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	<title>Kazan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Expansão dos BRICS fortalece bloco como alternativa geopolítica e solidifica posição brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 16:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A recente ampliação do BRICS, definida na 16ª cúpula realizada em Kazan, Rússia, marca uma transformação significativa para o bloco. Com a inclusão de novos países, como Irã, Egito, Emirados Árabes Unidos e Etiópia, e o anúncio de outros 13 possíveis membros, a organização expande seu alcance e reafirma o desejo de reformular as dinâmicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente ampliação do BRICS, definida na 16ª cúpula realizada em Kazan, Rússia, marca uma transformação significativa para o bloco. Com a inclusão de novos países, como Irã, Egito, Emirados Árabes Unidos e Etiópia, e o anúncio de outros 13 possíveis membros, a organização expande seu alcance e reafirma o desejo de reformular as dinâmicas de poder globais. Segundo especialistas, o Brasil conseguiu fortalecer sua posição ao assegurar um novo mandato de liderança no banco do BRICS, o que contribui para ampliar o peso geopolítico do país.</p>
<p>Para a professora Maria Elena Rodríguez, coordenadora de estudos sobre o BRICS na PUC-Rio, a cúpula representou mais que um evento protocolar, expondo o sentimento de insatisfação com o sistema de governança global atual. “Esse encontro trouxe uma voz coletiva que reflete a necessidade de mudanças, especialmente com relação à subrepresentação de países emergentes nas decisões internacionais. A presença do secretário-geral da ONU, António Guterres, reforça o prestígio do bloco e sinaliza sua crescente relevância no cenário global”, aponta.</p>
<p><strong>Alternativa para o Sul Global e diversidade de regimes</strong></p>
<p>O BRICS vem se consolidando como uma alternativa para os países do Sul Global, os quais, em geral, encontram-se subrepresentados nos órgãos internacionais dominados por potências ocidentais. Fabiano Mielniczuk, professor de ciência política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), afirma que o bloco oferece uma estrutura de cooperação econômica e política, independente do modelo liberal estabelecido por Bretton Woods. &#8220;O BRICS representa uma plataforma onde diferentes regimes podem cooperar sem seguir os padrões ocidentais, refletindo a pluralidade de sistemas de governo e economias&#8221;, explica. Para ele, a diversidade de regimes entre os membros fortalece o grupo, que é agora visto como um espaço de diálogo, inclusive para nações em conflito, como China e Índia.</p>
<p><strong>Reconhecimento do protagonismo brasileiro</strong></p>
<p>A extensão do mandato de Dilma Rousseff à frente do Banco do BRICS foi outro destaque da cúpula, refletindo a relevância do Brasil dentro da organização. Mielniczuk observa que esta conquista resulta de uma atuação diplomática eficaz do país, orientada por Lula, que defende a redução da dependência do dólar nas transações globais. Além disso, a liderança brasileira no BRICS em 2025 coloca o país em uma posição estratégica para direcionar as políticas do grupo, como o uso de moedas locais em transações comerciais e o desenvolvimento de uma plataforma interbancária unificada.</p>
<p><strong>Efeito estabilizador e resposta à pressão internacional</strong></p>
<p>A cúpula de Kazan também sublinhou o papel do BRICS como força estabilizadora no atual panorama geopolítico. Segundo Rodríguez, a reunião não pode ser interpretada como um &#8220;triunfo russo&#8221;, mesmo com a Rússia sendo a anfitriã durante o conflito na Ucrânia. &#8220;O evento mostrou o peso do bloco como um todo, e não como um instrumento exclusivo de um único país”, comenta. Em sua análise, a cúpula consolidou o BRICS como uma organização com voz própria, que tende a atuar como mediadora de tensões, fornecendo um fórum para o diálogo e a cooperação.</p>
<p>Com o avanço no uso de moedas locais e o fortalecimento de plataformas financeiras próprias, o BRICS emerge não só como um bloco econômico, mas como uma coalizão que visa remodelar a ordem mundial com base nos interesses dos países emergentes.</p>
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		<title>Lula propõe novas formas de pagamento no Brics e critica conflitos globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 13:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Brics]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou, nesta quarta-feira (23), a necessidade de implementar métodos alternativos de pagamento para facilitar as transações comerciais entre os países do Brics, um bloco de nações em desenvolvimento do qual o Brasil é membro. A declaração foi feita durante sua participação, por videoconferência a partir de Brasília, na 16ª Cúpula de Líderes do Brics, realizada em Kazan, na Rússia.</p>
<p>Lula enfatizou que essa iniciativa visa minimizar as vulnerabilidades enfrentadas por essas nações e equilibrar as assimetrias presentes no sistema financeiro global. “Não se trata de substituir nossas moedas. É fundamental que a ordem multipolar que buscamos se reflita também no sistema financeiro internacional. Essa questão precisa ser discutida com seriedade e urgência,” afirmou.</p>
<p>Além disso, o presidente abordou questões frequentemente discutidas em fóruns internacionais, como o combate às mudanças climáticas e à fome, críticas aos conflitos no Oriente Médio e na Europa Oriental, a proposta de taxação dos super-ricos e a necessidade de democratizar estruturas multilaterais.</p>
<p>Esta cúpula marca a primeira participação dos novos membros do Brics, que incluem Egito, Irã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Etiópia. Até o ano anterior, o bloco era composto apenas pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</p>
<p>Entre os tópicos discutidos em Kazan, destacou-se a intenção de diminuir a dependência do dólar nas transações comerciais entre os países do Brics e fortalecer instituições financeiras que possam atuar como alternativas ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial, que são dominados por potências ocidentais.</p>
<p>Lula mencionou a criação do Mecanismo de Cooperação Interbancária, que permitirá aos bancos de desenvolvimento do bloco estabelecer linhas de crédito em moedas locais, facilitando as operações para pequenas e médias empresas. Ele também ressaltou o papel do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), cuja presidência é ocupada pela ex-presidente Dilma Rousseff, e que, segundo Lula, tem investido na infraestrutura essencial para fortalecer as economias dos membros do Brics.</p>
<p>“O NDB, que este ano completa uma década, possui quase 100 projetos em andamento e financiamentos na ordem de US$ 33 bilhões. Ele foi projetado para ter sucesso onde as instituições de Bretton Woods têm falhado, financiando iniciativas que respeitam as prioridades nacionais,” explicou.</p>
<p>Lula destacou ainda o potencial econômico do bloco, que representa 36% do PIB global por paridade de poder de compra e detém 72% das terras raras do planeta, além de significativas reservas de manganês e grafite. No entanto, lamentou que os fluxos financeiros ainda se concentram em países desenvolvidos.</p>
<p>O presidente também elogiou o Conselho Empresarial do Brics por contribuir para o aumento do comércio entre os membros, com as exportações brasileiras para o bloco crescendo 12 vezes entre 2003 e 2023. “Hoje, o Brics representa quase um terço das importações brasileiras. A Aliança Empresarial de Mulheres está trabalhando para promover o empoderamento econômico feminino e combater as desigualdades de gênero,” destacou.</p>
<p>Em 2025, o Brasil assumirá a presidência do Brics, e Lula reafirmou a necessidade de modernizar as instituições de governança global, promovendo relações mais equilibradas entre as nações. Ele alertou contra a imposição de desigualdades no acesso a vacinas, medicamentos e desenvolvimento tecnológico, enfatizando a importância de fortalecer as capacidades tecnológicas e garantir que as vozes dos governos sejam ouvidas em fóruns multilaterais.</p>
<p>O presidente também criticou os conflitos atuais, evocando a fala do presidente turco Recep Tayyip Erdogan sobre a situação na Faixa de Gaza. Ele chamou a atenção para a urgência de negociações de paz, especialmente no contexto da guerra entre Ucrânia e Rússia.</p>
<p>“Ao enfrentarmos duas guerras que podem se tornar globais, é crucial que trabalhemos juntos em prol de objetivos comuns. O lema da presidência brasileira será ‘Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável’,” anunciou.</p>
<p>Além disso, Lula agradeceu o apoio dos membros do Brics à presidência brasileira do G20 em 2024 e convidou os países a se unirem à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que será lançada na cúpula do G20 no próximo mês, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Por fim, o presidente destacou a necessidade de ação global frente às mudanças climáticas, chamando os países desenvolvidos a cumprirem suas promessas de financiamento para mitigação e adaptação, e enfatizando que a responsabilidade recai, em última análise, sobre aqueles que historicamente mais poluíram. “O futuro do nosso planeta depende da ação coletiva,” concluiu.</p>
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