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	<title>Inmet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Inmet &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo federal reconhece emergência em sete cidades gaúchas atingidas por fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal oficializou o reconhecimento da situação de emergência em sete municípios do Rio Grande do Sul afetados pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União por meio de portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal oficializou o reconhecimento da situação de emergência em sete municípios do Rio Grande do Sul afetados pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União por meio de portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.</p>
<p>Com o reconhecimento federal, as prefeituras de São Sepé, Erval Seco, Liberato Salzano, Coronel Bicaco, Cerro Grande, Novo Tiradentes e Seberi passam a ter acesso aos mecanismos de apoio da União voltados ao enfrentamento dos danos provocados pelo desastre climático.</p>
<p>A medida possibilita que os municípios encaminhem planos de trabalho ao governo federal para solicitar recursos destinados a ações emergenciais. Após a análise técnica e a aprovação da documentação apresentada, poderão ser liberados valores para operações de socorro, atendimento às famílias afetadas, assistência humanitária e recuperação da infraestrutura comprometida pelas chuvas.</p>
<p>O reconhecimento da situação de emergência é uma etapa prevista na legislação brasileira para que estados e municípios afetados por desastres naturais possam receber apoio financeiro da União. Entre as ações que podem ser financiadas estão a distribuição de ajuda humanitária, recuperação de vias públicas, reconstrução de equipamentos danificados e outras medidas necessárias para restabelecer os serviços essenciais à população.</p>
<p>O Rio Grande do Sul voltou a enfrentar episódios de chuva intensa que provocaram transtornos em diversas localidades, reforçando a necessidade de ações rápidas para minimizar os impactos sobre moradores e infraestrutura. Com a publicação da portaria, os municípios contemplados passam a contar com respaldo federal para acelerar o processo de recuperação das áreas atingidas e ampliar o atendimento às comunidades afetadas.</p>
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		<title>Frente fria derruba temperaturas e provoca geadas em áreas da Região Sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/frente-fria-derruba-temperaturas-e-provoca-geadas-em-areas-da-regiao-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 16:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada de uma nova frente fria provocou uma mudança significativa nas condições do tempo na Região Sul do Brasil nesta sexta-feira (3). O avanço da massa de ar frio fez as temperaturas despencarem, favorecendo a formação de geadas em diversas áreas, especialmente na Campanha Gaúcha e em outras regiões do Rio Grande do Sul, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada de uma nova frente fria provocou uma mudança significativa nas condições do tempo na Região Sul do Brasil nesta sexta-feira (3). O avanço da massa de ar frio fez as temperaturas despencarem, favorecendo a formação de geadas em diversas áreas, especialmente na Campanha Gaúcha e em outras regiões do Rio Grande do Sul, onde os termômetros registraram marcas próximas ou abaixo de 0°C.</p>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o sistema também influencia o clima em outras partes do país. Além do Sul, a queda nas temperaturas deve ser sentida em Mato Grosso do Sul, no sul e centro-oeste de Mato Grosso e em áreas do sudoeste da Amazônia, caracterizando mais um episódio de friagem.</p>
<p>A previsão indica que o frio permanecerá intenso ao longo dos próximos dias. Nas áreas de maior altitude da Região Sul, as manhãs seguirão com possibilidade de formação de geadas, enquanto a massa de ar polar continuará avançando em direção ao Sudeste e ao Centro-Oeste, provocando redução das temperaturas e mudanças nas condições do tempo.</p>
<p>Além do frio, o deslocamento da frente fria favorece a ocorrência de ventos mais intensos e mantém o mar agitado em parte do litoral da Região Sul e do Sudeste. Em algumas localidades, o sistema também pode provocar chuva, principalmente durante a passagem da frente fria, antes da estabilização das condições meteorológicas provocada pela massa de ar seco e frio.</p>
<p>Os órgãos de meteorologia orientam atenção especial para agricultores, em razão do risco de prejuízos causados pelas geadas, e recomendam cuidados com crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade diante das baixas temperaturas. Também é importante redobrar a atenção com animais domésticos e de produção durante os períodos de frio mais intenso.</p>
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		<title>Frente fria derruba temperaturas no Sudeste e Inmet alerta para chuva e possibilidade de granizo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:36:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada de uma nova massa de ar frio ao Sudeste do Brasil provocou mudanças significativas nas condições climáticas nesta segunda-feira, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além da redução das temperaturas, a região também deve registrar pancadas de chuva e possibilidade de granizo em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada de uma nova massa de ar frio ao Sudeste do Brasil provocou mudanças significativas nas condições climáticas nesta segunda-feira, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além da redução das temperaturas, a região também deve registrar pancadas de chuva e possibilidade de granizo em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o órgão, o avanço do sistema meteorológico amplia a instabilidade atmosférica e favorece a ocorrência de precipitações em grande parte da região. As exceções ficam por conta do extremo norte mineiro e de áreas do oeste paulista, onde a previsão indica apenas chuvas isoladas.</p>
<p>O principal destaque é a queda das temperaturas, especialmente no estado de São Paulo e no sul de Minas Gerais. Nessas áreas, as mínimas devem variar entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas permanecem baixas para esta época do ano. Na capital paulista, os termômetros não devem ultrapassar os 15°C, configurando um dos dias mais frios do mês.</p>
<p>O Inmet também chama atenção para a possibilidade de granizo associada às áreas de instabilidade. Embora o fenômeno deva ocorrer de forma localizada, a recomendação é que a população acompanhe os alertas meteorológicos e adote medidas de precaução em caso de temporais.</p>
<p>Nas regiões de maior altitude do Sudeste, o frio deve ser ainda mais intenso. Em áreas da Serra da Mantiqueira e do sul de Minas Gerais, o instituto já havia emitido alertas para temperaturas próximas de 4°C e possibilidade de formação de geadas em períodos de maior resfriamento.</p>
<p>Enquanto o Sudeste enfrenta o avanço do ar frio, a Região Sul também registra temperaturas em queda. Estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul devem ter madrugadas geladas e condições favoráveis à formação de geada em diversos municípios. Em Curitiba, por exemplo, as mínimas podem ficar próximas dos 8°C.</p>
<p>No restante do país, o cenário é diferente. O Norte continua com previsão de pancadas de chuva em praticamente toda a região, enquanto o Nordeste deve registrar precipitações isoladas principalmente na faixa litorânea. Já no Centro-Oeste, a tendência é de tempo mais estável, embora algumas áreas de Goiás ainda possam registrar chuva acompanhada de trovoadas.</p>
<p>Meteorologistas explicam que a entrada dessas massas de ar frio é comum durante o período de transição para o inverno, estação que começou oficialmente no hemisfério sul nos últimos dias. A expectativa é que novas ondas de frio atinjam o Centro-Sul do país ao longo das próximas semanas, mantendo as temperaturas abaixo da média em algumas localidades.</p>
<p>Diante das mudanças no tempo, o Inmet recomenda atenção especial para grupos mais vulneráveis às baixas temperaturas, como idosos, crianças e pessoas em situação de rua, além de orientar a população a acompanhar os boletins meteorológicos atualizados para eventuais alertas de chuva forte, ventos intensos ou queda de granizo.</p>
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		<title>Massa de ar frio derruba temperaturas e mantém tempo seco no centro do Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/massa-de-ar-frio-derruba-temperaturas-e-mantem-tempo-seco-no-centro-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 22:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[inverno]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma massa de ar frio deve provocar queda nas temperaturas em grande parte da região central do Brasil até o meio desta semana, mantendo o tempo seco e ampliando a diferença entre as temperaturas registradas pela manhã e durante a tarde. A previsão foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que aponta características típicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma massa de ar frio deve provocar queda nas temperaturas em grande parte da região central do Brasil até o meio desta semana, mantendo o tempo seco e ampliando a diferença entre as temperaturas registradas pela manhã e durante a tarde. A previsão foi divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que aponta características típicas da transição entre o outono e o inverno.</p>
<p>Segundo a meteorologista Andrea Ramos, o período será marcado por grande amplitude térmica, com amanheceres mais frios, elevação das temperaturas ao longo do dia e novo resfriamento durante a noite. A especialista destacou que maio já apresenta condições climáticas mais próximas do inverno, cuja chegada oficial ocorre em junho.</p>
<p>Na região Centro-Oeste, a tendência é de predomínio do tempo firme em Goiás e no Distrito Federal, com baixos índices de umidade e poucas chances de chuva ao longo da semana. Já em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o cenário deve mudar a partir de sexta-feira (15), quando áreas de instabilidade poderão provocar chuvas irregulares e acumulados superiores a 60 milímetros em alguns pontos.</p>
<p>No Sudeste, a previsão aponta ocorrência de chuvas isoladas no estado do Rio de Janeiro e no litoral norte de São Paulo. Também há possibilidade de formação de nevoeiros em áreas serranas da Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas Gerais, além de regiões montanhosas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.</p>
<p>A Região Sul deve registrar temperaturas mais baixas durante os próximos dias, com predominância de tempo estável no início da semana. De acordo com o Inmet, chuvas fracas e isoladas poderão atingir partes de Santa Catarina e Paraná a partir da sexta-feira.</p>
<p>Enquanto o centro do país enfrenta clima seco, os maiores volumes de chuva devem se concentrar nas regiões Norte e Nordeste. Estados como Amazonas, Pará, Amapá e Roraima poderão registrar acumulados superiores a 150 milímetros ao longo dos próximos sete dias. Já no Nordeste, os maiores índices de precipitação são esperados no norte do Maranhão e do Piauí, com possibilidade de volumes acima de 100 milímetros em áreas isoladas.</p>
<p>Especialistas alertam que a combinação entre baixa umidade do ar, frio e grande variação térmica exige atenção com a saúde, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. A orientação é reforçar a hidratação e evitar exposição prolongada aos períodos mais secos do dia.</p>
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		<item>
		<title>Inmet alerta para formação de ciclone no Sudeste a partir de sexta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmet-alerta-para-formacao-de-ciclone-no-sudeste-a-partir-de-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 23:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclone]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para a formação de um ciclone na região Sudeste do Brasil a partir desta sexta-feira (30), com potencial para provocar grandes volumes de chuva, tempestades e transtornos em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. De acordo com o órgão, o ciclone [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para a formação de um ciclone na região Sudeste do Brasil a partir desta sexta-feira (30), com potencial para provocar grandes volumes de chuva, tempestades e transtornos em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o órgão, o ciclone deve se formar próximo ao litoral do Sudeste, intensificando as instabilidades atmosféricas. Na Serra da Mantiqueira, os acumulados de chuva podem ultrapassar 100 milímetros, enquanto no litoral paulista os volumes previstos superam os 60 milímetros.</p>
<p>A atuação do sistema também aumenta o risco de tempestades na cidade de São Paulo ao longo da sexta-feira, com possibilidade de queda de granizo em diversas regiões do estado. O fenômeno pode ainda atingir municípios vizinhos de Minas Gerais, especialmente no Triângulo Mineiro.</p>
<p>No sábado (31), as áreas mais afetadas pelas chuvas devem se concentrar entre o Triângulo Mineiro e o estado do Rio de Janeiro, com acumulados que podem novamente superar os 100 milímetros em um intervalo de 24 horas. Há ainda previsão de tempestades localizadas entre o norte de Santa Catarina, o leste do Paraná e o sul de São Paulo.</p>
<p>Segundo o Inmet, a tendência é que o ciclone continue atuando até o início da próxima semana, favorecendo a formação de um canal de umidade entre o Espírito Santo e Mato Grosso, o que pode prolongar o período de instabilidade.</p>
<h3>Frente fria avança pelo Sul</h3>
<p>Antes da formação do ciclone, a passagem de uma frente fria a partir desta quinta-feira (29) já deve provocar chuvas intensas e tempestades isoladas no Paraná e em Santa Catarina. As áreas com maior risco incluem a região metropolitana de Curitiba, o norte catarinense, o Vale do Itajaí e a região serrana de Santa Catarina.</p>
<p>Nessas localidades, há previsão de temporais com raios, rajadas de vento e queda de granizo, além de acumulados de chuva que podem chegar a 100 milímetros em 24 horas.</p>
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		<item>
		<title>Inmet emite alerta de chuvas intensas para a maior parte do país nesta quarta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmet-emite-alerta-de-chuvas-intensas-para-a-maior-parte-do-pais-nesta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta de chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para esta quarta-feira (21) em grande parte do território nacional. As regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste devem ser impactadas pelo deslocamento de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno que favorece a formação de nuvens carregadas e precipitações persistentes. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para esta quarta-feira (21) em grande parte do território nacional. As regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste devem ser impactadas pelo deslocamento de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno que favorece a formação de nuvens carregadas e precipitações persistentes. Apenas a Região Sul não está sob aviso meteorológico.</p>
<p>De acordo com o Inmet, Minas Gerais, Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro, centro-oeste da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e parte do Amazonas concentram o alerta de maior gravidade. Nessas áreas, o acumulado de chuva pode chegar a 50 milímetros por dia, com previsão de persistência do fenômeno até o próximo domingo.</p>
<p>Para esta quarta-feira, a situação é ainda mais crítica em pontos do norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e na região de Rio Verde (GO), onde os volumes podem atingir 100 milímetros em 24 horas. A intensidade das chuvas eleva o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios, exigindo atenção redobrada da população e das autoridades locais.</p>
<p>O Inmet também prevê precipitações acima de 50 mm na faixa que se estende do Rio Grande do Norte a São Luís, além do Amapá, reforçando o cenário de instabilidade atmosférica em boa parte do país.</p>
<h3>Temperaturas máximas previstas para as capitais</h3>
<ul>
<li>Aracaju: 31°C</li>
<li>Belém: 33°C</li>
<li>Belo Horizonte: 22°C</li>
<li>Boa Vista: 35°C</li>
<li>Brasília: 25°C</li>
<li>Campo Grande: 32°C</li>
<li>Cuiabá: 31°C</li>
<li>Curitiba: 24°C</li>
<li>Florianópolis: 28°C</li>
<li>Fortaleza: 30°C</li>
<li>Goiânia: 27°C</li>
<li>João Pessoa: 31°C</li>
<li>Macapá: 31°C</li>
<li>Maceió: 32°C</li>
<li>Manaus: 32°C</li>
<li>Natal: 31°C</li>
<li>Palmas: 30°C</li>
<li>Porto Alegre: 29°C</li>
<li>Porto Velho: 30°C</li>
<li>Recife: 31°C</li>
<li>Rio Branco: 29°C</li>
<li>Rio de Janeiro: 25°C</li>
<li>Salvador: 31°C</li>
<li>São Luís: 30°C</li>
<li>São Paulo: 22°C</li>
<li>Teresina: 33°C</li>
<li>Vitória: 23°C</li>
</ul>
<p>O Inmet recomenda que a população acompanhe as atualizações meteorológicas e siga as orientações da Defesa Civil, especialmente nas áreas classificadas como de maior risco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Rio de Janeiro registra temperaturas acima da média histórica e enfrenta onda de calor</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-registra-temperaturas-acima-da-media-historica-e-enfrenta-onda-de-calor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 21:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Alerta Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado do Rio de Janeiro vem enfrentando um período de calor intenso, com temperaturas acima da média histórica, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O cenário reforça a tendência de aquecimento observada neste início de 2026, que já figura entre os anos mais quentes desde o início das medições sistemáticas no estado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro vem enfrentando um período de calor intenso, com temperaturas acima da média histórica, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O cenário reforça a tendência de aquecimento observada neste início de 2026, que já figura entre os anos mais quentes desde o início das medições sistemáticas no estado, em 1961.</p>
<p>De acordo com o Inmet, a maior temperatura máxima já registrada no Rio de Janeiro foi de 41°C, marca alcançada em 1969, 1995, 2015 e novamente em 2026, evidenciando a recorrência de eventos extremos ao longo das últimas décadas. A previsão climática mensal indica que janeiro de 2026 deve apresentar um acréscimo de cerca de 0,5°C na temperatura média em relação ao padrão climatológico.</p>
<p>“Embora a maior parte do território deva permanecer próxima à normalidade climatológica, áreas pontuais — incluindo a capital — podem registrar aquecimento mais acentuado”, informou o instituto em nota técnica.</p>
<h3>Calor acima do padrão</h3>
<p>Desde o dia 1º de janeiro, grande parte das estações meteorológicas do estado vem registrando temperaturas máximas superiores à média climatológica estadual, que é de 30,7°C. Municípios como Seropédica, Três Rios, Cambuci, Duque de Caxias, Valença e Paraty contabilizaram, até esta segunda-feira (12), nove dias com máximas acima da média.</p>
<p>Na cidade do Rio de Janeiro, foram registradas oito ocorrências de temperaturas máximas superiores ao padrão estadual. Segundo o Sistema Alerta Rio, da Prefeitura, a capital alcançou 41,4°C em Santa Cruz, na Zona Oeste, na segunda-feira (12), a maior temperatura registrada no município em 2026.</p>
<p>Mesmo regiões tradicionalmente mais amenas, como Teresópolis, Arraial do Cabo e Nova Friburgo, apresentaram dias com calor acima do esperado para o período, segundo o Inmet.</p>
<h3>Onda de calor no Sudeste</h3>
<p>O fenômeno não se restringe ao território fluminense. Estados como Minas Gerais e São Paulo também registraram temperaturas elevadas nos últimos dias, especialmente em 10 de janeiro, o que reforça o caráter regional do aquecimento no Sudeste.</p>
<p>Na tarde de segunda-feira (12), o Inmet emitiu um alerta de onda de calor, válido até a noite de quarta-feira (14). O aviso é de nível laranja, que indica perigo, o segundo mais alto na escala do instituto. A área afetada inclui, entre outras regiões, a Metropolitana do Rio de Janeiro, o Sul e Norte Fluminense, além de extensas áreas de São Paulo, Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>
<h3>Previsão indica leve alívio</h3>
<p>Para esta quarta-feira (14), o Inmet prevê um leve declínio nas temperaturas, embora o calor ainda deva persistir. Na capital fluminense, a máxima prevista é de 35°C, com mínima em torno de 21°C.</p>
<p>Segundo o instituto, a mudança ocorre devido ao enfraquecimento de um sistema atmosférico conhecido como crista, o que favorece maior formação de nuvens e a ocorrência de chuvas pontuais, principalmente por convecção, já observadas em áreas das regiões Sul e Serrana do estado.</p>
<p>Entre quarta-feira e sábado (17), a previsão do Alerta Rio indica céu parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite, além de ventos predominantantes moderados. O cenário aponta para um breve alívio térmico, sem afastar totalmente a influência do calor intenso sobre o estado.</p>
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		<item>
		<title>Inmet mantém alerta vermelho para onda de calor no Sudeste até o dia 29</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmet-mantem-alerta-vermelho-para-onda-de-calor-no-sudeste-ate-o-dia-29/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 13:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Onda de Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém ativo o alerta vermelho de grande perigo para a onda de calor que atinge partes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país, com destaque para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O aviso, o mais grave entre os três níveis emitidos pelo órgão, segue [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém ativo o alerta vermelho de grande perigo para a onda de calor que atinge partes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país, com destaque para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O aviso, o mais grave entre os três níveis emitidos pelo órgão, segue válido até a próxima segunda-feira (29).</p>
<p>De acordo com o Inmet, desde o último dia 23, a área sob alerta registra temperaturas cerca de 5 °C acima da média histórica para esta época do ano, configurando uma condição persistente e extrema de calor.</p>
<p>Além de Rio de Janeiro e São Paulo, que estão totalmente incluídos no alerta vermelho, a situação afeta o norte do Paraná, com destaque para as regiões de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, incluindo Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, na área de Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na região de Cachoeiro de Itapemirim.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, ondas de calor representam risco elevado especialmente em áreas urbanas, devido ao chamado efeito de ilha de calor, fenômeno em que edificações, asfalto e concreto retêm o calor e intensificam as altas temperaturas.</p>
<p>Os impactos tendem a ser mais severos entre os grupos vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças renais, cardíacas, respiratórias, circulatórias ou diabetes, além da população em situação de rua.</p>
<p>Entre os principais sinais de alerta à saúde associados ao calor extremo estão:</p>
<ul>
<li>transpiração excessiva;</li>
<li>fraqueza;</li>
<li>tontura;</li>
<li>náuseas;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>cãibras musculares;</li>
<li>diarreia.</li>
</ul>
<p>Diante desses sintomas, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima.</p>
<p>O Ministério da Saúde disponibiliza um guia com recomendações para enfrentar períodos de calor intenso, que inclui manter a hidratação, usar roupas leves, evitar atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes e priorizar refeições leves.</p>
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		<title>Bloqueio atmosférico provoca alerta de calor intenso em oito estados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bloqueio-atmosferico-provoca-alerta-de-calor-intenso-em-oito-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[Onda de Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão do Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bloqueio atmosférico é o responsável pela forte onda de calor que atinge parte do Brasil neste fim de ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de grande perigo para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de áreas de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bloqueio atmosférico é o responsável pela forte onda de calor que atinge parte do Brasil neste fim de ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de grande perigo para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de áreas de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. O fenômeno impede a chegada de frentes frias e favorece a elevação das temperaturas, que podem ficar até cinco graus acima do normal para esta época do ano.</p>
<h3>Situação por estado</h3>
<p><strong>São Paulo</strong><br />
Todo o estado está sob alerta máximo. Na capital, no interior e no litoral, as temperaturas devem variar entre <strong>34 °C e 35 °C</strong>. À tarde, há previsão de <strong>pancadas de chuva com trovoadas isoladas</strong>, principalmente na capital.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong><br />
O alerta também vale para todo o território fluminense. A onda de calor atinge a capital, a região metropolitana, o litoral e o interior, com máximas que podem chegar a <strong>39 °C</strong>. Há possibilidade de <strong>chuvas isoladas e trovoadas à tarde</strong>.</p>
<p><strong>Espírito Santo</strong><br />
O <strong>sul do estado</strong> está em alerta vermelho. Em <strong>Cachoeiro de Itapemirim</strong>, a temperatura pode alcançar <strong>34 °C</strong>, sem previsão de chuva.</p>
<p><strong>Goiás</strong><br />
O <strong>sul goiano</strong>, especialmente nas áreas próximas às fronteiras com Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, enfrenta calor intenso. Em <strong>Itumbiara</strong>, os termômetros podem marcar <strong>34 °C</strong>, sem expectativa de precipitações.</p>
<p><strong>Minas Gerais</strong><br />
O calor se concentra no <strong>Triângulo Mineiro</strong>. Em <strong>Uberlândia</strong>, a máxima prevista é de <strong>33 °C</strong>, sem previsão de chuva.</p>
<p><strong>Mato Grosso do Sul</strong><br />
O <strong>leste do estado</strong> é a área mais afetada. Em <strong>Três Lagoas</strong>, a temperatura pode chegar a <strong>36 °C</strong>, também sem possibilidade de chuva.</p>
<p><strong>Paraná</strong><br />
As regiões <strong>noroeste e central</strong> registram calor intenso. Em <strong>Curitiba</strong>, a máxima prevista é de <strong>31 °C</strong>, com chance de <strong>chuvas isoladas à tarde</strong>. Já em <strong>Londrina</strong>, a temperatura pode atingir <strong>34 °C</strong>, com possibilidade de <strong>chuva e trovoadas</strong>.</p>
<p><strong>Santa Catarina</strong><br />
O <strong>norte do estado</strong>, incluindo <strong>Joinville</strong>, está sob alerta de grande perigo. A temperatura pode chegar a <strong>32 °C</strong>.</p>
<p>Segundo o Inmet, a recomendação é que a população evite exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia, mantenha hidratação constante e redobre a atenção com crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.</p>
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		<title>Estiagem prolongada ameaça início das chuvas em São Paulo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estiagem-prolongada-ameaca-inicio-das-chuvas-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 14:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo enfrenta uma estiagem mais longa do que o habitual, o que pode atrasar a chegada do período chuvoso e aumentar os riscos de incêndios em áreas de vegetação. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prorrogou até 31 de outubro a suspensão das queimadas controladas, incluindo aquelas em canaviais, lavouras agrícolas e para o controle de pragas.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil, no último domingo (5), diversas regiões do estado atingiram o nível roxo — considerado de emergência máxima para queimadas. De acordo com o técnico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Lizandro Gemiacki, o período de seca tem se estendido além do esperado. “O período chuvoso está começando uns cinco a dez dias mais tarde, já próximo ao fim da primavera”, explica.</p>
<h3>Clima em transformação</h3>
<p>Meteorologistas apontam que as causas do prolongamento da estiagem são complexas e multifatoriais, envolvendo tanto fenômenos naturais quanto mudanças climáticas. Entre os elementos que influenciam o quadro estão os gases de efeito estufa, eventos como El Niño e La Niña, o aquecimento do Oceano Atlântico e oscilações climáticas nas regiões antártica, ártica e do Pacífico.</p>
<p>Esses fatores atuam em conjunto e podem potencializar períodos de seca. “As coisas funcionam em ondas. Quando duas se somam, os efeitos se amplificam. No ano passado, por exemplo, o El Niño contribuiu para um longo período seco na região central do Brasil”, afirma Gemiacki.</p>
<h3>Risco de queimadas</h3>
<p>A suspensão das queimadas controladas não impede, contudo, a ocorrência de incêndios ilegais. A fiscalização, segundo especialistas, deve ser reforçada, já que no período seco o fogo se espalha com rapidez e pode sair do controle.</p>
<p>“No período seco, os incêndios perdem o controle facilmente. É preciso intensificar a fiscalização e aplicar punições a quem comete o crime”, alerta o técnico do Inmet.</p>
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