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	<title>língua portuguesa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>língua portuguesa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inscrições abertas para o Celpe-Bras 2025/1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inscricoes-abertas-para-o-celpe-bras-2025-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Celpe-Bras]]></category>
		<category><![CDATA[Certificado]]></category>
		<category><![CDATA[Estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[As inscrições para o exame do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), edição 2025/1, já estão abertas e seguem até o dia 17 de janeiro. Interessados devem acessar o Sistema Celpe-Bras para realizar a inscrição, informando dados pessoais, como número de passaporte ou documento de identificação válido, além de país e posto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o exame do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), edição 2025/1, já estão abertas e seguem até o dia 17 de janeiro. Interessados devem acessar o Sistema Celpe-Bras para realizar a inscrição, informando dados pessoais, como número de passaporte ou documento de identificação válido, além de país e posto onde desejam realizar a prova.</p>
<h3><strong>Detalhes do Exame</strong></h3>
<p>O Celpe-Bras, aplicado pelo <strong>Inep</strong>, é o único certificado oficial de proficiência em língua portuguesa reconhecido pelo governo brasileiro. Ele é amplamente aceito por universidades e empresas no Brasil, sendo essencial para estrangeiros que desejam estudar ou trabalhar no país.</p>
<h4><strong>Formato da Prova</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Parte escrita</strong>:
<ul>
<li>Duração: até 3 horas</li>
<li>Composta por quatro tarefas de produção textual que avaliam diferentes competências no uso da língua portuguesa.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Parte oral</strong>:
<ul>
<li>Duração: 20 minutos</li>
<li>Entrevista presencial com avaliador-interlocutor e avaliador-observador.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Ambas as partes são obrigatórias e determinam o nível de proficiência do candidato.</p>
<h3><strong>Cronograma Completo</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Inscrição</strong>: 6 a 17 de janeiro</li>
<li><strong>Pagamento da taxa</strong>: 6 a 22 de janeiro</li>
<li><strong>Homologação dos postos aplicadores</strong>: até 24 de janeiro</li>
<li><strong>Solicitação de atendimento especializado ou uso de nome social</strong>: até 17 de janeiro</li>
<li><strong>Resultados dos pedidos de atendimento</strong>: 24 de janeiro</li>
<li><strong>Prazo para recursos</strong>: 27 a 31 de janeiro</li>
<li><strong>Resultado dos recursos</strong>: 3 de fevereiro</li>
<li><strong>Aplicação das provas</strong>: 11 a 14 de março</li>
<li><strong>Resultados finais</strong>: 27 de maio</li>
</ul>
<h3><strong>Solicitações Especiais</strong></h3>
<p>Candidatos que necessitem de atendimento especializado ou desejem ser tratados pelo nome social durante o exame devem indicar essa necessidade no momento da inscrição. É necessário apresentar documentação comprobatória.</p>
<h3><strong>Importância do Celpe-Bras</strong></h3>
<p>O certificado é amplamente aceito em instituições de ensino superior para ingresso em cursos de graduação e pós-graduação. Além disso, é uma ferramenta fundamental para a validação de diplomas e atuação profissional de estrangeiros no Brasil.</p>
<p>Para mais informações, acesse o <strong>Sistema Celpe-Bras</strong> e confira os detalhes da inscrição e da aplicação do exame.</p>
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		<title>Enem: cartilha de redação é divulgada; confira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/enem-cartilha-de-redacao-e-divulgada-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 00:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[Inepredação]]></category>
		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, nesta quarta-feira (2), em seu portal na internet, o documento A Redação do Enem 2024 – Cartilha do Participante. O material procura esclarecer dúvidas sobre critérios que fazem um texto ser bem qualificado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além das informações sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou, nesta quarta-feira (2), em seu portal na internet, o documento<a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/acervo-linha-editorial/publicacoes-institucionais/avaliacoes-e-exames-da-educacao-basica/a-redacao-do-enem-cartilha-do-a-participante" target="_blank" rel="noopener"> <em>A Redação do Enem 2024 – Cartilha do Participante</em></a>. O material procura esclarecer dúvidas sobre critérios que fazem um texto ser bem qualificado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).</p>
<p>Além das informações sobre a matriz de referência da prova, há exemplos comentados de redações que receberam pontuação máxima (1.000 pontos) no Enem 2023.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No dia 3 de novembro, primeiro dia do exame, os participantes deverão escrever um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas. Será proposta uma situação-problema, que servirá de base para o desenvolvimento da redação.</p>
<p>Entre as competências exigidas no Enem, estão o domínio da escrita formal da língua portuguesa; a organização das informações, dos fatos e dos argumentos para defender um ponto de vista; o conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a argumentação e a proposta de intervenção para o problema abordado.</p>
<p>Cada avaliador atribuirá uma nota entre 0 e 200 pontos para cada uma das cinco competências. Serão dois avaliadores para cada texto. A nota final do participante será a média aritmética entre as duas pontuações atribuídas pelos avaliadores.</p>
<p>Alguns critérios podem fazer com que a nota seja zero: fuga ao tema, texto com até sete linhas, trecho deliberadamente desconectado do tema, desobediência à estrutura dissertativo-argumentativa e desrespeito à seriedade do exame.</p>
<p>Instituições de ensino públicas e privadas usam o Enem para selecionar os estudantes. As notas da prova também servem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>
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		<item>
		<title>Consciência Negra: expressões reforçam racismo e devem ser evitadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/consciencia-negra-expressoes-reforcam-racismo-e-devem-ser-evitadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 00:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Nacional da Consciência Negra, lembrado neste domingo (20), especialistas alertam para a necessidade de se repensar o uso de termos e expressões que reforçam o racismo. Há casos em que essas palavras são reproduzidas sem que as pessoas tenham o conhecimento histórico da origem delas. Para conscientizar sobre o tema, a Defensoria Pública [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>No Dia Nacional da Consciência Negra, lembrado neste domingo (20), especialistas alertam para a necessidade de se repensar o uso de termos e expressões que reforçam o racismo. Há casos em que essas palavras são reproduzidas sem que as pessoas tenham o conhecimento histórico da origem delas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para conscientizar sobre o tema, a Defensoria Pública da Bahia lançou o <a href="http://www.defensoria.ba.def.br/wp-content/uploads/2021/11/sanitize_231121-125536.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>Dicionário de Expressões (Anti) Racistas</em></a>, no ano passado.</p>
<p>“Nosso idioma foi construído sob forte influência do período de escravização e muitas destas expressões seguem sendo usadas até hoje, ainda que de forma inconsciente ou não intencional. Precisamos repensar o uso de palavras e expressões que são frutos de uma construção racista”, destaca a publicação.</p>
<p>A cartilha cita expressões como “a coisa tá preta”, em que a cor preta ou negra é usada em uma conotação negativa, e propõe a substituição para “a situação está difícil”.</p>
<p>Outro exemplo de expressão considerada racista é “cabelo ruim” para designar cabelo crespo ou cacheado. A publicação também aponta as expressões “mercado negro, magia negra, humor negro e ovelha negra” – em que a palavra ‘negro’ representa algo pejorativo, prejudicial, ilegal. Como alternativa, propõe-se o uso de mercado clandestino, lista proibida e humor ácido.</p>
<p>“O racismo se revela de diversas formas em nossa sociedade. Estas microagressões, além de reproduzirem um discurso racista, ao identificarem a negritude como marcador de inferioridade social, afetam o bem-estar de pessoas negras”, diz a cartilha.</p>
<p>Há outras palavras menos óbvias, como “boçal”, descrita na cartilha como “referência aos escravizados que não sabiam falar a língua portuguesa”. Essa desqualificação também é uma das formas de racismo que, segundo o linguista e professor da Universidade Federal do Sul da Bahia Gabriel Nascimento, persiste nos dias atuais.</p>
<blockquote><p>“As palavras são resultado de uma formação histórica racista. O racismo linguístico não se resume às palavras”, enfatiza.</p></blockquote>
<p>Nascimento lembra que os negros representam mais de 50% da população brasileira. “Essa população modificou essa língua. Ela é parte dessa língua porque essa língua é dela. No entanto, quando a gente vai falar de como o Estado e as pessoas tratam as pessoas negras, normalmente a elas é imposta uma falta de autoestima linguística, como pessoas que não são portadoras da capacidade de falar essa língua de maneira orgânica e politicamente, de se comunicar”, destaca.</p>
<p>O uso das palavras também é uma forma de disputa, segundo Nascimento. Ele destaca a palavra “negro” aplicada a pessoas, que não tinha equivalente na África antes da invasão europeia. “Como você explica um país onde ‘negro’ seja uma palavra usada ao mesmo tempo para politizar uma população mestiça e também para racismo? Ao mesmo tempo que o homem preto positiva a sua narrativa  – “eu sou um homem negro” – você tem a presença desse homem negro sendo chamado por uma mulher branca de ‘negro fedido’”, diz, usando como exemplo o caso de racismo contra o humorista Eddy Júnior, ofendido por uma vizinha no condomínio onde mora na zona oeste da capital paulista em outubro de 2022.</p>
<h2>Influência africana</h2>
<p>Uma das maiores demonstrações do racismo na língua portuguesa no Brasil é a falta de estudo da influência das línguas africanas na formação do idioma, segundo Gabriel Nascimento –  que é autor do livro <em>Racismo Linguístico</em>.</p>
<blockquote><p>“O fato de a gente levar 14 anos na educação formal tentando aprender a diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal mostra o quão colonial, o quanto de racismo linguístico a gente tem no nosso português. Porque a gente não identifica a importância das línguas bantus [grupo étnico africano], a sua influência nos falares do Brasil”, afirma o pesquisador.</p></blockquote>
<p>Esses idiomas influenciaram não só com palavras que são usadas no cotidiano brasileiro, como também, de acordo com Nascimento, até na sintaxe predominante no país. Entre as palavras, o pesquisador aponta como exemplos samba, bunda, cachimbo, acalanto, dengo, quiabo, bengala.</p>
<p>Há ainda, segundo ele, usos comuns que na chamada norma culta acabam sendo considerados incorretos. “A gente não sabe, por exemplo, que nas línguas bantus, que são línguas extremamente prefixais, toda a informação de plural e singular entra de maneira prefixal. Nessas línguas você normalmente coloca as informações de singular e plural no primeiro traço da palavra”, explica.</p>
<p>“Quando você faz a concordância em ‘as menina’, você apenas coloca o plural no primeiro item. Essa influência é vista normalmente no Brasil como erro. Mas ela é uma influência bantu muito legítima e vai se reproduzir em outros lugares”, exemplifica. São elementos culturais importantes que, na visão do professor, não têm a atenção devida. “As nossas escolas não abordam conteúdos linguísticos africanos. Essa diversidade brasileira da língua foi ignorada pelas escolas”, afirma.</p>
<p><em>*Colaborou Daniel Mello</em></p>
</div>
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