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	<title>Itália &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Itália &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vulcão Etna entra em erupção com emissão de cinzas, rochas e magma</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vulcao-etna-entra-em-erupcao-com-emissao-de-cinzas-rochas-e-magma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 17:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Erupção]]></category>
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					<description><![CDATA[O vulcão Etna, localizado na ilha da Sicília, no sul da Itália, entrou novamente em erupção, lançando uma densa coluna de fumaça, cinzas, rochas e magma pela sua cratera sudeste. Apesar da intensidade das explosões, as autoridades italianas garantem que, até o momento, não há risco iminente para a população. Segundo o Instituto Nacional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vulcão Etna, localizado na ilha da Sicília, no sul da Itália, entrou novamente em erupção, lançando uma densa coluna de fumaça, cinzas, rochas e magma pela sua cratera sudeste. Apesar da intensidade das explosões, as autoridades italianas garantem que, até o momento, não há risco iminente para a população.</p>
<p>Segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), que monitora constantemente a atividade do vulcão, a erupção provocou fluxos piroclásticos — mistura de cinzas, rochas e gases quentes —, além de lava e emissões gasosas ao nível do solo. A origem do fluxo está relacionada ao desmoronamento parcial da cratera sudeste, mas o material não ultrapassou o limite do Vale do Leão, tradicional ponto de passagem para turistas que sobem o Etna.</p>
<p>O primeiro alerta do INGV foi registrado na madrugada de domingo (1º), às 2h39 no horário local (5h39 de Brasília), após uma súbita alteração nos parâmetros vulcânicos a 2.800 metros de altitude. Em seguida, o instituto confirmou uma atividade do tipo estromboliana, caracterizada por explosões moderadas e emissão contínua de material vulcânico. Os tremores, porém, evoluíram para níveis considerados muito elevados.</p>
<p>A erupção é visível a partir da cidade de Catânia, próxima ao vulcão, que segue com o aeroporto operando normalmente. O governador da Sicília, Renato Schifani, afirmou que &#8220;não há perigo para a população, por enquanto&#8221;, destacando que os fluxos permanecem restritos à área do vale.</p>
<p>Apesar da aparente estabilidade, a Defesa Civil da Sicília recomendou cautela. O chefe do órgão, Salvo Cocina, orientou que turistas evitem a região próxima ao cume do Etna, ao menos até que novos informes confirmem a segurança. “O fenômeno pode evoluir”, alertou.</p>
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		<title>Grupo Vita da Igreja católica divulga relatório sobre abusos sexuais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/grupo-vita-da-igreja-catolica-divulga-relatorio-sobre-abusos-sexuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 15:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Vita]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
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					<description><![CDATA[O terceiro relatório do Grupo Vita, iniciativa criada pela Igreja Católica para monitorar casos de abuso sexual dentro da instituição, será divulgado nesta terça-feira (21). Na Itália, investigações sobre abusos revelaram ocorrências que datam dos anos 1960, evidenciando a dimensão histórica do problema. Na diocese de Bolzano Brixen, foram registrados 67 casos de abuso sexual, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terceiro relatório do Grupo Vita, iniciativa criada pela Igreja Católica para monitorar casos de abuso sexual dentro da instituição, será divulgado nesta terça-feira (21). Na Itália, investigações sobre abusos revelaram ocorrências que datam dos anos 1960, evidenciando a dimensão histórica do problema.</p>
<p>Na diocese de Bolzano Brixen, foram registrados 67 casos de abuso sexual, e a investigação se estenderá até 1964, ano da criação dessa diocese italiana. O relatório do Grupo Vita, que é o terceiro desde sua formação, aponta o recebimento de 118 denúncias e 61 pedidos de reparação financeira.</p>
<h4>Denúncias e procedimentos de reparação</h4>
<p>As denúncias continuam sendo recebidas pelo grupo, com prazo final para apresentação de pedidos até 31 de março deste ano. Além disso, é possível reportar casos às comissões diocesanas de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis.</p>
<p>Uma comissão de avaliação será responsável por determinar os valores das compensações financeiras para as vítimas. Os bispos estimam que os processos de indenização serão concluídos até o final de 2025, reforçando o compromisso da Igreja em lidar com as conseqüências dos abusos e apoiar as vítimas.</p>
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		<title>Defesa de Robinho entra com novo habeas corpus no Supremo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-de-robinho-entra-com-novo-habeas-corpus-no-supremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2024 00:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Robinho]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do ex-jogador de futebol Robinho entrou nesta sexta-feira (22) com novo pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). Robinho foi preso ontem (21) pela Polícia Federal em Santos para dar início ao cumprimento da pena de nove anos definida pela Justiça da Itália, onde o ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão pelo envolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A defesa do ex-jogador de futebol Robinho entrou nesta sexta-feira (22) com novo pedido de <em>habeas corpus</em> no Supremo Tribunal Federal (STF).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Robinho foi preso ontem (21) pela Polícia Federal em Santos para dar início ao cumprimento da pena de nove anos definida pela Justiça da Itália, onde o ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão pelo envolvimento em um estupro, ocorrido dentro de uma boate de Milão, em 2013.</p>
<p>Na petição, os advogados reafirmaram que é ilegal a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que homologou a sentença italiana contra Robinho e determinou a prisão imediata dele.</p>
<p><em>&#8220;O STJ fere de morte o inarredável princípio constitucional do devido processo legal, atuando não como uma Corte de Justiça, mas sim como parte interessada na demanda, o que não se pode admitir, com renovadas vênias&#8221;</em>, afirmaram os advogados.</p>
<p>Ontem, o ministro Luiz Fux, do Supremo, negou o primeiro <em>habeas corpus</em> protocolado pela defesa para evitar a prisão.</p>
<p>O ex-jogador está preso no complexo penitenciário de Tremembé, conhecida como a “penitenciária dos famosos”. Entre os detentos do local está Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos, Gil Rugai, o ex-médico Roger Abdelmassih entre outros.</p>
</div>
</div>
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		<title>STJ decidirá em março se Robinho cumprirá pena por estupro no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stj-decidira-em-marco-se-robinho-cumprira-pena-por-estupro-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 23:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Robinho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) agendou para o dia 20 de março o julgamento do processo que determinará se o ex-jogador de futebol Robinho deverá cumprir no Brasil a pena por estupro estabelecida pela Justiça italiana. O caso será incluído na pauta de julgamentos da Corte Especial. Robinho está sujeito a um pedido de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) agendou para o dia 20 de março o julgamento do processo que determinará se o ex-jogador de futebol Robinho deverá cumprir no Brasil a pena por estupro estabelecida pela Justiça italiana. O caso será incluído na pauta de julgamentos da Corte Especial.</p>
<p>Robinho está sujeito a um pedido de homologação de sentença estrangeira, solicitado pelo governo italiano, onde o ex-jogador foi condenado em três instâncias por seu envolvimento em um estupro coletivo ocorrido em uma boate de Milão, em 2013. A pena estabelecida foi de 9 anos de prisão.</p>
<p>Em novembro do ano passado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao STJ um parecer favorável ao cumprimento da pena no Brasil.</p>
<p>No parecer, o subprocurador Carlos Frederico Santos argumentou que todos os requisitos legais foram atendidos, possibilitando que a sentença de Robinho seja executada no Brasil. Além disso, Santos afirmou que negar o cumprimento da pena resultaria na impunidade do ex-jogador.</p>
<p>A Itália chegou a solicitar a extradição de Robinho. No entanto, a Constituição brasileira não prevê a extradição de cidadãos natos. Portanto, o país europeu optou por solicitar a transferência da sentença do ex-jogador. Assim, o STJ irá analisar se a condenação pode ser reconhecida e cumprida no Brasil.</p>
<p>A defesa de Robinho requereu a tradução completa do processo italiano para garantir sua ampla defesa, mas o tribunal rejeitou o pedido.</p>
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		<item>
		<title>MSF condena decreto italiano que restringe resgates no Mediterrâneo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/msf-condena-decreto-italiano-que-restringe-resgates-no-mediterraneo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 09:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Sem Fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[MSF]]></category>
		<category><![CDATA[Salvamento Marítimo Humanitario]]></category>
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					<description><![CDATA[Médicos Sem Fronteira (MSF) divulgou nesta quinta-feira, 5 de janeiro, um comunicado manifestando extrema preocupação com a entrada em vigor de medidas que restringem a capacidade de atuação de organizações que trabalham em operações de resgate no Mediterrâneo Central. Pelas novas regras impostas por meio de um decreto-lei emitido pelo governo italiano, as embarcações que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Médicos Sem Fronteira (MSF) divulgou nesta quinta-feira, 5 de janeiro, um comunicado manifestando extrema preocupação com a entrada em vigor de medidas que restringem a capacidade de atuação de organizações que trabalham em operações de resgate no Mediterrâneo Central.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Pelas novas regras impostas por meio de um decreto-lei emitido pelo governo italiano, <strong>as embarcações que atuam na região podem realizar apenas um salvamento por vez,</strong> retornando em seguida ao porto designado pelas autoridades para o desembarque das pessoas resgatadas.  <strong>As penas para quem infringir a regra são multas altas e até a retenção da embarcação.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Até a emissão do decreto, a prática-padrão era realizar diversos salvamentos, atendendo muitas vezes a sucessivos pedidos de socorro, e solicitar depois um porto para desembarque. Isso permite que mais pessoas sejam salvas. Agora, mesmo que uma embarcação tenha capacidade e espaço a bordo para realizar novos salvamentos e aviste pessoas em perigo, não poderá realizar os resgates.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Outro problema é que uma prática comum adotada pelas autoridades italianas tem sido designar portos de desembarque distantes vários dias de viagem dos locais de resgate, para manter as embarcações mais tempo fora de ação e tornar mais difícil o trabalho humanitário das organizações.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">MSF e as outras 19 organizações que assinam o comunicado afirmam que o decreto viola o direito marítimo internacional e pedem que ele seja rejeitado pelo Parlamento italiano.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Leia a seguir a íntegra do comunicado abaixo:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Nós, organizações civis que realizam atividades de busca e resgate no Mediterrâneo Central, expressamos nossa extrema preocupação diante da tentativa mais recente de um governo europeu de obstruir a assistência a pessoas em perigo no mar.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">No dia 2 de janeiro, o governo italiano emitiu um novo decreto-lei que regulamenta as atividades de busca e salvamento no Mar Mediterrâneo central. <strong>A medida atinge em cheio as organizações não governamentais que trabalham com o resgate de migrantes no mar,</strong> e que atuam de acordo com uma série de leis internacionais. <strong>Em conjunto, as entidades civis expressaram uma profunda preocupação em relação à tentativa de um governo europeu de obstruir a assistência a pessoas em perigo no mar.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">De acordo com as organizações, o novo decreto-lei do governo italiano reduzirá a capacidade de resgate no mar, tornando o Mediterrâneo Central, atualmente uma das rotas migratórias mais mortais do mundo, ainda mais perigosa. <strong>O decreto impacta ostensivamente as ONGs de busca e salvamento, mas o preço real será pago por pessoas que fogem através do Mediterrâneo Central e se encontram em situação de perigo.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Desde 2014, os navios civis de resgate estão preenchendo a lacuna que os Estados europeus deliberadamente deixaram, após interromperem suas operações de busca e salvamento lideradas pelo bloco. <strong>As ONGs têm desempenhado um papel essencial para preencher essa lacuna e evitar que mais vidas sejam perdidas no mar, ao mesmo tempo em que defendem consistentemente a manutenção das leis aplicáveis.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Apesar disso, os Estados-membros da União Europeia – principalmente a Itália – tentaram durante anos obstruir as atividades civis de busca e salvamento por meio de difamação, assédio administrativo e criminalização de ONGs e ativistas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Já existe uma jurisprudência abrangente para as atividades de resgate, nomeadamente a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS – sigla em inglês) e a Convenção Internacional sobre Busca e Salvamento Marítimo (Convenção SAR). No entanto, o governo italiano introduziu mais um conjunto de regras para embarcações civis de busca e salvamento, que impedem as operações de resgate e colocam ainda mais em risco as pessoas que estão em perigo no mar.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Entre outras regras, <strong>o governo italiano exige que os navios civis de resgate se dirijam imediatamente para a Itália após cada resgate. Isso atrasa outras operações de salvamento,</strong> já que os navios costumam realizar vários resgates ao longo de vários dias. Instruir as ONGs de busca e salvamento a prosseguir imediatamente para um porto, enquanto outras pessoas estão em perigo no mar, <strong>contradiz a obrigação do capitão de prestar assistência imediata às pessoas em perigo, conforme determinado na UNCLOS.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Este elemento do decreto é agravado pela recente política do governo italiano de atribuir “portos distantes” com mais frequência, que podem estar até quatro dias de navegação a partir da localização atual de um navio.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">As duas medidas foram criadas para manter os navios de busca e salvamento fora da área de resgate por períodos prolongados e reduzir sua capacidade de fornecer assistência às pessoas em perigo.</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;"> As ONGs já estão sobrecarregadas devido à ausência das operações de salvamento lideradas pelo bloco, e a diminuição da presença de navios de resgate resultará inevitavelmente em mais pessoas tragicamente se afogando no mar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Outra questão levantada pelo decreto é a obrigação de coletar dados dos sobreviventes a bordo das embarcações de resgate</span></strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">, a intenção de solicitar proteção internacional, e compartilhar essas informações com as autoridades. É dever dos Estados iniciar esse processo e uma embarcação não governamental não é um lugar apropriado para isso. <strong>Os pedidos de asilo devem ser tratados apenas em terra firme, após o desembarque para um local seguro e após as necessidades imediatas serem atendidas, conforme esclarecido recentemente pela Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).<sup>1</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">De modo geral, <strong>o decreto-lei italiano contradiz o direito marítimo internacional, os direitos humanos e o direito europeu, e deveria, portanto, desencadear uma forte reação por parte da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu, dos Estados-membros e das instituições europeias.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Nós, organizações civis envolvidas em operações de busca e salvamento no Mediterrâneo Central, apelamos ao governo italiano que revogue imediatamente o novo decreto-lei. Apelamos também a todos os deputados do Parlamento italiano para que se oponham ao decreto, impedindo assim que ele seja convertido em lei.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">O que precisamos não é de outra medida com motivações políticas que obstrua as atividades vitais de busca e salvamento, mas que os Estados-membros da União Europeia cumpram as leis internacionais e marítimas existentes, bem como garantam o espaço de trabalho operacional para as organizações civis de resgate.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Organizações SAR signatárias: EMERGENCY, Luventa Crew, Mare Liberum, Médecins Sans Frontières/Doctors Without Borders (MSF), MEDITERRANEA Saving Humans, MISSION LIFELINE, Open Arms, r42-sailtraining, ResQ &#8211; People Saving People, RESQSHIP, Salvamento Marítimo Humanitario, SARAH-SEENOTRETTUNG, Sea Punks, Sea-Eye, Sea-Watch, SOS Humanity, United4Rescue, Watch the Med &#8211; Alarm Phone.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Organizações co-signatárias:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Borderline-Europe, Menschenrechte ohne Grenzen e.V. Human Rights at Sea.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><sup><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">1 </span></sup><span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), <em>Considerações legais sobre os papéis e responsabilidades dos Estados em relação ao resgate no mar, não-repulsão e acesso ao asilo</em>, 1 December 2022, disponível em<a href="https://www.refworld.org/docid/6389bfc84.html">:</a><a href="https://www.refworld.org/docid/6389bfc84.html"> https://www.refworld.org/docid/6389bfc84.html</a><a href="https://www.refworld.org/docid/6389bfc84.html">.</a></span></p>
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		<title>Ministério da Justiça da Itália emitiu mandado de prisão internacional para Robinho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-justica-da-italia-emitiu-mandado-de-prisao-internacional-para-robinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 16:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Extradição]]></category>
		<category><![CDATA[Interpol]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Robinho]]></category>
		<category><![CDATA[Suprema]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça da Itália emitiu um mandado de prisão internacional para o ex-jogador do Milan e da seleção brasileira Robinho. A emissão ocorreu depois que o principal tribunal do país confirmou sua condenação por estupro, disse um porta-voz do ministério nesta quarta-feira (16). O ministério pediu que a agência policial global Interpol promulgue [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério da Justiça da Itália emitiu um mandado de prisão internacional para o ex-jogador do Milan e da seleção brasileira Robinho. A emissão ocorreu depois que o principal tribunal do país confirmou sua condenação por estupro, disse um porta-voz do ministério nesta quarta-feira (16).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ministério pediu que a agência policial global Interpol promulgue o mandado.</p>
<p>Robson de Souza, mora no Brasil, e, por lei, o país não extradita seus cidadãos, o que significa que Robinho só seria preso se viajasse para o exterior.</p>
<p>Um tribunal de Milão, em 2017, declarou Robinho e outros cinco brasileiros culpados de estuprar uma mulher depois de dar bebida alcoólica para ela em uma discoteca. A condenação foi confirmada por um tribunal de apelação em 2020 e validada pela Suprema Corte da Itália no mês passado.</p>
<p>Robinho, de 38 anos, sempre negou a acusação</p>
<p>Revelado pelo Santos, o atacante realizou mais de 100 partidas com a camisa do Brasil e jogou em alguns dos principais clubes da Europa, como Real Madrid, Manchester City e Milan.</p>
<p><strong>Por: Reuters</strong></p>
</div>
</div>
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