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	<title>Infogripe &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Infogripe &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>InfoGripe alerta para aumento de casos de rinovírus no Norte e Nordeste</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/infogripe-alerta-para-aumento-de-casos-de-rinovirus-no-norte-e-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória Aguda Grave]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, destaca o rinovírus como principal responsável por casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes de até 14 anos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Entre os idosos, a Covid-19 continua sendo a principal causa de hospitalizações relacionadas à SRAG. Tendências nacionais Apesar do alerta, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, destaca o rinovírus como principal responsável por casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes de até 14 anos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Entre os idosos, a Covid-19 continua sendo a principal causa de hospitalizações relacionadas à SRAG.</p>
<h3><strong>Tendências nacionais</strong></h3>
<p>Apesar do alerta, a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, ressalta que a maioria dos estados apresenta redução ou estabilidade nos casos de SRAG. “Há uma desaceleração nos novos casos em nível nacional e em grande parte dos estados”, afirmou.</p>
<h3><strong>Cenário no Rio de Janeiro</strong></h3>
<p>No estado do Rio de Janeiro, o aumento de casos de SRAG ocorre em quase todas as faixas etárias. Entre crianças e adolescentes, o rinovírus é o principal responsável, enquanto a Covid-19 lidera entre os idosos. Porém, segundo o boletim, já há sinais de desaceleração, exceto na faixa etária de 50 a 64 anos.</p>
<h3><strong>Números de 2024</strong></h3>
<p>Até agora, foram registrados 158.788 casos e 9.726 óbitos por SRAG em todo o Brasil, reforçando a necessidade de vigilância epidemiológica e medidas preventivas, especialmente em grupos mais vulneráveis.</p>
<h3><strong>Prevenção e cuidados</strong></h3>
<p>Especialistas recomendam manter cuidados básicos, como higiene frequente das mãos, uso de máscaras em locais de maior aglomeração e atenção a sintomas respiratórios, especialmente em crianças e idosos, que são os mais afetados.</p>
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		<title>Covid-19 Avança em cinco estados, aponta boletim InfoGripe da Fiocruz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-avanca-em-cinco-estados-aponta-boletim-infogripe-da-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 12:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
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					<description><![CDATA[O mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz nesta quinta-feira (12), revela um aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pela covid-19. Além dos estados de Goiás e São Paulo, que já haviam sido identificados na semana passada, a doença agora se espalha por Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz nesta quinta-feira (12), revela um aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pela covid-19. Além dos estados de Goiás e São Paulo, que já haviam sido identificados na semana passada, a doença agora se espalha por Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e o Distrito Federal.</p>
<p>O estudo da Fiocruz também detectou um crescimento contínuo de SRAG por rinovírus em diversas regiões do Nordeste e Centro-Sul, com destaque para o estado do Amapá, onde a maioria dos casos graves afeta crianças e adolescentes de até 14 anos.</p>
<p>A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, alerta para o risco de disseminação da covid-19 em outros estados, impulsionada pelo aumento de casos em São Paulo, que possui alta movimentação de pessoas para outras regiões do país. Diante desse cenário, ela destaca a importância de manter a vacinação em dia, especialmente para grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades.</p>
<p>Portella reforça ainda a importância da campanha de vacinação contra a influenza, particularmente na Região Norte, onde já está em andamento. &#8220;É crucial que todas as pessoas elegíveis nos estados do Norte estejam atualizadas com a vacina contra a influenza&#8221;, recomenda a pesquisadora.</p>
<p><strong>Dados Epidemiológicos Recentes</strong></p>
<p>Nas últimas quatro semanas, a prevalência de vírus entre os casos de SRAG positivos foi de:</p>
<ul>
<li>14,4% para influenza A,</li>
<li>3,2% para influenza B,</li>
<li>9% para vírus sincicial respiratório (VSR),</li>
<li>34,7% para rinovírus,</li>
<li>32% para Sars-CoV-2 (covid-19).</li>
</ul>
<p>Entre os óbitos, a covid-19 foi responsável por 50,2% dos casos, seguida por influenza A (25,4%), rinovírus (9,8%), VSR (3,7%) e influenza B (4,1%).</p>
<p><strong>Recomendações e Medidas Preventivas</strong></p>
<p>Diante desse cenário preocupante, a Fiocruz recomenda seguir medidas preventivas, como o uso de máscaras em locais fechados e com aglomeração, e sugere que indivíduos com sintomas permaneçam em isolamento para evitar a transmissão do vírus. &#8220;Se o isolamento não for possível, o ideal é usar uma boa máscara ao sair de casa&#8221;, orienta Tatiana Portella.</p>
<p>Com o avanço da covid-19 e outras infecções respiratórias, o reforço nas campanhas de vacinação e o cumprimento das medidas preventivas são essenciais para controlar a disseminação dos vírus e proteger as populações mais vulneráveis.</p>
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		<title>Rio de Janeiro é o estado com maior crescimento de casos de covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-e-o-estado-com-maior-crescimento-de-casos-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[síndromes respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) associados à covid-19 aumentaram em alguns estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste, diz o novo boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Rio de Janeiro é o estado onde o aumento é maior. No entanto, a análise também sinaliza um leve aumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) associados à covid-19 aumentaram em alguns estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste, diz o novo boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Rio de Janeiro é o estado onde o aumento é maior. No entanto, a análise também sinaliza um leve aumento da SRAG por covid-19 no Espírito Santo, em Goiás e em São Paulo. O aumento está presente principalmente na população adulta.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, avalia que, embora o ritmo de crescimento não seja alarmante, chama a atenção para a importância da testagem e a necessidade de a população estar em dia com a vacinação, de acordo com a faixa etária. Segundo Gomes, a vacina e a recomendação atual das doses de reforço são fundamentais. Caso não esteja em dia com a vacinação, a pessoa deve buscar o posto de saúde mais próximo. &#8220;Assim, este ciclo de crescimento de covid-19 que estamos começando a observar será de menor impacto. O risco fica bem menor com a vacina, principalmente, para evitar o desenvolvimento de casos graves”, alertou Gomes.</p>
<p>O pesquisador orienta aqueles que apresentam quadro de resfriado ou sintomas gripais (como dificuldades respiratórias, tosses, espirros e desconfortos no corpo) a procurar um posto de saúde ou o médico da família para se informar e fazer a testagem para covid-19. Para estes, também é aconselhável fazer repouso, ficar em casa e fazer o isolamento. São medidas importantes não só para a recuperação, mas também para diminuir a circulação de vírus respiratórios na população, seja por causa da covid-19 ou por qualquer outro vírus respiratório, diz Gomes. Aqueles que apresentarem esses sintomas e tiverem que sair de casa devem usar máscara de proteção.</p>
<p>Em nível nacional, o InfoGripe aponta queda nos novos casos de SRAG nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,9% para influenza A; 0,9% para influenza B; 13,3% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 35,6% para Sars-CoV-2 (covid-19). Entre os óbitos, a presença de tais vírus entre os positivos foi de 2,7% para influenza A; 0,0% para influenza B; 2,7% para VSR; e 78,7% para Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
<h2>Estados e capitais</h2>
<p>A atualização mostra que sete estados apresentam sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Alagoas; Ceará; Espírito Santo; Goiás; Rio de Janeiro; Roraima e Sergipe. Em Alagoas, no Ceará, no Espírito Santo, em Goiás e em Sergipe, o crescimento se concentra nas faixas de 5 a 14 anos de idade. Em Roraima, o aumento se concentra nas crianças com até 4 anos de idade.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o crescimento é observado n a população adulta. No Espirito Santo, em Goiás e em São Paulo, também se observa ligeiro aumento em algumas faixas etárias da população adulta.</p>
<p>Entre as capitais, oito apresentam sinal de crescimento: Aracaju; Boa Vista; Fortaleza; Macapá; Maceió; Palmas; Rio de Janeiro e Salvador. Em Aracaju; Boa Vista; Fortaleza; Macapá e Salvador, o sinal se dá principalmente nas crianças e pré-adolescentes (até 14 anos de idade).</p>
<p>No Rio de Janeiro, observa-se aumento em todas as faixas etárias que envolvem a população adulta. Em Maceió e Palmas, o sinal ainda não é claro, embora na capital alagoana se observe ligeiro aumento nas crianças pequenas (até 2 anos) e na faixa etária de 15 a 49 anos.</p>
<h2>Mortes</h2>
<p>Quanto aos óbitos notificados por SRAG, independentemente de presença de febre, já foram registrados, este ano, 8.057, dos quais 4.128 (51,2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 3.355 (41,6%) negativos e ao menos 169 (2,1%) aguardando resultado laboratorial. Dentre os positivos do ano corrente, 11,4% são influenza A; 5,7% são influenza B; 8,0% são VSR; e 69,6% são Sars-CoV-2 (Covid-19).</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 2,7% para influenza A; 0% para influenza B; 2,7% para VSR; e 78,7% para Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
</div>
</div>
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		<title>Fiocruz: casos de síndrome respiratória aguda em crianças têm queda</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fiocruz-casos-de-sindrome-respiratoria-aguda-em-criancas-tem-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 21:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dados do Boletim InfoGripe, divulgado hoje (20) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confirmam a tendência de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças em todo o país. Foram registrados 3,7 mil casos de SRAG na Semana Epidemiológica 15, que corresponde aos dias 10 a 16 de abril de 2022. Entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os dados do Boletim InfoGripe, divulgado hoje (20) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), confirmam a tendência de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças em todo o país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Foram registrados 3,7 mil casos de SRAG na Semana Epidemiológica 15, que corresponde aos dias 10 a 16 de abril de 2022. Entre eles, cerca de 1,8 mil foram em crianças de 0 a 4 anos. De acordo com a Fiocruz, a incidência em crianças cresceu muito desde fevereiro, apresentando a formação de um platô e agora inicia um declínio.</p>
<p>Por outro lado, a análise alerta que continua aumentando o percentual de casos de Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que atingiu 41,5% do total de casos de SRAG registrados nas últimas quatro semanas, mesmo a doença sendo observada fundamentalmente em crianças.</p>
<p>Na faixa de 0 a 4 anos, os testes laboratoriais indicaram 66,4% de VSR, caindo para 23% na faixa de 5 a 11 anos. Nos dados nacionais para todas as idades, há estabilização nas faixas etárias adultas, com positividade de 36% para o rinovírus e de 28% para Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
<h2>Análise regional</h2>
<p>Entre as 27 unidades da federação, oito apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Acre, Amapá, Mato Grosso, Pará, Piauí, Paraná, Roraima e Rio Grande do Sul. Alagoas e Paraíba estão com indicativo de crescimento no curto prazo. Todos eles com incidência principalmente na população infantil.</p>
<p>Entre as capitais, oito apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), e Rio Branco (AC).</p>
<p>Segundo a Fiocruz, 30 macrorregiões de saúde estão atualmente em nível pré-epidêmico para a incidência de SRAG, 21 em nível epidêmico, 64 em nível alto, duas em nível muito alto e uma em nível extremamente alto: Corumbá/MS.</p>
<p>Os dados do InfoGripe mostram que nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência foi 1,6% para Influenza A, 0,2% para Influenza B, 41,5% para VSR e 37,4% para Sars-CoV-2. Entre os óbitos em que houve confirmação laboratorial do vírus respiratório causador da SRAG, 1,6% foi por Influenza A, 7,8% por VSR e 79,8% por Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Curva nacional de casos de covid-19 mantém-se em queda, diz InfoGripe</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/curva-nacional-de-casos-de-covid-19-mantem-se-em-queda-diz-infogripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 00:17:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O boletim InfoGripe, divulgado hoje (9) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referente à Semana Epidemiológica 9, que compreende o período de 27 de fevereiro a 5 de março, revela que a curva nacional de casos de covid-19 mantém sinal de queda nas tendências de longo e curto prazo, que correspondem às últimas seis semanas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O boletim InfoGripe, divulgado hoje (9) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), referente à Semana Epidemiológica 9, que compreende o período de 27 de fevereiro a 5 de março, revela que a curva nacional de casos de covid-19 mantém sinal de queda nas tendências de longo e curto prazo, que correspondem às últimas seis semanas e às últimas três semanas, respectivamente. O estudo informa também que se mantém o predomínio de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars-CoV-2) entre os resultados laboratoriais positivos para vírus respiratórios em todas as faixas etárias analisadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Apesar da manutenção do cenário de queda na população em geral, o boletim indica que a incidência de casos em crianças aumentou significativamente em diversos estados ao longo de fevereiro. Até o início do mês passado, as crianças de até 4 anos apresentavam a maior incidência entre a população abaixo de 40 anos. As faixas etárias de 60 anos ou mais mantêm-se como os grupos com maior registro semanal de casos e óbitos por SRAG com resultado de RT-PCR positivo para Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
<p>De acordo com o InfoGripe, já foram notificados 85.617 casos de SRAG no ano epidemiológico 2022, sendo 51.024 (59,6%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 20.913 (24,4%) negativos e pelo menos 8.913 (10,4%) aguardando resultado laboratorial. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 0,7% Influenza A, 0,1% Influenza B, 5,2% vírus sincicial respiratório, e 87,4% Sars-CoV-2.</p>
<h2>Estados e capitais</h2>
<p>Nenhum dos estados brasileiros apresenta sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a Semana 9. No entanto, três estados (Ceará, Espírito Santo e Sergipe) e o Distrito Federal mostram indícios de crescimento apenas na tendência de curto prazo. Com exceção de Roraima, com estabilidade na tendência de longo prazo, todas as demais unidades federativas estão com tendência de queda.</p>
<p>Nenhuma das 27 capitais apresenta sinal de expansão na tendência de longo prazo até a Semana 9. Em apenas seis capitais, observam-se indícios de crescimento na tendência de curto prazo: Boa Vista, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Teresina e Vitória. Com exceção de Boa Vista, Fortaleza e Vitória, com sinal de estabilidade na tendência de longo prazo, nas demais capitais, a tendência é de queda. “Dados referente às últimas três semanas apontam para um cenário majoritariamente de estabilidade, sugerindo possível desaceleração ou interrupção da tendência de queda”, diz o boletim.</p>
<p>Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alterações no comportamento de longo prazo necessitam de interpretação cautelosa à luz de eventuais oscilações. &#8220;Em situações como essa, o recomendável é que eventuais novas medidas que estejam em planejamento à luz da tendência de queda sejam suspensas para reavaliação da tendência nas semanas seguintes. Já na tendência de crescimento no longo prazo e sinal de estabilidade, ou queda no curto prazo, o princípio da cautela e minimização de risco recomendam que eventuais medidas associadas a tendências de queda sejam tomadas apenas quando a tendência de longo prazo também indicar queda”, disse o pesquisador.</p>
<h2>Óbitos</h2>
<p>Neste ano, já foram registrados 17.421 óbitos por SRAG, sendo 14.341 (82,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 2.273 (13,0%) negativos, e ao menos 397 (2,3%) aguardando resultado laboratorial.</p>
<p>De acordo com o boletim InfoGripe, dentre os resultados positivos registrados em 2022, 4,1% são Influenza A, 0,1% Influenza B, 0,2% vírus sincicial respiratório (VSR), e 94,4% Sars-CoV-2. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 0,4% Influenza A, 0,1% Influenza B, 0,3% vírus sincicial respiratório (VSR), e 97,3% Sars-CoV-2.</p>
</div>
</div>
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