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	<title>Jogos Eletrônicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Marco Legal dos Games vai à sanção presidencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 18:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (9), o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos. O chamado Marco Legal dos Gamers regulamenta a fabricação, importação, comercialização, o desenvolvimento de jogos eletrônicos e uso comercial deles no Brasil. A partir desta aprovação, a proposta será enviada à sanção presidencial. Na definição de jogos eletrônicos, [&#8230;]]]></description>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (9), o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos. O chamado Marco Legal dos Gamers regulamenta a fabricação, importação, comercialização, o desenvolvimento de jogos eletrônicos e uso comercial deles no Brasil. A partir desta aprovação, a proposta será enviada à sanção presidencial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Na definição de jogos eletrônicos, entram os <em>softwares</em> (programas para computador), as imagens geradas a partir da conexão com o jogador, conhecido como gamer; os jogos de console de videogames e de realidade virtual (RV), realidade aumentada (RA), realidade mista (RM) e realidade estendida ou imersiva, tanto quando gamer faz o <em>download </em>do jogo (baixar o jogo e o arquivo fica salvo naquele dispositivo eletrônico, como <em>smartphone</em> ou compactador) ou por <em>streaming</em>, que permite a reprodução do jogo sem necessidade de baixar um arquivo. Não entram nesta categoria de gamer, os jogos de azar eletrônicos, apostas do tipo <em>bet, poker</em> <em>online</em> e outros que envolvam premiações em dinheiro.</p>
<p>Pelas redes sociais, o autor da matéria na Câmara Federal, o deputado Kim Kataguiri (União-SP), comemorou a aprovação do texto na Câmara Federal e explicou a dimensão do setor que poderá ser ampliado.  “A indústria dos games gerou mais dinheiro do que a da música e cinema somadas. Em 2016, o Brasil movimentou US$ 1,5 bilhão no setor. Não é só uma brincadeira de criança. É geração de emprego e renda. É mais investimento para o nosso país!”</p>
<p>Pelo texto, a indústria do setor, por meio dos desenvolvedores de gamers, deve proteger as crianças e adolescentes, por exemplo da exposição a jogos violentos ou abusos. Além de criar canais de reclamações e denúncias de abusos para assegurar os direitos deste público no mundo digital, e as ferramentas de compras deverão buscar o consentimento dos responsáveis pelos usuários infanto-juvenis.</p>
<p>A deputada Maria do Rosário (PT-RS) elogiou a determinação aos desenvolvedores. &#8220;Eles terão responsabilidade com a atenção e o cuidado com crianças e adolescentes contra toda forma de negligência, incentivo à violência, sexualização. Isso não combina com a cultura, não combina com os jogos&#8221;.</p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o presidente da Associação de Desenvolvedores de Jogos do Estado do Rio de Janeiro (RING), Márcio Filho, um dos pontos mais importantes com a aprovação do Marco Legal dos Games é a construção de um ambiente de segurança jurídica para o setor no Brasil. “Estamos caminhando para correção de atrasos históricos — como a ausência de reconhecimento formal de empresas e empregos de jogos — bem como, avançando em temas caros à sociedade atual, como a proteção às crianças e aos adolescentes em ambiente virtual e formas de fomento e incentivo à economia criativa e a construção do <em>soft power</em> nacional”, visualiza o gamificador Márcio Filho.</p>
<h2>Incentivos ao setor</h2>
<p>O projeto de lei (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2293861" target="_blank" rel="noopener">PL 2796/2021</a>), busca regular todos os aspectos relevantes da produção. De acordo com o texto do projeto a indústria de jogos eletrônicos contará com incentivos à economia do setor e renúncia fiscal semelhantes aos previstos para o setor cultural previstos na Lei Rouanet e na Lei do Audiovisual para estimular a produção de conteúdo, como a redução de tributos, como o Imposto sobre produtos industrializados (IPI) de equipamentos necessários ao desenvolvimento de jogos.</p>
<p>“O Marco Legal dos Games traz fundamentalmente a segurança jurídica ampliada, garantindo que o setor não estará ao sabor dos desejos do gestor da vez para ver suas ferramentas de fomento sendo respeitadas e realizadas”, explica Márcio Filho, da Associação de Desenvolvedores de Jogos do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>O PL 2796/2021 também regulamentará as atividades dos profissionais de tecnologia. Todos os envolvidos no desenvolvimento de jogos eletrônicos serão incluídos em categorias do Microempreendedor individual (MEI) e na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ambos retratam a realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro.</p>
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		<title>Fim da PlayStation Store no PSP, Vita e PS3 é preocupante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 14:21:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta semana, uma notícia pegou de surpresa (ou não) muita gente: o fim do acesso à PlayStation Store no PSP, PlayStation Vita e PlayStation 3 a partir de julho de 2021. Segundo fontes ouvidas pelo portal The Gamer, um comunicado oficial está previsto para os próximos dias, anunciando que as lojas virtuais do PSP e PS3 terão suas atividades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p style="text-align: justify;">Esta semana, uma notícia pegou de surpresa (ou não) muita gente: o fim do acesso à PlayStation Store no PSP, PlayStation Vita e PlayStation 3 a partir de julho de 2021. Segundo fontes ouvidas pelo portal The Gamer, um comunicado oficial está previsto para os próximos dias, anunciando que as lojas virtuais do PSP e PS3 terão suas atividades encerradas no dia 2 de julho. Já a loja do PS Vita ficará aberta até o dia 27 de agosto. Depois dessas datas, não será mais possível comprar cópias digitais de jogos ou conteúdo adicional via <em>download</em> em qualquer um desses aparelhos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Essa medida dificultaria bastante a obtenção de diversos títulos. Mesmo as obras disponíveis em lojas digitais podem custar uma fortuna na versão mídia física. Persona 3 Portable (PSP), por exemplo, custa apenas R$ 83,50 na loja digital. Já em mídia física o preço pode chegar a centenas de reais e, com o fim da loja digital, o valor deve subir ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Jogos disponíveis apenas na loja digital se tornarão inacessíveis, ao menos de forma legal. É o que acontece principalmente com produções independentes, muitas delas sucessos de crítica e uma fonte de renda para estúdios pequenos e desenvolvedores amadores. Uma história que já aconteceu com o WiiWare e DSiWare, lojas virtuais das plataformas Nintendo DSi e Wii, que deixaram para trás até mesmo títulos de grandes produtoras como Final Fantasy Crystal Chronicles: My Life as a King, da Square Enix.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a única forma de obter este e outros sucessos do WiiWare é apelar para o <em>port</em> em outras plataformas, se existirem, como é o caso de Final Fantasy IV: The After Years e LostWinds. No caso dos digitais exclusivos, tal qual WarioWare D.I.Y Showcase ou Pokémon Rumble, o jeito é encontrar e comprar um console com esses jogos pré-instalados a um preço altíssimo. Outra alternativa é fazer o que a maioria dos preservacionistas fazem: buscar cópias piratas ou emuladores.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os jogos digitais exclusivos que devem &#8220;sumir&#8221; com o fim da PlayStation Store no PSP, PS3 e PS Vita, estão Echochrome (PS3), MotorStorm:RC (PS3), TxK (Vita), Locoroco: Midnight Carneval (PSP) e PixelJunk Racers (PS3), entre outras pérolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem possa alegar que jogos antigos em plataformas ultrapassadas não despertem um grande interesse da maioria dos consumidores e que, por isso, não são justificáveis as despesas na manutenção desses serviços. Embora isso possa ser verdade, nunca se deve ignorar a história, mesmo a história dos videogames.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é fã de retrogames sabe o prazer que é &#8220;voltar ao passado&#8221; ao usufruir dos jogos da infância. Ou mesmo o quão informativo e interessante pode ser conhecer como eram os videogames e sua biblioteca em outras gerações. É uma forma de estudar e descobrir como algumas mecânicas, personagens ou franquias surgiram e evoluíram para o patamar que se encontram hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a cada geração, esta tarefa vai ficando mais difícil. Videogames mais potentes exigem máquinas robustas que possam suportar os seus títulos em emuladores. Hospedar, distribuir e baixar na internet cópias não autorizadas desses jogos, que ocupam cada vez mais espaço em discos rígidos, além de ser algo controverso no âmbito legal, pode se tornar uma prática onerosa ou, no mínimo, complicada para usuários mais leigos. O mesmo pode ser dito sobre a possibilidade de rodar games pirateados. Embora seja viável desbloquear algumas versões desses aparelhos e instalar cópias não autorizadas, o número de obstáculos e impedimentos para o usuário comum pode ser um fator inibidor para muitos possíveis entusiastas, que muitas vezes não têm a opção de pagar pelos jogos, mesmo se quiserem apoiar os desenvolvedores originais.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de games <em>multiplayer online,</em> algo inexistente ou raro em outras gerações, é certamente impossível replicar a experiência original no auge dessas plataformas. Felizmente, ainda existem muitas pessoas interessadas em criar e/ou manter servidores amadores de forma gratuita, o que permite sentir um gostinho das partidas competitivas de outrora.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, foram surgindo organizações dedicadas à preservação de jogos antigos. Aqui no país, temos a Sociedade Histórica de Videogame do Brasil e a Video Game Data Base. São entidades dedicadas a buscar e conservar jogos eletrônicos antigos, além de promover eventos como exposições e outras atividades educativas. No exterior, destaca-se a Video Game History Foundation, procurada até mesmo por empresas como Capcom e SNK quando se trata de levantar informações sobre seus próprios jogos. Um trabalho que enriqueceu as coletâneas SNK 40th Anniversary Collection e Street Fighter 30th Anniversary Collection com diversos materiais de arquivo que ajudaram a contar a história dentro e fora dessas franquias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma mídia tão dependente de  <em>hardware</em> como os games, é uma pena que não se perceba um esforço das grandes empresas em preservar os jogos antigos. Ainda não há um posicionamento oficial da Sony sobre o possível fim do acesso à PlayStation Store no PSP, PlayStation Vita e PlayStation 3, mas não é difícil supor que estas serão as últimas semanas que os consumidores terão para adquirir títulos fadados ao esquecimento. Seja lá o que acontecer, felizmente sempre existirão organizações, historiadores, fãs, <em>hackers</em>, e &#8220;piratas&#8221; dedicados a manter viva a história dos jogos eletrônicos.</p>
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		<title>CBLoL volta em novo formato neste sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 17:21:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A temporada de 2021 de League of Legends (LoL) foi inaugurada com o início da LPL (China) e da LCK (Coreia do Sul), as ligas mais fortes do mundo. Aqui no Brasil, o CBLoL começa no próximo fim de semana, com o novo formato de franquias. Por enquanto, quase todos os torneios ainda estão sendo disputados de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A temporada de 2021 de League of Legends (LoL) foi inaugurada com o início da LPL (China) e da LCK (Coreia do Sul), as ligas mais fortes do mundo. Aqui no Brasil, o CBLoL começa no próximo fim de semana, com o novo formato de franquias. Por enquanto, quase todos os torneios ainda estão sendo disputados de forma online por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esse é só um dos principais pontos a serem observados para quem quer acompanhar o cenário de LoL 2021. Eu separei alguns aqui abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">CBLoL</h2>
<p style="text-align: justify;">O Campeonato Brasileiro de LoL (CBLoL) está de volta a partir de sábado (16). A novidade no primeiro split de 2021 é o formato de franquias, seguindo um modelo já adotado nas ligas dos Estados Unidos e da Europa, e que também será aplicado este ano na Coreia do Sul. O CBLoL funcionará mais ou menos como na NBA, onde todos os clubes participantes dividem os custos e a responsabilidade pelo bom andamento da competição. Receitas e patrocínios também são partilhados entre todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta disso, não existe mais rebaixamento, ou mesmo a existência de uma segunda divisão. Ligas de menor relevância podem acabar surgindo, como ocorre nos Estados Unidos, onde foi formada a LCS Academy, com times B da LCS, que visa a formação de talentos para a equipe principal. Na Europa, foram montadas ligas regionais, também com o objetivo de descobrir novos craques no game. Por enquanto, não existe nada parecido no Brasil. A partir de agora, qualquer time que deseje ingressar no CBLoL terá que negociar com a Riot Games Brasil, que atua como administradora da liga.</p>
<p style="text-align: justify;">Dez equipes estão confirmadas no CBLoL 2021, duas a mais que no formato adotado até o ano passado. Algumas são estreantes no torneio: Cruzeiro, Loud, Rensga e Vorax (embora esta última seja resultante da fusão da Prodigy, que já participou do CBLoL, e a Falkol). As demais são velhas conhecidas dos torcedores: Flamengo, Furia, INTZ, KaBuM!, paiN Gaming e RED Canids.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Fator pandemia</h2>
<p style="text-align: justify;">Disputas presenciais, por enquanto, só na LPL (China). O mundo do e-sports, em geral, ainda tem seguido essa linha, com disputas online e sem torcida. Campeonatos internacionais têm sido cancelados ou sofrido adaptações, uma tendência que ainda deve se manter nos próximos meses.</p>
<p style="text-align: justify;">O título no primeiro split do CBLoL  garante vaga ao MSI 2021, principal torneio internacional depois do mundial. Ano passado, a competição foi cancelada por conta da pandemia. Por enquanto, a edição deste ano não está confirmada.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, é bastante provável que o mundial de LoL volte a ocorrer no fim do ano. A edição dae 2020 ocorreu na China em formato presencial, mesmo com os desafios impostos pela pandemia de covid-19. A Riot Games desistiu de realizar o torneio em mais de uma cidade na China, como inicialmente previsto, e optou por criar uma bolha anti-covid em Xangai. A presença de torcida só foi liberada, com algumas restrições, na grande final vencida pela sul-coreana DAMWON Gaming.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a edição de 2021, a Riot já revelou que almeja entregar a experiência completa do mundial para os chineses. Mas isso é algo que precisará ser confirmado ao decorrer do ano, a depender da evolução da doença e do processo de vacinação ao redor do mundo. Por enquanto, a desenvolvedora apenas revelou que a grande final será realizada em Shenzhen, cidade vizinha a Hong Kong.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Novos personagens</h2>
<p style="text-align: justify;">A Riot Games revelou que a temporada 2021 do game trará quatro novos &#8220;campeões&#8221;, como são chamados os guerreiros à disposição dos jogadores. Quando LoL foi lançado, em 2009, eram apenas 40. Hoje, eles já somam mais de 150.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o único personagem revelado é Viego, o Rei Destruído. O vilão tem a habilidade de possuir temporariamente os inimigos abatidos. Quando isso acontece, ele é capaz de usar os itens e habilidades do rival. Viego já está disponível nos servidores de teste da Riot Games, e deve estrear oficialmente para todos os jogadores ainda este mês.</p>
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<p><span style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em; text-align: justify;">Universo expandido</span></p>
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<div class="post-item-wrap">
<p style="text-align: justify;">O universo de LoL foi expandido em 2019 com o anúncio de vários games relacionados. O primeiro deles foi Teamfight Tactics, jogo do gênero &#8220;auto chess&#8221; que aos poucos vai formando um cenário competitivo. No ano passado, a Riot lançou Legends of Runeterra, game de cartas que utiliza os mesmos personagens e cenários de LoL. Vale lembrar que Valorant, jogo de tiro em primeira pessoa da Riot Games que tem crescido em popularidade, não faz parte do mesmo universo e traz uma história à parte.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque promissor é LoL:Wild Rift, versão mobile do principal título da companhia. Uma versão beta foi lançada no ano passado apenas para alguns sortudos que se inscreveram para conseguir o acesso em um número seleto de países, incluindo o Brasil. Em 2021, o game deve ser lançado oficialmente e ganhar um cenário competitivo oficial, embora a Riot não tenha dado mais detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;">A desenvolvedora tem na manga ainda outros jogos, ainda sem data de lançamento confirmada, como &#8220;Ruined King: A League of Legends Story&#8221;, um RPG para Switch, PS4, Xbox One e PC. Existem ainda outros projetos sem nomes definidos, como um jogo de luta, um jogo de ação e um MMORPG. Ainda que eles não sejam disponibilizados este ano, é possível que mais detalhes sobre esses títulos venham a público nos próximos meses.</p>
</div>
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