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	<title>Israel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Israel &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Israel e Hezbollah anunciam novo cessar-fogo com mediação internacional</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/israel-e-hezbollah-anunciam-novo-cessar-fogo-com-mediacao-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel e o Hezbollah chegaram a um acordo para interromper as hostilidades no sul do Líbano, em uma tentativa de conter a escalada militar que voltou a intensificar as tensões na região nas últimas semanas. O cessar-fogo está previsto para entrar em vigor às 16h desta sexta-feira, pelo horário local, segundo informações divulgadas por autoridades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel e o Hezbollah chegaram a um acordo para interromper as hostilidades no sul do Líbano, em uma tentativa de conter a escalada militar que voltou a intensificar as tensões na região nas últimas semanas. O cessar-fogo está previsto para entrar em vigor às 16h desta sexta-feira, pelo horário local, segundo informações divulgadas por autoridades envolvidas nas negociações.</p>
<p>A trégua foi construída com participação direta de mediadores dos Estados Unidos e do Catar, além de articulações que contaram com o apoio do Irã. O entendimento ocorre após uma sequência de ataques e contra-ataques entre forças israelenses e integrantes do grupo libanês, que elevaram o risco de ampliação do conflito no Oriente Médio.</p>
<p>De acordo com autoridades americanas, o acordo foi fechado após intensas negociações diplomáticas realizadas ao longo dos últimos dias. O objetivo é interromper as operações militares em curso e criar condições para a retomada de iniciativas políticas voltadas à redução das tensões na região.</p>
<p>O anúncio ocorre após novos confrontos registrados nesta quinta-feira. Horas antes da confirmação do cessar-fogo, ataques israelenses atingiram alvos no território libanês, enquanto o Hezbollah também realizou ações contra posições militares israelenses. Os episódios reforçaram a preocupação da comunidade internacional com a possibilidade de uma expansão do conflito.</p>
<p>Segundo informações divulgadas por autoridades dos Estados Unidos, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aprovou integralmente os termos do acordo. O governo israelense orientou suas forças a interromper operações em determinadas áreas após o início da trégua, embora a situação continue sendo acompanhada de perto pelas autoridades militares.</p>
<p>O entendimento também possui impacto direto em outras negociações diplomáticas em andamento no Oriente Médio. Nos últimos dias, conversas entre Estados Unidos e Irã sofreram atrasos em razão da retomada dos confrontos entre Israel e Hezbollah. Diplomatas avaliam que a estabilização da situação no Líbano poderá facilitar a retomada dessas discussões.</p>
<p>Apesar do anúncio, especialistas e observadores internacionais adotam cautela em relação à durabilidade do acordo. A região já registrou outras tentativas de cessar-fogo ao longo de 2026, algumas delas seguidas por acusações mútuas de descumprimento e retomada dos combates.</p>
<p>A população libanesa, fortemente impactada pelos confrontos recentes, acompanha a notícia com expectativa e prudência. Milhares de pessoas foram deslocadas durante os meses de violência, enquanto cidades e infraestrutura sofreram danos significativos. Para muitos moradores, a esperança é que a nova trégua represente um passo concreto rumo à redução da instabilidade que afeta a região.</p>
<p>O cessar-fogo desta sexta-feira surge como mais uma tentativa de conter um conflito que vem mobilizando lideranças internacionais e influenciando negociações diplomáticas em diferentes frentes. O sucesso da iniciativa dependerá, segundo analistas, da capacidade das partes envolvidas de respeitar os compromissos assumidos e avançar em entendimentos políticos de longo prazo.</p>
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		<title>EUA definem regras rígidas para bloqueio no Estreito de Ormuz e navios recuam diante do risco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eua-definem-regras-rigidas-para-bloqueio-no-estreito-de-ormuz-e-navios-recuam-diante-do-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos detalharam os parâmetros do bloqueio naval no Estreito de Ormuz, estabelecendo regras que autorizam a interceptação de embarcações que não cumprirem as diretrizes impostas pela operação militar. A medida já provocou reação imediata no transporte marítimo, com ao menos dois navios desistindo da travessia e alterando suas rotas. De acordo com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos detalharam os parâmetros do bloqueio naval no Estreito de Ormuz, estabelecendo regras que autorizam a interceptação de embarcações que não cumprirem as diretrizes impostas pela operação militar. A medida já provocou reação imediata no transporte marítimo, com ao menos dois navios desistindo da travessia e alterando suas rotas.</p>
<p>De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), qualquer embarcação que tente entrar ou sair da área bloqueada sem autorização poderá ser abordada, desviada ou até capturada. O perímetro de controle inclui regiões estratégicas próximas ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico, ampliando o alcance da operação.</p>
<p>A resposta do setor marítimo foi imediata. Após o anúncio das regras, pelo menos dois petroleiros mudaram de direção e abandonaram a passagem pelo estreito, indicando que operadores já consideram elevado o risco de navegação na região.</p>
<p>Apesar do endurecimento das medidas, os EUA indicaram que o bloqueio não pretende interromper totalmente a navegação internacional. Embarcações com destino a portos não iranianos podem continuar transitando, desde que sigam os protocolos estabelecidos e mantenham comunicação com as forças navais americanas.</p>
<p>Além disso, exceções foram previstas para cargas humanitárias, como alimentos e medicamentos, que poderão cruzar a área sob inspeção prévia.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, responsável por cerca de 20% do transporte global de petróleo. Qualquer restrição no fluxo de navios na região tende a impactar diretamente os preços internacionais de energia e a logística global.</p>
<p>A decisão americana ocorre em meio ao agravamento das tensões com o Irã, após o fracasso de negociações diplomáticas. O bloqueio representa mais um capítulo da escalada no Oriente Médio e aumenta a preocupação de analistas sobre possíveis impactos econômicos e riscos de confronto direto na região.</p>
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		<title>Guerra no Irã acende alerta global para crise ambiental e avanço das mudanças climáticas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guerra-no-ira-acende-alerta-global-para-crise-ambiental-e-avanco-das-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O conflito militar em curso no Irã tem provocado impactos que vão além da dimensão humanitária e geopolítica, acendendo um alerta internacional para os efeitos ambientais e climáticos da guerra. Relatórios recentes indicam que as operações militares já geraram níveis elevados de poluição, aumento significativo nas emissões de gases de efeito estufa e danos severos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito militar em curso no Irã tem provocado impactos que vão além da dimensão humanitária e geopolítica, acendendo um alerta internacional para os efeitos ambientais e climáticos da guerra. Relatórios recentes indicam que as operações militares já geraram níveis elevados de poluição, aumento significativo nas emissões de gases de efeito estufa e danos severos a ecossistemas estratégicos da região.</p>
<p>De acordo com análises divulgadas por instituições internacionais, apenas nas primeiras semanas de confrontos foram emitidas milhões de toneladas de dióxido de carbono, resultado direto de bombardeios, incêndios em instalações de combustíveis fósseis e uso intensivo de equipamentos militares. Estimativas apontam que cerca de 5 milhões de toneladas de CO₂ foram liberadas em poucos dias de ofensiva, ampliando a pressão sobre o aquecimento global.</p>
<p>Grande parte dessas emissões está associada à destruição de infraestrutura urbana e energética. Ataques a depósitos de petróleo e gás têm provocado incêndios de grande escala, liberando poluentes tóxicos na atmosfera e intensificando a degradação ambiental. Além disso, o consumo massivo de combustíveis por aeronaves, navios e veículos militares contribui para elevar ainda mais a pegada de carbono do conflito.</p>
<p>Especialistas também destacam que os danos não se limitam ao ar. A contaminação do solo e da água é considerada uma das consequências mais preocupantes, especialmente em áreas atingidas por explosões e vazamentos de substâncias químicas. Compostos tóxicos, metais pesados e resíduos industriais podem comprometer a agricultura, o abastecimento hídrico e a biodiversidade por décadas.</p>
<p>Outro fator de risco apontado é o impacto direto sobre a saúde das populações locais. A queima de combustíveis e a liberação de partículas finas e gases nocivos deterioram a qualidade do ar, aumentando a incidência de doenças respiratórias e agravando condições já existentes. Em regiões urbanas densas, esses efeitos tendem a ser ainda mais intensos.</p>
<p>O relatório também ressalta que o contexto ambiental do Irã agrava o cenário. O país já enfrenta desafios como escassez hídrica e eventos climáticos extremos, e a intensificação dos conflitos pode acelerar processos de desertificação e perda de recursos naturais, comprometendo a recuperação futura.</p>
<p>Além dos impactos locais, os efeitos da guerra têm alcance global. A destruição de infraestruturas energéticas e a instabilidade na produção de petróleo influenciam o mercado internacional e podem estimular maior uso de combustíveis fósseis, dificultando os esforços de transição energética e de redução de emissões em escala mundial.</p>
<p>Diante desse cenário, especialistas alertam que os danos ambientais provocados por conflitos armados tendem a se prolongar por décadas, mesmo após o fim das hostilidades. A combinação entre destruição física, poluição e aumento das emissões coloca a guerra no Irã como mais um fator de agravamento da crise climática global, com consequências que ultrapassam fronteiras e gerações.</p>
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		<title>Irã atinge centro energético no Catar e lança mísseis contra a Arábia Saudita</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ira-atinge-centro-energetico-no-catar-e-lanca-misseis-contra-a-arabia-saudita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região. De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irã realizou novos ataques contra instalações energéticas no Golfo Pérsico, atingindo um importante centro de gás no Catar e lançando mísseis em direção à Arábia Saudita, em mais um episódio de escalada do conflito na região.</p>
<p>De acordo com autoridades e empresas do setor, a cidade industrial de Ras Laffan, principal polo energético do Catar, sofreu impactos de mísseis, provocando incêndios e danos significativos às instalações. A estatal QatarEnergy relatou prejuízos consideráveis após o ataque.</p>
<p>Na Arábia Saudita, as forças de defesa informaram ter interceptado mísseis balísticos disparados em direção à capital, Riad, além de neutralizar uma tentativa de ataque com drones contra uma instalação de gás no leste do país.</p>
<p>Os ataques ocorrem em meio ao agravamento do conflito envolvendo o Irã e seus adversários, após ofensivas anteriores dos Estados Unidos e de Israel contra estruturas energéticas iranianas. Em resposta, Teerã havia sinalizado que poderia atingir alvos estratégicos ligados à produção de petróleo e gás em países do Golfo.</p>
<p>A intensificação das ações militares já impacta o mercado internacional, com reflexos nos preços do petróleo e preocupações sobre a segurança do fornecimento global de energia. A região do Golfo concentra algumas das principais reservas e rotas de exportação do mundo, o que amplia o alcance das consequências econômicas e geopolíticas do conflito.</p>
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		<title>Ameaça de saída do Irã da Copa de 2026 coloca Fifa diante de impasse inédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 00:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 abriu um cenário inédito para a Fifa, que já avalia alternativas caso a seleção confirme sua saída do torneio. A ameaça foi levantada após o ministro dos Esportes iraniano, Ahmad Donyamali, declarar que o país não tem condições de disputar o Mundial diante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="252" data-end="673">A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 abriu um cenário inédito para a Fifa, que já avalia alternativas caso a seleção confirme sua saída do torneio. A ameaça foi levantada após o ministro dos Esportes iraniano, Ahmad Donyamali, declarar que o país não tem condições de disputar o Mundial diante da escalada da guerra envolvendo Estados Unidos e Israel.</p>
<p data-start="675" data-end="1008">A Copa de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, Canadá e México. O Irã já havia garantido vaga no torneio ao liderar seu grupo nas eliminatórias asiáticas e estava previsto para integrar o Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.</p>
<p data-start="1010" data-end="1380">A declaração do governo iraniano ocorreu após bombardeios realizados por Estados Unidos e Israel que, segundo autoridades do país, provocaram a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, intensificando o conflito regional. Para o ministro do Esporte, diante desse cenário “não há condições de participar da Copa do Mundo”.</p>
<h3 data-section-id="1hzo8gl" data-start="1382" data-end="1411">O que a Fifa pode fazer</h3>
<p data-start="1412" data-end="1703">Embora o Irã ainda não tenha formalizado oficialmente a desistência, a Fifa já considera diferentes caminhos caso isso ocorra. Pelos regulamentos da competição, a entidade possui ampla liberdade para decidir como preencher a vaga deixada pela seleção.</p>
<p data-start="1705" data-end="1748">Entre as possibilidades analisadas estão:</p>
<ul data-start="1750" data-end="2023">
<li data-section-id="17sp8z9" data-start="1750" data-end="1839">
<p data-start="1752" data-end="1839">Convocar outra seleção asiática, respeitando a distribuição continental de vagas;</p>
</li>
<li data-section-id="epi9u5" data-start="1840" data-end="1940">
<p data-start="1842" data-end="1940">Escolher um país eliminado nas eliminatórias, possivelmente o melhor colocado na repescagem;</p>
</li>
<li data-section-id="1sldwwx" data-start="1941" data-end="2023">
<p data-start="1943" data-end="2023">Manter o torneio com uma vaga aberta, hipótese considerada pouco provável.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2025" data-end="2288">Entre os possíveis substitutos mencionados nos bastidores do futebol internacional estão seleções como Iraque ou Emirados Árabes Unidos, dependendo dos resultados das repescagens e das decisões políticas envolvidas.</p>
<h3 data-section-id="1dyy837" data-start="2290" data-end="2323">Impacto político no Mundial</h3>
<p data-start="2324" data-end="2619">A eventual retirada iraniana expõe o impacto direto das tensões geopolíticas no esporte. A presença da seleção já era considerada delicada porque o Mundial será sediado justamente pelos Estados Unidos, país diretamente envolvido no conflito com Teerã.</p>
<p data-start="2621" data-end="2885">Mesmo assim, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou a afirmar que o time iraniano seria bem-vindo no torneio. Ainda assim, a decisão final dependerá da posição oficial do governo e da federação de futebol do Irã.</p>
<p data-start="2887" data-end="3129">Se confirmada, seria uma das raras desistências de uma seleção já classificada para uma Copa do Mundo, criando um desafio logístico e político para a organização do maior torneio do futebol mundial.</p>
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		<title>Irã alerta para possível disparada do petróleo a US$ 200 em meio à escalada da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia. A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Irã afirmou que o mercado internacional deve se preparar para a possibilidade de o preço do petróleo atingir US$ 200 por barril, diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e do aumento das tensões nas rotas estratégicas de transporte de energia.</p>
<p>A declaração foi feita após forças iranianas atacarem embarcações comerciais na região do Golfo Pérsico, em meio à guerra iniciada após ofensivas aéreas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o território iraniano. Segundo estimativas divulgadas no contexto do conflito, cerca de 2 mil pessoas já morreram, a maioria em áreas do Irã e do Líbano.</p>
<p>Apesar da intensificação dos bombardeios conduzidos por Washington e Tel Aviv, autoridades indicam que o Irã mantém capacidade de resposta militar. O país realizou ataques contra Israel e contra alvos no Oriente Médio, enquanto amplia ações no mar que afetam o tráfego de navios na região.</p>
<p>Na quarta-feira (11), três embarcações teriam sido atingidas em águas do Golfo Pérsico. A Guarda Revolucionária iraniana declarou que os disparos foram direcionados a navios que não teriam obedecido a ordens emitidas por suas forças militares.</p>
<p>O aumento da tensão no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo transportado no mundo, elevou as preocupações com possíveis interrupções no fornecimento global de energia. Fontes indicam que o Irã teria instalado minas na região, dificultando a circulação de embarcações.</p>
<p>Diante do risco de um choque no mercado energético, a Agência Internacional de Energia (AIE) recomendou a liberação de cerca de 400 milhões de barris das reservas estratégicas de petróleo mantidas por países consumidores. A medida busca reduzir a volatilidade e conter a pressão sobre os preços.</p>
<p>Mesmo com a possibilidade de intervenção no mercado, o alerta iraniano reforça a percepção de que o conflito pode provocar um impacto prolongado na oferta global de petróleo, com reflexos nos preços da energia, no transporte e nas economias ao redor do mundo.</p>
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		<item>
		<title>Irã intensifica ataques a bases e navios enquanto guerra no Oriente Médio se aprofunda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ira-intensifica-ataques-a-bases-e-navios-enquanto-guerra-no-oriente-medio-se-aprofunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:47:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel segue ganhando intensidade e novas frentes de confronto foram registradas nesta quarta-feira (11). As forças iranianas anunciaram ataques contra bases militares dos EUA e posições israelenses no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que pelo menos três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico, demonstrando a continuidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel segue ganhando intensidade e novas frentes de confronto foram registradas nesta quarta-feira (11). As forças iranianas anunciaram ataques contra bases militares dos EUA e posições israelenses no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que pelo menos três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico, demonstrando a continuidade da capacidade de retaliação de Teerã apesar dos bombardeios mais intensos da coalizão liderada por Washington e Tel Aviv.</p>
<p>No estratégico Estreito de Hormuz, importante rota de cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo, os impactos dos confrontos têm sido crescentes. Navios cargueiros, incluindo embarcações de bandeira tailandesa, japonesa e das Ilhas Marshall, foram atingidos por projéteis ou sofreram danos, elevando o total de ataques marítimos na região desde o início do conflito. Tripulantes tiveram de ser evacuados em ao menos um caso após incêndio a bordo.</p>
<p>O Irã também relatou o lançamento de mísseis contra uma base dos Estados Unidos no norte do Iraque, o quartel-general naval da Quinta Frota americana no Bahrein e posições israelenses, segundo relatos de agências de notícias internacionais. Explosões foram ouvidas no Bahrein, e ataques com drones perto do aeroporto de Dubai resultaram em ferimentos, embora operações no terminal não tenham sido interrompidas.</p>
<p>As hostilidades ocorrem enquanto o Pentágono descreve seus bombardeios sobre alvos iranianos como os mais intensos da guerra até o momento, em resposta às ações de Teerã. Autoridades iranianas, por sua vez, anunciaram que planejam atingir também alvos bancários norte-americanos e israelenses, numa sinalização de que a estratégia de retaliação pode continuar se expandindo.</p>
<p>O conflito vem provocando fortes repercussões no mercado global de energia. O acesso ao Estreito de Hormuz tem sido altamente precário, o que contribuiu para a volatilidade nos preços do petróleo e maior incerteza sobre o fornecimento de combustíveis e commodities.</p>
<p>Apesar de sinais de os mercados financeiros tentarem se estabilizar diante de expectativas de negociações diplomáticas, a continuidade dos ataques tanto em terra quanto no mar reforça a ausência de um cessar-fogo imediato e evidencia a expansão das operações militares na região.</p>
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		<title>Alta dos preços do petróleo acende sinal de alerta no G7 em meio à guerra no Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 21:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A forte elevação dos preços internacionais do petróleo, motivada pela intensificação da guerra envolvendo o Irã e outros países do Oriente Médio, mobilizou os líderes das maiores economias do mundo do G7 (Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, Japão, Canadá e Reino Unido) a debaterem ações emergenciais para conter os impactos no mercado global de energia.</p>
<p>Nesta segunda-feira (9), os ministros das Finanças do G7 realizaram reunião de emergência para avaliar os efeitos da escalada do conflito sobre os preços do barril de petróleo, que chegou a se aproximar de US$ 120, o maior patamar em quatro anos, após temores de interrupção prolongada no transporte marítimo pelo Estreito de Hormuz — passagem estratégica por onde circula cerca de um quinto do petróleo exportado mundialmente.</p>
<p>O aumento nos valores foi impulsionado tanto pela redução de oferta de alguns grandes produtores quanto pelas incertezas geradas pelos combates, que afetaram terminais de exportação e rotas vitais de escoamento de combustíveis.</p>
<figure id="attachment_89131" aria-describedby="caption-attachment-89131" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89131" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Fumaça Sobe Após Explosão Depois Que EUA E Israel Lançaram Ataques Contra O Irã Em 2 De Março De 2026 - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/09-Fumaca-sobe-apos-explosao-depois-que-EUA-e-Israel-lancaram-ataques-contra-o-Ira-em-2-de-marco-de-2026-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89131" class="wp-caption-text">Fumaça sobe após explosão depois que EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã em 2 de março de 2026 &#8211; Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via Reuters &#8211; Proibido reprodução</figcaption></figure>
<p>Durante as conversas, os representantes do G7 discutiram a possibilidade de liberar parte das reservas de petróleo mantidas em estoque como medida preventiva para aliviar a pressão sobre os preços. Essa estratégia passaria por uma coordenação com a Agência Internacional de Energia (IEA), que gerencia estoques estratégicos de vários países participantes.</p>
<p>Até o momento, no entanto, os membros ainda não chegaram a um consenso sobre o uso dessas reservas emergenciais, com alguns ministros sinalizando que o grupo “ainda não está pronto” para implementar a medida, embora concordem que ela faz parte das opções a serem consideradas caso a crise na oferta se agrave.</p>
<p>A disparada nos preços do petróleo não apenas pressiona os custos de energia e combustíveis nos mercados consumidores, mas também levanta preocupações sobre efeitos mais amplos na economia global, como aumento da inflação e redução do crescimento, caso a instabilidade persista.</p>
<p>Especialistas econômicos e autoridades do G7 continuam monitorando de perto a evolução do conflito e seus desdobramentos nos mercados de energia, com a possibilidade de novas reuniões e coordenações internacionais enquanto a guerra no Irã segue em curso e as incertezas quanto à normalização da produção e do transporte de petróleo permanecem elevadas.</p>
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		<title>Ataques de Israel atingem Beirute em meio à escalada da guerra; Trump defende participação na escolha do novo líder do Irã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Beirute]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hezbollah]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel lançou ataques aéreos contra Beirute nesta sexta-feira (6), ampliando a ofensiva militar iniciada há uma semana ao lado dos Estados Unidos contra o Irã e seus aliados na região. O bombardeio ocorreu após o Exército israelense ordenar a evacuação completa dos subúrbios ao sul da capital libanesa, uma medida considerada inédita pela dimensão do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel lançou ataques aéreos contra Beirute nesta sexta-feira (6), ampliando a ofensiva militar iniciada há uma semana ao lado dos Estados Unidos contra o Irã e seus aliados na região. O bombardeio ocorreu após o Exército israelense ordenar a evacuação completa dos subúrbios ao sul da capital libanesa, uma medida considerada inédita pela dimensão do território afetado.</p>
<p>Durante a madrugada, explosões e intensos clarões iluminaram o céu na região sul da cidade. As Forças Armadas de Israel informaram ter realizado 26 ondas de ataques noturnos, mirando centros de comando e depósitos de armas do Hezbollah, grupo xiita aliado de Teerã e uma das principais forças políticas e militares do Líbano desde os anos 1980.</p>
<p>A ofensiva ocorre após o Hezbollah lançar disparos contra Israel nesta semana em resposta à morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, atingido por bombardeios israelenses no primeiro dia do conflito.</p>
<p>Moradores da região relataram fuga em massa e improvisação de abrigos nas ruas da capital libanesa. “Estamos dormindo aqui nas ruas &#8212; alguns em carros, outros na rua, outros na praia”, disse Jamal Seifeddin, 43 anos, que deixou os subúrbios do sul de Beirute e passou a noite no centro da cidade. “Nunca dormi assim no chão. Fui forçado a isso. Ninguém trouxe sequer um cobertor.”</p>
<p>Israel já realizou diversas operações militares no Líbano ao longo das últimas décadas, incluindo uma campanha de bombardeios em 2024 que enfraqueceu significativamente o Hezbollah. Ainda assim, a intensidade dos ataques desta sexta-feira foi considerada uma das mais severas já registradas na capital libanesa.</p>
<p>Além das ações no Líbano, Israel também lançou uma nova série de ataques contra o Irã, afirmando que os alvos incluíam infraestrutura na capital Teerã.</p>
<p>No território israelense, explosões foram ouvidas enquanto sistemas de defesa aérea eram acionados para interceptar mísseis disparados pelo Irã. A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter realizado uma operação combinada com mísseis e drones, direcionada a áreas estratégicas no centro de Tel Aviv.</p>
<p>Durante a madrugada, drones iranianos também atingiram a base aérea norte-americana de Al Udeid, no Catar, considerada a maior instalação militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. Autoridades do país informaram que não houve registro de vítimas.</p>
<p>Paralelamente à escalada militar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deseja participar da escolha do próximo líder supremo do Irã, cargo que deverá ser ocupado após a morte de Khamenei.</p>
<p>“Teremos que escolher essa pessoa junto com o Irã”, afirmou Trump em entrevista por telefone concedida à Reuters na quinta-feira.</p>
<p>O líder supremo iraniano é tradicionalmente selecionado por um conselho de especialistas religiosos e precisa ser um clérigo xiita de alto escalão. A declaração do presidente norte-americano amplia o alcance político da disputa e pode dificultar negociações rápidas para encerrar o conflito.</p>
<p>Israel tem declarado abertamente que busca derrubar o atual sistema político iraniano. Já Washington afirma que seu objetivo é impedir que o Irã amplie sua influência militar fora de suas fronteiras, ao mesmo tempo em que incentiva movimentos internos contra o governo de Teerã.</p>
<p>Até o momento, o Irã não respondeu oficialmente às declarações de Trump. O governo iraniano classificou a guerra como um ataque não provocado e considera a morte de Khamenei um assassinato.</p>
<p>Autoridades do país afirmam que o processo para escolha de um novo líder supremo está em andamento. Inicialmente, havia expectativa de que a sucessão fosse definida rapidamente, com o filho de Khamenei, Mojtaba, apontado como principal candidato. No entanto, o adiamento por tempo indeterminado do período oficial de três dias de luto pelo aiatolá, anunciado na quarta-feira, pode ter alterado o cronograma da transição de poder.</p>
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		<title>Escalada do conflito no Oriente Médio leva 100 mil pessoas a abrigos no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[libaneses]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza. Segundo o representante da ONU, os deslocados estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 100 mil pessoas estão atualmente alojadas em abrigos coletivos no Líbano após alertas emitidos por Israel determinarem a evacuação de diversas áreas do país. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo coordenador humanitário da Organização das Nações Unidas (ONU) no território libanês, Imran Riza.</p>
<p>Segundo o representante da ONU, os deslocados estão distribuídos em aproximadamente 477 abrigos. Ainda existem cerca de 57 locais com alguma capacidade disponível, mas o sistema de acolhimento está próximo do limite devido ao rápido aumento do número de pessoas em busca de proteção.</p>
<p>A movimentação em massa ocorre em meio à intensificação do conflito entre Israel e o grupo Hezbollah, sediado no Líbano. Nas últimas horas, o Exército israelense emitiu ordens para que moradores deixassem áreas dos subúrbios ao sul de Beirute — regiões onde o Hezbollah possui forte presença — além de partes do Vale do Bekaa, no leste do país. Um dia antes, também foi recomendada a evacuação de uma faixa do sul libanês.</p>
<p>Imran Riza destacou que o volume e a rapidez das ordens de retirada são incomuns no contexto do país. “O que vimos nos últimos dias é, eu diria, sem precedentes em termos da escala aqui no Líbano dos alertas, das ordens de deslocamento e da reação, do pânico também, que tudo isso criou”, afirmou.</p>
<p>Ele também relatou que as ordens de evacuação provocaram congestionamentos e confusão entre a população, que muitas vezes não sabia para onde se dirigir. “As pessoas estavam se deslocando por toda parte e não sabiam para onde ir. Então, sim, acho que teremos um aumento no número de pessoas rapidamente”, disse.</p>
<p>O coordenador lembrou ainda que, durante a guerra entre Israel e Hezbollah em 2024, mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no Líbano. Naquela ocasião, a maioria dos deslocados acabou buscando abrigo fora das instalações oficiais, cenário que pode se repetir caso a crise atual continue se intensificando.</p>
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