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	<title>Limítrofe &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Inédito, “LIMÍTROFE” estreia no Teatro Dulcina, no Centro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inedito-limitrofe-estreia-no-teatro-dulcina-no-centro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 19:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerando que o século XXI tem sido marcado pelo aumento dos casos de estresse, ansiedade e depressão &#8211; fatores que, quando ignorados, podem desencadear patologias ainda mais graves – estreia no dia 3 de outubro às 19h no Teatro Dulcina, na Cinelândia, o espetáculo inédito “Limítrofe”. Escrita por Oscar Calixto, que também entra em cena [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando que o século XXI tem sido marcado pelo aumento dos casos de estresse, ansiedade e depressão &#8211; fatores que, quando ignorados, podem desencadear patologias ainda mais graves – estreia no dia </span><b>3 de outubro</b><span style="font-weight: 400;"> às </span><b>19h</b><span style="font-weight: 400;"> no </span><b>Teatro Dulcina</b><span style="font-weight: 400;">, na Cinelândia, o espetáculo inédito “</span><b><i>Limítrofe</i></b><span style="font-weight: 400;">”. Escrita por </span><b>Oscar Calixto</b><span style="font-weight: 400;">, que também entra em cena ao lado de </span><b>Malu Falangola</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Raphael Najan</b><span style="font-weight: 400;">, a montagem com direção de </span><b>Daniel Dias da Silva</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Anderson Cunha</b><span style="font-weight: 400;"> apresenta e explora o universo das patologias psíquicas, abordando questões da psicologia contemporânea e debruçando-se sobre o universo do fenômeno dos humores instáveis, que seguem em curso imprevisível no seio da sociedade.</span></p>
<figure id="attachment_86099" aria-describedby="caption-attachment-86099" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86099" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/E-flyer-Limitrofe_Stories-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C533&#038;ssl=1" alt="Flyer Limítrofe Stories - Expresso Carioca" width="300" height="533" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/E-flyer-Limitrofe_Stories-Expresso-Carioca.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/E-flyer-Limitrofe_Stories-Expresso-Carioca.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/E-flyer-Limitrofe_Stories-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-86099" class="wp-caption-text">Limitrofe &#8211; Foto: Josi Areia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na trama, três personagens que não se conhecem se encontram no telhado de um prédio de 20 andares. Cláudia, uma mulher que parece chegada de um ensaio de dança; Paschoal, um ator de televisão que chega ao espaço de maneira abrupta; e Marcos, um escritor que irrompe a porta de entrada do local e se depara com os outros dois. A troca entre os três desencadeia uma série de reflexões de ordens psicossociais, troca de farpas, análises, diagnósticos precipitados e discussões filosófico-existenciais cheias de humor e ironia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O desejo de levar esse tema ao teatro nasce da pura observação de uma sociedade que vem transformando absurdos em coisas normais</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Sociedade que vem adoecendo e impulsionando os índices dos casos de suicídio no mundo inteiro. A peça também discute outros temas importantes, como o que está acontecendo com o mercado de trabalho, sobre como estamos normalizando as ações dos </span><i><span style="font-weight: 400;">feeds</span></i><span style="font-weight: 400;"> das redes sociais e de como elas passam a agir no inconsciente coletivo”, antecipa o autor e ator Oscar Calixto, cuja dramaturgia foi construída com a ajuda de psicólogos, psicanalistas e psiquiatras, tendo como referências linhas de pensamentos de </span><b>Sigmund Freud</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Carl Jung</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Jacques Lacan</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Zygmunt Bauman</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o International Stress Management Association (ISMA), o Brasil é um dos países mais afetados por problemas de saúde mental, sendo líder no ranking mundial de pessoas </span><b>ansiosas</b><span style="font-weight: 400;">, com altos índices de </span><b>estresse</b><span style="font-weight: 400;"> entre trabalhadores e uma significativa incidência do </span><b>Transtorno de Personalidade Limítrofe</b><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>Borderline</b><span style="font-weight: 400;">. Nesse contexto, a peça surge como uma proposta artística e social para promover a conscientização sobre os transtornos mentais e suas variações de gravidade. Por meio de humor, drama, poesia e sensibilidade, a montagem convida o público a refletir sobre julgamentos apressados, rótulos e a maneira como lidamos com o sofrimento alheio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Mas fazemos isso de modo muito simples: nós apenas contamos uma história. E acreditamos que o ato de colocar o tema em cena já seja um modo de ajudar o público a pensar sobre o assunto. A peça critica o que precisa ser revisto por todos nós e reflete sobre o quão importante é respeitar a dor do outro. O tema central da nossa montagem foi abordado na série ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">Desperate Housewives</span></i><span style="font-weight: 400;">’, que utilizava justamente o ‘</span><b>dramédia’</b><span style="font-weight: 400;"> para discutir o suicídio já no episódio de abertura da série”, pondera Oscar sobre o recurso que permite que o drama e a comédia andem juntos, muitas vezes na mesma cena. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dramaturgia de “</span><b><i>Limítrofe</i></b><span style="font-weight: 400;">” aborda o tema de maneira leve e extremamente alinhada com a causa, proporcionando ao público rir, se divertir e se emocionar com uma história onde o imprevisível é o carro-chefe. Para a temporada de estreia, estão sendo convidados </span><b>profissionais da saúde</b><span style="font-weight: 400;"> (psicólogos, psicanalistas e psiquiatras) para promover um debate com o público uma vez por semana. Os dias serão anunciados previamente no Instagram </span><b>@espetaculolimitrofe</b><span style="font-weight: 400;">. Para o autor da peça, um dos grandes problemas contemporâneos é estarmos absorvendo, normalizando e incluindo o </span><i><span style="font-weight: 400;">modus operandi</span></i><span style="font-weight: 400;"> das redes sociais em nossas vidas. Oscar Calixto acredita que seja necessária a criação de “pequenos espaços de contemplação da vida”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Num mundo cheio de telas e de milhares de informações por dia, é importante saber dosar com equilíbrio o uso da tecnologia, filtrar um pouco as informações e abrir esses espaços de contemplação. Nós estamos praticando a mesma violência que se pratica nos comentários agressivos, depreciativos, críticos, manipuladores ou tendenciosos que são destilados nas caixinhas de comentários das redes sociais. Estamos ‘normalizando’ tudo isso porque estamos nos tornando, como diria o educador e psicólogo francês </span><b>Pierre Weil</b><span style="font-weight: 400;">, seres ‘normóticos’”, elabora Oscar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Normose</span></i><span style="font-weight: 400;">” é um termo cunhado por Pierre, </span><b>Jean-Yves Leloup</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Roberto Crema</b><span style="font-weight: 400;"> para descrever um conjunto de hábitos, crenças e atitudes consideradas &#8220;normais&#8221; pela sociedade, mas que, na realidade, são prejudiciais, patogênicas ou causam sofrimento, levando à infelicidade e perda de sentido na vida. E frear isso parece impossível, frisa Oscar, já que habilitamos uma estrutura que consumimos diariamente e que nos bombardeia com essa avalanche coletiva com a qual nos acostumamos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Contudo, é possível trazer consciência sobre a gerência disso e sobre a importância do autocuidado. A saída não é única, mas múltipla. Filosoficamente, resgatar o tempo da contemplação e do encontro genuíno. Psicologicamente, cultivar sentido, presença e vínculos empáticos. Psiquiatricamente, alinhar recursos clínicos com práticas de autocuidado e políticas públicas de suporte. Em síntese, não se trata de ‘escapar da realidade acelerada’ mas de instaurar pequenas zonas de resistência, de silêncio, de escuta e de cuidado mútuo que nos permitam viver como sujeitos e não como engrenagens de uma máquina apressada”, encerra Oscar.</span></p>
<hr />
<p><b>Serviço</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><b>Limítrofe</b><span style="font-weight: 400;">”</span></p>
<p><strong>Temporada</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 03 a 26 de outubro de 2025<br />
</span><strong>Horário</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Quintas, sextas-feiras e sábados, às 19h; domingos, às 18h<br />
</span><strong>Local</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Teatro Dulcina<br />
</span><strong>Endereço</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> Rua Alcindo Guanabara, 17 &#8211; Cinelândia &#8211; Centro &#8211; Rio de Janeiro<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>Tel.:</strong> (21) 2240-4879</span></p>
<p><strong>Ingressos</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> R$ 30 (meia-entrada) / R$ 60 (inteira)<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>Link do Sympla:</strong> </span><a href="https://www.sympla.com.br/evento/limitrofe/3095103?share_id=copiarlink" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://www.sympla.com.br/evento/limitrofe/3095103?share_id=copiarlink</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><strong>Classificação Indicativa</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 14 anos<br />
</span><strong>Duração</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> 75 minutos<br />
</span><strong>Instagram</strong><span style="font-weight: 400;"><strong>:</strong> <a href="https://www.instagram.com/espetaculolimitrofe" target="_blank" rel="noopener">@espetaculolimitrofe</a></span></p>
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