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	<title>lives &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>TSE aprova regras para restringir live eleitoral em residência oficial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 21:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (19), por unanimidade, estabelecer regras para restringir a realização de transmissões ao vivo pela internet (live) de dentro de residências oficiais.  A nova regra vale para prefeitos, governadores e presidente da República. A medida havia começado a ser discutida na última terça-feira (17), quando o TSE [&#8230;]]]></description>
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<p>O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (19), por unanimidade, estabelecer regras para restringir a realização de transmissões ao vivo pela internet (<em>live</em>) de dentro de residências oficiais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A nova regra vale para prefeitos, governadores e presidente da República. A medida havia começado a ser discutida na última terça-feira (17), quando o TSE absolveu o ex-presidente Jair Bolsonaro da acusação de abuso de poder político durante a campanha à reeleição, no ano passado, por ter realizado <em>lives</em> de cunho eleitoreiro de dentro do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.</p>
<p>O entendimento, no caso específico, foi de que não houve gravidade bastante para configurar abuso de poder, pois o alcance das <em>lives</em> de Bolsonaro foi restrito por uma liminar (decisão urgente e provisória) ainda durante a campanha.</p>
<p>Nesta quinta (19), entretanto, os ministros retornaram ao caso já com um consenso formado. O objetivo é estabelecer regras a tempo de disciplinar esse tipo de conduta para as eleições municipais do ano que vem e evitar o problema antes que ele ocorra.</p>
<p>Todos os ministros referendaram texto trazido pelo relator, o corregedor-geral eleitoral, ministro Benedito Gonçalves. Pelas regras aprovadas, qualquer prefeito ou governador, bem como o presidente, só pode utilizar a residência oficial para a transmissão de “<em>live</em> eleitoral” se:</p>
<p>a. Tratar-se de ambiente neutro, desprovido de símbolos, insígnias, objetos,  decoração ou outros elementos associados ao Poder Público ou ao cargo ocupado.</p>
<p>b. A participação for restrita a pessoa detentora do cargo.</p>
<p>c. O conteúdo divulgado se referir exclusivamente à sua candidatura.</p>
<p>d. Não forem empregados recursos materiais e serviços públicos, ou aproveitados servidoras e servidores da administração pública direta e indireta.</p>
<p>e. Houver o devido registro na prestação de contas de todos os gastos efetuados das doações estimáveis relativas a <em>live</em> eleitoral, inclusive a recursos e serviços de acessibilidade.</p>
<p>Tal entendimento deverá nortear os julgamentos da Justiça Eleitoral em todo o território nacional.</p>
</div>
</div>
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