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	<title>Iphan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Iphan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tombamento ganha força como instrumento de proteção a comunidades quilombolas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O tombamento de territórios quilombolas tem se consolidado como uma estratégia relevante para garantir a preservação cultural e histórica dessas comunidades no Brasil. A iniciativa, conduzida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), busca assegurar o reconhecimento oficial de espaços que representam a resistência e a trajetória da população negra no país. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tombamento de territórios quilombolas tem se consolidado como uma estratégia relevante para garantir a preservação cultural e histórica dessas comunidades no Brasil. A iniciativa, conduzida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), busca assegurar o reconhecimento oficial de espaços que representam a resistência e a trajetória da população negra no país.</p>
<p>Um marco recente desse processo é o reconhecimento da Comunidade Remanescente de Quilombo Eva Maria de Jesus, localizada em Campo Grande (MS), que se tornará o primeiro quilombo tombado oficialmente no Brasil. A medida inaugura um novo instrumento do Iphan voltado especificamente à proteção de locais ligados à memória dos antigos quilombos.</p>
<p>O tombamento vai além da preservação física dos territórios. A iniciativa também é vista como uma forma de reparação histórica, ao reconhecer a importância dessas comunidades na formação social brasileira. O processo é realizado com participação direta dos moradores, garantindo protagonismo às próprias populações quilombolas nas decisões sobre seus territórios.</p>
<p>Além de valorizar a memória coletiva, o reconhecimento contribui para ampliar a visibilidade dessas localidades e pode estimular melhorias estruturais, como investimentos em infraestrutura e aumento do interesse turístico.</p>
<p>Outro aspecto central é a preservação das tradições culturais e dos saberes transmitidos entre gerações. O tombamento protege não apenas o espaço físico, mas também as práticas, histórias e identidades que fazem parte da vivência quilombola, reforçando o vínculo entre passado e presente.</p>
<p>A regulamentação desse tipo de reconhecimento foi estabelecida por meio de uma portaria do Iphan publicada em 2023, que criou um livro de tombo específico para registros relacionados aos quilombos. A norma também prevê princípios como a autodeterminação das comunidades e a consulta prévia, livre e informada durante todo o processo.</p>
<p>Com a adoção desse instrumento, a expectativa é que outros territórios quilombolas também sejam reconhecidos oficialmente, ampliando a proteção jurídica e cultural dessas áreas. A medida reforça o papel do patrimônio histórico como ferramenta de valorização identitária e garantia de direitos para populações tradicionais no Brasil.</p>
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		<title>Iphan decide nesta quarta sobre tombamento da antiga sede do DOPS no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/iphan-decide-nesta-quarta-sobre-tombamento-da-antiga-sede-do-dops-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Dops]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se reúne nesta quarta-feira (26) para deliberar sobre o tombamento definitivo da antiga sede do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), localizada na Rua da Relação, no centro do Rio de Janeiro. O prédio, inaugurado em 1910, tornou-se um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se reúne nesta quarta-feira (26) para deliberar sobre o tombamento definitivo da antiga sede do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), localizada na Rua da Relação, no centro do Rio de Janeiro. O prédio, inaugurado em 1910, tornou-se um dos símbolos mais marcantes da repressão exercida pelo Estado brasileiro ao longo do século XX, especialmente durante a ditadura militar (1964–1985).</p>
<p>A proposta apresentada ao conselho recomenda a inscrição do imóvel nos Livros do Tombo Histórico e das Belas Artes, reconhecendo seu valor histórico, arquitetônico e cultural. A medida representaria a inclusão oficial do edifício no conjunto de bens protegidos pelo Iphan, reforçando o compromisso público com a preservação de espaços que testemunham violações de direitos humanos — elementos essenciais para a consolidação da democracia.</p>
<h3><strong>Da Central de Polícia ao centro da repressão política</strong></h3>
<p>Projetado para abrigar a Repartição Central de Polícia, o prédio foi inaugurado no início do século XX e, desde então, serviu a diferentes órgãos de segurança do Estado. Ao longo das décadas, tornou-se sede de diversas polícias políticas encarregadas de vigiar, intimidar e reprimir movimentos sociais considerados ameaçadores à ordem pública.</p>
<p>Entre 1962 e 1975, o endereço abrigou o DOPS-RJ, unidade responsável por monitorar, investigar e prender opositores do regime militar. Ali, presos políticos foram interrogados, torturados e mantidos em celas que, até hoje, guardam inscrições e marcas deixadas pelos próprios detentos — vestígios que ajudam a reconstruir a memória da violência praticada no período.</p>
<p>A repressão não atingiu apenas militantes políticos. Mulheres, negros, estudantes, sindicalistas, artistas e adeptos de religiões de matriz africana também foram alvo. Objetos de culto apreendidos pelo DOPS seguem até hoje como provas da perseguição religiosa institucionalizada.</p>
<h3><strong>Campanha por um Centro de Memória</strong></h3>
<p>Atualmente, cresce o movimento para transformar o antigo prédio do DOPS em um Centro de Memória e Direitos Humanos. A iniciativa, apoiada pelo Ministério Público Federal (MPF) e por organizações como o grupo Tortura Nunca Mais, busca garantir que o espaço cumpra uma função educativa: preservar os registros da ditadura, promover justiça histórica e reafirmar o compromisso da sociedade brasileira com o “nunca mais”.</p>
<p>Se aprovado pelo Iphan, o tombamento será mais um passo decisivo para que o local — marcado por dor, resistência e luta — seja reconvertido em espaço de reflexão, aprendizagem e proteção democrática.</p>
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		<title>Rio recebe semana de celebração ao patrimônio cultural brasileiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-recebe-semana-de-celebracao-ao-patrimonio-cultural-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 11 e 15 de agosto, o Rio de Janeiro será palco de uma intensa programação dedicada à valorização do patrimônio cultural brasileiro. A Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), localizada na Avenida Rio Branco, 46, no centro da cidade, abrirá suas portas ao público com atividades gratuitas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 11 e 15 de agosto, o Rio de Janeiro será palco de uma intensa programação dedicada à valorização do patrimônio cultural brasileiro. A Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), localizada na Avenida Rio Branco, 46, no centro da cidade, abrirá suas portas ao público com atividades gratuitas que vão de apresentações musicais e rodas de conversa a oficinas e visitas guiadas — algo inédito na história do prédio, cujas imponentes portas são frequentemente fotografadas, mas raramente franqueadas.</p>
<p>A iniciativa integra o Mês do Patrimônio – Participação Social, Territórios e Sustentabilidade, um projeto nacional que propõe ações descentralizadas e colaborativas, envolvendo as superintendências regionais e organizações da sociedade civil.</p>
<blockquote><p>“Este ano, buscamos unir território e comunidade, conceitos fundamentais para compreender o patrimônio cultural. Nada melhor do que aproximar escola, patrimônio e música”, afirma a superintendente do Iphan no Rio, Patricia Wanzeller.</p></blockquote>
<h3><strong>Destaques da programação</strong></h3>
<p>A agenda da semana contempla diferentes vertentes culturais. Na quarta-feira (13), o público poderá acompanhar um debate sobre a cultura afro-brasileira, com foco no Bembé do Mercado — maior candomblé de rua do mundo e Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil desde 2019 — que será tema do desfile da Beija-Flor de Nilópolis no Carnaval de 2026. O encontro contará com a presença do carnavalesco Milton Cunha e de representantes da escola de samba, seguido por uma apresentação da bateria da agremiação.</p>
<p>O samba divide espaço com outros ritmos e expressões artísticas. O choro será celebrado no debate <em>Entre cordas e sopros: o Choro como Patrimônio Cultural do Brasil</em>, encerrado com show do grupo Caras &amp; Coroas. Já o forró ganhará um recorte especial na quinta-feira (14) com o Projeto Mulher Forrozeira, que dará visibilidade à presença feminina nesse gênero musical, tradicionalmente dominado por homens. O evento também contará com apresentações de jongo e literatura de cordel, reforçando a diversidade cultural do país.</p>
<h3><strong>Reflexões sobre memória e identidade</strong></h3>
<p>Outro ponto alto será a mesa redonda dedicada ao Sítio Arqueológico do Cais do Valongo, Patrimônio Mundial reconhecido pela Unesco em 2017. Especialistas como o historiador Thiago Gomide, a jornalista Mônica Sanches e representantes de instituições ligadas à memória afro-brasileira discutirão a relevância histórica do local, mediada por Eliel Moura, da Fundação Cultural Palmares.</p>
<p>No campo da educação patrimonial, o Iphan promoverá a oficina <em>Jogos para uma Educação Patrimonial</em>, voltada a crianças da rede municipal. Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, turmas de escolas próximas à sede do instituto participarão de atividades lúdicas com grupos como Experimente Cultura, Maloca Games e Mestre Griô.</p>
<h3><strong>Feira, cinema e visitação inédita</strong></h3>
<p>Durante toda a semana, o público poderá visitar a Feira Circuito Carioca, com produtos que vão de cordéis a peças ligadas às matrizes tradicionais do forró. Haverá ainda exibição do documentário <em>Choro</em> e apresentações de manifestações culturais reconhecidas oficialmente como patrimônio do Brasil.</p>
<p>O encerramento, no dia 15, será marcado pela Exposição das Bonecas de Artesãs do Quilombo São José da Serra e pela oficina de jongo com o mesmo grupo, voltada exclusivamente a estudantes. A programação termina com uma homenagem aos “Amigos do Patrimônio do Rio de Janeiro” e uma roda de jongo aberta ao público.</p>
<h3><strong>Patrimônio como soberania</strong></h3>
<p>Para Patrícia Wanzeller, a preservação cultural vai além do resgate histórico: é uma questão de soberania nacional.</p>
<blockquote><p>“A cultura é a nossa primeira fotografia de identidade. Ela nos une como cidadãos de um mesmo país, apesar da diversidade. Proteger nosso patrimônio é proteger nossa história e a própria brasilidade”, defende.</p></blockquote>
<p>O evento também antecipa as comemorações do Dia do Patrimônio, celebrado em 17 de agosto, criado em homenagem ao advogado e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, fundador do Iphan em 1937.</p>
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		<title>Descoberta de pinturas rupestres em Itatiaia mobiliza cientistas e reescreve história arqueológica do RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 14:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma descoberta acidental nas montanhas da Serra da Mantiqueira pode revelar novos capítulos sobre os povos originários que habitaram o atual estado do Rio de Janeiro. Pinturas rupestres inéditas foram localizadas em uma gruta do Parque Nacional de Itatiaia (PNI), na divisa entre os estados do Rio e de Minas Gerais. A revelação mobilizou instituições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma descoberta acidental nas montanhas da Serra da Mantiqueira pode revelar novos capítulos sobre os povos originários que habitaram o atual estado do Rio de Janeiro. Pinturas rupestres inéditas foram localizadas em uma gruta do Parque Nacional de Itatiaia (PNI), na divisa entre os estados do Rio e de Minas Gerais. A revelação mobilizou instituições como o Museu Nacional da UFRJ, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o próprio parque, que agora integram um grupo de trabalho voltado à pesquisa e à preservação do sítio arqueológico.</p>
<p>Segundo a arqueóloga MaDu Gaspar, do Museu Nacional, a equipe está no estágio inicial da investigação, mapeando a área e procurando por possíveis conexões com outros vestígios de presença humana. <em>“Regiões com pinturas rupestres raramente são casos isolados. Estamos explorando rotas, trilhas e recursos para entender a ocupação do local”</em>, afirma.</p>
<p>Embora descobertas em 2023, as pinturas só foram divulgadas recentemente, como medida de proteção. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi acionado para acompanhar os trabalhos. O local agora está isolado, equipado com câmeras de segurança e sob vigilância constante, e há previsão de aplicação de multas para visitantes que desrespeitarem a interdição.</p>
<p><strong>Sítio pode ter até 3 mil anos</strong></p>
<p>Ainda não é possível afirmar a datação exata das pinturas, mas os cientistas trabalham com a possibilidade de que elas tenham entre dois e três mil anos. A confirmação virá com o aprofundamento dos estudos, que também buscam entender quem foram os autores das inscrições e como viviam.</p>
<p>A descoberta surpreendeu os arqueólogos por ter ocorrido em uma área relativamente acessível do parque. “<em>Achávamos que o estado do Rio já estava bem mapeado arqueologicamente, mas esse sítio mostra que ainda há muito a ser descoberto”</em>, ressalta MaDu.</p>
<p>Anderson Marques Garcia, professor da UERJ, reforça que o interior do estado foi historicamente menos explorado por pesquisadores. <em>“O foco sempre foi o litoral, e esse achado nos convida a olhar com mais atenção para outras regiões. É essencial preservar o local de curiosos e evitar escavações indevidas que comprometam os dados arqueológicos”</em>, alerta.</p>
<p><strong>A descoberta por acaso</strong></p>
<p>O sítio foi encontrado por Andres Conquista, supervisor operacional do parque, durante uma escalada. Ao se aproximar de uma florada de lírios vermelhos, ele notou uma formação rochosa incomum e resolveu investigar. Dentro da gruta, deparou-se com as pinturas. <em>“No começo achei que fosse pichação, mas percebi que não havia nomes nem datas. Foi emocionante”</em>, contou.</p>
<figure id="attachment_82848" aria-describedby="caption-attachment-82848" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-82848" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/08-Lirios-vermelhos-chamaram-a-atencao-e-proporcionaram-descoberta-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C471&#038;ssl=1" alt="Lírios Vermelhos Chamaram A Atenção E Proporcionaram Descoberta - Expresso Carioca" width="754" height="471" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/08-Lirios-vermelhos-chamaram-a-atencao-e-proporcionaram-descoberta-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/08-Lirios-vermelhos-chamaram-a-atencao-e-proporcionaram-descoberta-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C187&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/08-Lirios-vermelhos-chamaram-a-atencao-e-proporcionaram-descoberta-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C94&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/04/08-Lirios-vermelhos-chamaram-a-atencao-e-proporcionaram-descoberta-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C469&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-82848" class="wp-caption-text">Lírios vermelhos chamaram a atenção e proporcionaram descoberta &#8211; Foto: Concessionária Parquetur/PNI/Divulgação</figcaption></figure>
<p><strong>Preservação em primeiro lugar</strong></p>
<p>A Parquetur, empresa responsável pela gestão da visitação no parque, confirmou que não há previsão de abertura do local ao público, e que a prioridade é garantir o controle de acesso até que os estudos estejam concluídos. <em>“A preservação do sítio é fundamental para que, futuramente, ele possa, quem sabe, ser integrado a ações educativas e turísticas de forma responsável”</em>, afirmou a empresa em nota.</p>
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		<title>Caprichoso é Tri-Campeão do Festival de Parintins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 01:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo terceiro ano consecutivo, o boi Caprichoso sagrou-se campeão do Festival de Parintins, evento considerado patrimônio cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Na apuração realizada no Bumbódromo, o Caprichoso liderou com as notas da primeira noite de apresentações, empatou com o boi Garantido na segunda noite, mas assegurou a vitória com 1.259,3 pontos após a apuração das notas da terceira noite.</p>
<figure id="attachment_78003" aria-describedby="caption-attachment-78003" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-78003" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="Caprichoso é Tri Campeão Do Festival De Parintins - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-1.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-78003" class="wp-caption-text">Galeria Festival Parintins 2024 &#8211; Boi Caprichoso &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O boi Garantido, que não vence desde 2019, terminou a competição com 1.259,2 pontos, apenas um décimo atrás do campeão. O festival não foi realizado em 2020 e 2021 devido à pandemia de covid-19.</p>
<p>O evento, que celebra a tradição cultural do Boi-Bumbá, gira em torno de uma lenda sobre a ressurreição do boi. O Caprichoso, cuja cor principal é o azul, também adota tons claros de azul, verde escuro, verde mar, violeta, roxo e lilás. Em seu Curral Zeca Xibelão, as cores do concorrente não são permitidas. O Garantido, por sua vez, tem o vermelho como cor principal e utiliza tons avermelhados claros, laranja, rosa claro e escuro, rosé e terracota. No Curral Lindolfo Monteverde, as cores do rival são vetadas. As baterias também diferem: a batucada no Garantido e a marujada no Caprichoso.</p>
<figure id="attachment_78004" aria-describedby="caption-attachment-78004" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-78004" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-2.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Caprichoso é Tri Campeão Do Festival De Parintins - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-2.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-2.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-2.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/07/01-Caprichoso-e-Tri-Campeao-do-Festival-de-Parintins-Expresso-Carioca-2.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-78004" class="wp-caption-text">Galeria Festival Parintins 2024 &#8211; Boi Caprichoso &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O tema do Caprichoso deste ano foi &#8220;Cultura &#8211; O Triunfo do Povo&#8221;. Segundo o presidente do Caprichoso, Rossy Amoedo, o tema é baseado na narrativa da vitória da cultura popular. &#8220;No princípio, as deusas e deuses criaram Parintins, território sagrado de encantarias e mistérios. Suas gentes, expressão divina da criação, passaram a ser dotadas de saberes e fazeres específicos, um talento cuja vocação se faz presente em cada gesto e em cada canto, em cada palavra e sorriso, um brado de luta e emancipação&#8221;, explicou.</p>
<p>O Garantido abordou o tema &#8220;Segredos do Coração&#8221;, que trata de origem e ancestralidade. O presidente Fred Góes afirmou que o boi vermelho quis mostrar a Amazônia como ela é e como surgiu, contada a partir do mito do povo indígena Sateré-Mawé. &#8220;Esse mito nos remete à Amazônia intacta, sendo ainda a floresta, os animais e os habitantes chegando. É essa Amazônia que queremos mostrar, que está sendo degradada. Por que a gente quer mostrar essa origem? Ela está no mito Sateré-Mawé e também está na história geológica da Amazônia. É um mito simples, mas os Sateré-Mawé dizem que aqueles que estão nos nossos olhos, temos que ter cuidado. É um segredo que deixamos de olhar com mais carinho. É esse carinho que estamos pedindo para que a gente tenha um olhar com essa Amazônia&#8221;, relatou.</p>
<p>O secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Marcos Apolo Muniz, ressaltou que o festival é uma celebração da identidade do povo amazônida. &#8220;Aqui não é só a festa pela festa, estamos falando de representatividade da cultura do amazonense, do amazônida, da Amazônia, de geração de emprego e renda, de oportunidades, de economia aquecida, de promoção do estado. É um festival que, como se diz popularmente, rende o ano todo&#8221;, destacou.</p>
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		<title>Folias de Reis são tradição centenária na cultura popular brasileira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/folias-de-reis-sao-tradicao-centenaria-na-cultura-popular-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 18:39:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Folias de Reis]]></category>
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<p>O Dia de Reis, celebrado neste sábado (6), marca uma tradição centenária na cultura popular brasileira, que é a passagem das folias pelas ruas, reunindo grupos de cantadores e instrumentistas que entoam versos em homenagem aos três reis magos: Baltazar, Belchior e Gaspar. Em diversas cidades do país, eles passam de casa em casa vestindo fardas e máscaras e performando danças e cantorias com múltiplos instrumentos de corda, sanfonas e percussão. Alguns grupos contam com personagens – reis, palhaços e bastiões – que chegam a visitar as casas de devotos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Belchior, Gaspar e Baltazar, convertidos em santos pela Igreja Católica, teriam saído do Oriente se guiando por uma estrela e levavam três presentes: ouro, incenso e mirra, simbolizando realeza, imortalidade e espiritualidade. Para os devotos, a data da chegada dos reis magos ao destino é quando se encerram os festejos natalinos, que começam quatro domingos antes do 25 de dezembro, dia atribuído ao nascimento de Jesus Cristo.</p>
<p>Dessa forma, o dia 6 de janeiro marca o momento em que esses três reis magos foram visitar o recém-nascido Jesus Cristo, em Belém, cidade milenar localizada atualmente na Palestina. Neste dia, também são desarmados os presépios, as árvores e os demais enfeites natalinos.</p>
<p>De origem portuguesa, a Folia de Reis ou Reisado foi trazida para o Brasil durante o período colonial, se manifestando a partir de diversos títulos: Terno de Reis, Tiração de Reis, Rancho de Reis, Guerreiros e Reisado. Elas consistem na presença de cantadores, tocadores de instrumento, que saem pelas ruas, de casa em casa, cantando louvores a um santo de devoção e recolhendo donativos para ofertar aos mais necessitados ou cumprindo promessas que as pessoas fazem aos seus santos.</p>
<p>Atualmente a tradição continua presente em diversos estados do país, especialmente nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, a exemplo do Espírito Santo, de Minas Gerais, São Paulo, do Rio de Janeiro, de Alagoas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí e de Goiás.</p>
<p>Em Minas Gerais, onde a tradição é bastante presente, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) já cadastrou mais 1,6 mil grupos em cerca de 400 municípios de todas as regiões, consideradas, desde 2017, patrimônio cultural de natureza imaterial. Além dos Reis Magos, são cultuados o Divino Espírito Santo, São Sebastião, São Benedito e Nossa Senhora da Conceição, em períodos que não são necessariamente o de Natal.</p>
<p>Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), existem três pedidos de reconhecimento abertos no Departamento de Patrimônio Imaterial (DPI): Reisados de Pernambuco; Folias de Reis Fluminenses; e Folias de Reis do Estado de São Paulo.</p>
<p>Em Pernambuco, o mapeamento realizado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) abrangeu os municípios do Recife, de Garanhuns, povoado de Maniçoba (Capoeiras), Paranatama, Águas Belas, Arcoverde, Sertânia, Pedra, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Tacaratu, contemplando o agreste pernambucano e a região metropolitana do Recife.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o Iphan, em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), identificou Folias de Reis nos municípios de Angra dos Reis, Cabo Frio, Cassimiro de Abreu, Duas Barras, Itaboraí, Mangaratiba, Paraty, Petrópolis, Quatis, Quissamã, Rio Claro, Rio de Janeiro, Santa Maria Madalena e São Pedro da Aldeia.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>Para atualizar as informações sobre as Folias de Reis, o instituto abriu, em novembro do ano passado, abriu um edital para selecionar organizações para realizar pesquisa e documentação que vão subsidiar o processo de registro dos Reisados e das Folias de Reis.</p>
<p>O Centro de Estudos da Cultura Popular, organização selecionada, deverá promover pesquisa de campo e estudos transdisciplinares sobre os Reisados e a Folia de Reis, reunindo profissionais de diversas áreas do conhecimento, como antropologia, etnomusicologia, história, geografia e artes.</p>
<p>A pesquisa deverá ter a participação das comunidades detentoras das manifestações. Além disso, a organização vai sistematizar e consolidar informações sobre referências bibliográficas, instituições, acervos públicos e particulares.</p>
<p>De acordo com o Iphan, o trabalho deverá trazer uma proposta de reconhecimento dessas manifestações como um único bem cultural ou se seria o caso de indicar o reconhecimento dois bens culturais: um que abarque os Reisados e suas variações no Nordeste e outro que englobe as Folias de Reis de outras localidades, a serem definidas a partir do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>A pesquisa também deverá apresentar produção de material escrito, audiovisual, mapa de base cartográfica com coordenadas georreferenciadas (localizando as comunidades detentoras dos Reisados e das Folias de Reis e os principais locais identificados como lugares de referência para essa manifestação cultural), além de fazer um levantamento histórico sobre transformações e descontinuidades pelos quais esse bem cultural passou, especialmente sobre últimas décadas.</p>
<p>“Com essa pesquisa, que está no horizonte próximo, será possível obter levantamentos quantitativos e qualitativos dos grupos atuantes e suas diversidades atuais e históricas”, informou o Iphan.</p>
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		<title>PAC: Iphan define 138 projetos de restauração de patrimônios culturais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pac-iphan-define-138-projetos-de-restauracao-de-patrimonios-culturais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônios culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou nesta quinta-feira (5) que pretende usar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deste ano para finalizar, até 2026, 138 projetos ou obras de recuperação de patrimônios históricos tombados. O Iphan ainda prevê edital para elaboração de 100 novos projetos.   O novo [&#8230;]]]></description>
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<p>O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou nesta quinta-feira (5) que pretende usar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deste ano para finalizar, até 2026, 138 projetos ou obras de recuperação de patrimônios históricos tombados. O Iphan ainda prevê edital para elaboração de 100 novos projetos.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O novo PAC, lançado neste ano, destinou R$ 1,3 bilhão para ações do Ministério da Cultura. Desse total, 737 milhões foram destinados ao Iphan para ações de recuperação ou promoção do patrimônio cultural do país.</p>
<p>O patrimônio cultural de um país é formado por monumentos, sítios arqueológicos ou manifestações culturais que representam a identidade e memória de um povo, podendo ser material, como igrejas e outras construções com valor cultural, ou imaterial, como as manifestações religiosas e festivas do povo.</p>
<p>Ao todo, 17 estados serão beneficiados pelos 138 projetos. O estado com o maior número de projetos é Minas Gerais com 54, seguido por Pernambuco (12), pelo Maranhão (11), Rio Grande do Sul (9), pela Paraíba (9), por Sergipe (8) e pelo Rio de Janeiro (7). Parte dessas obras tem origem no PAC Cidades Históricas, lançado em 2013 e que não foi concluído por falta de recursos.</p>
<p>Em Santo Amaro (BA), por exemplo, deve ser restaurado o local que abriga o Bembé do Mercado, onde ocorre tradicional candomblé de rua, uma das mais importantes manifestações religiosas de matriz africana do país. Na cidade histórica de Ouro Preto (MG) estão previstas as restaurações de cinco igrejas e quatro capelas, entre elas, a Igreja de Bom Jesus de Matozinhos e a de São Francisco de Assis.</p>
<p>No Rio de Janeiro (RJ) estão previstas as restaurações do Palácio Gustavo Capanema, que hospedou o primeiro Ministério da Educação e Cultura (MEC) do Brasil, e do Museu da República e de seu Jardim Histórico. Em Olinda (PE), outra cidade tombada como patrimônio histórico e cultural, o PAC deve restaurar a Igreja de São Pedro e o Mosteiro de São Bento, entre outros prédios tombados.</p>
<p>Na avaliação do diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização Andrey Schlee, o PAC permite incluir o patrimônio na pauta do desenvolvimento da nação. “Isso para o Iphan, além de uma responsabilidade, é o reconhecimento de fato de que o patrimônio constrói o país e gera emprego e desenvolvimento”, destacou.</p>
<h2>Novos projetos</h2>
<p>Além desses 138 projetos definidos, o Iphan vai lançar, no dia 9 de outubro, edital com R$ 37 milhões de recursos do PAC para seleção de 100 projetos de recuperação de bens materiais tombados ou para o fortalecimento de bens imateriais registrados como patrimônio federal.</p>
<p>O edital ficará aberto até 10 de novembro para que governos estaduais e municipais, além de instituições públicas locais de preservação do patrimônio, possam propor projetos de recuperação de bens materiais ou promoção de patrimônios imateriais federais reconhecidos pelo Iphan.</p>
<p>O presidente do instituto, Leandro Grass, afirmou que a intenção é priorizar projetos com repercussão social e de construções com situação mais crítica.</p>
<p><em>“Que sejam obras com função social e cultural. Ou seja, com impacto social para esses territórios e essas comunidades. Além disso, serão considerados projetos com boas ideias de manutenção e conservação desses patrimônios. O estado do bem também será avaliado, priorizando aqueles em siatuação crítica de conservação”</em>, destacou.</p>
<p>Os R$ 37 milhões são suficientes apenas para elaboração dos projetos. Segundo Grass, o Iphan terá que captar recursos para a execução desses projetos por meio do orçamento da União, de emendas parlamentares, da Lei Rouanet ou em parceria com estados e municípios.</p>
<h2>Assistência técnica</h2>
<p>Outra iniciativa liderada pelo Iphan e que já está em andamento em 20 cidades históricas do país é o programa de assistência técnica gratuita para moradores de centros históricos. O objetivo é auxiliar na preservação de casas localizadas em sítios históricos. O instituto destinou R$ 30 milhões para esse projeto.</p>
<p><em>“Em parceria com institutos e universidades federais definimos, junto aos moradores, os imóveis que precisam de assistência técnica para recuperação de fachadas, telhado, sistema hidráulico ou elétrico. A gente está apostando nisso como instrumento de popularização do patrimônio cultural”,</em> afirmou Grass.</p>
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		<title>RJ: prédio histórico da estação Leopoldina terá reforma parcial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rj-predio-historico-da-estacao-leopoldina-tera-reforma-parcial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 20:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Barão de Mauá]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Leopoldina]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[Obra]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Supervia]]></category>
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					<description><![CDATA[O histórico prédio da Estação Barão de Mauá, conhecido como Estação Leopoldina, na área central do Rio de Janeiro, vai passar por uma reforma parcial. O acordo judicial entre o Ministério Público Federal (MPF) e a concessionária SuperVia, que opera as linhas de trem urbano, foi assinado na semana passada. O prédio pertence à União [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O histórico prédio da Estação Barão de Mauá, conhecido como Estação Leopoldina, na área central do Rio de Janeiro, vai passar por uma reforma parcial. O acordo judicial entre o Ministério Público Federal (MPF) e a concessionária SuperVia, que opera as linhas de trem urbano, foi assinado na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O prédio pertence à União e ao estado do Rio de Janeiro e, pelos termos do contrato de concessão, a SuperVia é responsável pela gare, que corresponde à área de embarque da estação, e pelo pátio com quatro plataformas de embarque. O acordo prevê a reforma da gare e das plataformas da estação, inaugurada em 1926.</p>
<p>Segundo o MPF, em março a Secretaria de Patrimônio da União contratou empresa para elaborar o projeto básico de reforma e restauro do prédio principal, que já foi apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já que o prédio foi tombado em 2008.</p>
<p>O procurador da República Sergio Gardenghi Suiama, responsável pela ação civil pública, ressaltou que, com o acordo, será possível devolver a estação para uso da comunidade.</p>
<p>“O acordo garante não apenas a reforma da gare e das plataformas da Estação Leopoldina, mas também, e principalmente, a transformação do espaço em um centro cultural, contemplando a história do sistema ferroviário. A transformação de antigas estações de trem em espaços culturais e de lazer é uma tendência em todo o mundo. Esperamos que, em alguns meses, o triste cenário atual de degradação de um imóvel histórico tão relevante para a história da cidade e do país seja substituído por outro no qual a população possa dispor de mais um equipamento cultural na cidade”.</p>
<h2>Obras</h2>
<p>A SuperVia informou que as obras começam após a aprovação do projeto pelo Iphan e a previsão é que o trabalho dure 12 meses. O diretor-presidente da SuperVia, Antonio Carlos Sanches, destacou a importância histórica do local.</p>
<blockquote><p>“A estação Leopoldina faz parte de um dos melhores capítulos da história do Rio de Janeiro e do país. Esperamos que o nosso projeto ajude a resgatar a memória desse período em que o país depositou grande expectativa no seu futuro com o início do processo de industrialização”.</p></blockquote>
<p>De acordo com a SuperVia, os pisos e revestimentos centenários das plataformas serão recuperados e as estruturas em concreto armado, pilares e laje de cobertura passarão por reparos e impermeabilização. Também serão instaladas novas redes de iluminação na gare e nas plataformas e de tratamento das águas pluviais.</p>
<p>A gare terá o piso, as fachadas internas e as esquadrias revitalizadas. As telhas e o forro interno da cobertura serão substituídos e a estrutura recuperada. Os dois banheiros públicos serão readequados e colocados em operação. Também será instalado um sistema de proteção de descargas atmosféricas e adequação das instalações de combate a incêndio.</p>
<p>De acordo com o Iphan, existem atualmente dois projetos para a recuperação da Estação Leopoldina. O primeiro, um projeto emergencial de intervenções, foi aprovado pelo Iphan e contemplado pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). O segundo foi protocolado pela SuperVia este ano e está sendo analisado “com prioridade” pelo Instituto.</p>
<p>“Cabe esclarecer que parte da edificação está sob concessão da Supervia. A estação está sob responsabilidade do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Economia. O Iphan vem acompanhando de perto a situação deste bem cultural e destaca a importância do monumento não apenas para o Rio de Janeiro, mas também para o Patrimônio Cultural Brasileiro”, informou o órgão.</p>
<h2>Estação</h2>
<p>O projeto da estação Barão de Mauá é do arquiteto inglês Robert Prentice, inspirada na Estação Victoria, de Londres. Inaugurada em 1926, a gare oferecia serviços como cafeteria, barbeiro, engraxate, charutaria e agência bancária.</p>
<p>Os passageiros embarcavam para locais como Vila Inhomirim, Guapimirim, Petrópolis, Friburgo e Campos, no estado do Rio de Janeiro, e também para fora do estado, como Vitória e Zona da Mata de Minas Gerais.</p>
<p>Entre 1994 e 1998, a estação operou o famoso Trem de Prata, que fazia o trajeto Rio – São Paulo. A SuperVia deixou de operar trens na estação Barão de Mauá em 2001, mas até 2015 o local chegou a ser utilizado para eventos culturais.</p>
<p>Desde então, o espaço está fechado ao público, com a fachada deteriorada e tomada por pichações.</p>
<p>A Estação Barão de Mauá-Leopoldina foi tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 1991 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2008, incluída na Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário.</p>
<p>FOTO</p>
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<h2>Processo</h2>
<p>O MPF alertou, em 2018, que a estação corria o risco de pegar fogo, caso não passasse por obras emergenciais, e propôs na justiça uma ação civil pública, ainda em 2013, para que o patrimônio histórico fosse restaurado.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o juiz federal Paulo André Espírito Santo Bonfadini decidiu procedente o pedido do MPF e condenou os proprietários do imóvel a executar “as providências necessárias à restauração e reparo dos danos ao prédio principal e anexo, fachadas, marquises e telhados da Estação”. À SuperVia coube, de acordo com a sentença, reformar a gare e as plataformas de embarque, bem como a manutenção e limpeza do terreno.</p>
<p>O acordo com o MPF prevê também a instalação de um Centro Cultural que contemple a “história do sistema ferroviário como fonte principal de conhecimento, com exposição fixa de conteúdos históricos e de dados atuais da ferrovia”. Além de salas de aulas para atividades de música, dança, teatro e artesanato, um local para apresentação e um ambiente para exposição temporária.</p>
<p>O centro deverá ser instalado em até um ano após o término da reforma e deverá contar com um investimento mínimo de R$ 500 mil. A SuperVia também demonstrou interesse em instalar no local uma Universidade Corporativa, para cursos de capacitação dos funcionários com treinamentos, palestras e cursos como auxiliar de maquinista, maquinista e controlador.</p>
<p>O acordo reconheceu que os trens, vagões e demais bens móveis que se encontram na estação não são responsabilidade da SuperVia.</p>
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