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	<title>Inflação Oficial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Inflação Oficial &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Inflação desacelera em maio e fecha o mês com alta de 0,26%, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 13:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, subiu 0,26% em maio, resultado inferior ao registrado em abril (0,43%) e também ao de maio de 2023 (0,46%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 2,75% no ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, subiu 0,26% em maio, resultado inferior ao registrado em abril (0,43%) e também ao de maio de 2023 (0,46%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE.</p>
<p>Com o resultado, o IPCA acumula alta de 2,75% no ano e 5,32% nos últimos 12 meses, reforçando um cenário de desaceleração da inflação no curto prazo.</p>
<p>O principal responsável pela alta no mês foi o grupo Habitação, com variação de 1,19%, puxada pelo aumento de 3,62% na energia elétrica residencial. O acréscimo se deve à adoção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, além do impacto do reajuste de PIS/COFINS.</p>
<p>Também influenciaram os aumentos nos preços do gás encanado (0,25%) e da água e esgoto (0,77%).</p>
<p>Por outro lado, a inflação foi contida pela queda de 0,37% no grupo Transportes, com destaque para as passagens aéreas (-11,31%) e os combustíveis: gasolina (-0,66%), diesel (-1,30%), etanol (-0,91%) e gás veicular (-0,83%).</p>
<p>O grupo Alimentação e Bebidas também teve desaceleração expressiva, com alta de apenas 0,17%, contra 0,82% em abril. Os alimentos que mais contribuíram para essa desaceleração foram: tomate (-13,52%), arroz (-4%), ovo de galinha (-3,98%) e frutas (-1,67%).</p>
<p>Outros grupos também registraram alívio ou deflação:</p>
<ul>
<li><strong>Artigos de residência</strong>: -0,27%</li>
<li><strong>Vestuário</strong>: 0,41% (ante 1,02% em abril)</li>
<li><strong>Saúde e cuidados pessoais</strong>: 0,54% (ante 1,18%)</li>
<li><strong>Despesas pessoais</strong>: 0,35% (ante 0,54%)</li>
<li><strong>Comunicação</strong>: 0,07% (ante 0,69%)</li>
<li><strong>Educação</strong>: estabilidade em 0,05%</li>
</ul>
<p>O resultado de maio reforça a percepção de pressões localizadas, mas também de alívio inflacionário em áreas sensíveis ao consumo popular, o que pode influenciar decisões futuras sobre a política de juros.</p>
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		<title>Prévia da inflação sobe para 0,62% em novembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-sobe-para-062-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 14:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), registrou uma alta de 0,62% em novembro, superando os 0,54% do mês anterior e os 0,33% observados no mesmo período de 2022. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acumula aumento de 4,35% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), registrou uma alta de 0,62% em novembro, superando os 0,54% do mês anterior e os 0,33% observados no mesmo período de 2022. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acumula aumento de 4,35% no ano e 4,77% nos últimos 12 meses.</p>
<p>Dos nove grupos de despesas analisados pelo IBGE, oito apresentaram inflação em novembro. O destaque foi o grupo de <strong>alimentos e bebidas</strong>, que registrou alta de 1,34%, influenciada pelos aumentos nos preços de produtos essenciais como óleo de soja (8,38%), tomate (8,15%) e carnes (7,54%).</p>
<h3><strong>Transporte e outros grupos também impulsionam inflação</strong></h3>
<p>O setor de transportes, que havia registrado deflação de 0,33% em outubro, teve alta de 0,82% em novembro. Esse aumento foi impulsionado por itens como passagens aéreas (22,56%), ônibus urbano (1,34%), gás veicular (1,06%) e gasolina (0,07%).</p>
<p>Outros grupos que registraram aumentos foram:</p>
<ul>
<li><strong>Despesas pessoais</strong>: alta de 0,83%;</li>
<li><strong>Habitação</strong>: aumento de 0,22%;</li>
<li><strong>Vestuário</strong>: variação de 0,36%;</li>
<li><strong>Saúde e cuidados pessoais</strong>: incremento de 0,18%;</li>
<li><strong>Comunicação</strong>: alta de 0,11%.</li>
</ul>
<p>O único grupo que apresentou deflação foi <strong>educação</strong>, com queda leve de 0,01%.</p>
<h3><strong>Período de cálculo e perspectivas</strong></h3>
<p>O IPCA-15 de novembro foi calculado com base em preços coletados entre os dias 12 de outubro e 12 de novembro, comparados ao período de 14 de setembro a 11 de outubro.</p>
<p>O aumento dos preços dos alimentos e do transporte reforça os desafios para o controle da inflação, especialmente em um cenário em que itens essenciais afetam diretamente o orçamento das famílias.</p>
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		<item>
		<title>Inflação oficial fica em 0,38% em abril deste ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-fica-em-038-em-abril-deste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 16:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abril]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, registrou taxa de 0,38% em abril deste ano. O indicador ficou acima do observado no mês anterior (0,16%), mas abaixo do apurado em abril do ano passado (0,61%). Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, registrou taxa de 0,38% em abril deste ano. O indicador ficou acima do observado no mês anterior (0,16%), mas abaixo do apurado em abril do ano passado (0,61%).</p>
<p>Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxa de inflação de 1,8% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 3,69%, abaixo dos 3,93% acumulados até março e dentro do limite de meta definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano: entre 1,5% e 4,5%.</p>
<p>Os principais responsáveis pela inflação de abril foram os alimentos e os gastos com saúde e cuidados pessoais. O grupo de despesas alimentação e bebidas registrou alta de preços de 0,7% no mês, puxada por itens como mamão (22,76%), cebola (15,63%), tomate (14,09%) e café moído (3,08%).</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais, grupo que teve elevação de preços de 1,16%, os itens com maior destaque foram os produtos farmacêuticos (com alta de 2,84%), impactados pela autorização de reajuste de até 4,5% nos preços dos medicamentos a partir de 31 de março.</p>
<p>Entre os medicamentos com maiores altas de preço estão os antidiabéticos (4,19%), os anti-infecciosos e antibióticos (3,49%) e os hipotensores e hipocolesterolêmicos (3,34%).</p>
<p>Por outro lado, os artigos de residência e habitação tiveram deflação (queda de preços) no mês, de 0,26% e 0,01%, respectivamente.</p>
<p>Os demais grupos de despesas apresentaram as seguintes taxas de inflação: vestuário (0,55%), comunicação (0,48%), transportes (0,14%), despesas pessoais (0,10%) e educação (0,05%).</p>
</div>
</div>
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		<title>Prévia da inflação em março desacelera para 0,36%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-em-marco-desacelera-para-036/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 15:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, apresentou uma desaceleração no mês de março, atingindo 0,36%. Este valor representa menos da metade do registrado em fevereiro (0,78%). Os principais impactos sobre o índice foram observados nos preços dos alimentos e da gasolina. Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, apresentou uma desaceleração no mês de março, atingindo 0,36%. Este valor representa menos da metade do registrado em fevereiro (0,78%). Os principais impactos sobre o índice foram observados nos preços dos alimentos e da gasolina. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (26).</p>
<p>O resultado também fica abaixo do registrado em março de 2023, quando alcançou 0,69%. Em um acumulado de 12 meses, o IPCA-15 registra uma variação de 4,14%, comparado aos 4,49% observados nos 12 meses anteriores.</p>
<p>Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, cinco apresentaram alta em março, destacando-se alimentos e bebidas, que registraram um aumento de 0,91%. Esse aumento representou um impacto de 0,19 ponto percentual, aproximadamente metade da prévia inflacionária de março.</p>
<p>Dentro do grupo de alimentos, os destaques foram a cebola (16,64%), o ovo de galinha (6,24%), as frutas (5,81%) e o leite longa vida (3,66%). Por outro lado, alguns itens apresentaram queda, como a batata inglesa (-9,87%), cenoura (-6,10%) e óleo de soja (-3,19%).</p>
<p>Os transportes tiveram uma aceleração de 0,43%, principalmente devido ao aumento de 2,39% no preço da gasolina. Sendo um produto com grande peso na cesta de consumo dos brasileiros, a gasolina também teve o maior impacto individual na prévia inflacionária de março, respondendo por 0,12 ponto percentual do índice.</p>
<p>Em relação aos outros combustíveis, houve aumento no preço do etanol (4,27%), enquanto o gás veicular (-2,07%) e o óleo diesel (-0,15%) registraram queda.</p>
<p>As passagens aéreas foram o item que mais contribuiu individualmente para conter a inflação, com uma queda de 9,08% em março.</p>
<p>Outros grupos que registraram alta foram habitação (0,19%), saúde e cuidados pessoais (0,61%) e educação (0,14%), enquanto artigos de residência (-0,58%), vestuário (-0,22%), despesas pessoais (-0,07%) e comunicação (0,04%) apresentaram queda.</p>
<p>Em relação à pesquisa de preços do IBGE, realizada em 11 localidades, Belém registrou a maior elevação, com quase o dobro da média nacional, atingindo 0,74%. Os fatores que mais pressionaram os preços na região foram a gasolina (1,96%) e o açaí, que registrou um aumento de 18,87%.</p>
<p>O resultado final da inflação oficial de março (IPCA) será divulgado no dia 10 de abril.</p>
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		<item>
		<title>Mercado reduz previsão de inflação para 2024, enquanto projeção de crescimento econômico aumenta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-reduz-previsao-de-inflacao-para-2024-enquanto-projecao-de-crescimento-economico-aumenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 14:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
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		<category><![CDATA[Previsão de Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, sofreu uma redução significativa, passando de 3,8% para 3,76% em 2024, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (15). A diminuição das expectativas ocorre em um contexto em que 19 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, sofreu uma redução significativa, passando de 3,8% para 3,76% em 2024, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (15). A diminuição das expectativas ocorre em um contexto em que 19 dos 22 municípios do Acre estão em situação de emergência devido às cheias do Rio Acre.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação permanece em 3,51%, enquanto para os anos seguintes, 2026 e 2027, as estimativas são de 3,5% para ambos os anos. A previsão para 2024 está alinhada com a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 11,25% ao ano, tem sido utilizada pelo Banco Central como principal instrumento para controlar a inflação. No entanto, o Copom (Comitê de Política Monetária) já realizou cortes consecutivos nos últimos meses, visando manter uma política monetária contracionista para sustentar o processo desinflacionário.</p>
<p>A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre 2024 em 9% ao ano. Quanto ao crescimento da economia brasileira, as instituições financeiras revisaram a projeção para 1,77% em 2024, representando um aumento em relação à estimativa anterior de 1,75%. Para os anos seguintes, 2025, 2026 e 2027, as expectativas são de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2% para cada ano.</p>
<p>Em relação ao câmbio, a previsão é que a cotação do dólar encerre 2024 em R$ 4,93, enquanto para o final de 2025, a moeda americana deve atingir R$ 5, conforme apontam as estimativas do mercado financeiro.</p>
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		<item>
		<title>IBGE relata aumento de 0,71% na inflação oficial em março</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-relata-aumento-de-071-na-inflacao-oficial-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 14:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou alta de 0,71% em março, em comparação com 0,84% em fevereiro. O grupo Transportes foi responsável pela maior variação no índice, representando um impacto de 0,43 ponto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou alta de 0,71% em março, em comparação com 0,84% em fevereiro. O grupo Transportes foi responsável pela maior variação no índice, representando um impacto de 0,43 ponto percentual (pp) e uma variação de 2,11%.</p>
<p>A gasolina teve a maior influência individual no índice em março, com uma alta de 8,33%, representando um impacto de 0,39 pp no índice. Além disso, o etanol também apresentou um avanço de 3,20%. Esses dados foram divulgados nesta segunda-feira (11) pelo IBGE.</p>
<p>O analista da pesquisa, André Almeida, destaca que a volta da cobrança dos impostos federais no início do mês foi o principal fator que elevou o preço da gasolina e do etanol. “Os resultados da gasolina e do etanol foram influenciados principalmente pelo retorno da cobrança de impostos federais no início do mês, estabelecido pela Medida Provisória nº 1157/2023. Havia, portanto, a previsão do retorno da cobrança de PIS/Cofins sobre esses combustíveis a partir de 1º de março”, disse.</p>
<p>O grupo Transportes também apresentou quedas nos preços de alguns itens, como o gás veicular, que teve uma redução de 2,61%, e o óleo diesel, que registrou uma queda de 3,71%. As passagens aéreas, que haviam apresentado uma redução de 9,38% em fevereiro, apresentaram uma queda de 5,32% em março.</p>
<p>Além disso, reajustes nas tarifas de táxi em Belo Horizonte, em ônibus intermunicipais na região metropolitana do Rio de Janeiro e em ônibus urbanos em quatro áreas de abrangência do índice, também influenciaram o comportamento dos preços no grupo Transportes.</p>
<h2>Acumulado</h2>
<p>No ano, o IPCA acumula elevação de 2,09% e, nos últimos 12 meses, de 4,65%, percentual menor do que os 5,60% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2022, o índice tinha subido 1,62%.</p>
<h2>Outros grupos</h2>
<p>Os grupos de saúde e cuidados pessoais (0,82%) e habitação (0,57%) seguiram a sequência de altas em março, porém apresentaram desacelerações em relação a fevereiro, contribuindo com 0,11 pp e 0,09 pp, respectivamente. No grupo saúde e cuidados pessoais, a alta de 1,20% nos planos de saúde foi um dos principais fatores que contribuíram para a variação. Esse aumento ocorreu devido à incorporação das frações mensais dos planos novos e antigos referentes ao ciclo de 2022-2023. Já no grupo habitação, o maior impacto (0,09 pp) foi atribuído ao aumento de 2,23% na energia elétrica residencial.</p>
<p>A queda nos preços dos alimentos para consumo no domicílio, que passaram de uma alta de 0,04% em fevereiro para uma queda de 0,14% em março, foi um dos motivos que levaram ao aumento de 0,05% no grupo alimentação e bebidas. O grupo de comunicação também apresentou alta de 0,50%. Em contrapartida, o grupo de artigos de residência foi o único a registrar queda, com uma redução de 0,27% depois de ter registrado uma alta de 0,11% em fevereiro. As variações negativas nos preços de televisores, som e equipamentos de informática (-1,77%) foram os principais fatores que influenciaram a queda no grupo de artigos de residência.  “As promoções realizadas durante a semana do consumidor, ocorrida em março, podem ter influenciado”, relatou o analista.</p>
<h2>Regiões</h2>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Nos índices regionais, todas as áreas avançaram em março, sendo que a maior variação foi registrada em Porto Alegre (1,25%). A causa foram as altas da gasolina (10,63%) e da energia elétrica residencial (9,79%). Fortaleza, com alta de 0,35%, foi a menor variação no mês, com quedas de 17,94% no preço do tomate e de 2,91% no frango inteiro.</p>
<h2>Pesquisa</h2>
<p>De acordo com o IBGE, o IPCA é calculado com base nas famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Inflação oficial cai para 0,47% em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-cai-para-047-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 14:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,47% em maio , taxa inferior ao 1,06% de abril deste ano e ao 0,83% de maio do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de maio, o IPCA acumula taxa de 4,78% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p align="left">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,47% em maio , taxa inferior ao 1,06% de abril deste ano e ao 0,83% de maio do ano passado. Os dados foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT136_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p align="left">Com o resultado<span id="OBJ_PREFIX_DWT137_com_zimbra_date" role="link"> de maio</span>, o IPCA acumula taxa de 4,78% no ano. Em 12 meses, a inflação acumulada é de 11,73%, abaixo dos 12,13% registrados no mês anterior. O índice acumulado em 12 meses segue, pelo nono mês consecutivo, acima de 10%.</p>
<p align="left">O maior impacto para a inflação do mês veio dos transportes, que subiram1,34%, devido principalmente à alta de 18,33% no preço das passagens aéreas. Os combustíveis tiveram variação de preços de 1%, abaixo da alta de 3,20% do mês anterior.</p>
<p align="left">O segundo maior impacto no mês veio da saúde e cuidados pessoais, com inflação de 1,01%. Os produtos farmacêuticos, que tiveram alta de preços de 2,51% no período, foram, junto com as passagens aéreas, o item que mais pesou no IPCA<span id="OBJ_PREFIX_DWT138_com_zimbra_date" role="link"> de maio</span>.</p>
<p align="left">Os alimentos tiveram inflação de 0,48%, bem abaixo dos 2,06% do mês anterior. Alguns itens tiveram queda de preços, como tomate (-23,72%), batata-inglesa (-3,94%) e cenoura (-24,07%). Apesar disso, alguns produtos tiveram alta, como leite longa vida (4,65%) e cebola (21,36%).</p>
<p align="left">O vestuário teve inflação de 2,11% e foi o grupo de despesas com maior alta de preços no mês. Habitação foi o único grupo com deflação (queda de preços) de -1,70%.</p>
</div>
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		<title>Inflação oficial sobe para 1,62% em março</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-sobe-para-162-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 13:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou taxa de 1,62% em março deste ano. O indicador ficou acima dos observados no mês anterior (1,01%) e em março do ano passado (0,93%). Essa é a maior taxa para um mês de março desde a implantação do Plano Real, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p align="left">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou taxa de 1,62% em março deste ano. O indicador ficou acima dos observados no mês anterior (1,01%) e em março do ano passado (0,93%). Essa é a maior taxa para um mês<span id="OBJ_PREFIX_DWT2496_com_zimbra_date" role="link"> de mar</span>ço desde a implantação do Plano Real, em 1994.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p align="left">O dado foi divulgado <span id="OBJ_PREFIX_DWT2497_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA acumula taxa de 3,20% no ano. Em 12 meses, o acumulado chega a 11,30%, acima dos 10,54% de fevereiro.</p>
<p align="left">O principal impacto na inflação<span id="OBJ_PREFIX_DWT2498_com_zimbra_date" role="link"> de mar</span>ço veio dos transportes, que subiram 3,02% no mês. A taxa foi puxada pela alta nos combustíveis, que subiram 6,70% no período. A gasolina foi o item de maior impacto no IPCA<span id="OBJ_PREFIX_DWT2499_com_zimbra_date" role="link"> de mar</span>ço (6,95%).</p>
<p align="left">Outros combustíveis com alta de preços foram o óleo diesel (13,65%), gás veicular (5,29%) e etanol (3,02%). Também tiveram aumento itens como <strong>transporte por aplicativo</strong> (7,98%), <strong>seguro voluntário de veículo</strong> (3,93%) e <strong>conserto de automóvel</strong> (1,47%).</p>
<p align="left">Em seguida, aparecem os alimentos, com alta de 2,42%, puxada por itens como <strong>tomate (</strong>27,22%), <strong>cenoura</strong> (31,47%), <strong>leite longa vida</strong> (9,34%), <strong>óleo de soja</strong> (8,99%), <strong>frutas</strong> (6,39%) e <strong>pão francês</strong> (2,97%). A refeição fora de casa subiu 0,65%.</p>
<p align="left">Oito dos nove grupos tiveram alta de preços: vestuário (1,82%), habitação (1,15%), saúde e cuidados pessoais (0,88%), despesas pessoais (0,59%), artigos de residência (0,57%) e educação (0,15%). O único com queda foi comunicação, com -0,05%.</p>
</div>
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		<title>Inflação oficial sobe para 1,01% em fevereiro, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-oficial-sobe-para-101-em-fevereiro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 14:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou alta de preços de 1,01% em fevereiro deste ano. A taxa é superior às observadas em janeiro deste ano (0,54%) e em fevereiro do ano passado (0,86%). Essa é a maior taxa para um mês de fevereiro desde 2015 (1,25%). Dados foram divulgados hoje (11) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p align="left">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou alta de preços de 1,01% em fevereiro deste ano. A taxa é superior às observadas em janeiro deste ano (0,54%) e em fevereiro do ano passado (0,86%). Essa é a maior taxa para um mês<span id="OBJ_PREFIX_DWT136_com_zimbra_date" role="link"> de fevereiro</span> desde 2015 (1,25%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p align="left">Dados foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT137_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p align="left">Com o resultado, o IPCA acumula taxa de inflação de 1,56% nos dois primeiros meses do ano. Em 12 meses, o IPCA acumulado chega a 10,54%.</p>
<p align="left">Em fevereiro, os principais responsáveis pela alta de preços foram educação (5,61%) e alimentação e bebidas (1,28%). No caso da educação, o que pesou foi o fato que os reajustes praticados no início do ano letivo, nos cursos regulares, são incorporados ao IPCA em fevereiro.</p>
<p align="left">“Foi observada uma alta de 6,67% nos cursos regulares, que incluem os cursos de ensino infantil, médio e superior, por exemplo”, explicou o coordenador da pesquisa, Pedro Kislanov.</p>
<p align="left">Os reajustes médios foram de 8,06% para o <strong>ensino fundamenta, de 7,67% para pré-escola</strong>, de 7,53% para o <strong>ensino médio</strong>, de 5,82% para <strong>ensino superior</strong> e de 2,79% para <strong>pós-graduação</strong>.</p>
<p align="left">Já no grupo alimentação, a alta de preços foi puxada por produtos como <strong>batata-inglesa</strong> (23,49%) e <strong>cenoura</strong> (55,41%). A alta de preços dos alimentos em fevereiro foi ainda mais intensa do que em janeiro (1,11%).</p>
<p align="left">Os demais grupos de despesas apresentaram as seguintes taxas de inflação: habitação (0,54%), artigos de residência (1,76%), vestuário (0,88%), saúde e cuidados pessoais (0,47%), despesas pessoais (0,64%) e comunicação (0,29%).</p>
</div>
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		<title>IBGE: inflação oficial fecha 2021 com alta de 10,06%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-inflacao-oficial-fecha-2021-com-alta-de-1006/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 14:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, apresentou alta de 0,73% em dezembro, acumulando aumento de 10,06% em 2021. Os dados foram divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa acumulada no ano desde 2015, quando o IPCA foi de 10,67%. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, apresentou alta de 0,73% em dezembro, acumulando aumento de 10,06% em 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados foram divulgados <span id="OBJ_PREFIX_DWT723_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa acumulada no ano desde 2015, quando o IPCA foi de 10,67%.</p>
<p>Com isso, a inflação oficial ficou muito acima da meta de 3,75% definida pelo Conselho Monetário Nacional para o ano de 2021, cujo teto era 5,25%.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelo grupo transportes, que variou 21,03% no acumulado do ano. Em seguida vieram habitação, com alta de 13,05%, e alimentação e bebidas, que aumentou 7,94% em 2021.</p>
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