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	<title>Jovens &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Jovens &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é prorrogada até junho de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 18:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens de 15 a 19 anos que ainda não se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) ganharam um novo prazo para garantir a imunização. O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia nacional de resgate vacinal voltada a essa faixa etária. O prazo anterior se encerraria em dezembro deste ano.</p>
<p>Segundo a pasta, a ampliação do período tem como objetivo reforçar a proteção de adolescentes e jovens em todo o país, alcançando aqueles que não receberam a vacina entre os 9 e 14 anos, idade prevista no calendário regular de imunização.</p>
<p>A estratégia seguirá válida até a próxima Campanha de Vacinação nas Escolas, ampliando as oportunidades de acesso à vacina e contribuindo para a retomada da cobertura vacinal contra o HPV no Brasil.</p>
<h3>Meta é alcançar 7 milhões de jovens</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 7 milhões de adolescentes e jovens ainda não foram imunizados contra o HPV. Até dezembro deste ano, a estratégia de resgate aplicou 208,7 mil doses da vacina — sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.</p>
<p>A ampliação do prazo, segundo a pasta, permite não apenas a proteção individual, mas também a redução da circulação do vírus na população, com impacto direto na prevenção de diversos tipos de câncer associados ao HPV.</p>
<h3>Onde se vacinar</h3>
<p>A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada:</p>
<ul>
<li>nas Unidades Básicas de Saúde (UBS);</li>
<li>em ações externas, como campanhas em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings.</li>
</ul>
<p>As iniciativas contam com o apoio de estados e municípios para ampliar o alcance e facilitar o acesso do público-alvo.</p>
<h3>Importância da vacina</h3>
<p>Considerada segura e eficaz, a vacina contra o HPV é fundamental na prevenção de diferentes tipos de câncer relacionados ao vírus, como:</p>
<ul>
<li>câncer do colo do útero;</li>
<li>câncer de vulva;</li>
<li>câncer de pênis;</li>
<li>câncer de garganta e pescoço.</li>
</ul>
<p>A estratégia de resgate é válida em todos os 5.569 municípios brasileiros e busca reduzir os impactos do HPV a longo prazo.</p>
<h3>Esquema vacinal</h3>
<p>A vacinação contra o HPV integra o calendário nacional para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. Desde 2024, o Brasil adotou o esquema de dose única, substituindo o modelo anterior de duas doses e facilitando a adesão à imunização.</p>
<h3>Exceções ao esquema de dose única</h3>
<p>Alguns grupos específicos continuam seguindo o esquema de três doses, entre eles:</p>
<ul>
<li>pessoas imunocomprometidas, como quem vive com HIV/Aids, pacientes oncológicos e transplantados;</li>
<li>usuários de PrEP entre 15 e 45 anos;</li>
<li>vítimas de violência sexual a partir dos 15 anos.</li>
</ul>
<p>Em caso de dúvidas, a recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para avaliação e atualização da caderneta de vacinação.</p>
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		<item>
		<title>Unicef supera marca de 1 milhão de oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/unicef-supera-marca-de-1-milhao-de-oportunidades-para-jovens-em-situacao-de-vulnerabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 19:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), já viabilizou 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17) e refletem os resultados acumulados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), já viabilizou 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17) e refletem os resultados acumulados desde o lançamento do programa, em 2020.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 473.501 jovens concluíram formações voltadas ao desenvolvimento de habilidades para o mundo do trabalho por meio do 1MiO. Outros 820.664 conseguiram inserção no mercado como aprendizes, estagiários ou em empregos formais.</p>
<p>O programa tem como objetivo ampliar o acesso de adolescentes e jovens a oportunidades de qualificação profissional, trabalho decente e participação cidadã. Para isso, atua em parceria com o poder público, empresas, organizações da sociedade civil e os próprios jovens. A plataforma digital da iniciativa funciona como um hub que conecta oportunidades, parceiros e participantes.</p>
<p>O público-alvo contempla 12 perfis prioritários, entre eles jovens pretos e pardos, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+, jovens mães e moradores de periferias urbanas e áreas rurais.</p>
<p>“Trabalhamos para que empresas e governos adotem processos e protocolos de contratação, retenção e desenvolvimento de jovens em situação de vulnerabilidade. Com as redes públicas de educação, fortalecemos o debate sobre projeto de vida e o desenvolvimento de habilidades e competências para o mundo do trabalho”, afirmou Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do Unicef no Brasil.</p>
<p>Apesar do marco alcançado, a organização ressalta que os desafios da inclusão produtiva no país permanecem. Dados da PNAD Contínua Educação, de junho de 2025, indicam que 8,9 milhões de adolescentes e jovens entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham no Brasil.</p>
<p>“Historicamente, o desemprego entre jovens é cerca do dobro da média da população. Esse cenário é ainda mais grave entre mulheres, jovens negros, pessoas com deficiência e outros grupos prioritários do 1MiO. O Brasil tem hoje a maior geração de jovens de sua história, com 48,6 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, e uma janela de algumas décadas para desenvolver todo esse potencial”, destacou Mônica.</p>
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		<item>
		<title>Jovens veem Inteligência Artificial como diferencial para conquistar emprego, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jovens-veem-inteligencia-artificial-como-diferencial-para-conquistar-emprego-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.</p>
<p>O estudo mostra também que 11% dos entrevistados acreditam que o domínio da tecnologia não faz diferença na busca por trabalho, enquanto 3% veem o conhecimento em IA como potencialmente prejudicial, e 2% não souberam responder.</p>
<h4><strong>IA e educação: apoio para tarefas e estudos</strong></h4>
<p>Segundo o levantamento, a percepção sobre os impactos da IA na aprendizagem também é majoritariamente positiva: 69% dos jovens consideram que essas ferramentas ajudam no processo de estudo, enquanto 24% acham que podem atrapalhar e 7% não têm opinião formada.</p>
<p>O uso cotidiano da Inteligência Artificial já é uma realidade consolidada entre os jovens:</p>
<ul>
<li><strong>83%</strong> utilizam IA para pesquisas gerais ou acadêmicas;</li>
<li><strong>71%</strong> recorrem aos recursos para auxiliar em deveres de casa, trabalhos escolares e estudos para provas;</li>
<li><strong>70%</strong> usam a tecnologia para tradução de textos;</li>
<li><strong>67%</strong> empregam IA para resumir ou corrigir conteúdos;</li>
<li><strong>66%</strong> utilizam para gerar novas ideias;</li>
<li><strong>63%</strong> criam imagens;</li>
<li><strong>62%</strong> produzem novos textos;</li>
<li><strong>52%</strong> preparam apresentações e relatórios com apoio das ferramentas.</li>
</ul>
<h4><strong>IA como aliada da produtividade</strong></h4>
<p>Para Juan Carlos Moreno, diretor da Demà, os dados reforçam a consolidação da tecnologia entre os jovens:</p>
<blockquote><p>“É muito representativo que pelo menos metade dos entrevistados confirme que usa IA de alguma forma. Sem dúvida, a Inteligência Artificial é um agente facilitador das nossas demandas diárias, um aliado da eficiência e produtividade”, afirma.</p></blockquote>
<p>Moreno destaca ainda que a tecnologia está particularmente presente nas rotinas de estudo:</p>
<blockquote><p>“A pesquisa mostra que a grande maioria dos adolescentes utiliza IA para ajudar no dever de casa. A inteligência artificial veio para ficar e transformar nossas jornadas, principalmente as de aprendizado.”</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Projeto inédito incentiva leitura entre jovens das escolas públicas do Rio  de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 15:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Ideias Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi reconhecida pela UNESCO como Capital Mundial do Livro, em abril deste ano, a cidade do Rio de Janeiro tem se firmado como um polo de incentivo à leitura e à produção literária. Uma das principais ações da programação é o lançamento do Projeto Ideias Brasil, que aposta no poder transformador da literatura para despertar o pensamento crítico entre jovens do Ensino Médio e da EJA, com idades entre 15 e 17 anos, da rede estadual de ensino da Região Metropolitana III.</p>
<figure id="attachment_84916" aria-describedby="caption-attachment-84916" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84916" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="Projeto Inédito Incentiva Leitura Entre Jovens Das Escolas Públicas Do Rio  De Janeiro - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-Projeto-inedito-incentiva-leitura-entre-jovens-das-escolas-publicas-do-Rio-de-Janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-84916" class="wp-caption-text">Projeto Ideias Brasil &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A iniciativa chega às escolas com a proposta de levar a literatura aos alunos por meio de palestras, oficinas e rodas de leitura. Nesta fase inicial, a Jornada Literária Itinerante envolverá instituições de três bairros do Rio de Janeiro: Deodoro, Costa Barros e Guadalupe. Além dos encontros presenciais, os participantes também podem  compartilhar ideias sobre como os livros podem inspirar transformações sociais em um espaço virtual de debates.</p>
<p>Como forma de os jovens ampliarem a visão sobre o impacto da leitura na sociedade, outro destaque do projeto é o Concurso Literário “Rio de Janeiro: “As palavras que transformam o futuro”, que convida os jovens a escreverem crônicas sobre a construção de um futuro melhor. Até mil estudantes poderão se inscrever. Os 50 melhores textos serão publicados na coletânea nacional “Ideias Brasil” e os três melhores textos serão premiados com vouchers para troca de livros em uma livraria parceira e um curso livre online oferecido pela Universidade Estácio de Sá (um por CPF).</p>
<p>O reconhecimento internacional do título recebido pela capital fluminense e a criação do projeto ocorre em um momento de alerta sobre os hábitos de leitura no Brasil. A última edição da pesquisa Retratos da Leitura aponta que houve uma queda de 6,7 milhões de leitores no país. Pela primeira vez, a proporção de não leitores ultrapassou a de leitores.</p>
<p>&#8220;Mais do que incentivar a leitura, queremos despertar nos jovens o desejo de imaginar e construir um futuro melhor. Acreditamos que, quando os estudantes têm acesso à literatura e se veem representados nas histórias, passam a enxergar novas possibilidades para suas próprias trajetórias. Esse é o verdadeiro poder da palavra&#8221;, afirmam Maria Marques e Felipe Mattos, organizadores do projeto.</p>
<p>Apresentado pelo Ministério da Cultura, o Projeto Ideias Brasil é uma realização da Equipe F3 Esporte Cultura e do Instituto Gas Petro, com patrocínio do Grupo GSH e da MGAS Comercializadora, e apoio institucional da Estácio e do Instituto Yduqs.</p>
<p><strong>Mais sobre a Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro:</strong></p>
<p>A Equipe F3 Esporte Cultura e o Instituto Gas Petro atuam como agentes de transformação nos campos da educação, cultura, esportes e desenvolvimento social desde 2006. Cada projeto é adaptado às necessidades específicas de cada cliente, com o objetivo de gerar um impacto positivo e duradouro. Alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às ações globais voltadas à promoção da atividade física, a Equipe F3 e o IGP buscam contribuir para um mundo mais sustentável e inclusivo, integrando os princípios de ESG em todas as suas operações.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Jornada Literária Itinerante do projeto Ideias Brasil </strong></p>
<p><strong>Locais:</strong> Colégio Estadual Professor Joel de Oliveira &#8211; Deodoro; Colégio Estadual Guadalupe &#8211; Guadalupe; CIEP Raul Seixas – Costa Barros.</p>
<p><strong>Período do projeto:</strong> Agosto a Outubro</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://ideiasbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener">https://ideiasbrasil.com/</a></p>
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		<item>
		<title>Desemprego entre Jovens Negras Triplica em Comparação aos Homens Brancos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-entre-jovens-negras-triplica-em-comparacao-aos-homens-brancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 14:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2023, as mulheres jovens negras, entre 18 e 29 anos, enfrentaram uma taxa de desemprego três vezes superior à dos homens brancos no Brasil. Mesmo quando empregadas, essas jovens negras ganham em média 47% menos que a média nacional e quase três vezes menos que os homens brancos. Além disso, dedicam quase o dobro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2023, as mulheres jovens negras, entre 18 e 29 anos, enfrentaram uma taxa de desemprego três vezes superior à dos homens brancos no Brasil. Mesmo quando empregadas, essas jovens negras ganham em média 47% menos que a média nacional e quase três vezes menos que os homens brancos. Além disso, dedicam quase o dobro de horas aos afazeres domésticos em comparação à média de homens negros e brancos.</p>
<p>A análise, conduzida pela organização Ação Educativa com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2023, foi publicada no relatório &#8220;Mude com Elas&#8221;, divulgado nesta quarta-feira (8).</p>
<p>Uma dessas jovens, Pamela Gama, de 26 anos, compartilhou sua experiência, refletindo os achados da pesquisa. Residente na zona leste de São Paulo, Pamela optou por remover de seu currículo um link para uma rede social de empregos onde sua foto estava visível, com a esperança de receber mais convites para entrevistas.</p>
<p>&#8220;Pus o link do meu perfil e depois o removi porque não estava recebendo tantos convites para entrevistas. Então pensei se não seria melhor retirar, entende?&#8221;, relatou Pamela, formada em relações públicas, acrescentando que viu uma melhora &#8220;um pouco&#8221; significativa nas convocações após essa mudança. Pamela trabalha desde os 19 anos e atualmente está empregada em uma empresa na área de comunicação.</p>
<p>Segundo o projeto &#8220;Mude com Elas&#8221;, em 2023, enquanto as jovens mulheres negras registraram uma taxa de desemprego de 18,3%, os homens brancos tiveram uma taxa de 5,1%. A taxa de desemprego geral no país ao final de 2023 foi de 7,4%.</p>
<p>O salário médio das jovens negras no ano passado foi de apenas R$ 1.582, em comparação com a média nacional de R$ 2.982. Em relação aos homens brancos, a disparidade salarial é ainda mais acentuada. Com uma renda média de R$ 4.270 em 2023, a remuneração desses homens é 2,7 vezes superior à das jovens mulheres negras.</p>
<p>Pamela mencionou conhecer pessoas da mesma idade e com formação semelhante que recebem salários muito mais altos. &#8220;Há rapazes, até mesmo alguns conhecidos, que estão na mesma idade que eu e ganham muito mais. Então, sinto essa dificuldade até mesmo de me recolocar no mercado em busca de novas oportunidades&#8221;, afirmou.</p>
<p>A informalidade também afeta mais as jovens negras, com apenas 44% delas tendo carteira assinada, uma porcentagem semelhante à dos jovens negros (43,3%). Em contraste, cerca de metade dos jovens brancos, tanto mulheres quanto homens, possuem carteira assinada (50,3% para jovens brancos e 49,8% para jovens brancas).</p>
<p>Além das disparidades salariais e do desemprego, as jovens negras de 14 a 29 anos dedicam, em média, 22 horas semanais aos afazeres domésticos, quase o dobro do tempo dedicado pelos homens negros e brancos, que é de 11,7 horas por semana.</p>
<p>Pamela relatou que ajudou nos afazeres domésticos desde a adolescência e agora, trabalhando em casa enquanto o marido trabalha fora, sente-se sobrecarregada. &#8220;Faço o trabalho e tenho que conciliar organizando minha casa. Eu digo que tenho dois empregos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O estudo enfatiza a falta de políticas públicas específicas para jovens negras no Brasil, bem como a falta de atenção das empresas para essa questão. O grupo das jovens negras também enfrenta maior dificuldade de acesso ao ensino superior, representando apenas 23,4% do total de jovens na mesma faixa etária frequentando ou concluindo o ensino superior em 2023, em comparação com 39,8% das jovens brancas.</p>
<p>A pesquisadora Andreia Alves, do projeto &#8220;Mude com Elas&#8221;, destacou que, embora exista uma cultura que tende a colocar jovens em situações precárias no mercado de trabalho, a situação piora significativamente quando se considera raça e gênero.</p>
<p>&#8220;Evidenciamos frequentemente mulheres jovens negras ocupando os espaços mais precários, com os piores cargos, o que é diferente para pessoas não negras&#8221;, ressaltou Andreia Alves. Ela acrescentou que essa disparidade tem raízes históricas, remontando ao período escravocrata, quando as jovens mulheres negras eram frequentemente destinadas ao trabalho doméstico.</p>
<p>&#8220;Essas mulheres frequentemente moram em locais distantes dos locais de trabalho, o que as obriga a assumir responsabilidades domésticas desde cedo&#8221;, concluiu Alves. Ela enfatizou a importância de ouvir essas jovens ao desenvolver políticas para minimizar essa desigualdade no mercado de trabalho, e observou que, apesar do aumento na educação formal das mulheres negras nos últimos anos, isso não se traduziu em uma maior presença no mercado de trabalho, especialmente em cargos de liderança.</p>
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		<item>
		<title>Um em cinco jovens brasileiros de 15 a 29 anos não estuda nem trabalha</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/um-em-cinco-jovens-brasileiros-de-15-a-29-anos-nao-estuda-nem-trabalha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 17:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma parcela de 19,8% dos jovens de 15 a 29 anos no Brasil, ou seja, um entre cinco, não estudava nem trabalhava em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, eram 9,6 milhões de pessoas nessa situação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Uma parcela de 19,8% dos jovens de 15 a 29 anos no Brasil, ou seja, um entre cinco, não estudava nem trabalhava em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em números absolutos, eram 9,6 milhões de pessoas nessa situação. O estudo constatou que, por outro lado, 15,3% dos jovens trabalhavam e estudavam, 39,4% apenas trabalhavam e 25,5% apenas estudavam.</p>
<p>A parcela de jovens que não trabalhavam nem estudavam recuou em comparação com 2022 (20%) e com 2019 (22,4%). “Essa população que nem estudava, nem se qualificava e nem trabalhava vem diminuindo porque, nos últimos anos, a gente teve um aporte maior de jovens na força de trabalho. Essa população foi sendo reduzida mais pela via mercado de trabalho do que necessariamente via educação”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.</p>
<p>O percentual de jovens que não trabalhavam nem estudavam era ainda mais alto entre aqueles com 18 a 24 anos, faixa etária adequada para o ensino superior: 24% ou aproximadamente uma entre quatro pessoas. Nessa faixa, 18% estudavam e trabalhavam, 39,4% só trabalhavam e 18,6% só estudavam.</p>
<p>Entre aqueles com 15 a 17 anos, 11,3% trabalhavam e estudavam, 2,3% só trabalhavam, 81,2% só estudavam e 5,1% não faziam nem uma coisa nem outra. Já para aqueles com 25 a 29 anos, 13,8% trabalhavam e estudavam, 59,2% só trabalhavam, 4,8% só estudavam e 22,3% não faziam nenhuma das duas coisas.</p>
<p>“De 15 a 17 anos, o principal arranjo é não estar trabalhando e estar estudando, o que é bastante desejável. De 18 a 24 anos, essa situação de estar apenas estudando cai significativamente e aumenta a condição de apenas trabalhar. O trabalho começa a competir com os estudos na vida desse jovem. Mas cresce também a condição de uma pessoa não estar trabalhando nem estudando. Por fim, de 25 a 29 anos, a gente tem quase 60% das pessoas voltadas integralmente para o trabalho”, afirma a pesquisadora do IBGE.</p>
<h2>Qualificação</h2>
<p>A Pnad Contínua mostrou que 24,9 milhões de jovens com 15 a 29 anos sem ensino superior completo não estudavam, não faziam curso profissionalizante nem cursavam pré-vestibular.</p>
<p>Em relação aos cursos técnicos e normal (magistério) de nível médio, 9,1% dos estudantes de ensino médio estavam fazendo esse tipo de qualificação profissional.</p>
<p>Entre aqueles que já tinham concluído o ensino médio mas não faziam faculdade, o percentual de pessoas que buscavam profissionalização por meio desses cursos era de 5,3%.</p>
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		<item>
		<title>Repressão Taliban: Jovens afegãs sofrem violência por suposto mau uso do hijab</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/repressao-taliban-jovens-afegas-sofrem-violencia-por-suposto-mau-uso-do-hijab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 14:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[Espancamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hijab]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Talibãs]]></category>
		<category><![CDATA[véu islâmico]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação no Afeganistão tornou-se ainda mais alarmante com o Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício detendo e agredindo adolescentes por alegado uso inadequado do hijab, o véu islâmico. O regime talibã, que governa o país, rotulou as jovens como &#8220;infiéis&#8221;, promovendo uma onda de detenções e violência. Em Cabul, nenhum [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação no Afeganistão tornou-se ainda mais alarmante com o Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício detendo e agredindo adolescentes por alegado uso inadequado do hijab, o véu islâmico. O regime talibã, que governa o país, rotulou as jovens como &#8220;infiéis&#8221;, promovendo uma onda de detenções e violência.</p>
<p>Em Cabul, nenhum espaço parece escapar ao olhar repressor do poder talibã, com salas de aula, mercados e centros comerciais sendo alvos de sua ação. A polícia moral deteve dezenas de meninas e mulheres, alegando agir contra o mau uso do hijab.</p>
<p>Testemunhos, alguns dados sob anonimato, relatam episódios de violência. Uma adolescente de 16 anos, presa junto com colegas de escola, descreveu ter sido chicoteada nos pés e pernas quando tentou argumentar com os talibãs. Seu pai também foi agredido, acusado de criar &#8220;meninas imorais&#8221;.</p>
<p>Os relatos indicam que as jovens foram acusadas de &#8220;divulgar e encorajar outras pessoas a usar mal o véu islâmico&#8221; e a utilizar maquiagem. As detenções e agressões são vistas como mais um passo dos talibãs para restringir os direitos das mulheres e excluí-las da vida pública.</p>
<p>Ativistas dos direitos das mulheres afirmam que essa repressão é uma desculpa para impor mais restrições, alegando que os talibãs buscam retirar as mulheres da vida pública e tornar suas vidas ainda mais difíceis.</p>
<p>A comunidade internacional reagiu com indignação. O relator especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos no Afeganistão, Richard Bennett, pediu a imediata libertação das mulheres sem impor condições, enquanto a Missão de Assistência da ONU no Afeganistão expressou preocupação com as detenções arbitrárias, apelando ao respeito pelos direitos fundamentais.</p>
<p>O porta-voz dos talibãs, Zabihullah Mujahid, rejeitou as críticas internacionais, afirmando que suas ações são legais e baseadas na Sharia, o sistema jurídico islâmico. A repressão talibã continua a gerar repúdio e renovadas preocupações sobre os direitos humanos no Afeganistão.</p>
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		<title>Prefeitura do Rio oferece colônia de férias em Vilas Olímpicas para crianças e jovens</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prefeitura-do-rio-oferece-colonia-de-ferias-em-vilas-olimpicas-para-criancas-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colônia de Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio está oferecendo uma colônia de férias em diversas vilas olímpicas e unidades vinculadas à Secretaria Municipal de Esporte. As inscrições já estão abertas, e as atividades, que incluem vôlei, futebol, atividades aquáticas e gincanas, são destinadas a crianças a partir de 3 anos até jovens com idades entre 12 e 14 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio está oferecendo uma colônia de férias em diversas vilas olímpicas e unidades vinculadas à Secretaria Municipal de Esporte. As inscrições já estão abertas, e as atividades, que incluem vôlei, futebol, atividades aquáticas e gincanas, são destinadas a crianças a partir de 3 anos até jovens com idades entre 12 e 14 anos, dependendo do local.</p>
<p>As aulas acontecerão do dia 16 ao dia 26 de janeiro, de terça a sexta-feira. Além disso, serão oferecidos aulões para pessoas fora dessa faixa etária, incluindo os responsáveis das crianças. As inscrições podem ser feitas nas secretarias administrativas de cada uma das vilas olímpicas.</p>
<p>Dentre os locais disponíveis para as atividades, destacam-se o Parque Olímpico na Barra da Tijuca, a Cidade das Crianças em Santa Cruz, e o Parque Radical de Deodoro, localizado em Ricardo de Albuquerque.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Confira os endereços:</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="334" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Centro Esportivo Miécimo da Silva<br />
Endereço: Rua Olinda Ellis, 470 &#8211; Campo Grande</li>
<li>CIAD &#8211; Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência<br />
Endereço: Av. Presidente Vargas, 1997, 3º andar &#8211; Centro</li>
<li>Cidade das Crianças<br />
Endereço: 1 Rodovia Rio- Santos Km 0 &#8211; Santa Cruz</li>
<li>GREIP &#8211; Grêmio Recreativo e Esportivo dos Industriários da Penha<br />
Endereço: Rua Santa Engrácia, s/n &#8211; Penha</li>
<li>Parque Machado de Assis<br />
Endereço: Rua do Pinto, 100 &#8211; Santo Cristo</li>
<li>Parque Olímpico (Arena Carioca 2)<br />
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 &#8211; Barra da Tijuca</li>
<li>Parque Radical de Deodoro<br />
Endereço: Estrada Marechal Alencastro 1357 &#8211; Ricardo de Albuquerque</li>
<li>Vila Olímpica Aldo Miccolis<br />
Endereço: Rua Bento Gonçalves, 457 &#8211; Encantado</li>
<li>Vila Olímpica Artur da Távola<br />
Endereço: Rua Visconde de Santa Isabel, s/n &#8211; Vila Isabel</li>
<li>Vila Olímpica Clara Nunes<br />
Endereço: Rua Pedro Jório, 528 &#8211; Acari</li>
<li>Vila Olímpica da Gamboa<br />
Endereço: Rua da União, s/n &#8211; Gamboa</li>
<li>Vila Olímpica da Mangueira<br />
Endereço: Rua Santos Melo, 73 &#8211; Mangueira</li>
<li>Vila Olímpica de Ramos<br />
Endereço: Av. Guanabara, s/n &#8211; Ramos</li>
<li>Vila Olímpica Dias Gomes<br />
Endereço: Estrada do Camboatá, s/n &#8211; Deodoro</li>
<li>Vila Olímpica do Vidigal<br />
Endereço: Av. Presidente João Goulart, s/n &#8211; Vidigal</li>
<li>Vila Olímpica Dr. Sócrates Brasileiro<br />
Endereço: Rua Bidu Sayão, s/n°- Pedra de Guaratiba</li>
<li>Vila Olímpica Félix Miélli Venerando<br />
Endereço: Rua Ururaí, s/n &#8211; Honório Gurgel</li>
<li>Vila Olímpica Ivanir de Mello<br />
Endereço: Rua Aripuá, s/n°- Ricardo de Albuquerque</li>
<li>Vila Olímpica Jorginho da SOS<br />
Endereço: Estrada do Itararé, 460 &#8211; Complexo do Alemão</li>
<li>Vila Olímpica Jornalista Ary de Carvalho<br />
Endereço: Rua Paulino do Sacramento, s/n &#8211; Vila Kennedy</li>
<li>Vila Olímpica Mané Garrincha<br />
Endereço: Rua Carlos Seixas, s/n &#8211; Caju</li>
<li>Vila Olímpica Mestre André<br />
Endereço: Rua Marechal Falcão da Frota, 1782 &#8211; Padre Miguel</li>
<li>Vila Olímpica Municipal Seu Amaro<br />
Endereço: Rua Tancredo Neves, s/n- Maré</li>
<li>Vila Olímpica Nilton Santos<br />
Endereço: Estrada do Rio Jequiá, s/n &#8211; Ilha do Governador</li>
<li>Vila Olímpica Oscar Schmidt<br />
Endereço: Estrada do Matadouro, s/n- Santa Cruz</li>
<li>Vila Olímpica Polo Jardim Bangu<br />
Endereço: Rua Roque Barbosa, s/n &#8211; Bangu</li>
<li>Vila Olímpica Professor Manoel José Gomes Tubino<br />
Endereço: Rua Cândido Benício, 2973 &#8211; Jacarepaguá</li>
<li>Vila Olímpica Waldir Pereira<br />
Endereço: Av. Alfredo Balthazar da Silveira, 335 &#8211; Recreio</li>
</ul>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Racismo influencia abordagem policial e processo por tráfico de droga</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/racismo-influencia-abordagem-policial-e-processo-por-trafico-de-droga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Abordagem Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Defensoria Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[moradoras das periferias]]></category>
		<category><![CDATA[Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Nesc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pobres]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[As pessoas acusadas por tráfico de drogas em São Paulo são jovens, negras, pobres e moradoras das periferias. Essa população constitui o alvo da guerra às drogas por parte da segurança pública e da justiça criminal, segundo o relatório Liberdade Negra Sob Suspeita: o pacto da guerra às drogas em São Paulo, que avaliou 114 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As pessoas acusadas por tráfico de drogas em São Paulo são jovens, negras, pobres e moradoras das periferias. Essa população constitui o alvo da guerra às drogas por parte da segurança pública e da justiça criminal, segundo o relatório Liberdade Negra Sob Suspeita: o pacto da guerra às drogas em São Paulo, que avaliou 114 processos penais acompanhados pela Defensoria Pública, desde o inquérito até a execução da pena.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O documento, divulgado nesta quinta-feira (23), foi produzido pela Iniciativa Negra, Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas e apoio do Núcleo Especializado de Situação Carcerária (Nesc) da Defensoria Pública do Estado.</p>
<p>“Esse desequilíbrio em uma atuação a partir de um estereótipo, do racismo institucional ou estrutural, é uma questão que vai perpassando vários momentos do processo e da acusação dessa pessoa. A partir dessa abordagem policial, que diversos movimentos e pesquisadores têm questionado há muito tempo, [haverá] um perfilamento que vai ser racializado e definir o público alvo prioritário de abordagem policial. E vai ter como resultado também o desequilíbrio de representação racial no judiciário brasileiro”, disse Juliana Borges, coordenadora de articulação e incidência política da Iniciativa Negra.</p>
<p>Pessoas negras correm mais risco de serem presas durante patrulhamento (56%) ou por investigação de denúncia anônima (52%) por crimes relacionados à Lei de Drogas, enquanto a maioria dos brancos é presa durante operações policiais (63%), o que demonstra tratamento diferente por parte de policiais a pessoas negras e pessoas brancas durante abordagens no estado de São Paulo.</p>
<p>Tal diferença é relevante já que, para iniciar uma operação policial, deve haver investigação prévia, levantamento de informações sobre o acusado, possível acionamento da Polícia Civil, testemunhas, indícios e provas. O patrulhamento, no entanto, pode considerar definições não objetivas sobre o que seria uma atitude suspeita e ocorre em locais marcados como pontos de comércio de drogas.</p>
<p>“O que percebemos é que a maioria das pessoas que estão sendo presas estavam com uma quantidade ínfima de substância [ilegal]. E essas pessoas não são grandes traficantes. Se a ideia do Estado é combater tráfico, essas ações policiais precisam estar mais baseadas em investigação, inteligência, produção de dados, evidências”, disse Borges.</p>
<p>No entanto, ela afirma que o que se tem visto hoje é que as ações policiais estão ligadas ao uso de patrulhamento ostensivo, que é baseado na leitura dos policiais do que é ou não uma atitude suspeita. Segundo a pesquisa, resultam muitas prisões arbitrárias de pessoas negras.</p>
<h2>Polícia Militar</h2>
<p>A Polícia Militar do estado é apontada em 80% dos processos por agressões no momento da prisão; 66% dos relatos são de pessoas negras, ou seja, o dobro dos 33% informados por brancos. “As ações policiais são em sua maioria, arbitrárias, violadoras de direitos e violentas, levando a altos índices de letalidade entre as populações negras e os agentes de segurança pública, também em sua maioria, pessoas negras”, diz o documento.</p>
<p>Segundo a pesquisa, há uma estrutura judicial e um sistema penal historicamente construído a partir de estatutos coloniais e escravocratas desde a abolição inconclusa no Brasil.</p>
<p>O sistema de justiça criminal, por sua vez, legitima e perpetua uma lógica de encarceramento em massa que fortalece o crime organizado, impondo pessoas em conflito com a justiça criminal a um processo de desumanização através do cárcere, gerando consequências deletérias às famílias e comunidades negras e aos territórios periféricos”, acrescenta o relatório.</p>
<p>Além disso, a pesquisa apontou que justificativas consideradas frágeis dadas pelas autoridades policiais durante a abertura do inquérito policial foram reforçadas e corroboradas por juízes no momento da análise dos casos e execução da pena. Em apenas 15 ocorrências foi confirmada a presença de testemunhas civis, enquanto em 99 ocorrências, ou seja, em 87% dos casos, a única testemunha do processo criminal é a própria autoridade responsável pela prisão.</p>
<p>No estudo, foi observado um padrão de severidade adotado pelo judiciário nas penas relacionadas à Lei de Drogas no estado, explicitado pela maioria de condenações por tráfico privilegiado, que não é considerado crime hediondo pelo Código Penal Brasileiro, mas que aparece em 33% dos processos equiparadas à crimes de maior gravidade para justificar as penas em regime fechado e uma multa cumulada de um a 200 dias multas, o que pode chegar a R$ 7.272,00.</p>
<p>O relatório ressalta que, embora a Lei de Drogas não prevê a pena de prisão para o usuário de substâncias consideradas ilícitas, a falta de critérios objetivos para a distinção entre usuário e traficante, levou ao longo dos anos a um aumento exponencial no encarceramento em massa no país.</p>
<h2>Perfil</h2>
<p>Os dados apontam ainda que 54% das pessoas presas nos processos analisados eram negras. A maior parte dos presos é jovem, sendo 58% com idade entre 18 e 21 anos, e não tem antecedentes criminais – 51% são réus primários.</p>
<p>Além disso, 54% dos presos estavam desempregados no momento da prisão; 40% alegou ter uma ocupação profissional e, destes, 65% realizavam serviços gerais ou atuavam como técnicos de manutenção.</p>
<p>Sobre a renda das pessoas encarceradas que declararam ter alguma ocupação remunerada, 28% tinham rendimentos acima de R$ 1.500, contra um total de 66% de pessoas que não conseguiam chegar a este rendimento por mês. Cerca de 7% dos processos não continham informações sobre a renda.</p>
<p>Quando se compara o grau de escolaridade dos acusados, a vantagem é dos brancos, já que 62% deles cursaram todo o ensino médio, enquanto só 39% dos negros completaram essa etapa do ensino. A maioria das pessoas negras acusadas pela Lei de Drogas no estado não chegou a completar o ensino fundamental — o equivalente a 71% dos casos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Unicef lança laboratório para inclusão de jovens no mundo do trabalho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/unicef-lanca-laboratorio-para-inclusao-de-jovens-no-mundo-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou, nesta quinta-feira (21), em São Paulo, o Laboratório de Inclusão Produtiva das Juventudes (Linc). Desenvolvido em parceria com o Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas, o Itaú Educação e Trabalho e o Instituto Unibanco, o Linc tem o [&#8230;]]]></description>
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<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou, nesta quinta-feira (21), em São Paulo, o Laboratório de Inclusão Produtiva das Juventudes (Linc). Desenvolvido em parceria com o Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getulio Vargas, o Itaú Educação e Trabalho e o Instituto Unibanco, o Linc tem o objetivo de apoiar, mobilizar e incentivar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a inclusão dos jovens no mercado de trabalho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O laboratório foi lançado na Cinemateca Brasileira, durante o Encontro Educação e Trabalho: Perspectivas da Educação Profissional e Tecnológica.</p>
<p>A ideia é que as ações desenvolvidas nesse laboratório incentivem políticas públicas e fomentem uma agenda nacional de inclusão de jovens no mercado de trabalho. Segundo dados recentes do Ministério do Trabalho e Emprego, 5,2 milhões de jovens entre 14 e 24 anos de idade estão desempregados hoje no Brasil.</p>
<p>“O primeiro passo [do laboratório] é mapear as boas experiências, as boas práticas e as boas políticas que já existam. A partir daí, teremos alguns derivados disso. Um deles, obviamente, é fazer um trabalho de acompanhamento, monitoramento e suporte técnico e apoio para os estados que queiram desenvolver políticas públicas nesse sentido”, explicou a chefe de Educação do Unicef Brasil, Monica Pinto.</p>
<p>O laboratório vai funcionar a partir de seis eixos: mapeamento de boas práticas; formação; reconhecimento; organização e produção de conhecimento acadêmico; apoio técnico; e monitoramento de indicadores. “Vamos fazer também todo um trabalho de engajamento e de divulgação para aqueles estados que ainda não têm uma política para que possam se engajar também e desenvolver políticas com vocação local, ouvindo e atendendo as populações de seus respectivos territórios”, acrescentou Monica.</p>
<p>“Esse laboratório vem para apoiar ações de inclusão produtiva da juventude. Temos, atualmente, 20% dos jovens de 18 a 24 anos na universidade e 80%, fora. Temos 88% das matrículas de jovens na educação pública. E a gente precisa dar a esses jovens condições de inclusão no mundo do trabalho, de forma com que eles possam continuar se desenvolvendo. Precisamos dar condições para esse jovem seguir adiante”, reforçou a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue.</p>
<p>O Brasil é o segundo país, de um total de 37 analisados, com maior proporção de jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que não estudam e não trabalham. O país fica atrás apenas da África do Sul. Na faixa etária considerada no relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 36% dos jovens brasileiros não estudam e estão sem trabalho.</p>
<p>Segundo Monica, o Linc pretende ser uma “grande aliança” entre o poder público, o setor privado e a sociedade civil organizada para oferecer oportunidades a esses jovens. “Temos mais de 20% de jovens que não estão desenvolvendo suas habilidades e competências, que não estão estudando e não estão tendo acesso a uma oportunidade de trabalho. Estamos desperdiçando a juventude do nosso país.”</p>
<p>A população poderá acompanhar as ações que serão desenvolvidas no laboratório por meio do <a href="http://https//lincjuventudes.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do Linc</a>.</p>
</div>
</div>
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