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	<title>Inteligência Artificial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Inteligência Artificial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Medicina diagnóstica em movimento: 5 tecnologias presentes nos laboratórios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medicina-diagnostica-em-movimento-5-tecnologias-presentes-nos-laboratorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[laboratórios]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina diagnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse movimento acompanha a própria evolução da assistência médica. Com maior volume de informações clínicas e exames cada vez mais sofisticados, torna-se necessário contar com ferramentas que ajudem as instituições a processar dados com segurança e eficiência.</span></p>
<ol>
<li><b> Automação dos processos laboratoriais</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação já está presente em diferentes etapas da rotina laboratorial. Equipamentos podem realizar procedimentos de forma padronizada, transportar amostras entre setores e organizar determinadas etapas do processamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um estudo dirigido pela Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), foi evidenciado que as empresas consultadas direcionam cerca de 30% do seu orçamento anual para investir em automação de processos, IA e sistemas analíticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de aumentar a capacidade operacional, esse recurso ajuda a reduzir atividades repetitivas e permite que profissionais concentrem mais atenção em tarefas que dependem de conhecimento técnico e interpretação especializada. A automação também contribui para manter maior regularidade entre diferentes etapas do fluxo.</span></p>
<ol start="2">
<li><b> Inteligência artificial na análise de exames</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência artificial vem ganhando espaço na medicina diagnóstica, especialmente em áreas que trabalham com grande quantidade de informações e reconhecimento de padrões como a radiologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sistemas podem reconhecer padrões em imagens e dados, sinalizar alterações e auxiliar profissionais durante um laudo, por exemplo. Já existem ferramentas de IA que já fazem parte de discussões sobre fluxos de trabalho, apoio à interpretação e priorização de casos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que a tecnologia não elimina a participação do profissional de saúde. Seu papel está relacionado ao suporte à análise e à organização das informações disponíveis. Além disso, o avanço dessa aplicação depende de validação, segurança, qualidade dos dados e integração adequada aos sistemas utilizados pelas instituições.</span></p>
<ol start="3">
<li><b> Diagnóstico por imagem com recursos avançados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia também acompanham a evolução tecnológica. Equipamentos mais modernos podem oferecer imagens com maior detalhamento e recursos que ajudam na avaliação de diferentes estruturas do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação não está somente no aparelho. Softwares associados aos equipamentos ampliam as possibilidades de reconstrução, armazenamento e análise das imagens, criando um fluxo mais integrado entre aquisição e interpretação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao procurar por um </span><a href="https://www.fmattoso.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><b>laboratório no RJ</b></a><b>, </b><span style="font-weight: 400;">a Clínica Felippe Mattoso é um exemplo de instituição que reúne exames laboratoriais e diferentes modalidades de diagnóstico por imagem, incluindo ressonância magnética, tomografia e ultrassonografia. </span></p>
<ol start="4">
<li><b> Sistemas integrados e interoperabilidade</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro avanço importante acontece nos bastidores. Sistemas capazes de conectar informações permitem que resultados, imagens e outros dados sejam organizados de maneira mais eficiente entre diferentes setores e instituições</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A interoperabilidade reduz a fragmentação das informações e pode evitar retrabalho, facilitar o acesso ao histórico do paciente e melhorar a continuidade do cuidado. Para isso, não basta conectar sistemas. É necessário estabelecer padrões, controles de acesso e mecanismos adequados de proteção das informações.</span></p>
<ol start="5">
<li><b> Plataformas digitais e análise de dados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A digitalização também modificou a maneira como os laboratórios administram informações. Plataformas de gestão podem acompanhar solicitações, resultados, etapas operacionais e indicadores, enquanto ferramentas analíticas ajudam a transformar grandes volumes de dados em informações úteis para a tomada de decisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa estrutura favorece uma visão mais ampla do funcionamento do serviço e pode apoiar desde o controle de processos até o planejamento de recursos. Soluções digitais também ampliam a rastreabilidade das informações e permitem registrar históricos de acesso e alterações, contribuindo para a segurança dos dados.</span></p>
<p><b>Tecnologia acompanhada de responsabilidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução tecnológica não significa apenas fazer exames mais rapidamente. O objetivo é construir processos mais seguros, organizados e capazes de oferecer informações úteis no momento adequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, investimentos em equipamentos precisam caminhar junto com capacitação profissional, manutenção, proteção de dados e avaliação contínua dos resultados. A própria evolução do setor mostra que inovação e integração estão cada vez mais relacionadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse cenário, os laboratórios deixam de ser vistos apenas como locais de coleta e análise de amostras, sendo ambientes tecnológicos nos quais equipamentos, softwares, profissionais e dados trabalham de forma integrada para apoiar decisões de saúde.</span></p>
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		<item>
		<title>Arte, bordado e inteligência artificial se encontram em instalação que provoca reflexão em Brasília</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/arte-bordado-e-inteligencia-artificial-se-encontram-em-instalacao-que-provoca-reflexao-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 12:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bordado]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sesi Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma instalação que mistura bordado, ilusão de ótica, tecnologia e memória ocupa os vidros do Sesi Lab, em Brasília, e propõe uma reflexão sobre a relação entre criação humana e inteligência artificial. A obra “Bordaduras”, da artista plástica Regina Silveira, de 87 anos, integra a programação do 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia (#25.ART), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma instalação que mistura bordado, ilusão de ótica, tecnologia e memória ocupa os vidros do Sesi Lab, em Brasília, e propõe uma reflexão sobre a relação entre criação humana e inteligência artificial. A obra “Bordaduras”, da artista plástica Regina Silveira, de 87 anos, integra a programação do 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia (#25.ART), aberto ao público nesta terça-feira (15).</p>
<p>A instalação utiliza um vinil adesivo de aproximadamente 530 metros quadrados, aplicado sobre os vidros do museu. A composição reproduz imagens de agulhas e bordados em ponto de cruz, alguns deles propositalmente inacabados.</p>
<p>A escolha do bordado não é apenas estética. Para Regina, a técnica carrega uma trajetória histórica relacionada à formação e à alfabetização das mulheres, além de fazer parte de seu próprio repertório artístico.</p>
<p>A artista, professora emérita da Universidade de São Paulo (USP) e com carreira internacional, trabalha há décadas com padrões gráficos e distorções de objetos cotidianos. Na instalação, os pontos incompletos também sugerem algo que ainda está em processo de construção.</p>
<p>Segundo Regina, os bordados presentes em seu trabalho dialogam com padrões gráficos que ela vem explorando desde o início dos anos 2000, inclusive utilizando recursos digitais e diferentes espaços arquitetônicos.</p>
<h3>Memória que atravessa gerações</h3>
<figure id="attachment_92843" aria-describedby="caption-attachment-92843" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-92843" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-A-agente-de-portaria-e-costureira-Kaliane-Freire-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="A Agente De Portaria E Costureira, Kaliane Freire - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-A-agente-de-portaria-e-costureira-Kaliane-Freire-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-A-agente-de-portaria-e-costureira-Kaliane-Freire-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-A-agente-de-portaria-e-costureira-Kaliane-Freire-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-92843" class="wp-caption-text">A agente de portaria e costureira, Kaliane Freire, duarnte entrevista para Agência Brasil. Joédson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A obra também provocou uma reação pessoal em quem trabalha no museu. A agente de portaria e costureira Kaliane Martins, de 40 anos, reconheceu nas imagens algo familiar.</p>
<p>Nascida no Rio Grande do Norte, Kaliane se mudou ainda criança para Brasília com a mãe. Antes de trabalhar no Sesi Lab, atuou como faxineira. Há quatro anos, passou a trabalhar como agente de portaria no espaço cultural.</p>
<p>Ao observar as agulhas e os bordados representados na instalação, ela se lembrou do que aprendeu com a mãe e a avó.</p>
<p>“Aprendi a bordar com a minha mãe e com a minha avó. Vi as agulhas [da obra] e me fez recordar”, contou.</p>
<p>O bordado fez parte de diferentes momentos de sua vida. Kaliane relata que chegou a produzir roupas para si e para os três filhos adolescentes. A lembrança da atividade manual também aparece como contraponto à rotina contemporânea marcada pelo uso constante das telas.</p>
<p>A reação mostra como a obra pode assumir significados diferentes dependendo da experiência de quem a observa.</p>
<h3>Uma obra com provocação feminista</h3>
<p>Regina Silveira considera “Bordaduras” uma obra de caráter feminista. A artista relaciona a tradição dos bordados à história das mulheres e aos usos que a técnica recebeu ao longo dos séculos.</p>
<p>A instalação também mantém uma característica presente em parte de sua produção: provocar o público sem determinar uma única interpretação.</p>
<p>“Eu sempre respeito muito a liberdade de interpretação”, afirma a artista.</p>
<p>Agulhas aparecem espalhadas pela composição e são utilizadas também como elementos de ilusão. Para Regina, o público pode construir suas próprias leituras a partir das formas e dos símbolos presentes na obra.</p>
<p>Dentro do Sesi Lab, um painel de LED apresenta “Dígito”, trabalho criado pela artista ainda nos anos 1980. A presença simultânea de uma obra histórica e de uma instalação contemporânea reforça o diálogo entre técnicas, linguagens e tecnologias de diferentes períodos.</p>
<figure id="attachment_92844" aria-describedby="caption-attachment-92844" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-92844" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-Artista-plastica-Regina-Silveira-estreia-obra-no-Sesi-Lab-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Artista Plástica Regina Silveira Estreia Obra No Sesi Lab - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-Artista-plastica-Regina-Silveira-estreia-obra-no-Sesi-Lab-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-Artista-plastica-Regina-Silveira-estreia-obra-no-Sesi-Lab-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-Artista-plastica-Regina-Silveira-estreia-obra-no-Sesi-Lab-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/15-Artista-plastica-Regina-Silveira-estreia-obra-no-Sesi-Lab-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-92844" class="wp-caption-text">Artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab. &#8211; Joédson Alves/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Quando a inteligência artificial entra na discussão</h3>
<p>A instalação faz parte de um encontro que coloca justamente a relação entre arte e tecnologia no centro do debate. O 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia reúne artistas e pesquisadores de diferentes regiões do país e ocorre até domingo (20), no Sesi Lab e no Museu Nacional de Brasília.</p>
<p>Um dos principais temas da programação é a influência da inteligência artificial nos processos de criação artística.</p>
<p>Para Regina Silveira, a IA pode ser utilizada como ferramenta, mas não deve ser confundida com a capacidade humana de criar e estabelecer conexões inesperadas.</p>
<p>A artista afirma que as tecnologias trabalham a partir de repertórios e memórias existentes e podem contribuir para ampliar possibilidades, mas considera que a invenção permanece ligada ao pensamento humano.</p>
<p>Ela também defende que os jovens sejam preparados não apenas para utilizar novas ferramentas, mas para compreender as linguagens que estão por trás delas.</p>
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</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Criatividade humana no centro</h3>
<p>A artista e professora Suzete Venturelli, uma das coordenadoras do encontro, também chama atenção para os limites do uso de tecnologias generativas.</p>
<p>Segundo ela, experiências com inteligência artificial podem trazer benefícios, mas é necessário preservar a capacidade humana de criação. A professora cita ainda preocupações relacionadas aos bancos de dados utilizados por sistemas de IA, que podem reproduzir vieses racistas e eurocêntricos.</p>
<p>Para Venturelli, a arte deve manter sua capacidade de questionar a sociedade e também as próprias tecnologias que fazem parte dela.</p>
<p>Nesse sentido, o encontro propõe uma discussão que vai além da ideia de aceitar ou rejeitar a inteligência artificial. A questão passa a ser como utilizar essas ferramentas sem abrir mão da criatividade, da diversidade de perspectivas e da autoria humana.</p>
<h3>Arte, tecnologia e ancestralidade</h3>
<p>A programação do #25.ART reúne 41 artistas e inclui exposições, palestras, experimentos e atividades presenciais e virtuais. Entre os temas estão ancestralidade, natureza, tecnologias sociais, música africana, tecnodiversidade e inteligência artificial.</p>
<p>Entre os convidados está o líder indígena Casé Angatu Xukuru Tupinambá, que participa de debate sobre as relações entre natureza, arte e tecnologia. O pesquisador Hauke Dorsh aborda tecnologias sociais e a disseminação da música africana, enquanto Ive Rubini apresenta reflexões sobre tecnodiversidade e a importância da multiplicidade de perspectivas.</p>
<p>A programação coloca em contato diferentes formas de conhecimento, aproximando tecnologias digitais de práticas manuais e saberes ancestrais.</p>
<h3>Do bordado ao afastamento das telas</h3>
<p>A instalação também provocou identificação em outras pessoas que passaram pelo Sesi Lab. O professor de circo tocantinense Gabriel Coelho, de 21 anos, que estava no local praticando malabares, contou que aprendeu com a mãe a costurar e fazer crochê.</p>
<p>Ao observar a imagem dos bordados, lembrou da relação entre o trabalho manual e momentos de afastamento do celular.</p>
<p>A associação resume uma das questões centrais propostas pelo encontro: em meio ao avanço acelerado das tecnologias digitais e da inteligência artificial, práticas aparentemente antigas, como bordar, costurar e criar manualmente, podem ganhar novos significados.</p>
<p>Em “Bordaduras”, Regina Silveira transforma agulhas e pontos de cruz em uma intervenção de grandes dimensões. A obra ocupa a arquitetura, recupera uma técnica tradicional e, ao mesmo tempo, participa de um debate contemporâneo sobre tecnologia, autoria e criatividade.</p>
<p>Mais do que oferecer uma resposta sobre o futuro da inteligência artificial na arte, a instalação deixa uma provocação para quem passa por ela: o que permanece essencialmente humano quando as ferramentas de criação se tornam cada vez mais sofisticadas?</p>
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		<title>Flávio Bolsonaro e PL lideram uso irregular de inteligência artificial nas eleições, aponta observatório</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/flavio-bolsonaro-e-pl-lideram-uso-irregular-de-inteligencia-artificial-nas-eleicoes-aponta-observatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 00:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[deepfake]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de inteligência artificial na disputa eleitoral de 2026 voltou a chamar atenção de pesquisadores que acompanham o comportamento de candidatos e partidos nas redes sociais. Um levantamento do Observatório IA nas Eleições, desenvolvido pela Data Privacy Brasil e pelo Aláfia Lab, aponta que quase dois em cada três conteúdos políticos produzidos com inteligência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de inteligência artificial na disputa eleitoral de 2026 voltou a chamar atenção de pesquisadores que acompanham o comportamento de candidatos e partidos nas redes sociais. Um levantamento do Observatório IA nas Eleições, desenvolvido pela Data Privacy Brasil e pelo Aláfia Lab, aponta que quase dois em cada três conteúdos políticos produzidos com inteligência artificial publicados entre 1º de janeiro e 16 de agosto não informavam que haviam sido gerados ou modificados com a tecnologia.</p>
<p>A ausência de identificação é considerada irregular pela Justiça Eleitoral. Ao todo, o levantamento analisou 413 conteúdos relacionados à política brasileira. Desse universo, 250, aproximadamente 60%, foram classificados como sátira, com materiais produzidos para ridicularizar políticos.</p>
<p>Segundo o observatório, o cenário preocupa não apenas pela quantidade de conteúdos sintéticos, mas também pela forma como eles chegam ao público. A avaliação é de que tanto os responsáveis pelas publicações quanto as próprias plataformas precisam ampliar os mecanismos de identificação e moderação desse tipo de material.</p>
<h3>Flávio lidera entre candidatos</h3>
<p>Entre os candidatos que publicaram conteúdos gerados ou manipulados por inteligência artificial sem a devida sinalização, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na primeira posição, com 13 publicações identificadas pelo levantamento.</p>
<p>Na sequência está o deputado federal Mário Frias (PL-SP), com dez conteúdos. O candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, aparece com cinco publicações. Já o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) tiveram três conteúdos cada um.</p>
<p>O levantamento também mostra concentração partidária. O PL registrou 28 publicações consideradas inadequadamente sinalizadas. O PT aparece com quatro e o PSDB, com duas.</p>
<p>A pesquisa, no entanto, aponta que a maior parte dos conteúdos de desinformação ou sem identificação do uso de IA não partiu diretamente de candidatos, mas de usuários anônimos.</p>
<h3>Deepfakes representam maioria das manipulações</h3>
<p>Outro dado considerado relevante pelo observatório é o tipo de alteração realizada nos conteúdos. 81% dos casos envolveram manipulação da imagem ou da voz de pessoas públicas, característica associada aos chamados deepfakes.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi a principal pessoa atingida pelas manipulações identificadas. Ao todo, sua imagem ou voz apareceu modificada de forma pejorativa em 112 publicações.</p>
<p>Flávio Bolsonaro também aparece entre os principais alvos: foram identificadas 57 manipulações envolvendo o senador.</p>
<p>Deepfake é o nome dado a conteúdos produzidos ou modificados por inteligência artificial ou tecnologias semelhantes capazes de criar representações realistas de pessoas, alterando imagem, voz ou manifestações.</p>
<h3>Regra eleitoral</h3>
<p>O uso da inteligência artificial durante a campanha está submetido a regras específicas da Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral proibiu o uso de deepfakes em propaganda eleitoral quando o conteúdo for caracterizado como material manipulado capaz de interferir na disputa.</p>
<p>O levantamento reforça o desafio enfrentado pelas autoridades diante da velocidade com que conteúdos sintéticos são produzidos e compartilhados nas redes. A identificação da tecnologia utilizada e a transparência sobre a origem das peças são apontadas como elementos importantes para que o eleitor consiga diferenciar conteúdos reais de materiais manipulados.</p>
<p>Com a campanha eleitoral avançando, o monitoramento do uso de inteligência artificial ganha importância diante da possibilidade de conteúdos falsos, satíricos ou manipulados alcançarem grandes públicos antes que mecanismos de checagem ou moderação consigam atuar.</p>
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		<title>Eleições 2026: candidatos publicam conteúdos feitos com IA sem informar eleitores</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eleicoes-2026-candidatos-publicam-conteudos-feitos-com-ia-sem-informar-eleitores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[deepfake]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[IAeleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento realizado pelo Observatório Lupa identificou ao menos 37 conteúdos produzidos com inteligência artificial (IA) publicados em contas oficiais de candidatos nas redes sociais. Segundo a pesquisa, nenhuma dessas publicações apresentava informação de que havia ocorrido manipulação ou geração digital do material. A análise considerou 314 conteúdos suspeitos coletados entre os dias 16 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pelo Observatório Lupa identificou ao menos 37 conteúdos produzidos com inteligência artificial (IA) publicados em contas oficiais de candidatos nas redes sociais. Segundo a pesquisa, nenhuma dessas publicações apresentava informação de que havia ocorrido manipulação ou geração digital do material.</p>
<p>A análise considerou 314 conteúdos suspeitos coletados entre os dias 16 e 26 de agosto em redes sociais e aplicativos de mensagens. Desse total, 282 apresentaram algum tipo de utilização de inteligência artificial, sendo que a maior parte foi classificada como deepfake, tecnologia capaz de criar ou modificar imagens, vozes e identidades de pessoas reais.</p>
<h2>Lula aparece como principal alvo dos conteúdos falsos</h2>
<p>Entre as pessoas identificadas nas peças manipuladas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, foi o principal alvo dos conteúdos falsos produzidos com IA. O levantamento registrou sua presença em 115 publicações.</p>
<p>Na sequência aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), citado ou representado em 56 conteúdos identificados pela pesquisa.</p>
<p>O Facebook concentrou a maior quantidade de ocorrências, com 202 registros. O Instagram apareceu em segundo lugar, com 62 casos.</p>
<p>Para Cristina Tardáguila, gerente de inovação e formação e fundadora da Agência Lupa, um dos principais pontos de preocupação é que parte dos conteúdos não foi disseminada por perfis anônimos.</p>
<p>Segundo ela, as 37 publicações foram feitas por contas oficiais de candidatos e partidos, que possuem a responsabilidade de informar ao eleitor quando utilizam inteligência artificial em seus materiais de campanha.</p>
<h2>Regras do TSE para uso de inteligência artificial</h2>
<p>O levantamento ocorre em um cenário no qual a Justiça Eleitoral já estabeleceu regras específicas para o emprego de inteligência artificial durante as eleições.</p>
<p>Em março deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou restrições relacionadas ao uso da tecnologia, incluindo modificações que envolvam imagens e vozes de candidatos ou de outras pessoas públicas.</p>
<p>A regulamentação também prevê a possibilidade de responsabilização dos provedores de internet pela Justiça caso não removam perfis falsos ou conteúdos considerados ilegais publicados por seus usuários.</p>
<p>Com o avanço das ferramentas de geração e manipulação de imagens, vídeos e áudios, o uso da IA passou a representar um novo desafio para o processo eleitoral, especialmente diante da dificuldade de diferenciar conteúdos reais de materiais artificialmente produzidos.</p>
<p>O levantamento da Lupa reforça a preocupação com a transparência durante a campanha eleitoral, principalmente quando conteúdos produzidos ou modificados digitalmente são publicados em canais oficiais sem que o eleitor seja informado sobre a utilização da tecnologia.</p>
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		<item>
		<title>CAIXA CRIATIVA impacta 120 pessoas com oficinas gratuitas de Inteligência Artificial na Zona Oeste do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caixa-criativa-impacta-120-pessoas-com-oficinas-gratuitas-de-inteligencia-artificial-na-zona-oeste-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inteligência Artificial ganhou novas vozes, idades e possibilidades na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nos dias 14 e 15 de agosto, a CAIXA CRIATIVA reuniu 120 crianças, adolescentes, adultos e idosos na Nave do Conhecimento Vila Aliança para uma programação gratuita dedicada à democratização do acesso à tecnologia e ao desenvolvimento de novas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial ganhou novas vozes, idades e possibilidades na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nos dias 14 e 15 de agosto, a CAIXA CRIATIVA reuniu 120 crianças, adolescentes, adultos e idosos na Nave do Conhecimento Vila Aliança para uma programação gratuita dedicada à democratização do acesso à tecnologia e ao desenvolvimento de novas habilidades digitais.</p>
<p>Ao longo dos dois dias, foram realizadas cinco oficinas práticas de Inteligência Artificial, apresentando aos participantes diferentes possibilidades de aplicação da tecnologia na criação de conteúdos, comunicação, produtividade, empreendedorismo e desenvolvimento de projetos.</p>
<figure id="attachment_92236" aria-describedby="caption-attachment-92236" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-92236" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/21-CAIXA-CRIATIVA-impacta-120-pessoas-com-oficinas-gratuitas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C266&#038;ssl=1" alt="CAIXA CRIATIVA Impacta 120 Pessoas Com Oficinas Gratuitas - Expresso Carioca" width="400" height="266" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/21-CAIXA-CRIATIVA-impacta-120-pessoas-com-oficinas-gratuitas-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/21-CAIXA-CRIATIVA-impacta-120-pessoas-com-oficinas-gratuitas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/21-CAIXA-CRIATIVA-impacta-120-pessoas-com-oficinas-gratuitas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-92236" class="wp-caption-text">CAIXA CRIATIVA Impacta 120 Pessoas Com Oficinas Gratuitas &#8211; Foto: Raphael Vidal</figcaption></figure>
<p>O público infantil e adolescente representou a maior parcela dos participantes, mas a programação também mobilizou adultos e idosos, reforçando a proposta de tornar o conhecimento sobre Inteligência Artificial acessível para diferentes gerações.</p>
<p>O alcance da iniciativa também ajudou a aproximar novos públicos da própria Nave do Conhecimento Vila Aliança. Dos 120 participantes, cerca de 30% nunca haviam frequentado o espaço, localizado entre Bangu e Senador Camará. Além do primeiro contato de muitos deles com ferramentas de Inteligência Artificial, o projeto abriu as portas para que parte do público conhecesse um espaço dedicado permanentemente à inclusão digital, inovação e formação tecnológica na região.</p>
<p>Entre os grupos que participaram das atividades estava uma turma do Colégio Estadual Marieta Cunha da Silva, levada à Nave pelo professor de Física Alexandro Gomes. Para o educador, a experiência pode funcionar como um primeiro passo para que os estudantes incorporem as novas tecnologias à sua formação.</p>
<p>“Essa iniciativa pode ser um ponto de partida importante na vida desses alunos, muitos deles ainda sem contato com a Inteligência Artificial. Ter a oportunidade de conhecer e aprender a utilizar essas ferramentas amplia o repertório deles e mostra possibilidades que podem ser aplicadas nos estudos e, futuramente, na vida profissional”, destaca Alexandro Gomes, professor de Física do Colégio Estadual Marieta Cunha da Silva.</p>
<p>Tecnologia como ferramenta de transformação<br />
Patrocinadora da iniciativa, a CAIXA esteve presente durante os dois dias de programação. Para Tatiane Costa, que atua na Vice-Presidência de Sustentabilidade e Cidadania da CAIXA, a diversidade de gerações reunidas pela formação reforça a importância de ampliar o acesso ao conhecimento tecnológico.</p>
<p>“Nesses dois dias, vimos crianças, jovens e adultos tendo contato com a Inteligência Artificial pela primeira vez. A CAIXA está aqui porque acreditamos que a transformação acontece por meio das pessoas. A tecnologia é uma ferramenta e, quando aprendemos a dominá-la, podemos utilizá-la para transformar não apenas a nossa vida, mas também a realidade das pessoas ao nosso redor”, afirma Tatiana.</p>
<p>A programação buscou justamente aproximar uma tecnologia que já está transformando o mercado de trabalho e a vida cotidiana de pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de explorá-la. Nas oficinas, os participantes puderam conhecer ferramentas e experimentar, na prática, maneiras de utilizar a IA em diferentes contextos pessoais e profissionais.</p>
<p>“A CAIXA fomenta iniciativas como essa porque acredita na importância de favorecer o acesso ao conhecimento de forma simples e criativa. É o conhecimento que produz a grande transformação. Uma vez que ele se expande, você nunca mais é o mesmo”, completa Tatiana.</p>
<p>Inclusão digital para diferentes gerações<br />
Realizada pela LKM Eventos, a CAIXA CRIATIVA foi criada com o objetivo de democratizar o acesso às ferramentas de Inteligência Artificial e contribuir para o desenvolvimento de competências cada vez mais relevantes para educação, empreendedorismo e mercado de trabalho.</p>
<p>A presença de diferentes faixas etárias ao longo dos dois dias reforçou um dos principais objetivos do projeto: mostrar que a transformação digital não precisa estar restrita a quem já possui familiaridade com novas tecnologias. Ao reunir crianças, adolescentes, adultos e idosos em torno da Inteligência Artificial, a iniciativa estimulou a experimentação e o aprendizado em um ambiente acessível e conectado à realidade do território.</p>
<p>A realização das oficinas na Nave do Conhecimento Vila Aliança também fortaleceu a conexão da população com um equipamento público dedicado à formação e à inclusão digital. Com aproximadamente 36 dos 120 participantes conhecendo o espaço pela primeira vez, a CAIXA CRIATIVA deixa como legado não apenas o aprendizado adquirido durante as oficinas, mas a aproximação de novos públicos de oportunidades permanentes de formação tecnológica.</p>
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		<title>Rio Grande do Norte vai receber supercomputador de inteligência artificial de mais de R$ 1 bilhão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-grande-do-norte-vai-receber-supercomputador-de-inteligencia-artificial-de-mais-de-r-1-bilhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Chips]]></category>
		<category><![CDATA[códigos abertos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[supercomputador]]></category>
		<category><![CDATA[transferência de tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Grande do Norte foi escolhido pelo governo federal para sediar um novo supercomputador voltado ao desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil. O equipamento será instalado no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, estrutura vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Macaíba, na região metropolitana de Natal. A aquisição deverá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio Grande do Norte foi escolhido pelo governo federal para sediar um novo supercomputador voltado ao desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil. O equipamento será instalado no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, estrutura vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Macaíba, na região metropolitana de Natal.</p>
<p>A aquisição deverá custar pouco mais de R$ 1 bilhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O edital para a compra será publicado no Diário Oficial da União pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p>
<p>A nova máquina deverá atingir 7.200 petaflops, capacidade equivalente a aproximadamente 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo. A unidade petaflop é utilizada para medir o desempenho de supercomputadores e corresponde a 1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo.</p>
<p>Para efeito de comparação, o Santos Dumont, atualmente considerado o supercomputador mais potente instalado no país, opera com capacidade de 27 petaflops. A nova infraestrutura terá, portanto, uma capacidade de processamento muito superior à disponível hoje no Brasil.</p>
<h3>Estrutura será utilizada por pesquisadores e empresas</h3>
<p>O equipamento deverá atender universidades, empresas, instituições científicas e órgãos governamentais. A infraestrutura poderá ser utilizada no treinamento de modelos de inteligência artificial, pesquisas científicas e desenvolvimento de novas aplicações e serviços.</p>
<p>A operação ficará sob responsabilidade do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). A expectativa do governo é ampliar significativamente a capacidade computacional disponível no país e criar condições para o desenvolvimento de pesquisas, produtos e negócios relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que a iniciativa também busca diminuir a dependência brasileira de infraestrutura computacional localizada no exterior.</p>
<p>“A gente vai reduzir nossa dependência. Sessenta por cento de tudo que é processado da inteligência brasileira é feito fora, e agora vamos poder processar aqui”, destacou a ministra, acrescentando que o equipamento deverá ficar entre os dez supercomputadores mais potentes do mundo.</p>
<h3>Projeto prevê capacitação de 5 mil brasileiros</h3>
<p>Além da aquisição da máquina, o edital deverá estabelecer contrapartidas para ampliar o domínio brasileiro sobre a tecnologia. Entre os pontos previstos estão transferência tecnológica, capacitação profissional, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local e participação de fornecedores brasileiros.</p>
<p>A previsão apresentada pelo governo é capacitar 5 mil brasileiros ao longo de cinco anos, formando profissionais para atuar em áreas relacionadas à computação de alto desempenho e inteligência artificial.</p>
<p>A iniciativa integra o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), que reúne ações destinadas à expansão da infraestrutura tecnológica, formação de profissionais, transferência de tecnologia, governança e fortalecimento da soberania digital brasileira.</p>
<p>Durante o evento em que o novo supercomputador foi anunciado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de ampliar as oportunidades para pesquisadores e profissionais brasileiros.</p>
<p>“Nós vamos provar que os brasileiros, nossos acadêmicos e a juventude, não devem nada a ninguém. Só precisam de oportunidade, é isso que queremos garantir com o supercomputador”, afirmou.</p>
<h3>Escolha do Nordeste considera energia renovável</h3>
<p>A instalação do equipamento no Rio Grande do Norte faz parte de uma estratégia de descentralização da infraestrutura tecnológica brasileira. A escolha da região também levou em consideração a disponibilidade de energia renovável.</p>
<p>O estado é líder na produção de energia eólica no país, característica considerada relevante para uma infraestrutura de computação de grande porte, que demanda elevada quantidade de energia para funcionar.</p>
<p>A localização no Nordeste também está associada ao objetivo de reduzir desigualdades regionais no acesso à infraestrutura tecnológica e estimular a formação de um ecossistema de pesquisa e inovação fora dos principais centros econômicos do país.</p>
<h3>Brasil também aposta em chips de arquitetura aberta</h3>
<p>O governo anunciou ainda uma frente voltada ao desenvolvimento de chips baseados na arquitetura aberta RISC-V. A iniciativa busca diminuir a dependência de tecnologias proprietárias e ampliar a capacidade brasileira de atuar em componentes considerados estratégicos para a computação avançada.</p>
<p>O projeto envolve o Instituto Eldorado, de Campinas (SP), e uma rede internacional que reúne cerca de 70 países. A parceria inclui o ecossistema de inovação de Barcelona, na Espanha, e prevê um processo de desenvolvimento estimado entre dez e 15 anos.</p>
<h3>Rio de Janeiro terá outra frente de infraestrutura</h3>
<p>O plano federal inclui ainda uma iniciativa de supercomputação no Rio de Janeiro. A infraestrutura será desenvolvida por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) em parceria com as empresas chinesas Huawei e Iflytek.</p>
<p>A proposta inclui transferência de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e criação de uma pilha de software soberana.</p>
<p>Também está previsto o desenvolvimento de um modelo de linguagem de grande escala, conhecido como LLM, produzido no Brasil, além de modelos de inteligência artificial em português. A intenção é criar ferramentas mais adaptadas ao idioma, aos dados e às demandas brasileiras.</p>
<p>Nesse projeto, o investimento público estimado é de R$ 1,276 bilhão ao longo de cinco anos, com previsão de início das operações em julho de 2027.</p>
<h3>Governo também prepara infraestrutura brasileira de nuvem</h3>
<p>Outra medida anunciada prevê a criação de uma alternativa nacional para armazenamento e processamento de dados e sistemas. O acordo envolve o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serpro e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>A proposta é ampliar a capacidade nacional de armazenamento e processamento e reduzir a dependência de grandes empresas estrangeiras para serviços relacionados à infraestrutura de dados.</p>
<p>O conjunto de iniciativas anunciadas coloca a ampliação da capacidade computacional, a formação de profissionais e o desenvolvimento de tecnologias próprias entre as principais frentes da estratégia brasileira para inteligência artificial.</p>
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		<item>
		<title>Cooperação com a China pode fortalecer soberania digital do Brasil na inteligência artificial, apontam especialistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cooperacao-com-a-china-pode-fortalecer-soberania-digital-do-brasil-na-inteligencia-artificial-apontam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 18:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pax Silica]]></category>
		<category><![CDATA[Waico]]></category>
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					<description><![CDATA[O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço da cooperação entre Brasil e China na área de inteligência artificial pode representar um passo importante para o fortalecimento da soberania digital brasileira. A avaliação foi feita por especialistas durante debates realizados na Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Xangai, onde autoridades, pesquisadores e representantes do setor tecnológico discutiram os desafios da governança global e do desenvolvimento de tecnologias estratégicas.</p>
<p>Segundo os participantes, o cenário internacional exige que países ampliem sua capacidade de desenvolver infraestrutura própria para inteligência artificial, reduzindo a dependência de soluções controladas por empresas estrangeiras. Nesse contexto, a aproximação entre Brasil e China é vista como uma oportunidade para impulsionar investimentos em pesquisa, processamento de dados, computação em nuvem e desenvolvimento de modelos treinados em língua portuguesa e adaptados às necessidades nacionais.</p>
<figure id="attachment_91886" aria-describedby="caption-attachment-91886" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-91886" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Pax Silica, Iniciativa Dos EUA Com Países Aliados Na área De Inteligência Artificial - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/01-Pax-Silica-iniciativa-dos-EUA-com-paises-aliados-na-area-de-inteligencia-artificial-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91886" class="wp-caption-text">Pax Silica, iniciativa dos EUA com países aliados na área de inteligência artificial. Foto: Divulgação &#8211; Divulgação</figcaption></figure>
<p>Os especialistas destacaram que a soberania digital vai além da criação de ferramentas de inteligência artificial. Ela envolve o domínio sobre dados, infraestrutura tecnológica, centros de processamento e capacidade de formular políticas públicas capazes de garantir autonomia diante das transformações provocadas pela nova economia digital.</p>
<p>Durante o encontro, também foi ressaltado que a inteligência artificial passou a ocupar posição estratégica nas relações internacionais, tornando-se um dos principais temas da disputa tecnológica entre grandes potências. Nesse cenário, a cooperação internacional pode contribuir para acelerar a formação de capacidades nacionais sem comprometer a autonomia dos países envolvidos.</p>
<p>A participação brasileira na fundação da Organização Mundial para Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO), sediada em Xangai, foi apresentada como um dos marcos recentes dessa aproximação. A nova instituição tem como objetivo incentivar a cooperação internacional para o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial de forma ética, segura, confiável e voltada ao benefício da sociedade.</p>
<p>Para os debatedores, o Brasil reúne condições favoráveis para ampliar sua presença nesse setor por contar com universidades, centros de pesquisa e profissionais qualificados. No entanto, afirmam que ainda são necessários investimentos consistentes em infraestrutura computacional, formação de especialistas e incentivo à inovação para que o país deixe de ser apenas consumidor de tecnologias desenvolvidas no exterior.</p>
<p>Outro ponto destacado foi a importância da adoção de modelos de código aberto e de iniciativas que permitam maior controle nacional sobre dados estratégicos e sistemas utilizados pelo setor público. A expectativa é que a cooperação tecnológica entre Brasil e China contribua para acelerar esse processo e ampliar a participação brasileira na definição das futuras regras internacionais para o desenvolvimento da inteligência artificial.</p>
<p>Ao longo dos debates, especialistas também defenderam que o fortalecimento da soberania digital deve caminhar ao lado de princípios como transparência, segurança, proteção de dados e uso responsável da inteligência artificial. A avaliação é que esses elementos serão fundamentais para garantir que o avanço tecnológico ocorra de forma sustentável e alinhada aos interesses públicos.</p>
<p>A aproximação entre Brasil e China na área tecnológica vem sendo ampliada nos últimos meses por meio de acordos de cooperação e iniciativas conjuntas voltadas ao desenvolvimento de inteligência artificial, computação em nuvem e transformação digital, reforçando a estratégia brasileira de ampliar sua capacidade tecnológica e reduzir a dependência de soluções externas.</p>
<figure id="attachment_91887" aria-describedby="caption-attachment-91887" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-91887" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=754%2C1453&#038;ssl=1" alt="" width="754" height="1453" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=156%2C300&amp;ssl=1 156w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=593%2C1142&amp;ssl=1 593w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=150%2C289&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/08/governanca_ia_-_versao_3.webp?resize=750%2C1445&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-91887" class="wp-caption-text">Brasília &#8211; 31/07/2026 &#8211; Iniciativas da China (Waico) e dos EUA (Pax Silica) para governança da IA. Arte. &#8211; Foto: governança da IA &#8211; Governança da IA</figcaption></figure>
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		<title>Governo prepara regras para inteligência artificial com modelo baseado em níveis de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Datena]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mesa com Datena]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília. Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília.</p>
<p>Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma regulamentação única e rígida para todas as ferramentas de inteligência artificial. A ideia é estabelecer exigências proporcionais ao impacto potencial de cada sistema sobre a sociedade, especialmente em áreas consideradas sensíveis, como saúde, sistema financeiro, segurança pública e processos eleitorais.</p>
<blockquote><p>“A regulação não será engessada. Ela será flexível e baseada em níveis de risco”, afirmou o secretário-executivo durante o evento.</p></blockquote>
<p>O governo avalia que modelos mais leves de regulamentação podem estimular inovação e desenvolvimento econômico sem abrir mão de mecanismos de controle em aplicações consideradas mais delicadas. A proposta brasileira segue debates internacionais que vêm sendo conduzidos por países da União Europeia, Estados Unidos e integrantes do G20.</p>
<p>Durigan destacou que o avanço acelerado da inteligência artificial exige atualização constante das normas e capacidade de adaptação do poder público diante das mudanças tecnológicas. Segundo ele, a criação de regras precisa acompanhar a velocidade de transformação do setor sem dificultar investimentos e pesquisas no país.</p>
<p>A discussão sobre o marco regulatório da inteligência artificial ganhou força no Congresso Nacional nos últimos anos. O Senado aprovou em 2025 um projeto que estabelece princípios para o desenvolvimento e uso da tecnologia no Brasil, incluindo diretrizes sobre transparência, responsabilidade das empresas e proteção de direitos fundamentais. A proposta ainda depende de análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O modelo defendido pelo Ministério da Fazenda prevê classificação das ferramentas conforme o potencial de dano ou impacto social. Sistemas de baixo risco poderiam ter exigências reduzidas, enquanto aplicações de alto risco estariam sujeitas a regras mais rígidas, auditorias e fiscalização específica.</p>
<p>Durante o evento, Durigan também afirmou que o país precisa construir um ambiente regulatório capaz de gerar confiança tanto para usuários quanto para investidores. Para o secretário, a ausência de regras claras pode criar insegurança jurídica e dificultar o desenvolvimento do setor tecnológico brasileiro.</p>
<p>Especialistas que acompanham o debate defendem que o desafio do Brasil será encontrar equilíbrio entre estímulo à inovação e proteção contra abusos relacionados ao uso da inteligência artificial, como manipulação de informações, discriminação algorítmica, vazamento de dados e produção de conteúdos falsos.</p>
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		<title>STJ estabelece limite inédito e veta uso de inteligência artificial como prova em processos penais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prova]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que relatórios produzidos por inteligência artificial não podem ser utilizados como prova em ações penais, marcando o primeiro posicionamento da Corte sobre o tema e criando um precedente relevante para o Judiciário brasileiro. A decisão foi tomada pela Quinta Turma do tribunal ao analisar um caso de suposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que relatórios produzidos por inteligência artificial não podem ser utilizados como prova em ações penais, marcando o primeiro posicionamento da Corte sobre o tema e criando um precedente relevante para o Judiciário brasileiro.</p>
<p>A decisão foi tomada pela Quinta Turma do tribunal ao analisar um caso de suposta injúria racial ocorrido no interior de São Paulo. Na investigação, um relatório elaborado com o uso de ferramentas de inteligência artificial foi utilizado para sustentar a acusação, mesmo após a perícia oficial não confirmar a existência da ofensa no áudio analisado.</p>
<p>O documento questionado foi produzido com base em sistemas de IA que analisaram um vídeo do episódio e indicaram que a expressão ofensiva teria sido pronunciada. Esse material serviu como fundamento para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público. No entanto, o laudo técnico do Instituto de Criminalística, baseado em análise fonética e acústica, não identificou elementos que comprovassem a fala atribuída ao acusado.</p>
<p>Ao relatar o caso, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca destacou que a controvérsia não estava na legalidade da obtenção do material, mas sim na sua capacidade de ser considerado confiável para sustentar uma acusação criminal. Segundo ele, o sistema jurídico exige que as provas apresentem consistência lógica e base técnica sólida.</p>
<p>O magistrado também apontou limitações inerentes à inteligência artificial generativa, ressaltando que essas ferramentas operam a partir de probabilidades e padrões estatísticos, o que pode resultar em conclusões equivocadas com aparência de veracidade. Entre os riscos mencionados está o fenômeno conhecido como “alucinação”, quando o sistema produz informações imprecisas ou inexistentes, mas aparentemente confiáveis.</p>
<p>Diante desse cenário, o colegiado determinou a retirada do relatório dos autos e orientou que o caso seja reavaliado sem considerar o conteúdo gerado por inteligência artificial. A decisão reforça que, embora novas tecnologias possam auxiliar investigações, elas não substituem a análise técnica validada por especialistas humanos.</p>
<p>O entendimento do STJ sinaliza uma diretriz importante para o uso de tecnologias emergentes no sistema judicial, estabelecendo que a admissibilidade de provas depende não apenas da legalidade de sua obtenção, mas também de sua confiabilidade científica e capacidade de verificação.</p>
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		<title>Fala.BR passa a usar inteligência artificial para agilizar atendimento ao cidadão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fala-br-passa-a-usar-inteligencia-artificial-para-agilizar-atendimento-ao-cidadao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fala.br]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do governo federal, passou a adotar inteligência artificial para otimizar o atendimento ao público. A atualização entrou em funcionamento nesta segunda-feira (6) e tem como objetivo tornar o registro de manifestações mais ágil, acessível e intuitivo. Gerenciado pela Controladoria-Geral da União, o sistema agora utiliza tecnologia para identificar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do governo federal, passou a adotar inteligência artificial para otimizar o atendimento ao público. A atualização entrou em funcionamento nesta segunda-feira (6) e tem como objetivo tornar o registro de manifestações mais ágil, acessível e intuitivo.</p>
<p>Gerenciado pela Controladoria-Geral da União, o sistema agora utiliza tecnologia para identificar automaticamente o tipo de solicitação enviada pelo cidadão. A partir do texto digitado, a plataforma consegue classificar a demanda em categorias como elogio, sugestão, reclamação, solicitação ou denúncia.</p>
<h3>Automatização reduz etapas e facilita uso</h3>
<p>Com a implementação da inteligência artificial, etapas que antes exigiam escolha manual do usuário passam a ser realizadas automaticamente. O novo modelo elimina a necessidade de navegar por listas extensas para classificar a manifestação, reduzindo o tempo de preenchimento e a chance de erros.</p>
<p>Nos próximos meses, a expectativa é ampliar ainda mais o uso da tecnologia. Entre as melhorias previstas estão a sugestão automática do assunto, do órgão responsável e do serviço público relacionado à demanda, tornando o processo ainda mais intuitivo.</p>
<h3>Inclusão digital e ampliação do acesso</h3>
<p>A modernização do sistema busca ampliar o acesso da população aos canais de ouvidoria, especialmente entre usuários com menor familiaridade digital. A interface simplificada também deve beneficiar quem utiliza a plataforma por meio de celulares, atualmente o principal meio de acesso ao serviço.</p>
<p>Segundo a Ouvidoria-Geral da União, a iniciativa pretende reduzir barreiras de uso e estimular maior participação social, facilitando a comunicação entre cidadãos e o poder público.</p>
<h3>Ferramenta estratégica para gestão pública</h3>
<p>Criada em 2019, a plataforma Fala.BR permite o envio e acompanhamento de manifestações destinadas a órgãos federais, além de estados e municípios que aderiram ao sistema. Os pedidos seguem prazos definidos por lei, garantindo retorno ao cidadão.</p>
<p>As informações registradas são utilizadas como base para aprimorar serviços públicos, identificar falhas e até apoiar investigações. Casos recentes de irregularidades, como desvios de recursos públicos, tiveram origem em denúncias feitas por meio da plataforma.</p>
<p>Com a incorporação da inteligência artificial, o governo aposta na digitalização como ferramenta para fortalecer a transparência, melhorar a prestação de serviços e ampliar o diálogo com a sociedade.</p>
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