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	<title>IPC &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inflação do aluguel tem 3º mês seguido de queda e acumula menor alta em um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 15:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes de contratos de aluguel, registrou deflação de 0,77% em julho, marcando o terceiro mês consecutivo de queda nos preços. Dos sete meses de 2025, quatro apresentaram resultado negativo. Em junho, a deflação havia sido ainda maior, de 1,67%. Segundo dados do Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes de contratos de aluguel, registrou deflação de 0,77% em julho, marcando o terceiro mês consecutivo de queda nos preços. Dos sete meses de 2025, quatro apresentaram resultado negativo. Em junho, a deflação havia sido ainda maior, de 1,67%.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), divulgados nesta quarta-feira (30), o acumulado de 12 meses chegou a 2,96%, o menor patamar desde junho de 2024, quando foi de 2,45%. Em março deste ano, o indicador chegou a 8,58%, iniciando desde então uma trajetória de desaceleração.</p>
<h3><strong>Principais componentes</strong></h3>
<p>O recuo do IGP-M foi puxado pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do indicador e apresentou deflação de 1,29%. Entre os itens com maior queda, destacaram-se café em grão (-22,52%), milho (-7,54%), batata-inglesa (-29,63%) e minério de ferro (-1,86%).</p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no cálculo, teve alta de 0,27%, influenciado principalmente pela energia elétrica (2,74%) e passagens aéreas (6,29%), pressionadas pela demanda de férias escolares e pela bandeira tarifária vermelha, que adicionou R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), responsável por 10% do IGP-M, subiu 0,91% em julho, refletindo aumento de 0,86% em materiais, equipamentos e serviços, e de 0,99% nos custos de mão de obra.</p>
<h3><strong>Relevância do IGP-M</strong></h3>
<p>Conhecido como “inflação do aluguel”, o IGP-M é amplamente utilizado como base para reajustes anuais de contratos imobiliários, tarifas públicas e serviços essenciais. A pesquisa da FGV coleta preços em sete capitais: Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, com período de apuração entre 21 de junho e 20 de julho.</p>
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		<title>Inflação medida pelo IGP-DI sobe 2,37% em março, informa a FGV</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-medida-pelo-igp-di-sobe-237-em-marco-informa-a-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 15:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 2,37% em março, acima do 1,5% verificado em fevereiro. O acumulado do ano está em 6% e a alta chega a 15,57% em 12 meses. Em março do ano passado, o índice registrava inflação de 2,17% e acumulava alta de 30,63% em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 2,37% em março, acima do 1,5% verificado em fevereiro. O acumulado do ano está em 6% e a alta chega a 15,57% em 12 meses. Em março do ano passado, o índice registrava inflação de 2,17% e acumulava alta de 30,63% em 12 meses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O IGP-DI indica o movimento de preços em toda a cadeia produtiva: desde as matérias-primas agrícolas e industriais, passando pelos produtos intermediários até os de bens e serviços finais.</p>
<p>O coordenador dos índices de preços da FGV, André Braz, explica que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que subiu 2,8% em março, foi impactado pelos derivados de petróleo.</p>
<p>“O IPA, índice de maior expressão na composição do resultado do IGP, recebeu, nesta apuração, forte influência dos derivados do petróleo, cujos destaques foram diesel (de 2,7% para 16,86%), gasolina (de 1,71% para 12,69%) e adubos ou fertilizantes (-5,21% para 7,97%) que juntos responderam por 30% do resultado do IPA”.</p>
<p>Em fevereiro, o IPA subiu 1,94%. Por estágios de processamento, a taxa do grupo bens finais passou de 1,73% em fevereiro para 3,64% em março, sofrendo o impacto dos alimentos processados (de 0,61% para 4,03%). O índice de Bens Finais (ex), que exclui os alimentos <em>in natura</em> e combustíveis para o consumo, subiu 2,14% em março, depois da alta de 0,91% em fevereiro.</p>
<p>O grupo bens intermediários passou de 1,31% em fevereiro para 3,19% em março, com o avanço do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção (de 6,57% para 12,9%). O índice de bens intermediários (ex), calculado com a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, acelerou de 0,42% para 1,45% em março.</p>
<p>No estágio das matérias-primas brutas, a taxa desacelerou, variando 1,73% em março, depois da alta de 2,76% em fevereiro. Ocorreram reduções na variação de preço da soja em grão (de 10,16% para 3,48%), do café em grão (de 0,89% para -10,76%) e do milho em grão (de 4,92% para 1,49%). As principais altas foram no minério de ferro (-0,10% para 2,82%), na mandioca (-6,01% para 8,63%) e nas aves (0,39% para 6,95%).</p>
<h2>IPC</h2>
<p>De acordo com o Ibre/FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 1,35% em março, após alta de 0,28% em fevereiro. Entre as oito classes de despesa componentes do índice, sete tiveram movimento de acréscimo na variação. Foram elas: transportes (de 0,07% para 2,51%), habitação (de 0,33% para 1,23%), alimentação (de 1,2% para 1,99%), educação, leitura e recreação (de -0,51% para 0,67%), saúde e cuidados pessoais (de -0,12% para 0,29%), vestuário (de 0,33% para 1,04%) e despesas diversas (de 0,08% para 0,39%).</p>
<p>O instituto destaca o comportamento dos preços da gasolina, que passou de variação de -1,35% em fevereiro para 5,08% em março, da tarifa de eletricidade residencial  (de -0,73% para 1,60%), hortaliças e legumes (de 8,44% para 14,79%), passagem aérea (de -4,09% para 3,26%), perfume (de -3,00% para 2,60%), roupas (de 0,34% para 1,17%) e serviços bancários (de 0,06% para 0,41%).</p>
<p>Também teve decréscimo na variação entre fevereiro e março o grupo comunicação, que passou de 0,08% para -0,11%, influenciado pela redução na tarifa de telefone residencial, que foi de -0,41% para -0,83%.</p>
<p>Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,86% em março, ante 0,38% em fevereiro deste ano. Entre os componentes do indicador, materiais e equipamentos passaram de 0,28% em fevereiro para 0,5% em março, serviços foram de 1,66% para 0,7% e a mão de obra acelerou de 0,25% para 1,21%.</p>
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