<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jogos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/jogos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Dec 2025 19:41:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Jogos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Governo lança plataforma unificada para autoexclusão em sites de apostas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-plataforma-unificada-para-autoexclusao-em-sites-de-apostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 19:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas]]></category>
		<category><![CDATA[autoexclusão]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=87363</guid>

					<description><![CDATA[O governo federal lançou a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, ferramenta que permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, todas as contas vinculadas a sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF). O acesso é feito pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante login com conta gov.br nos níveis prata ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal lançou a <strong>Plataforma Centralizada de Autoexclusão</strong>, ferramenta que permite ao cidadão bloquear, de uma só vez, todas as contas vinculadas a sites de apostas autorizados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF). O acesso é feito pelo endereço <strong>gov.br/autoexclusaoapostas</strong>, mediante login com conta gov.br nos níveis prata ou ouro.</p>
<p>Até agora, cada operadora oferecia seu próprio recurso de autoexclusão. Com o novo sistema, o processo passa a ser <strong>unificado</strong>, impedindo o usuário de manter contas ativas, abrir novos cadastros ou receber publicidade direcionada de plataformas de apostas — embora as opções individuais de bloqueio continuem disponíveis em cada site.</p>
<p>Além da função de banimento voluntário, a plataforma reúne <strong>informações sobre saúde mental</strong>, orientações sobre atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e um autoteste para avaliação do bem-estar emocional. Segundo o governo, a autoexclusão é reconhecida por pesquisadores como uma estratégia eficaz para reduzir danos associados ao jogo.</p>
<h2><strong>Como funciona</strong></h2>
<p>Ao iniciar o procedimento, o usuário escolhe o período de afastamento — entre <strong>1 e 12 meses</strong> ou por <strong>tempo indeterminado</strong>. Na opção sem prazo, há um período de até 30 dias para eventual cancelamento. É necessário ainda indicar o motivo da solicitação, que pode incluir dificuldades financeiras, recomendação médica, perda de controle ou questões relacionadas à saúde mental.</p>
<p>Após a confirmação, as operadoras têm até <strong>72 horas</strong> para efetivar o bloqueio. A ferramenta também pode ser utilizada por pessoas que nunca apostaram, como forma de prevenir o uso indevido de dados pessoais por plataformas de jogos.</p>
<h2><strong>Mais do que autoexclusão</strong></h2>
<p>De acordo com o secretário de Prêmios e Apostas, <strong>Regis Dudena</strong>, a proposta vai além do bloqueio de contas.<br />
“Será uma plataforma de múltiplas atividades, e não apenas de autoexclusão. Qualquer cidadão poderá acessar informações sobre o tema, realizar o Autoteste de Saúde Mental e compreender os riscos desse setor”, afirmou.</p>
<p>A iniciativa integra as ações do <strong>Grupo de Trabalho Interministerial sobre Saúde Mental e Prevenção de Danos do Jogo Problemático</strong>, formado pelos ministérios da Fazenda, Saúde, Esporte e pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O sistema foi desenvolvido pelo <strong>Serpro</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">87363</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Jogo &#8220;Simulador de Escravidão&#8221;, que permitia castigar e torturar pessoas negras é retirado da plataforma do Google Play</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jogo-simulador-de-escravidao-que-permitia-castigar-e-torturar-pessoas-negras-e-retirado-da-plataforma-do-google-play/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 13:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime de Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Google Play]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=60010</guid>

					<description><![CDATA[A proposta do jogo permitia que o usuário pudesse simular ser um senhor de escravos, estimulando a contratação de guardas &#8220;feitores&#8221; para evitar rebelião, além de poder garantir lucros com as etapas. Outro grave absurdo é a opção para que o jogador possa explorar sexualmente seu escravo. Ou seja, conteúdo ofensivo, promovendo violência simbólica, afrontamento aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta do jogo permitia que o usuário pudesse simular ser um senhor de escravos, estimulando a contratação de guardas &#8220;feitores&#8221; para evitar rebelião, além de poder garantir lucros com as etapas. Outro grave absurdo é a opção para que o jogador possa explorar sexualmente seu escravo. Ou seja, conteúdo ofensivo, promovendo violência simbólica, afrontamento aos direitos humanos e discriminação racial.</p>
<p>Militantes e lideranças do movimento negro reagiram com indignação. Para o Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos (Professor e orientador no PPGHC da UFRJ e Fundador do CEAP &#8211; Centro de Articulação de Populações Marginalizadas). &#8220;É inadmissível que a história da escravidão seja veiculada como um jogo de diversão. A Escravidão foi e ainda é uma das maiores hecatombe sobre a humanidade&#8221;</p>
<p>Corroborando com Ivanir, a Profa. Dra. Mariana Gino (Professora no Departamento de Ciência Política da UFRJ e Secretaria Executiva Adjunta do CEAP) pontuou que &#8220;O jogo &#8216;Simulador de Escravidão&#8221; além é mais uma das provas de como o racismo molda a sociedade contemporânea, colocando questão sérias, como a escravidão de pessoas negras, como uma prática de diversão. A pergunta que precisamos fazer é &#8216;Quem lucra com esses jogos?&#8217;, ou ainda &#8216;Qual a finalidade, senão reproduzir uma das práticas mais deploráveis sobre a humanidade?&#8221;.</p>
<p>O jogo virtual, oferecia inclusive algumas opções da dinâmica do jogo, entre elas agredir e torturar o ‘escravo’. O desenvolvedor é assinado pela Magnus Games e tinha pouco mais de mil downloads além de 70 avaliações. Ao entrar no jogo, era possível ver imagens de pessoas acorrentadas, além de um homem negro coberto de grilhões. Na apresentação, uma gravura histórica retrata um homem branco, com trajes alinhados, lado a lado de um outro homem, mas sendo um negro escravizado e com poucas vestes, alusivo aos livros históricos que retratam a escravidão.</p>
<p>A produtora do game, incluiu na plataforma que o “jogo foi criado para fins de entretenimento” e que condena a escravidão no mundo real (acredite, escreveram assim). O jogo ainda está no sistema de aplicativos do Google, mas ao tentar agora, o usuário não consegue baixar o aplicativo. Mas quem já tinha o app no smartphone, ainda consegue jogar.</p>
<p><strong>Como um jogo com esse é permitido, liberado para uso?</strong></p>
<p>&#8220;<em>O jogador vive uma experiência colonial, tem uma postura colonial. Ser colonial significa introjetar o pensamento do colonizador, numa sociedade fruto da escravidão e que tem por sequelas o racismo é arriscado permitir que pessoas venham a assumir pensamentos coloniais que tem por ligação a ideologia racista. O fato de termos sido colonizados e insistirmos em refletir pela lógica do colonizador, nos faz ter uma postura colonial&#8221;</em>, pontua Lavini Castro Doutoranda em História Comparada UFRJ. Idealizadora e Coordenadora da Rede de Professores Antirracistas.</p>
<p>O racismo assombra a população negra há séculos e ainda assim, colaboradores, criadores, empresas e usuários se divertem com um assunto tão grotesco e infame. A missão, reação, ações, demandas e afins deveriam ser para o enfrentamento à exclusão social e desigualdades. A discussão racial está atrasada, muito atrasada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60010</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
