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	<title>Luís Roberto Barroso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Luís Roberto Barroso &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Três Poderes unidos pela Constituição, afirma Barroso na abertura do ano judiciário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tres-poderes-unidos-pela-constituicao-afirma-barroso-na-abertura-do-ano-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 21:27:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira (3), em Brasília, que os Três Poderes do Brasil estão unidos pelos princípios da Constituição. A declaração foi feita durante a sessão solene de abertura dos trabalhos da Corte em 2025. O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou nesta segunda-feira (3), em Brasília, que os Três Poderes do Brasil estão unidos pelos princípios da Constituição. A declaração foi feita durante a sessão solene de abertura dos trabalhos da Corte em 2025.</p>
<p>O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos novos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).</p>
<p>Em seu discurso, Barroso destacou a independência e a harmonia entre os Poderes, ressaltando que, apesar das diferenças institucionais, todos estão alinhados aos valores constitucionais. “Aqui estamos, os presidentes dos Três Poderes. O presidente Lula, eleito com mais de 60 milhões de votos; o presidente Davi Alcolumbre, eleito com consagradores 73 votos em 81 senadores; e o presidente Hugo Motta, segundo candidato mais votado da história da Câmara dos Deputados, com 444 votos em 513”, destacou.</p>
<p>Barroso também fez referência aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, reafirmando o compromisso do STF com a democracia. “Neste plenário, que foi invadido, queimado, inundado e depredado com imensa fúria antidemocrática, celebramos a vitória das instituições e a retomada da normalidade plena do país, com idealismo e civilidade”, declarou.</p>
<p><strong>Agenda de Julgamentos</strong></p>
<p>O STF retoma os julgamentos na próxima quarta-feira (5), com pautas de grande relevância social. O primeiro tema em análise será a legalidade das revistas íntimas vexatórias em presídios, utilizadas para coibir a entrada de drogas, armas e celulares. O julgamento já conta com maioria para a proibição da prática, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, que apresentará seu voto.</p>
<p>Na mesma sessão, será retomado o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como ADPF das Favelas. O processo discute a letalidade policial no Rio de Janeiro e busca estabelecer medidas para reduzir mortes em operações realizadas pela Polícia Militar em comunidades.</p>
<p>As decisões do STF nestes casos poderão ter impacto significativo sobre a segurança pública e os direitos humanos, refletindo o papel da Corte na defesa dos princípios constitucionais e na garantia do Estado Democrático de Direito.</p>
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		<title>Julgamento sobre tentativa de golpe deve ser conduzido pela Primeira Turma do STF, afirma Barroso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/julgamento-sobre-tentativa-de-golpe-deve-ser-conduzido-pela-primeira-turma-do-stf-afirma-barroso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 23:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Roberto Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[primeira turma]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Tentativa de Golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou nesta quarta-feira (27) que o julgamento de uma eventual denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e 36 outros acusados pela tentativa de golpe deverá ser realizado pela Primeira Turma da Corte. Esse colegiado é composto por cinco ministros: Alexandre de Moraes (relator do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou nesta quarta-feira (27) que o julgamento de uma eventual denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e 36 outros acusados pela tentativa de golpe deverá ser realizado pela <strong>Primeira Turma da Corte</strong>. Esse colegiado é composto por cinco ministros: <strong>Alexandre de Moraes</strong> (relator do caso), <strong>Flávio Dino</strong>, <strong>Cristiano Zanin</strong>, <strong>Cármen Lúcia</strong> e <strong>Luiz Fux</strong>.</p>
<h3><strong>Competência do julgamento</strong></h3>
<p>Barroso explicou que, conforme o regimento do STF, as ações penais são atribuídas às turmas, salvo decisão em contrário do relator e do colegiado.</p>
<blockquote><p>“O juízo natural dessas matérias é a Primeira Turma. O excepcional seria ir para o plenário. A competência é deles, e não é uma matéria que esteja na alçada da presidência”, afirmou o ministro.</p></blockquote>
<p>Caso a denúncia seja aceita por maioria simples (três votos), Bolsonaro e os demais acusados se tornarão réus, respondendo a uma ação penal no STF.</p>
<h3><strong>Composição do plenário e turmas</strong></h3>
<p>O plenário do STF é formado pelos 11 ministros que compõem as duas turmas, incluindo Barroso. A <strong>Segunda Turma</strong> conta com os ministros <strong>Gilmar Mendes</strong>, <strong>Dias Toffoli</strong>, <strong>Edson Fachin</strong>, <strong>André Mendonça</strong> e <strong>Nunes Marques</strong>. Barroso, por ser presidente do Supremo, não participa de nenhum dos dois colegiados.</p>
<h3><strong>Desdobramentos do caso</strong></h3>
<p>Na terça-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes retirou o sigilo do inquérito que investiga a tentativa de golpe, encaminhando o relatório da Polícia Federal (PF) para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p>O relatório indicia Bolsonaro e os outros acusados por crimes que incluem tentativa de golpe e atos antidemocráticos. Agora, cabe ao procurador-geral da República, <strong>Paulo Gonet</strong>, decidir se apresentará denúncia ao STF.</p>
<h3><strong>Prazos e próximas etapas</strong></h3>
<p>Devido ao recesso do Judiciário, que ocorre de <strong>20 de dezembro a 1° de fevereiro</strong>, a decisão sobre a denúncia deverá ser tomada apenas em 2025. Se a PGR optar por apresentar denúncia, caberá ao STF decidir sobre sua admissibilidade, dando início ao processo penal.</p>
<p>Esse caso se soma aos diversos desdobramentos judiciais envolvendo o ex-presidente e seus aliados, colocando em destaque o papel do STF na preservação do Estado democrático de direito.</p>
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		<item>
		<title>STF Cobra explicações do governo de SP sobre uso de câmeras corporais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-cobra-explicacoes-do-governo-de-sp-sobre-uso-de-cameras-corporais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 22:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras corporais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo de SP]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Roberto Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do presidente Luís Roberto Barroso, determinou nesta quinta-feira (21) que o governo de São Paulo apresente informações complementares sobre a aquisição e implementação de câmeras corporais para uso policial. O estado tem cinco dias para cumprir a ordem. A decisão foi tomada após ação movida pela Defensoria Pública [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do presidente Luís Roberto Barroso, determinou nesta quinta-feira (21) que o governo de São Paulo apresente informações complementares sobre a aquisição e implementação de câmeras corporais para uso policial. O estado tem cinco dias para cumprir a ordem.</p>
<p>A decisão foi tomada após ação movida pela Defensoria Pública de São Paulo, que questiona a suficiência dos dados fornecidos até agora para monitorar o cumprimento dos compromissos assumidos pelo governo paulista.</p>
<h3><strong>Pontos solicitados</strong></h3>
<p>O ministro Barroso exigiu a entrega de:</p>
<ul>
<li><strong>Contratos vigentes:</strong> Inteiro teor dos acordos relacionados às câmeras.</li>
<li><strong>Cronograma:</strong> Planejamento detalhado, abrangendo testes, treinamento, capacitação e substituição dos equipamentos antigos.</li>
<li><strong>Relatórios de testes:</strong> Resultados e análises conclusivas sobre a eficácia das câmeras.</li>
<li><strong>Software de gravação automática:</strong> Explicações sobre o estágio atual de desenvolvimento e cronograma de implantação da funcionalidade, que inclui ativação remota em situações específicas, como disparos de arma de fogo ou ocorrências em andamento.</li>
</ul>
<h3><strong>Histórico da adoção das câmeras</strong></h3>
<p>Em abril, o governo paulista comprometeu-se com o STF a implementar câmeras corporais nas operações da Polícia Militar, seguindo um cronograma. Em setembro, foi anunciada a compra de 12 mil equipamentos em parceria com a empresa Motorola.</p>
<p>Entretanto, o modelo escolhido gerou críticas de entidades de direitos humanos, pois permite que o acionamento e a interrupção das gravações sejam controlados pelos policiais ou pelo Centro de Operações da PM (Copom). Isso contrasta com o modelo de gravação ininterrupta, amplamente defendido como ferramenta de transparência e controle.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a escolha foi equilibrada por funcionalidades automáticas, como ativação remota via software em cenários específicos.</p>
<h3><strong>Diretrizes nacionais</strong></h3>
<p>A Portaria 648/2024 do Ministério da Justiça determina que câmeras corporais sejam usadas em diversas situações, incluindo:</p>
<ul>
<li>Atendimentos de ocorrências.</li>
<li>Buscas e patrulhamentos.</li>
<li>Controle de manifestações e reintegrações de posse.</li>
<li>Ações envolvendo presos e sistema carcerário.</li>
</ul>
<p>A expectativa é que o uso das câmeras aumente a transparência e diminua conflitos, contribuindo para maior segurança de policiais e cidadãos.</p>
<p>O STF seguirá monitorando o caso para garantir que o estado de São Paulo cumpra integralmente as diretrizes e parâmetros estabelecidos.</p>
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		<item>
		<title>Barroso dá 72 horas para SP explicar edital de câmeras para polícia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/barroso-da-72-horas-para-sp-explicar-edital-de-cameras-para-policia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 23:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras corporais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Roberto Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, deu 72 horas para o governo de São Paulo se manifestar sobre o edital para compra de câmeras corporais para a Polícia Militar. A decisão do ministro foi tomada após a Defensoria Pública de São Paulo e entidades de direitos humanos defenderem na Corte mudanças [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, deu 72 horas para o governo de São Paulo se manifestar sobre o edital para compra de câmeras corporais para a Polícia Militar. A decisão do ministro foi tomada após a Defensoria Pública de São Paulo e entidades de direitos humanos defenderem na Corte mudanças no edital. O documento publicado pelo governo paulista também recebeu críticas de organizações da sociedade civil.</p>
<p>Barroso pediu que o governo paulista envie ao Supremo informações sobre regras para gravação de imagens de forma ininterrupta, prazo para armazenamento das imagens captadas e sobre políticas públicas para destinação de câmeras a batalhões que realizam operações policiais.</p>
<p>O ministro também quer saber se há adequação do edital às normas para o uso de câmeras corporais, definidas ontem (28) pelo Ministério de Justiça e Segurança Pública (MJSP).</p>
<p>Após receber a manifestação do governo paulista, Barroso vai decidir se o edital será mantido. A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público de São Paulo também vão opinar sobre a questão. Não há prazo para a decisão.</p>
<p>Pelas regras do edital, lançado na semana passada, o acionamento do equipamento de gravação poderá ser feito pelo próprio policial ou por uma central de operações da polícia. Dessa forma, a gravação pode ser interrompida durante as operações.</p>
<p>Na petição enviada ao Supremo, a defensoria e as entidades pedem que o presidente do STF, relator do caso, garanta que o edital comtemplará câmeras com gravação automática que não dependem do acionamento pelo militar ou remotamente por um gestor, em uma central, por exemplo.</p>
<p>As partes também querem que as câmeras sejam destinadas aos batalhões que realizam operações policiais, além do armazenamento das gravações por 60 dias.</p>
<p>Após receber críticas de diversas entidades, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo disse que o edital foi estruturado a partir de estudos técnicos e da análise da experiência do uso da tecnologia por forças de segurança em outros países.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>AGU busca entendimento com STF sobre correção do FGTS</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agu-busca-entendimento-com-stf-sobre-correcao-do-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 21:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
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		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo ainda busca um entendimento com o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o índice de correção do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A informação é do advogado-geral da União, Jorge Messias. O STF deve retomar o julgamento sobre a legalidade do uso da Taxa Referencial (TR) para correção das contas do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O governo ainda busca um entendimento com o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o índice de correção do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A informação é do advogado-geral da União, Jorge Messias. O STF deve retomar o julgamento sobre a legalidade do uso da Taxa Referencial (TR) para correção das contas do fundo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-10/barroso-adia-para-novembro-julgamento-que-pode-mudar-correcao-do-fgts" target="_blank" rel="noopener">no dia 8 de novembro</a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Estamos trabalhando. Há uma expectativa de que o julgamento seja na próxima semana. Há uma grande preocupação do governo com relação ao impacto desse julgamento, principalmente, na sustentabilidade no Sistema Financeiro de Habitação. Temos apresentado ao Supremo as nossas preocupações”, disse Messias após participar nesta segunda-feira (30) da abertura do Fórum BNDES de Direito e Desenvolvimento, na sede do banco, no centro do Rio.</p>
<p>Messias contou ainda que o governo já apresentou os dados dos cálculos sobre a correção para os ministros do STF. “Todos os ministros tiveram a oportunidade de receber os dados e as preocupações do governo. Nós ainda estamos tentando construir um entendimento que preserve a higidez do Sistema Financeiro da Habitação e que garanta poder de compra do trabalhador, que é uma preocupação do nosso governo. E estou trabalhando para que a gente consiga uma solução que seja satisfatória para todas as partes envolvidas”, relatou.</p>
<p>O presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, Luís Roberto Barroso, disse que não poderia comentar sobre um assunto que está em andamento no Supremo, mas a Corte vai buscar a melhor solução para a questão. “Vamos fazer o que seja justo e bom para o Brasil”, assegurou após a abertura do fórum.</p>
<p>A causa do julgamento no Supremo é uma ação protocolada em 2014 pelo Solidariedade. O partido defende que a correção pela TR, com rendimento próximo de zero, por ano, não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.</p>
<p>O FGTS foi criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego e funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. Se for dispensado sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, acrescido de uma multa de 40% sobre o montante.</p>
<p>A posição do governo pela extinção da ação é defendida pela Advocacia-Geral da União. Para a AGU, as leis 13.446/2017 e 13.932/2019 estabeleceram a distribuição de lucros aos cotistas e por isso, conforme o órgão, não é mais possível afirmar que a aplicação da TR gera remuneração menor que a inflação real</p>
</div>
</div>
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