aracaju, com os mandados expedidos pela Justiça Federal de Alagoas.</p>
<p>A Operação Lágrimas de Sal recebeu esse nome em alusão ao sofrimento infligido à população devido à atividade de exploração de sal-gema.</p>
<p>Em resposta à operação, a Braskem divulgou uma nota informando que está acompanhando os desdobramentos e está à disposição das autoridades, reiterando seu compromisso em prestar todas as informações necessárias ao longo do processo.</p>
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		<title>O que é o sal-gema e por que sua extração gerou problemas em Maceió?</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/o-que-e-o-sal-gema-e-por-que-sua-extracao-gerou-problemas-em-maceio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 13:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[Sal-gema]]></category>
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					<description><![CDATA[Parte dos moradores de Maceió vivem dias de tensão. Na última quarta-feira (29), a prefeitura da capital alagoana decretou situação de emergência diante do iminente colapso em uma das minas de sal-gema exploradas pela petroquímica Braskem no bairro do Mustange. É mais um capítulo de uma história que se arrasta desde 2018, quando foram registrados afundamentos em cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Parte dos moradores de Maceió vivem dias de tensão. Na última quarta-feira (29), a prefeitura da capital alagoana decretou situação de emergência diante do iminente colapso em uma das minas de sal-gema exploradas pela petroquímica Braskem no bairro do Mustange. É mais um capítulo de uma história que se arrasta desde 2018, quando foram registrados afundamentos em cinco bairros. Estima-se que cerca de 60 mil residentes tiveram que se mudar do local e deixar para trás os seus imóveis.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O risco de colapso em uma das 35 minas de responsabilidade da Braskem vem sendo monitorado pela Defesa Civil de Maceió e foi detectado devido ao avanço no afundamento. A petroquímica confirma que pode ocorrer um grande desabamento da área, mas afirma que existe também a possibilidade de que o solo se acomode. Um eventual colapso geraria um tremor de terra e tem potencial para abrir uma cratera maior que o estádio do Maracanã. As consequências, no entanto, ainda são incertas. O governo federal também acompanha a situação.</p>
<p>Mas o que é o sal-gema? Diferente do sal que geralmente usamos na cozinha, que é obtido do mar, o sal-gema é encontrado em jazidas subterrâneas formadas há milhares de anos a partir da evaporação de porções do oceano. Por esta razão, o cloreto de sódio é acompanhado de uma variedade de minerais.</p>
<p>Designado também por halita, o sal-gema é comercializado para uso na cozinha. Muito comum nos supermercados, o sal extraído no Himalaia, que possui uma tonalidade rosa devido às características locais, é um sal-gema.</p>
<p>No entanto, o sal-gema é também uma matéria-prima versátil para a indústria química. É empregado, por exemplo, na produção de soda cáustica, ácido clorídrico, bicarbonato de sódio, sabão, detergente e pasta de dente, enfim, na fabricação de produtos de limpeza e de higiene e em produtos farmacêuticos.</p>
<h2>Indústria</h2>
<p>Inicialmente, a exploração em Maceió se voltou para a produção de dicloroetano, substância empregada na fabricação de PVC. Não por acaso, desde que inaugurou em 2012 uma unidade industrial na cidade de Marechal Deodoro, vizinha a Maceió, a Braskem se tornou a maior produtora de PVC do continente americano. Outras indústrias, como a de celulose e de vidro, também empregam o sal-gema em seus processos.</p>
<p>A exploração de sal-gema, como outros minerais, depende de licenciamento ambiental. A exploração é fiscalizada pela Agência Nacional de Mineração (ANM). No mercado internacional, o Brasil é um ator relevante. Segundo dados da ANM, foram 7 milhões de toneladas em 2002. O ranking do ano passado, no entanto, mostra que os três líderes mundiais têm produção muito mais robusta que todos os demais: China (64 milhões de toneladas), Índia (45 milhões) e Estados Unidos (42 milhões).</p>
<p>Em Maceió, a exploração das minas teve início em 1976 pela empresa Salgema Indústrias Químicas, que logo foi estatizada e mais tarde novamente privatizada. Em 1996, mudou de nome para Trikem e, em 2002, funde-se com outras empresas menores tornando-se finalmente Braskem, com controle majoritário do Grupo Novonor, antigo Grupo Odebrecht. A Petrobras também possui participação acionária na empresa, com 47% das ações, dividindo o controle acionário com a Novonor. Atualmente, a Braskem desenvolve atividades não apenas no Brasil, como também em outros países como Estados Unidos, México e Alemanha.</p>
<h2>Escavação</h2>
<p>A exploração em Maceió envolvia a escavação de poços até a camada de sal, que pode estar há mais de mil metros de profundidade. Então, injetava-se água para dissolver o sal-gema e formar uma salmoura. Em seguida, usando um sistema de pressão, a solução era trazida até a superfície. Ao fim da extração, esses poços precisam ser preenchidos com uma solução líquida para manter a estabilidade do solo.</p>
<p>O problema em Maceió ocorreu por vazamento dessa solução líquida, deixando buracos na camada de sal. Uma hipótese já levantada por pesquisadores é de que a ocorrência tenha relação com falhas geológicas na região. Consequentemente, a instabilidade no solo levou a um tremor de terra sentido em março de 2018. O evento causou os afundamentos nos cinco bairros: Pinheiro, Mustange, Bebedouro, Bom Parto e Farol.</p>
<p>Com novos tremores e o surgimento de rachaduras em casas e ruas, a Braskem anunciou o fim da exploração das minas em maio de 2019. A petroquímica diz que já foi pago R$ 3,7 bilhões em indenizações e auxílios financeiros para moradores e comerciantes desses bairros. Uma parcela dos atingidos busca reparação através de processos judiciais. O caso também é discutido em ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>
</div>
</div>
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		<title>Observatório do CNJ vai acompanhar situação de emergência em Maceió</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/observatorio-do-cnj-vai-acompanhar-situacao-de-emergencia-em-maceio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 13:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afundamento do solo]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem. De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais questões com grande repercussão.</p>
<p>A questão do afundamento provocado pela mina é acompanhada pelo observatório desde 2019. Estão em tramitação na Justiça pelo menos três ações civis públicas que tratam dos danos ambientais provocados pela empresa e para anular o acordo feito pela prefeitura de Maceió para indenização pelos prejuízos causados com o afundamento.</p>
<p>Mais cedo, o governo federal autorizou o reconhecimento do estado de situação de emergência na capital alagoana.</p>
<p>A situação é mais grave nos bairros de Mutange, Pinheiro e Bebedouro, que sofreram nos últimos dias abalos sísmicos devido à movimentação da cavidade de uma das minas da Braskem.</p>
<p>Ontem (30), a prefeitura de Maceió decretou situação de emergência por 180 dias por causa do iminente colapso da mina 18, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população está restrita na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.</p>
<p>A Defesa Civil de Maceió informou que a última medição apontou que a movimentação vertical acumulada na área é de 1,42 metro e a velocidade vertical é de 2,6 centímetros por hora.</p>
<p>Em nota, a Braskem disse que continua mobilizada e monitorando a situação da mina 18, tomando as medidas cabíveis para minimização do impacto de possíveis ocorrências e que a área está isolada desde terça-feira (28). A empresa ressalta que a região está desabitada desde 2020.</p>
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