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	<title>Internet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Internet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Polícia desarticula esquema do “falso advogado” em seis estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-desarticula-esquema-do-falso-advogado-em-seis-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[falso advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira (20) desmantelou uma rede criminosa responsável pelo chamado golpe do “falso advogado”, esquema que atuava em pelo menos seis estados do país. Ao todo, 11 pessoas foram presas em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte. A Justiça expediu 66 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão, busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias ligadas aos suspeitos.</p>
<p>As investigações, iniciadas há cinco meses pela Delegacia de Combate a Estelionatos de Joinville (SC), revelaram que os criminosos invadiam sistemas do governo federal e de Tribunais de Justiça para obter informações de processos e dados de clientes. De posse dessas informações, entravam em contato com as vítimas se passando por advogados, solicitando depósitos referentes a supostas custas processuais para liberar alvarás ou acelerar trâmites judiciais.</p>
<h3><strong>Golpe milionário</strong></h3>
<p>Segundo a Polícia Civil, os valores exigidos variavam entre R$ 30 mil e R$ 100 mil, mas alguns casos chegaram a ultrapassar R$ 500 mil. Um dos advogados que tiveram sua identidade utilizada foi <strong>Guilherme Aquino Reusing Pereira</strong>, vice-presidente da OAB de Joinville, cuja cliente chegou a transferir R$ 20 mil acreditando tratar-se de um pagamento legítimo.</p>
<p>“Os criminosos usavam até fotos de advogados reais em aplicativos de mensagens para dar credibilidade ao golpe”, explicou Pereira.</p>
<h3><strong>Alerta às vítimas</strong></h3>
<p>A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem registrado aumento expressivo das denúncias. Apenas em São Paulo, mais de 3 mil casos foram reportados desde 2024. Para conter o avanço, a entidade lançou uma <strong>cartilha de prevenção</strong> e montou uma força-tarefa para orientar profissionais e clientes.</p>
<p>A Polícia orienta que, ao receber contatos suspeitos, a população:</p>
<ul>
<li><strong>confira sempre os canais oficiais do advogado no Cadastro Nacional da OAB</strong>;</li>
<li><strong>desconfie de números de telefone diferentes ou de solicitações de PIX</strong>;</li>
<li><strong>confirme informações diretamente com o escritório responsável pelo processo</strong>;</li>
<li>registre boletim de ocorrência em caso de tentativa de golpe.</li>
</ul>
<blockquote><p>“A grande lição é: nunca faça pagamentos sem validar diretamente com seu advogado de confiança. Golpistas usam informações reais, mas manipulam os clientes para extorquir valores”, reforçou Artur José Dian, delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo.</p></blockquote>
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		<title>Mais de 20 milhões de brasileiros ainda estão fora da internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-20-milhoes-de-brasileiros-ainda-estao-fora-da-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia da informação e comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da crescente digitalização da sociedade, cerca de 20,5 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais ainda não acessam a internet em 2024. O número equivale a 10,9% da população nesta faixa etária. Entre os motivos apontados, o principal é a falta de conhecimento para usar a rede — razão citada por 45,6% dos desconectados, ou cerca de 9,3 milhões de pessoas.</p>
<p>Os dados são do suplemento de tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A coleta foi feita no último trimestre de 2024, com base nos hábitos dos entrevistados nos 90 dias anteriores.</p>
<p>O analista do IBGE, Gustavo Geaquinto Fontes, destaca que, embora o acesso esteja em expansão, o desconhecimento ainda é um entrave, especialmente entre os idosos. Nessa faixa etária, 66,1% dos que não usam a internet disseram que não sabem como mexer.</p>
<p>Ainda assim, os números mostram avanço da inclusão digital: 168 milhões de brasileiros usam a internet, o que representa 89,1% da população com 10 anos ou mais.</p>
<p><strong>Desigualdade educacional e etária</strong></p>
<p>O levantamento mostra que a exclusão digital é mais acentuada entre idosos e pessoas com menor escolaridade. Mais da metade dos que não acessam a internet (52,1%) têm 60 anos ou mais, e 73,4% têm até o ensino fundamental completo ou nenhuma instrução.</p>
<p>Outros motivos apontados para a não utilização da internet incluem falta de necessidade (em alta entre os mais jovens) e custos com serviço ou equipamento — embora este último fator venha perdendo relevância. Em 2024, 10,9% mencionaram essa razão, frente a 16,2% em 2022.</p>
<p><strong>Segurança e privacidade em foco</strong></p>
<p>Entre adolescentes de 10 a 13 anos, a principal justificativa para não utilizar a internet foi &#8220;falta de necessidade&#8221; (33,9%). Já a preocupação com privacidade ou segurança ganhou destaque: 22,5% dos entrevistados citaram esse receio em 2024, ante 15,6% em 2022.</p>
<p>A mesma preocupação aparece como motivo para 24,1% dos jovens dessa faixa etária não possuírem telefone celular — índice que era de 17,2% em 2022.</p>
<p>Fontes do IBGE apontam que essa decisão nem sempre parte dos próprios jovens. “Pode refletir também a preocupação dos próprios pais ou responsáveis. Apesar de ser um equipamento importante para comunicação, é uma preocupação de pais”, explica Gustavo Fontes.</p>
<p><strong>Iniciativa para proteção online</strong></p>
<p>Com foco na proteção da infância na era digital, a organização Childhood Brasil lançou uma cartilha com dicas e orientações para garantir segurança na internet para crianças e adolescentes. O material está disponível online para acesso gratuito.</p>
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		<title>Idosos conectados: acesso à internet quase quadruplica em oito anos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/idosos-conectados-acesso-a-internet-quase-quadruplica-em-oito-anos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de idosos com acesso à internet no Brasil cresceu 278% entre 2016 e 2024, saltando de 6,5 milhões para 24,5 milhões. O dado faz parte do suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em termos proporcionais, o uso da internet por pessoas com 60 anos ou mais passou de 44,8% em 2016 para 69,8% em 2024. Ainda assim, os idosos seguem como o grupo etário que menos utiliza a rede.</p>
<p>Para o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes, o crescimento reflete uma maior inserção digital da terceira idade diante da digitalização dos serviços. “A internet tem feito cada vez mais parte do cotidiano da sociedade. Muitos serviços são acessados online, a comunicação ocorre pela internet e, muitas vezes, é até uma necessidade profissional”, explica.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no último trimestre de 2024 e ouviu brasileiros sobre seus hábitos nos 90 dias anteriores à entrevista. O levantamento mostra que 87,9% dos idosos conectados acessam a internet todos os dias.</p>
<table class="aligncenter" style="width: 55.7934%; height: 343px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 99.8165%;" colspan="2"><strong>Evolução do acesso à internet (percentual da população com 10 anos ou mais)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2016</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">66,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2017</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">71,1%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2018</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">76,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2019</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">79,5%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2020*</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;"> –</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2021</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">84,7%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2022</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">87,2%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2023</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">88%</td>
</tr>
<tr>
<td class="rtecenter" style="width: 50.2752%;"><strong>2024</strong></td>
<td class="rtecenter" style="width: 49.5413%;">89,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10px;"><em>*Por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada em 2020</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Internet para quase todos</strong></p>
<p>Em 2024, 168 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais usaram a internet, o que representa 89,1% da população nesta faixa etária. Desse total, 95,2% acessam a rede diariamente — apenas 0,6% usam menos de uma vez por semana.</p>
<p>O celular continua sendo o principal meio de conexão, usado por 98,8% dos internautas. Já o uso de computadores caiu significativamente: de 63,2% em 2016 para 33,4% em 2024. Por outro lado, o uso de televisores para acessar a rede disparou, passando de 11,3% para 53,5% no mesmo período.</p>
<p><strong>Conexão nas casas e nas zonas rurais</strong></p>
<p>Dos 80 milhões de domicílios brasileiros, 93,6% (74,9 milhões) têm acesso à internet — avanço considerável em relação aos 70,9% registrados em 2016. A grande maioria dessas conexões (99,9%) é feita por meio de banda larga, seja fixa ou móvel.</p>
<p>A pesquisa também mostra desigualdades regionais. Nas áreas urbanas, 94,7% das casas estão conectadas, contra 84,8% das áreas rurais. Apesar disso, o uso da internet cresceu de forma acelerada no campo, aproximando-se da realidade urbana.</p>
<p>Fontes do IBGE ressaltam que o acesso à rede por moradores da zona rural pode ocorrer fora de casa, como em locais de trabalho ou espaços públicos com conexão.</p>
<p><strong>Dispositivos inteligentes em alta</strong></p>
<p>O estudo também captou o crescimento da chamada “internet das coisas”. Dispositivos como câmeras, lâmpadas, caixas de som, ar-condicionado e geladeiras conectadas à internet estão presentes em 18,1% dos domicílios em 2024 — avanço em relação aos 14,3% de 2022. Nas cidades, esse percentual chega a 19,1%; no campo, é de 8,8%.</p>
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		<item>
		<title>Número de brasileiros que usam banco pela internet cresce 22 milhões em dois anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-brasileiros-que-usam-banco-pela-internet-cresce-22-milhoes-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 13:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. O número representa 71,2% dos brasileiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros que usam a internet para acessar bancos ou instituições financeiras saltou para 119,6 milhões em 2024, um aumento de 22,5 milhões de pessoas em relação a 2022. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE.</p>
<p>O número representa 71,2% dos brasileiros com acesso à internet (168 milhões). Em 2022, o percentual era de 60,1%; em 2023, 66,7%.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, o crescimento foi “muito rápido”. “Foram 11,1 pontos percentuais em dois anos, o que é bastante significativo”, destacou.</p>
<h3>Pix e bancarização impulsionam alta</h3>
<p>Embora a pesquisa não detalhe quais serviços foram realizados, os analistas apontam o avanço da bancarização e a popularização do Pix como principais fatores. Criado em 2020, o Pix já conta com 159,9 milhões de pessoas físicas cadastradas, segundo o Banco Central.</p>
<p>De acordo com o IBGE, a facilidade de acesso via aplicativos bancários e o crescimento no número de contas ativas no país — 202,5 milhões até junho deste ano, contra 188,3 milhões no fim de 2022 — também explicam o salto.</p>
<h3>Cresce também o uso de serviços públicos online</h3>
<p>A pesquisa mostra ainda que 65,2 milhões de brasileiros acessaram serviços públicos via internet em 2024 — 11 milhões a mais que em 2022. O percentual passou de 33,4% para 38,8% dos usuários conectados.</p>
<p>Também houve aumento nas compras online: 48,1% dos internautas compraram ou encomendaram algo pela internet em 2024, contra 42% em 2022.</p>
<h3>Mudança no uso principal da internet</h3>
<p>A principal atividade dos brasileiros na internet passou a ser chamadas de voz ou vídeo, realizadas por 95% dos usuários — superando o envio de mensagens por apps como o WhatsApp, que caiu de 95,8% (em 2019) para 90,2% (em 2024).</p>
<h3>Bets ainda fora da pesquisa</h3>
<p>Apesar da explosão do uso de plataformas de apostas online (bets), o IBGE ainda não coleta esse dado de forma específica. Um estudo da Anbima estima que 23 milhões de brasileiros fizeram pelo menos uma aposta digital em 2024 — o equivalente a 15% da população com 16 anos ou mais.</p>
<p>O IBGE admite que a questão pode entrar em futuras edições da Pnad, diante da relevância crescente do tema.</p>
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		<title>Pesquisa revela: jovens estão desamparados diante das redes sociais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-jovens-estao-desamparados-diante-das-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 17:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente. O levantamento, conduzido pelo Porto Digital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada em abril mostrou que 9 em cada 10 brasileiros acreditam que adolescentes não recebem apoio emocional e social suficiente para lidar com o ambiente digital, especialmente com as redes sociais. O estudo também aponta que 70% defendem a presença de psicólogos nas escolas como medida urgente.</p>
<p>O levantamento, conduzido pelo Porto Digital e a Offerwise, traz à tona um debate importante sobre os impactos do mundo online na saúde mental dos jovens, especialmente após a repercussão da série <em>Adolescência</em>, da Netflix. A produção abordou temas como bullying, depressão, pressão estética e distanciamento entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Dados Preocupantes</strong></p>
<ul>
<li>57% apontam o bullying e a violência escolar como principais desafios;</li>
<li>48% citam a depressão e a ansiedade;</li>
<li>32% falam da pressão estética;</li>
<li>Apenas 20% dos pais pretendem adotar ferramentas de controle digital no futuro;</li>
<li>Supervisão dos pais diminui conforme os filhos crescem.</li>
</ul>
<p>Especialistas alertam para a fragilidade da autorregulação das redes sociais e destacam a importância de espaços de acolhimento e diálogo, tanto na escola quanto em casa. O psicólogo e professor Luciano Meira defende equilíbrio entre o mundo digital e o real: <em>“É preciso construir relações de confiança e ensinar senso crítico para navegar na internet”.</em></p>
<p>Enquanto isso, o STF analisa mudanças no Marco Civil da Internet e o Congresso discute o PL das Fake News, buscando responsabilizar plataformas por conteúdos nocivos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Três em cada dez crianças e adolescentes sofrem ofensas na internet, aponta pesquisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tres-em-cada-dez-criancas-e-adolescentes-sofrem-ofensas-na-internet-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 18:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[TIC Kids Online Brasil 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 29% das crianças e adolescentes brasileiros, entre 9 e 17 anos, já enfrentaram ofensas ou discriminação na internet, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, divulgada nesta quarta-feira (23). Além disso, 30% deste público já teve contato com desconhecidos na rede, aumentando a preocupação sobre os riscos enfrentados por jovens no ambiente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 29% das crianças e adolescentes brasileiros, entre 9 e 17 anos, já enfrentaram ofensas ou discriminação na internet, segundo a pesquisa <a href="https://cetic.br/media/analises/tic_kids_online_brasil_2024_principais_resultados.pdf" target="_blank" rel="noopener">TIC Kids Online Brasil 2024</a>, divulgada nesta quarta-feira (23). Além disso, 30% deste público já teve contato com desconhecidos na rede, aumentando a preocupação sobre os riscos enfrentados por jovens no ambiente digital.</p>
<p>O estudo, conduzido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), também revelou que 24% das crianças e adolescentes desejariam passar menos tempo conectados, mas não conseguem reduzir o uso da internet. Outro dado alarmante é que 22% afirmaram que o tempo online prejudicou atividades como tarefas escolares ou momentos com a família.</p>
<p>“Os mais velhos, entre os 9 e 17 anos, são mais expostos a esses riscos, principalmente através das redes sociais e mensagens instantâneas”, explicou Luísa Adib, coordenadora da pesquisa. Ela destacou a importância da mediação parental no uso da internet, mas enfatizou que a responsabilidade também recai sobre o Estado e as empresas.</p>
<p>Outro estudo do Instituto Alana corrobora as preocupações, apontando que 93% dos entrevistados acreditam que crianças e adolescentes estão viciados em redes sociais. Além disso, 86% afirmam que os conteúdos mais acessados por eles são inadequados. O estudo também mostrou que nove em cada dez brasileiros acham que as empresas de redes sociais não fazem o suficiente para proteger os jovens.</p>
<p>O uso excessivo de dispositivos e a falta de infraestrutura digital em escolas também foram abordados pela pesquisa, que indicou que 93% das crianças e adolescentes têm acesso à internet, com disparidades regionais e socioeconômicas. Nas regiões mais ricas, o acesso é quase total, enquanto na região Norte e nas classes mais baixas, essa porcentagem cai significativamente.</p>
<p>A pesquisa TIC Kids ouviu 2.424 crianças e adolescentes de todo o Brasil entre março e julho de 2024, e alerta para a urgência de políticas públicas e regulamentações mais robustas para garantir um ambiente online mais seguro e equilibrado para as novas gerações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dependência da Internet e Ideação Suicida: Estudo revela impacto na saúde mental de jovens universitários</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dependencia-da-internet-e-ideacao-suicida-estudo-revela-impacto-na-saude-mental-de-jovens-universitarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2024 19:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente destaca uma preocupante relação entre o uso excessivo da internet e a ideação suicida, especialmente entre jovens universitários. A pesquisa, conduzida pela professora Irena Penha Duprat na Universidade de São Paulo (USP), analisou a saúde mental de 503 estudantes da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal). Os resultados apontam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente destaca uma preocupante relação entre o uso excessivo da internet e a ideação suicida, especialmente entre jovens universitários. A pesquisa, conduzida pela professora Irena Penha Duprat na Universidade de São Paulo (USP), analisou a saúde mental de 503 estudantes da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal). Os resultados apontam que 51% dos entrevistados apresentaram algum nível de dependência da internet, enquanto 12,5% relataram ideação suicida, sendo mais prevalente entre aqueles com dependência moderada ou grave.</p>
<p>O estudo também revelou que a internet muitas vezes funciona como um mecanismo de fuga para jovens com transtornos como depressão e ansiedade. &#8220;Os estudantes recorrem à internet como uma forma de evitar lidar com problemas emocionais&#8221;, explica Irena. Além disso, o impacto negativo é mais pronunciado entre as mulheres, que são mais suscetíveis à baixa autoestima e sentimentos de inferioridade ao compararem suas vidas com padrões irreais vistos em redes sociais.</p>
<p><strong>Internet como ferramenta de prevenção ao suicídio</strong></p>
<p>Embora o uso descontrolado da internet esteja associado a problemas de saúde mental, especialistas apontam que ela também pode ser uma ferramenta importante na prevenção ao suicídio. A psicóloga Karen Scavacini, do Instituto Vita Alere, destaca que muitas pessoas buscam nas redes sociais informações e grupos de apoio sobre saúde mental. Plataformas digitais têm sido cada vez mais utilizadas como meio de compartilhar experiências e oferecer suporte emocional.</p>
<p>A tecnologia também abre caminho para novos tratamentos. Terapias online e aplicativos voltados para a saúde mental estão sendo desenvolvidos, e o próprio Instituto Vita Alere oferece materiais educativos e ferramentas de apoio para famílias e educadores. A iniciativa inclui o &#8220;Mapa da Saúde Mental&#8221;, que disponibiliza locais de atendimento gratuito em todo o Brasil.</p>
<p><strong>Setembro Amarelo e a importância da conscientização</strong></p>
<p>No contexto da campanha Setembro Amarelo, que visa a conscientização sobre a prevenção ao suicídio, o papel das escolas e universidades é fundamental. Iniciativas como o projeto Cuca Legal, da Universidade Federal Fluminense (UFF), oferecem suporte psicológico a estudantes e promovem o uso saudável da internet. &#8220;Falar abertamente sobre saúde mental é crucial para combater o estigma e incentivar a busca por ajuda&#8221;, afirma Scavacini.</p>
<p>Com o crescente uso da tecnologia, é essencial promover o equilíbrio. A dependência da internet pode ser tratada com psicoterapia, e em alguns casos, com medicação. Ao mesmo tempo, é preciso conscientizar sobre os benefícios e riscos do mundo digital, reforçando o uso consciente das redes sociais para garantir que a internet seja uma aliada na promoção da saúde mental.</p>
<p>Para quem estiver passando por dificuldades emocionais, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento gratuito por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), além do apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV), que atende pelo telefone 188 ou pela internet.</p>
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		<title>Pesquisa revela preocupação crescente com fornecimento de dados biométricos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-preocupacao-crescente-com-fornecimento-de-dados-biometricos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 14:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento Facial]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa recente do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que a preocupação dos brasileiros em fornecer dados biométricos, como impressões digitais e reconhecimento facial, continua alta, com 60% dos entrevistados expressando apreensão. O estudo também destacou que o número de empresas que armazenam esses dados cresceu de 24% em 2021 para 30% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa recente do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que a preocupação dos brasileiros em fornecer dados biométricos, como impressões digitais e reconhecimento facial, continua alta, com 60% dos entrevistados expressando apreensão. O estudo também destacou que o número de empresas que armazenam esses dados cresceu de 24% em 2021 para 30% em 2023. Além disso, a coleta de dados de saúde por empresas também subiu, passando de 24% para 26% no mesmo período.</p>
<p>Os resultados fazem parte da segunda edição da pesquisa *Privacidade e Proteção de Dados Pessoais*, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). O estudo foi baseado em entrevistas realizadas em 2023 com indivíduos, empresas e organizações públicas.</p>
<p>Outro dado significativo do levantamento é o aumento das empresas que realizaram adaptações contratuais para atender às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Entre 2021 e 2023, o percentual de pequenas empresas que fizeram essas alterações cresceu de 24% para 31%, enquanto nas grandes empresas o número subiu de 61% para 67%.</p>
<p>Os setores que mais implementaram mudanças contratuais devido à LGPD incluem construção, transporte, alojamento e alimentação, informação e comunicação, atividades profissionais e serviços. O gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, destacou os avanços na conformidade com a LGPD, mas observou que ainda há espaço para melhorias, especialmente entre pequenas e médias empresas.</p>
<p><strong>Preocupação com Dados Biométricos</strong></p>
<p>A pesquisa também revelou que a maior preocupação dos brasileiros em relação à privacidade está relacionada ao fornecimento de dados biométricos. Entre os usuários de internet com 16 anos ou mais, 32% se disseram “muito preocupados” e 28% “preocupados” ao serem solicitados a fornecer esses dados.</p>
<p>Os setores que mais geram apreensão entre os usuários incluem instituições financeiras, órgãos governamentais e transporte público, onde a maioria dos entrevistados expressou altos níveis de preocupação com o uso de biometria.</p>
<p>Barbosa enfatizou a necessidade de aprimorar as estratégias de proteção de dados pessoais e segurança da informação, especialmente à medida que o uso de tecnologias baseadas em reconhecimento facial e impressão digital se expande.</p>
<p>O estudo utilizou dados inéditos de pesquisas realizadas ao longo de 2023, envolvendo entrevistas com 2.618 pessoas, 2.075 empresas, 677 órgãos federais e estaduais, 4.265 prefeituras, 4.117 gestores de estabelecimentos de saúde e 3.004 gestores escolares em todo o Brasil.</p>
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		<title>Novo padrão tecnológico, TV 3.0, integrará canais abertos à internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/novo-padrao-tecnologico-tv-3-0-integrara-canais-abertos-a-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 14:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Comunicações]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[TV 3.0]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, revelou em uma participação no programa Bom Dia Ministro, do canal Gov, veículo da EBC, o lançamento da próxima evolução da TV Digital, denominada TV 3.0, marcada para ocorrer em Brasília nesta quarta-feira (3). Esta inovação promete elevar a qualidade de imagem e facilitar o acesso através da conectividade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, revelou em uma participação no programa Bom Dia Ministro, do canal Gov, veículo da EBC, o lançamento da próxima evolução da TV Digital, denominada TV 3.0, marcada para ocorrer em Brasília nesta quarta-feira (3). Esta inovação promete elevar a qualidade de imagem e facilitar o acesso através da conectividade.</p>
<p>&#8220;O grande destaque será a integração da transmissão televisiva com uma melhor qualidade de imagem, som e conectividade à internet, banda larga&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o ministro, o Brasil continua sendo um dos maiores consumidores de televisão aberta no mundo, e a forma de acesso a este canal de comunicação será revolucionada com essa mudança. O método tradicional de seleção de canais será substituído por aplicativos que oferecerão conteúdo tanto ao vivo quanto sob demanda, tornando a experiência de navegação mais interativa.</p>
<p>Juscelino Filho também destacou que essa interatividade abrirá novas oportunidades de negócios, como a oferta e consumo de propagandas, marketplace e ambientes de compras.</p>
<p>Conforme o ministro, até o final de 2024 a tecnologia a ser adotada será definida. Isso implicará que a indústria se empenhe na produção de equipamentos e conversores para efetivar a integração dos sinais abertos com a internet. A transição será gradual e começará nas grandes capitais, onde o sinal será inicialmente disponibilizado.</p>
<h4><strong>Parceria Estratégica</strong></h4>
<p>Juscelino Filho também ressaltou a parceria entre os Correios e a Caixa Econômica Federal para viabilizar a oferta de serviços como solicitação de seguro-desemprego, questões relacionadas ao Bolsa Família, Programa de Integração Social (PIS), Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e pagamento do INSS.</p>
<p>Ele observou que essa colaboração facilitará o acesso às populações que precisam percorrer longas distâncias em busca de atendimento. &#8220;Estamos utilizando toda a capilaridade dos Correios por meio dessa parceria para aproximar esses programas e ações sociais do governo da população&#8221;, destacou.</p>
<p>A iniciativa começou com uma experiência piloto em dezembro de 2023, na cidade de Peixe-Boi, no estado do Pará. Atualmente, o Ministério das Comunicações está trabalhando na adaptação dos sistemas para que essa parceria seja expandida para todas as cidades do Brasil. Segundo o ministro, uma nova fase será anunciada oficialmente quando os serviços estiverem plenamente operacionais e disponíveis em todo o país.</p>
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		<title>Compreendendo o impacto da nova onda de Fake News na guerra digital</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/compreendendo-o-impacto-da-nova-onda-de-fake-news-na-guerra-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo falso]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[A disseminação de desinformação no Brasil está atingindo um novo patamar, impulsionada por conteúdos e notícias falsas em áreas como saúde, educação e costumes. Teorias conspiratórias estão se espalhando pelas redes sociais neste primeiro trimestre de 2024, trazendo informações enganosas sobre vacinas, dengue, aborto, escola sem partido, doutrinação de esquerda, cultura LGBT e erotização, observam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A disseminação de desinformação no Brasil está atingindo um novo patamar, impulsionada por conteúdos e notícias falsas em áreas como saúde, educação e costumes. Teorias conspiratórias estão se espalhando pelas redes sociais neste primeiro trimestre de 2024, trazendo informações enganosas sobre vacinas, dengue, aborto, escola sem partido, doutrinação de esquerda, cultura LGBT e erotização, observam pesquisadores.</p>
<figure id="attachment_75157" aria-describedby="caption-attachment-75157" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-75157" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Magali-Cunha-do-Instituto-de-Estudos-da-Religiao-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C704&#038;ssl=1" alt="Magali Cunha, Do Instituto De Estudos Da Religião - Expresso Carioca" width="754" height="704" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Magali-Cunha-do-Instituto-de-Estudos-da-Religiao-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Magali-Cunha-do-Instituto-de-Estudos-da-Religiao-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C280&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Magali-Cunha-do-Instituto-de-Estudos-da-Religiao-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C140&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Magali-Cunha-do-Instituto-de-Estudos-da-Religiao-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C700&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-75157" class="wp-caption-text">Magali Cunha, do Instituto de Estudos da Religião (Iser) &#8211; Foto: magalicunha/instagram</figcaption></figure>
<p>Segundo a jornalista e pesquisadora Magali Cunha, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), no Rio de Janeiro, anos eleitorais são períodos em que a propagação de fake news se intensifica.</p>
<p>&#8220;Os anos de 2018, 2020 e 2022 foram marcados por intensa desinformação nos ambientes digitais. Desde outubro do ano passado, temos observado um aumento significativo na intensidade e quantidade de notícias falsas&#8221;, constata Magali. Estamos, de fato, imersos em uma verdadeira guerra digital.</p>
<figure id="attachment_75156" aria-describedby="caption-attachment-75156" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-75156" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=400%2C400&#038;ssl=1" alt="Eliara Santana, Pesquisadora Associada Do Centro De Lógica - Expresso Carioca" width="400" height="400" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=96%2C96&amp;ssl=1 96w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=75%2C75&amp;ssl=1 75w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Eliara-Santana-pesquisadora-associada-do-Centro-de-Logica-Expresso-Carioca.webp?resize=350%2C350&amp;ssl=1 350w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-75156" class="wp-caption-text">Eliara Santana, pesquisadora associada do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da Universidade Estadual de Campinas &#8211; Foto: Unicamp/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Além disso, há um ataque sistemático à mídia tradicional. Solano de Camargo, presidente da Comissão de Privacidade, Proteção de Dados e Inteligência Artificial da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB SP), destaca que a credibilidade dos jornais, rádios, emissoras de televisão e jornalistas está sendo minada.</p>
<p>Grupos conservadores e de extrema direita estão ganhando eficácia nessa guerra de informações pelas redes sociais. Em relação à saúde, por exemplo, a disseminação de ideias-chave pelas redes sociais está criando pânico verbal e se tornando cada vez mais presente.</p>
<p>Eliara Santana, pesquisadora associada do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da Universidade Estadual de Campinas (CLE/Unicamp), destaca que houve um recuo temporário na disseminação de fake news no final de 2022, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República. No entanto, ao longo de 2023, essa tendência retornou com força total.</p>
<p>A manipulação da opinião pública através da desinformação, conforme recorda Solano de Camargo, ficou evidente no processo de consulta da população do Reino Unido sobre a saída da União Europeia em 2020 e vem se aperfeiçoando cada vez mais, principalmente agora com o uso de inteligência artificial.</p>
<p>É crucial entender que esse ecossistema de desinformação se retroalimenta em um circuito onde as fake news ganham espaço e credibilidade. Começa com memes virais que são replicados por veículos de imprensa, seguido por políticos que legitimam essas informações e, por fim, são disseminados em grupos de WhatsApp e redes sociais, criando uma bolha informacional.</p>
<p>Para combater essa onda de desinformação, é essencial promover o letramento digital e a educação midiática. Apenas com o fortalecimento da capacidade crítica dos cidadãos é possível resistir aos efeitos prejudiciais da disseminação de fake news e proteger a integridade do debate público e democrático.</p>
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