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	<title>Lula &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Lula &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula cobra ação dos países ricos no G7 e alerta para avanço das desigualdades globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 23:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Évian]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante sua participação na Cúpula do G7, realizada na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a pressionar as maiores economias do planeta a assumirem compromissos mais efetivos no enfrentamento das desigualdades globais. O encontro reúne os líderes de Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão, além de países convidados, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante sua participação na Cúpula do G7, realizada na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a pressionar as maiores economias do planeta a assumirem compromissos mais efetivos no enfrentamento das desigualdades globais. O encontro reúne os líderes de Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão, além de países convidados, entre eles o Brasil.</p>
<p>Ao discursar na sessão dedicada às parcerias internacionais para o desenvolvimento, Lula destacou a necessidade de ampliar os recursos destinados aos países mais pobres e criticou a redução dos investimentos internacionais voltados ao combate da pobreza, à segurança alimentar, à proteção ambiental e à adaptação às mudanças climáticas. Segundo o governo brasileiro, a diminuição desses recursos tem ampliado dificuldades enfrentadas por nações em desenvolvimento em diversas regiões do mundo.</p>
<p>A posição defendida pelo presidente brasileiro também inclui críticas ao aumento de medidas protecionistas adotadas por grandes economias. Para o Brasil, a imposição de barreiras comerciais e o enfraquecimento das regras multilaterais afetam diretamente países emergentes, que acabam sofrendo impactos econômicos sem participar das decisões centrais que moldam o comércio internacional.</p>
<p>Outro ponto central da agenda brasileira no encontro é a defesa de uma reforma da governança global. Lula pretende reforçar a necessidade de modernização de instituições criadas no período pós-Segunda Guerra Mundial, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial do Comércio (OMC), argumentando que a estrutura atual não reflete o peso econômico e político dos países em desenvolvimento no cenário internacional.</p>
<p>A diplomacia brasileira avalia que organismos multilaterais precisam ser atualizados para garantir maior representatividade às economias emergentes e ampliar a participação do chamado Sul Global nos processos decisórios internacionais. A proposta faz parte de uma estratégia defendida pelo governo brasileiro em fóruns como G20, Brics e Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Além das discussões sobre desenvolvimento econômico, Lula também pretende utilizar a reunião para reforçar temas ligados à agenda climática. O governo brasileiro busca mobilizar apoio internacional para iniciativas que serão debatidas durante a COP30, marcada para acontecer em Belém, no Pará, em novembro deste ano. Entre as prioridades estão o financiamento climático para países em desenvolvimento e a proteção das florestas tropicais.</p>
<p>Esta é a décima participação de Lula em uma cúpula do G7 como convidado. A presença brasileira ocorre em um contexto marcado por tensões comerciais, disputas geopolíticas e debates sobre financiamento internacional, temas que devem dominar as discussões entre os líderes presentes no encontro.</p>
<p>Ao longo da reunião, o governo brasileiro busca reforçar a mensagem de que desafios globais como fome, pobreza, mudanças climáticas e desigualdade exigem respostas coletivas e maior comprometimento das nações mais ricas com o desenvolvimento sustentável dos países mais vulneráveis.</p>
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		<title>Governo revoga imposto sobre compras internacionais de até US$ 50</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-revoga-imposto-sobre-compras-internacionais-de-ate-us-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa das blusinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que extingue a cobrança de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 realizadas em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A tributação ficou popularmente conhecida como “taxa das blusinhas” e havia sido implementada em 2024 dentro do programa Remessa Conforme. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que extingue a cobrança de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 realizadas em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A tributação ficou popularmente conhecida como “taxa das blusinhas” e havia sido implementada em 2024 dentro do programa Remessa Conforme.</p>
<p>Com a mudança, os consumidores continuarão pagando apenas o ICMS estadual nas compras feitas em sites internacionais. A nova regra começa a valer após a publicação da medida provisória em edição extraordinária do Diário Oficial da União.</p>
<p>Durante o anúncio oficial, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a decisão foi possível após avanços no combate ao contrabando e na regularização das plataformas de comércio eletrônico que atuam no país.</p>
<blockquote><p>“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”.</p></blockquote>
<p>Segundo o governo federal, a retirada da cobrança deve beneficiar principalmente consumidores de baixa renda, que utilizam plataformas internacionais para comprar itens de pequeno valor.</p>
<p>A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que o apelido dado ao imposto não representa a variedade de produtos adquiridos pelos consumidores brasileiros em sites estrangeiros.</p>
<blockquote><p>“Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”.</p></blockquote>
<p>Já o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que a maior parte das compras internacionais feitas nessas plataformas envolve produtos populares e de baixo custo.</p>
<blockquote><p>“Os números mostram que a maior parte das compras, de fato, é de baixo valor. Está associado ao consumo popular”.</p></blockquote>
<p>A cobrança havia sido criada com o objetivo de ampliar a fiscalização sobre importações realizadas em plataformas digitais e reduzir fraudes no comércio eletrônico internacional. O imposto era aplicado diretamente no momento da compra.</p>
<p>A decisão provocou reações diferentes entre setores econômicos. Entidades ligadas à indústria e ao varejo criticaram a medida e alegaram que a mudança amplia a concorrência desigual entre fabricantes brasileiros e empresas estrangeiras. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e representantes do setor têxtil afirmam que a retirada do imposto pode afetar empregos e reduzir investimentos no mercado nacional.</p>
<p>Por outro lado, empresas e associações ligadas às plataformas digitais comemoraram a revogação da cobrança. O setor avalia que o imposto encarecia compras feitas por consumidores das classes C, D e E e reduzia o poder de consumo da população.</p>
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		<title>Lula reforça parceria estratégica com os EUA, mas destaca defesa da soberania brasileira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-reforca-parceria-estrategica-com-os-eua-mas-destaca-defesa-da-soberania-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:26:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o Brasil pretende ampliar sua cooperação com os Estados Unidos em setores estratégicos, mantendo, porém, a defesa da soberania nacional como prioridade nas negociações entre os dois países. A declaração foi divulgada após o encontro realizado nesta semana entre Lula e o presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o Brasil pretende ampliar sua cooperação com os Estados Unidos em setores estratégicos, mantendo, porém, a defesa da soberania nacional como prioridade nas negociações entre os dois países.</p>
<p>A declaração foi divulgada após o encontro realizado nesta semana entre Lula e o presidente norte-americano Donald Trump, em Washington. Segundo o governo brasileiro, a reunião abordou temas ligados ao comércio bilateral, tarifas de exportação, combate ao crime organizado e exploração de minerais considerados estratégicos para a economia global.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que o diálogo entre os dois países seguirá avançando nos próximos meses. O presidente ressaltou que o Brasil pretende fortalecer acordos internacionais sem abrir mão de sua independência política e econômica.</p>
<p>O encontro entre os chefes de Estado ocorreu na Casa Branca e teve duração superior a três horas. Além das conversas diplomáticas, as delegações discutiram medidas para reduzir tensões comerciais existentes entre os dois países. Um dos pontos centrais foi a criação de um grupo de trabalho com prazo de 30 dias para apresentar propostas relacionadas a tarifas e investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.</p>
<p>Outro tema debatido foi a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional. Lula destacou a atuação da Polícia Federal brasileira e afirmou que o país possui experiência no enfrentamento ao tráfico de drogas e armas. O presidente também mencionou a possibilidade de participação norte-americana em uma nova base de integração policial instalada em Manaus para reforçar ações de segurança nas fronteiras sul-americanas.</p>
<p>As conversas também incluíram o interesse dos Estados Unidos em minerais críticos e estratégicos existentes no território brasileiro. Esses recursos são considerados fundamentais para setores tecnológicos e industriais, especialmente nas áreas de energia, defesa e produção de semicondutores.</p>
<p>Segundo integrantes do governo brasileiro, a estratégia é ampliar investimentos internacionais preservando a autonomia nacional sobre recursos naturais e decisões econômicas. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o país busca atrair capital estrangeiro sem restringir negociações a um único parceiro internacional.</p>
<p>A aproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos acontece em meio a tentativas de reequilibrar as relações comerciais e políticas entre os dois países após anos de divergências em temas internacionais e econômicos. Apesar das diferenças ideológicas entre Lula e Trump, o governo brasileiro avalia que o diálogo pode gerar avanços em áreas consideradas estratégicas para ambos os lados.</p>
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		<title>Moraes abre investigação contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-abre-investigacao-contra-flavio-bolsonaro-por-suposta-calunia-contra-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão tem como base uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X, em janeiro deste ano, na qual ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A decisão tem como base uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X, em janeiro deste ano, na qual ele atribuiu ao chefe do Executivo a participação em crimes como tráfico internacional, lavagem de dinheiro, apoio a grupos terroristas e fraude eleitoral.</p>
<p>Segundo o entendimento do ministro, a mensagem pode configurar imputação falsa de crimes, elemento central para a caracterização do delito de calúnia. A abertura do inquérito atende a uma solicitação da Polícia Federal, com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República.</p>
<p>A investigação deverá apurar se houve intenção deliberada de atribuir fatos criminosos sem comprovação ao presidente da República. O caso será conduzido no âmbito do STF, uma vez que Flávio Bolsonaro possui foro privilegiado por exercer mandato no Senado.</p>
<p>A apuração ocorre em um contexto de acirramento político e uso intensivo das redes sociais como ferramenta de debate público. A depender das conclusões da investigação, o caso pode evoluir para denúncia formal e eventual ação penal.</p>
<p>Com a decisão, o Supremo dá início a mais um procedimento envolvendo declarações feitas por autoridades públicas em plataformas digitais, tema que tem sido alvo crescente de análise jurídica diante do impacto dessas manifestações na esfera política e institucional.</p>
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		<item>
		<title>Lula confirma Alckmin como vice e inicia reorganização do governo para eleições de 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-confirma-alckmin-como-vice-e-inicia-reorganizacao-do-governo-para-eleicoes-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ministros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente que Geraldo Alckmin permanecerá como candidato a vice-presidente na chapa governista para as eleições de 2026. A confirmação ocorreu durante reunião ministerial realizada nesta terça-feira (31), no Palácio do Planalto, que também serviu como despedida para integrantes do governo que deixarão seus cargos para disputar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou oficialmente que Geraldo Alckmin permanecerá como candidato a vice-presidente na chapa governista para as eleições de 2026. A confirmação ocorreu durante reunião ministerial realizada nesta terça-feira (31), no Palácio do Planalto, que também serviu como despedida para integrantes do governo que deixarão seus cargos para disputar o pleito.</p>
<p>O encontro marcou o início de uma reorganização na equipe ministerial. Segundo o presidente, ao menos 18 dos 37 ministros devem se afastar das funções para concorrer a cargos eletivos, respeitando o prazo legal de desincompatibilização, que se encerra no início de abril.</p>
<p>Entre os que deixam o governo está o próprio Alckmin, que acumula a vice-presidência com o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A legislação eleitoral permite que presidente e vice disputem a reeleição sem necessidade de renúncia, mas exige afastamento para aqueles que pretendem concorrer a outros cargos.</p>
<p>Durante a reunião, Lula também fez críticas ao cenário político atual, apontando uma crescente distorção no funcionamento do sistema eleitoral. O presidente afirmou que o alto custo das campanhas compromete a qualidade da representação e defendeu a necessidade de mudanças para recuperar a credibilidade da política no país.</p>
<p>Além das definições eleitorais, o chefe do Executivo indicou que não pretende realizar uma ampla reforma ministerial para substituir os titulares que sairão. A estratégia será manter a estrutura atual, com secretários-executivos e integrantes das equipes assumindo interinamente as pastas, garantindo continuidade administrativa até o fim do mandato.</p>
<p>A decisão de manter Geraldo Alckmin na chapa reforça a aliança política construída nas eleições anteriores, considerada estratégica para ampliar o apoio em diferentes setores da sociedade e regiões do país. O movimento também sinaliza estabilidade na composição do grupo que disputará a sucessão presidencial em outubro.</p>
<p>Com a definição da candidatura e a saída gradual de ministros, o governo entra em uma nova fase, conciliando a gestão administrativa com o início da articulação eleitoral para 2026.</p>
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		<item>
		<title>Lula expressa preocupação com a guerra no Irã e defende fortalecimento da defesa nacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-expressa-preocupacao-com-a-guerra-no-ira-e-defende-fortalecimento-da-defesa-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Cyril Ramaphosa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a manifestar sua preocupação com a escalada do conflito no Oriente Médio — especialmente a guerra envolvendo o Irã — e ressaltou, nesta segunda-feira (9), a importância de o Brasil reforçar sua capacidade de defesa e tecnologia militar. As declarações foram dadas durante encontro com o presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a manifestar sua preocupação com a escalada do conflito no Oriente Médio — especialmente a guerra envolvendo o Irã — e ressaltou, nesta segunda-feira (9), a importância de o Brasil reforçar sua capacidade de defesa e tecnologia militar. As declarações foram dadas durante encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, no Palácio do Planalto, em Brasília.</p>
<p>Ao comentar o cenário internacional, Lula afirmou que é necessário fortalecer a defesa dos dois países, destacando que “Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente”.  Ele propôs ainda que Brasil e África do Sul unam esforços para desenvolver equipamentos militares e artigos de autodefesa, reduzindo a dependência de fornecedores externos e criando um mercado conjunto para a indústria bélica dos dois países.</p>
<figure id="attachment_89146" aria-describedby="caption-attachment-89146" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89146" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-brasileiro-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Brasileiro Luiz Inacio Lula Da Silva - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-brasileiro-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-brasileiro-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-brasileiro-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-brasileiro-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89146" class="wp-caption-text">&#8220;Não precisamos ficar comprando dos &#8216;Senhores das Armas&#8217;. Nós poderemos produzi&#8221;, destacou Lula &#8211; Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência-Brasil</figcaption></figure>
<p>Lula reforçou que a América do Sul se caracteriza historicamente como uma região de paz, sem armas nucleares, e que tecnologias avançadas brasileiras, como drones, têm aplicações civis, como na agricultura e na ciência, e não para fins de guerra. Ele também defendeu que essa aproximação estratégica se dê no contexto mais amplo de cooperação entre países do Sul Global, buscando autonomia e maior protagonismo industrial e tecnológico.</p>
<p>O presidente brasileiro afirmou ainda que está “profundamente preocupado” com o agravamento das hostilidades no Oriente Médio, que têm provocado aumento nos preços globais do petróleo e afetado cadeias de energia, insumos e alimentos no mundo. Lula ressaltou que “o diálogo e a diplomacia constituem o único caminho viável para a construção de uma solução duradoura” ao comentar os impactos humanitários e econômicos do conflito, que se intensificou após ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra o Irã no fim de fevereiro.</p>
<figure id="attachment_89147" aria-describedby="caption-attachment-89147" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89147" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-da-Africa-do-Sul-esta-em-visita-oficial-ao-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Presidente Da África Do Sul Está Em Visita Oficial Ao Brasil - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-da-Africa-do-Sul-esta-em-visita-oficial-ao-Brasil-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-da-Africa-do-Sul-esta-em-visita-oficial-ao-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-da-Africa-do-Sul-esta-em-visita-oficial-ao-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Presidente-da-Africa-do-Sul-esta-em-visita-oficial-ao-Brasil-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89147" class="wp-caption-text">Presidente da África do Sul está em visita oficial ao Brasil &#8211; Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agênc</figcaption></figure>
<p>Durante o evento, que marcou assinatura de acordos bilaterais em áreas como turismo, comércio exterior e indústria, Lula também mencionou o potencial do Brasil em minerais críticos e terras raras, ressaltando a importância de melhor aproveitar esses recursos para o desenvolvimento nacional e regional.</p>
<p>A visita de Ramaphosa ao Brasil segue até esta terça-feira (10) e reforça a agenda de cooperação entre os dois países em temas econômicos, estratégicos e de defesa.</p>
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		<title>Xi Jinping garante a Lula apoio da China em tempos “turbulentos”</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/xi-jinping-garante-a-lula-apoio-da-china-em-tempos-turbulentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da China, Xi Jinping, garantiu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um momento de instabilidade global e reafirmou a disposição de Pequim de fortalecer a parceria estratégica com o Brasil e o Sul Global. As declarações foram feitas em uma conversa por telefone entre os dois líderes divulgada na madrugada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da China, Xi Jinping, garantiu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um momento de instabilidade global e reafirmou a disposição de Pequim de fortalecer a parceria estratégica com o Brasil e o Sul Global. As declarações foram feitas em uma conversa por telefone entre os dois líderes divulgada na madrugada desta sexta-feira (23) pela agência estatal chinesa Xinhua e veículos internacionais.</p>
<p>Durante o diálogo, Xi afirmou que China e Brasil, como países importantes do Sul Global, devem trabalhar juntos para proteger interesses comuns, promover a estabilidade internacional e manter o papel central das Nações Unidas diante de um cenário geopolítico que ele definiu como “turbulento”.</p>
<p>A ligação ocorreu após críticas de Lula aos recentes ataques dos Estados Unidos à Venezuela, expressas em um artigo publicado no <em>New York Times</em>. Xi ressaltou a importância de cooperar em áreas como agricultura, infraestrutura e transição energética, destacando o avanço da relação bilateral desde 2024 e a intenção de ampliar a cooperação em múltiplos setores.</p>
<p>Segundo relatos oficiais, o presidente chinês enfatizou ainda que a China está comprometida em ser “boa amiga e parceira” dos países da América Latina e do Caribe, reforçando a construção de uma comunidade de futuro compartilhado entre os dois países e outras nações do Sul Global.</p>
<p>A conversa reflete laços estreitos em um momento em que questões de política internacional, como os desdobramentos na Venezuela e desafios à influência da ONU, têm ocupado a agenda global, ressaltando o papel de grandes economias emergentes na promoção de uma ordem internacional mais multipolar.</p>
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		<title>Vitória de O Agente Secreto repercute intensamente nas redes sociais e celebra momento histórico do cinema brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 11:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[O Agente Secreto]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Repercussão]]></category>
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					<description><![CDATA[A vitória do filme brasileiro O Agente Secreto no Globo de Ouro, na noite deste domingo (11), madrugada de segunda-feira no Brasil, provocou forte repercussão nas redes sociais e consolidou um momento histórico para o cinema nacional. O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho venceu as categorias de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vitória do filme brasileiro O Agente Secreto no Globo de Ouro, na noite deste domingo (11), madrugada de segunda-feira no Brasil, provocou forte repercussão nas redes sociais e consolidou um momento histórico para o cinema nacional. O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho venceu as categorias de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura, marcando a primeira vez que o Brasil conquista dois prêmios na mesma edição da premiação.</p>
<p>Logo após o anúncio, manifestações de celebração tomaram conta das plataformas digitais. Artistas, críticos, parlamentares e autoridades públicas destacaram não apenas o reconhecimento internacional, mas também o simbolismo cultural e político da conquista.</p>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, comemorou em publicação no X (antigo Twitter), ressaltando o orgulho nacional e a valorização da cultura brasileira. “Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator de Drama. Uma dupla vitória de <em>O Agente Secreto</em> no Globo de Ouro para entrar para a história do cinema brasileiro. Dia de glória e reconhecimento ao talento de nossos artistas”, escreveu. Lula também relembrou a sessão especial do filme realizada no Cine Alvorada, no Palácio da Alvorada, no ano passado, ao lado da primeira-dama Janja, destacando o compromisso do governo com a arte e a cultura nacionais.</p>
<p>Entre as manifestações políticas, o deputado federal Guilherme Boulos exaltou Wagner Moura: “Melhor ator do mundo! O Globo de Ouro premiou não apenas um ator extraordinário, mas um brasileiro que nunca teve medo de estar do lado certo”.</p>
<p>A roteirista e colunista da <em>Folha de S.Paulo</em>, Rosana Hermann, também celebrou a vitória, destacando o conteúdo simbólico do filme e o discurso do ator. “Um filme sobre memória. Sobre o trauma de uma geração. Discurso lindo do gigante Wagner Moura. Viva a cultura brasileira!”, escreveu.</p>
<p>A deputada federal Erika Hilton ressaltou a importância do investimento público no audiovisual, lembrando que <em>O Agente Secreto</em> recebeu recursos do Fundo Setorial do Audiovisual. Em sua publicação, destacou que o apoio financeiro à cultura gera emprego, movimenta a economia criativa e projeta o Brasil internacionalmente. “Cada real investido na cultura movimenta um setor inteiro — e agora, como podemos ver, rende reconhecimento mundial”, afirmou.</p>
<p>O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, classificou a conquista como mais do que merecida. “Wagner Moura é gigante. O prêmio reconhece uma atuação forte e emocionante em <em>O Agente Secreto</em>”, escreveu.</p>
<p>A ministra da Cultura, Margareth Menezes, também comemorou com entusiasmo: “UAUUUUU! <em>O Agente Secreto</em> ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro! Parabéns!”.</p>
<p>Personalidades da televisão se somaram às homenagens. O apresentador Serginho Groisman destacou o brilho do cinema nacional: “Nosso cinema brasileiro brilha!”.</p>
<p>Já o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, celebrou a projeção internacional do país. “O Brasil com S está na moda. Estamos integrados ao mundo na economia, na geopolítica e na cultura. A noite do Globo de Ouro foi brasileira, com duas vitórias de <em>O Agente Secreto</em>”, escreveu.</p>
<p>Com ampla repercussão nas redes e reconhecimento em uma das mais prestigiadas premiações do cinema mundial, O Agente Secreto consolida-se como um marco recente da produção audiovisual brasileira, reafirmando o talento nacional e o papel da cultura como instrumento de projeção global do Brasil.</p>
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		<title>Governo brasileiro convoca reunião de emergência no Itamaraty para discutir ofensiva dos EUA à Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 15:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro realizou na manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para avaliar os desdobramentos da invasão militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida na madrugada do mesmo dia. O encontro teve início por volta das 10h30 e reuniu autoridades centrais da área diplomática e de defesa, em meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro realizou na manhã deste sábado (3) uma reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para avaliar os desdobramentos da invasão militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrida na madrugada do mesmo dia. O encontro teve início por volta das 10h30 e reuniu autoridades centrais da área diplomática e de defesa, em meio à crescente tensão regional após o anúncio da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.</p>
<p>Participaram da reunião o ministro da Defesa, José Múcio, a ministra substituta das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, além de diplomatas de carreira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre agenda no Rio de Janeiro, acompanhou parte das discussões por videoconferência. Segundo a assessoria do Planalto, Lula retorna ainda hoje a Brasília para monitorar pessoalmente a crise. O chanceler Mauro Vieira, que estava de férias, também antecipou seu retorno à capital federal.</p>
<p>De acordo com informações preliminares, forças norte-americanas bombardearam alvos em Caracas e nos estados de Aragua, Miranda e La Guaira. Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter afirmado publicamente que Nicolás Maduro foi capturado por militares norte-americanos e retirado do país, o paradeiro do líder venezuelano permanece oficialmente desconhecido.</p>
<p>A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu provas de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, ampliando a pressão internacional por esclarecimentos. O episódio gerou forte reação do governo brasileiro, que vê a ação como uma grave violação da soberania venezuelana e um risco à estabilidade da América do Sul.</p>
<p>Em manifestação nas redes sociais, o presidente Lula condenou duramente o uso da força. “A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, afirmou.</p>
<p>O Itamaraty avalia, agora, os próximos passos diplomáticos do Brasil diante do cenário de incerteza, enquanto cresce a expectativa por uma reação formal do Conselho de Segurança da ONU e de outros organismos multilaterais frente à escalada do conflito.</p>
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		<title>Governo envia ao Congresso projeto para criar política nacional de proteção a defensores de direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 19:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional dos Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (12), o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. A iniciativa pretende criar um marco normativo permanente para assegurar condições mais seguras a indivíduos e coletivos que atuam na defesa de direitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="389" data-end="867">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (12), o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. A iniciativa pretende criar um marco normativo permanente para assegurar condições mais seguras a indivíduos e coletivos que atuam na defesa de direitos fundamentais no Brasil — um dos países que mais registra assassinatos de defensores, segundo organismos internacionais.</p>
<p data-start="869" data-end="1324">Ao anunciar o envio da matéria durante a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (ConDH), em Brasília, Lula destacou a urgência da proposta.<br data-start="1015" data-end="1018" />“Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais mata defensoras e defensores dos direitos humanos. Por isso, a aprovação e a implementação dessa política é tão necessária e urgente”, afirmou. O evento, retomado após quase uma década de hiato, ocorre desde quarta-feira (10) e não era realizado desde 2016.</p>
<p data-start="1326" data-end="1894">O presidente atribuiu o agravamento das ameaças contra defensores à ascensão da extrema-direita no mundo, fenômeno que, segundo ele, estimulou “uma inédita onda de negacionismo dos valores humanistas” e fortaleceu desigualdades estruturais como machismo e racismo.<br data-start="1590" data-end="1593" />“Os inimigos dos direitos humanos miram grupos tradicionalmente vulnerabilizados — negros, mulheres, indígenas, idosos, quilombolas, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+ e pessoas em situação de rua”, disse Lula, ao pedir engajamento dos movimentos sociais na pressão pela aprovação do projeto.</p>
<h2 data-start="1896" data-end="1951"><strong data-start="1899" data-end="1951">Condenações internacionais impulsionam o projeto</strong></h2>
<p data-start="1952" data-end="2259">A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, explicou que o PL responde diretamente a condenações impostas ao Brasil pela Corte Interamericana de Direitos Humanos. Segundo ela, o texto propõe um sistema “permanente, federativo e interministerial” capaz de proteger vidas de forma efetiva.</p>
<p data-start="2261" data-end="2295">Entre as decisões citadas estão:</p>
<ul data-start="2296" data-end="2584">
<li data-start="2296" data-end="2375">
<p data-start="2298" data-end="2375"><strong data-start="2298" data-end="2349">o assassinato do advogado Gabriel Sales Pimenta</strong>, morto em 1982 no Pará;</p>
</li>
<li data-start="2376" data-end="2469">
<p data-start="2378" data-end="2469"><strong data-start="2378" data-end="2416">a execução de Manoel Luis da Silva</strong>, trabalhador rural assassinado em 1997 na Paraíba;</p>
</li>
<li data-start="2470" data-end="2584">
<p data-start="2472" data-end="2584"><strong data-start="2472" data-end="2517">o desaparecimento de Almir Muniz da Silva</strong>, liderança rural vista pela última vez em 2002, também na Paraíba.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2586" data-end="2788">Dados das Nações Unidas revelam que, entre 2015 e 2019, foram registrados <strong data-start="2660" data-end="2725">1.323 assassinatos de defensores de direitos humanos no mundo</strong>, sendo <strong data-start="2733" data-end="2750">174 no Brasil</strong>, o equivalente a 13% do total global.</p>
<h2 data-start="2790" data-end="2851"><strong data-start="2793" data-end="2851">Novas portarias: combate à violência e ao sub-registro</strong></h2>
<p data-start="2852" data-end="3058">Durante a conferência, Macaé Evaristo também assinou uma série de portarias. Em parceria com o Ministério das Mulheres, instituiu o <strong data-start="2984" data-end="3057">Fórum de Enfrentamento à Violência contra Mulheres em Situação de Rua</strong>.</p>
<p data-start="3060" data-end="3463">Outra medida, assinada juntamente com o Ministério da Saúde, cria o programa <strong data-start="3137" data-end="3160">Raízes da Cidadania</strong>, voltado à redução do sub-registro de nascimento em maternidades. Segundo a ministra, <strong data-start="3247" data-end="3337">77 mil crianças brasileiras de até cinco anos ainda não possuem certidão de nascimento</strong>. “Emitir o documento já na maternidade é um passo fundamental para garantir dignidade desde o primeiro dia de vida”, afirmou.</p>
<p data-start="3465" data-end="3637">Também foi lançado o <strong data-start="3486" data-end="3574">Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (2025–2035)</strong>, desenvolvido com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<h2 data-start="3639" data-end="3691"><strong data-start="3642" data-end="3691">Convenção Interamericana contra Discriminação</strong></h2>
<p data-start="3692" data-end="4030">Lula ainda assinou a mensagem que encaminha ao Congresso a <strong data-start="3751" data-end="3834">Convenção Interamericana contra Todas as Formas de Discriminação e Intolerância</strong>, tratado que entrou em vigor em 2020 e que poderá ser ratificado pelo Brasil após aprovação parlamentar. A convenção define parâmetros jurídicos regionais para combater práticas discriminatórias.</p>
<h2 data-start="4032" data-end="4080"><strong data-start="4035" data-end="4080">Conferência Nacional retorna após 10 anos</strong></h2>
<p data-start="4081" data-end="4377">A 13ª ConDH marca a retomada de um importante espaço de diálogo plural e participativo voltado à formulação de diretrizes para o Sistema Nacional de Direitos Humanos. Desde o início do ano, mais de <strong data-start="4279" data-end="4323">200 etapas estaduais, regionais e livres</strong> foram realizadas, reunindo mais de <strong data-start="4359" data-end="4376">670 propostas</strong>.</p>
<p data-start="4379" data-end="4713">Para a presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), a defensora pública federal Charlene Borges, a presença de Lula no evento reforça o compromisso do Estado brasileiro com a participação social.<br data-start="4589" data-end="4592" />“Precisamos devolver ao povo aquilo que lhe pertence: a participação direta na construção das políticas públicas”, disse.</p>
<p data-start="4715" data-end="5093">Ela destacou que a diversidade de delegados presentes amplia a compreensão sobre as múltiplas formas de violação de direitos.<br data-start="4840" data-end="4843" />“Populações quilombolas, indígenas, ribeirinhas, ciganas, comunidades tradicionais, população negra, LGBT+, migrantes, refugiados, pessoas com deficiência e tantos outros grupos vulnerabilizados compõem a riqueza e a complexidade do Brasil”, afirmou.</p>
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