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		<title>STF suspende leis que proibiam ensino de gênero em escolas municipais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-suspende-leis-que-proibiam-ensino-de-genero-em-escolas-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (15), suspender as leis municipais que proibiam o ensino de temas relacionados à identidade de gênero e orientação sexual nas cidades de Tubarão (SC), Petrolina e Garanhuns, em Pernambuco. A decisão foi tomada durante o julgamento de ações movidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo PSOL. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (15), suspender as leis municipais que proibiam o ensino de temas relacionados à identidade de gênero e orientação sexual nas cidades de Tubarão (SC), Petrolina e Garanhuns, em Pernambuco. A decisão foi tomada durante o julgamento de ações movidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo PSOL.</p>
<p>As normas municipais vetavam a abordagem desses temas em disciplinas obrigatórias, materiais didáticos e atividades escolares. No caso de Petrolina, a legislação também proibia a presença de livros sobre gênero nas bibliotecas públicas das escolas.</p>
<h3>Defesa da liberdade de ensino</h3>
<p>Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes destacou que o combate à discriminação deve ser parte fundamental da formação escolar e condenou tentativas de censurar o tema.</p>
<blockquote><p>“Preservar a infância não significa esconder a realidade, omitir informações sérias e corretas sobre identidade de gênero”, afirmou Moraes, ressaltando que o ensino deve promover o respeito e a diversidade.</p></blockquote>
<p>O ministro Flávio Dino lembrou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) é a única norma com validade nacional para tratar de conteúdos pedagógicos, e que leis municipais não têm competência para restringir o currículo escolar.</p>
<blockquote><p>“A cultura da sociedade mudou, e não há apenas um modelo de família tradicional”, disse Dino.</p></blockquote>
<p>O ministro Nunes Marques, embora tenha acompanhado o voto majoritário, ponderou que o tratamento dos temas deve respeitar a faixa etária dos alunos.</p>
<blockquote><p>“Preservar a infância não é conservadorismo. É reconhecer que toda liberdade genuína nasce da maturidade”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Impacto e reação</h3>
<p>A decisão do STF foi celebrada por entidades de defesa dos direitos humanos e movimentos sociais. O Grupo Arco-Íris, uma das principais organizações do movimento LGBTIQIA+, ressaltou que tentativas de censurar o debate sobre gênero têm se repetido em várias regiões do país.</p>
<p>O advogado Carlos Nicodemos, representante do grupo, destacou que a liberdade de cátedra é um direito constitucional.</p>
<blockquote><p>“Em pleno Dia do Professor, é fundamental reafirmar que a educação deve ser plural, inclusiva e livre de censura”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Com a decisão, o STF reforça o entendimento de que leis locais que proíbem o ensino de gênero violam a Constituição, que garante o direito à educação e à igualdade, além de comprometer o combate à discriminação nas escolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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