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	<title>Ipea &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Ipea &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cinco jovens são assassinados a cada duas horas no Brasil, aponta Atlas da Violência</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cinco-jovens-sao-assassinados-a-cada-duas-horas-no-brasil-aponta-atlas-da-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 16:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Violência 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou 21,8 mil homicídios de jovens de 15 a 29 anos em 2023, segundo o Atlas da Violência 2025, divulgado nesta segunda-feira (12). Isso representa uma média assustadora: cinco jovens mortos a cada duas horas. A faixa etária responde por 47,8% dos homicídios no país, que somaram 45,7 mil no total. O estudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 21,8 mil homicídios de jovens de 15 a 29 anos em 2023, segundo o Atlas da Violência 2025, divulgado nesta segunda-feira (12). Isso representa uma média assustadora: cinco jovens mortos a cada duas horas. A faixa etária responde por 47,8% dos homicídios no país, que somaram 45,7 mil no total.</p>
<p>O estudo revela que a morte violenta foi a principal causa de óbito entre jovens, sendo responsável por 34% das mortes nessa faixa etária. Do total de vítimas, 93,5% eram homens. A taxa de homicídio entre jovens foi de 45,1 por 100 mil habitantes, mais que o dobro da média nacional (21,2).</p>
<p>Apesar da gravidade, o índice vem caindo desde 2020, quando era de 54,8.</p>
<p>Além da juventude, o Atlas também aponta dados sobre outros grupos vulneráveis:</p>
<ul>
<li><strong>Mulheres</strong>: 3.903 foram vítimas de homicídio em 2023. A taxa nacional é de 3,5 por 100 mil. Roraima lidera, com índice três vezes maior (10,4).</li>
<li><strong>LGBTQIAPN+</strong>: os casos de violência contra homossexuais e bissexuais aumentaram <strong>35%</strong> em 2023, enquanto os registros de agressões contra pessoas trans e travestis cresceram <strong>43%</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Negros têm 2,7 vezes mais risco de serem assassinados no Brasil, revela Atlas da Violência 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/negros-tem-27-vezes-mais-risco-de-serem-assassinados-no-brasil-revela-atlas-da-violencia-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 16:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Violência 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[O risco de uma pessoa negra ser vítima de homicídio no Brasil é 2,7 vezes maior do que o de uma pessoa não negra, segundo o Atlas da Violência 2024, divulgado nesta segunda-feira (12). Embora o número represente uma leve queda em relação a 2022 (2,8 vezes), o índice cresceu 15,6% na última década — [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O risco de uma pessoa negra ser vítima de homicídio no Brasil é 2,7 vezes maior do que o de uma pessoa não negra, segundo o Atlas da Violência 2024, divulgado nesta segunda-feira (12). Embora o número represente uma leve queda em relação a 2022 (2,8 vezes), o índice cresceu 15,6% na última década — em 2013, a diferença era de 2,4 vezes.</p>
<p>Em 2023, foram 35.213 homicídios entre pretos e pardos, com uma taxa de 28,9 por 100 mil habitantes. Entre os não negros, foram 9,9 mil mortes (10,6 por 100 mil). O estudo, feito pelo Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aponta que a desigualdade racial na violência letal não só persiste, como se intensifica.</p>
<p>Apesar da redução geral de homicídios no Brasil nos últimos dez anos (queda de 20,3%), a violência continua afetando desproporcionalmente a população negra, que representa mais da metade da população brasileira (55,5%) e enfrenta piores condições socioeconômicas.</p>
<p>O levantamento também destaca o alto índice de homicídios entre indígenas, com taxa de 22,8 por 100 mil em 2023. Em estados como Roraima (235,3) e Mato Grosso do Sul (178,7), os números são alarmantes. O povo Guarani-Kaiowá, por exemplo, registrou mais de 500 internações por agressões nos últimos anos, em meio a conflitos territoriais agravados pelo avanço do agronegócio.</p>
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		<title>Homicídios crescem para mulheres negras e caem para não negras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/homicidios-crescem-para-mulheres-negras-e-caem-para-nao-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 14:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas da Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova edição do Atlas da Violência, publicação anual do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que a taxa de homicídios para mulheres negras cresceu no país 0,5% entre 2020 e 2021. No mesmo período, houve redução de 2,8% para as mulheres não negras, que incluem brancas, amarelas e indígenas. Em 2021, 2.601 mulheres [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A nova edição do Atlas da Violência, publicação anual do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que a taxa de homicídios para mulheres negras cresceu no país 0,5% entre 2020 e 2021. No mesmo período, houve redução de 2,8% para as mulheres não negras, que incluem brancas, amarelas e indígenas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em 2021, 2.601 mulheres negras foram vítimas de homicídio no Brasil. Esse número representa 67,4% do total de mulheres assassinadas. Também corresponde a uma taxa de 4,3 vítimas para cada população de 100 mil. Trata-se de um índice 79% superior ao das mulheres não negras.</p>
<p>&#8220;Historicamente, pessoas negras são as maiores vítimas de violência no Brasil, aspecto que, infelizmente, se discute ano após ano nas edições do Atlas da Violência. Quando falamos de violência contra as mulheres, os dados não diferem: a violência letal é mais prevalente entre mulheres negras do que não negras&#8221;, conclui a publicação.</p>
<p>São indicadas algumas razões para esse cenário, entre eles, fatores econômicos. A discriminação racial e de gênero no mercado de trabalho e o consequente menor rendimento das mulheres negras na comparação com as mulheres não negras as tornam mais dependentes do cônjuge e mais passíveis de sofrerem violência de gênero.</p>
<p>O Atlas da Violência se baseia principalmente em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos sob gestão do Ministério da Saúde. Também são levados em conta os mapeamentos demográficos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A série histórica de homicídios foi atualizada incluindo informações de 2021.</p>
<h2>Mulheres assassinadas</h2>
<p>Conforme a publicação, entre 2020 e 2021, 14 unidades da federação apresentaram crescimento na taxa de mulheres assassinadas. Os menores índices são de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Distrito Federal.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Roraima está no topo dos estados com maiores taxas de homicídios de mulheres no ano de 2021: 7,4 mulheres mortas a cada 100 mil. Ele é seguido por Ceará e Acre. &#8220;Chama atenção que Roraima, mesmo apresentando uma redução de quase 41%, permanece como o estado com maior taxa de homicídios femininos no país&#8221;, informa o Ipea.</p>
<p>São listadas três causas para o aumento da violência de gênero contra as mulheres nos últimos anos. O primeiro é a redução significativa do orçamento público federal para as políticas de enfrentamento ao problema. Segundo o Atlas, a proposta orçamentária do governo anterior, liderado por Jair Bolsonaro, reduziu em 94% os recursos previstos. Outro fator seria o radicalismo político, que teria reforçado valores do patriarcado.</p>
<p>Por último, a pandemia de covid-19 teria produzido cinco efeitos: restrição do funcionamento dos serviços protetivos, menor controle social devido ao isolamento, aumento dos conflitos associado a uma maior convivência, alta dos divórcios e perda econômica relativa das mulheres na família.</p>
<h2>Violência de gênero</h2>
<p>Dados do anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública 2022 &#8211; reunidos no Atlas da Violência &#8211; trazem informações que reforçam o panorama de aumento da violência de gênero.</p>
<p>&#8220;Quando a respondente foi perguntada se sofreu batida, empurrão ou chute nos últimos 12 meses, 11,6% das mulheres responderam positivamente, ante um índice de 6,3% na pesquisa de 2021&#8221;, informa a publicação.</p>
<p>Segundo o Atlas da Violência, os números representam apenas a ponta do iceberg. &#8220;Nunca houve interesse dos governos em produzir, no plano nacional, uma pesquisa domiciliar com metodologia robusta, com amostragem aleatória e os necessários requisitos metodológicos para que as entrevistadas pudessem reportar verdadeiramente os fatos sobre esse tema tão delicado&#8221;, revela a publicação.</p>
<p>Além disso, é lembrado que o crime de feminicídio foi tipificado em 2015, o que ainda é muito recente. Dessa forma, os órgãos de segurança ainda estão em um processo de aprendizado na correta classificação. O crime de feminicídio é caracterizado como o assassinato que envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Sendo assim, nem todo homicídio que tem uma mulher como vítima se enquadra como feminicídio.</p>
<p>A maior parte das mulheres assassinadas no Brasil é morta fora de suas casas. Mas chama atenção nos dados que, enquanto o homicídio de mulheres caiu a partir de 2018 acompanhando a tendência de homicídios em geral, o assassinato de mulheres dentro das residências mantém estabilidade. No recorte por idade, no entanto, notam-se mudanças.</p>
<p>&#8220;É interessante observar que, ao longo do tempo, há proporcionalmente menos homicídios de mulheres dentro das residências para as faixas etárias abaixo de 24 anos; ao mesmo tempo, observa-se relativa estabilidade nessa proporção para jovens adultas entre 25 a 29 anos, e aumento proporcional na letalidade de mulheres acima de 30 anos de idade&#8221;, informa a publicação.</p>
<p>Esse movimento é explicado por dois fatores: a redução das populações de jovens em decorrência do envelhecimento populacional e uma maior propensão das gerações mais novas em refutar valores do patriarcado.</p>
<h2>População negra</h2>
<p>Mesmo quando os dados envolvem a população negra, incluindo homens e mulheres, o cenário é similar. Em 2021, 79% de todas as vítimas de homicídio eram negros. A publicação aponta que condições socioeconômicas fazem desta população um grupo mais vulnerável, mas indica que é preciso considerar também um outro fator.</p>
<p>&#8220;Duas pessoas com as mesmas características (escolaridade, sexo, idade, estado civil), que moram no mesmo bairro, sendo uma negra e uma branca, a primeira tem 23% a mais de chances de ser assassinada em relação à segunda. Ou seja, além dos canais indiretos, por meio dos quais o racismo estrutural opera para legar uma maior taxa de letalidade para a população negra, há o racismo que mata, operando diretamente na letalidade contra negros, por meio de um processo atávico de desumanização, que imprime uma imagem estereotipada do negro como perigoso, como pobre e bandido&#8221;, observa a publicação.</p>
</div>
</div>
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		<title>Desemprego atinge em abril menor patamar em oito anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-atinge-em-abril-menor-patamar-em-oito-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 16:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação, que mantinha relativa estabilidade em torno de 8,5%, voltou a recuar com mais força no último bimestre, atingindo em abril o patamar de 8% na série dessazonalizada, menor nível em oito anos. Os dados foram calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desocupação, que mantinha relativa estabilidade em torno de 8,5%, voltou a recuar com mais força no último bimestre, atingindo em abril o patamar de 8% na série dessazonalizada, menor nível em oito anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados foram calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora de algumas variáveis ligadas aos rendimentos, subocupação e desalento confirmam esse cenário mais otimista para o mercado de trabalho.</p>
<p>Em abril, na comparação com o mês anterior, a população ocupada apresentou a quarta expansão consecutiva, com aproximadamente 99,2 milhões de pessoas. “Adicionalmente, enquanto a ocupação formal registrou crescimento médio interanual de 3,2%, no último trimestre, encerrado em abril, a população ocupada informal apresentou retração de 0,6%, nessa mesma base de comparação”, diz o Ipea.</p>
<p>Segundo a análise, o recorte setorial mostra que o crescimento da ocupação tem ocorrido de forma generalizada, mas com diferente intensidade. Nos últimos 12 meses, encerrados em abril, todos os setores tiveram criação de empregos, com destaque para o comércio (376,2 mil), os serviços administrativos (264,5 mil), a indústria de transformação (204,9 mil) e a construção civil (191,6 mil). Em abril, o contingente de 107,9 milhões de pessoas pertencentes à força de trabalho era 0,8% menor que o observado no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>De acordo com o estudo, nos últimos 12 meses a população desalentada registrou queda de 15,8%. Os números caíram de 4,3 milhões, em abril do ano passado, para 3,5 milhões em abril deste ano. Além da queda do número de desalentados, foi observada retração da parcela de indivíduos que estão fora da força de trabalho devido ao estudo, às obrigações domésticas, a problemas de saúde, entre outros motivos, que não desejam retornar à atividade, mesmo diante de uma proposta de emprego.</p>
<p><em>“Uma possível explicação é a melhora do mercado de trabalho que pode estar gerando uma necessidade menor de compensar perdas de emprego e/ou rendimento domiciliares, possibilitando que demais membros da residência possam se dedicar exclusivamente a outras atividades”,</em> diz o Ipea.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Brasil tem 822 mil estupros por ano ou dois por minuto, estima Ipea</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-tem-822-mil-estupros-por-ano-ou-dois-por-minuto-estima-ipea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 15:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) chama a atenção para um problema crítico no Brasil e que afeta principalmente as mulheres: o número estimado de casos de estupro no país por ano é de 822 mil, o equivalente a dois por minuto. O estudo se baseou em dados da Pesquisa Nacional da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) chama a atenção para um problema crítico no Brasil e que afeta principalmente as mulheres: o número estimado de casos de estupro no país por ano é de 822 mil, o equivalente a dois por minuto.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O estudo se baseou em dados da Pesquisa Nacional da Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNS/IBGE), e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, tendo 2019 como ano de referência. De acordo com o Sinan, a maior quantidade de casos de estupro ocorre entre jovens, com o pico de idade aos 13 anos.</p>
<p>Com base nessa estimativa, o Ipea também calculou a taxa de atrito para o país, ou seja, a proporção dos casos estimados de estupro que não são identificados nem pela polícia, nem pelo sistema de saúde. A conclusão é que, dos 822 mil casos por ano, apenas 8,5% chegam ao conhecimento da polícia e 4,2% são identificados pelo sistema de saúde.</p>
<blockquote><p>“O quadro é grave, pois, além da impunidade, muitas das vítimas de estupro ficam desatendidas em termos de saúde, já que, como os autores ressaltam, a violência sexual contra as mulheres frequentemente está associada a depressão, ansiedade, impulsividade, distúrbios alimentares, sexuais e de humor, alteração na qualidade de sono, além de ser um fator de risco para comportamento suicida”, diz o Ipea.</p></blockquote>
<p>Quanto às relações entre agressores e vítimas de estupro, notam-se quatro grupos principais: os parceiros e ex-parceiros, os familiares (sem incluir as relações entre parceiros), os amigos/conhecidos e os desconhecidos.</p>
<p>Neste cenário, a estimativa de 822 mil estupros por ano é, de acordo com os responsáveis pela pesquisa, conservadora. Pesquisador do Ipea e um dos autores do estudo, Daniel Cerqueira afirmou que faltam pesquisas especializadas sobre violência sexual abrangendo o universo da população brasileira. Segundo ele, uma limitação das análises é que elas se fundamentam inteiramente numa base de registros administrativos (Sinan).</p>
<p>“O registro depende, em boa parte dos casos, da decisão da vítima, ou de sua família, por buscar ajuda no Sistema Único de Saúde”, disse, em nota, o pesquisador. Segundo o Ipea, dessa forma, o número de casos notificados difere “substancialmente da prevalência real, pois muitas vítimas terminam por não se apresentar a nenhum órgão público para registrar o crime, seja por vergonha, sentimento de culpa, ou outros fatores”.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Agronegócio registra superávit de US$ 43,7 bilhões até abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/agronegocio-registra-superavit-de-us-437-bilhoes-ate-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 23:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A balança comercial do agronegócio brasileiro apresentou superávit de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, até abril, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O setor foi o responsável por puxar o saldo positivo da balança comercial brasileira, que apresentou um superávit de mais de US$ 20,2 bilhões no acumulado do ano, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p><a href="https://balanca.economia.gov.br/balanca/publicacoes_dados_consolidados/nota.html" target="_blank" rel="noopener">A balança comercial do agronegócio</a> brasileiro apresentou superávit de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, até abril, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O setor foi o responsável por puxar o saldo positivo da balança comercial brasileira, que apresentou um superávit de mais de US$ 20,2 bilhões no acumulado do ano, também até abril de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A balança comercial é calculada com base nas importações e as exportações. De acordo com os dados divulgados pelo Ipea, as exportações do setor do agronegócio este ano foram de US$ 48,7 bilhões, o que representa uma alta de 34,9% em relação ao mesmo período de 2021. As importações registram estabilidade em relação ao ano passado, com alta de 0,7%, chegando a US$ 5 bilhões. O saldo dos demais bens foi um déficit de US$ 23,5 bilhões.</p>
<p>Apenas no mês de abril, o agronegócio exportou US$ 14,9 bilhões, o que, de acordo com o Ipea, contribuiu para um superávit de US$ 13,6 bilhões no saldo da balança comercial do setor, crescimento de 15,2% frente ao mesmo mês de 2021. Já as importações brasileiras do setor totalizaram US$ 1,3 bilhão no mês, com alta de 11,7% na comparação com abril de 2021.</p>
<p>Os demais bens fecharam o mês de abril com déficit de US$ 5,5 bilhões, US$ 3,7 bilhões a mais que no mesmo período de 2021. Ainda assim, a balança comercial total encerrou abril com saldo positivo de US$ 8,1 bilhões.</p>
<h2>Produtos</h2>
<p>A soja lidera as exportações do agronegócio no país. Na análise do Ipea, em relação a abril do ano passado, no entanto, a soja em grão registrou significativa queda no volume exportado por conta da sobreoferta de carne suína da China, o maior consumidor do produto, usado principalmente como ração. Com o aumento na oferta de carne, a China precisou congelar o excedente e reduzir os investimentos na reposição do rebanho, o que reduziu também a demanda por rações.</p>
<p>Apesar da queda no volume exportado, a soja teve um aumento de 41,8% no preço do grão, ante abril de 2021.</p>
<p>A sobreoferta de carne suína na China afetou também as exportações brasileiras do produto, que ficaram aquém das registradas em 2021. Já a demanda chinesa por carne bovina fez com que os preços médios desse produto seguissem elevados. A carne de frango teve aumento de 27,2% no preço médio e de 5,6% na quantidade exportada.</p>
<p>Em relação às importações brasileiras no agronegócio, o trigo aparece na liderança, em patamares semelhantes aos de anos anteriores. A safra recorde em 2021/2022 e a demanda internacional aquecida fizeram com que o trigo produzido no Brasil fosse também vendido a outros países principalmente em março e em abril.</p>
<p>Em abril, a entrada de adubos e fertilizantes no país foi 72,4% superior ao verificado em igual período de 2021, resultando em aumento de 6,4% no acumulado do ano.</p>
<p>O Ipea destaca ainda que, no total, o valor das importações cresceu 11,7% em abril, puxado pelo aumento geral de preços. Dos 16 produtos acompanhados nesta edição, 14 tiveram alta de preços, enquanto nove tiveram queda nas quantidades, incluindo quatro dos cinco itens mais expressivos da pauta de importações: pescados, produtos hortícolas, papel e malte.</p>
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		<title>Consumo aparente de bens industriais tem alta de 0,4% em fevereiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/consumo-aparente-de-bens-industriais-tem-alta-de-04-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 13:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo Aparente de Bens Industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Indicador de Consumo Aparente de Bens Industriais, divulgado ontem (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), registrou alta de 0,4% em fevereiro, em relação a janeiro, na série com ajuste sazonal. Com o  resultado, o trimestre móvel encerrado em fevereiro teve expansão de 0,5% na margem, marcando o terceiro período consecutivo de alta. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Indicador de Consumo Aparente de Bens Industriais, divulgado ontem (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), registrou alta de 0,4% em fevereiro, em relação a janeiro, na série com ajuste sazonal. Com o  resultado, o trimestre móvel encerrado em fevereiro teve expansão de 0,5% na margem, marcando o terceiro período consecutivo de alta.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados mostram que enquanto a produção interna destinada ao mercado nacional subiu 0,6%, em fevereiro, e 0,9% no trimestre móvel, as importações de bens industriais tiveram quedas de 1,7% e 6,5%, respectivamente.</p>
<p>Na comparação com fevereiro de 2021, entretanto, a demanda interna por bens industriais caiu 7,1%, o que levou o trimestre móvel a registrar também retração de 6,1% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Já no acumulado em 12 meses, a demanda cresceu 5,7%, enquanto a produção industrial, medida pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve alta de 2,8%. Na mesma base de comparação, as importações de bens industriais cresceram 24,8%.</p>
<p>Segundo o Ipea, excetuando o consumo aparente de bens intermediários, todos os demais grandes grupos econômicos apresentaram alta em fevereiro, frente a janeiro. Destaque para os segmentos de bens de consumo duráveis e de bens de capital, com expansões de 6,1% e 4,4%, respectivamente. No trimestre móvel findo em fevereiro, os dois segmentos também mostraram altas na margem (4,1% e 5%).</p>
<p>A pesquisa do Ipea revela que, em relação às classes de produção, a demanda interna por bens da indústria de transformação evoluiu 1,4% sobre janeiro e 0,2% no trimestre móvel. A extrativa mineral, por sua vez, caiu 13,3% na margem, enquanto o trimestre móvel registrou alta de 7,6%. No acumulado em doze meses, as indústrias extrativas apresentaram crescimento de 19,9%.</p>
<p>Quinze dos 22 segmentos da indústria de transformação tiveram variação positiva no consumo aparente, o que fez o índice de difusão passar de 18%, em janeiro, para 68%, em fevereiro. Esse índice mede a porcentagem dos segmentos com aumento em relação ao período anterior, após ajuste sazonal.</p>
<p>Entre os segmentos com peso relevante, outros equipamentos de transporte e farmoquímicos tiveram os melhores resultados, com altas de 24,7% e 17,1% na margem, respectivamente. Em relação ao trimestre móvel, dez segmentos registraram crescimento na comparação dessazonalizada, destacando o consumo aparente de veículos (10,2%), mostrou a pesquisa do Ipea.</p>
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