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	<title>Jonrla Expresso carioca &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Jonrla Expresso carioca &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Usuários do Metrô no Rio Protestam Contra Aumento da Tarifa para R$ 7,50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 02:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[No primeiro dia do aumento na tarifa do transporte público, passageiros do metrô do Rio de Janeiro expressam sua indignação. Desde a última sexta-feira (13), o valor do bilhete subiu para R$ 7,50, ante os anteriores R$ 6,90. Anteriormente, o governo de Cláudio Castro (PL) subsidiava R$ 0,30 da tarifa cheia de R$ 7,20, fazendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia do aumento na tarifa do transporte público, passageiros do metrô do Rio de Janeiro expressam sua indignação. Desde a última sexta-feira (13), o valor do bilhete subiu para R$ 7,50, ante os anteriores R$ 6,90.</p>
<p>Anteriormente, o governo de Cláudio Castro (PL) subsidiava R$ 0,30 da tarifa cheia de R$ 7,20, fazendo com que os usuários pagassem o valor de R$ 6,90. Esse subsídio universal havia sido estabelecido em 2022 para mitigar os impactos da crise financeira decorrente da pandemia de Covid-19.</p>
<p>No entanto, a gestão interrompeu esse desconto e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) aprovou o aumento. Dessa forma, o reajuste ultrapassou a inflação do último ano, que foi de 4,5%. O Rio de Janeiro tornou-se novamente o único estado a não subsidiar universalmente a tarifa do metrô, mantendo-a como a mais cara do país.</p>
<p>Embora o governo fluminense mantenha um programa de tarifa social para pessoas com renda mensal de até R$ 3.205,20, os usuários continuam insatisfeitos. O publicitário Leonard Brunno, 30, residente em Coelho Neto, na zona norte, relata que despende cerca de R$ 280 mensais somente no deslocamento casa-trabalho até a Central do Brasil. Mesmo cadastrado na tarifa social pela empresa em que trabalha, ele considera o custo elevado.</p>
<p>A MetrôRio informa que, dos 45 milhões de passageiros transportados de janeiro a março deste ano, 12,3 milhões utilizaram a tarifa social, o que representa aproximadamente 30% dos passageiros pagantes diários.</p>
<p>A manicure Thamiris Boaventura, 35, relata que ficou sem o direito à tarifa social devido a uma renda mensal levemente superior ao teto estabelecido. Ela teme que o aumento da tarifa afete seus rendimentos, pois se desloca entre bairros da zona sul para atender seus clientes.</p>
<p>Os usuários também criticam a falta de conexão do metrô com outras cidades da região metropolitana, especialmente na Baixada Fluminense, onde não há estações. Além disso, lamentam a ausência de inauguração de novas estações, com obras paralisadas há anos, como no caso da estação da Gávea, que teve seus trabalhos interrompidos desde 2015.</p>
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		<title>Implementar a Lei 10.639 é garantir o direito ao acesso à história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2024 15:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação étnico-racial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Implementar a Lei 10.639]]></category>
		<category><![CDATA[Jonrla Expresso carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[“Na língua zulu [uma das línguas da África do Sul], quando uma pessoa passa pela outra, uma diz: ‘Eu estou te vendo’. A outra responde: ‘Sim, eu estou aqui’. Quando eu digo ‘oi’ para alguém ou quando eu olho essa pessoa e essa pessoa corresponde me olhando, eu estou reconhecendo a sua presença, reconhecendo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Na língua zulu [uma das línguas da África do Sul], quando uma pessoa passa pela outra, uma diz: ‘Eu estou te vendo’. A outra responde: ‘Sim, eu estou aqui’. Quando eu digo ‘oi’ para alguém ou quando eu olho essa pessoa e essa pessoa corresponde me olhando, eu estou reconhecendo a sua presença, reconhecendo a sua humanidade. Isso que significa essa saudação”. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A professora emérita da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), vinculada ao Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas do Centro de Educação e Ciências, Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva usa a saudação para explicar a importância da educação étnico-racial e da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 10.639/2003</a>, que estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, ou seja, em todas as etapas de ensino, da educação infantil ao ensino médio.</p>
<figure id="attachment_72775" aria-describedby="caption-attachment-72775" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Uma-das-liderancas-da-luta-antirracista-na-Educacao-a-professora-Petronilha-Beatriz-Goncalves-e-Silva-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-72775" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Uma-das-liderancas-da-luta-antirracista-na-Educacao-a-professora-Petronilha-Beatriz-Goncalves-e-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Uma Das Lideranças Da Luta Antirracista Na Educação A Professora, Petronilha Beatriz Gonçalves E Silva - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Uma-das-liderancas-da-luta-antirracista-na-Educacao-a-professora-Petronilha-Beatriz-Goncalves-e-Silva-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Uma-das-liderancas-da-luta-antirracista-na-Educacao-a-professora-Petronilha-Beatriz-Goncalves-e-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Uma-das-liderancas-da-luta-antirracista-na-Educacao-a-professora-Petronilha-Beatriz-Goncalves-e-Silva-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72775" class="wp-caption-text">Brasília (DF) 13/01/2024 &#8211; Uma das lideranças da luta antirracista na Educação a professora, Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva Foto: Academia de Ciências da Bahia/Divulgação &#8211; Academia de Ciências da Bahia/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Silva foi, em 2004, a relatora, no Conselho Nacional de Educação (CNE), do parecer que definiu as <a href="http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cnecp_003.pdf" target="_blank" rel="noopener">diretrizes curriculares</a> para a implementação da lei em todo o país, em escolas públicas e particulares. Para a professora, a importância da educação étnico-racial nas escolas é que as diferentes culturas sejam valorizadas e respeitadas. “Eu costumo dizer que educação étnico-racial se dá no convívio. Por exemplo, quando eu passo por uma pessoa. Se eu passo e viro o rosto, não estou reconhecendo a sua presença a sua humanidade”, diz, explicando a saudação zulu.</p>
<p>Segundo ela, esse reconhecimento só vem com o conhecimento: “Valorizar e respeitar, exige que se conheça e que seja se tenha respeito pelas distintas maneiras de ser, porque isso vai permitir que se intensifique um diálogo para que se decida junto para que nação estamos trabalhando, para que nação brasileira estamos contribuindo com nosso estudo, com nossa participação na sociedade e com o nosso convívio diário”.</p>
<p>A luta por conhecimento da cultura afro-brasileira e africana, que levou, entre outras mudanças, a aprovação da Lei 10.639/2003, é uma luta de muitos anos, do movimento negro, dos movimentos sociais e de muitas pessoas. “O que aconteceu durante muitos anos é que se reconhecia como a história mais valiosa do povo brasileiro a que tivesse sido construída pelos europeus. Então, essa que foi ensinada para nós nas escolas e o que sabíamos sobre histórias dos nossos povos negros, indígenas, vinham por meio das famílias das associações”, explica Silva.</p>
<p>A lei, que mudou a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a>, a principal lei da educação no Brasil, veio como objetivo de mudar esse cenário, de incluir nas salas de aula, os conhecimentos, a cultura e a história de grande parte da população brasileira.</p>
<p>Ainda hoje, no entanto, 21 anos após a aprovação, a lei ainda não é cumprida. Uma pesquisa divulgada no ano passado mostrou que 71% das secretarias municipais de Educação não têm ações consistentes para atender a legislação. Outro estudo divulgado este ano mostra que cerca de 90% das turmas de educação de creche e pré-escola ignoram temas raciais. Silva é taxativa: “Eu começaria dizendo que não é que conseguem. É que não querem implementar”.</p>
<p>Silva conta que no momento que o CNE se manifestou, ele considerou as diferentes experiências que já existiam no país, experiências que vinham sendo construídas pelos movimentos sociais e também por professores. Há, portanto, indicações de caminhos. O próprio parecer do CNE estabelece que seja feito um mapeamento e divulgação de experiências pedagógicas de escolas.</p>
<h2>Combate ao racismo</h2>
<p>Segundo a coordenadora executiva adjunta da Ação Educativa, Edneia Gonçalves, o grande empecilho para a aplicação da lei é o próprio racismo. “Tem uma questão de fundo. Essa lei é uma ação afirmativa e é uma ação que reafirma o racismo no Brasil. Então, a dificuldade dessa aplicação tem a ver justamente com o racismo, que ensina que isso não é importante”, diz.</p>
<p>A implementação exige um esforço para a formação de professores, produção de materiais didáticos e uma reorganização da própria escola. Mas, mais uma mudança é necessária, segundo Gonçalves, assumir que o racismo existe.</p>
<blockquote><p>“A mudança que acontece antes de chegar à sala de aula é uma mudança que a gente considera como muito mais profunda que é efeito das manifestações institucionais do Brasil, considerando o racismo institucional no ambiente escolar, na política escolar, no sistema educacional brasileiro. Tem muitas coisas que precisamos discutir, mas para chegar na sala de aula, primeiro, tem que passar por essa discussão, enfrentar o mito da democracia racial, que ainda é muito forte nas escolas”, defende.</p></blockquote>
<p>Gonçalves ressalta ainda que não se trata de uma simples lei, mas de uma lei que modificou a LDB, incluindo na principal lei da educação o ensino étnico-racial. Além da lei, estão as diretrizes definidas pelo CNE. Nelas, estão mais detalhes de como essa lei deve ser implementada e que tipo de atividades e conteúdos devem ser trabalhados nas salas de aula. “Se a legislação não foi aplicada até agora, imagina as diretrizes. É preciso estudar diretrizes e pensar aplicações para todas as áreas do conhecimento e possiblidades de articulação e diálogo com a comunidade escolar. É um desafio muito grande”, diz.</p>
<h2>Postura crítica</h2>
<p>Segundo a professora, escritora e doutoranda da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Sheila Perina de Souza, o país avançou em um quesito fundamental para a aplicação da lei, que é a produção de materiais didáticos. “Também por conta das políticas afirmativas, cada vez mais a gente tem pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento produzindo materiais, professores que também se colocam nesse lugar de produzir material para tratar da história e da cultura negra. Essa barreira dos materiais didáticos temos avançado bastante, ainda é algo que falta, mas é algo que tem evoluído”, diz.</p>
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<figure id="attachment_72774" aria-describedby="caption-attachment-72774" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Professora-e-escritora-Sheila-Perina-de-Souza-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-72774" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Professora-e-escritora-Sheila-Perina-de-Souza-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C487&#038;ssl=1" alt="Professora E Escritora Sheila Perina De Souza - Expresso Carioca" width="365" height="487" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Professora-e-escritora-Sheila-Perina-de-Souza-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/13-Professora-e-escritora-Sheila-Perina-de-Souza-Expresso-Carioca.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72774" class="wp-caption-text">Professora e escritora Sheila Perina de Souza, estuda no doutorado da faculdade de educação da Universidade de São Paulo (USP) Foto: USP/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Mesmo assim, é necessário um olhar crítico até mesmo dos próprios professores. De acordo com Souza, o estudo do Continente Africano ainda permanece como um “puxadinho” nos livros didáticos, um conteúdo que acaba sendo deixado para o final e que às vezes não é nem mesmo concluído.</p>
<p>“É fundamental que a gente também como professoras e professores revisitemos os livros didáticos com uma postura crítica, com postura de pesquisador, questionando se as informações que o livro traz são informações que estão de acordo com a educação antirracista que estamos construindo, porque embora tenhamos avançado ainda há muito trabalho a fazer”, diz.</p>
<p>Outro grande desafio, segundo Souza é construir um currículo que se proponha a discutir a presença negra não apenas nas ciências humanas, mas que seja transversal, abrangendo todas as disciplinas do currículo.</p>
<p>Por isso, para ela, o foco deve ser no Projeto Político Pedagógico (PPP), que é um documento elaborado anualmente que reúne os objetivos, metas e diretrizes de cada escola. “É um momento no qual se faz um pacto da escola com uma educação antirracista, uma educação para as relações étnico-raciais. É de fundamental importância que esse compromisso também apareça no PPP, que é um documento que é construído pelos professores, pelas famílias, um documento da comunidade escolar”, explica.</p>
<blockquote><p>Implementar a lei é, segundo Souza, fundamental: “É uma lei mais que importante, acho que é fundamental. Quando a gente pensa em Brasil e pensa na importância dos negros na construção desse país, pensar em uma educação que se pretende democrática e essa educação não contempla o ensino da cultura e da história dos povos que a formaram, não se pode dizer que de fato se trata de uma educação democrática. Ela nega o direito a todos os brasileiros, a todas as etnias a terem acesso a sua história”.</p></blockquote>
</div>
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		<title>TRAVESSIA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/travessica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 00:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resumo das Novelas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[ATENÇÃO: OS RESUMOS DOS CAPÍTULOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DAS NOVELAS. Segunda &#8211; Capítulo 145 Chiara se desvencilha de Ari e avisa a Dina que está sendo seguida por ele. Guerra manda Ari sair de perto da filha. Núbia grava, com má intenção, uma conversa entre ela e Brisa, em que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>ATENÇÃO: OS RESUMOS DOS CAPÍTULOS ESTÃO SUJEITOS A MUDANÇAS EM FUNÇÃO DA EDIÇÃO DAS NOVELAS.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segunda</strong> &#8211; Capítulo 145</p>
<p>Chiara se desvencilha de Ari e avisa a Dina que está sendo seguida por ele. Guerra manda Ari sair de perto da filha. Núbia grava, com má intenção, uma conversa entre ela e Brisa, em que a moça dá a entender que depôs na delegacia contra Ari a mando de Guerra. Guida, sem ser vista, observa Guerra mexendo em uma arma. Talita e Leonor discutem. Ari tira uma foto de Brisa conversando com Guerra, para entregar ao delegado junto com a gravação feita por Nubia. Helô fica intrigada ao saber que Tininha viu Pilar e percebe que essa última mentiu para Creusa. Laís e Monteiro ficam preocupados ao perceber que Theo não está em casa. Guerra diz a Guida que por sorte ele não se encontrou com Ari.</p>
<p><strong>Terças &#8211; </strong>Capítulo 146</p>
<p>Guida se recorda que Guerra atirou quando flagrou Débora no quarto com Moretti, e teme que ele faça o mesmo com Ari. Laís pede ajuda de Helô para encontrar Theo. Leonor nega conversar com Caíque. Guida avisa a Cidália que viu Guerra carregando uma arma e colocando na pasta do trabalho. Brisa recebe uma intimação da polícia. Helô comunica a Laís que Theo pegou um ônibus para se encontrar com um provável amigo da internet. Helô descobre que Theo estourou o cartão de Laís para comprar armas virtuais. Zezinho aborda Moretti querendo mais dinheiro. Núbia entrega um papel a Guerra dizendo que está devolvendo as ações do empresário.</p>
<p><strong>Quarta &#8211; </strong>Capítulo 147</p>
<p>Guerra sente pena de Núbia e diz que ela está enganada sobre o filho. Helô avisa a Laís que Theo foi encontrado e será levado para o Rio pelos policiais. Guerra fica confuso quando Chiara pede para viajar para a cidade onde a mãe morava. Ari reage ao saber que Núbia devolveu as ações para Guerra. Helô repreende Theo. Brisa fica indignada quando a cigana diz que ela não é mãe de Tonho. Moretti pede dinheiro emprestado a Guida para pagar a chantagem de Zezinho. Leonor conclui que Ivan não é filho de Moretti depois de conversar com Dante e Sara, e ameaça expor o que descobriu para Guida.</p>
<p><strong>Quinta &#8211; </strong>Capítulo 148</p>
<p>Laís comunica a Brisa que ela está sendo considerada suspeita de sequestro de crianças e de rapto de Tonho. Leonor diz a Cotinha que vai tirar a limpo se Ivan é realmente filho de Moretti. Laís avisa a Brisa que seria bom para ela que Ari retirasse do inquérito o nome da cliente como suspeita de ser sequestradora. Chiara revela a Guerra que não pretende ficar com o filho e nem morar no Brasil após o nascimento da criança. Moretti entrega o dinheiro para Zezinho, colocando um fim no trato entre os dois. Moretti se sente aliviado quando Stenio lhe diz que as suspeitas sobre o autor da explosão no carro de Guerra estão tendendo para Ari. Leonor fica sem entender quando Guerra lhe pede para não mexer na história do filho do Moretti.</p>
<p><strong>Sexta &#8211; </strong>Capítulo 149</p>
<p>Cidália explica a Leonor que não é o momento de questionar a paternidade do Moretti, por causa dos processos que Guerra está movendo contra o ex-sócio. Leonor conta a Cotinha que desconfia que Guerra possa ter algum envolvimento com a história do Ivan ser filho de Moretti. Guerra confronta Ari e manda o rapaz se afastar de Chiara. Cidália repreende Guerra. Helô comenta com Yone sobre sua desconfiança de Moretti estar recebendo ajuda de Guida por conta de alguma chantagem que o empresário possa estar sofrendo. Brisa e Ari trocam acusações. Guerra orienta Guida a colocar Ivan mais próximo de Sara. Ivan abraça Sara. Ari procura por Brisa.</p>
<p><strong>Sábado &#8211; </strong>Capítulo 150</p>
<p>Brisa diz a Ari que só muda o depoimento que deu a favor de Guerra se o ex-marido lhe entregar a guarda de Tonho. Núbia reage quando Gil confirma que Ari pode ser preso. Helô diz a Stenio que sabe que Moretti está sendo chantageado. Leonor diz a Guida que sentiu um interesse pessoal de Guerra na história da paternidade de Moretti. Guida avisa à família que irá se casar. Cidália comunica a Guerra que cuidará do contrato de casamento do empresário com Guida. Laís revela a Monteiro que não está conseguindo administrar o problema de Theo. Oto aconselha Caíque a sempre contar que é assexual no início de um relacionamento. Guerra avisa a Brisa que ela pode provocar a prisão de Ari e ganhar a guarda de Tonho.</p>
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