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	<title>Lei da Reciprocidade Comercial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil adota postura firme e reativa com nova Lei da Reciprocidade Comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta segunda-feira (14) a Lei da Reciprocidade Comercial, novo instrumento jurídico que permite ao governo brasileiro adotar contramedidas comerciais contra países e blocos econômicos que impuserem barreiras unilaterais a produtos nacionais. A norma, sancionada na última sexta-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem vetos, já está publicada no Diário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta segunda-feira (14) a Lei da Reciprocidade Comercial, novo instrumento jurídico que permite ao governo brasileiro adotar contramedidas comerciais contra países e blocos econômicos que impuserem barreiras unilaterais a produtos nacionais. A norma, sancionada na última sexta-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem vetos, já está publicada no Diário Oficial da União e representa uma resposta direta ao aumento das tensões na guerra comercial global.</p>
<p>A aprovação da lei ocorre em meio ao endurecimento das políticas protecionistas dos Estados Unidos, que recentemente impuseram tarifas de 10% sobre todas as exportações brasileiras, com sobretaxas de até 25% para aço e alumínio — um duro golpe para um dos principais setores da indústria nacional, cujos produtos figuram entre os mais vendidos aos norte-americanos.</p>
<h3>Retaliação sob medida</h3>
<p>A nova legislação autoriza o Brasil a responder de maneira proporcional e estratégica a práticas que prejudiquem sua competitividade no comércio internacional. O texto permite, por exemplo, que o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex) estabeleça restrições à importação de bens e serviços provenientes de países que adotarem políticas consideradas prejudiciais ao Brasil.</p>
<p>Antes de qualquer retaliação, no entanto, a lei prevê esforços de negociação entre as partes envolvidas — incluindo a possibilidade de recurso a fóruns multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<h3>Alvo direto: os Estados Unidos</h3>
<p>Embora o texto da lei tenha aplicação geral, o endurecimento comercial por parte dos EUA, liderado pelo presidente Donald Trump, foi o estopim para sua aprovação acelerada. As tarifas impostas à exportação brasileira — especialmente sobre o aço e o alumínio — foram recebidas como um ataque direto à balança comercial do país, pressionando o governo a reagir.</p>
<p>Durante a 9ª Cúpula da Celac, em Honduras, Lula fez duras críticas à prática de tarifação unilateral e reforçou que buscará todas as vias diplomáticas e legais antes de aplicar qualquer tipo de sanção, mas deixou claro que o Brasil não aceitará passivamente decisões que afetam sua soberania econômica.</p>
<h3>Impacto estratégico</h3>
<p>A nova lei representa uma mudança de postura do Brasil no cenário do comércio internacional, sinalizando que o país está disposto a se proteger e a se posicionar de forma assertiva quando suas exportações forem ameaçadas. Ao mesmo tempo, reforça a necessidade de diálogo e soluções multilaterais como primeiro caminho, mantendo-se alinhado aos princípios da diplomacia comercial.</p>
<p>Com a medida, o governo tenta manter sua influência no mercado global, ao mesmo tempo em que resguarda os interesses da indústria nacional, cada vez mais pressionada pelas oscilações do protecionismo internacional.</p>
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