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	<title>Jair Bolsonaro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Jair Bolsonaro &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>PGR solicita ao STF arquivamento de investigação sobre joias recebidas por Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[arquivamento de inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[desvio de joias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[PGR]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito que investigava o suposto desvio de joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela relatoria do caso na Corte. As peças investigadas incluem joias entregues por autoridades da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito que investigava o suposto desvio de joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela relatoria do caso na Corte.</p>
<p>As peças investigadas incluem joias entregues por autoridades da Arábia Saudita ao então chefe do Executivo. Parte desses itens — além de dois relógios de alto valor — teria sido retirada do acervo presidencial e posteriormente negociada nos Estados Unidos, conforme relato do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, em acordo de delação premiada.</p>
<p>No parecer encaminhado ao STF, a PGR sustenta que a legislação atual não estabelece de forma objetiva se presentes recebidos por presidentes da República pertencem ao patrimônio pessoal do ocupante do cargo ou ao Estado brasileiro. Segundo o órgão, essa indefinição normativa impede a caracterização de crime no caso investigado.</p>
<p>“A propriedade dos bens recebidos pelo Presidente da República durante o exercício do mandato é marcada por persistente indeterminação normativa, em que se sucedem aproximações infralegais fragmentárias e oscilantes”, diz o parecer do órgão acusador.</p>
<p>A manifestação da Procuradoria diverge das conclusões da Polícia Federal. Em julho de 2024, a PF indiciou Bolsonaro e outras 11 pessoas sob suspeita de participação em um esquema para retirar presentes de alto valor do acervo presidencial e comercializá-los para benefício pessoal.</p>
<p>De acordo com a investigação policial, os objetos desviados teriam alcançado cerca de R$ 6,8 milhões. O relatório também aponta que o dinheiro obtido com as vendas teria sido convertido em espécie e incorporado ao patrimônio do ex-presidente por meio de intermediários, sem utilização do sistema bancário formal.</p>
<p>Entre os itens mencionados na apuração estão esculturas folheadas a ouro representando um barco e uma palmeira, recebidas por Bolsonaro durante visita oficial ao Bahrein em 2021.</p>
<p>A defesa do ex-presidente sempre sustentou que ele não tinha controle direto sobre o destino dos presentes recebidos durante viagens oficiais e compromissos diplomáticos.</p>
<p>Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o pedido da PGR e decidir se a investigação será encerrada ou se o processo terá continuidade no Supremo Tribunal Federal.</p>
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		<title>Com publicação de ata, STF abre caminho final para possível prisão de Jair Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/com-publicacao-de-ata-stf-abre-caminho-final-para-possivel-prisao-de-jair-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem de Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) deu, nesta segunda-feira (17), um passo decisivo no processo que pode levar o ex-presidente Jair Bolsonaro à prisão em regime inicial fechado. A Corte publicou a ata do julgamento no qual a Primeira Turma rejeitou por unanimidade os primeiros embargos de declaração apresentados pela defesa. A formalidade confirma oficialmente o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) deu, nesta segunda-feira (17), um passo decisivo no processo que pode levar o ex-presidente Jair Bolsonaro à prisão em regime inicial fechado. A Corte publicou a ata do julgamento no qual a Primeira Turma rejeitou por unanimidade os primeiros embargos de declaração apresentados pela defesa. A formalidade confirma oficialmente o resultado da sessão encerrada na sexta-feira (14) e acelera o curso processual.</p>
<p>Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes contra a democracia. Os embargos rejeitados buscavam esclarecer supostas contradições ou omissões na decisão — o que, segundo os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia, não existia.</p>
<p>Com a ata agora publicada, o próximo passo é o acórdão, documento que detalha os votos e cristaliza a decisão colegiada. Como os votos foram sucintos, a expectativa é que o acórdão seja disponibilizado até terça-feira (18), iniciando o prazo para novas manifestações da defesa já na quarta (19).</p>
<h3>Defesa tem poucos caminhos e baixa margem de êxito</h3>
<p>A partir da publicação do acórdão, os advogados de Bolsonaro podem recorrer por duas vias:</p>
<ol>
<li>Novos embargos de declaração – com prazo de cinco dias, mas que podem ser classificados como “meramente protelatórios” pelo relator.</li>
<li>Embargos infringentes – recurso que exige dois votos divergentes para ser aceito. No caso de Bolsonaro, apenas o ministro Luiz Fux votou pela absolvição, o que inviabiliza o pedido.</li>
</ol>
<p>Mesmo que a defesa tente um agravo contra a eventual rejeição dos infringentes, especialistas avaliam que a medida apenas retardaria o processo, sem alterar o desfecho esperado. A Primeira Turma já firmou entendimento sobre o caso e não há expectativa de mudança.</p>
<p>Além disso, o único voto divergente — o de Luiz Fux — deixou de ter efeito prático. Em outubro, o ministro pediu transferência para a Segunda Turma, deixando de participar de qualquer deliberação futura sobre os recursos do ex-presidente.</p>
<p>Caso os novos recursos sejam recusados rapidamente, uma ordem de prisão poderá ser emitida ainda na última semana de novembro.</p>
<h3>Onde Bolsonaro deve cumprir a pena</h3>
<p>A definição do local de custódia segue em análise. Uma das alternativas avaliadas é uma ala especial da Papuda, em Brasília, destinada a policiais militares e separada dos demais detentos. Pela jurisprudência, ex-presidentes têm direito a instalações especiais, que podem ser montadas em presídios comuns, unidades da Polícia Federal ou até instalações militares.</p>
<p>A defesa, porém, deve solicitar prisão domiciliar por razões de saúde, alegando problemas dermatológicos e sequelas da facada de 2018. O STF já autorizou medida semelhante no caso do ex-presidente Fernando Collor, preso por uma semana antes de obter o benefício devido ao agravamento de seus transtornos neurológicos.</p>
<p>Atualmente, Bolsonaro já cumpre prisão domiciliar há mais de cem dias, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, no âmbito de outro processo — o que apura sua suposta participação em tentativa de obstrução de investigações relacionadas ao golpe de 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Com prazos curtos, pouca margem de manobra e decisões unânimes dentro da Primeira Turma, o processo caminha para uma definição rápida — e, para Bolsonaro, a mais dura até agora.</p>
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		<item>
		<title>STF marca para novembro julgamento virtual de recurso de Bolsonaro sobre condenação por crimes contra a democracia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-marca-para-novembro-julgamento-virtual-de-recurso-de-bolsonaro-sobre-condenacao-por-crimes-contra-a-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recurso]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o período de 7 a 14 de novembro o julgamento virtual do recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia. O mesmo julgamento incluirá os recursos de outros seis aliados do ex-chefe do Executivo, apontados como integrantes do núcleo central da tentativa de golpe de Estado que buscou mantê-lo no poder após a derrota eleitoral de 2022.</p>
<p>A inclusão do caso na pauta ocorreu nesta terça-feira (28), um dia após o fim do prazo para apresentação dos recursos. Entre os condenados, apenas Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista, optou por não recorrer. Com uma pena reduzida a dois anos, fruto de seu acordo de colaboração premiada, Cid cumprirá a sentença em regime mais brando.</p>
<h3>Defesa alega cerceamento</h3>
<p>No embargo de declaração apresentado na segunda-feira (27), a defesa de Bolsonaro, liderada pelos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, argumenta que houve cerceamento de defesa, sobretudo pela impossibilidade de examinar integralmente as provas incluídas pela Polícia Federal, que somam mais de 70 terabytes de dados.</p>
<blockquote><p>“A defesa não pôde sequer acessar a integralidade da prova antes do encerramento da instrução; não teve tempo mínimo para conhecer essa prova”, aponta o documento.</p></blockquote>
<p>Outros réus apresentaram recursos com fundamentos semelhantes. A defesa do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e vice na chapa de Bolsonaro em 2022, chegou a acusar o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, de parcialidade.</p>
<h3>Última chance de recurso</h3>
<p>De acordo com o regimento interno do Supremo, após condenação por uma das turmas, não há novo recurso ao plenário. Assim, os embargos de declaração apresentados por Bolsonaro e os demais réus representam o último instrumento jurídico antes do trânsito em julgado da ação penal — momento em que a sentença passa a ter validade definitiva.</p>
<p>Esse tipo de recurso serve, em tese, para corrigir omissões, contradições ou ambiguidades em decisões colegiadas. No entanto, na prática, pode gerar o chamado “efeito infringente”, quando a correção de algum ponto leva à alteração do resultado do julgamento.</p>
<h3>Prisão e possíveis exceções</h3>
<p>Somente após a análise dos embargos, o ministro Alexandre de Moraes poderá determinar o início do cumprimento da pena. Pela legislação, a condenação impõe regime inicial fechado. Há, contudo, exceções humanitárias, como a prisão domiciliar em casos de enfermidade ou falta de instalações adequadas.</p>
<p>Por sua condição de ex-presidente, Bolsonaro teria direito a sala especial, que poderia ser em instalações da Polícia Federal ou, por ser militar da reserva, em uma unidade das Forças Armadas.</p>
<h3>Papel de Luiz Fux ainda indefinido</h3>
<p>A defesa citou repetidamente o voto do ministro Luiz Fux, único a se manifestar pela absolvição de todos os réus. Ele argumentou que Bolsonaro não poderia ser condenado por “cogitar” a prática de um crime e que, mesmo que tenha considerado a hipótese de um golpe, teria desistido.</p>
<p>Ainda não está claro, porém, se Fux participará do julgamento dos recursos, já que ele solicitou transferência para a Segunda Turma do STF, após a aposentadoria precoce do ministro Luís Roberto Barroso. A definição sobre sua permanência ou não na análise do caso caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.</p>
<p>O julgamento virtual, que será realizado sem sessão presencial, promete marcar mais um capítulo decisivo na série de processos que investigam as ações antidemocráticas do ex-presidente e de seus aliados após as eleições de 2022.</p>
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		<item>
		<title>STF condena Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-condena-bolsonaro-a-27-anos-e-tres-meses-de-prisao-em-regime-fechado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 22:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. A decisão veio após a fase de dosimetria das penas, que definiu o tempo de prisão dos oito réus acusados de integrar a chamada trama golpista, organizada após [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado.</p>
<p>A decisão veio após a fase de dosimetria das penas, que definiu o tempo de prisão dos oito réus acusados de integrar a chamada trama golpista, organizada após as eleições de 2022.</p>
<p>Por 4 votos a 1, o colegiado condenou Bolsonaro e seus aliados pelos crimes de:</p>
<ul>
<li><strong>Organização criminosa armada</strong></li>
<li><strong>Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito</strong></li>
<li><strong>Golpe de Estado</strong></li>
<li><strong>Dano qualificado pela violência e grave ameaça</strong></li>
<li><strong>Deterioração de patrimônio tombado</strong></li>
</ul>
<h3><strong>Quem são os condenados</strong></h3>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República</li>
<li>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Abin (condenado apenas por três crimes, devido ao mandato parlamentar)</li>
<li>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha</li>
<li>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF</li>
<li>Augusto Heleno – ex-ministro do GSI</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa</li>
<li>Walter Braga Netto – ex-ministro e candidato a vice em 2022</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro</li>
</ul>
<p>O caso é considerado um dos julgamentos mais relevantes da história recente do STF, envolvendo diretamente um ex-presidente da República acusado de tentar subverter o resultado das urnas e impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Voto de Cármen Lúcia pode consolidar maioria pela condenação de Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/voto-de-carmen-lucia-pode-consolidar-maioria-pela-condenacao-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 13:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo 1]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (11), às 14h, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete aliados acusados de integrar o Núcleo 1 da trama golpista, que teria tentado manter Bolsonaro no poder mesmo após a derrota nas urnas em 2022. O placar parcial está em 2 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (11), às 14h, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete aliados acusados de integrar o Núcleo 1 da trama golpista, que teria tentado manter Bolsonaro no poder mesmo após a derrota nas urnas em 2022.</p>
<p>O placar parcial está em 2 a 1 pela condenação do ex-presidente:</p>
<ul>
<li>Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino votaram pela condenação;</li>
<li>Luiz Fux, em voto longo e detalhado, defendeu a absolvição de Bolsonaro e outros cinco réus, além de ter sustentado que o STF não seria competente para julgar o caso.</li>
</ul>
<p>A expectativa é de que a ministra Cármen Lúcia confirme o entendimento pela condenação, formando maioria contra o ex-presidente. A previsão se baseia em manifestações anteriores da magistrada, como no recebimento da denúncia, em março, quando ela fez duras críticas à trama golpista.</p>
<h3><strong>Situação dos réus</strong></h3>
<p>Até agora, há maioria pela condenação de:</p>
<ul>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso;</li>
<li>Walter Braga Netto – general da reserva, ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice em 2022.</li>
</ul>
<p>Já em relação a Bolsonaro e outros cinco ex-ministros e auxiliares, o placar está em 2 a 1 pela condenação:</p>
<ul>
<li>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Abin (atual deputado federal, responde apenas a três crimes)</li>
<li>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha</li>
<li>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF</li>
<li>Augusto Heleno – ex-ministro do GSI</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa</li>
</ul>
<h3><strong>Os crimes imputados</strong></h3>
<p>Todos os acusados (exceto Ramagem, beneficiado por prerrogativa parlamentar) respondem por cinco crimes:</p>
<ul>
<li>organização criminosa armada</li>
<li>tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito</li>
<li>golpe de Estado</li>
<li>dano qualificado pela violência e grave ameaça</li>
<li>deterioração de patrimônio tombado</li>
</ul>
<p>O julgamento segue até sexta-feira (12), quando deverá ser concluída a votação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Moraes autoriza Bolsonaro a deixar prisão domiciliar para procedimento médico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-autoriza-bolsonaro-a-deixar-prisao-domiciliar-para-procedimento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 17:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão Domiciliar]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (10) que o ex-presidente Jair Bolsonaro realize um procedimento médico dermatológico no próximo domingo (14), no Hospital DF Star, em Brasília. Atualmente em prisão domiciliar desde 4 de agosto, Bolsonaro poderá deixar sua residência sob escolta da Polícia Penal do Distrito Federal. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (10) que o ex-presidente Jair Bolsonaro realize um procedimento médico dermatológico no próximo domingo (14), no Hospital DF Star, em Brasília.</p>
<p>Atualmente em prisão domiciliar desde 4 de agosto, Bolsonaro poderá deixar sua residência sob escolta da Polícia Penal do Distrito Federal. Após o atendimento, ele deverá apresentar um atestado médico em até 48 horas.</p>
<p>Moraes reforçou que a saída está restrita ao deslocamento autorizado, em caráter excepcional.</p>
<p>O ex-presidente cumpre medidas cautelares por decisão de Moraes, que determinou a prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e restrição de visitas, após considerar que Bolsonaro teria usado perfis de seus filhos para burlar a proibição de acessar redes sociais.</p>
<p>Além desse inquérito, Bolsonaro é réu na ação penal da trama golpista, cujo julgamento está em andamento no STF e deve ser concluído até sexta-feira (12).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF retoma julgamento de Bolsonaro: Fux vota por anulação, mas placar segue favorável à condenação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-retoma-julgamento-de-bolsonaro-fux-vota-por-anulacao-mas-placar-segue-favoravel-a-condenacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 17:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (10) o julgamento da ação penal que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados, acusados de articular uma trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. Na manhã de hoje, o ministro Luiz Fux, terceiro a votar, abriu divergência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (10) o julgamento da ação penal que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados, acusados de articular uma trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022.</p>
<p>Na manhã de hoje, o ministro Luiz Fux, terceiro a votar, abriu divergência ao se posicionar pela anulação do processo. O magistrado, no entanto, ainda não concluiu a leitura de seu voto, que deve ser finalizada na sessão da tarde.</p>
<p>Apesar da posição de Fux, o placar segue 2 a 0 pela condenação, com votos já proferidos pelos ministros Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino. Ainda faltam se manifestar Cármen Lúcia e o presidente da Turma, Cristiano Zanin.</p>
<p>A definição do tempo de prisão só ocorrerá após a conclusão da rodada de votação. Caso prevaleça a condenação, as penas podem ultrapassar 30 anos em regime fechado.</p>
<h3><strong>Réus no processo</strong></h3>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República</li>
<li>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Abin</li>
<li>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha</li>
<li>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF</li>
<li>Augusto Heleno – ex-ministro do GSI</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa</li>
<li>Walter Braga Netto – ex-ministro e candidato a vice em 2022</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro</li>
</ul>
<h3><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p>A decisão será tomada por maioria simples (3 dos 5 votos). Em caso de condenação, a execução da pena não será imediata: ainda caberão recursos, como embargos de declaração, que podem adiar uma eventual prisão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fux pede suspensão total do processo contra Ramagem no STF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fux-pede-suspensao-total-do-processo-contra-ramagem-no-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 14:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Ramagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo 1]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (10) pela suspensão integral da ação penal contra o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), acusado de participação na trama golpista ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão marca uma mudança de posição do ministro, que anteriormente havia defendido apenas a suspensão parcial do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (10) pela suspensão integral da ação penal contra o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), acusado de participação na trama golpista ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>A decisão marca uma mudança de posição do ministro, que anteriormente havia defendido apenas a suspensão parcial do processo. Agora, Fux argumenta que o crime de organização criminosa é contínuo e deve ser tratado como um único delito, independentemente de ter ocorrido antes ou depois da diplomação de Ramagem como deputado.</p>
<blockquote><p>“O crime de organização criminosa é um só. Seja no momento anterior ou posterior do réu, Alexandre Ramagem. Por essa razão, eu voto pela extensão dos efeitos da decisão desta Turma para suspender a ação penal em relação a esse réu”, afirmou Fux.</p></blockquote>
<p>Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de monitorar adversários políticos de Bolsonaro e de reforçar a narrativa de fraude nas eleições de 2022.</p>
<h3><strong>O julgamento</strong></h3>
<ul>
<li>Fux é o terceiro a votar no caso e o primeiro a divergir em questões preliminares levantadas pelas defesas.</li>
<li>Na terça (9), os ministros Alexandre de Moraes (relator) e Flávio Dino votaram pela condenação de todos os oito réus.</li>
<li>Ainda restam os votos da ministra Cármen Lúcia e do ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma.</li>
<li>A análise deve seguir até sexta-feira (12).</li>
</ul>
<h3><strong>Quem são os réus</strong></h3>
<p>Além de Bolsonaro e Ramagem, também respondem ao processo Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Mauro Cid.</p>
<p>Todos são acusados de crimes como:</p>
<ul>
<li>Organização criminosa armada</li>
<li>Tentativa de golpe de Estado</li>
<li>Abolição violenta do Estado Democrático de Direito</li>
<li>Dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado</li>
</ul>
<p>Ramagem, por ser deputado federal, já havia obtido a suspensão de parte das acusações, relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023.</p>
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		<title>STF retoma julgamento de Bolsonaro nesta terça: veja próximos passos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-retoma-julgamento-de-bolsonaro-nesta-terca-veja-proximos-passos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 17:21:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados. A Primeira Turma deve decidir se os réus serão condenados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado, com penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (9) o julgamento do núcleo 1 da trama golpista, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados. A Primeira Turma deve decidir se os réus serão condenados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado, com penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão.</p>
<p>Na semana passada, foram ouvidas as sustentações das defesas e a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que pediu a condenação de todos os acusados.</p>
<h3><strong>Acusações</strong></h3>
<p>Segundo a denúncia da PGR, os réus:</p>
<ul>
<li>participaram do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que previa o sequestro e assassinato de Alexandre de Moraes, Lula e Geraldo Alckmin;</li>
<li>tinham conhecimento da “minuta do golpe”, que previa decretação de estado de defesa e de sítio para reverter a vitória de Lula em 2022;</li>
<li>se articularam com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.</li>
</ul>
<h3><strong>Quem são os réus</strong></h3>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República</li>
<li>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Abin</li>
<li>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha</li>
<li>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça</li>
<li>Augusto Heleno – ex-ministro do GSI</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa</li>
<li>Walter Braga Netto – ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice em 2022</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro</li>
</ul>
<h3><strong>Como será a votação</strong></h3>
<ul>
<li>O relator, Alexandre de Moraes, abre a votação, analisando questões preliminares (nulidades da delação de Mauro Cid, pedidos de absolvição e de retirada do caso do STF).</li>
<li>Em seguida, votam os ministros: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin (presidente da Turma).</li>
<li>A decisão será por maioria simples — três votos bastam para condenação ou absolvição.</li>
</ul>
<h3><strong>Próximos passos em caso de condenação</strong></h3>
<ul>
<li>Prisão não é automática: só poderá ocorrer após análise de recursos.</li>
<li>Se houver um voto pela absolvição (placar de 4 a 1, por exemplo), os réus poderão apresentar recurso interno à própria Turma.</li>
<li>Com a publicação do acórdão, as defesas ainda podem apresentar embargos de declaração, recurso usado para esclarecer omissões — raramente capaz de mudar o resultado.</li>
<li>Para levar o caso ao plenário do STF, será preciso placar mínimo de 3 a 2, garantindo dois votos pela absolvição.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Ato pró-Bolsonaro reúne governadores e parlamentares em São Paulo e pede anistia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ato-pro-bolsonaro-reune-governadores-e-parlamentares-em-sao-paulo-e-pede-anistia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 00:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[7 de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Silas Malafaia]]></category>
		<category><![CDATA[Tarcísio de Freitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste 7 de setembro, movimentos da direita e grupos religiosos levaram milhares de pessoas à Avenida Paulista, em São Paulo, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O evento contou com discursos de governadores, parlamentares e líderes religiosos, que também pediram o impeachment do ministro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste 7 de setembro, movimentos da direita e grupos religiosos levaram milhares de pessoas à Avenida Paulista, em São Paulo, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O evento contou com discursos de governadores, parlamentares e líderes religiosos, que também pediram o impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes.</p>
<p>O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou a atuação de Moraes como “tirania” e afirmou que há uma tentativa de incriminar Bolsonaro com base em “narrativas frágeis”. Ele defendeu anistia ampla e irrestrita, em nome da “pacificação nacional”.</p>
<p>O pastor Silas Malafaia discursou em tom religioso e acusou o STF de abusos. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou o que chamou de “vigilância desproporcional” sobre sua família.</p>
<figure id="attachment_85559" aria-describedby="caption-attachment-85559" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85559" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/07-Evento-Reaja-Brasil-na-Avenida-Paulista-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Ato Pró Bolsonaro Reúne Governadores E Parlamentares Em São Paulo E Pede Anistia - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/07-Evento-Reaja-Brasil-na-Avenida-Paulista-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/07-Evento-Reaja-Brasil-na-Avenida-Paulista-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/07-Evento-Reaja-Brasil-na-Avenida-Paulista-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/07-Evento-Reaja-Brasil-na-Avenida-Paulista-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-85559" class="wp-caption-text">Evento Reaja Brasil, na Avenida Paulista. REUTERS/Amanda Perobelli/Proibida reprodução</figcaption></figure>
<p>O ato também reuniu o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), senadores e deputados. Durante a manifestação, uma bandeira gigante dos EUA foi estendida na avenida.</p>
<p>No Rio de Janeiro, a manifestação ocupou um quarteirão de Copacabana e contou com a presença do governador Cláudio Castro (PL), Michelle Bolsonaro e parlamentares do PL. Entre eles, o deputado Alexandre Ramagem, réu no STF, que pediu “anistia geral e irrestrita” aos investigados pelo 8 de janeiro.</p>
<p>Enquanto isso, em Brasília, mais de 45 mil pessoas acompanharam o desfile cívico-militar de 7 de setembro na Esplanada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou em pronunciamento a importância da soberania nacional e chamou de “traidores da pátria” aqueles que “trabalham contra o Brasil”.</p>
<p>Este ano, as comemorações da Independência ocorreram em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump impor tarifas a produtos brasileiros, em gesto visto como apoio a Bolsonaro, que enfrenta julgamento no STF pelos crimes de tentativa de golpe e abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
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