<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Internet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/internet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 16:38:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Internet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Segurança leva famílias a adiar compra de celular para crianças, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/seguranca-leva-familias-a-adiar-compra-de-celular-para-criancas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91517</guid>

					<description><![CDATA[A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A preocupação com a segurança e a privacidade passou a ser o principal fator para que pais e responsáveis decidam não oferecer um telefone celular às crianças. A conclusão faz parte do módulo sobre Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os dados revelam que, em 2025, a parcela de brasileiros entre 10 e 13 anos que possuíam celular caiu para 55,2%. O índice representa uma redução de 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior e marca a primeira queda registrada desde o início da série histórica, iniciada em 2016.</p>
<p>Entre as crianças dessa faixa etária que ainda não têm aparelho próprio, a principal justificativa apresentada pelos responsáveis foi a preocupação com privacidade e segurança. Esse motivo foi citado por 32% dos entrevistados, percentual 7,8 pontos percentuais superior ao observado em 2024. Na comparação com 2022, esse indicador praticamente dobrou.</p>
<p>O cenário é diferente do observado há três anos. Em 2022, o alto custo do celular liderava as justificativas para que crianças de 10 a 13 anos não tivessem o equipamento. Na sequência apareciam a avaliação de que o aparelho não era necessário e o fato de a criança utilizar o telefone de outra pessoa. Naquele período, questões relacionadas à segurança ocupavam apenas a quarta posição entre os motivos mais mencionados.</p>
<p>O analista do IBGE Gustavo Fontes destaca ainda que o grupo de 10 a 13 anos foi o único que registrou queda na posse de celular em 2025. Nas outras faixas etárias, o crescimento se manteve, fazendo com que esse uso alcançasse 89,8% da população em geral.</p>
<p>&#8220;A gente tem visto cada vez mais uma preocupação com a segurança das crianças, com a exposição delas nas redes sociais, por exemplo. A gente teve também em 2025 uma restrição ao uso de celulares nas escolas&#8221;, avalia Fontes.</p>
<p>A pesquisa também identificou uma pequena redução no acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos, independentemente do dispositivo utilizado. O percentual passou de 84,9% para 84,4% entre 2024 e 2025. Entre aquelas que continuam sem acesso à rede, a justificativa mais frequente é a falta de necessidade. Em seguida, aparece novamente a preocupação com privacidade e segurança.</p>
<p>Assim como ocorreu na posse de celulares, essa diminuição foi exclusiva da faixa de 10 a 13 anos. Entre adolescentes de 14 a 19 anos, o acesso à internet permaneceu estável, enquanto, na população como um todo, o índice avançou de 89,2% para 90,5%.</p>
<p>Outro destaque do levantamento foi o crescimento do uso de tecnologia entre os brasileiros com mais de 60 anos. Em 2025, 74,5% dos idosos utilizavam a internet, resultado 4,4 pontos percentuais superior ao registrado em 2024 e mais de 29 pontos acima do observado em 2019. A proporção de pessoas dessa faixa etária que possuem celular também aumentou, passando de 78,3% para 80,3% em um ano.</p>
<p>Entre os idosos que ainda permanecem desconectados, a principal dificuldade apontada é a falta de conhecimento para utilizar tanto a internet quanto o aparelho celular.</p>
<p>Mas, como destaca o analista Gustavo Fontes, é cada vez mais difícil viver fora da rede. &#8220;A internet está cada vez mais inserida no cotidiano. Muitos serviços hoje são feitos pela internet, então existe um certo estímulo para os idosos buscarem utilizá-la.&#8221;</p>
<p>O levantamento mostra que a ampliação do acesso acompanha a maior oferta de serviços digitais. Em 2025, 74,2% dos usuários da internet utilizaram a rede para acessar bancos ou outras instituições financeiras, crescimento de 14,4 pontos percentuais em relação a 2022. Já o uso de serviços públicos online passou de 33,2% para 41,1% no mesmo período.</p>
<p>Pela primeira vez, mais da metade das pessoas conectadas informou realizar compras ou encomendar produtos e serviços pela internet. O percentual subiu de 47,9% para 52,7%.</p>
<p>Entre as atividades mais comuns realizadas na internet, conversar por chamadas de voz ou vídeo lidera o ranking, sendo prática de 95,3% dos usuários. Em seguida aparecem o envio de mensagens de texto, voz e imagens por aplicativos, mencionado por 90,2%, e o consumo de vídeos, incluindo programas, filmes e séries, hábito registrado por 89,3% da população conectada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91517</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Operação nacional da PF mira crimes virtuais contra crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-nacional-da-pf-mira-crimes-virtuais-contra-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91149</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (9) uma operação de alcance nacional voltada ao combate de crimes praticados contra crianças e adolescentes no ambiente digital. A ação teve como principal objetivo identificar e interromper atividades criminosas relacionadas à produção, armazenamento, compartilhamento e comercialização de conteúdos de violência sexual infantojuvenil pela internet. Durante a operação, agentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (9) uma operação de alcance nacional voltada ao combate de crimes praticados contra crianças e adolescentes no ambiente digital. A ação teve como principal objetivo identificar e interromper atividades criminosas relacionadas à produção, armazenamento, compartilhamento e comercialização de conteúdos de violência sexual infantojuvenil pela internet.</p>
<p>Durante a operação, agentes cumpriram mandados judiciais em diferentes regiões do país e apreenderam celulares, computadores, tablets, dispositivos de armazenamento de dados e outros equipamentos eletrônicos que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações. O material recolhido será submetido à perícia especializada para identificação de possíveis provas e de novos envolvidos nos crimes investigados.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, a iniciativa integra uma estratégia permanente de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes em ambientes virtuais. As investigações apontam que grupos criminosos utilizam plataformas digitais, aplicativos de mensagens e redes de compartilhamento de arquivos para disseminar conteúdos ilícitos, dificultando a identificação dos responsáveis e ampliando o alcance das práticas criminosas.</p>
<p>Além da repressão aos crimes já identificados, a operação busca interromper redes de circulação de material ilegal e prevenir novas vítimas. A análise dos equipamentos apreendidos poderá fornecer informações sobre conexões entre investigados, formas de atuação utilizadas pelos criminosos e possíveis ramificações em outros estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades destacam que a violência sexual contra crianças e adolescentes em ambientes digitais tem se tornado um dos principais desafios enfrentados pelos órgãos de segurança pública. O avanço das tecnologias de comunicação ampliou as possibilidades de atuação de criminosos, exigindo investimentos contínuos em inteligência policial, monitoramento de redes e cooperação entre instituições nacionais e internacionais.</p>
<p>A Polícia Federal ressalta que o combate a esse tipo de crime depende também da participação da sociedade. Pais, responsáveis, educadores e usuários da internet são orientados a denunciar conteúdos suspeitos e situações que possam indicar exploração ou abuso de menores em plataformas digitais. Informações encaminhadas aos canais oficiais de denúncia frequentemente contribuem para a identificação de vítimas e autores dos crimes.</p>
<p>Os investigados poderão responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na legislação penal brasileira. As penas variam de acordo com a conduta apurada, podendo incluir reclusão e outras sanções previstas em lei.</p>
<p>A nova operação reforça o esforço das forças de segurança para ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e impedir que a internet seja utilizada para a prática de crimes que violam direitos fundamentais da infância e da juventude.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91149</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Operação no Rio combate comércio clandestino de canetas emagrecedoras vendidas pela internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-no-rio-combate-comercio-clandestino-de-canetas-emagrecedoras-vendidas-pela-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[venda clandestina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90986</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores. Os agentes cumpriram mandados de busca e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores.</p>
<p>Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Ramos, na Zona Norte, e Vargem Pequena, na Zona Oeste da capital fluminense. Durante as diligências, foram apreendidos medicamentos, armas e munições, materiais que agora serão analisados pelas autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>Segundo a polícia, o objetivo da operação é interromper a circulação de substâncias comercializadas sem o controle exigido pelos órgãos reguladores. As investigações apontam que os produtos eram anunciados principalmente por meio da internet e oferecidos ao público sem as garantias de procedência, armazenamento e distribuição exigidas pela legislação brasileira.</p>
<p>O avanço do mercado ilegal de medicamentos para emagrecimento tem preocupado autoridades sanitárias em todo o país. A popularização de tratamentos à base de substâncias como semaglutida e tirzepatida impulsionou a procura por versões comercializadas de forma irregular, muitas vezes sem receita médica e fora dos canais autorizados.</p>
<p>Dados recentes mostram que as apreensões de medicamentos destinados ao emagrecimento cresceram significativamente nos últimos anos. Apenas entre 2025 e os primeiros meses de 2026, órgãos de fiscalização registraram dezenas de milhares de unidades apreendidas em operações realizadas em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades alertam que produtos adquiridos fora dos canais oficiais podem apresentar composição desconhecida, armazenamento inadequado ou até mesmo serem falsificados. O consumo dessas substâncias sem acompanhamento médico pode provocar efeitos adversos graves e comprometer a saúde dos pacientes.</p>
<p>A operação realizada no Rio faz parte de uma série de ações conduzidas por forças de segurança e órgãos de vigilância sanitária para combater a produção clandestina, a falsificação e a venda ilegal desses medicamentos. Nos últimos meses, fiscalizações semelhantes resultaram na apreensão de produtos sem registro, hormônios de origem desconhecida e substâncias proibidas em clínicas e estabelecimentos investigados.</p>
<p>As investigações continuam para identificar fornecedores, distribuidores e demais envolvidos na cadeia de comercialização irregular. A expectativa da Polícia Civil é ampliar o rastreamento dos produtos e responsabilizar criminalmente os integrantes do esquema.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90986</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Internet limitada e falta de identificação digital ampliam avanço da desinformação, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/internet-limitada-e-falta-de-identificacao-digital-ampliam-avanco-da-desinformacao-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Coalizão de Mídias Periféricas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90656</guid>

					<description><![CDATA[A precariedade do acesso à internet e a dificuldade de identificação de conteúdos confiáveis estão entre os principais fatores que contribuem para a disseminação da desinformação no Brasil, segundo levantamento divulgado pela Coalizão Direitos na Rede. O estudo analisa hábitos de consumo de informação em comunidades periféricas, populações tradicionais e grupos socialmente vulneráveis. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A precariedade do acesso à internet e a dificuldade de identificação de conteúdos confiáveis estão entre os principais fatores que contribuem para a disseminação da desinformação no Brasil, segundo levantamento divulgado pela Coalizão Direitos na Rede. O estudo analisa hábitos de consumo de informação em comunidades periféricas, populações tradicionais e grupos socialmente vulneráveis.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, limitações relacionadas à conectividade afetam diretamente a forma como parte da população acessa notícias e conteúdos digitais. Em muitos casos, usuários dependem exclusivamente de pacotes reduzidos de dados móveis e acabam consumindo informações apenas pelas plataformas e aplicativos liberados pelas operadoras, como redes sociais e serviços de mensagens.</p>
<p>O levantamento mostra que o celular é o principal meio de acesso à internet entre os entrevistados. Televisão, computador e rádio aparecem na sequência entre os dispositivos mais utilizados para consumo de informação. Apesar do crescimento das plataformas digitais, meios tradicionais e referências próximas da comunidade seguem sendo vistos como as fontes mais confiáveis de notícias.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a ausência de conteúdos produzidos a partir das realidades locais dificulta a identificação de informações confiáveis e aumenta a vulnerabilidade diante de notícias falsas. A avaliação é de que mensagens compartilhadas por pessoas conhecidas, lideranças comunitárias e comunicadores próximos da população costumam gerar mais confiança do que conteúdos genéricos distribuídos em massa.</p>
<p>A diretora da Coalizão Direitos na Rede, Thaís Brianezi, afirmou que o combate à desinformação passa também pela valorização das formas locais de comunicação.</p>
<blockquote><p>“A confiança passa por relações, experiências e referências locais, e o jornalismo precisa dialogar com isso, em vez de ignorar”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O estudo destaca ainda que o problema não se resume à circulação de informações falsas, mas envolve desigualdades estruturais ligadas à educação midiática, inclusão digital e acesso à informação de qualidade. Pesquisas recentes apontam que pessoas com menor escolaridade e conexão limitada à internet apresentam mais dificuldade para identificar conteúdos enganosos nas redes sociais.</p>
<p>Outro dado apontado pela pesquisa mostra que influenciadores digitais aparecem entre as fontes menos confiáveis de informação para parte dos entrevistados, atrás de professores, lideranças locais, sites jornalísticos e até grupos de WhatsApp.</p>
<p>Entre as recomendações apresentadas pelos pesquisadores estão o fortalecimento da comunicação comunitária, incentivo à produção local de conteúdo e criação de materiais em formatos mais acessíveis, como áudios, vídeos curtos e conteúdos compartilháveis em aplicativos de mensagens. O objetivo é ampliar o alcance da informação em regiões onde o acesso à internet permanece limitado.</p>
<p>A pesquisa também defende maior investimento em educação midiática e políticas públicas voltadas ao enfrentamento da desinformação. Especialistas apontam que o avanço de conteúdos falsos nas redes sociais tem impacto direto sobre debates públicos, campanhas de saúde, processos eleitorais e confiança nas instituições.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90656</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Polícia desarticula esquema do “falso advogado” em seis estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-desarticula-esquema-do-falso-advogado-em-seis-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[falso advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Golpes]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85333</guid>

					<description><![CDATA[Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão, busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias ligadas aos suspeitos.</p>
<p>As investigações, iniciadas há cinco meses pela Delegacia de Combate a Estelionatos de Joinville (SC), revelaram que os criminosos invadiam sistemas do governo federal e de Tribunais de Justiça para obter informações de processos e dados de clientes. De posse dessas informações, entravam em contato com as vítimas se passando por advogados, solicitando depósitos referentes a supostas custas processuais para liberar alvarás ou acelerar trâmites judiciais.</p>
<h3><strong>Golpe milionário</strong></h3>
<p>Segundo a Polícia Civil, os valores exigidos variavam entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, mas alguns casos chegaram a ultrapassar R$ 500 mil. Um dos advogados que tiveram sua identidade utilizada foi <strong>Guilherme Aquino Reusing Pereira</strong>, vice-presidente da OAB de Joinville, cuja cliente chegou a transferir R$ 20 mil acreditando tratar-se de um pagamento legítimo.</p>
<p>“Os criminosos usavam até fotos de advogados reais em aplicativos de mensagens para dar credibilidade ao golpe”, explicou Pereira.</p>
<h3><strong>Alerta às vítimas</strong></h3>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem registrado aumento expressivo das denúncias. Apenas em São Paulo, mais de 3 mil casos foram reportados desde 2024. Para conter o avanço, a entidade lançou uma <strong>cartilha de prevenção</strong> e montou uma força-tarefa para orientar profissionais e clientes.</p>
<p>A Polícia orienta que, ao receber contatos suspeitos, a população:</p>
<ul>
<li><strong>confira sempre os canais oficiais do advogado no Cadastro Nacional da OAB</strong>;</li>
<li><strong>desconfie de números de telefone diferentes ou de solicitações de PIX</strong>;</li>
<li><strong>confirme informações diretamente com o escritório responsável pelo processo</strong>;</li>
<li>registre boletim de ocorrência em caso de tentativa de golpe.</li>
</ul>
<blockquote><p>“A grande lição é: nunca faça pagamentos sem validar diretamente com seu advogado de confiança. Golpistas usam informações reais, mas manipulam os clientes para extorquir valores”, reforçou Artur José Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85333</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mais de 20 milhões de brasileiros ainda estão fora da internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-20-milhoes-de-brasileiros-ainda-estao-fora-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84886</guid>

					<description><![CDATA[Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos desconectados, ou cerca de 9,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados são do suplemento de tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A coleta foi feita no último trimestre de 2024, com base nos hábitos dos entrevistados nos 90 dias anteriores.</p>
<p>O analista do IBGE, Gustavo Geaquinto Fontes, destaca que, embora o acesso esteja em expansão, o desconhecimento ainda é um entrave, especialmente entre os idosos. Nessa faixa etária, 66,1% dos que não usam a internet disseram que não sabem como mexer.</p>
<p>Ainda assim, os números mostram avanço da inclusão digital: 168 milhões de brasileiros usam a internet, o que representa 89,1% da população com 10 anos ou mais.</p>
<p><strong>Desigualdade educacional e etária</strong></p>
<p>O levantamento mostra que a exclusão digital é mais acentuada entre idosos e pessoas com menor escolaridade. Mais da metade dos que não acessam a internet (52,1%) têm 60 anos ou mais, e 73,4% têm até o ensino fundamental completo ou nenhuma instrução.</p>
<p>Outros motivos apontados para a não utilização da internet incluem falta de necessidade (em alta entre os mais jovens) e custos com serviço ou equipamento — embora este último fator venha perdendo relevância. Em 2024, 10,9% mencionaram essa razão, frente a 16,2% em 2022.</p>
<p><strong>Segurança e privacidade em foco</strong></p>
<p>Entre adolescentes de 10 a 13 anos, a principal justificativa para não utilizar a internet foi &#8220;falta de necessidade&#8221; (33,9%). Já a preocupação com privacidade ou segurança ganhou destaque: 22,5% dos entrevistados citaram esse receio em 2024, ante 15,6% em 2022.</p>
<p>A mesma preocupação aparece como motivo para 24,1% dos jovens dessa faixa etária não possuírem telefone celular — índice que era de 17,2% em 2022.</p>
<p>Fontes do IBGE apontam que essa decisão nem sempre parte dos próprios jovens. “Pode refletir também a preocupação dos próprios pais ou responsáveis. Apesar de ser um equipamento importante para comunicação, é uma preocupação de pais”, explica Gustavo Fontes.</p>
<p><strong>Iniciativa para proteção online</strong></p>
<p>Com foco na proteção da infância na era digital, a organização Childhood Brasil lançou uma cartilha com dicas e orientações para garantir segurança na internet para crianças e adolescentes. O material está disponível online para acesso gratuito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84886</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Idosos conectados: acesso à internet quase quadruplica em oito anos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idosos-conectados-acesso-a-internet-quase-quadruplica-em-oito-anos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84883</guid>

					<description><![CDATA[O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em termos proporcionais, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais passou de 44,8% em 2016 para 69,8% em 2024. Ainda assim, os idosos seguem como o grupo etário que menos utiliza a rede.</p>
<p>Para o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, o crescimento reflete uma maior inserção digital da terceira idade diante da digitalização dos serviços. “A internet tem feito cada vez mais parte do cotidiano da sociedade. Muitos serviços são acessados online, a comunicação ocorre pela internet e, muitas vezes, é até uma necessidade profissional”, explica.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no último trimestre de 2024 e ouviu brasileiros sobre seus hábitos nos 90 dias anteriores à entrevista. O levantamento mostra que 87,9% dos idosos conectados acessam a internet todos os dias.</p>
<table class="aligncenter" style="width: 55.7934%; height: 343px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 99.8165%;" colspan="2"><strong>Evolução do acesso à internet (percentual da população com 10 anos ou mais)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2016</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">66,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2017</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">71,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2018</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">76,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2019</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">79,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2020*</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;"> –</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2021</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">84,7%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2022</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">87,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2023</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">88%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2024</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">89,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10px;"><em>*Por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada em 2020</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Internet para quase todos</strong></p>
<p>Em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, o que representa 89,1% da população nesta faixa etária. Desse total, 95,2% acessam a rede diariamente — apenas 0,6% usam menos de uma vez por semana.</p>
<p>O celular continua sendo o principal meio de conexão, usado por 98,8% dos internautas. Já o uso de computadores caiu significativamente: de 63,2% em 2016 para 33,4% em 2024. Por outro lado, o uso de televisores para acessar a rede disparou, passando de 11,3% para 53,5% no mesmo período.</p>
<p><strong>Conexão nas casas e nas zonas rurais</strong></p>
<p>Dos 80 milhões de domicílios brasileiros, 93,6% (74,9 milhões) têm acesso à internet — avanço considerável em relação aos 70,9% registrados em 2016. A grande maioria dessas conexões (99,9%) é feita por meio de banda larga, seja fixa ou móvel.</p>
<p>A pesquisa também mostra desigualdades regionais. Nas áreas urbanas, 94,7% das casas estão conectadas, contra 84,8% das áreas rurais. Apesar disso, o uso da internet cresceu de forma acelerada no campo, aproximando-se da realidade urbana.</p>
<p>Fontes do IBGE ressaltam que o acesso à rede por moradores da zona rural pode ocorrer fora de casa, como em locais de trabalho ou espaços públicos com conexão.</p>
<p><strong>Dispositivos inteligentes em alta</strong></p>
<p>O estudo também captou o crescimento da chamada “internet das coisas”. Dispositivos como câmeras, lâmpadas, caixas de som, ar-condicionado e geladeiras conectadas à internet estão presentes em 18,1% dos domicílios em 2024 — avanço em relação aos 14,3% de 2022. Nas cidades, esse percentual chega a 19,1%; no campo, é de 8,8%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84883</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Número de brasileiros que usam banco pela internet cresce 22 milhões em dois anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-brasileiros-que-usam-banco-pela-internet-cresce-22-milhoes-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[internet banking]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=84880</guid>

					<description><![CDATA[O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. O número representa 71,2% dos brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE.</p>
<p>O número representa 71,2% dos brasileiros com acesso à internet (168 milhões). Em 2022, o percentual era de 60,1%; em 2023, 66,7%.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, o crescimento foi “muito rápido”. “Foram 11,1 pontos percentuais em dois anos, o que é bastante significativo”, destacou.</p>
<h3>Pix e bancarização impulsionam alta</h3>
<p>Embora a pesquisa não detalhe quais serviços foram realizados, os analistas apontam o avanço da bancarização e a popularização do Pix como principais fatores. Criado em 2020, o Pix já conta com 159,9 milhões de pessoas físicas cadastradas, segundo o Banco Central.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a facilidade de acesso via aplicativos bancários e o crescimento no número de contas ativas no país — 202,5 milhões até junho deste ano, contra 188,3 milhões no fim de 2022 — também explicam o salto.</p>
<h3>Cresce também o uso de serviços públicos online</h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que 65,2 milhões de brasileiros acessaram serviços públicos via internet em 2024 — 11 milhões a mais que em 2022. O percentual passou de 33,4% para 38,8% dos usuários conectados.</p>
<p>Também houve aumento nas compras online: 48,1% dos internautas compraram ou encomendaram algo pela internet em 2024, contra 42% em 2022.</p>
<h3>Mudança no uso principal da internet</h3>
<p>A principal atividade dos brasileiros na internet passou a ser chamadas de voz ou vídeo, realizadas por 95% dos usuários — superando o envio de mensagens por apps como o WhatsApp, que caiu de 95,8% (em 2019) para 90,2% (em 2024).</p>
<h3>Bets ainda fora da pesquisa</h3>
<p>Apesar da explosão do uso de plataformas de apostas online (bets), o IBGE ainda não coleta esse dado de forma específica. Um estudo da Anbima estima que 23 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma aposta digital em 2024 — o equivalente a 15% da população com 16 anos ou mais.</p>
<p>O IBGE admite que a questão pode entrar em futuras edições da Pnad, diante da relevância crescente do tema.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">84880</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela: jovens estão desamparados diante das redes sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-jovens-estao-desamparados-diante-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83531</guid>

					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente. O levantamento, conduzido pelo Porto Digital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente.</p>
<p>O levantamento, conduzido pelo Porto Digital e a Offerwise, traz à tona um debate importante sobre os impactos do mundo online na saúde mental dos jovens, especialmente após a repercussão da série <em>Adolescência</em>, da Netflix. A produção abordou temas como bullying, depressão, pressão estética e distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Dados Preocupantes</strong></p>
<ul>
<li>57% apontam o bullying e a violência escolar como principais desafios;</li>
<li>48% citam a depressão e a ansiedade;</li>
<li>32% falam da pressão estética;</li>
<li>Apenas 20% dos pais pretendem adotar ferramentas de controle digital no futuro;</li>
<li>Supervisão dos pais diminui conforme os filhos crescem.</li>
</ul>
<p>Especialistas alertam para a fragilidade da autorregulação das redes sociais e destacam a importância de espaços de acolhimento e diálogo, tanto na escola quanto em casa. O psicólogo e professor Luciano Meira defende equilíbrio entre o mundo digital e o real: <em>“É preciso construir relações de confiança e ensinar senso crítico para navegar na internet”.</em></p>
<p>Enquanto isso, o STF analisa mudanças no Marco Civil da Internet e o Congresso discute o PL das Fake News, buscando responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83531</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Três em cada dez crianças e adolescentes sofrem ofensas na internet, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tres-em-cada-dez-criancas-e-adolescentes-sofrem-ofensas-na-internet-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 18:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[TIC Kids Online Brasil 2024]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=80028</guid>

					<description><![CDATA[Cerca de 29% das crianças e adolescentes brasileiros, entre 9 e 17 anos, já enfrentaram ofensas ou discriminação na internet, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, divulgada nesta quarta-feira (23). Além disso, 30% deste público já teve contato com desconhecidos na rede, aumentando a preocupação sobre os riscos enfrentados por jovens no ambiente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 29% das crianças e adolescentes brasileiros, entre 9 e 17 anos, já enfrentaram ofensas ou discriminação na internet, segundo a pesquisa <a href="https://cetic.br/media/analises/tic_kids_online_brasil_2024_principais_resultados.pdf" target="_blank" rel="noopener">TIC Kids Online Brasil 2024</a>, divulgada nesta quarta-feira (23). Além disso, 30% deste público já teve contato com desconhecidos na rede, aumentando a preocupação sobre os riscos enfrentados por jovens no ambiente digital.</p>
<p>O estudo, conduzido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), também revelou que 24% das crianças e adolescentes desejariam passar menos tempo conectados, mas não conseguem reduzir o uso da internet. Outro dado alarmante é que 22% afirmaram que o tempo online prejudicou atividades como tarefas escolares ou momentos com a família.</p>
<p>“Os mais velhos, entre os 9 e 17 anos, são mais expostos a esses riscos, principalmente através das redes sociais e mensagens instantâneas”, explicou Luísa Adib, coordenadora da pesquisa. Ela destacou a importância da mediação parental no uso da internet, mas enfatizou que a responsabilidade também recai sobre o Estado e as empresas.</p>
<p>Outro estudo do Instituto Alana corrobora as preocupações, apontando que 93% dos entrevistados acreditam que crianças e adolescentes estão viciados em redes sociais. Além disso, 86% afirmam que os conteúdos mais acessados por eles são inadequados. O estudo também mostrou que nove em cada dez brasileiros acham que as empresas de redes sociais não fazem o suficiente para proteger os jovens.</p>
<p>O uso excessivo de dispositivos e a falta de infraestrutura digital em escolas também foram abordados pela pesquisa, que indicou que 93% das crianças e adolescentes têm acesso à internet, com disparidades regionais e socioeconômicas. Nas regiões mais ricas, o acesso é quase total, enquanto na região Norte e nas classes mais baixas, essa porcentagem cai significativamente.</p>
<p>A pesquisa TIC Kids ouviu 2.424 crianças e adolescentes de todo o Brasil entre março e julho de 2024, e alerta para a urgência de políticas públicas e regulamentações mais robustas para garantir um ambiente online mais seguro e equilibrado para as novas gerações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">80028</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
