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	<title>Jornalismo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Jornalismo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>César Tralli e Renata Lo Prete debatem jornalismo em tempos de fake news: “Confiança é essencial”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 02:02:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No painel mais disputado do primeiro dia do Rio2C 2025, os jornalistas César Tralli e Renata Lo Prete, dois dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, refletiram sobre a importância da confiança na comunicação e os desafios enfrentados pelo jornalismo em tempos de fake news e inteligência artificial. A conversa, sem mediação, integrou a programação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No painel mais disputado do primeiro dia do Rio2C 2025, os jornalistas César Tralli e Renata Lo Prete, dois dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, refletiram sobre a importância da confiança na comunicação e os desafios enfrentados pelo jornalismo em tempos de fake news e inteligência artificial.</p>
<figure id="attachment_83813" aria-describedby="caption-attachment-83813" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-83813" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-2.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="César Tralli E Renata Lo Prete Debatem Jornalismo Em Tempos De Fake News - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-2.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-2.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-83813" class="wp-caption-text">Painel O papel do jornalismo na construção de confiança Cesar Tralli e Renata Lo Prete. &#8211; Foto: Fabio Rocha/Globo</figcaption></figure>
<p>A conversa, sem mediação, integrou a programação do Summit Acontece Globo, que celebra os 100 anos de fundação do jornal O Globo. Antes do bate-papo, um vídeo lembrou momentos marcantes da emissora no combate à desinformação, incluindo o desabafo de William Bonner, no Jornal Nacional, sobre as fake news relacionadas às vacinas durante a pandemia.</p>
<p>Renata Lo Prete destacou que a confiança é um patrimônio construído ao longo do tempo. “Confiança não é cheque em branco, nem se constrói da noite para o dia. É um patrimônio que precisa ser cuidado o tempo inteiro”, afirmou. Para ela, o público permanece fiel quando percebe o esforço do jornalista em acertar e a humildade de admitir erros.</p>
<p>Ela ainda citou pesquisa da Universidade de Harvard, segundo a qual o público valoriza mais a transparência e ética do jornalista do que a sua onisciência. “O público quer que sejamos claros sobre o que sabemos e o que ainda estamos apurando.”</p>
<p>César Tralli abordou o desafio tecnológico: “Hoje não basta dizer que uma informação é falsa; é preciso mostrar como foi criada a falsificação.” O jornalista revelou que a equipe do Jornal Hoje utiliza 19 softwares de checagem, em diferentes países, para verificar a autenticidade de fotos, vídeos e áudios.</p>
<p>Ele também destacou a fragmentação da informação, impulsionada pelas redes sociais e aplicativos de mensagens, e lembrou que desde 2018 o projeto Fato ou Fake já realizou mais de 5 mil checagens. “Somos carrascos de nós mesmos na busca incessante por fazer o melhor”, declarou Tralli, há 32 anos na Globo.</p>
<figure id="attachment_83812" aria-describedby="caption-attachment-83812" style="width: 1000px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83812" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?resize=1000%2C666&#038;ssl=1" alt="César Tralli E Renata Lo Prete Debatem Jornalismo Em Tempos De Fake News - Expresso Carioca" width="1000" height="666" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/27-Cesar-Tralli-e-Renata-Lo-Prete-debatem-jornalismo-em-tempos-de-fake-news-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-83812" class="wp-caption-text">Painel O papel do jornalismo na construção de confiança Cesar Tralli e Renata Lo Prete. &#8211; Foto: Fabio Rocha/Globo</figcaption></figure>
<p>A dupla defendeu a isenção como valor fundamental. Lo Prete enfatizou: “Isenção não é defeito, é nossa capacidade de manter distância crítica dos interesses em conflito.” Ela completa 40 anos de carreira em 2025.</p>
<p>Durante o painel, Tralli citou como exemplo do rigor jornalístico a cobertura do recente conclave que elegeu o Papa Leão XIV. “Tínhamos prontos perfis de 37 papáveis, produzidos desde 2023, quando o Papa Francisco começou a apresentar problemas de saúde”, revelou, ressaltando o preparo e a antecipação como marcas do jornalismo profissional.</p>
<p>O Rio2C 2025 segue até 1º de junho, reunindo líderes de diversas áreas para discutir os rumos da inovação e da economia criativa.</p>
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		<title>Mais de 1.700 jornalistas assassinados em duas décadas, aponta RSF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-1-700-jornalistas-assassinados-em-duas-decadas-aponta-rsf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 14:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mortes de jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Repórteres Sem Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos 20 anos, 1.734 jornalistas foram mortos em função de suas atividades profissionais, de acordo com dados divulgados pela organização Repórteres sem Fronteiras (RSF). Somente em 2024, foram registrados 54 assassinatos de jornalistas, o maior número em zonas de conflito armado na história recente. Segundo Artur Romeu, diretor da RSF para a América Latina, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 20 anos, 1.734 jornalistas foram mortos em função de suas atividades profissionais, de acordo com dados divulgados pela organização Repórteres sem Fronteiras (RSF). Somente em 2024, foram registrados 54 assassinatos de jornalistas, o maior número em zonas de conflito armado na história recente.</p>
<p>Segundo Artur Romeu, diretor da RSF para a América Latina, muitos desses crimes não foram “vítimas colaterais”, mas ataques direcionados. &#8220;Os jornalistas são alvos estratégicos, usados como reféns ou silenciados para dificultar a cobertura dos conflitos&#8221;, afirmou.</p>
<h3><strong>Conflitos e Países de Risco</strong></h3>
<p>O relatório da RSF apontou a Palestina como o local mais perigoso para jornalistas em 2024, com 16 mortes durante o conflito entre Israel e Hamas. Outros países em destaque incluem Paquistão (7 mortes), Bangladesh (5), México (5), e Sudão (4).</p>
<p>Em relação a reféns e desaparecidos, a organização contabilizou 55 jornalistas sequestrados, sendo 38 casos na Síria, onde o Estado Islâmico permanece como o principal agente sequestrador. Além disso, 95 profissionais estão desaparecidos, com maior concentração de casos no México (30).</p>
<h3><strong>Prisões de Jornalistas</strong></h3>
<p>Outro dado alarmante do relatório é o aumento no número de jornalistas presos: 550 em 2024, um crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. A China lidera com 124 encarcerados, seguida por Birmânia (61) e Israel (41). Muitos desses profissionais permanecem detidos sem julgamento.</p>
<h3><strong>Desafios na Era Digital</strong></h3>
<p>O relatório também abordou as crescentes ameaças digitais, especialmente no Brasil. Durante o período eleitoral, foram registradas mais de 37 mil postagens ofensivas contra jornalistas. A RSF defende a regulamentação de plataformas de redes sociais como forma de responsabilizar empresas pelo conteúdo disseminado.</p>
<p>“Esse cenário de ataques digitais não significa que o Brasil seja um país seguro para o jornalismo”, alerta Artur Romeu. Ele enfatiza que o ambiente virtual se tornou uma extensão das ameaças físicas.</p>
<h3><strong>Instabilidade Global e Impactos na Imprensa</strong></h3>
<p>A RSF projeta que conflitos no Oriente Médio e mudanças políticas, como o possível retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, podem agravar o cenário para jornalistas. “Trump adota uma retórica hostil que coloca a imprensa como inimiga do povo, e essa postura é uma ameaça direta à liberdade de imprensa”, disse Romeu.</p>
<p>A organização conclui que o aumento de conflitos armados, somado ao crescimento da instabilidade política global, criará desafios ainda maiores para a segurança e liberdade dos jornalistas nos próximos anos.</p>
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		<title>Morre Cid Moreira, ícone do jornalismo brasileiro, aos 97 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/morre-cid-moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 12:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obituário]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentador]]></category>
		<category><![CDATA[Cid Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Icone do Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[Cid Moreira, jornalista e locutor que se tornou um dos rostos mais emblemáticos da televisão brasileira, faleceu nesta quinta-feira (3) aos 97 anos. Ele estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde vinha tratando de uma pneumonia nas últimas semanas. Com uma carreira que se estendeu por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cid Moreira, jornalista e locutor que se tornou um dos rostos mais emblemáticos da televisão brasileira, faleceu nesta quinta-feira (3) aos 97 anos. Ele estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde vinha tratando de uma pneumonia nas últimas semanas.</p>
<p>Com uma carreira que se estendeu por mais de sete décadas, Cid Moreira apresentou o *Jornal Nacional* cerca de 8 mil vezes, consolidando-se como uma das vozes mais conhecidas e respeitadas do país. Sua forma única de narrar e sua postura frente às câmeras deixaram uma marca indelével na história do telejornalismo brasileiro.</p>
<h4><strong>A trajetória de uma lenda</strong></h4>
<p>Nascido em Taubaté, no Vale do Paraíba, em 1927, Cid Moreira completou 97 anos no dia 27 de setembro. Sua carreira começou no rádio, em 1944, quando um amigo o encorajou a fazer um teste de locução na Rádio Difusora de Taubaté. Nos anos seguintes, ele trabalhou como locutor de comerciais e, em 1949, mudou-se para São Paulo, onde atuou na Rádio Bandeirantes e em uma agência de publicidade.</p>
<figure id="attachment_79803" aria-describedby="caption-attachment-79803" style="width: 984px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-79803" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?resize=984%2C726&#038;ssl=1" alt="Morre Cid Moreira, ícone Do Jornalismo Brasileiro, Aos 97 Anos - Expresso Carioca" width="984" height="726" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?w=984&amp;ssl=1 984w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C221&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C567&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C111&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/10/03-Morre-Cid-Moreira-icone-do-jornalismo-brasileiro-aos-97-anos-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C553&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption id="caption-attachment-79803" class="wp-caption-text">Cid Moreira — Foto: Acervo TV Globo</figcaption></figure>
<p>Em 1951, Cid transferiu-se para o Rio de Janeiro, sendo contratado pela tradicional Rádio Mayrink Veiga. Foi nessa época que começou a dar os primeiros passos na televisão, apresentando comerciais ao vivo em programas como *Além da Imaginação* e *Noite de Gala*, na TV Rio.</p>
<p>A partir daí, sua carreira decolou, culminando em sua lendária passagem pelo *Jornal Nacional*, onde ficou de 1969 a 1996. A voz grave e imponente de Cid Moreira se tornou sinônimo de credibilidade e profissionalismo, fazendo dele uma referência para várias gerações de jornalistas e comunicadores.</p>
<p>Seu falecimento marca o fim de uma era na comunicação brasileira, deixando um legado de excelência e dedicação ao jornalismo.</p>
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		<title>Plataformas devem garantir conteúdos seguros, afirma professor</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/plataformas-devem-garantir-conteudos-seguros-afirma-professor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Canadá está na vanguarda da regulamentação de redes sociais e serviços on-line. Suas leis exigem que plataformas financiem a mídia local e apresentem conteúdo nacional. A legislação canadense também exige que buscadores paguem por notícias produzidas pela mídia local. Além disso, o Parlamento discute uma lei que responsabiliza a mídia e plataformas por reduzir a exposição a conteúdo nocivo, incluindo bullying, sexualização de crianças e incitação ao extremismo, violência ou ódio.</p>
<p>Taylor Owen, professor associado da Escola Max Bell de Políticas Públicas da Universidade McGill, em Montreal, compartilhou a experiência canadense com brasileiros. Ele esteve em Brasília para reuniões na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e para uma conferência na Universidade de Brasília sobre plataformas digitais e sustentabilidade do jornalismo.</p>
<p>Segundo Owen, a regulamentação das plataformas é essencial porque elas medeiam a democracia, decidindo quem pode falar e como as mensagens são distribuídas. Os algoritmos das plataformas determinam se uma mensagem é escutada e como a resposta é disseminada. Owen afirma que a regulamentação deve focar no desenho da comunicação e nos mecanismos das plataformas que determinam a propagação e amplificação do conteúdo, e não nos atos de diálogo em si. A regulação canadense visa reduzir o risco de conteúdos nocivos sem definir o que pode ou não ser dito.</p>
<p>Sobre problemas como uso indevido de dados pessoais, golpes, desinformação, ódio e pornografia infantil, Owen acredita que algumas questões não devem ser reguladas. A desinformação, por exemplo, requer discernimento entre verdade e falsidade, algo que agências governamentais não devem definir. Contudo, para abusos como discurso de ódio, incitação à violência e pornografia infantil, a regulação pode forçar as plataformas a desenvolver estratégias específicas para mitigá-los.</p>
<p>Owen destaca que a polarização é, em parte, causada pelo desenho do ecossistema digital, reforçando a necessidade de regulamentação. Ele sugere focar na distribuição e no risco de exposição ao conteúdo nas plataformas, garantindo que sejam seguras, dada a diversidade da população e sua capacidade de compreender informações on-line.</p>
<p>No Canadá, a conscientização dos cidadãos sobre os danos causados pelas tecnologias digitais foi crucial para apoiar a regulamentação. Danos aos filhos, abusos on-line e aumento da polarização levaram à demanda por ação governamental para maximizar os benefícios dessas tecnologias e mitigar os danos.</p>
<p>Além do Canadá, a União Europeia, Reino Unido e Austrália estão na liderança da regulamentação das redes sociais. Outros países estão atualizando suas leis de privacidade, inteligência artificial e apoio ao jornalismo. Owen acredita que países como Indonésia, Malásia, África do Sul e Brasil têm potencial para criar uma internet mais segura para mais de 1 bilhão de pessoas, afetando significativamente a vida de bilhões.</p>
<p>Em relação aos acordos entre gigantes do jornalismo internacional e a OpenAI para calibrar o ChatGPT com notícias autênticas, Owen expressa preocupação. Ele acredita que a inteligência artificial trará benefícios, oferecendo novas ferramentas aos jornalistas. No entanto, esses acordos podem permitir a cópia de acervos valiosos. Além disso, a IA generativa pode ser um risco para o jornalismo, ao sugerir que não precisamos de jornalistas, criando um modelo insustentável que desvaloriza o papel do jornalismo e representa uma ameaça existencial.</p>
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		<title>Avanço na proteção à lLiberdade de imprensa: Parlamento europeu aprova nova lei para jornalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 22:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma votação histórica realizada hoje (13), o Parlamento Europeu deu seu aval final à nova legislação da União Europeia destinada a proteger jornalistas e assegurar a liberdade de imprensa. Aprovada por 464 votos a favor, 92 contra e 65 abstenções, a lei proíbe sistemas de espionagem e exige a transparência na divulgação dos proprietários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma votação histórica realizada hoje (13), o Parlamento Europeu deu seu aval final à nova legislação da União Europeia destinada a proteger jornalistas e assegurar a liberdade de imprensa. Aprovada por 464 votos a favor, 92 contra e 65 abstenções, a lei proíbe sistemas de espionagem e exige a transparência na divulgação dos proprietários dos grupos de comunicação social.</p>
<p>A legislação comunitária recém-aprovada impõe aos Estados-membros a obrigação de preservar a independência dos meios de comunicação social, proibindo qualquer interferência política ou econômica nas decisões editoriais. O Parlamento Europeu destaca em comunicado que as autoridades não terão permissão para pressionar jornalistas e editores a revelarem suas fontes, prendê-los, puni-los, realizar buscas em seus escritórios ou instalar sistemas de vigilância intrusivos em seus dispositivos eletrônicos.</p>
<p>O principal objetivo da nova legislação é resguardar a liberdade, pluralismo e independência editorial dos órgãos de comunicação social, visando proteger jornalistas de interferências políticas e combater todas as formas de pressão sobre os meios de comunicação social na União Europeia.</p>
<p>A partir de agora, os meios de comunicação social serão obrigados a divulgar publicamente informações sobre a propriedade e os beneficiários diretos ou indiretos, assim como a publicidade estatal e o apoio financeiro do Estado, incluindo fundos públicos de países terceiros. A medida reforça a transparência no setor e representa um avanço significativo na promoção do pluralismo e da independência dos meios de comunicação social em toda a União Europeia.</p>
<p>A Comissão Europeia propôs essa Lei Europeia da Liberdade dos Meios de Comunicação Social em outubro de 2022, demonstrando um compromisso firme em estabelecer regras e mecanismos para fortalecer a integridade e a autonomia dos meios de comunicação na região.</p>
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		<title>Em 1 ano, imprensa da Amazônia sofreu 66 ataques, aponta relatório</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/em-1-ano-imprensa-da-amazonia-sofreu-66-ataques-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 23:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[ataques à imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Repórteres Sem Fronteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1 ano, de 30 de junho de 2022 a 30 de junho de 2023, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) registrou 66 casos de ataques à imprensa nos nove estados que compõem a Amazônia Legal. A informação consta do relatório Amazônia: Jornalismo em Chamas, divulgado nesta quinta-feira (21) pela entidade, ressaltando que a região impõe desafios aos jornalistas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Em 1 ano, de 30 de junho de 2022 a 30 de junho de 2023, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) registrou 66 casos de ataques à imprensa nos nove estados que compõem a Amazônia Legal. A informação consta do <a href="https://rsf.org/pt-br/amaz%C3%B4nia-jornalismo-em-chamas-rsf-lan%C3%A7a-relat%C3%B3rio-sobre-os-desafios-do-jornalismo-local-em-uma" target="_blank" rel="noopener">relatório <em>Amazônia: Jornalismo em Chamas</em></a>, divulgado nesta quinta-feira (21) pela entidade, ressaltando que a região impõe desafios aos jornalistas, como a concentração de veículos nas mãos de poucos e a dificuldade de angariar fundos para o jornalismo independente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Do total de episódios relacionados pela entidade, 16 aconteceram enquanto os profissionais da mídia produziam reportagens sobre agronegócio, mineração, povos indígenas e direitos humanos. No período das eleições presidenciais de 2022, ocorreram um terço dos excessos contra a imprensa.</p>
<p>Entram na contagem da RSF agressões físicas, assédio e ameaças. Os casos foram coletados por um observatório integrado por profissionais da imprensa e organizações da sociedade civil.</p>
<p>Outro aspecto pontuado no documento é a desigualdade na esfera da tecnologia, na qual os jornalistas podem esbarrar. A RSF propõe, ao inventariar os problemas próprios da região, já conhecida por sua complexidade, provocar o Poder Público e as redações de jornalismo a refletir sobre o assunto e ampliar possibilidades para facilitar a cobertura de fatos.</p>
<p>Negra, e premiada com um Prêmio Esso e um Vladimir Herzog, a jornalista Kátia Brasil (foto), cofundadora com Elaíze Farias, da agência <em>Amazônia Real</em>, tem anos de estrada no jornalismo, diz que a estratégia que adotou para conseguir aguentar o tranco da cobertura na região foi constituir &#8220;uma casca de tartaruga&#8221;.</p>
<p>A tática, complementa ela, que se vê como &#8220;sobrevivente&#8221; dos ambientes ameaçadores, serviu também para se resguardar dos assédios e do racismo das redações por onde passou.</p>
<p>A fala de Kátia Brasil vai ao encontro da do jornalista Daniel Camargos, da <em>Repórter Brasil</em>, que vai guiando o espectador pelo documentário Relatos de um correspondente da guerra na Amazônia, em que rememora o período da apuração do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, de quem se aproximou. O filme foi exibido na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, e assistido pela reportagem, durante a mostra Histórias da Amazônia, promovida pelo Pulitzer Center.</p>
<p>No documentário, a equipe da <em>Repórter Brasil</em> também abre uma discussão sobre como é relevante o apoio institucional das redações para que os repórteres e demais profissionais que saem às ruas possam ter condições de exercer com segurança seu ofício. Além disso, comentam como a <em>Repórter Brasil</em> mudou a percepção sobre dar espaço ao contraditório, depois do assassinato de Dom e Bruno, em virtude do clima de extrema hostilidade de quem dá essa outra versão dos fatos, o chamado &#8220;o outro lado&#8221;.</p>
<p>Perguntada sobre como a redação que comanda há quase uma década lida com protocolos de segurança das equipes de reportagem, Kátia disse que segue as regras de um plano de segurança já consolidado entre os colegas do veículo. Em média, a <em>Amazônia Real</em> faz cinco viagens por ano, e toda vez que alguma equipe está em campo apurando informações, outro colega fica responsável por acompanhar cada passo e sabe exatamente a coordenada da equipe, para poder socorrê-la, caso entre em perigo.</p>
<p>Uma regra de ouro que os profissionais da agência de jornalismo independente e investigativo estabeleceram foi a de não aproveitar o transporte usado por lideranças das comunidades que protegem por meio de seu trabalho, como as indígenas. Isso porque, entendem que ao estarem em sua companhia nesses momentos fazem com que os líderes se tornem mais suscetíveis a ataques de inimigos.</p>
<p>Conforme enfatiza a jornalista da <em>Amazônia Real</em>, as fontes de financiamento são a régua por onde se mede a autonomia de um veículo da imprensa. Ou seja, tem que se ter em mente que o dinheiro pode terminar até onde os repórteres podem vasculhar para levantar informações, porque, eventualmente, acabam incomodando quem paga as contas da redação. Segundo Kátia, a independência na linha editorial é um dos princípios que a agência mais busca preservar intactos.</p>
<p>&#8220;Apesar de sermos uma mídia pequena e sem fins lucrativos, a gente pensa muito no autocuidado com o jornalista dentro da redação, e para que tenha equipes que trabalhem de forma tranquila, porque os assuntos que a gente escreve são muito duros para a gente, que nos deixam abalados durante a cobertura. Durante a pandemia, teve o apoio da RSF para ter investimento e permitir que nossa equipe fosse cuidada por psicólogos&#8221;, revelou Kátia, acrescentando que 15 funcionários foram beneficiados pela medida.</p>
<p>Em junho deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública finalizou as inscrições para a composição do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, criado em fevereiro. O grupo está sob a coordenação-geral da Secretaria Nacional de Justiça e é formado por pesquisadores, juristas e representantes de entidades de defesa da liberdade de imprensa e de expressão.</p>
<p>Ao todo, são 33 membros, sendo 22 atuando como titulares e 11 suplentes. O governo federal tem três assentos; o Ministério Público, dois, um escritório de advocacia, um; pesquisadores de universidades federais, dois; e 26 lugares são reservados a representantes de federações, associações e institutos.</p>
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		<title>Especialistas debatem o conflito entre popularidade e relevância no jornalismo digital durante o Rio2C</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialistas-debatem-o-conflito-entre-popularidade-e-relevancia-no-jornalismo-digital-durante-o-rio2c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 23:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[RIO2C]]></category>
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					<description><![CDATA[O painel discutiu um dos desafios enfrentados pelos veículos jornalísticos digitais, que consiste em despertar o interesse da audiência em explorar conteúdos mais aprofundados sobre temas relevantes, mas nem sempre populares, indo além das informações de consumo imediato presentes em títulos e chamadas. Essa questão foi abordada de maneira recorrente durante as discussões, &#8220;Redes Sociais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O painel discutiu um dos desafios enfrentados pelos veículos jornalísticos digitais, que consiste em despertar o interesse da audiência em explorar conteúdos mais aprofundados sobre temas relevantes, mas nem sempre populares, indo além das informações de consumo imediato presentes em títulos e chamadas. Essa questão foi abordada de maneira recorrente durante as discussões, <strong>&#8220;Redes Sociais x Jornalismo: Por onde o público se informa primeiro?&#8221;</strong>, realizado na tarde de hoje (12).</p>
<p>Sérgio Maggi, Editor de Mídias Sociais dos jornais &#8220;O Globo&#8221; e &#8220;Extra&#8221;, ressaltou as transformações na produção e no consumo de conteúdo jornalístico impulsionadas pelo surgimento e pela popularização das redes sociais. &#8220;Nosso desafio é fazer o conteúdo chegar às pessoas e fazer com que elas consumam mais do que as chamadas [na capa]&#8221;, resume Maggi.</p>
<p>Com a inclusão das métricas de audiência na rotina das redações jornalísticas, os editores enfrentam um dilema: devem priorizar os assuntos populares do momento na internet ou aqueles com maior importância na economia e política, por exemplo. &#8220;Na maior parte das vezes, a manchete [do site] não é a notícia mais clicada&#8221;, conta Maggi. No entanto, colocar em destaque uma reportagem, em tese, menos relevante seria dar à notícia &#8220;um peso que ela não tem&#8221;, argumenta Maggi. &#8220;Mas precisamos também estar surfando nos assuntos do momento&#8221;, acrescenta.</p>
<p>&#8220;Nas redes sociais, o que está acontecendo naquele momento é o que vai produzir mais engajamento&#8221;, Wesley Cavalcante, um dos criadores do perfil Vai Desmaiar, que tem 930 mil seguidores no Twitter e se dedica a notícias de entretenimento, expressa sua opinião de que as redes sociais possibilitam a segmentação de conteúdo em nichos muito específicos.</p>
<p>No passado recente, o Facebook desempenhava um papel importante como porta de entrada para acessar conteúdo de sites jornalísticos, mas essa contribuição diminuiu significativamente devido às mudanças no algoritmo da rede social. Em 2018, a empresa anunciou que reduziria o volume de conteúdo jornalístico nos feeds dos usuários. Sergio Maggi destaca que atualmente o Facebook privilegia vídeos de curta duração, em grande parte devido à concorrência do TikTok.</p>
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		<title>Educação midiática é caminho contra desinformação, dizem especialistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/educacao-midiatica-e-caminho-contra-desinformacao-dizem-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 16:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação midiática]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete em cada dez jovens de até 15 anos no Brasil não distinguem fatos de opiniões, segundo pesquisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para reverter esse cenário, especialistas apostam na educação midiática como resposta para reconhecer fakes news, discursos de ódio e também produzir e compartilhar mensagens com responsabilidade. Na avaliação deles, a manutenção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Sete em cada dez jovens de até 15 anos no Brasil não distinguem fatos de opiniões, segundo pesquisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para reverter esse cenário, especialistas apostam na educação midiática como resposta para reconhecer <em>fakes news</em>, discursos de ódio e também produzir e compartilhar mensagens com responsabilidade. Na avaliação deles, a manutenção da democracia também depende de uma sociedade bem informada.</p>
<p>A educação midiática é um conjunto de habilidades para analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos.</p>
<p>Para a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patricia Blanco, esse tipo de formação é importante para todos os cidadãos. O instituto coordena o Educamídia, programa de capacitação de professores e engajamento da sociedade no processo de educação midiática.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Na medida que o cidadão, o jovem, passa a saber reconhecer a informação, saber o propósito daquela informação que chega até ele, saber reconhecer a fonte,  o porquê que aquela informação chegou até ele, saber fazer uma busca, saber verificar de onde veio aquela informação, adquirindo as competências para saber produzir conteúdo &#8211; de modo que ele se aproprie da tecnologia para melhorar sua autoinstrução, melhorar o seu protagonismo -, ele vai participar melhor da sociedade&#8221;, avalia.</em></p></blockquote>
<p>Patrícia defende que a educação voltada para formar pessoas com pensamento crítico e aptas a consumir, analisar e produzir conteúdos e informações deve ser uma política pública de educação.</p>
<h2>Absurdos</h2>
<p>A estudante Milena Teles, 23 anos, afirma que consegue reconhecer quando uma desinformação surge nas redes sociais. “Aparecem mensagens muito absurdas que você sabe de cara que é uma <em>fake news</em> como: o limão cura a covid ou tomar um chá todo dia em jejum vai curar ou prevenir o câncer. Coisas muito absurdas sempre serão mentiras”, afirma.</p>
<p>A análise, entretanto, nem sempre está ao alcance de crianças e jovens. &#8220;Para pessoa adulta já é difícil, às vezes, sem <span id="OBJ_PREFIX_DWT3883_com_zimbra_date" role="link">ter</span> uma prática, sem ter uma orientação de checagem de fato, saber quando uma informação é verdadeira ou falsa, se é rumor, boato ou se ela corresponde a um fato que está sendo noticiado, imagina para crianças e adolescentes&#8221;, avalia a<em> </em>pesquisadora do Sou_Ciência  da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Jade Percassi.</p>
<h2>Tema nas escolas</h2>
<p>Segundo o secretário de Políticas Digitais, João Brant, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – documento que define os conteúdos de aprendizagem essencial dos alunos &#8211; prevê a educação midiática como  um tema transversal e eletivo nas escolas. Por isso, segundo ele, o momento é de produzir conteúdos e formar professores.</p>
<p>“Apostamos na educação midiática tanto do ponto de vista formal como informal, tanto em parceria com o MEC, na articulação com as secretarias de educação, quanto em relação a atividades de promoção de cursos, oficinas, conteúdos mais rápidos como chave para enfrentamento do problema no país”, afirma.</p>
<p>Segundo Patricia Blanco, secretarias de educação de diversos estados  já abriram espaço tanto para a formação de professores como para a inclusão da temática em seus currículos.</p>
<p>A presidente do Palavra Aberta cita como exemplo o estado de São Paulo,  que fez uma revisão do currículo e incluiu  dentro da disciplina de Tecnologia e Inovação todo o conceito de educação midiática. Segundo ela, todos os alunos de ensino fundamental 2 e ensino médio têm, há um ano, acesso a esse tipo conteúdo. Outros estados estão implantando o tema de forma transversal como Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás e Ceará.</p>
<p>Segundo ela, a perspectiva é que, nos próximos anos, o tema se torne recorrente e que a formação faça diferença na vida dos alunos.</p>
<h2>Formação abrangente</h2>
<p>Para o secretário de Políticas Digitais, João Brant, a formação digital deve ser ainda mais abrangente. Ele ressalta que existem os nativos digitais que lidam muito bem com as tecnologias. “Mas, não necessariamente, com todos os instrumentos e repertórios para interpretar e identificar a desinformação, identificar fake news e perceber os problemas que circulam nas redes”.</p>
<p>Os conteúdos digitais, entretanto, também têm sido consumidos por uma população mais velha, em idade adulta ou idosa, que acaba sendo mais suscetível à desinformação e às fake news, segundo Brant.</p>
<p>Maria Helena Weber, do Observatório da Comunicação Pública, também defende que a formação digital deva ocorrer em qualquer momento da vida escolar.  “É preciso que se tenha referência, se possa estudar, se possa ter acesso a uma discussão a um debate do que significa a comunicação digital hoje, as redes sociais hoje e para isso é preciso oferecer instrumentos para que as pessoas não sejam tão vulneráveis.”</p>
<h2>Audiência</h2>
<p>O Supremo Tribunal Federal retoma nesta terça-feira (28) uma audiência sobre o Marco Civil da Internet. O debate deveria ter ocorrido em 2020 e foi suspenso por causa da pandemia de covid-19.</p>
<p>No mês passado, especialistas e governos discutiram soluções regulatórias para a atual crise de desinformação em ambiente online, em Paris, durante a conferência global Por Uma Internet Confiável, realizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
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