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	<title>Lavagem de Dinheiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Lavagem de Dinheiro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula veta redução de pena para lavagem de dinheiro e endurece punição por furto de cabos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (29), a lei que aumenta a punição para furtos e roubos de cabos de energia, telefonia e equipamentos ferroviários e metroviários, mas vetou o trecho que reduzia a pena mínima para crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Atualmente, a pena para lavagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (29), a lei que aumenta a punição para furtos e roubos de cabos de energia, telefonia e equipamentos ferroviários e metroviários, mas vetou o trecho que reduzia a pena mínima para crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.</p>
<p>Atualmente, a pena para lavagem de dinheiro é de três a dez anos de prisão. O texto aprovado pelo Congresso previa a redução do limite mínimo para dois anos, o que, segundo Lula, enfraqueceria o combate a atividades ilícitas no sistema financeiro. “A medida significaria enfraquecimento do arcabouço legal brasileiro no combate a essas atividades ilícitas”, justificou o presidente em mensagem publicada no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<h3><strong>Endurecimento contra furtos de cabos</strong></h3>
<p>A nova lei, de nº 15.181/2025, eleva significativamente as penas para furto, roubo e receptação de fios e equipamentos de infraestrutura. A pena por furto, que antes variava de um a quatro anos, passa agora para dois a oito anos de prisão. Em casos de roubo — quando há violência ou ameaça — a punição atual de quatro a dez anos será aumentada entre um terço e metade.</p>
<p>Quando a subtração do material comprometer serviços públicos essenciais, como transporte ou saneamento, a pena poderá chegar a 12 anos de prisão. Em situações de calamidade pública, as punições serão aplicadas em dobro.</p>
<p>O crime de receptação — que envolve comprar, guardar ou vender fios roubados — terá pena duplicada em casos de receptação qualificada. Estima-se que, apenas em 2024, cerca de 100 toneladas de cabos e equipamentos tenham sido furtadas no país, segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel).</p>
<h3><strong>Regulação e responsabilidade das empresas</strong></h3>
<p>A lei também prevê sanções administrativas para empresas concessionárias ou autorizadas que utilizarem cabos furtados em seus serviços. Órgãos reguladores de telecomunicações e energia elétrica deverão criar normas para definir atenuantes ou até mesmo extinguir punições em casos de interrupção de serviços causados por furtos.</p>
<p>Por outro lado, Lula vetou trechos que isentavam automaticamente essas empresas de cumprir obrigações regulatórias e que desconsideravam interrupções no cálculo dos indicadores de qualidade. Para o presidente, a isenção ampla poderia comprometer os incentivos à melhoria contínua da segurança e qualidade do serviço.</p>
<p>Os vetos seguem agora para análise do Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em até 30 dias.</p>
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		<title>PF investiga desvios e fraudes em licitações no Ceará e bloqueia R$ 54,6 milhões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-desvios-e-fraudes-em-licitacoes-no-ceara-e-bloqueia-r-546-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 16:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
		<category><![CDATA[desvio de recursos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[operação Underhand]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (8) a Operação Underhand, que apura o desvio de recursos públicos e fraudes em processos licitatórios em municípios do Ceará. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Fortaleza, Brasília e nas cidades cearenses de Nova Russas, Eusébio, Canindé e Baixio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (8) a Operação Underhand, que apura o desvio de recursos públicos e fraudes em processos licitatórios em municípios do Ceará. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Fortaleza, Brasília e nas cidades cearenses de Nova Russas, Eusébio, Canindé e Baixio.</p>
<p>O grupo investigado é acusado de direcionar verbas públicas a determinadas prefeituras em troca de vantagens ilícitas, além de influenciar licitações por meio de empresas ligadas aos suspeitos.</p>
<p>Por decisão judicial, a PF bloqueou R$ 54,6 milhões em contas de pessoas físicas e jurídicas investigadas, “para interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação ao erário”.</p>
<p>As condutas apuradas incluem os crimes de organização criminosa, captação ilícita de sufrágio, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica com fins eleitorais, segundo a PF.</p>
<p>A operação conta com o apoio técnico da Controladoria-Geral da União (CGU).</p>
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		<title>Justiça decreta prisão de Gusttavo Lima em operação contra lavagem de dinheiro e jogos ilegais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-decreta-prisao-de-gusttavo-lima-em-operacao-contra-lavagem-de-dinheiro-e-jogos-ilegais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 21:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gusttavo Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Azar]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou, em 23 de setembro, a prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima em meio à Operação Integration, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro relacionado a jogos ilegais. A operação já havia resultado na prisão da influenciadora Deolane Bezerra. A decisão judicial menciona a &#8220;conivência&#8221; de Lima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou, em 23 de setembro, a prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima em meio à Operação Integration, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro relacionado a jogos ilegais. A operação já havia resultado na prisão da influenciadora Deolane Bezerra. A decisão judicial menciona a &#8220;conivência&#8221; de Lima com foragidos.</p>
<p>Segundo o tribunal, Gusttavo Lima teria dado suporte a José André e Aislla, investigados pela operação, facilitando sua fuga para a Europa durante uma viagem do cantor em seu avião privado. Embora a aeronave tenha retornado ao Brasil sem os suspeitos, as autoridades interpretaram o ocorrido como uma tentativa de fuga dos investigados.</p>
<p>Na mesma operação, a Polícia Civil apreendeu um avião registrado em nome da Balada Eventos e Produções, empresa de Gusttavo Lima. O cantor, por sua vez, alegou nas redes sociais que a aeronave havia sido vendida em 2022 e negou qualquer envolvimento com o esquema. No entanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que a aeronave ainda constava em nome de sua empresa.</p>
<p>A Operação Integration, deflagrada em 4 de setembro de 2024, apura uma quadrilha suspeita de movimentar cerca de R$ 3 bilhões através de jogos de azar e lavagem de dinheiro. Além de Gusttavo Lima e Deolane Bezerra, outras 10 pessoas foram presas, incluindo empresários envolvidos com casas de apostas.</p>
<p>Deolane Bezerra, que havia sido solta após obter um habeas corpus, voltou a ser presa por descumprir as condições da prisão domiciliar. Ela afirma ser inocente e vítima de abuso de autoridade.</p>
<p>Além de decretar a prisão de Gusttavo Lima, a juíza responsável também determinou a prisão de Bóris Maciel Padilha, outro investigado. Foram suspensos os passaportes e o direito ao porte de arma dos envolvidos, em uma tentativa de evitar novas fugas.</p>
<p>O caso segue em investigação, e o Ministério Público recomendou que outras medidas cautelares sejam adotadas.</p>
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		<title>Jair Renan é indiciado por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jair-renan-e-indiciado-por-falsidade-ideologica-e-lavagem-de-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 13:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Falsidade Ideológica]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Nexum]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou, nesta quinta-feira (15), a conclusão do inquérito vinculado à Operação Nexum, deflagrada em agosto do ano passado, para investigar um possível esquema de fraudes, estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O caso envolve Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou, nesta quinta-feira (15), a conclusão do inquérito vinculado à Operação Nexum, deflagrada em agosto do ano passado, para investigar um possível esquema de fraudes, estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O caso envolve Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o seu instrutor de tiro, Maciel Alves.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a PCDF, ao final da investigação, cujos detalhes estão sob sigilo, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O relatório final da investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário no dia 8 de fevereiro, informou a corporação. Agora, cabe ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) analisar o caso e decidir se oferece denúncia contra ambos para que se instaure um processo penal na Justiça.</p>
<p>Ainda no ano passado, foi realizada uma operação policial de busca e apreensão contra os acusados. O inquérito apontava, de acordo com os investigadores, &#8220;para a existência de uma associação criminosa cuja estratégia para obter indevida vantagem econômica passa pela inserção de um terceiro, ‘testa de ferro’ ou ‘laranja’, para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas ‘fantasmas’, utilizadas pelo alvo principal e seus comparsas&#8221;. A Operação Nexum foi conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF.</p>
<p>A reportagem entrou em contato com o advogado Admar Gonzaga, responsável pela defesa de Jair Renan, que disse não ter nada a declarar sobre o caso, no momento. Já defesa de Maciel Alves não foi localizada até a publicação do texto.</p>
</div>
</div>
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		<title>PF Investiga Corrupção em Programas Sociais no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-corrupcao-em-programas-sociais-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 14:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Programas Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (20), a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação com três mandados de busca e apreensão no estado do Rio de Janeiro, visando desmantelar um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em quatro projetos sociais. A investigação aponta que, além do pagamento de propinas em contratos, os envolvidos direcionavam os projetos para seus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (20), a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação com três mandados de busca e apreensão no estado do Rio de Janeiro, visando desmantelar um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em quatro projetos sociais. A investigação aponta que, além do pagamento de propinas em contratos, os envolvidos direcionavam os projetos para seus redutos eleitorais.</p>
<p>Os crimes em questão relacionam-se aos programas Novo Olhar, Rio Cidadão, Agente Social e Qualimóvel, executados entre os anos de 2017 e 2020. A PF identificou a infiltração de uma organização criminosa nos setores públicos assistenciais do Rio de Janeiro, manipulando licitações e contratos.</p>
<p>As investigações revelaram desvio de verbas públicas e o pagamento de propinas aos participantes, variando entre 5% e 25% do montante total dos contratos na área de assistência social, ultrapassando a marca de R$ 70 milhões.</p>
<p>A PF não especificou se as fraudes ocorreram na prefeitura do Rio de Janeiro ou no governo estadual, ressaltando que os detalhes das investigações estão sob sigilo.</p>
<p>Vale destacar que em 2019, a operação Catarata, conduzida pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Civil, já havia focado nesses mesmos projetos sociais, apontando fraudes em licitações entre 2013 e 2018. Na ocasião, as investigações abrangeram uma fundação estadual (Leão XIII), de 2015 a 2018, e duas secretarias municipais da capital, de 2013 a 2017.</p>
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		<item>
		<title>Dino defende mudança na lei para enquadrar facções como terroristas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-defende-mudanca-na-lei-para-enquadrar-faccoes-como-terroristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu, nesta quinta-feira (26), mudanças na lei sobre terrorismo (Lei 13.260/2016), para “alargar” a definição e enquadrar as facções criminosas como terroristas, para que sejam alvos de mecanismos mais rigorosos de enfraquecimento financeiro. “Quando falamos de terrorismo, lembramos sempre de organizações globais articuladas com a disputa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu, nesta quinta-feira (26), mudanças na lei sobre terrorismo (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13260.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.260/2016</a>), para “alargar” a definição e enquadrar as facções criminosas como terroristas, para que sejam alvos de mecanismos mais rigorosos de enfraquecimento financeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Quando falamos de terrorismo, lembramos sempre de organizações globais articuladas com a disputa geopolítica por água, energia, território, e que atuariam, inclusive, no Brasil. Mas temos que voltar nosso olhar também para um aspecto que, lato sensu, eu classifico como terrorismo. Um domínio do território, como milícias e facções que se estabeleceram no Rio de Janeiro, é ou não é, materialmente falando, ato de terrorismo?”, questionou Dino.</p>
<p>Segundo ele, fechar os caminhos de financiamento deve ser o centro da estratégia brasileira de superação da criminalidade organizada.</p>
<p>“Esse é o caminho verdadeiro e não ficções como esta do alargamento infinito, fiscalmente inviável, dos contingentes policiais ou mesmo essas demagogias rasteiras de sair dando tiro no meio da rua, achando que há, nessas armas, balas de prata que vão, por encanto, definir a extirpação do crime organizado, do terrorismo lato sensu do Brasil e assegurar paz que os cidadãos e cidadãs brasileiros merecem”, defendeu.</p>
<p>O ministro participou do congresso sobre prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).</p>
<p>Segundo Dino, a legislação trata o terrorismo como o ato de provocar terror social e generalizado, aludindo à sabotagem de meio de transporte, “que foi o que esta facção de milicianos fez [no Rio de Janeiro], tocou fogo em ônibus, trens e impediu a circulação de pessoas e mercadorias”.</p>
<p>Contudo, segundo o ministro, a atual lei exige que esses atos derivem de preconceito ou discriminação por raça, cor, etnia e religião. “E há aí um fechamento do âmbito de incidência da norma”, explicou.</p>
<p>A lei sobre terrorismo prevê pena de 15 anos a 30 anos de prisão para “quem receber, obtiver, guardar, mantiver em depósito, solicitar, investir ou de qualquer modo contribuir para a obtenção de ativo, bem ou recurso financeiro, com a finalidade de financiar, total ou parcialmente, pessoa, grupo de pessoas, associação, entidade, organização criminosa que tenha como atividade principal ou secundária, mesmo em caráter eventual, a prática dos crimes de terrorismo”.</p>
<h2>Bloqueios</h2>
<p>Segundo Dino, neste ano, a Polícia Federal (PF) já bloqueou quase R$ 3 bilhões em ativos de organizações criminosas, identificados em operações. No ano passado, os bloqueios chegaram a R$ 350 milhões de bens vinculados a práticas criminosas.</p>
<p>Em uma só operação, segundo o ministro, foram bloqueados aproximadamente 200 apartamentos de altíssimo padrão nas áreas mais nobre do Brasil e que eram pertencentes a uma facção criminosa.</p>
<p>Dino explicou que está sendo constituída uma rede nacional de recuperação de ativos, a Rede Recupera, no âmbito do conselho de governança da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), composto por 90 organismos.</p>
<p>Ele defendeu, ainda, uma maior integração das equipes de inteligência da PF, do Ministério da Justiça e das polícias civis nos estados. Dino citou que, em operação integrada recente, as forças policiais desarticularam uma quadrilha que atuava em 20 estados e que movimentou R$ 500 milhões em um ano, com a prática de lavagem de dinheiro e transferências financeiras por meio de criptomoedas.</p>
<p>Para o ministro, nessa integração é preciso ter um olhar especial para esses aspectos da lavagem de dinheiro, “para que haja o enfraquecimento do enorme poder financeiro que essas organizações ostentam”.</p>
<h2>Enccla</h2>
<p>O ministro explicou que a cada ciclo, a Enccla prioriza temas de atuação. No atual ciclo que se encerra em novembro, com a plenária do conselho, o foco foi os crimes virtuais, com destaque a criptoativos, e também crimes ambientais, como mineração, desmatamento e grilagem de terras.</p>
<p>Além da Rede Recupera, Dino citou outras ações eficazes da Enccla, como o programa de capacitação; a rede relativa a laboratórios sobre tecnologias contra lavagem de dinheiro e a Rede Nacional de Polícias Judiciárias no Combate à Corrupção (Renaccor), que promove a integração e troca de experiências entre policiais civis e federais.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>PF investiga crime eleitoral e lavagem de dinheiro em campanha de 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-crime-eleitoral-e-lavagem-de-dinheiro-em-campanha-de-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 14:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) faz na manhã desta quarta-feira (5) operação nos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba para apurar falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita eleitoral e lavagem de capitais, ocorridas no curso das eleições de 2022. A PF não confirmou o nome dos acusados. A operação, batizada de Ciclo Fechado, envolve a realização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Polícia Federal (PF) faz na manhã desta quarta-feira (5) operação nos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba para apurar falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita eleitoral e lavagem de capitais, ocorridas no curso das eleições de 2022. A PF não confirmou o nome dos acusados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A operação, batizada de Ciclo Fechado, envolve a realização de doações milionárias às campanhas dos investigados, sendo que boa parte desses valores foi remetido posteriormente às próprias empresas das quais eles são sócios.</p>
<p>Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados e nas sedes das empresas supostamente envolvidas.</p>
</div>
</div>
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		<title>PF investiga fraudes em pedidos de seguro por mercadorias extraviadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pf-investiga-fraudes-em-pedidos-de-seguro-por-mercadorias-extraviadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 15:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou hoje (8) a Operação Bumerangue, com o objetivo de reprimir grupo que teria fraudado o envio de encomendas seguradas, via Correios. Seis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Pará, em Goiás e no Distrito Federal. De acordo com a PF, os investigados agiam há mais de um ano. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Polícia Federal deflagrou hoje (8) a Operação Bumerangue, com o objetivo de reprimir grupo que teria fraudado o envio de encomendas seguradas, via Correios. Seis mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Pará, em Goiás e no Distrito Federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com a PF, os investigados agiam há mais de um ano. Eles enviavam objetos segurados em valores próximos a R$ 10 mil para diversas cidades paraenses.</p>
<p>Essas encomendas eram então extraviadas dentro dos Correios, com a ajuda de alguns empregados. Em seguida, os criminosos pleiteavam o pagamento de seguro pelo não recebimento das mercadorias.</p>
<p>“A parceria entre os Correios e a PF permitiu a identificação dos criminosos e o desenvolvimento de métodos que possam evitar, no futuro, novas práticas delitivas”, informa a PF. Durante as investigações, foi verificado que algumas encomendas continham pedaços de madeira em vez de aparelhos celulares.</p>
<p>Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 19 anos de prisão.</p>
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