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	<title>Inflação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Inflação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Mercado projeta inflação de 4,17% em 2026 e mantém expectativa dentro da meta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas. Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a subir e agora está estimada em 4,17%, segundo dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil. A revisão representa a segunda elevação consecutiva nas expectativas dos analistas.</p>
<p>Mesmo com o aumento, a previsão segue dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que fixa o centro em 3%, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O avanço nas estimativas ocorre em um cenário de maior incerteza internacional, especialmente em função das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam diretamente os preços de commodities como o petróleo e, consequentemente, pressionam a inflação.</p>
<p>Além da inflação, o relatório também trouxe ajustes em outros indicadores. A expectativa de crescimento da economia brasileira em 2026 teve leve alta, passando para 1,84%. Já a taxa básica de juros, a Selic, segue como principal instrumento de controle inflacionário e deve encerrar o ano em torno de 12,5%.</p>
<p>Para os anos seguintes, as projeções permanecem mais estáveis. O mercado estima inflação de 3,8% em 2027 e cerca de 3,5% entre 2028 e 2029, sinalizando uma tendência de convergência gradual para a meta ao longo do tempo.</p>
<p>A revisão reforça o cenário de cautela na economia, em que fatores externos e internos seguem sendo monitorados pelo mercado e pelas autoridades monetárias na definição das políticas econômicas.</p>
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		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-406-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025. Apesar do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou levemente a projeção para a inflação em 2026, segundo o primeiro Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (5). A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,05% para 4,06%, uma variação de 0,01 ponto percentual em relação à última semana de 2025.</p>
<p>Apesar do pequeno ajuste, o boletim indica estabilidade em três das quatro principais projeções acompanhadas pelo mercado. A inflação foi o único indicador a registrar mudança, interrompendo uma sequência de oito semanas consecutivas de queda nas estimativas. Há quatro semanas, a projeção para o IPCA de 2026 era de 4,16%.</p>
<p>Para os anos seguintes, o cenário permanece inalterado há nove semanas. A inflação projetada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028, níveis próximos ao centro da meta estabelecida para o médio prazo.</p>
<h3>Meta de inflação segue no radar</h3>
<p>A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%. A prévia da inflação oficial de dezembro, medida pelo IPCA-15, foi de 0,25%, levando o acumulado em 12 meses a 4,41%, dentro do limite da meta.</p>
<p>Esse foi o segundo mês consecutivo em que a inflação acumulada permaneceu dentro da margem de tolerância. Em novembro, o índice havia recuado para 4,5%, após ter permanecido acima do teto desde janeiro. O pico do período ocorreu em abril, quando o acumulado chegou a 5,49%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h3>PIB mantém projeção de crescimento moderado</h3>
<p>As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) seguem estáveis. O mercado financeiro projeta crescimento de 1,8% para a economia brasileira em 2026, mesmo percentual esperado para 2027. Para 2028, a expectativa é de uma expansão um pouco maior, de 2%.</p>
<h3>Câmbio e Selic permanecem estáveis</h3>
<p>No câmbio, a projeção é de que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, valor que não sofre alterações há 12 semanas. Para 2027, a estimativa também é de R$ 5,50, enquanto para 2028 o mercado projeta R$ 5,52.</p>
<p>Já a taxa básica de juros (Selic), que fechou 2025 em 15% ao ano, deve iniciar um ciclo de queda ao longo de 2026, recuando para 12,25%. Para 2027, a expectativa é de 10,50%, e para 2028, de 9,75%.</p>
<p>A Selic está no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. Após cair para 10,5% em maio do ano passado, a taxa voltou a subir em setembro de 2024, alcançando novamente 15% na reunião de junho de 2025, nível mantido desde então.</p>
<p>Segundo o Banco Central, a elevação da Selic tem como objetivo conter a demanda aquecida, encarecendo o crédito e estimulando a poupança, o que ajuda a controlar a inflação. Por outro lado, juros mais altos tendem a dificultar a expansão da economia. Quando a taxa é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito fica mais barato, incentivando o consumo e a produção, ainda que com menor controle inflacionário.</p>
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		<title>Prévia de novembro traz inflação de volta à meta e aponta IPCA-15 em 4,5% no acumulado de 12 meses</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-de-novembro-traz-inflacao-de-volta-a-meta-e-aponta-ipca-15-em-45-no-acumulado-de-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 15:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Meta do Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,20% em novembro, devolvendo a inflação acumulada de 12 meses ao patamar de 4,5%, exatamente o limite superior da meta definida pelo governo para 2025. É a primeira vez, desde janeiro, que o indicador volta a se enquadrar no intervalo de tolerância. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,20% em novembro, devolvendo a inflação acumulada de 12 meses ao patamar de 4,5%, exatamente o limite superior da meta definida pelo governo para 2025. É a primeira vez, desde janeiro, que o indicador volta a se enquadrar no intervalo de tolerância.</p>
<p>Em outubro, o acumulado era de 4,94%, e o ponto mais alto do ano foi registrado em abril, quando a inflação prévia chegou a 5,49%. Os novos dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A meta de inflação é de 3% ao ano, com banda de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — permitindo, portanto, até 4,5%. Segundo o Boletim Focus, do Banco Central, o IPCA oficial deve fechar 2025 em 4,45%, também dentro da margem permitida.</p>
<h3>O que puxou a inflação prévia</h3>
<p>Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, sete registraram alta entre outubro e novembro. O maior impacto veio de despesas pessoais, com avanço de 0,85%, influenciado por hospedagem (4,18%) e pacotes turísticos (3,90%). O grupo respondeu sozinho por 0,09 ponto percentual do índice.</p>
<p>No grupo transportes, a pressão partiu principalmente das passagens aéreas, que subiram 11,87% — o maior aumento entre os 377 itens medidos.</p>
<p>Na direção contrária, os combustíveis recuaram 0,46%, puxados pela gasolina (-0,48%), que foi o subitem que mais ajudou a conter a inflação do mês, ao lado do leite longa vida, arroz e energia elétrica residencial.</p>
<h3>Alimentação volta a subir, mas domicílio segue em queda</h3>
<p>Após cinco meses de recuo, o grupo alimentação e bebidas voltou a subir (0,09%). Mas, dentro dele, a alimentação no domicílio registrou queda de 0,15%, o sexto recuo consecutivo. Em 12 meses, a alta acumulada desse item (3,61%) segue abaixo da inflação geral.</p>
<p>Itens que mais caíram:</p>
<ul>
<li>leite longa vida: -3,29%</li>
<li>arroz: -3,10%</li>
<li>frutas: -1,60%</li>
</ul>
<p>Itens que mais subiram:</p>
<ul>
<li>batata inglesa: 11,47%</li>
<li>óleo de soja: 4,29%</li>
<li>carnes: 0,68%</li>
</ul>
<h3>IPCA-15 x IPCA</h3>
<p>Ambos utilizam a mesma metodologia e abrangem famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos (hoje R$ 1.518). A diferença está na coleta: o IPCA-15 é uma prévia, com preços levantados entre 14 de outubro e 13 de novembro em 11 regiões do país. Já o IPCA oficial abrange 16 localidades e será divulgado em 10 de dezembro.</p>
<p>Com a desaceleração captada pelo IPCA-15, o cenário inflacionário volta a demonstrar maior estabilidade — um dado relevante para a política monetária, para a renda das famílias e para as projeções econômicas dos próximos meses.</p>
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		<title>Copom decide hoje se mantém Selic em 15% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-mantem-selic-em-15-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (4) para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, o maior nível desde julho de 2006. A expectativa do mercado é de que os juros sejam mantidos inalterados, diante da combinação entre inflação em desaceleração e pressões persistentes sobre alguns preços, como o da energia.</p>
<p>Esta é a penúltima reunião do Copom em 2025, e o anúncio oficial será feito no início da noite. Nas últimas duas decisões, em julho e setembro, o comitê já havia optado por manter a taxa, sinalizando que pretende segurar os juros “por tempo prolongado”.</p>
<p>De acordo com a ata mais recente, o Banco Central avalia que o cenário internacional — especialmente a política monetária dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país — tem exercido forte influência sobre a economia brasileira. Internamente, a inflação recua, mas ainda sofre com custos elevados de energia e serviços.</p>
<p>O boletim Focus indica que a Selic deve continuar em 15% até o fim de 2025 ou início de 2026, com o início do ciclo de queda dos juros previsto apenas no segundo semestre do próximo ano.</p>
<h3>Inflação em queda</h3>
<p>A prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, ficou em 0,18% em outubro, acumulando 4,94% em 12 meses. O recuo no preço dos alimentos tem ajudado a conter o índice. A expectativa de inflação para 2025 foi revisada para 4,55%, levemente acima do teto da nova meta contínua, de 4,5%.</p>
<h3>Entenda o impacto da Selic</h3>
<p>A Taxa Selic serve de referência para todas as taxas de juros da economia. Quando sobe, encarece o crédito e desestimula o consumo, ajudando a conter a inflação. Quando cai, barateia os empréstimos e estimula a atividade econômica, mas pode aumentar a pressão sobre os preços.</p>
<p>Com o novo sistema de meta contínua de inflação, em vigor desde janeiro, o Banco Central persegue uma meta de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O resultado da reunião do Copom deve indicar se o Banco Central manterá o tom conservador na política monetária ou começará a preparar o terreno para uma futura redução da taxa — movimento aguardado</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro ajusta previsão e vê inflação em 4,55% no fim de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-ajusta-previsao-e-ve-inflacao-em-455-no-fim-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:09:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%. Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu levemente sua projeção para a inflação oficial do país em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC), a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,56% para 4,55%.</p>
<p>Embora a variação seja mínima, a projeção ainda está acima do teto da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>O Focus também manteve as projeções de 4,2% para 2026, 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028, apontando para uma tendência de desaceleração gradual dos preços nos próximos anos.</p>
<h3>Juros permanecem altos</h3>
<p>Para tentar conter a inflação, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em setembro. A instituição indicou, em ata, que deve manter os juros elevados por um “período prolongado” até garantir a convergência da inflação à meta.</p>
<p>O Copom volta a se reunir nesta semana, nos dias 4 e 5 de novembro, para reavaliar o cenário.<br />
A expectativa do mercado é que a taxa básica permaneça em 15% até o fim de 2025, caindo gradualmente para 12,25% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>Economistas explicam que, embora a Selic alta ajude a controlar os preços, também freia a atividade econômica, já que encarece o crédito e desestimula o consumo.</p>
<h3>PIB estável e dólar em leve alta</h3>
<p>A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi mantida em 2,16% para 2025, impulsionada principalmente pelos setores de serviços e indústria, que cresceram 0,4% no segundo trimestre.</p>
<p>Para os anos seguintes, o mercado espera uma expansão mais moderada, de 1,78% em 2026, 1,9% em 2027 e 2% em 2028.</p>
<p>A cotação do dólar também deve permanecer pressionada, com previsão de R$ 5,41 ao fim de 2025 e R$ 5,50 em 2026.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, consolidando o quarto ano consecutivo de expansão e o melhor resultado desde 2021, quando o PIB subiu 4,8%.</p>
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		<item>
		<title>Mercado revisa para baixo previsão da inflação em 2025, mas índice segue acima da meta do BC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-revisa-para-baixo-previsao-da-inflacao-em-2025-mas-indice-segue-acima-da-meta-do-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva. Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão da inflação para 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,95% para 4,86%, registrando a 13ª queda consecutiva.</p>
<p>Apesar da revisão, a projeção permanece acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com tolerância entre 1,5% e 4,5%. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada atingiu 5,23%, puxada principalmente pelo aumento na conta de energia, ainda que alimentos tenham registrado queda pelo segundo mês seguido.</p>
<h3><strong>Crescimento econômico em ritmo mais lento</strong></h3>
<p>A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 caiu de 2,21% para 2,18%, mantendo a projeção de desaceleração da economia em relação a 2024, quando o crescimento foi de 3,4% – o quarto ano seguido de alta. Para 2026, o mercado prevê avanço de 1,86%.</p>
<h3><strong>Juros e câmbio</strong></h3>
<p>A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, deve se manter nesse patamar até o fim de 2025, segundo analistas. O mercado projeta recuo gradual a partir de 2026, quando pode cair para 12,5%, chegando a 10% em 2028.</p>
<p>A previsão para o dólar é de R$ 5,59 ao fim deste ano, com ligeira alta para R$ 5,64 até 2026.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o cenário econômico aponta para um equilíbrio delicado: controlar preços sem sufocar o crescimento.</p>
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		<item>
		<title>Mercado mantém trajetória de queda nas projeções de inflação para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-mantem-trajetoria-de-queda-nas-projecoes-de-inflacao-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 16:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%. Para 2026, a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela 11ª semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas para a inflação de 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,07% para 5,05%. Há um mês, a estimativa era de 5,17%.</p>
<p>Para 2026, a expectativa de inflação está em 4,41%, mantendo-se estável nas últimas quatro semanas, enquanto para 2027 a previsão é de 4%. Apesar da tendência de desaceleração, a projeção para o próximo ano ainda está acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que fixa a meta central em 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>O IPCA acumulado em 12 meses atingiu 5,35%, configurando o sexto mês seguido acima do teto, o que exige que o presidente do BC envie uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as causas, medidas corretivas e prazos para retorno aos limites da meta.</p>
<p>A taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação, permanece projetada em 15% ao fim de 2025, pela sétima semana seguida. O Copom não descarta a possibilidade de alta, caso fatores externos, como a política comercial dos EUA, pressionem os preços. Para 2026 e 2027, a expectativa é de 12,50% e 10,50%, respectivamente.</p>
<p>O mercado também reduziu a projeção de crescimento do PIB para 2025, de 2,23% para 2,21%. Para 2026 e 2027, as estimativas permanecem em 1,87% e 1,93%. Já o dólar deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,60, e a R$ 5,70 nos dois anos seguintes.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,07%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-507/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 18:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,09% para 5,07% este ano. É a décima redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (4). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,44% para 4,43%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024 . Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, na semana passada, após sete altas seguidas na Selic.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.</p>
<p>A estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 nos 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,5% ao ano<strong>.</strong> Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,89% para 1,88%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,95% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,09%, mas Selic deve seguir alta em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-509-mas-selic-deve-seguir-alta-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%. Apesar da queda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (28), trouxe uma nova revisão nas expectativas do mercado financeiro para a economia brasileira. A projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou pela nona vez consecutiva, passando de 5,1% para 5,09%.</p>
<p>Apesar da queda, o índice ainda está acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5% – considerando o intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2026, a previsão foi ligeiramente reduzida para 4,44%, enquanto para 2027 e 2028 as estimativas permanecem em 4% e 3,8%, respectivamente.</p>
<p>Em junho, a inflação perdeu força e ficou em 0,24%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marcada pela primeira queda no preço dos alimentos em nove meses. Ainda assim, o acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, configurando estouro da meta pelo sexto mês seguido, o que obriga o presidente do BC a enviar carta ao Ministério da Fazenda explicando as causas e medidas adotadas para reconduzir a inflação aos limites estabelecidos.</p>
<h3><strong>Juros básicos seguem em patamar elevado</strong></h3>
<p>A principal ferramenta utilizada pelo BC para conter a inflação é a taxa Selic, atualmente em 15% ao ano. Em sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu o mercado ao elevar os juros em 0,25 ponto percentual, dando sequência a um ciclo de sete altas consecutivas.</p>
<p>Segundo a ata divulgada, o colegiado deverá manter a Selic no mesmo patamar nas próximas reuniões, mas não descarta novos aumentos caso a inflação volte a acelerar. Analistas projetam que a taxa básica encerrará 2025 nesse mesmo nível e só começará a cair de forma mais consistente a partir de 2026, quando pode recuar para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a expectativa é de 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<h3><strong>Impacto na economia</strong></h3>
<p>Juros altos encarecem o crédito e incentivam a poupança, o que ajuda a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, podem dificultar a expansão da atividade econômica. Quando a Selic é reduzida, o crédito fica mais barato, estimulando consumo e produção, mas reduzindo o controle sobre a inflação.</p>
<h3><strong>PIB e câmbio</strong></h3>
<p>A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 se manteve em 2,23%, enquanto para 2026 houve leve alta para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado projeta avanço de 2% ao ano.</p>
<p>O desempenho da economia vem sendo impulsionado pela agropecuária, que fez o PIB crescer 1,4% no primeiro trimestre deste ano. Em 2024, o país registrou alta de 3,4%, o maior crescimento desde 2021.</p>
<p>Quanto ao câmbio, a expectativa é de que o dólar encerre 2025 cotado a R$ 5,60, chegando a R$ 5,70 no fim de 2026.</p>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão de inflação para 5,1% em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-de-inflacao-para-51-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa. Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, este ano: de 5,17% para 5,10%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central. Esta é a oitava queda consecutiva na estimativa.</p>
<p>Para os anos seguintes, as previsões também recuaram levemente: 4,45% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. Mesmo assim, a inflação projetada para 2025 ainda está acima do teto da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>Em junho, a inflação acumulada em 12 meses ficou em 5,35%, ainda acima do teto da meta, apesar da desaceleração registrada no mês.</p>
<h3>Juros mantidos em patamar elevado</h3>
<p>Para tentar controlar os preços, o Banco Central elevou a taxa Selic para 15% ao ano em sua última reunião — o sétimo aumento consecutivo. A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) sinaliza manutenção nesse nível por mais tempo, mas não descarta novas altas caso a inflação volte a subir.</p>
<p>O mercado espera que a Selic só comece a cair a partir de 2026, fechando aquele ano em 12,5%, e recuando para 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<h3>PIB e dólar</h3>
<p>A projeção para o crescimento do PIB este ano se manteve em 2,23%, puxada pelo bom desempenho da agropecuária no início de 2025. Para 2026, a estimativa caiu para 1,88%, e para 2027 e 2028 a expectativa é de expansão de 2% ao ano.</p>
<p>Em 2024, a economia brasileira já havia registrado alta de 3,4%, o quarto crescimento anual seguido.</p>
<p>No câmbio, a expectativa do mercado é que o dólar termine 2025 em R$ 5,65 e suba para R$ 5,70 em 2026.</p>
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