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	<title>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Quase 40% dos adolescentes relatam bullying nas escolas, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-40-dos-adolescentes-relatam-bullying-nas-escolas-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país. De acordo com o estudo, 39,8% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento divulgado pelo IBGE indica que quatro em cada dez estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos já foram vítimas de bullying no ambiente escolar. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), realizada em 2024 em instituições de ensino de todo o país.</p>
<p>De acordo com o estudo, 39,8% dos adolescentes afirmaram ter sofrido esse tipo de violência ao menos uma vez. Além disso, 27,2% relataram ter sido alvo de humilhações de forma repetida, evidenciando que os episódios não são pontuais, mas recorrentes.</p>
<p>A análise também aponta crescimento na intensidade das ocorrências em comparação com a edição anterior da pesquisa, realizada em 2019. Embora o aumento no número total de vítimas tenha sido discreto, houve avanço significativo nos casos de repetição, indicando agravamento do problema entre os jovens.</p>
<p>As meninas aparecem como as principais vítimas. Segundo os dados, 43,3% das estudantes já sofreram bullying, frente a 37,3% dos meninos. Entre elas, 30,1% disseram ter passado por situações de humilhação mais de uma vez, proporção superior à registrada entre os alunos do sexo masculino.</p>
<p>Os motivos mais citados para as agressões estão relacionados à aparência física. Características como rosto e cabelo lideram os relatos, presentes em 30,2% dos casos, seguidas pela aparência corporal e por fatores como cor ou raça. Parte significativa dos estudantes, no entanto, afirma não conseguir identificar uma razão específica para os ataques.</p>
<p>O levantamento também analisou o perfil dos agressores. Cerca de 13,7% dos estudantes admitiram já ter praticado bullying, sendo a maioria composta por meninos. A pesquisa aponta ainda discrepâncias entre o que é relatado por vítimas e autores, sugerindo que fatores como gênero, orientação sexual e deficiência podem estar subnotificados entre os alvos.</p>
<p>Além das agressões verbais, o estudo identificou que 16,6% dos alunos já sofreram violência física dentro do ambiente escolar. Já os casos de bullying virtual, realizados por meio de redes sociais e aplicativos, atingem uma parcela menor, embora ainda significativa dos adolescentes.</p>
<p>Os resultados reforçam o alerta sobre os impactos do bullying na saúde mental e no desempenho escolar dos jovens. Especialistas destacam a necessidade de ampliar políticas de prevenção e fortalecer ações dentro das escolas para enfrentar o problema e promover ambientes mais seguros.</p>
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		<title>Pesquisa revela que 25% das estudantes brasileiras já sofreram violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-revela-que-25-das-estudantes-brasileiras-ja-sofreram-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez precoce]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento recente do IBGE aponta que uma em cada quatro estudantes adolescentes no Brasil já foi vítima de violência sexual. O dado integra a mais recente edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) e evidencia a dimensão do problema entre jovens no ambiente educacional. De acordo com o estudo, o percentual de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento recente do IBGE aponta que uma em cada quatro estudantes adolescentes no Brasil já foi vítima de violência sexual. O dado integra a mais recente edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) e evidencia a dimensão do problema entre jovens no ambiente educacional.</p>
<p>De acordo com o estudo, o percentual de meninas que relatam ter sofrido esse tipo de violência chegou a cerca de 25%, mostrando crescimento em relação aos dados anteriores. Em edições passadas da pesquisa, o índice era menor — cerca de uma em cada cinco estudantes — o que demonstra uma tendência de aumento nos registros ao longo dos anos.</p>
<p>Outro indicador relevante diz respeito aos casos mais graves. Segundo o levantamento, 11,7% das adolescentes afirmaram já ter sido forçadas a manter relação sexual contra a própria vontade, número que também apresenta elevação na comparação com pesquisas anteriores.</p>
<p>A análise revela ainda forte desigualdade de gênero. As meninas aparecem como principais vítimas, com índices significativamente superiores aos dos meninos em situações que envolvem assédio, abuso e violência sexual. Estudos anteriores já indicavam que esse tipo de ocorrência pode atingir mais que o dobro de adolescentes do sexo feminino em relação ao masculino.</p>
<p>Especialistas destacam que, além do aumento dos casos, os números podem refletir maior conscientização e disposição das vítimas em relatar as situações vividas. Ainda assim, há consenso de que a subnotificação continua sendo um desafio, já que muitos episódios não chegam ao conhecimento das autoridades.</p>
<p>Os dados fazem parte de um panorama mais amplo sobre a saúde e o comportamento de estudantes brasileiros, que inclui também questões como bullying, saúde mental e exposição a situações de risco. Nesse contexto, o levantamento reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção da violência, ao acolhimento das vítimas e à promoção de ambientes escolares mais seguros.</p>
<p>A divulgação reacende o debate sobre o papel das instituições de ensino, das famílias e do poder público na proteção de crianças e adolescentes, além da importância de fortalecer canais de denúncia e mecanismos de apoio às vítimas.</p>
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		<title>Fundações sem fins lucrativos pagam salários acima da média das empresas no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fundacoes-sem-fins-lucrativos-pagam-salarios-acima-da-media-das-empresas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 15:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[fundações sem fins lucrativos]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Salarios]]></category>
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					<description><![CDATA[As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As fundações privadas e associações sem fins lucrativos pagaram, em 2023, salários médios superiores aos oferecidos por empresas no Brasil. Segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores dessas instituições receberam, em média, R$ 3.630,71 por mês — o equivalente a 2,8 salários mínimos. No mesmo período, a remuneração média nas entidades empresariais ficou em 2,5 salários mínimos.</p>
<p>O salário mínimo médio considerado na pesquisa, referente ao ano-base de 2023, foi de R$ 1.314,46. Apesar do desempenho acima das empresas, o patamar das fundações e associações sem fins lucrativos ainda permaneceu abaixo da administração pública, que registrou remuneração média equivalente a quatro salários mínimos.</p>
<figure id="attachment_87442" aria-describedby="caption-attachment-87442" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-87442" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Campus Da Pontifícia Universidade Católica Do Rio De Janeiro (PUC Rio), Uma Instituição Sem Fins Lucrativos - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-FCampus-da-Pontificia-Universidade-Catolica-do-Rio-de-Janeiro-PUC-Rio-uma-instituicao-sem-fins-lucrativos-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87442" class="wp-caption-text">Campus da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), uma instituição sem fins lucrativos. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Os dados integram o estudo sobre as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil), elaborado a partir do Cadastro Central de Empresas (Cempre). A série histórica da pesquisa existe desde 2002, mas mudanças metodológicas impedem comparações anteriores a 2022.</p>
<p>O IBGE classifica como Fasfil instituições como associações comunitárias, fundações privadas, entidades religiosas e organizações sem fins lucrativos das áreas de educação e saúde. Ficam fora desse universo sindicatos, partidos políticos, condomínios e entidades paraestatais, como o Sistema S, agrupadas em outra categoria denominada “entidades sem fins lucrativos”.</p>
<h3>Crescimento e impacto no mercado de trabalho</h3>
<p>Entre 2022 e 2023, o número de fundações privadas e associações sem fins lucrativos cresceu 4%, passando de 573,3 mil para 596,3 mil unidades. Esse contingente representa cerca de 5% do total de organizações ativas no país, estimado em 11,3 milhões.</p>
<figure id="attachment_87444" aria-describedby="caption-attachment-87444" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87444" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Santa Casa De Misericórdia, No Centro Do Rio De Janeiro, é Uma Institução Sem Fins Lucrativos Da área Da Saúde - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-Santa-Casa-de-Misericordia-no-Centro-do-Rio-de-Janeiro-e-uma-institucao-sem-fins-lucrativos-da-area-da-saude-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-87444" class="wp-caption-text">Santa Casa de Misericórdia, no Centro do Rio de Janeiro, é uma institução sem fins lucrativos da área da saúde. &#8211; Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No mercado de trabalho, essas instituições empregaram 2,7 milhões de pessoas, o equivalente a 5,1% do total de trabalhadores brasileiros, e responderam por 5% da massa salarial nacional.</p>
<p>O ranking de remuneração média, em salários mínimos, ficou assim distribuído:</p>
<ul>
<li>Administração pública: 4,0</li>
<li>Fundações privadas e associações sem fins lucrativos: 2,8</li>
<li>Entidades sem fins lucrativos: 2,6</li>
<li>Entidades empresariais: 2,5</li>
<li>Média total dos trabalhadores: 2,8</li>
</ul>
<h3>Perfil das atividades e desigualdade salarial</h3>
<p>O estudo aponta que pouco mais de um terço das Fasfil (35,3%) são entidades religiosas, somando 210,7 mil organizações. Em seguida aparecem instituições de cultura e recreação (89,5 mil), desenvolvimento e defesa de direitos (80,3 mil), associações patronais e profissionais (69,5 mil), assistência social (54 mil) e educação e pesquisa (28,9 mil).</p>
<p>Do total de trabalhadores empregados nessas instituições, 41,2% atuam na área da saúde, principal empregadora do setor, com cerca de 1,1 milhão de pessoas. Educação e pesquisa concentram 27,7% dos vínculos, à frente da assistência social, com 12,7%.</p>
<p>As mulheres têm presença majoritária nas Fasfil: elas representam 68,9% dos assalariados, proporção bem acima da média nacional de 45,5%. Na educação infantil, a predominância é ainda maior — 91,7% dos trabalhadores são mulheres. Apesar disso, a desigualdade salarial persiste: segundo o IBGE, elas recebem, em média, 19% menos que os homens nessas instituições.</p>
<p>Para o coordenador de Cadastros e Classificações do IBGE, Francisco Marta, os números evidenciam a relevância econômica e social do setor. “Essas entidades complementam as ações do governo em áreas como saúde, educação, assistência social, defesa de direitos e meio ambiente. Elas contribuem de forma significativa para a riqueza do país”, afirma.</p>
<h3>Porte das instituições</h3>
<p>Em média, as fundações privadas e associações sem fins lucrativos tinham 4,5 empregados em 2023. No entanto, 85,6% delas não possuíam nenhum trabalhador formal. Apenas 0,7% contavam com cem ou mais funcionários.</p>
<p>As maiores estruturas estavam concentradas em hospitais, com média de 269,7 assalariados, seguidos por instituições de saúde (132,5), ensino superior (73,9) e ensino médio (73,8). Na outra ponta, as entidades religiosas apresentaram o menor porte, com média de apenas 0,6 empregado formal por instituição.</p>
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