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	<title>invasão Venezuela &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>invasão Venezuela &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Assembleia Nacional da Venezuela anuncia libertação de presos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 00:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou, nesta quinta-feira (8), a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam presos. Não foi informado o número de pessoas que foram soltas. &#8220;O governo bolivariano, junto com as instituições do Estado, decidiu colocar em liberdade um número importante de pessoas venezuelanas e estrangeiras. Esses processos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou, nesta quinta-feira (8), a libertação de venezuelanos e estrangeiros que estavam presos. Não foi informado o número de pessoas que foram soltas.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;O governo bolivariano, junto com as instituições do Estado, decidiu colocar em liberdade um número importante de pessoas venezuelanas e estrangeiras. Esses processos de soltura estão ocorrendo desde este momento. Considere-se esse gesto do governo bolivariano de ampla intenção de busca pela paz&#8221;, disse Rodríguez, que é irmão da presidenta interina Delcy Rodríguez.</p></blockquote>
<p>Segundo Jorge Rodríguez, este é um <strong>gesto unilateral</strong>, que faz parte da estratégia de <strong>consolidar a convivência e busca fortalecer a união nacional contra as agressões externas sofridas recentemente.</strong></p>
<p>O presidente da Assembleia Nacional informou que o governo não tem conversas com setores extremistas, que negam a política, apenas com instituições e partidos que respeitam a Constituição venezuelana.</p>
<p>Nessa quarta-feira (7), <strong>a presidenta interina Delcy Rodríguez, em reunião com ministérios do governo, afirmou que a linha de ação para garantir a estabilidade do país passa pelo resgate do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, sequestrados pelos Estados Unidos no sábado (3).</strong></p>
<p>A presidenta interina ainda destacou que é preciso preservar a paz territorial e manter o governo democrático diante da agressão estrangeira. Delcy Rodríguez também disse que a unidade das forças revolucionárias venezuelanas é indispensável para a continuidade do projeto bolivariano, inaugurado pelo ex-presidente Hugo Chávez.</p>
<p><em>* Por Agência Brasil</em></p>
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		<title>Trump afirma que supervisão dos EUA sobre a Venezuela pode se estender por anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 11:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a supervisão norte-americana sobre a Venezuela — incluindo o controle das receitas do petróleo — pode se estender por um período indefinido, possivelmente por anos. A declaração foi feita em entrevista publicada nesta quinta-feira (8) pelo The New York Times, em uma conversa descrita pelo jornal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a supervisão norte-americana sobre a Venezuela — incluindo o controle das receitas do petróleo — pode se estender por um período indefinido, possivelmente por anos. A declaração foi feita em entrevista publicada nesta quinta-feira (8) pelo <em>The New York Times</em>, em uma conversa descrita pelo jornal como abrangente, com cerca de duas horas de duração.</p>
<p>Questionado sobre quanto tempo Washington pretende manter esse papel de supervisão, Trump evitou estabelecer prazos. “Só o tempo dirá”, disse. Ao ser provocado a estimar se a presença duraria alguns meses, um ano ou mais, respondeu: “Eu diria que muito mais tempo”.</p>
<p>Segundo o presidente norte-americano, a estratégia dos EUA passa pela reconstrução econômica da Venezuela a partir de seus vastos recursos energéticos. “Vamos reconstruí-la de forma muito lucrativa”, afirmou, ao comentar a operação militar realizada em 3 de janeiro, quando tropas norte-americanas foram enviadas ao país para capturar o então presidente Nicolás Maduro. “Vamos usar petróleo e vamos obter petróleo. Estamos baixando os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, de que necessitam desesperadamente.”</p>
<p>Trump também declarou que o governo dos Estados Unidos mantém uma relação “muito boa” com a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, aliada histórica de Maduro e ex-vice-presidente do líder deposto. Embora tenha se recusado a confirmar se conversou diretamente com ela, o presidente ressaltou que o diálogo é frequente. “Marco fala com ela o tempo todo”, disse, referindo-se ao secretário de Estado, Marco Rubio. “Posso lhe dizer que estamos em constante comunicação com ela e com o governo.”</p>
<p>Na entrevista, Trump evitou responder por que decidiu não transferir o poder à oposição venezuelana, que anteriormente havia sido reconhecida por Washington como vencedora legítima das eleições de 2024. Ainda assim, revelou um plano para refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano que permaneciam bloqueados no país em razão das sanções impostas pelos EUA. “Eles estão nos dando tudo o que achamos necessário”, afirmou, em referência às autoridades de Caracas.</p>
<p>A conversa com o <em>New York Times</em> também indicou uma possível distensão nas relações com a Colômbia. O jornal relatou que seus repórteres foram autorizados a acompanhar, sem registrar o conteúdo, uma ligação telefônica entre Trump e o presidente colombiano, Gustavo Petro. O telefonema, que teria durado cerca de uma hora, “pareceu dissipar qualquer ameaça imediata de ação militar dos EUA”, segundo o diário.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, Trump descreveu o diálogo como positivo. “Foi uma grande honra falar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos que tivemos. Apreciei sua ligação e seu tom e espero encontrá-lo em futuro próximo”, escreveu. Petro, por sua vez, classificou a conversa — a primeira entre os dois — como cordial.</p>
<p>A mudança de tom contrasta com declarações feitas poucos dias antes. No domingo (4), Trump havia ameaçado uma ação militar contra a Colômbia e se referido a Petro como “um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la para os EUA”. A entrevista ao <em>New York Times</em> sugere, ao menos por ora, um recuo nessa retórica e uma tentativa de reorganizar a estratégia norte-americana na América Latina, tendo a Venezuela como eixo central de sua política regional.</p>
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		<title>Mortes em ofensiva dos EUA à Venezuela chegam a 58, segundo autoridades locais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mortes-em-ofensiva-dos-eua-a-venezuela-chegam-a-58-segundo-autoridades-locais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[invasão Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco dias após a ação militar realizada pelos Estados Unidos (EUA) para retirar o presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder, as autoridades da Venezuela ainda não divulgaram um balanço oficial com o número total de mortos, feridos ou a extensão dos danos provocados pelos ataques. As ofensivas atingiram a capital, Caracas, e os estados de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco dias após a ação militar realizada pelos Estados Unidos (EUA) para retirar o presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder, as autoridades da Venezuela ainda não divulgaram um balanço oficial com o número total de mortos, feridos ou a extensão dos danos provocados pelos ataques. As ofensivas atingiram a capital, Caracas, e os estados de Aragua, La Guaira e Miranda.</p>
<p>As informações confirmadas até a noite desta terça-feira (6) indicam que ao menos 58 pessoas morreram no sábado (3), quando forças norte-americanas invadiram o território venezuelano, bombardearam pontos considerados estratégicos e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cília Flores. O casal foi levado à força para um centro de detenção temporária em Nova York.</p>
<p>Segundo dados oficiais parciais, a chamada Operação Resolução Absoluta resultou na morte de 32 militares cubanos responsáveis pela segurança do presidente venezuelano, além de 24 integrantes do Exército da Venezuela. Duas vítimas civis também tiveram suas mortes confirmadas.</p>
<h3>Vítimas civis identificadas</h3>
<p>Uma das civis mortas é Rosa Elena Gonzáles, de 80 anos, que vivia nas proximidades da Academia Militar da Armada Bolivariana, em La Guaira. De acordo com a imprensa venezuelana e agências internacionais, como a EFE, a residência da idosa foi atingida durante os bombardeios. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O enterro ocorreu na segunda-feira (5), acompanhado por familiares, amigos e jornalistas.</p>
<figure id="attachment_87755" aria-describedby="caption-attachment-87755" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87755" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Velorio-de-soldados-venezuelanos-mortos-na-invasao-estadunidense-ao-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Velório De Soldados Venezuelanos Mortos Na Invasão Estadunidense Ao País - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Velorio-de-soldados-venezuelanos-mortos-na-invasao-estadunidense-ao-pais-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Velorio-de-soldados-venezuelanos-mortos-na-invasao-estadunidense-ao-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Velorio-de-soldados-venezuelanos-mortos-na-invasao-estadunidense-ao-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/01/07-Velorio-de-soldados-venezuelanos-mortos-na-invasao-estadunidense-ao-pais-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87755" class="wp-caption-text">Velório de soldados venezuelanos mortos na invasão estadunidense ao país &#8211; Frame Ministerio del Poder Popular para la Defensa</figcaption></figure>
<p>A segunda vítima civil identificada é a colombiana Yohana Rodríguez Sierra, de 45 anos. A morte foi confirmada na segunda-feira pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que criticou duramente a ação norte-americana.</p>
<p>“Ao bombardear a Venezuela, assassinaram uma mãe colombiana”, escreveu Petro em sua conta oficial no X (antigo Twitter), classificando a operação como ilegal. Segundo a imprensa colombiana, a casa onde Yohana vivia com a filha, em uma área residencial de El Hatillo, no estado de Miranda, foi atingida por um míssil, possivelmente direcionado a estruturas de telecomunicações próximas. Ela vivia há mais de dez anos na Venezuela e mantinha um pequeno comércio.</p>
<h3>Reações oficiais e homenagens</h3>
<p>Nesta terça-feira (6), a Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb) realizou uma cerimônia em homenagem aos 24 soldados venezuelanos mortos na ação, que ocorreu sem autorização do Congresso dos EUA e sem aval do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores de Cuba também se manifestou, divulgando imagens dos 32 militares cubanos mortos e classificando a ofensiva como um “ato covarde e criminoso de terrorismo de Estado”.</p>
<p>“Nossos combatentes morreram cumprindo um sagrado dever”, afirmou a chancelaria cubana.</p>
<p>No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, durante um evento com parlamentares de seu partido, que “muitas pessoas do outro lado” morreram na incursão, incluindo cubanos, sem registrar baixas entre militares norte-americanos. Trump classificou a operação como “taticamente brilhante”.</p>
<h3>Bombardeios a embarcações ampliam número de vítimas</h3>
<p>Além das mortes em território venezuelano, a ofensiva militar norte-americana na região inclui ataques a pequenas embarcações no Mar do Caribe, sob a justificativa de combate ao narcotráfico.</p>
<p>De acordo com reportagem do <em>The New York Times</em>, ao menos 115 pessoas teriam sido mortas desde setembro de 2025 em bombardeios contra 35 embarcações, o que pode elevar para 173 o total de mortos atribuídos às ações militares dos EUA na região em menos de cinco meses.</p>
<p>Vídeos divulgados pelo próprio Departamento de Defesa dos Estados Unidos mostram ataques nos quais, em muitos casos, os tripulantes não tiveram chance de se render. Entre as vítimas está o colombiano Alejandro Carranza, de 42 anos, morto em setembro de 2025 quando seu barco foi atingido. Autoridades norte-americanas alegam que a embarcação transportava drogas, versão contestada pela família, que afirma que Carranza era pescador.</p>
<p>Em novembro, o presidente colombiano Gustavo Petro nomeou o advogado Dan Kovalik para representar a família de Carranza em uma ação apresentada à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) contra os Estados Unidos, classificando o caso como execução de um civil inocente.</p>
<p>Enquanto isso, a ausência de um balanço oficial completo mantém incertezas sobre a real dimensão humana e material da ofensiva militar na Venezuela.</p>
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		<title>Filho de Nicolás Maduro convoca mobilização popular por libertação do pai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 12:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado por forças dos Estados Unidos no último sábado (3), convocou neste domingo (5) a população a se mobilizar contra o que classificou como um ataque à soberania da Venezuela e contra a prisão de seu pai em território norte-americano. Em declaração divulgada pela Rádio Miraflores, Nicolás Ernesto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro, capturado por forças dos Estados Unidos no último sábado (3), convocou neste domingo (5) a população a se mobilizar contra o que classificou como um ataque à soberania da Venezuela e contra a prisão de seu pai em território norte-americano.</p>
<p>Em declaração divulgada pela Rádio Miraflores, Nicolás Ernesto Maduro afirmou que a família e aliados políticos permanecem tranquilos e determinados a reagir politicamente ao episódio. “Estamos bem, estamos calmos. Vão nos ver nas ruas, ao lado do povo”, declarou.</p>
<p>Segundo ele, a mobilização deve ter como foco a defesa da dignidade nacional e a rejeição de qualquer sinal de fragilidade diante da ação dos Estados Unidos. “Não nos verão fracos. Vamos erguer as bandeiras de [Hugo] Chávez e trabalhar para trazer Nicolás Maduro para casa são e salvo”, afirmou.</p>
<p>O apelo foi direcionado especialmente aos militantes do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), legenda de Maduro, e aos movimentos sociais do país. “Estamos firmes. Vamos avançar”, reforçou Nicolás Ernesto, ao convocar participação nas manifestações organizadas nos últimos dias para denunciar a operação militar norte-americana.</p>
<h3>Prisão e desdobramentos</h3>
<p>Os Estados Unidos anunciaram no sábado a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar na Venezuela. Washington afirmou que pretende governar o país de forma temporária até a conclusão de uma transição de poder.</p>
<p>O casal foi levado para Nova York, onde o ex-presidente venezuelano deve se apresentar nesta segunda-feira (5) a um tribunal em Manhattan. Enquanto isso, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a Presidência interina da Venezuela.</p>
<p>A prisão de Maduro e a intervenção norte-americana têm provocado forte reação internacional e intensificado a tensão política na América Latina, com apelos por diálogo, respeito à soberania e atuação de organismos multilaterais.</p>
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