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	<title>IPCA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>IPCA &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 4,36% em 2026, aponta Banco Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano.</p>
<p>O levantamento reúne expectativas de mais de uma centena de instituições financeiras e é considerado uma das principais referências para acompanhar o comportamento futuro da economia. A nova revisão mantém a inflação próxima ao teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com margem de tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A alta nas projeções reforça uma tendência observada nas últimas semanas. Relatórios anteriores já apontavam aumento gradual nas estimativas, com o índice ultrapassando a marca de 4% após um período de estabilidade abaixo desse patamar.</p>
<p>Além da inflação, o mercado também atualizou outras previsões macroeconômicas. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 permanece moderada, girando em torno de 1,8%, refletindo um ritmo de expansão mais contido da economia brasileira.</p>
<p>No campo monetário, as projeções indicam manutenção de juros elevados. A taxa básica (Selic) deve encerrar o ano na faixa de 12%, evidenciando a necessidade de uma política mais restritiva para conter a inflação.</p>
<p>Outro ponto observado no relatório é a relativa estabilidade nas expectativas para os anos seguintes. Para 2027, a inflação projetada permanece abaixo de 4%, enquanto para horizontes mais longos, como 2028 e 2029, as estimativas seguem próximas de 3,5%, sinalizando uma possível convergência gradual para a meta.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e consolida as percepções do mercado sobre variáveis como inflação, crescimento econômico, câmbio e juros. As revisões frequentes refletem mudanças no cenário interno e externo, incluindo comportamento dos preços de commodities, política fiscal e dinâmica da economia global.</p>
<p>Com a inflação projetada em patamar elevado, o cenário reforça desafios para a política econômica ao longo de 2026, exigindo equilíbrio entre controle de preços e estímulo ao crescimento.</p>
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		<title>Prévia da inflação desacelera para 0,44% em março, com pressão dos alimentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-desacelera-para-044-em-marco-com-pressao-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%. Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%.</p>
<p>Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e bebidas, que apresentou elevação de 0,88%, exercendo o maior impacto no indicador mensal.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) atingiu 3,9%, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo governo federal, que prevê tolerância de até 4,5% ao ano.</p>
<p>Entre os itens que mais contribuíram para a alta dos alimentos, destacam-se produtos básicos do consumo diário. O açaí apresentou aumento expressivo de 29,95%, seguido pelo feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%).</p>
<p>Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio teve avanço de 1,10%, indicando maior impacto direto no orçamento das famílias. Já a alimentação fora de casa registrou alta mais moderada, de 0,35%, com desaceleração em relação ao mês anterior.</p>
<p>Além dos alimentos, o grupo de despesas pessoais também influenciou o resultado, com variação de 0,82%. Outros segmentos, como saúde, habitação e transportes, apresentaram aumentos mais moderados, contribuindo de forma complementar para o índice.</p>
<p>No setor de transportes, o destaque foi a elevação das passagens aéreas, que subiram 5,94% e tiveram o maior impacto individual entre os itens analisados. Em contrapartida, os combustíveis apresentaram leve queda média de 0,03%, com recuos nos preços da gasolina e do etanol, enquanto o diesel registrou alta.</p>
<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial do país e segue metodologia semelhante à do IPCA, com a diferença de ser calculado com base em um período antecipado de coleta de preços. O indicador serve como referência para acompanhar a tendência inflacionária antes do fechamento do índice mensal completo.</p>
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		<item>
		<title>Inflação prévia sobe 0,48% em setembro, puxada pela energia elétrica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-previa-sobe-048-em-setembro-puxada-pela-energia-eletrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 14:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Bônus Itaipu]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação de setembro (IPCA-15) avançou 0,48%, após queda de 0,14% em agosto. Em 12 meses, o índice acumula 5,32%, acima do teto da meta do governo, que é de 4,5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE. O principal impacto veio da energia elétrica residencial, que subiu 12,17% no mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação de setembro (IPCA-15) avançou 0,48%, após queda de 0,14% em agosto. Em 12 meses, o índice acumula 5,32%, acima do teto da meta do governo, que é de 4,5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE.</p>
<p>O principal impacto veio da energia elétrica residencial, que subiu 12,17% no mês e respondeu, sozinha, por quase todo o índice (0,47 p.p.). A alta é explicada pelo fim do Bônus Itaipu, desconto aplicado às contas em agosto, e pela cobrança da bandeira vermelha patamar 2, que acrescenta R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>Entre os grupos pesquisados, destaque para habitação (+3,31%), vestuário (+0,97%) e saúde (+0,36%). Já alimentação e bebidas recuaram pelo quarto mês seguido (-0,35%), puxados por quedas de tomate (-17,49%), cebola (-8,65%) e arroz (-2,91%).</p>
<p>O IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, coleta preços em 11 regiões metropolitanas e serve como termômetro para o IPCA “cheio”, que será divulgado em 9 de outubro.</p>
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		<title>Copom decide hoje se interrompe ciclo de alta na Selic, que está no maior patamar desde 2006</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-interrompe-ciclo-de-alta-na-selic-que-esta-no-maior-patamar-desde-2006/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia. Desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia.</p>
<p>Desde setembro do ano passado, o Copom elevou a Selic seis vezes consecutivas para conter a inflação. Parte do mercado espera uma nova alta para 15%, enquanto outra aposta na manutenção da taxa — com o ciclo de aperto se encerrando.</p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu apenas 0,26% em maio, acumulando 5,32% em 12 meses. Apesar da desaceleração, o número ainda está acima do teto da meta contínua, fixada em 3%, com tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A decisão do Copom também será influenciada pelo novo sistema de metas contínuas de inflação, que considera os últimos 12 meses mês a mês — não apenas o índice fechado do ano. Isso aumenta a vigilância sobre os efeitos prolongados da política monetária.</p>
<p>Analistas acompanham de perto não só a taxa definida, mas o tom do comunicado que será divulgado ao final da reunião. Sinais sobre os próximos passos do BC podem indicar quando começará um eventual ciclo de redução dos juros, atualmente projetado para 2026, segundo o Boletim Focus.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia e pode impactar diretamente o crédito, o consumo, os investimentos e o ritmo da economia brasileira nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Inflação desacelera em maio e fecha o mês com alta de 0,26%, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-desacelera-em-maio-e-fecha-o-mes-com-alta-de-026-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, subiu 0,26% em maio, resultado inferior ao registrado em abril (0,43%) e também ao de maio de 2023 (0,46%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 2,75% no ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, subiu 0,26% em maio, resultado inferior ao registrado em abril (0,43%) e também ao de maio de 2023 (0,46%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE.</p>
<p>Com o resultado, o IPCA acumula alta de 2,75% no ano e 5,32% nos últimos 12 meses, reforçando um cenário de desaceleração da inflação no curto prazo.</p>
<p>O principal responsável pela alta no mês foi o grupo Habitação, com variação de 1,19%, puxada pelo aumento de 3,62% na energia elétrica residencial. O acréscimo se deve à adoção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, além do impacto do reajuste de PIS/COFINS.</p>
<p>Também influenciaram os aumentos nos preços do gás encanado (0,25%) e da água e esgoto (0,77%).</p>
<p>Por outro lado, a inflação foi contida pela queda de 0,37% no grupo Transportes, com destaque para as passagens aéreas (-11,31%) e os combustíveis: gasolina (-0,66%), diesel (-1,30%), etanol (-0,91%) e gás veicular (-0,83%).</p>
<p>O grupo Alimentação e Bebidas também teve desaceleração expressiva, com alta de apenas 0,17%, contra 0,82% em abril. Os alimentos que mais contribuíram para essa desaceleração foram: tomate (-13,52%), arroz (-4%), ovo de galinha (-3,98%) e frutas (-1,67%).</p>
<p>Outros grupos também registraram alívio ou deflação:</p>
<ul>
<li><strong>Artigos de residência</strong>: -0,27%</li>
<li><strong>Vestuário</strong>: 0,41% (ante 1,02% em abril)</li>
<li><strong>Saúde e cuidados pessoais</strong>: 0,54% (ante 1,18%)</li>
<li><strong>Despesas pessoais</strong>: 0,35% (ante 0,54%)</li>
<li><strong>Comunicação</strong>: 0,07% (ante 0,69%)</li>
<li><strong>Educação</strong>: estabilidade em 0,05%</li>
</ul>
<p>O resultado de maio reforça a percepção de pressões localizadas, mas também de alívio inflacionário em áreas sensíveis ao consumo popular, o que pode influenciar decisões futuras sobre a política de juros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>PIB em alta: mercado eleva projeção de crescimento da economia brasileira em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pib-em-alta-mercado-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-brasileira-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 20:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global. O leve ajuste ocorre em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro aumentou ligeiramente sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14), a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,97% para 1,98%, refletindo o otimismo moderado com o desempenho da economia, mesmo diante das turbulências no cenário global.</p>
<p>O leve ajuste ocorre em um momento de mudança estratégica na política comercial brasileira, com a entrada em vigor da Lei da Reciprocidade Comercial, sancionada na última sexta-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A nova legislação permite ao Brasil responder com medidas comerciais a países e blocos que imponham barreiras unilaterais aos produtos brasileiros.</p>
<h3>Crescimento sob pressão externa</h3>
<p>Apesar do otimismo contido, o cenário externo traz incertezas. A escalada da guerra comercial intensificada pelos Estados Unidos, especialmente contra a China, também atingiu o Brasil. O governo norte-americano, sob comando de Donald Trump, impôs tarifas de 10% sobre todas as exportações brasileiras, com sobretaxas de 25% para aço e alumínio — setores sensíveis para a indústria nacional.</p>
<p>A medida acendeu um alerta no Planalto. Lula, durante a 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), em Honduras, voltou a criticar as tarifas unilaterais e afirmou que o Brasil usará todos os mecanismos diplomáticos e jurídicos disponíveis, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), antes de adotar retaliações.</p>
<h3>Nova lei e proteção à competitividade</h3>
<p>A Lei da Reciprocidade Comercial é considerada uma resposta firme e pragmática à nova ordem comercial global. O texto autoriza o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex) a impor restrições à importação de bens e serviços de países que prejudiquem a competitividade do Brasil ou interfiram em suas decisões soberanas.</p>
<p>A norma estabelece ainda que qualquer medida comercial reativa será precedida por tentativas de negociação, mantendo o país alinhado aos princípios do comércio justo e do multilateralismo.</p>
<h3>Expectativas para 2025</h3>
<p>Mesmo com o ambiente desafiador, a elevação da projeção do PIB sinaliza confiança na resiliência da economia brasileira, impulsionada por medidas internas de proteção e ajustes estruturais. Analistas destacam o papel da nova lei como um passo importante para a defesa da indústria nacional, sem descuidar da diplomacia.</p>
<p>O leve avanço na estimativa do crescimento, embora modesto, indica que o mercado aposta em um Brasil mais preparado para enfrentar choques externos e preservar sua posição no comércio global.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Atividade econômica do Brasil cresce 0,9% em janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/atividade-economica-do-brasil-cresce-09-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBC-Br]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira iniciou 2025 com um desempenho positivo. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central (BC), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 0,9% em janeiro na comparação com dezembro de 2024, considerando ajustes sazonais. O indicador atingiu 154,6 pontos no mês, e, na comparação com janeiro de 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira iniciou 2025 com um desempenho positivo. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central (BC), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 0,9% em janeiro na comparação com dezembro de 2024, considerando ajustes sazonais.</p>
<p>O indicador atingiu 154,6 pontos no mês, e, na comparação com janeiro de 2024, registrou crescimento de 3,6% (sem ajuste sazonal). No acumulado de 12 meses, a alta foi de 3,8%, evidenciando um ritmo consistente de expansão da atividade econômica no país.</p>
<h3>Indicador e Política Monetária</h3>
<p>O IBC-Br é um termômetro da atividade econômica nacional e auxilia o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC na tomada de decisões sobre a taxa Selic, atualmente fixada em 13,25% ao ano. O índice reflete o desempenho de setores-chave da economia, como indústria, comércio, serviços e agropecuária, além da arrecadação tributária.</p>
<p>A taxa Selic é o principal mecanismo do Banco Central para controlar a inflação. Quando elevada, os juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam o consumo, reduzindo a pressão inflacionária. Por outro lado, cortes na Selic tornam o crédito mais acessível, estimulando o consumo e a produção, mas podem comprometer o controle da inflação.</p>
<h3>Inflação e Perspectivas para os Juros</h3>
<p>Em fevereiro, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou alta de 1,31%, impulsionada pelo aumento no custo da energia elétrica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 5,06%, acima do teto da meta de 3%, que permite uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</p>
<p>Diante do cenário de alta do dólar e incertezas na economia global, o Banco Central elevou a Selic pela quarta vez consecutiva na reunião de janeiro, consolidando um ciclo de contração monetária. O Copom já confirmou que aumentará a Selic para 14,25% ao ano na reunião desta semana, mas ainda não definiu se haverá novos reajustes na reunião de maio, destacando que monitorará os próximos dados inflacionários.</p>
<h3>PIB e Projeções Econômicas</h3>
<p>Apesar das flutuações monetárias, a economia brasileira segue crescendo. O IBC-Br é um indicador importante para a formulação de políticas econômicas, mas sua metodologia difere da utilizada para calcular o Produto Interno Bruto (PIB), índice oficial da economia divulgado pelo IBGE.</p>
<p>Em 2024, o PIB do Brasil cresceu 3,4%, consolidando o quarto ano consecutivo de crescimento e marcando a maior expansão desde 2021, quando o país registrou avanço de 4,8%. A continuidade dessa trajetória dependerá do comportamento dos juros, da inflação e do cenário internacional nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Inflação de janeiro é a menor para o mês desde 1994</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-de-janeiro-e-a-menor-para-o-mes-desde-1994/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 16:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial de janeiro registrou alta de 0,16%, a menor variação para o mês desde 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fator para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi o Bônus Itaipu, que proporcionou um desconto na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação oficial de janeiro registrou alta de 0,16%, a menor variação para o mês desde 1994, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O principal fator para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi o Bônus Itaipu, que proporcionou um desconto na conta de luz de milhões de brasileiros.</p>
<p>Em dezembro de 2024, o IPCA havia ficado em 0,52%, e, no acumulado de 12 meses, a inflação está em 4,56%, ainda acima da meta do governo, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</p>
<h3>Energia elétrica puxou índice para baixo</h3>
<p>O maior impacto na queda da inflação veio do setor de energia elétrica residencial, que registrou queda de 14,21%, representando um impacto de -0,55 ponto percentual no IPCA. Como consequência, o grupo habitação recuou 3,08%, ajudando a segurar a alta dos preços.</p>
<h3>Transportes e alimentos pressionam inflação</h3>
<p>Apesar da desaceleração, alguns setores continuam puxando a inflação para cima. O grupo transportes subiu 1,3%, com destaque para as passagens aéreas, que aumentaram 10,42%, e as tarifas de ônibus urbano, que subiram 3,84%.</p>
<p>Já o grupo alimentos e bebidas teve alta de 0,96%, impactado pelo aumento no preço do café moído (8,56%), do tomate (20,27%) e da cenoura (36,14%).</p>
<p>O índice de difusão, que mede o percentual de itens com alta de preços, ficou em 65% em janeiro, abaixo dos 69% registrados em dezembro.</p>
<p>O IPCA monitora a variação dos preços em 16 regiões metropolitanas e capitais, abrangendo famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos.</p>
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		<title>Orçamento de 2025 projeta crescimento econômico de 2,64% e inflação de 3,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 01:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento 2025]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto do Orçamento para 2025, encaminhado ao Congresso Nacional na noite desta sexta-feira (30), trouxe ajustes significativos nas projeções econômicas em comparação com os parâmetros estabelecidos pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de abril. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi ligeiramente reduzida de 2,8% para 2,64% no Projeto de Lei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto do Orçamento para 2025, encaminhado ao Congresso Nacional na noite desta sexta-feira (30), trouxe ajustes significativos nas projeções econômicas em comparação com os parâmetros estabelecidos pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de abril. A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi ligeiramente reduzida de 2,8% para 2,64% no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).</p>
<p>Já a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi revisada para cima, com uma nova previsão de 3,3%, frente aos 3,1% anteriormente estimados. Outras variáveis macroeconômicas também passaram por ajustes. A Taxa Selic, que representa os juros básicos da economia, foi recalculada para uma média de 9,61% ao ano em 2025, enquanto a estimativa anterior era de 8,05%. A cotação média do dólar foi elevada de R$ 4,98 para R$ 5,19.</p>
<p>O documento também delineou previsões até 2028. O crescimento anual do PIB foi projetado em 2,6% para o período de 2026 a 2028, enquanto o IPCA deve estabilizar-se em 3% ao ano. Em termos de política monetária, a Selic deverá cair para 8,26% ao ano em 2026, com tendência de redução para 6,9% em 2027 e 2028. No momento, a taxa está fixada em 10,5% ao ano.</p>
<p>Em relação ao IPCA, a expectativa de 3,3% para 2025 fica ligeiramente acima da meta central de 3% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Considerando a margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, a inflação poderá variar entre 1,5% e 4,5% no próximo ano sem que a meta seja considerada descumprida. Em julho, o IPCA acumulado em 12 meses alcançou 4,5%, exatamente no limite superior da meta.</p>
<p>Além disso, o projeto orçamentário prevê que o preço médio do barril de petróleo será de US$ 80,79 em 2025, influenciando as receitas da União provenientes de royalties. A massa salarial nominal deverá registrar um crescimento de 7,84% no próximo ano.</p>
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		<title>Mercado eleva previsão de inflação para 2024 e ajusta crescimento do PIB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 15:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro revisou, pela quinta semana consecutiva, sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024, elevando-a de 4,2% para 4,22%. As informações são do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), que reúne as expectativas de diversas instituições financeiras. O IPCA é utilizado como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro revisou, pela quinta semana consecutiva, sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024, elevando-a de 4,2% para 4,22%. As informações são do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), que reúne as expectativas de diversas instituições financeiras. O IPCA é utilizado como o principal indicador da inflação oficial no Brasil.</p>
<p>Para 2025, a projeção de inflação apresentou uma leve queda, passando de 3,97% para 3,91%, enquanto a previsão para 2026 permaneceu estável em 3,6%. Mesmo com a projeção para 2024 acima da meta oficial de 3%, ela ainda se encontra dentro da margem de tolerância estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A partir de 2025, o sistema de meta contínua para a inflação entrará em vigor, eliminando a necessidade de uma nova meta anual definida pelo CMN. O centro da meta contínua foi estabelecido em 3%, com a mesma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>No que diz respeito ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2024, o mercado financeiro ajustou ligeiramente sua expectativa de crescimento, de 2,2% para 2,23%. Para 2025, a projeção de crescimento do PIB foi revisada para baixo, de 1,92% para 1,89%, enquanto a previsão para 2026 permanece inalterada em 2% por 54 semanas consecutivas.</p>
<p>Em 2023, a economia brasileira superou as expectativas, registrando um crescimento de 2,9% e atingindo um valor total de R$ 10,9 trilhões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação, o crescimento do PIB em 2022 foi de 3%.</p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) mantém-se estável em 10,50% para 2024 há nove semanas, segundo o mercado. Para 2025, a projeção foi revisada para 10%, frente aos 9,75% da semana anterior. Já para 2026, a expectativa continua em 9% há 14 semanas. A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para controlar a inflação.</p>
<p>Com relação ao câmbio, o mercado prevê que o dólar fechará 2024 cotado a R$ 5,31, um leve aumento em comparação à projeção anterior de R$ 5,30. As previsões para 2025 e 2026 permanecem estáveis, em R$ 5,30 e R$ 5,25, respectivamente.</p>
<p>Em julho, a inflação no Brasil foi de 0,38%, puxada principalmente pelo aumento nos preços da gasolina, passagens aéreas e energia elétrica, conforme apontou o IBGE. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula uma alta de 4,5%, situando-se no limite superior da meta de inflação.</p>
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