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	<title>Juros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Juros &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Produção industrial brasileira avança 1,8% em janeiro e registra melhor desempenho em mais de um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%. O desempenho marca uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção da indústria brasileira apresentou crescimento de 1,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior avanço mensal desde junho de 2024, quando o setor havia registrado alta de 4,4%.</p>
<p>O desempenho marca uma recuperação parcial após a retração observada nos últimos meses do ano passado. Entre setembro e dezembro de 2025, o setor acumulou perdas sucessivas, com quedas de 0,5% em outubro, 1,4% em novembro e 0,1% em dezembro.</p>
<p>Na comparação com janeiro de 2025, a produção industrial teve leve crescimento de 0,2%, interrompendo três meses seguidos de resultados negativos.</p>
<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), levantamento realizado pelo IBGE para acompanhar o desempenho das atividades industriais no país. Com o resultado de janeiro, o nível atual de produção industrial ficou 1,8% acima do patamar registrado antes da pandemia de covid-19, em fevereiro de 2020.</p>
<p>Apesar do avanço, o setor ainda permanece distante de seu pico histórico. Segundo o instituto, o nível atual segue abaixo do recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, parte da alta observada no início de 2026 está relacionada à retomada das atividades produtivas após a forte redução registrada no fim do ano passado, período marcado por paralisações temporárias em diversas indústrias.</p>
<p>“Naquele mês, além do movimento de menor dinamismo que vinha caracterizando o setor industrial, observou-se também uma maior frequência de férias coletivas. Com a retomada das atividades produtivas no início do ano, ocorre uma recuperação de parte dessa perda”, explicou.</p>
<p>Mesmo com o resultado positivo de janeiro, o saldo acumulado entre setembro e dezembro de 2025 ainda não foi totalmente revertido. Segundo Macedo, o setor industrial segue com uma perda aproximada de 0,8% em relação ao nível anterior à sequência de quedas no final do ano.</p>
<p>O analista também apontou que fatores macroeconômicos continuam limitando uma recuperação mais consistente da indústria, entre eles a política monetária restritiva e o nível elevado das taxas de juros, que encarecem o crédito e dificultam novos investimentos produtivos no país.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 2026 e mantém expectativa moderada de crescimento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-para-2026-e-mantem-expectativa-moderada-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 15:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa. O novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a revisar para baixo a expectativa de inflação no Brasil em 2026. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,99% para 3,97%, marcando a quinta semana consecutiva de redução na estimativa.</p>
<p>O novo patamar mantém a inflação projetada dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade nas previsões: 3,8% em 2027 e 3,5% tanto em 2028 quanto em 2029.</p>
<p>A primeira leitura oficial do IPCA de 2026 será divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com os dados referentes ao mês de janeiro. No fechamento de 2025, a inflação acumulada ficou em 4,26%, após alta de 0,33% em dezembro, pressionada principalmente pelos preços de passagens aéreas e transportes por aplicativo.</p>
<p>No campo da política monetária, o boletim Focus aponta manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano no momento. O nível é o mais elevado desde julho de 2006 e vem sendo mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) pela quinta reunião consecutiva. Em comunicado recente, o Banco Central indicou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, desde que o cenário inflacionário permaneça favorável.</p>
<p>A expectativa do mercado é que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção é de nova redução, para 10,5%, chegando a 10% em 2028 e 9,5% em 2029. Juros mais altos têm como objetivo conter a inflação ao desestimular o consumo e encarecer o crédito, enquanto a redução da taxa tende a estimular a atividade econômica, ainda que com menor controle sobre os preços.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as instituições financeiras mantiveram a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. O mesmo percentual é projetado para 2027, enquanto para 2028 e 2029 a expectativa é de crescimento de 2% ao ano. O desempenho recente da economia brasileira foi marcado por estabilidade no terceiro trimestre de 2025, com avanço de 0,1%, impulsionado principalmente pela indústria e pela agropecuária.</p>
<p>O IBGE deve divulgar o resultado consolidado do PIB de 2025 no próximo dia 3 de março. Em 2024, a economia brasileira registrou crescimento de 3,4%, o quarto ano consecutivo de alta e o melhor desempenho desde 2021.</p>
<p>Já no câmbio, o mercado manteve a projeção de dólar a R$ 5,50 ao fim de 2026, patamar que também é esperado para o encerramento de 2027, refletindo um cenário de relativa estabilidade nas expectativas para a moeda norte-americana.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<title>Juros elevados puxam economia para baixo e PIB cai 0,3% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-elevados-puxam-economia-para-baixo-e-pib-cai-03-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país. Apesar da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, na comparação com outubro do ano passado o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 1%. Já no trimestre móvel encerrado em outubro, o crescimento foi de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, a economia brasileira avançou 2,3%.</p>
<p>Os dados fazem parte do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (16).</p>
<h3>Impacto dos juros altos</h3>
<p>Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo estudo, a perda de dinamismo da economia está “fortemente associada ao patamar elevado da taxa de juros”. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde julho de 2006, quando alcançou 15,25%.</p>
<p>Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic elevada é justificada como instrumento de combate à inflação, que só voltou ao centro da meta em novembro, após 13 meses fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>O encarecimento do crédito provocado pelos juros altos reduz o investimento e o consumo, ajudando a conter a inflação. Em contrapartida, o efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com impactos negativos sobre a geração de emprego e renda.</p>
<h3>Desempenho por setores</h3>
<p>O comportamento do PIB pode ser analisado tanto pelo lado da produção quanto pelo da demanda. Pela ótica da produção, Juliana Trece destaca que o desempenho da agropecuária e da indústria contribuiu para a retração da atividade em outubro.</p>
<p>Já pelo lado da demanda, os investimentos — medidos pela formação bruta de capital fixo — e o consumo do governo tiveram contribuição negativa para o resultado do período.</p>
<p>Na comparação do trimestre móvel encerrado em outubro com o mesmo intervalo do ano anterior, o consumo das famílias cresceu 0,5%. O avanço foi sustentado principalmente pelos serviços e pelos bens semiduráveis, enquanto o consumo de bens duráveis e não duráveis exerceu pressão negativa.</p>
<p>As exportações também tiveram papel relevante no crescimento econômico, com alta de 8,9% no trimestre móvel, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. As vendas externas mantêm trajetória de crescimento desde março de 2025.</p>
<p>Em valores correntes, a FGV estima que o PIB brasileiro acumulado até outubro alcance R$ 10,53 trilhões.</p>
<h3>Indicadores e dados oficiais</h3>
<p>O Monitor do PIB é um dos principais indicadores de acompanhamento da economia nacional. Outro termômetro relevante é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou queda de 0,2% de setembro para outubro e crescimento de 2,5% em 12 meses.</p>
<p>Já os dados oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 4 de dezembro, o órgão informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% no acumulado de 12 meses. O resultado do quarto trimestre de 2025 será divulgado em 3 de março de 2026.</p>
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		<item>
		<title>Mercado melhora projeção para crescimento da economia em 2025 e reduz previsão de inflação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-melhora-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2025-e-reduz-previsao-de-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 16:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%.</p>
<p>Com esse cenário, o Brasil deve manter trajetória positiva no Produto Interno Bruto (PIB), após alta de 3,4% em 2024 e avanço de 1,4% no primeiro trimestre de 2025, impulsionado pelo setor agropecuário. Para os anos seguintes, as projeções indicam crescimento de 1,81% em 2026 e 2% tanto em 2027 quanto em 2028.</p>
<p>Apesar da leve redução, a expectativa de inflação para 2025 segue acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com tolerância de até 4,5%. O IPCA acumulado em 12 meses está em 5,53%, pressionado por alimentos e medicamentos, segundo o IBGE.</p>
<p><strong>Selic segue alta, com perspectiva de queda só a partir de 2026</strong></p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) permanece em 14,75% ao ano — nível mantido pelo Banco Central diante das incertezas econômicas e da pressão inflacionária. O mercado acredita que a taxa se manterá nesse patamar até o fim de 2025, com expectativa de redução gradual: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>O dólar, por sua vez, deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,80 e subir para R$ 5,89 até o fim de 2026.</p>
<p>A política monetária segue em ritmo de cautela, com o Copom indicando prudência nas próximas decisões, enquanto o país busca equilíbrio entre controle da inflação e estímulo à atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva projeção do PIB para 2025, mas inflação segue acima da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%. A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%.</p>
<p>A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta crescimento de 1,7% em 2026 e 2% em 2027 e 2028.</p>
<p>Em 2024, o Brasil já havia registrado uma expansão de 3,4%, o maior avanço desde 2021, quando o PIB cresceu 4,8%. Foi o quarto ano seguido de crescimento da atividade econômica.</p>
<h3>Inflação preocupa</h3>
<p>Apesar do otimismo moderado com o crescimento, o mercado reduziu ligeiramente a expectativa de inflação para 2025, que caiu de 5,51% para 5,5%, ainda acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%. A meta central é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Para os anos seguintes, o Boletim Focus prevê desaceleração inflacionária: 4,5% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. No acumulado de 12 meses até abril de 2024, o IPCA soma 5,53%, pressionado por itens como alimentos e medicamentos, mesmo com desaceleração nos últimos dois meses.</p>
<h3>Juros em alta</h3>
<p>Para conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 14,75% ao ano, após seis altas consecutivas. A decisão foi influenciada por incertezas no cenário global e pelo encarecimento de alimentos e energia. O BC afirmou que o ambiente permanece incerto e exige prudência nas próximas decisões.</p>
<p>O mercado projeta que a Selic permaneça em 14,75% até o fim de 2025, caindo para 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>A política de juros altos busca esfriar a demanda e conter a inflação, mas também pode desacelerar a economia ao tornar o crédito mais caro e desestimular o consumo.</p>
<h3>Dólar em alta</h3>
<p>Outro indicador que chama atenção é a previsão de câmbio: o mercado estima que o dólar feche 2024 em R$ 5,82 e chegue a R$ 5,90 no fim de 2026, refletindo a percepção de risco e a política monetária nos Estados Unidos.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o desafio do governo e do Banco Central será equilibrar crescimento econômico com controle dos preços, em um cenário que segue marcado por volatilidade interna e externa.</p>
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		<item>
		<title>PIB em alta: mercado eleva projeção de crescimento da economia brasileira em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pib-em-alta-mercado-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-brasileira-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global. O leve ajuste ocorre em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global.</p>
<p>O leve ajuste ocorre em um momento de mudança estratégica na política comercial brasileira, com a entrada em vigor da Lei da Reciprocidade Comercial, sancionada na última sexta-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova legislação permite ao Brasil responder com medidas comerciais a países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos brasileiros.</p>
<h3>Crescimento sob pressão externa</h3>
<p>Apesar do otimismo contido, o cenário externo traz incertezas. A escalada da guerra comercial intensificada pelos Estados Unidos, especialmente contra a China, também atingiu o Brasil. O governo norte-americano, sob comando de Donald Trump, impôs tarifas de 10% sobre todas as exportações brasileiras, com sobretaxas de 25% para aço e alumínio — setores sensíveis para a indústria nacional.</p>
<p>A medida acendeu um alerta no Planalto. Lula, durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, voltou a criticar as tarifas unilaterais e afirmou que o Brasil usará todos os mecanismos diplomáticos e jurídicos disponíveis, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), antes de adotar retaliações.</p>
<h3>Nova lei e proteção à competitividade</h3>
<p>A Lei da Reciprocidade Comercial é considerada uma resposta firme e pragmática à nova ordem comercial global. O texto autoriza o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex) a impor restrições à importação de bens e serviços de países que prejudiquem a competitividade do Brasil ou interfiram em suas decisões soberanas.</p>
<p>A norma estabelece ainda que qualquer medida comercial reativa será precedida por tentativas de negociação, mantendo o país alinhado aos princípios do comércio justo e do multilateralismo.</p>
<h3>Expectativas para 2025</h3>
<p>Mesmo com o ambiente desafiador, a elevação da projeção do PIB sinaliza confiança na resiliência da economia brasileira, impulsionada por medidas internas de proteção e ajustes estruturais. Analistas destacam o papel da nova lei como um passo importante para a defesa da indústria nacional, sem descuidar da diplomacia.</p>
<p>O leve avanço na estimativa do crescimento, embora modesto, indica que o mercado aposta em um Brasil mais preparado para enfrentar choques externos e preservar sua posição no comércio global.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação pela 19ª semana seguida</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-pela-19a-semana-seguida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro aumentou pela 19ª semana consecutiva a projeção da inflação para 2025, com a estimativa do IPCA subindo de 5,6% para 5,65%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. A expectativa também subiu para 2026, de 4,35% para 4,4%, enquanto as projeções para 2027 e 2028 foram mantidas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro aumentou pela 19ª semana consecutiva a projeção da inflação para 2025, com a estimativa do IPCA subindo de 5,6% para 5,65%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. A expectativa também subiu para 2026, de 4,35% para 4,4%, enquanto as projeções para 2027 e 2028 foram mantidas em 4% e 3,79%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa de inflação para 2025 já supera o teto da meta do Banco Central, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<h3><strong>Inflação e Selic</strong></h3>
<p>A inflação oficial em janeiro foi de 0,16%, a menor para o mês desde 1994, segundo o IBGE. A desaceleração foi influenciada pelo Bônus Itaipu, que reduziu a conta de luz para milhões de brasileiros. Mesmo assim, o IPCA acumulado em 12 meses está em 4,56%, demonstrando que os preços continuam subindo, mas em ritmo menor.</p>
<p>Para conter a inflação, o Banco Central aumentou a taxa Selic para 13,25% ao ano e indicou que novos aumentos podem ocorrer nas próximas reuniões do Copom. O mercado prevê que a taxa básica de juros pode chegar a 15% ao ano até o fim de 2025, antes de começar a cair gradualmente nos anos seguintes.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A elevação dos juros é uma tentativa de conter a inflação, mas também pode impactar negativamente o crescimento econômico, dificultando o acesso ao crédito e reduzindo investimentos.&#8221;</em></p></blockquote>
<h3><strong>Impactos na Economia</strong></h3>
<p>PIB: A projeção de crescimento da economia brasileira para 2025 permaneceu em 2,01%, enquanto a expectativa para 2026 caiu para 1,7%. Em 2023, o PIB cresceu 3,2%, acima das previsões, e o resultado final de 2024 será divulgado em 7 de março pelo IBGE.</p>
<p>Dólar: O mercado prevê que a moeda norte-americana feche 2025 cotada a R$ 5,99, podendo subir para R$ 6 em 2026.</p>
<p>A alta da inflação e dos juros reflete um cenário de incertezas globais e variação do dólar, o que exige atenção do governo e do mercado para evitar impactos negativos no crescimento econômico e no poder de compra da população.</p>
<p>Próximas atualizações: O Banco Central seguirá monitorando os dados econômicos e a inflação antes das próximas decisões sobre a taxa Selic e o controle da economia.</p>
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		<title>Decisão do Copom: Manutenção ou corte na taxa de juros será definida hoje</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/decisao-do-copom-manutencao-ou-corte-na-taxa-de-juros-sera-definida-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enfrenta nesta quarta-feira (19) a tarefa de decidir sobre a manutenção ou corte da taxa básica de juros, a Selic. A atual taxa de 10,5% ao ano pode ser mantida ou reduzida em 0,25 ponto percentual, em meio a divergências entre os membros do colegiado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enfrenta nesta quarta-feira (19) a tarefa de decidir sobre a manutenção ou corte da taxa básica de juros, a Selic. A atual taxa de 10,5% ao ano pode ser mantida ou reduzida em 0,25 ponto percentual, em meio a divergências entre os membros do colegiado. A recente valorização do dólar, o aumento da inflação e as taxas de juros elevadas nos Estados Unidos complicam a decisão, tornando incerto se o ciclo de cortes iniciado em agosto do ano passado terá continuidade.</p>
<p>Em maio, o Copom não deu indicações claras sobre suas próximas ações. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal realizada com analistas de mercado, a previsão é que a Selic permaneça em 10,5% ao ano até o final de 2024, contrastando com a expectativa de um mês atrás, que apontava para uma Selic de 10%.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia. O Copom, nas últimas sete reuniões, reduziu a Selic com seis cortes de 0,5 ponto percentual e um corte de 0,25 ponto percentual na última reunião de maio.</p>
<h4><strong>Inflação</strong></h4>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom destacou um aumento nas expectativas de inflação. A divisão entre os diretores do Banco Central foi atribuída ao compromisso com as diretrizes anteriores, sem influências políticas. Até março, o BC sinalizava um corte de 0,5 ponto percentual em maio.</p>
<p>Na última votação, os diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, nomeados pelo governo anterior, apoiaram uma redução de 0,25 ponto percentual. Em contraste, Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, nomeados pelo governo atual, votaram por um corte de 0,50 ponto. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, também nomeado pelo governo anterior, desempatou a votação a favor do corte de 0,25 ponto.</p>
<p>O boletim Focus mais recente mostrou que a estimativa de inflação para 2024 aumentou de 3,8% para 3,96% nas últimas quatro semanas, aproximando-se do teto da meta de 3% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que pode alcançar até 4,5% devido ao intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, subiu para 0,46%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o aumento foi impulsionado pelos alimentos, devido às enchentes no Rio Grande do Sul. O IPCA acumulou alta de 3,93% em 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<h4><strong>Taxa Selic</strong></h4>
<p>A Selic é a taxa básica de juros usada nas negociações de títulos públicos e serve como referência para outras taxas na economia. É o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Através de operações de mercado aberto, o BC busca manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.</p>
<p>Aumentar a Selic visa conter a demanda aquecida, refletindo nos preços ao encarecer o crédito e incentivar a poupança, o que pode dificultar a expansão econômica. Além da Selic, os bancos consideram risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas ao definir os juros cobrados dos consumidores.</p>
<p>Reduzir a Selic tende a baratear o crédito, incentivando produção e consumo, diminuindo o controle da inflação e estimulando a economia.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia, apresentações técnicas sobre a economia brasileira e mundial e o mercado financeiro são feitas. No segundo dia, os membros do Copom, composto pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h4><strong>Meta</strong></h4>
<p>Para 2024, a meta de inflação do BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3%, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação de março, o BC manteve a previsão de que o IPCA terminaria 2024 em 3,5%, antes da alta do dólar e das enchentes no Rio Grande do Sul. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
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		<title>Copom Decide sobre Corte dos Juros Básicos da Economia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-sobre-corte-dos-juros-basicos-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 13:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (8), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne para decidir o tamanho do corte na taxa básica de juros, a Selic. Com debates e possibilidade de divergências entre os membros, a incerteza paira sobre a redução dos juros básicos, atualmente em 10,75% ao ano, que pode ser de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne para decidir o tamanho do corte na taxa básica de juros, a Selic. Com debates e possibilidade de divergências entre os membros, a incerteza paira sobre a redução dos juros básicos, atualmente em 10,75% ao ano, que pode ser de 0,25 ou 0,5 ponto percentual, em meio às recentes oscilações do mercado financeiro global e o cenário de juros elevados nos Estados Unidos.</p>
<p>No último encontro, realizado no final de março, o Copom comunicou que os diretores do BC e o presidente do comitê, Roberto Campos Neto, haviam previsto, por unanimidade, um corte de 0,5 ponto percentual na reunião de maio. Entretanto, as instabilidades recentes no mercado financeiro global geraram incertezas em relação a esse movimento.</p>
<p>Durante uma viagem para a reunião do G20 em abril, o presidente do BC mencionou que a decisão do Copom estaria atrelada ao nível de incerteza na economia global.</p>
<p>De acordo com a última edição do boletim Focus, uma pesquisa semanal com analistas de mercado, a expectativa é de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros. Anteriormente, a previsão apontava para um corte de 0,5 ponto. Para o final do ano, a estimativa é de que a Selic alcance 9,63% ao ano.</p>
<p>Ao final do dia de hoje, o Copom anunciará sua decisão. Este será o sétimo corte desde agosto, quando o Banco Central interrompeu o ciclo de aperto monetário.</p>
<p><strong>Inflação e Metas</strong></p>
<p>Na ata da última reunião em março, o Copom informou uma mudança na forma de comunicar os próximos cortes, visando proporcionar mais flexibilidade ao Banco Central. Anteriormente, o comitê comunicava que reduziria a Selic em 0,5 ponto pelo menos mais três vezes. Agora, a informação é de que os cortes ocorreriam na mesma magnitude na reunião de maio.</p>
<p>O Copom destacou que a conjuntura internacional mais volátil tornou incerto o cenário para a redução da inflação, não apenas no Brasil, mas em diversos países. Fatores como a perspectiva de aumento dos juros nos Estados Unidos e os conflitos geopolíticos têm impacto nas decisões do BC em relação à taxa básica de juros.</p>
<p>Conforme o último boletim Focus, a estimativa para a inflação em 2024 foi ligeiramente reduzida, de 3,73% para 3,72%, permanecendo dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que varia de 3% a 4,5%.</p>
<p>O IPCA-15 de abril, considerado uma prévia da inflação oficial, registrou uma queda para 0,21%, acumulando um aumento de 3,77% nos últimos 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<p><strong>Taxa Selic e seu Impacto</strong></p>
<p>A taxa básica de juros é um importante instrumento do Banco Central para controlar a inflação e serve como referência para outras taxas da economia. A Selic é utilizada em negociações de títulos públicos e influencia diretamente o crédito disponível na economia.</p>
<p>Quando o Copom opta por aumentar a taxa básica de juros, busca-se conter a demanda aquecida, o que pode impactar os preços, uma vez que os juros mais elevados encarecem o crédito e incentivam a poupança, podendo dificultar a expansão econômica. Já a redução da Selic tende a baratear o crédito, estimulando a produção e o consumo, e contribuindo para o crescimento econômico.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias para deliberar sobre a taxa básica de juros, analisando diversos aspectos da economia nacional e global para tomar suas decisões.</p>
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