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	<title>Juros Básicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Copom decide novo ajuste da Selic em meio a pressões econômicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para 11,25% ao ano, segundo o último boletim Focus.</p>
<p>As expectativas são de que a Selic encerre 2024 em 11,75%, visando conter a inflação que ultrapassa o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% com uma margem de tolerância até 4,5%. O Copom justifica o ajuste pelo ritmo de crescimento econômico e pela pressão inflacionária, especialmente em alimentos e serviços, que juntos mantêm o IPCA em 4,42% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>O processo de elevação da Selic já dura mais de dois anos e reflete as políticas do BC para controlar a inflação. Após manter a Selic inalterada em junho e julho deste ano, o Copom iniciou um novo ciclo de alta em julho, focado em ajustar a política monetária ao contexto atual. A decisão de hoje será anunciada no final do dia, após análise detalhada da economia nacional e global.</p>
<p>A elevação da taxa básica de juros encarece o crédito, estimulando a poupança e, ao mesmo tempo, desacelerando a economia. Com a inflação pressionada pela seca e pelo câmbio, a taxa mais alta visa compensar os aumentos nos preços de bens essenciais, como energia e alimentos, com objetivo de estabilizar o índice de preços e mantê-lo dentro da meta de 3% para 2024.</p>
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		<title>Mercado financeiro ajusta previsão de inflação para 4,05% em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-de-inflacao-para-405-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
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		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para os próximos anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4% para 4,05% em 2024. A atualização foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal do Banco Central (BC) que coleta as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para os próximos anos, a projeção da inflação manteve-se em 3,9% para 2025, enquanto para 2026 e 2027 as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente. Embora a estimativa de 2024 esteja acima da meta de 3%, ainda está dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que varia entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, será implementado o sistema de meta contínua, eliminando a necessidade de definir uma meta de inflação anualmente. O CMN fixou o centro da meta contínua em 3%, com a mesma margem de tolerância.</p>
<p>Em junho, a inflação foi de 0,21%, influenciada principalmente pelo grupo de alimentação e bebidas, após um registro de 0,46% em maio. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou uma alta de 4,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p><strong>Taxa Selic e Política Monetária</strong></p>
<p>Para controlar a inflação, o Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A recente alta do dólar e a crescente incerteza econômica levaram o BC a interromper o ciclo de cortes na Selic iniciado há quase um ano. Na última reunião de junho, o Copom manteve a Selic em 10,5%, após sete reduções consecutivas.</p>
<p>O ciclo de aumento da Selic começou em março de 2021 e durou até agosto de 2022, com 12 elevações consecutivas devido ao aumento dos preços de alimentos, energia e combustíveis. De agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa permaneceu em 13,75% ao ano. Com o controle da inflação, o BC iniciou cortes na Selic, que antes estava em 2% ao ano, seu nível mais baixo histórico, para estimular a economia durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>O mercado financeiro projeta que a Selic se manterá em 10,5% até o final de 2024, caindo para 9,5% em 2025 e para 9% em 2026 e 2027. A taxa Selic mais alta visa conter a demanda e reduzir a inflação, enquanto uma Selic mais baixa estimula o crédito, produção e consumo, incentivando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e Câmbio</strong></p>
<p>A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2024 aumentou de 2,11% para 2,15%. Para 2025, a expectativa é um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,93%, mantendo-se em 2% para 2026 e 2027.</p>
<p>Em 2023, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um PIB total de R$ 10,9 trilhões, superando as expectativas, após um crescimento de 3% em 2022, conforme dados do IBGE.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar para o fim deste ano é de R$ 5,30, com uma leve redução esperada para R$ 5,23 no final de 2025.</p>
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		<title>Centrais sindicais promovem ato em São Paulo pela redução dos juros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/centrais-sindicais-promovem-ato-em-sao-paulo-pela-reducao-dos-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 20:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ato pela queda dos juros]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade monetária]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta terça-feira (18), centrais sindicais realizaram um ato na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, pedindo a redução da taxa básica de juros (Selic). Com bandeiras e carros de som, os manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Banco Central (BC), criticando também o presidente da instituição, Campos Neto. O protesto coincide com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (18), centrais sindicais realizaram um ato na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, pedindo a redução da taxa básica de juros (Selic). Com bandeiras e carros de som, os manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Banco Central (BC), criticando também o presidente da instituição, Campos Neto.</p>
<p>O protesto coincide com o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que definirá os juros básicos da economia. Na última reunião, em maio, o Copom reduziu a Selic para 10,5% ao ano, sendo o sétimo corte consecutivo, mas a velocidade das reduções diminuiu: de agosto do ano passado a março deste ano, a taxa foi reduzida em 0,5 ponto percentual por reunião, enquanto na última reunião o corte foi de 0,25 ponto percentual.</p>
<p>Apesar dessas reduções, os sindicalistas consideram que a taxa de juros ainda está muito alta. “Ainda é muito alto. Não dá para o Brasil fazer investimento”, afirmou Neiva Ribeiro dos Santos, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.</p>
<p>Neiva argumenta que a alta taxa de juros transfere recursos que poderiam ser usados para o bem-estar da população para especuladores financeiros. “A cada ponto percentual que os juros se mantêm nesse patamar significa R$ 38 bilhões na dívida pública. É dinheiro que o governo poderia estar investindo em outras coisas, em saúde, educação, infraestrutura, e está remunerando os juros da dívida, que quem ganha é um grupo de bilionários”, disse.</p>
<p>Além disso, Neiva destacou que as altas taxas impactam no endividamento das famílias.</p>
<p>### Tendência de Manutenção<br />
Na última ata da reunião do Copom, não havia indicativo de novos cortes na taxa de juros. Os membros do colegiado mostraram preocupação com as expectativas de inflação acima da meta, “em meio a um cenário macroeconômico mais desafiador do que o previsto anteriormente”.</p>
<p>A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3% para este ano, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite inferior de 1,5% e um superior de 4,5%.</p>
<p>De acordo com a edição de segunda-feira (17) do Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com representantes de instituições financeiras, a expectativa do mercado é de manutenção da Selic no patamar atual.</p>
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