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	<title>instituto fogo cruzado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>instituto fogo cruzado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Feminicídios com arma de fogo crescem 45% em 2025, aponta levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 13:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[instituto fogo cruzado]]></category>
		<category><![CDATA[levantamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos de feminicídio e tentativas de feminicídio cometidos com armas de fogo tiveram um crescimento alarmante em 2025. Um levantamento realizado pelo Instituto Fogo Cruzado, em 57 municípios, mostra que ao menos 29 mulheres foram atingidas até a primeira quinzena de agosto. O número representa 45% a mais do que no mesmo período de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de feminicídio e tentativas de feminicídio cometidos com armas de fogo tiveram um crescimento alarmante em 2025. Um levantamento realizado pelo Instituto Fogo Cruzado, em 57 municípios, mostra que ao menos 29 mulheres foram atingidas até a primeira quinzena de agosto. O número representa 45% a mais do que no mesmo período de 2024.</p>
<p>Do total de vítimas, 76% não resistiram aos disparos: 22 mulheres morreram. Em 2024, das 20 vítimas baleadas, 12 morreram (60%) e oito sobreviveram.</p>
<h3>Recife lidera registros</h3>
<p>A Região Metropolitana do Recife concentrou 31% dos casos, com 13 vítimas em 2025 (oito mortas e cinco feridas). No ano anterior, haviam sido oito vítimas, sendo seis fatais.</p>
<p>Na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, os números também chamam atenção: o total passou de sete mulheres atingidas em 2024 (quatro mortas e três feridas) para 10 casos em 2025, com oito mortes.</p>
<p>Já em Salvador e região metropolitana, as ocorrências subiram de quatro vítimas (duas mortas e duas feridas) para quatro mortes em 2025. Na Grande Belém, houve dois registros fatais neste ano, contra apenas um caso de ferimento em 2024.</p>
<h3>Onde e por quem os crimes acontecem</h3>
<p>O estudo revela que o ambiente doméstico é o principal palco da violência: 15 mulheres foram baleadas dentro de casa. Em seguida, bares aparecem como cenário de cinco ataques.</p>
<p>A autoria dos crimes escancara a face mais cruel da violência de gênero: 25 das 29 vítimas (86%) foram atacadas por companheiros ou ex-companheiros. Outro dado preocupante é que um quarto dos casos teve como agressores agentes de segurança.</p>
<h3>Panorama por município</h3>
<p>O levantamento detalhou os locais mais atingidos:</p>
<ul>
<li>Recife (PE): 9 mulheres</li>
<li>Rio de Janeiro (RJ): 4</li>
<li>Jaboatão dos Guararapes (PE): 3</li>
<li>Belém (PA): 2</li>
<li>Camaçari (BA): 2</li>
<li>Simões Filho (BA): 2</li>
<li>Duque de Caxias (RJ): 2</li>
<li>Abreu e Lima (PE): 1</li>
<li>Magé (RJ): 1</li>
<li>Maricá (RJ): 1</li>
<li>Mesquita (RJ): 1</li>
<li>Nova Iguaçu (RJ): 1</li>
</ul>
<h3>Violência em escala crescente</h3>
<p>O avanço dos números reforça alertas de especialistas para a necessidade de políticas públicas mais eficazes de proteção às mulheres e controle de armas de fogo no país. O Instituto Fogo Cruzado destacou que os dados revelam não apenas a brutalidade dos crimes, mas também a urgência em enfrentar a violência doméstica de forma sistêmica.</p>
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		<title>Tiroteios nas grandes metrópoles brasileiras ultrapassam 6 mil registros em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tiroteios-nas-grandes-metropoles-brasileiras-ultrapassam-6-mil-registros-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 19:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Arma de Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[forças policiais]]></category>
		<category><![CDATA[instituto fogo cruzado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Região Metropolitana]]></category>
		<category><![CDATA[Tiroteio]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2024, as regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Recife, Belém e Salvador registraram um total de 6.769 tiroteios, resultando em 5.936 pessoas baleadas, das quais 4.104 morreram e 1.832 ficaram feridas. Os dados são do relatório anual do Instituto Fogo Cruzado, que revela que quase um terço desses confrontos (29%) ocorreram durante operações policiais. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2024, as regiões metropolitanas de Rio de Janeiro, Recife, Belém e Salvador registraram um total de 6.769 tiroteios, resultando em 5.936 pessoas baleadas, das quais 4.104 morreram e 1.832 ficaram feridas. Os dados são do relatório anual do Instituto Fogo Cruzado, que revela que quase um terço desses confrontos (29%) ocorreram durante operações policiais.</p>
<p>O levantamento aponta padrões comuns e diferenças regionais no uso da força letal pelo Estado, além de expor a dimensão dos conflitos entre grupos armados nos grandes centros urbanos do Brasil. Segundo a diretora-executiva do Instituto Fogo Cruzado, Cecília Olliveira, a persistência da violência armada é preocupante, especialmente para crianças, adolescentes e comunidades vulneráveis. “A flexibilização do acesso às armas, sem fiscalização adequada, aliada a uma política de segurança focada no confronto, perpetua esse ciclo de violência”, alerta.</p>
<p>A pesquisa reforça essa preocupação ao destacar que, entre 2017 e 2023, o número de armas registradas no Brasil cresceu 227%, totalizando aproximadamente 4,8 milhões de armas em posse da população civil. Outro dado alarmante aponta que, entre 2015 e 2024, 51 mil pessoas morreram em confrontos com forças de segurança.</p>
<h3><strong>Destaques Regionais da Violência Armada</strong></h3>
<h4><strong>Rio de Janeiro</strong></h4>
<p>O estado registrou 2.532 tiroteios em 2024, com uma média de sete ocorrências diárias. Apesar de ser o menor índice desde o início da série histórica, em 2017, o ano registrou a maior proporção de confrontos envolvendo forças policiais: 36% do total. O impacto foi sentido em 1.968 unidades de ensino e 1.136 unidades de saúde. Além disso, o número de crianças baleadas atingiu um recorde, com 26 vítimas de até 11 anos de idade.</p>
<h4><strong>Pernambuco</strong></h4>
<p>A Região Metropolitana do Recife teve uma redução de 4% no número de tiroteios em relação a 2023, passando de 1.827 para 1.748. No entanto, o estado continua com os índices mais alarmantes do estudo: 97% dos disparos resultaram em vítimas, a maior taxa entre as metrópoles analisadas. O ano de 2024 também marcou um triste recorde no número de crianças e adolescentes baleados: 147 vítimas, com 101 mortes. Desde 2019, já são 735 casos envolvendo jovens de até 17 anos.</p>
<h4><strong>Bahia</strong></h4>
<p>Salvador e região metropolitana registraram 1.795 tiroteios em 2024, praticamente mantendo o patamar do ano anterior. A Bahia teve uma média de cinco tiroteios diários, sendo que 38% ocorreram durante operações policiais. O estado também apresentou números expressivos de chacinas: foram 27 episódios, com 92 mortos. Apesar de representar uma queda em relação a 2023 (quando ocorreram 48 chacinas e 190 vítimas fatais), a polícia seguiu responsável por mais da metade dessas execuções em 2024.</p>
<h4><strong>Pará</strong></h4>
<p>Com 694 tiroteios registrados na Grande Belém, o estado apresentou a maior participação de forças policiais nos confrontos, com 42% dos casos. Das 686 vítimas baleadas, 96 foram atingidas em ataques armados e apenas duas ficaram feridas por balas perdidas. O Pará superou Rio de Janeiro e Bahia na proporção de operações policiais envolvidas nos conflitos armados.</p>
<h3><strong>Chamado para Medidas Urgentes</strong></h3>
<p>Diante do cenário alarmante, o Instituto Fogo Cruzado reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes e baseadas em dados. “Há oito anos, divulgamos números que refletem a dor das famílias e o medo da população. No entanto, as estratégias de segurança continuam repetitivas e ineficazes. Precisamos de planejamento, metas claras e controle rigoroso das armas”, afirma Cecília Olliveira.</p>
<p>A violência armada segue como uma das principais preocupações dos brasileiros, superando temas como saúde e educação. O relatório enfatiza a urgência de reavaliar as abordagens de segurança pública, priorizando inteligência e prevenção para romper o ciclo de violência nas grandes cidades do país.</p>
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