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	<title>LGBTI &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Edital contempla paradas LGBTI+ no interior e litoral paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do estado de São Paulo lança nesta quarta-feira (17), Dia Internacional contra a LGBTfobia, o edital +Orgulho para contemplar produtores e coletivos culturais da comunidade LGBTI+ com R$ 750 mil de investimento. Serão selecionados 30 projetos para a promoção de paradas no interior e litoral do estado. A chamada pública, gerida pela organização [&#8230;]]]></description>
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<p>O governo do estado de São Paulo lança nesta quarta-feira (17), Dia Internacional contra a LGBTfobia, o edital +Orgulho para contemplar produtores e coletivos culturais da comunidade LGBTI+ com R$ 750 mil de investimento. Serão selecionados 30 projetos para a promoção de paradas no interior e litoral do estado.</p>
<p>A chamada pública, gerida pela organização social Amigos da Arte, ficará aberta para pessoas físicas e jurídicas do interior e litoral do estado desta quarta-feira a 2 de junho. As inscrições devem ser feitas pelo <a href="http://www.amigosdaarte.org.br/" target="_blank" rel="noopener">site da organização</a>.</p>
<p>“A publicação da chamada foi um dos nossos primeiros desafios à frente da Amigos da Arte e estamos muito empenhados em trabalhar em benefício da descentralização da cultura, conforme orientação da secretária Marília Marton [Secretaria da Cultura e Economia Criativa]”, disse, em nota, Glaucio Franca, diretor da Amigos da Arte, ligada à pasta.</p>
<p>Na quinta-feira (11), Franca participou de reunião para identificar as principais demandas do setor LGBTI+, o que, segundo ele, foi importante para o desenho do edital.</p>
<p>Os projetos selecionados serão divulgados em 12 de junho, dia seguinte à realização da 27ª edição da Parada do Orgulho LGBTI+ em São Paulo, o maior evento de protagonismo dessa população da América Latina.</p>
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		<title>Número de mortes violentas de pessoas LGBTI+ subiu 33,3% em um ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-mortes-violentas-de-pessoas-lgbti-subiu-333-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 14:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ABGLT]]></category>
		<category><![CDATA[Antra]]></category>
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		<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes Violentas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2021, houve no Brasil, pelo menos 316 mortes violentas de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo (LGBTI+). Esse número representa um aumento de 33,3% em relação ao ano anterior, quando foram 237 mortes. Os dados constam do Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil. Entre os crimes ocorridos no [&#8230;]]]></description>
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<p>Em 2021, houve no Brasil, pelo menos 316 mortes violentas de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo (LGBTI+). Esse número representa um aumento de 33,3% em relação ao ano anterior, quando foram 237 mortes. Os dados constam do Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os crimes ocorridos no ano passado, 262 foram homicídios (o que corresponde a 82,91% dos casos), 26 suicídios (8,23%), 23 latrocínios (7,28%) e 5 mortes por outras causas (1,58%).</p>
<p>O <a href="http://https//observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/wp-content/uploads/2022/05/Dossie-de-Mortes-e-Violencias-Contra-LGBTI-no-Brasil-2021-ACONTECE-ANTRA-ABGLT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">dossiê</a>, produzido por meio do Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, é resultado de uma parceria entre a Acontece Arte e Política LGBTI+, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).</p>
<p>Realizado por meio de uma base de dados compartilhada entre essas três instituições, o trabalho contém os registros dos casos encontrados em notícias de jornais, portais eletrônicos e redes sociais. As violências ocorreram em diferentes ambientes, como doméstico, via pública, cárcere e local de trabalho.</p>
<blockquote><p>“Apesar desse número já representar a grande perda de pessoas, apenas por sua identidade de gênero e/ou orientação sexual, temos indícios para presumir que esses dados ainda são subnotificados no Brasil”, divulgaram as entidades, que apontaram a para a ausência de dados governamentais como desafio para elaboração do dossiê.</p></blockquote>
<p>Como o levantamento depende do reconhecimento da identidade de gênero e da orientação sexual das vítimas pelos veículos que reportam as mortes, muitos casos de violências praticadas contra pessoas LGBTI+ acabam não entrando na contabilização.</p>
<h2>Perfis mais violentados</h2>
<p>Os dois grupos que sofreram mais violência, reunindo 90,5% dos casos, foram os homens gays (45,89%), com um total de 145 mortes; e as travestis e mulheres trans (44,62%), com 141 mortes. As mulheres lésbicas representam 3,80% das mortes (12 casos); os homens trans e pessoas transmasculinas somam 2,53% dos casos (oito mortes).</p>
<p>Pessoas bissexuais (0,95%) e pessoas identificadas como outros segmentos (0,95%) tiveram 3 mortes cada grupo. Houve quatro pessoas cuja orientação sexual ou identidade de gênero não foi identificado, representando 1,27% do total, com 4 casos.</p>
<p>A idade das vítimas variou de 13 a 67 anos em 2021, sendo que a maioria das mortes ocorreu com jovens entre 20 e 29 anos (96 casos, o que representa 30,38% do total). As demais faixas etárias corresponderam às seguintes proporções: 22 pessoas com idade entre 10 a 19 anos<br />
(6,96%); 68 pessoas entre 30 e 39 anos (21,52%); 36 pessoas entre 40 e 49 anos (11,39%); 21 pessoas entre 50 e 59 anos (6,65%); e 13 pessoas entre 60 e 69 anos (4,11%). Em 60 casos (18,99%), não foi possível identificar a idade.</p>
<blockquote><p>Onze das vítimas eram adolescentes entre 13 e 17 anos. “Chamamos atenção para a idade da pessoa mais jovem, que era uma adolescente trans de 13 anos, tendo se tornado a mais jovem vítima de transfeminicídio no Brasil”, informou o dossiê.</p></blockquote>
<p>A avaliação das entidades é que o cenário geral de violência contra essa população pouco mudou em relação a medidas efetivas de enfrentamento da LGBTIfobia por parte do Estado. “Mesmo em um cenário onde alcançamos conquistas consideráveis junto ao Poder Judiciário, percebemos a recorrente inércia do Legislativo e do Executivo ao se omitirem diante da LGBTIfobia, que segue acumulando vítimas e que permanece enraizada no estado e em toda a sociedade.”</p>
<h2>Causa da morte</h2>
<p>Segundo o dossiê, a maior parte das mortes ocorreu por esfaqueamento, com 91 casos (28,8% do total), em segundo lugar vieram mortes por arma de fogo, com 83 casos (26,27), seguida por espancamento, com 20 casos (6,33%), e asfixia, com 10 casos (3,16%). No total, foram identificadas 26 diferentes causas mortis de LGBTI+ no país.</p>
<p>A maioria das mortes ocorreu no período noturno, com 152 casos, o que representa 48,10% do total. Em 11,08%, as mortes foram em período diurno e, em 129 casos (40,82%), o período não foi identificado. “Esse dado indica a relevância das práticas profissionais – como a prostituição –, culturais e de lazer da população LGBTI+ realizadas no período da noite, o que demanda maior atenção do Poder Público na garantia da segurança desse grupo em situação de vulnerabilidade”, ressaltou o dossiê.</p>
<p>As regiões Nordeste e Sudeste tiveram 116 e 103 mortes violentas, respectivamente. As demais regiões ficaram em torno de 30 mortes cada uma: 36 no Centro-Oeste, 32 no Norte e 28 no Sul. Os estados que apresentaram maior número de mortes foram São Paulo (42), Bahia (30), Minas Gerais (27) e Rio de Janeiro (26), os quatro estados mais populosos do Brasil.</p>
<h2>Suicídio</h2>
<p>O levantamento revelou que o maior número de casos de suicídio ocorreu entre travestis e mulheres trans, com 38,46% dos casos (10 pessoas), e homens gays, com 30,77% do total (8). Em seguida, estão os homens trans e as pessoas de outros segmentos, com dois casos cada.</p>
<p>De acordo com as entidades que elaboraram o dossiê, o resultado “evidencia possíveis danos causados pela LGBTIfobia estrutural, que impacta significativamente a saúde mental das pessoas, podendo levar a intenso sofrimento ou mesmo à retirada da própria vida por pessoas em situação de vulnerabilidade”.</p>
</div>
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