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	<title>Joe Biden &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Joe Biden &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Suprema Corte dos EUA mantém lei que pode banir o TikTok</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 21:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (17) contra o TikTok no julgamento de um recurso que buscava anular uma lei federal que exige a venda do aplicativo pela ByteDance, sua controladora chinesa, ou seu banimento do país a partir de 19 de janeiro. A decisão confirma que a lei, aprovada por ampla [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (17) contra o TikTok no julgamento de um recurso que buscava anular uma lei federal que exige a venda do aplicativo pela ByteDance, sua controladora chinesa, ou seu banimento do país a partir de 19 de janeiro.</p>
<p>A decisão confirma que a lei, aprovada por ampla maioria bipartidária no Congresso em 2024 e sancionada pelo presidente Joe Biden, não viola a Primeira Emenda da Constituição, que protege a liberdade de expressão.</p>
<h3>Segurança nacional versus liberdade de expressão</h3>
<p>O governo Biden argumentou que o controle do TikTok pelo governo chinês representa uma ameaça à segurança nacional, com riscos como coleta de dados sensíveis e operações de influência. Durante o julgamento, Elizabeth Prelogar, advogada do Departamento de Justiça, afirmou que a China poderia usar o TikTok como uma ferramenta de espionagem e manipulação.</p>
<p>A lei prevê que o TikTok só poderá continuar operando nos EUA se for vendido a uma empresa norte-americana. O governo destacou que a medida não tem como objetivo restringir discurso, mas proteger dados e segurança dos cidadãos.</p>
<h3>Reação do TikTok</h3>
<p>O TikTok, que possui cerca de 270 milhões de usuários nos EUA, afirmou que a lei compromete os direitos constitucionais de seus usuários, criadores e funcionários. Com 7.000 empregados no país, a plataforma enfatizou os impactos financeiros e sociais de uma eventual proibição.</p>
<h3>Contexto político</h3>
<p>A decisão ocorre em um momento de crescente tensão comercial e política entre os EUA e a China. Donald Trump, que assumirá novamente a presidência na próxima segunda-feira, demonstrou apoio à permanência do TikTok no país, apesar de seu histórico de tentativas de banir o aplicativo em seu mandato anterior.</p>
<p>Trump sugeriu que buscará uma &#8220;solução política&#8221; para o caso, e sua equipe de transição indicou disposição para permitir mais tempo para um acordo de venda. Líderes republicanos e democratas, como Chuck Schumer, também sugeriram flexibilizar os prazos para garantir a continuidade do aplicativo enquanto protegem os interesses de segurança nacional.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>O TikTok e sua controladora ainda podem explorar alternativas legais e políticas para evitar o banimento. Caso contrário, a plataforma terá até 19 de janeiro para se adaptar às exigências da lei ou encerrar suas operações nos EUA. Uma extensão de 90 dias poderá ser concedida caso haja &#8220;progresso significativo&#8221; nas negociações para venda.</p>
<p>O caso reflete a complexa relação entre liberdade de expressão, soberania digital e segurança nacional em um cenário global de rivalidades tecnológicas e econômicas.</p>
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		<title>Lula destaca possibilidade de colaboração dos EUA com o Fundo Amazônia após reunião com Biden</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 15:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula nos EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante uma entrevista coletiva após seu encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou o apoio financeiro dos Estados Unidos ao Fundo Amazônia. O fundo é responsável por financiar projetos sustentáveis com recursos provenientes de países desenvolvidos. Lula afirmou ter recebido uma promessa de que os EUA [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma entrevista coletiva após seu encontro com o presidente dos EUA, Joe Biden, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou o apoio financeiro dos Estados Unidos ao Fundo Amazônia. O fundo é responsável por financiar projetos sustentáveis com recursos provenientes de países desenvolvidos. Lula afirmou ter recebido uma promessa de que os EUA se juntariam ao fundo.</p>
<p>“Senti muita vontade [de Biden]. O que posso afirmar é que ele vai participar do fundo amazônico”, declarou Lula. Segundo o presidente brasileiro, os Estados Unidos estão convencidos da necessidade de nações ricas financiarem empreendimentos em áreas florestais de países em desenvolvimento para a preservação do meio ambiente.</p>
<p>“É preciso transformar a riqueza da nossa diversidade em algo que possa ser proveitoso para o povo brasileiro que mora na Amazônia”, comentou.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a Joe Biden a criação de um grupo de negociação neutro para alcançar uma solução pacífica para o conflito entre Rússia e Ucrânia. Lula revelou que já discutiu essa ideia com o presidente francês, Emmanuel Macron, e com o chanceler alemão, Olaf Scholz, que recentemente visitou o Brasil.</p>
<p>Segundo Lula, os trabalhos começariam pela negociação de um cessar-fogo ou de um armistício. “<em>A primeira coisa [do grupo] é terminar a guerra. Depois, negociar o que for acontecer no futuro</em>”, afirmou. “<em>Estou convencido de que é preciso encontrar uma saída para colocar fim a essa guerra. E senti da parte do presidente Biden a mesma preocupação, porque ninguém quer que essa guerra continue. É preciso que tenha parceiros capazes de construir um grupo de negociadores que os dois lados acreditem</em>”.</p>
<p>Lula apresentou a ideia da ampliação do Conselho de Segurança da ONU a Biden, uma sugestão historicamente defendida pela diplomacia brasileira. Segundo o presidente brasileiro, a proposta foi bem recebida pelo presidente norte-americano.</p>
<p>“<em>Pedi que outros países possam participar do Conselho de Segurança para que algumas decisões de ordem climáticas sejam tomadas a nível internacional. Senti muita disposição do presidente americano para contribuir com isso</em>”, comentou Lula.</p>
<p>O Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes: Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia. Além disso, existem mais dez países com assentos rotativos, mas qualquer um dos cinco membros permanentes possui o poder de veto. O Conselho concede o aval das Nações Unidas para guerras.</p>
<p>Lula anunciou sua intenção de retomar as relações diplomáticas do Brasil com a África. Ele planeja visitar três países africanos: Angola, África do Sul e Moçambique. Em suas mídias sociais, o presidente declarou que a viagem a esses países é &#8220;uma obrigação histórica e humanitária.&#8221;</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Estou organizando uma viagem para Angola, África do Sul e Moçambique, numa demonstração que o Brasil vai reatar sua relação com o continente africano. É uma obrigação histórica e humanitária.</p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1624191761483456512?ref_src=twsrc%5Etfw">February 10, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Lula publicou em suas redes sociais no sábado (11) que havia retornado ao Brasil após um encontro produtivo com o presidente Joe Biden. Ele escreveu que o Brasil está recuperando parcerias importantes para o meio ambiente e a defesa da democracia, e que o país está de volta ao cenário global.</p>
<p>Por sua vez, Biden também usou as redes sociais para compartilhar que está trabalhando para fortalecer a parceria entre os Estados Unidos e o Brasil para as gerações futuras.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">Building a stronger United States-Brazil partnership for generations to come. <a href="https://t.co/9sQXyPm8yn">pic.twitter.com/9sQXyPm8yn</a></p>
<p>&mdash; President Biden (@POTUS) <a href="https://twitter.com/POTUS/status/1624249373474402310?ref_src=twsrc%5Etfw">February 11, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Lula segue para os EUA para se reunir com Biden</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-segue-para-os-eua-para-se-reunir-com-biden/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 15:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou hoje (9) para os Estados Unidos onde se encontrará com o presidente norte-americano, Joe Biden, em Washington. A reunião vai ocorrer amanhã (10) à tarde, na Casa Branca, e segundo a Presidência, marca a retomada das relações entre os dois países, que em 2024 vão completar 200 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou hoje (9) para os Estados Unidos onde se encontrará com o presidente norte-americano, Joe Biden, em Washington. A reunião vai ocorrer amanhã (10) à tarde, na Casa Branca, e segundo a Presidência, marca a retomada das relações entre os dois países, que em 2024 vão completar 200 anos de diplomacia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Antes, também estão previstos encontros do presidente brasileiro com o senador Bernie Sanders, com deputados do partido Democrata e com representantes da Federação Americana de Trabalho e Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO).</p>
<p>“Queremos construir relações de parceria e crescimento entre nossos países, pelo desenvolvimento da nossa região, debater ações pela paz no mundo e contra as <em>fake news</em>”, escreveu Lula em publicação nas redes sociais.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Bom dia. Hoje embarco aos EUA, onde me reunirei com o presidente <a href="https://twitter.com/POTUS?ref_src=twsrc%5Etfw">@POTUS</a> na Casa Branca. Queremos construir relações de parceria e crescimento entre nossos países, pelo desenvolvimento da nossa região,  debater ações pela paz no mundo e contra as fake news.</p>
<p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1623624357896507398?ref_src=twsrc%5Etfw">February 9, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, Lula e Biden irão se concentrar em três temas principais durante sua reunião: democracia, direitos humanos e meio ambiente. Os dois líderes irão discutir como os países podem continuar a trabalhar juntos para promover a inclusão e valores democráticos na região e no mundo.</p>
<p>Ambos Lula e Biden foram eleitos e assumiram seus mandatos em circunstâncias similares, com alegações de fraude eleitoral e tentativas de golpe. O ataque ao Capitólio dos Estados Unidos, sede do Legislativo, por extremistas insatisfeitos com a derrota eleitoral de Donald Trump, foi semelhante às invasões e depredações às sedes dos Três Poderes em janeiro de 2021.</p>
<p>O secretário das Américas do Itamaraty, embaixador Michel Arslanian Neto, lembrou que Lula recentemente conversou com Biden por telefone duas vezes, a primeira quando foi declarado vencedor da eleição presidencial em outubro do ano passado e a segunda após os atos golpistas em Brasília em 9 de janeiro.</p>
<p>“Os dois países estão experimentando desafios semelhantes, uma preocupação comum com o tema da radicalização, violência política, com o tema do uso das redes [sociais] para a difusão de desinformação e discurso de ódio. Então, com as duas principais democracias do mundo se reunindo em seu mais alto nível, será uma oportunidade ímpar para que enviem uma mensagem de forte apoio a processos políticos, sem recursos a extremismos, à violência e com o uso adequado das redes sociais”, destacou o embaixador.</p>
<h2>Pautas centrais</h2>
<p>O encontro entre Lula e Biden terá três temas centrais: democracia, direitos humanos e meio ambiente. O Brasil pretende se apresentar como um ator ativo e comprometido com a proteção ambiental e buscar o engajamento dos países para o cumprimento de suas obrigações em termos de financiamento na área climática. Quanto à pauta relacionada a direitos humanos, serão debatidos temas como o combate à fome e à pobreza, os direitos dos povos indígenas e o combate ao racismo.</p>
<p>A esfera econômica também será abordada, com o Brasil buscando a dinamização de investimentos e a maior integração das cadeias produtivas. Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil e principal destino das exportações de produtos industrializados, com intercâmbio total de cerca de US$ 88,7 bilhões em 2022 e o maior estoque de investimentos no Brasil, estimado em US$ 123 bilhões.</p>
<p>Os dois líderes também discutirão questões da agenda internacional, como paz e segurança e governança no G-20. A secretária do Departamento do Interior dos Estados Unidos, Deb Haaland, liderou a delegação norte-americana na posse de Lula e tem responsabilidade pelas políticas dos povos indígenas em seu país.</p>
<h2>Relações internacionais</h2>
<p>O Presidente Lula foi convidado pelo Presidente Biden para uma visita oficial aos Estados Unidos. Ele ficará hospedado na Blair House, a residência oficial onde o Presidente dos Estados Unidos recebe convidados de destaque. A comitiva inclui a Primeira-Dama Janja Lula da Silva, ministros de Relações Exteriores, Fazenda, Meio Ambiente e Igualdade Racial, bem como o Secretário-Executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o líder do governo no Senado e o assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidência da República. O retorno ao Brasil está previsto para sábado.</p>
<p>Este é o terceiro país visitado pelo Presidente Lula desde o início do mandato, tendo anteriormente visitado Argentina e Uruguai para tratar das relações bilaterais entre os países, a integração da América Latina e o fortalecimento do Mercosul. Viagens futuras incluem visitas a China e Portugal, e ele também recebeu um convite do Presidente da França, Emmanuel Macron, para visitar o país.</p>
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		<title>Brittney Griner é solta após troca de prisioneiros entre Rússia e EUA</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brittney-griner-e-solta-apos-troca-de-prisioneiros-entre-russia-e-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 22:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		<category><![CDATA[bicampeã olímpica]]></category>
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		<category><![CDATA[Troca de prisioneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase dez meses após ter sido presa na Rússia por porte ilegal de drogas (óleo de cannabis), a bicampeã olímpica de basquete Brittney Griner foi solta nesta quinta-feira (17), de acordo com publicação do presidente dos Estados Unidos Joe Biden no Twitter oficial da Casa Branca. Segundo ele, a libertação da estrela da WNBA  foi possível [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase dez meses após ter sido presa na Rússia por porte ilegal de drogas (óleo de <em>cannabis</em>), a bicampeã olímpica de basquete Brittney Griner foi solta nesta quinta-feira (17), de acordo com publicação do presidente dos Estados Unidos Joe Biden no Twitter oficial da Casa Branca. Segundo ele, a libertação da estrela da WNBA  foi possível após troca inédita de prisioneiros: o governo norte-americano libertou o ex-integrante do exército russo Vikor Bout, preso há 10 anos no país, condenado por tráfico de armas. A troca dos prisioneiros teria ocorrido no aeroporto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, que ajudaram nas negociações.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>“Ela está segura, está no avião a caminho de casa”, afirmou Joe Biden na rede social, depois de conversar com Griner ao telefone, ao lado de Cherelle Griner, esposa da atleta.</p></blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">Moments ago I spoke to Brittney Griner.</p>
<p>She is safe.<br />She is on a plane.<br />She is on her way home. <a href="https://t.co/FmHgfzrcDT">pic.twitter.com/FmHgfzrcDT</a></p>
<p>&mdash; President Biden (@POTUS) <a href="https://twitter.com/POTUS/status/1600841306560937986?ref_src=twsrc%5Etfw">December 8, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A jogadora, de 32 anos, foi detida em 17 de fevereiro deste ano no aeroporto Sheremetyevo, em Moscou,  com cartuchos de vaporizador com óleo de <em>cannabis </em>na bagagem.  A substância é considerada ilegal na Rússia para fins medicinais e recreativos. A detenção de Griner ocorreu logo após a invasão militar russa na Ucrânia. Em agosto a atleta foi condenada a nove anos de prisão, e teve recurso contra a sentença negado em outubro.</p>
<p>Uma hora após o anúncio na rede social, Joe Biden fez <a href="https://twitter.com/POTUS/status/1600847417980526593">pronunciamento na Casa Branca </a>sobre a libertação de Griner.</p>
<blockquote><p> &#8220;Ela está segura, está em um avião, está voltando para casa depois de meses sendo detida injustamente na Rússia, mantida sob circunstâncias intoleráveis. Este é um dia pelo qual trabalhamos há muito tempo. Nunca paramos de pressionar por sua libertação&#8221;, revelou .</p></blockquote>
<p>A presidente da Associação Norte-Americana de Basquete Feminino (WNBA, sigla em inglês), Cathy Engelbert, também publicou <a href="https://www.wnba.com/news/wnba-statement-regarding-brittney-griner/">nota oficial </a>no site da entidade saldando a libertação da bicampeã olímpica.</p>
<p><em>“Não houve um dia nos últimos dez meses em que todos nós não tivéssemos Brittney Griner em nossas mentes e em nossos corações e isso agora se transformou em uma onda coletiva de alegria e alívio sabendo que ela logo se reunirá com ela. família, a comunidade de jogadores da WNBA e seus amigos. BG demonstrou coragem e dignidade extraordinárias diante de enormes adversidades. A WNBA agradece imensamente ao governo Biden, ao enviado especial do presidente para assuntos de reféns e a todos aqueles que contribuíram para trazer BG para casa hoje. Nossa esperança é que Paul Whelan e todos os americanos detidos injustamente voltem para casa com segurança e o mais rápido possível”.</em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Biden vai reunir com aliados europeus na Alemanha e Espanha</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/biden-vai-reunir-com-aliados-europeus-na-alemanha-e-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 15:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, vai se reunir com aliados, na Alemanha e Espanha, no fim de junho. Ele vai tentar manter unida a coligação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, anunciou hoje (8) a Casa Branca. Biden viajará para o Sul da Alemanha em 25 de junho, a fim de participar de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, vai se reunir com aliados, na Alemanha e Espanha, no fim de junho. Ele vai tentar manter unida a coligação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, anunciou hoje (8) a Casa Branca.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Biden viajará para o Sul da Alemanha em 25 de junho, a fim de participar de Cúpula do G7 &#8212; o grupo das sete principais nações industrializadas &#8212; na Baviera, seguindo para Madri, no dia 28,  para participar de encontro de países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>As duas cúpulas ocorrerão quando se completam quatro meses da invasão da Ucrânia pela Rússia, enquanto os Estados Unidos e aliados são pressionados a enviar para a Ucrânia armamento de longo alcance e mais avançado, para evitar que Moscovo consolide a sua posição no conflito.</p>
<p>Os esforços de Biden para impor e sustentar sanções à Rússia também enfrentam renovada ameaça, diante do aumento da inflação em muitos países.</p>
<p>O presidente norte-americano também quer garantir a admissão da Suécia e da Finlândia à Otan, buscando superar a oposição da Turquia.</p>
<p>No G7 &#8211; formado por EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão &#8211; os líderes deverão discutir o apoio à Ucrânia, as mudanças climáticas, a segurança sanitária global e a crise alimentar e energética, agravada pela agressão da Rússia à Ucrânia, de acordo com a Casa Branca.</p>
<p>No encontro da Otan, os líderes devem apoiar planos para orientar a transformação da aliança na próxima década, incluindo o fortalecimento da dissuasão e defesa, abordando ameaças transnacionais &#8211; cibernética e climática &#8211; e aprofundando as parcerias com aliados democráticos na Europa e na Ásia.</p>
<p>A Rússia lançou, na madrugada de 24 de fevereiro, a ofensiva militar na Ucrânia que já causou já a fuga quase 15 milhões de pessoas de suas casas &#8212; mais de 8 milhões de deslocados internos e mais de 6,9 milhões para os países vizinhos -, de acordo com dados recentes dados da ONU. A organização considera a crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).</p>
<p>Também segundo as Nações Unidas, cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.</p>
<p>A invasão &#8211; justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, pela necessidade de desnazificar e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia &#8211; foi condenada pela comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento e a imposição de sanções que atingem praticamente todos os setores russos.</p>
<p>A ONU confirmou que 4.253 civis morreram e 5.141 ficaram feridos na guerra, que hoje entra no 105º dia. Advertiu, no entanto, que os números reais podem ser muito superiores e só serão conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-1100 alt-font font-italic my-2 small text-info text-center"><strong><em>Por <a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a>* &#8211; Washington</em></strong></p>
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		<title>Em discurso sobre Estado da União, Biden chama Putin de ditador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 15:38:15 +0000</pubDate>
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<p>Em seu primeiro discurso do Estado da União, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, reiterou que o país não vai enviar tropas para a Ucrânia, em resposta à invasão russa, mas voltou a garantir a defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Biden chamou Vladimir Putin de “ditador” e garantiu que o Departamento de Justiça está criando equipe de trabalho para investigar os crimes dos magnatas russos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No tradicional pronunciamento anual dos presidentes dos EUA perante as duas câmaras do Congresso, em Washington, na noite passada, Biden anunciou a mobilização de tropas, aviões de combates e navios militares para proteger os países da Otan, incluindo Polônia, Romênia, Letônia, Lituânia e Estônia.</p>
<p>“No caso de Putin decidir continuar a mover-se para oeste”, frisou Biden, “os Estados Unidos e os aliados vão defender cada centímetro de território dos países da organização”.</p>
<p>O líder norte-americano chamou o presidente russo de “ditador” e garantiu que o Ocidente não vai ceder perante “ataque premeditado e sem provocação à Ucrânia”, mesmo diante de risco de impacto econômico.</p>
<p>“Ao longo da nossa história aprendemos esta lição: quando os ditadores não pagam um preço pela agressão, causam mais caos. Seguem em frente. E os custos e as ameaças para a América e o mundo continuam a aumentar”, disse Biden.</p>
<p>“Vladimir Putin quis fazer estremecer os alicerces do mundo livre, pensando que os podia fazer vergarem-se aos seus métodos ameaçadores, mas cometeu grande erroems seus cálculos. Pensou que podia entrar na Ucrânia e que o mundo nada faria. Em vez disso, enfrentou uma parede de força que nunca antecipou ou imaginou”, acrescentou.</p>
<p>Washington vai continuar a apoiar o povo ucraniano, mas as forças norte-americanas &#8220;não entraram e não vão entrar em conflito com as forças russas na Ucrânia&#8221;, destacou o presidente.</p>
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		<title>Joe Biden anuncia maior sanção econômica da história à Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 23:26:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante coletiva realizada agora há pouco na Casa Branca, em Washington, o presidente norte-americano Joe Biden anunciou sanções à Rússia após a invasão da Ucrânia, iniciada na madrugada desta quinta-feira (24). Segundo Biden, essa é “A maior sanção econômica já vista na história.” O presidente disse que as medidas terão início nos próximos dias. “A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante coletiva realizada agora há pouco na Casa Branca, em Washington, o presidente norte-americano Joe Biden anunciou sanções à Rússia após a invasão da Ucrânia, iniciada na madrugada desta quinta-feira (24). Segundo Biden, essa é “A maior sanção econômica já vista na história.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O presidente disse que as medidas terão início nos próximos dias. “A Rússia não poderá negociar nem em dólares, nem em euros nem em ienes”. Segundo Biden, os títulos do governo russo já caíram mais de 30%. A moeda do país, o rublo, também segue em desvalorização perante o mercado internacional.</p>
<p>Biden anunciou que todos os ativos dos bancos russos nos Estados Unidos (EUA) serão congelados. “Temos US$ 1 trilhão em ativos congelados; um terço dos bancos russos serão cortados do sistema financeiro SWIFT”, revelou. O sistema SWIFT é uma cooperação internacional que conecta instituições financeiras em mais de 200 países, e que é controlado pelos bancos centrais dos países que integram o G-10 &#8211; grupo das 10 maiores economias do mundo.</p>
<p>Biden disse que os EUA reduzirão o acesso da Rússia à tecnologia e a financiamentos em setores estratégicos, como o aeroespacial. “Nossas ações afetarão mais da metade das exportações de alta tecnologia”, complementou.</p>
<p>O presidente norte-americano destacou ainda que “Os EUA não estão fazendo isso sozinhos, Há meses estamos construindo uma coalizão de parceiros”, disse, citando França, Austrália, Reino Unido, e Nova Zelândia. Momentos antes da entrevista, Biden já havia alinhado as sanções anunciadas com os outros líderes do G7 &#8211; grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. “Estão todos aliados”, informou.</p>
<p>Sobre os fornecimentos de combustíveis e gás natural, o político pediu para que as petrolíferas norte-americanas não se aproveitem da situação para aumentar preços. Ele garantiu que os EUA estão se coordenando com produtores de petróleo para garantir o fornecimento de energia global, e que há reservas de petróleo disponíveis.</p>
<h2>Defesa de aliados</h2>
<p>“Este foi um ataque premeditado”, disse Biden. Ele lembrou que, durante muitas semanas vinha alertando o mundo do que ocorreria. E, segundo ele, quando o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), estava prestes a se reunir, Putin atacou a Ucrânia.</p>
<figure id="attachment_46130" aria-describedby="caption-attachment-46130" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-46130" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=754%2C756&#038;ssl=1" alt="Joe Biden Anuncia Maior Sanção Econômica Da História à Rússia - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="756" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/24-Joe-Biden-anuncia-maior-sancao-economica-da-historia-a-Russia-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.png?resize=750%2C752&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46130" class="wp-caption-text">Infográfico mostra o primeiro dia da invasão russa à Ucrânia. &#8211; Reuters/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>De acordo com Joe Biden, o presidente russo, Vladimir Putin, usou diversas desculpas para invadir o país vizinho, mas nenhuma se mostrou verossímil. “A escolha de Putin não se justifica. Nunca foi uma questão de se defender mas de proteger o império”, disse.</p>
<p>Biden disse ainda que a verdadeira intenção de Putin seria a recriação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). “É disso de que se trata essa guerra”, disse.</p>
<p>Joe Biden disse que, em conversa com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, realizada ontem (23), garantiu que ajudaria na condução do país oferecendo “alívio militar”, mas não explicou o que significaria isso.</p>
<p>Um encontro de 30 aliados da Organização do Atlântico Norte (Otan) deve acontecer amanhã (25) para definir os próximos passos em relação às ações de guerra da Rússia. Na hipótese de futuras agressões a nações já integradas no tratado, Biden afirmou que “os Estados Unidos vão defender os aliados com toda sua força. A Otan está mais unida do que nunca.”, disse.</p>
<p>O presidente disse que ainda não está pronto para revelar qual posicionamento foi negociado com a China sobre o conflito.</p>
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		<title>Presidente dos Estados Unidos anuncia sanções contra a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 01:11:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em declaração nesta terça-feira (22) que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia e anunciou sanções econômicas contra o país voltadas a dificultar o financiamentos e a atuação internacional de instituições financeiras russas. Biden divulgou sanções à dívida soberana da Rússia e medidas para que o país não consiga [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em declaração nesta <span id="OBJ_PREFIX_DWT1743_com_zimbra_date" role="link">ter</span>ça-feira (22) que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia e anunciou sanções econômicas contra o país voltadas a dificultar o financiamentos e a atuação internacional de instituições financeiras russas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Biden divulgou sanções à dívida soberana da Rússia e medidas para que o país não consiga mais buscar recursos no Ocidente, proibindo também que a Rússia compre títulos no mercado ocidental.</p>
<p>O governante declarou restrições para dois bancos russos, embora não de perfis comerciais. Ele acrescentou que dialogou com o governo da Alemanha para que o gasoduto ligando o país e a Rússia “não avance”.</p>
<p>“Vou começar a impor sanções muito mais duras do que as que implementamos em 2014 [ano do conflito anterior entre Rússia e Ucrânia]. E iremos avançar ainda mais se Rússia continuar a invasão”, disse.</p>
<p>O presidente dos EUA criticou a Rússia pelo reconhecimento da independência de duas províncias separatistas localizadas na Ucrânia (Donetsk e Luhansk) e pelo envio de tropas a esses territórios, adentrando a fronteira ucraniana.</p>
<p><span id="OBJ_PREFIX_DWT1744_com_zimbra_date" role="link">Hoje</span>, Vladimir Putin, presidente da Rússia, pediu e obteve a autorização do Parlamento do país para o emprego de Forças Armadas no exterior.</p>
<p>“Putin conseguiu o apoio do Congresso. Isso significa que ele pode agir de forma mais violenta. Nós ainda achamos que Putin vai avançar ainda mais e atacar a Ucrânia. Espero que esteja errado, mas só fazem escalar as agressões”, comentou.</p>
<p>Embora tenha dito que não pretende lutar contra a Rússia, Biden afirmou que irá defender os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e apoiar a Ucrânia.</p>
<p>“Vamos julgar a Rússia por ações e não por palavras. O que a Rússia fizer estaremos prontos para reagir. A Rússia vai pagar um preço ainda mais alto se continuar essas agressões. Os Estados Unidos vão dar assistência militar para a Ucrânia. Autorizei novas tropas na medida em que soubemos que tropas russas não vão sair de Belarus”, pontuou.</p>
<p>Biden assinalou que está discutindo alternativas para os impactos econômicos aos cidadãos dos Estados Unidos. A Rússia é um dos maiores fornecedores de petróleo e gás do mundo, o que pode afetar o mercado norte-Brasíliamericano.</p>
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