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	<title>Laboratório &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Polícia do Rio de Janeiro investiga laboratório por infecções por HIV em transplantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou, nesta segunda-feira (14), uma operação para investigar o laboratório PCS Saleme, suspeito de emitir laudos falsos que resultaram em transplantes de órgãos contaminados pelo HIV, infectando seis pacientes. A ação envolve o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, além de quatro mandados de prisão nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou, nesta segunda-feira (14), uma operação para investigar o laboratório PCS Saleme, suspeito de emitir laudos falsos que resultaram em transplantes de órgãos contaminados pelo HIV, infectando seis pacientes. A ação envolve o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, além de quatro mandados de prisão nas cidades do Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, onde o laboratório está localizado.</p>
<p>Walter Vieira, um dos sócios do laboratório, foi preso durante a operação. O PCS Saleme mantinha contrato com a Fundação Saúde, entidade vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, para realizar exames de análises clínicas e anatomia patológica em unidades da rede pública. O contrato, firmado em dezembro de 2023, foi suspenso após a revelação de que pacientes transplantados foram contaminados com o vírus HIV.</p>
<p><strong>Falsificação de Laudos</strong></p>
<p>A investigação conduzida pela Delegacia do Consumidor também apura se o laboratório falsificou laudos em outros casos além dos transplantes. Em nota, o secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que o inquérito foi instaurado com rapidez para garantir uma investigação rigorosa. &#8220;Obtivemos elementos suficientes para solicitar as medidas cautelares junto à Justiça, assegurando que os responsáveis sejam punidos rapidamente&#8221;, declarou Curi.</p>
<p>Os sócios do laboratório, Walter e Mateus Vieira, se manifestaram por meio de seus advogados, negando veementemente a existência de um esquema criminoso para falsificar laudos. &#8220;A empresa atua no mercado há mais de 50 anos, e ambos estão à disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários&#8221;, afirmou a defesa em nota oficial.</p>
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		<title>Estudantes da Unicamp homenageiam corpos negros usados em estudos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 13:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cadáveres negros]]></category>
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					<description><![CDATA[A 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu homenageiam, nesta sexta-feira (8), no Teatro de Arena da instituição, cadáveres negros usados para estudos no Laboratório de Anatomia. Iniciativa dos estudantes negros da turma, a homenagem é apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da instituição e pelo Centro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu homenageiam, nesta sexta-feira (8), no Teatro de Arena da instituição, cadáveres negros usados para estudos no Laboratório de Anatomia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Iniciativa dos estudantes negros da turma, a homenagem é apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da instituição e pelo Centro Acadêmico Adolfo Lutz, que reúne estudantes de medicina. No evento, será inaugurada uma placa, que deverá posteriormente ser afixada no Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia (IB).</p>
<p>A diretora executiva de Direitos Humanos da Unicamp, professora Silvia Maria Santiago, afirmou que a ação traz à discussão o papel do negro na universidade. “Negro é aquele que constrói as paredes ou que depois limpa os espaços, ou aquele que está na mesa fria de uma sala de anatomia? Ou o lugar do negro pode ser o lugar do estudante, o lugar do pesquisador, o lugar do docente, o lugar do técnico especializado?”, questionou.</p>
<p>“Nós estamos reverenciando esse anônimo cadáver da anatomia patológica, o negro, mas apontando para a frente, que é a defesa de que o negro possa ocupar um lugar de destaque dentro das universidades”, disse. Os cadáveres usados no laboratório da instituição são, em sua maioria, de pessoas negras. Em geral, segundo Silvia, os corpos destinados a estudos correspondem a pessoas consideradas indigentes.</p>
<p>A professora contou que essa turma de medicina despertou para a questão dos cadáveres negros do laboratório no ano passado, primeiro ano na universidade, durante aula sobre ética médica, em que Silvia falou sobre racismo na universidade e na sociedade. “Foi chocante para o estudante negro, quando começou os seus estudos na anatomia, perceber que a maior parte dos cadáveres era de negros, então eles questionaram por que a maioria tem que ser de corpos negros.”</p>
<p>Neste ano, surgiu a proposta da homenagem, iniciativa dos estudantes negros da turma, que contou com o apoio dos colegas, professores e da universidade. Estão previstas ainda para o evento apresentações musicais de Fabiana Cozza, cantora e doutoranda pelo Instituto de Artes (IA); Ilessi, cantora, compositora e doutoranda pelo IA; Douglas Alonso, percussionista e professor, e Marília Corrêa, cantora e compositora.</p>
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