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	<title>Livro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Livro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Livro recupera a trajetória de jornalista perseguido pela ditadura militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:14:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[A trajetória de Paulo Cezar Branco, jornalista que enfrentou perseguições durante a ditadura militar e fez da atividade profissional uma forma de resistência, ganha um novo registro em “Em Confidência: as memórias de um jornalista de coragem”. Escrito por seu filho, Paulo Branco Filho, o livro é publicado pela Artêra, selo da Editora Appris, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória de Paulo Cezar Branco, jornalista que enfrentou perseguições durante a ditadura militar e fez da atividade profissional uma forma de resistência, ganha um novo registro em “Em Confidência: as memórias de um jornalista de coragem”. Escrito por seu filho, Paulo Branco Filho, o livro é publicado pela Artêra, selo da Editora Appris, e reúne documentos, reportagens, registros históricos e lembranças familiares para reconstruir a história do jornalista.</p>
<figure id="attachment_92181" aria-describedby="caption-attachment-92181" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-92181" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19-Paulo-Branco-Filho-conta-a-historia-do-pai-no-livro-Em-Confidencia-Expresso-Carioca.jpg?resize=400%2C500&#038;ssl=1" alt="Paulo Branco Filho Conta A História Do Pai No Livro Em Confidência - Expresso Carioca" width="400" height="500" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19-Paulo-Branco-Filho-conta-a-historia-do-pai-no-livro-Em-Confidencia-Expresso-Carioca.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19-Paulo-Branco-Filho-conta-a-historia-do-pai-no-livro-Em-Confidencia-Expresso-Carioca.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/19-Paulo-Branco-Filho-conta-a-historia-do-pai-no-livro-Em-Confidencia-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C188&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-92181" class="wp-caption-text">Livro Recupera A Trajetória De Jornalista Perseguido Pela Ditadura Militar &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A obra parte da trajetória profissional de Paulo Cezar Branco para também recuperar uma relação entre pai e filho que passou a ser observada sob uma nova perspectiva durante o processo de pesquisa. O trabalho reúne informações sobre a atuação do jornalista em um dos períodos mais repressivos da história recente do país e contribui para preservar registros sobre o exercício do jornalismo durante o regime militar.</p>
<p>Nascido em Vassouras, no interior do Rio de Janeiro, em 1948, Paulo Cezar Branco foi preso na capital fluminense em 1968, acusado de distribuir panfletos com críticas ao regime militar. Depois, passou a trabalhar na Tribuna da Imprensa, veículo que esteve entre os jornais mais perseguidos pela ditadura.</p>
<p>A atuação profissional levou o jornalista a ser acompanhado pelos órgãos de repressão. Seu nome passou a constar nos registros do Serviço Nacional de Informações (SNI), enquanto suas reportagens continuavam abordando denúncias e questões relacionadas ao período político. Mesmo submetido à vigilância, manteve uma postura independente no exercício da profissão.</p>
<h3>Uma pesquisa baseada em milhares de documentos</h3>
<p>Para escrever o livro, Paulo Branco Filho realizou uma extensa pesquisa sobre a produção jornalística do pai. Aproximadamente três mil colunas e reportagens foram analisadas, ao lado de processos judiciais, documentos do antigo SNI e outros registros produzidos durante o período.</p>
<p>O levantamento também incluiu entrevistas e conversas com jornalistas e historiadores que conheceram ou acompanharam a atuação de Paulo Cezar Branco. Entre eles está Marco Morel, responsável pelo prefácio da obra e pela contextualização da trajetória do jornalista dentro da imprensa brasileira daquele período.</p>
<p>A pesquisa permitiu reconstruir não apenas os episódios de perseguição política, mas também a continuidade da carreira de Paulo Cezar Branco após o fim da ditadura.</p>
<p>Com a redemocratização, ele continuou produzindo um jornalismo marcado por denúncias. Algumas publicações chegaram a resultar em processos judiciais, posteriormente acompanhados pela confirmação dos fatos denunciados.</p>
<p>Sua atuação também incorporou questões internacionais. Entre as causas defendidas pelo jornalista estava a soberania dos povos árabes, especialmente a questão palestina. Em determinado momento de sua trajetória, Paulo Cezar Branco chegou a se encontrar com Yasser Arafat, então líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).</p>
<h3>A descoberta de um pai além da memória familiar</h3>
<p>O processo de pesquisa levou Paulo Branco Filho a reexaminar a imagem que tinha do pai. A documentação reunida e o contato com pessoas que acompanharam sua carreira revelaram aspectos de sua personalidade e de sua maneira de exercer o jornalismo.</p>
<p>&#8220;O que esse mergulho revelou foi um homem corajoso, estudioso e muito humano. Meu pai enfrentava uma ditadura que prendia, torturava e assassinava pessoas, mas acreditava que a melhor forma de resistir era fazendo jornalismo. Defendia suas ideias com firmeza, sem transformar diferenças políticas em ataques pessoais&#8221;, afirma o autor.</p>
<p>Embora tenha escolhido uma área profissional diferente, Paulo Branco Filho também construiu uma trajetória marcada pela disciplina e pela atuação pública. Ex-atleta de kickboxing, conquistou títulos intermunicipais, estaduais, brasileiros e sul-americanos. Em 2005, foi escolhido como melhor atleta de sua categoria.</p>
<p>Atualmente, trabalha como professor de artes marciais e dirige a Escola de Artes Marciais Paulo Branco. Também atua como cronista político, mantendo a escrita entre suas atividades profissionais.</p>
<h3>Memória como registro histórico</h3>
<p>Ao reunir a produção jornalística do pai e documentos relacionados à repressão política, o autor procura preservar uma parte da história da imprensa brasileira e mostrar como jornalistas atuaram em um período de restrições às liberdades e perseguição a profissionais que confrontavam o regime.</p>
<p>Para Paulo Branco Filho, a pesquisa também estabelece uma relação entre memória pessoal e conhecimento histórico. O livro parte de uma história familiar, mas amplia o olhar para acontecimentos que ultrapassam a trajetória individual de seu pai.</p>
<p>&#8220;Espero que o leitor perceba como é importante conhecer a história da nossa família e do nosso país. Só assim conseguimos fazer escolhas com mais consciência e evitar que erros se repitam&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Flipelô abre décima edição em Salvador com homenagens, música e celebração da literatura brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Belô Velloso]]></category>
		<category><![CDATA[escritora baiana]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Flipelô 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[A décima edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) começou em Salvador reunindo literatura, música, teatro e grande participação do público no Centro Histórico da capital baiana. A programação, que segue até domingo (9), transforma ruas, largos e espaços culturais do Pelourinho em palco para centenas de atividades gratuitas voltadas à valorização da produção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A décima edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) começou em Salvador reunindo literatura, música, teatro e grande participação do público no Centro Histórico da capital baiana. A programação, que segue até domingo (9), transforma ruas, largos e espaços culturais do Pelourinho em palco para centenas de atividades gratuitas voltadas à valorização da produção literária brasileira.</p>
<p>A cerimônia de abertura foi realizada na noite de quarta-feira (5) e teve como destaque uma apresentação da cantora e compositora Belô Velloso, além de uma intervenção teatral inspirada na obra da poeta baiana Myriam Fraga (1937–2016), homenageada desta edição do festival. A escritora, que também foi idealizadora da Flipelô e ex-diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, é lembrada ao longo de toda a programação por meio de atividades que celebram sua contribuição para a literatura brasileira.</p>
<p>Considerada um dos principais eventos literários do país, a Flipelô chega à sua décima edição reunindo escritores, artistas, pesquisadores, estudantes e leitores em uma extensa agenda de debates, lançamentos de livros, oficinas, exposições, apresentações musicais, espetáculos teatrais e atividades voltadas ao público infantil. A programação é totalmente gratuita e está distribuída por diversos espaços do Pelourinho.</p>
<figure id="attachment_91940" aria-describedby="caption-attachment-91940" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91940" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/06-Flip10a-edicao-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Flip10ª Edição Da Festa Literária Internacional Do Pelourinho - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/06-Flip10a-edicao-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/06-Flip10a-edicao-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/06-Flip10a-edicao-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/06-Flip10a-edicao-da-Festa-Literaria-Internacional-do-Pelourinho-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91940" class="wp-caption-text">As escritoras Maria do Carmo e Magnólia Gomes de Oliveira participam da abertura da 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho &#8211; Flipelô &#8211; Foto Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Durante a abertura, a presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, Angela Fraga, destacou o simbolismo da homenagem dedicada à mãe e a importância da escritora para a consolidação do evento.</p>
<p>&#8220;Minha mãe acreditava profundamente na força da literatura como instrumento de transformação e de encontro entre as pessoas. Ver sua obra celebrada na Flipelô é uma emoção muito grande para toda a família.&#8221;</p>
<p>Além da homenagem a Myriam Fraga, a programação deste ano reúne aproximadamente 500 escritores e convidados, promovendo encontros entre autores consagrados, novos talentos e o público em diferentes formatos de atividades culturais. A expectativa da organização é repetir o sucesso das edições anteriores, consolidando a Flipelô como um dos maiores festivais literários do Brasil.</p>
<p>Até o encerramento, no domingo, o evento continuará oferecendo uma programação diversificada, reforçando o papel da literatura como elemento de integração entre diferentes manifestações artísticas e aproximando leitores de todas as idades do universo dos livros e da cultura brasileira.</p>
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		<title>Crônicas trazem reflexões sobre desafios para envelhecer em paz na sociedade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cronicas-trazem-reflexoes-sobre-desafios-para-envelhecer-em-paz-na-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[“Envelhecer ainda é permeado de desafios para muitas pessoas.” É a partir dessa provocação que a psicóloga, pesquisadora e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Heloísa Ferreira lança &#8220;Me deixem envelhecer em paz!”, pela editora Appris. A obra reúne 30 crônicas inéditas da autora sobre envelhecimento, idadismo, saúde mental, menopausa, finitude [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Envelhecer ainda é permeado de desafios para muitas pessoas.” É a partir dessa provocação que a psicóloga, pesquisadora e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Heloísa Ferreira lança &#8220;Me deixem envelhecer em paz!”, pela editora Appris. A obra reúne 30 crônicas inéditas da autora sobre envelhecimento, idadismo, saúde mental, menopausa, finitude e os desafios emocionais enfrentados ao longo da vida adulta.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-91401 alignright" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/26-Cronicas-trazem-reflexoes-sobre-desafios-para-envelhecer-em-paz-na-sociedade-Capa-do-Livo-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C418&#038;ssl=1" alt="Crônicas Trazem Reflexões Sobre Desafios Para Envelhecer Em Paz Na Sociedade Capa Do Livo - Expresso Carioca" width="300" height="418" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/26-Cronicas-trazem-reflexoes-sobre-desafios-para-envelhecer-em-paz-na-sociedade-Capa-do-Livo-Expresso-Carioca.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/26-Cronicas-trazem-reflexoes-sobre-desafios-para-envelhecer-em-paz-na-sociedade-Capa-do-Livo-Expresso-Carioca.jpg?resize=215%2C300&amp;ssl=1 215w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/06/26-Cronicas-trazem-reflexoes-sobre-desafios-para-envelhecer-em-paz-na-sociedade-Capa-do-Livo-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C209&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> Com experiências pessoais, humor, reflexões acadêmicas e observações do cotidiano, Heloísa constrói uma narrativa sensível e acolhedora sobre um tema que ainda provoca desconforto em grande parte da sociedade. Ela conta que o livro nasceu justamente às vésperas dos seus 40 anos, momento em que passou a olhar para o próprio envelhecimento de forma mais concreta. “Estudar o envelhecimento é muito diferente de refletir sobre o próprio envelhecimento. Eu quis me permitir fazer as duas coisas”, afirma a autora, que é professora do Instituto de Psicologia da UERJ e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Envelhecimento (GEPE) da mesma universidade.</p>
<p>Heloísa utiliza o formato das crônicas para aproximar o debate da vida cotidiana e levar para além da universidade reflexões que considera urgentes. Ao longo da obra, a autora questiona crenças idadistas profundamente enraizadas, especialmente aquelas direcionadas às mulheres. Temas como cabelos brancos, mudanças corporais, menopausa e pressão estética aparecem associados ao impacto emocional provocado pelo culto à juventude e pelas expectativas sociais em torno do envelhecimento feminino. “Além disso, muitas mulheres envelhecem sob a sobrecarga histórica de cuidado com os outros, o que também impacta sua saúde física e emocional. No livro, procuro denunciar essas formas de idadismo e de injustiça”, destaca a autora.</p>
<p>“O preconceito contra a palavra ‘pessoa idosa’ revela o desconforto social que ainda existe em relação ao envelhecimento”, diz Heloísa. Além do idadismo, o livro aborda a negligência em relação à saúde mental das pessoas idosas. A professora observa que, muitas vezes, sintomas de depressão, solidão ou isolamento social são vistos como “normais da idade”, quando, na verdade, demandam atenção, cuidado e intervenção. A dificuldade coletiva de falar sobre morte também é tema do livro. Para Heloísa, evitar discussões sobre esse assunto torna o envelhecimento ainda mais difícil. “O medo da morte é legítimo. O problema é simplesmente não considerar que a vida é finita. Quando olhamos para essa questão com mais honestidade, conseguimos viver com mais clareza sobre o que realmente importa”, diz.</p>
<p>A autora chama atenção para a falta de preparo do Brasil diante do envelhecimento acelerado da população. “O país ainda enfrenta muita desigualdade social, pobreza e falta de acesso a serviços básicos de saúde, mas também há muitas atitudes, crenças e comportamentos negativos em relação à velhice, à pessoa idosa e ao processo de envelhecimento”, diz ela. Para Heloísa, é importante gerar reflexões capazes de desafiar o idadismo estrutural. “Além disso, quando pensamos na preparação para o envelhecimento populacional, não estamos falando apenas de saúde. Trata-se também de mobilidade urbana, moradia, acessibilidade, segurança, inclusão digital, previdência e oportunidades de participação social”, conclui.</p>
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		<title>Livro resgata legado de pioneiro da neurologia no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 15:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Rodrigues de Mello]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
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					<description><![CDATA[A trajetória de um dos nomes mais importantes da medicina brasileira ao longo do século XX ganha destaque no livro Antônio Rodrigues de Mello &#8211; Um ícone da Neurologia brasileira, escrito pelo médico e professor Marcos Raimundo Gomes de Freitas. Publicada pela Ex-Libris Editora, a obra será lançada no próximo 18 de março, às 18h, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória de um dos nomes mais importantes da medicina brasileira ao longo do século XX ganha destaque no livro Antônio Rodrigues de Mello &#8211; Um ícone da Neurologia brasileira, escrito pelo médico e professor Marcos Raimundo Gomes de Freitas. Publicada pela Ex-Libris Editora, a obra será lançada no próximo 18 de março, às 18h, na Livraria da Travessa, em Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>O livro apresenta a trajetória científica, acadêmica e humana do neurologista Antônio Rodrigues de Mello (1911–1988), figura central no desenvolvimento da neurologia no país e responsável por formar gerações de médicos. A publicação também oferece um panorama histórico da evolução dessa especialidade no Brasil.</p>
<p>Natural de Campinas, Mello mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde iniciou sua formação médica em 1930. Durante os anos de faculdade, passou a frequentar a enfermaria do renomado neurologista Antônio Austregésilo, considerado o fundador da neurologia brasileira. A relação acadêmica evoluiu e Mello tornou-se assistente direto do mestre, consolidando-se como um de seus principais discípulos.</p>
<p>Ao longo da carreira, o médico destacou-se pela intensa produção científica e pela rápida ascensão acadêmica. Sua tese de livre-docência, “Heredo-degeneração cerebelo-espinhal”, tornou-se referência na literatura médica nacional e foi reconhecida por especialistas europeus. Nas décadas seguintes, publicou estudos importantes sobre diversas doenças neurológicas, incluindo a Síndrome de Guillain-Barré, a Síndrome de Adie e distúrbios neurológicos relacionados a alterações metabólicas.</p>
<p>Em 1959, Antônio Rodrigues de Mello ingressou na Academia Nacional de Medicina com um trabalho sobre polineuropatia amiloidótica familiar, tornando-se referência internacional no tema. Ao longo da vida, recebeu diversos prêmios de instituições científicas brasileiras e também foi membro estrangeiro da Academia Francesa de Neurologia.</p>
<p>Segundo o autor Marcos de Freitas, o livro surgiu da necessidade de preservar a memória de personagens fundamentais para o avanço da ciência no país.</p>
<p>“Algumas pessoas que se sobressaíram em determinada área não podem ficar no esquecimento, como é o caso de Antônio Rodrigues de Mello”, afirma.</p>
<p>A obra reúne depoimentos, documentos históricos, fotografias e relatos pessoais, oferecendo uma visão ampla da vida do médico. Além de apresentar sua contribuição científica, o livro também revela o lado humano do neurologista, conhecido pela dedicação aos pacientes e pela generosidade com alunos e colegas.</p>
<hr />
<p style="line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">SERVIÇO</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p style="line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">LANÇAMENTO:</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p style="line-height: 150%;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Livro: <i>Antônio Rodrigues de Mello – Um ícone da Neurologia brasileira</i></span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;"><span style="color: black;"><strong>Data:</strong> 18 de março </span><br />
<span style="color: black;"><strong>Horário:</strong>18 horas </span><br />
<span style="color: black;"><strong>Local:</strong> Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572), Ipanema, Rio de Janeiro </span><br />
<span style="color: black;"><strong>Editora:</strong> Ex-Libris Editora </span><br />
<span style="color: black;"><strong>Ano:</strong> 2026 </span><br />
<span style="color: black;"><strong>ISBN:</strong> 978-65-988287-2-1 </span></span></p>
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		<title>Editoras independentes reinventam o mercado editorial e fortalecem a relação com os leitores no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/editoras-independentes-reinventam-o-mercado-editorial-e-fortalecem-a-relacao-com-os-leitores-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 13:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[editoras independentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante das transformações e crises que marcaram o mercado editorial brasileiro na última década, editoras independentes e livrarias de rua passaram a ocupar um papel central na renovação do setor. Distantes da lógica dos grandes conglomerados, esses empreendimentos adotaram modelos criativos de gestão, curadoria e venda, conseguindo ampliar o acesso à leitura, diversificar o catálogo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante das transformações e crises que marcaram o mercado editorial brasileiro na última década, editoras independentes e livrarias de rua passaram a ocupar um papel central na renovação do setor. Distantes da lógica dos grandes conglomerados, esses empreendimentos adotaram modelos criativos de gestão, curadoria e venda, conseguindo ampliar o acesso à leitura, diversificar o catálogo de autores publicados no país e estreitar a relação com o público leitor.</p>
<p>Segundo levantamento da Câmara Brasileira do Livro (CBL), o setor editorial e livreiro — considerando também empresas de maior porte — gera ao menos 70 mil empregos diretos no Brasil. Profissionais ouvidos pela Agência Brasil apontam que, além da relevância econômica, as editoras independentes exercem um papel estratégico na promoção da cultura, no estímulo ao pensamento crítico e na geração de renda, ainda que enfrentem severos desafios financeiros.</p>
<h3>Crescimento em meio às crises</h3>
<figure id="attachment_87814" aria-describedby="caption-attachment-87814" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-87814" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Editor-e-publisher-da-editora-Autonomia-Literaria-e-da-revista-Jacobina-Caue-Seignemartin-Ameni-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C485&#038;ssl=1" alt="Editor E Publisher Da Editora Autonomia Literária E Da Revista Jacobina, Cauê Seignemartin Ameni - Expresso Carioca" width="365" height="485" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Editor-e-publisher-da-editora-Autonomia-Literaria-e-da-revista-Jacobina-Caue-Seignemartin-Ameni-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Editor-e-publisher-da-editora-Autonomia-Literaria-e-da-revista-Jacobina-Caue-Seignemartin-Ameni-Expresso-Carioca.webp?resize=226%2C300&amp;ssl=1 226w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Editor-e-publisher-da-editora-Autonomia-Literaria-e-da-revista-Jacobina-Caue-Seignemartin-Ameni-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C199&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-87814" class="wp-caption-text">Editor e publisher da editora Autonomia Literária e da revista Jacobina, Cauê Seignemartin Ameni Foto: Cauê Seignemartin Ameni/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>O fortalecimento das editoras independentes ganhou fôlego a partir de 2015, após sucessivas crises no mercado do livro, como a recuperação judicial das redes Cultura e Saraiva, em 2018, que afetou editoras de todos os portes com atrasos e inadimplências. Paradoxalmente, esse cenário abriu espaço para novos modelos de negócio.</p>
<p>Dados recentes da CBL indicam que, entre 2023 e 2025, o número total de empresas do setor cresceu 13%, com destaque para editoras e comércios varejistas de livros. O movimento foi impulsionado, sobretudo, no período pós-pandemia, quando houve retomada do consumo cultural e fortalecimento de iniciativas independentes.</p>
<p>Mesmo com menor capacidade de investimento, essas editoras obtiveram avanços expressivos, como a ampliação do catálogo de autores disponíveis no país, incluindo traduções de obras contemporâneas relevantes que não encontravam espaço nas grandes casas editoriais.</p>
<h3>Curadoria como diferencial</h3>
<p>Para o editor e publisher Cauê Seignemartin Ameni, da editora Autonomia Literária e da revista <em>Jacobina</em>, o papel das independentes é, por natureza, transformador. “A editora independente é marginalizada no mercado. Então, ela está sempre tentando transformar esse mercado”, afirma.</p>
<p>Cauê, que também é um dos organizadores da Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei), destaca que essas casas editoriais passaram a fomentar debates contemporâneos globais no Brasil. Temas como China, inteligência artificial, crise climática, ascensão do fascismo na Europa, Estado Islâmico e Palestina passaram a circular com mais intensidade graças à atuação das independentes.</p>
<p>“O meu papel é, de certa forma, o de importador de ideias”, resume. Segundo ele, antes desse movimento, parte da produção editorial estava estagnada por viés ideológico e concentração de mercado, o que limitava o acesso do público a reflexões críticas e plurais.</p>
<h3>Disputa cultural e política</h3>
<p>Durante a ascensão da extrema-direita e do chamado “olavismo cultural”, Cauê percebeu uma lacuna no mercado. “A leitura de esquerda existia, mas estava estancada. Havia demanda, mas os livros não eram reimpressos”, relembra. Nesse contexto, editoras independentes passaram a ocupar o espaço deixado pelas grandes casas, publicando obras antifascistas e análises internacionais inéditas no Brasil.</p>
<figure id="attachment_87813" aria-describedby="caption-attachment-87813" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-87813" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Diretora-editorial-e-socia-da-editora-da-Ubu-Florencia-Ferrari-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Diretora Editorial E Sócia Da Editora Da Ubu, Florencia Ferrari - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Diretora-editorial-e-socia-da-editora-da-Ubu-Florencia-Ferrari-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Diretora-editorial-e-socia-da-editora-da-Ubu-Florencia-Ferrari-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Diretora-editorial-e-socia-da-editora-da-Ubu-Florencia-Ferrari-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/11-Diretora-editorial-e-socia-da-editora-da-Ubu-Florencia-Ferrari-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87813" class="wp-caption-text">Diretora editorial e sócia da editora da Ubu, Florencia Ferrari &#8211; Foto: Victor Caiano/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Um marco dessa atuação foi a publicação, pela Autonomia Literária, de um livro do jornalista Patrick Cockburn sobre a ascensão do Estado Islâmico. A obra tornou-se best-seller e recebeu reconhecimento de nomes consagrados do jornalismo, como Elio Gaspari.</p>
<h3>Estratégias de sobrevivência</h3>
<p>A sustentabilidade financeira segue como um dos maiores desafios. O ciclo tradicional de vendas no mercado editorial — que envolve altos custos iniciais e retorno lento, muitas vezes em até dois anos — pesa especialmente sobre editoras independentes, cujo foco está em catálogos de fundo, e não em best-sellers imediatos.</p>
<p>Para enfrentar esse cenário, a editora Ubu criou um clube do livro, que hoje conta com cerca de 2 mil assinantes. Segundo a diretora editorial e sócia Florencia Ferrari, o modelo garante previsibilidade financeira e liberdade curatorial. “Os assinantes nos dão um cheque em branco para nossa curadoria. Isso nos permite manter um catálogo de alta qualidade, sem precisar perseguir títulos apenas comerciais”, explica.</p>
<p>Além dos clubes, editoras passaram a investir em financiamento coletivo, venda direta pelo próprio site e impressão sob demanda (Print on Demand), reduzindo custos com estoque e ampliando a autonomia frente às grandes redes de livrarias.</p>
<h3>Livrarias de rua e impacto urbano</h3>
<p>O fortalecimento das livrarias de rua também se destaca como fenômeno cultural e urbano. Para Paulo Werneck, diretor-presidente da Associação Quatro Cinco Um, responsável pela revista homônima, pela editora Tinta-da-China Brasil e pela Feira do Livro, esses espaços são verdadeiros polos culturais.</p>
<p>“Elas transformam o bairro. São dos poucos comércios que têm esse efeito”, afirma. Dados da CBL indicam que, entre os 1.830 municípios brasileiros com livrarias, o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC) é 3% superior à média nacional.</p>
<h3>Políticas públicas e incentivos</h3>
<p>Apesar dos avanços, o setor reivindica políticas públicas estruturantes, como incentivos fiscais, isenção de IPTU para livrarias de rua, acesso a crédito, editais específicos e programas de compra de livros para bibliotecas e escolas.</p>
<p>“O investimento necessário é relativamente baixo e o impacto é enorme para a cultura, a educação e a qualidade de vida”, ressalta Florencia Ferrari. Ela lembra que o setor editorial mobiliza uma ampla cadeia produtiva, envolvendo tradutores, revisores, designers, ilustradores, fotógrafos e gráficas, o que amplia o alcance econômico dessas iniciativas.</p>
<p>Para Cauê Seignemartin Ameni, mesmo com os riscos do modelo de consignação, é fundamental que os livros circulem fora dos nichos. “Se só trabalhar na bolha, não se faz a disputa. Estar nas livrarias é correr riscos, mas é também alcançar um público muito maior.”</p>
<p>Entre as propostas defendidas estão ainda crédito para estudantes, estímulo à leitura e modernização do parque gráfico nacional. “Quando a gente compara nossas gráficas com as de outros países, parece que ainda estamos nos anos 1980”, critica.</p>
<p>Em meio a desafios estruturais, as editoras independentes seguem como um patrimônio cultural em construção, sustentadas por criatividade, resiliência e pela convicção de que o livro continua sendo uma ferramenta essencial para compreender o mundo e transformar a sociedade.</p>
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		<title>Livro resgata a história do Teatro Experimental do Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Abdias Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nova edição]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Experimental do Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[Está nas livrarias a obra “Teatro Experimental do Negro: testemunhos e ressonâncias”, organizada originalmente por Abdias do Nascimento, em 1966, e agora recuperada e ampliada pela socióloga Elisa Larkin Nascimento e pelo gestor cultural Jessé Oliveira. O livro revisita a trajetória e a importância histórica do Teatro Experimental do Negro (TEN), marco fundamental na luta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está nas livrarias a obra <strong>“Teatro Experimental do Negro: testemunhos e ressonâncias”</strong>, organizada originalmente por Abdias do Nascimento, em 1966, e agora recuperada e ampliada pela socióloga Elisa Larkin Nascimento e pelo gestor cultural Jessé Oliveira. O livro revisita a trajetória e a importância histórica do Teatro Experimental do Negro (TEN), marco fundamental na luta por protagonismo negro nas artes cênicas brasileiras.</p>
<p>Abdias do Nascimento (1914–2011) foi uma das figuras mais influentes da cultura e do pensamento negro no Brasil. Artista plástico, dramaturgo, ator, escritor, poeta, professor universitário, economista, ativista político, deputado federal e senador, ele dedicou sua vida à defesa da liberdade, da igualdade racial e da transformação social.</p>
<p>Lançada em novembro, durante a última primavera, a nova edição celebra os 80 anos de fundação do TEN, criado em outubro de 1944. A publicação é uma parceria entre a <strong>Edições Sesc</strong> e a <strong>Editora Perspectiva</strong>, com 328 páginas que reúnem textos históricos, análises críticas e registros visuais inéditos.</p>
<p>Entre os autores presentes na obra estão nomes como Nelson Rodrigues, o poeta Efrain Tomás Bó e os cientistas sociais Guerreiro Ramos e Florestan Fernandes. O livro também inclui um ensaio fotográfico de José Medeiros, com imagens em preto e branco do elenco do TEN, oferecendo um valioso registro visual da companhia.</p>
<h3>Protagonismo negro no teatro brasileiro</h3>
<p>Criado menos de 60 anos após a abolição da escravidão, o Teatro Experimental do Negro tinha como objetivo central valorizar a herança cultural afro-brasileira, contar histórias a partir da perspectiva negra e garantir espaço a autores e atores historicamente marginalizados. Entre 1945 e 1958, o TEN encenou mais de 20 espetáculos, nacionais e internacionais, e revelou talentos como Léa Garcia e Ruth de Souza.</p>
<p>“Quem definia os temas das peças, os textos e o rumo das atuações eram as pessoas negras”, destaca Jessé Oliveira. “O Teatro Experimental do Negro é um divisor de águas. Ele amplia o debate sobre as questões raciais e estabelece o profissionalismo de uma companhia teatral negra no Brasil.”</p>
<p>Para Elisa Larkin Nascimento, o TEN cumpre um papel decisivo ao conectar o teatro moderno ao contemporâneo no país. Segundo ela, o grupo apresentou uma visão da sociedade brasileira distinta do discurso oficial e da ideia de “democracia racial” defendida por parte da intelectualidade da época.</p>
<p>A nova edição mantém o propósito da publicação original: registrar de forma consistente a história do TEN e combater o apagamento de sua importância. “Nas escolas de teatro, muitos alunos sequer conhecem o Teatro Experimental do Negro, mesmo estudando a história do teatro brasileiro”, lamenta Elisa.</p>
<p>Ao revisitar as concepções de Abdias do Nascimento, o livro evidencia como suas ideias seguem vivas em práticas cênicas e coletivos atuais, reafirmando o teatro como espaço de resistência, memória e construção de uma arte verdadeiramente antirracista.</p>
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		<title>Autora best-seller Tarah DeWitt estreia no Brasil com comédia romântica publicada pelo selo Essência, da Editora Planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 21:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Delícias de verão]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tarah DeWitt]]></category>
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					<description><![CDATA[Autora best-seller do USA Today, Tarah DeWitt estreia no mercado literário brasileiro com a comédia romântica Delícias de verão, publicada pelo selo Essência, da Editora Planeta. Conhecida por criar romances leves, bem-humorados e carregados de emoção, a escritora apresenta nesta obra Sage Byrd, uma jovem que viveu toda a vida na acolhedora Spunes, cidade costeira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autora best-seller do <em>USA Today</em>, Tarah DeWitt estreia no mercado literário brasileiro com a comédia romântica <strong><em>Delícias de verão</em></strong>, publicada pelo selo Essência, da Editora Planeta. Conhecida por criar romances leves, bem-humorados e carregados de emoção, a escritora apresenta nesta obra Sage Byrd, uma jovem que viveu toda a vida na acolhedora Spunes, cidade costeira do Oregon. Quando o próprio relacionamento de cinco anos chega ao fim e o ex-noivo de Sage anuncia um novo casamento, ela percebe que precisa de uma vitória para provar a si mesma — e aos outros — que segue firme.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-87487 alignright" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Autora-best-seller-Tarah-DeWitt-estreia-no-Brasil-com-comedia-romantica-publicada-pelo-selo-Essencia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=270%2C395&#038;ssl=1" alt="Autora Best Seller Tarah DeWitt Estreia No Brasil Com Comédia Romântica Publicada Pelo Selo Essência - Expresso Carioca" width="270" height="395" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Autora-best-seller-Tarah-DeWitt-estreia-no-Brasil-com-comedia-romantica-publicada-pelo-selo-Essencia-Expresso-Carioca-1.webp?w=270&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Autora-best-seller-Tarah-DeWitt-estreia-no-Brasil-com-comedia-romantica-publicada-pelo-selo-Essencia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=205%2C300&amp;ssl=1 205w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Autora-best-seller-Tarah-DeWitt-estreia-no-Brasil-com-comedia-romantica-publicada-pelo-selo-Essencia-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C219&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" />A oportunidade surge com o tradicional Festival de Spunes, a competição anual de verão que mobiliza toda a comunidade. Sage enxerga no evento a chance perfeita de recuperar o brilho e deixar o passado para trás. Para isso, porém, precisa de um parceiro que possa ajudá-la a virar o jogo. É então que entra em cena Fisher Lange, um chef renomado de Nova York que chega à cidade em busca de um recomeço.</p>
<p>Fisher enfrenta o próprio turbilhão: após a perda da irmã, assume a guarda da sobrinha adolescente e, abalado emocionalmente, perde também a estrela Michelin. Em uma licença sabática em Spunes, ele tenta reencontrar o prazer pela cozinha e pela vida. Quando seus primeiros encontros com os moradores da cidade ameaçam sua reputação, uma parceria estratégica com Sage pode ser a melhor alternativa para se reerguer.</p>
<p>Com o acordo firmado, os dois passam a viver uma convivência cheia de colisões, cumplicidade e descobertas. À medida que a parceria evolui para algo mais profundo, Sage e Fisher percebem que o verão — e os sentimentos — avançam mais depressa do que esperavam. Com humor, sensibilidade e personagens irresistíveis, <strong><em>Delícias de verão</em></strong> marca a chegada calorosa e promissora de Tarah DeWitt ao Brasil, reforçando por que a autora tem conquistado tantos leitores ao redor do mundo.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA </strong></p>
<p>Título: Delícias de verão<br />
Autora: Tarah DeWitt<br />
Tradução: Laís Medeiros<br />
ISBN: 978-85-422-3923-2<br />
Páginas: 320 p.<br />
Preço livro físico: R$69,90<br />
Editora Planeta</p>
<hr />
<p><strong>SOBRE A AUTORA</strong></p>
<p><strong>Tarah DeWitt</strong> é autora, esposa, mãe e leitora voraz de comédias românticas, e, ao mesmo tempo que lia tudo disponível ao seu redor, se entregava na escrita de pedaços do seu próprio livro. Eventualmente, essas divagações escritas em seu bloco de notas se transformaram no seu romance de estreia! Tarah adora histórias centradas em personagens imperfeitas, construídas com a medida certa de trauma para serem engraçadas, mas jamais sem abordar esses assuntos de maneira leviana. Ela acredita que o riso é uma parte essencial do romance, da amizade, da paternidade e da vida. Também é autora de <em>Rootbound</em>, <em>The Co-op</em> e <em>Funny Feelings</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O SELO ESSÊNCIA</strong></p>
<p>Criado em 2007, na Espanha, foi um dos primeiros selos de literatura feminina no Brasil. É dedicado à ficção romântica, com foco na literatura escrita por e para mulheres. Nos romances Essência as protagonistas femininas são fortes e estão presentes temas importantes, como a representatividade e o empoderamento. Dentre as principais autoras já publicadas no selo estão Ana Huang, Katherine Center, Megan Maxwell, Vi Keeland, Nana Pauvolih, Erin Watt e Patricia Cabot</p>
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		<title>Lançamento de “Tudo o que faltou dizer” entrelaça emoção e reflexão em uma escrita sensível e envolvente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lancamento-de-tudo-o-que-faltou-dizer-entrelaca-emocao-e-reflexao-em-uma-escrita-sensivel-e-envolvente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 16:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[George Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Ipê das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo o que faltou dizer]]></category>
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					<description><![CDATA[A editora Ipê das Letras apresenta “Tudo o que faltou dizer&#8221; uma obra poetica e profunda do autor, consultor e estrategista em comunicação pública e privada George Wilde. Neste livro, o autor convida o leitor a um mergulho íntimo nas complexidades da existência: o amor, o tempo, o luto, a fé, a rotina e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">A editora Ipê das Letras apresenta “Tudo o que faltou dizer&#8221; uma obra poetica e profunda do autor, <span style="background: white;">consultor e estrategista em comunicação pública e privada</span> George Wilde.</span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Neste livro, o autor convida o leitor a um mergulho íntimo nas complexidades da existência: o amor, o tempo, o luto, a fé, a rotina e o silêncio. Cada crônica é um instante de pausa, um convite à escuta e à delicada arte de perceber o que, muitas vezes, permanece não dito. </span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-87334 alignright" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Lancamento-de-Tudo-o-que-faltou-dizer-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C375&#038;ssl=1" alt="Lançamento De “Tudo O Que Faltou Dizer” - Expresso Carioca" width="300" height="375" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Lancamento-de-Tudo-o-que-faltou-dizer-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Lancamento-de-Tudo-o-que-faltou-dizer-Expresso-Carioca-1.webp?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/10-Lancamento-de-Tudo-o-que-faltou-dizer-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C188&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Com lirismo e profundidade, Wilde transforma vivências pessoais em reflexos universais, entrelaçando memória e presença, emoção e lucidez. “Tudo o que faltou dizer&#8221; é mais do que um livro, é um companheiro silencioso, que fala com o leitor nas entrelinhas e o convida a redescobrir o sentido do presente.</span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">O livro está disponível na plataforma <i>online</i> da Ipê das Letras, pelo valor de R$58,00. Clique </span><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;"><strong><a href="https://www.livrariaipedasletras.com/ficcao/geral/tudo-o-que-faltou-dizer" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong><span style="color: black;"> para ver o livro. O lançamento oficial está marcado para o dia 6 de dezembro às 16h30 na Livraria da Vila em Moema, São Paulo e 20 de dezembro às 16h30 na Livraria Nobel &#8211; Praia Shopping em Natal. </span></span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Sinopse</span></strong></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Em <i>“Tudo o que faltou dizer&#8221;</i>, George Wilde transforma as pequenas experiências do cotidiano em reflexões sobre tempo, memória e afeto. Com uma escrita sensível e precisa, o autor constrói retratos emocionais que transitam entre a fé e a dúvida, a presença e a perda, revelando o quanto a simplicidade da vida pode abrigar grandes mistérios. O livro convida o leitor a uma leitura pausada, marcada pela observação e pelo silêncio — uma imersão naquilo que muitas vezes permanece não dito.</span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Sobre o autor </span></strong></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">Brasiliense, nascido em 1978, <strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">George Wilde</span></strong> é escritor, <span style="background: white;">consultor e estrategista em comunicação pública e privada</span>. Sua trajetória profissional o levou a diversos países da América do Sul, América Central e África, ampliando sua visão de mundo e reforçando o olhar humanista que marca sua obra. R<span style="background: white;">econhecido pela atuação na propaganda e no marketing político</span>, Wilde une análise crítica e sensibilidade poética para investigar as complexidades da experiência humana. <i>“Tudo o que faltou dizer&#8221; </i>é sua estreia literária.</span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">SOBRE A IPÊ</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;"> </span></p>
<p style="line-height: 150%; text-align: left;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;">A Ipê das Letras está na linha de frente das publicações de novos autores brasileiros contemporâneos, transformando o cenário literário com uma abordagem inovadora. Nossa missão é democratizar a literatura, oferecendo aos leitores uma diversidade de obras em todos os gêneros e proporcionando oportunidades únicas para novos autores talentosos. Acreditamos que a literatura é uma ferramenta de inspiração e transformação, convidando todos a explorar novas ideias e emoções. Juntos, buscamos romper barreiras literárias e criar experiências inesquecíveis. </span></p>
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		<title>Livro discute tarifa zero e defende mobilidade urbana como eixo de qualidade de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 19:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão sobre mobilidade urbana como um direito e componente essencial da qualidade de vida ganha novo fôlego com o lançamento do livro Mobilidade e Qualidade de Vida nas Metrópoles: Tarifa Zero, Integração de Modais e Autoridade Metropolitana. A obra, da Editora Jandaíra, será apresentada nesta segunda-feira (8), às 18h, na Livraria da Vila, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão sobre mobilidade urbana como um direito e componente essencial da qualidade de vida ganha novo fôlego com o lançamento do livro <em>Mobilidade e Qualidade de Vida nas Metrópoles: Tarifa Zero, Integração de Modais e Autoridade Metropolitana</em>. A obra, da Editora Jandaíra, será apresentada nesta segunda-feira (8), às 18h, na Livraria da Vila, no Jardim Paulista, em São Paulo.</p>
<p>Escrito pelo deputado estadual paulista Mário Maurici (PT-SP), o livro analisa a mobilidade como um dos principais vetores das desigualdades urbanas, especialmente para moradores de regiões periféricas. Segundo o autor, o acesso ao espaço urbano ainda é condicionado pela capacidade de pagar pela locomoção.</p>
<blockquote><p>“A mobilidade é um vetor estruturante das desigualdades. A cidade deixa de ser democrática quando a tarifa define quem pode estudar, trabalhar, passear com os filhos ou consultar um médico”, afirma Maurici.</p></blockquote>
<p>A obra também presta homenagem ao engenheiro Lúcio Gregori, idealizador da proposta de tarifa zero no Brasil durante a gestão de Luiza Erundina na Prefeitura de São Paulo. Para Maurici, o legado de Gregori extrapola o projeto técnico e introduz uma nova forma de pensar políticas públicas.</p>
<blockquote><p>“O que Lúcio nos deixou foi um método de compreender a cidade a partir do princípio de que o transporte é um direito, não uma mercadoria. Com mais mobilidade, ampliam-se as oportunidades”, destaca.</p></blockquote>
<p>O lançamento reunirá parlamentares, gestores públicos, acadêmicos, diplomatas e representantes de movimentos populares. Maurici participará do evento para dialogar com o público e autografar exemplares.</p>
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		<title>Crianças da Palestina transformam dor em literatura: novo livro reúne relatos e desenhos produzidos em meio à guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[crianças palestinas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro Não Vou Escrever Poesia e Outros Textos, escrito por crianças palestinas diretamente impactadas pela guerra, chega ao Brasil trazendo uma coletânea comovente de relatos, reflexões e ilustrações produzidos em oficinas realizadas em diferentes regiões da Palestina. O projeto, conduzido pelo coletivo Editoras Pela Palestina, nasce com a missão de aproximar o público brasileiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O livro <em>Não Vou Escrever Poesia e Outros Textos</em>, escrito por crianças palestinas diretamente impactadas pela guerra, chega ao Brasil trazendo uma coletânea comovente de relatos, reflexões e ilustrações produzidos em oficinas realizadas em diferentes regiões da Palestina. O projeto, conduzido pelo coletivo Editoras Pela Palestina, nasce com a missão de aproximar o público brasileiro da realidade enfrentada por essas infâncias.</p>
<p>Em nota, o coletivo destacou que a obra busca “sensibilizar as infâncias e juventudes no Brasil para a situação palestina, criando solidariedade, empatia, questionamento e consciência”. Toda a renda obtida com as vendas será revertida ao Instituto Tamer, organização que promove ações educacionais e culturais tanto na Cisjordânia quanto na Faixa de Gaza. No Brasil, o livro está disponível exclusivamente no site Palavras.</p>
<h3>Um processo criativo atravessado pela guerra</h3>
<p>A construção do livro contou com o apoio do escritor palestino Hani al-Salmi e da artista Hana Ahmad, que acompanharam mais de 80 crianças ao longo de atividades de escrita, diálogo e reflexão. Dessa imersão emergiram textos profundamente íntimos, revelando o cotidiano de quem cresce sob bloqueios, bombardeios e instabilidade permanente.</p>
<p>O material produzido foi posteriormente compartilhado com crianças de Jerusalém e Hebron, permitindo uma troca rara entre regiões da Palestina — um encontro dificultado pelas restrições de circulação impostas por Israel. Esse intercâmbio reforça uma das ambições centrais da obra: conectar vivências fragmentadas por fronteiras e conflitos.</p>
<h3>A força das vozes infantis</h3>
<p>Para Laura Di Pietro, diretora editorial da Tabla — editora brasileira especializada em literatura árabe —, ouvir as narrativas palestinas, sobretudo as infantis, é essencial.</p>
<blockquote><p>“Só quem está ali pode dizer ou saber o que profundamente acontece, como é o dia a dia. Esse livro traz as vozes das crianças, dos organizadores que trabalham com essas crianças. Gaza sempre foi atacada, violada, guerreada. Está mais do que na hora de escutar os palestinos em todas as suas manifestações”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Uma série dedicada à memória e à resistência</h3>
<p><em>Não Vou Escrever Poesia e Outros Textos</em> integra a série Crianças do Mar e das Laranjas, que reúne obras voltadas a registrar as vivências de crianças sob guerra e ocupação. Este é o terceiro volume, sucedendo <em>Lembranças das Crianças do Mar</em> (2014) e <em>O que Aconteceu com o Eid?</em> (2022). A coleção busca preservar, pela literatura, fragmentos de memória, resistência e humanidade.</p>
<p>Com sua nova edição, a série amplia o alcance dessas narrativas e reforça a urgência de olhar — e ouvir — os pequenos autores que transformam dor em palavra, e palavra em esperança.</p>
<p>&nbsp;</p>
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