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	<title>inelegibilidade &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>inelegibilidade &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula sanciona mudanças na Ficha Limpa, mas veta retroatividade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-sanciona-mudancas-na-ficha-limpa-mas-veta-retroatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei da Ficha Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que altera os prazos de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010). A principal mudança estabelece que políticos condenados por delitos eleitorais de menor gravidade ou por improbidade administrativa ficarão inelegíveis por até 8 anos, contados a partir da decisão judicial, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que altera os prazos de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010). A principal mudança estabelece que políticos condenados por delitos eleitorais de menor gravidade ou por improbidade administrativa ficarão inelegíveis por até 8 anos, contados a partir da decisão judicial, da eleição em que ocorreu a prática abusiva, da renúncia ao cargo ou da perda de mandato.</p>
<p>Outra novidade é a limitação a 12 anos do prazo máximo de inelegibilidade em casos de múltiplas condenações, além da vedação de somar punições quando as ações tiverem origem em fatos relacionados. Na prática, as mudanças reduzem o tempo de afastamento da vida política, que antes podia superar 15 anos.</p>
<p>Os crimes impactados pela nova regra incluem delitos contra a economia popular, o patrimônio público e privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais, o meio ambiente, a saúde pública, além de crimes eleitorais com pena privativa de liberdade e abuso de autoridade.</p>
<p>Já para crimes graves, como lavagem de dinheiro, tráfico, racismo, tortura, terrorismo, trabalho escravo, homicídios e crimes sexuais, a regra continua a mesma: o prazo de 8 anos só começa a contar após o fim do cumprimento da pena.</p>
<h3>Vetos do Planalto</h3>
<p>Lula barrou dispositivos que previam a aplicação retroativa das novas regras, o que poderia reduzir a inelegibilidade de políticos já condenados. Segundo o governo, essa possibilidade afrontaria a segurança jurídica e relativizaria a coisa julgada.</p>
<p>O Palácio do Planalto destacou que o Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento do Tema 1199 da Repercussão Geral, já havia reafirmado a irretroatividade das normas da Ficha Limpa em defesa da moralidade administrativa. A decisão de vetar foi reforçada por pareceres do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União.</p>
<p>Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los.</p>
<h3>Contexto</h3>
<p>A proposta foi aprovada na Câmara e no Senado com o argumento de que prazos longos de inelegibilidade, que dependiam da duração dos processos judiciais, criavam desigualdades e punições excessivas. Com a sanção presidencial, a inelegibilidade passa a ter um limite fixo, mas sem alterar a situação de quem já foi condenado sob as regras anteriores.</p>
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		<title>Jacob Zuma é Impedido de Concorrer às Eleições na África do Sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jacob-zuma-e-impedido-de-concorrer-as-eleicoes-na-africa-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 13:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[inelegibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jacob Zuma]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Constitucional sul-africano, a mais alta instância judicial do país, declarou o antigo presidente Jacob Zuma inelegível devido à pena de prisão a que foi condenado em 2021, impedindo-o de candidatar-se às eleições gerais. &#8220;O Sr. Zuma foi condenado por um crime e sentenciado a pena de prisão de mais de 12 meses&#8221;, explicou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Constitucional sul-africano, a mais alta instância judicial do país, declarou o antigo presidente Jacob Zuma inelegível devido à pena de prisão a que foi condenado em 2021, impedindo-o de candidatar-se às eleições gerais.</p>
<p>&#8220;O Sr. Zuma foi condenado por um crime e sentenciado a pena de prisão de mais de 12 meses&#8221;, explicou a juíza Leona Theron ao ler a decisão, que pode ser objeto de recurso.</p>
<p>&#8220;Consequentemente, ele não pode ser membro da Assembleia Nacional e não pode candidatar-se a eleições&#8221;, previstas para daqui a nove dias, acrescentou.</p>
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		<title>TSE retoma julgamento que pode condenar Bolsonaro por abuso no 7/9</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-retoma-julgamento-que-pode-condenar-bolsonaro-por-abuso-no-7-9/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inelegibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Superior Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira (31), às 19h, o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por abuso de poder político e econômico e uso eleitoreiro das comemorações de 7 de setembro de 2022. O general Braga Netto, vice na chapa de Bolsonaro, também pode ser punido no julgamento. Até o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira (31), às 19h, o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro por abuso de poder político e econômico e uso eleitoreiro das comemorações de 7 de setembro de 2022. O general Braga Netto, vice na chapa de Bolsonaro, também pode ser punido no julgamento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Até o momento, o placar é de 2 votos a 1 pela inelegibilidade de Bolsonaro e aplicação de multa de R$ 425 mil pelo uso da estrutura do evento para promover sua candidatura à reeleição. O julgamento começou no dia 24 de outubro. Faltam os votos de quatro ministros.</p>
<p>Se o entendimento pela condenação for seguido pela maioria dos ministros, Bolsonaro pode ser condenado à inelegibilidade por oito anos pela segunda vez. Contudo, o prazo de oito anos continua valendo em função da primeira condenação e não será contado duas vezes. Bolsonaro está impedido de participar de eleições até 2023.</p>
<h2>Votos</h2>
<p>Na sessão anterior, os ministros Benedito Gonçalves, relator, e Floriano de Azevedo Marques votaram pela condenação de Bolsonaro. Marques proferiu voto em maior extensão para também condenar Braga Netto à inelegibilidade.</p>
<p>Em seguida, o ministro Raul Araújo rejeitou a ação e divergiu do relator para entender que a legislação eleitoral não impede a realização de comícios após atos oficiais.</p>
<p>O julgamento pelo TSE é motivado por três ações protocoladas pelo PDT e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) que defenderam a inelegibilidade de Bolsonaro, além da aplicação de multa, pela acusação de utilização das comemorações oficiais do Bicentenário da Independência em Brasília e no Rio de Janeiro para promover sua candidatura à reeleição nas eleições de outubro do ano passado.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Na primeira sessão do julgamento, realizada na terça-feira (24), a defesa de Bolsonaro disse que o ex-presidente não usou a comemoração do 7 de setembro para promoção de sua candidatura.</p>
<p>Segundo a defesa, Bolsonaro deixou o palanque oficial e foi até outra parte da Esplanada dos Ministérios, onde um carro de som estava preparado para a campanha, sem vinculação com o evento cívico.</p>
</div>
</div>
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		<title>TSE inicia julgamento de três ações contra Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-inicia-julgamento-de-tres-acoes-contra-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso de poder político]]></category>
		<category><![CDATA[ações contra Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inelegibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar, nesta terça-feira (10), três ações nas quais o ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado de abuso de poder político durante a campanha eleitoral do ano passado. Em caso de condenação, Bolsonaro pode ficar inelegível pela segunda vez. A inelegibilidade também pode alcançar o general Braga Netto, que disputou o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar, nesta terça-feira (10), três ações nas quais o ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado de abuso de poder político durante a campanha eleitoral do ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em caso de condenação, Bolsonaro pode ficar inelegível pela segunda vez. A inelegibilidade também pode alcançar o general Braga Netto, que disputou o cargo de vice-presidente na chapa de Bolsonaro, que tentava a reeleição.</p>
<p>Em junho, o ex-presidente foi condenado pela corte eleitoral à inelegibilidade por oito anos por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, por causa de uma reunião realizada com embaixadores, em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, onde ele atacour o sistema eletrônico de votação. Braga Neto foi absolvido no julgamento por não ter participado do encontro.</p>
<h2>Novas ações</h2>
<p>Nas ações que vão hoje a julgamento, Bolsonaro é acusado de usar a estrutura da Presidência da República para promover sua candidatura à reeleição.</p>
<p>No primeiro processo, o PDT alega que o então presidente fez uma transmissão ao vivo pelas redes sociais (<em>live</em>) no dia 21 de setembro de 2022, dentro da biblioteca do Palácio da Alvorada, para apresentar propostas eleitorais e pedir votos a candidatos apoiados por ele.</p>
<p>O segundo processo trata de outra transmissão realizada em 18 de agosto do ano passado. Segundo o PDT, Bolsonaro pediu votos para sua candidatura e para aliados políticos que também disputavam as eleições, chegando a mostrar os &#8220;santinhos&#8221; das campanhas.</p>
<p>Na terceira ação, as coligações do PT e do PSOL questionaram a realização de uma reunião de Bolsonaro com governadores e cantores sertanejos, entre os dias 3 e 6 de outubro, para anunciar apoio político para a disputa do segundo turno.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Na defesa prévia enviada ao TSE, os advogados de Bolsonaro e Braga Netto afirmaram que não houve abuso de poder e que as transmissões não &#8220;ensejaram ganho competitivo&#8221;, por não terem sido veiculados símbolos oficiais, como o brasão da República.  A defesa também declarou que a campanha usou redes sociais privadas e pessoais para realizar as <em>lives</em>.</p>
</div>
</div>
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		<title>TSE retoma julgamento que pode levar à inelegibilidade de Bolsonaro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-retoma-julgamento-que-pode-levar-a-inelegibilidade-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 13:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inelegibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma hoje (29) o julgamento que pode levar à inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro por oito anos. A sessão está prevista para começar às 9h. Será a terceira sessão destinada ao julgamento da causa. O tribunal julga a conduta de Bolsonaro durante reunião realizada com embaixadores, em julho do ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma hoje (29) o julgamento que pode levar à inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro por oito anos. A sessão está prevista para começar às 9h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Será a terceira sessão destinada ao julgamento da causa. O tribunal julga a conduta de Bolsonaro durante reunião realizada com embaixadores, em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, para atacar o sistema eletrônico de votação. A legalidade do encontro foi questionada pelo PDT.</p>
<p>Até o momento, somente o relator da ação, ministro Benedito Gonçalves proferiu seu voto. Na sessão realizada na terça-feira (27), o ministro votou pela condenação de Bolsonaro à inelegibilidade, por entender que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação para difundir informações falsas e desacreditar o sistema de votação.</p>
<p>O relator também votou pela absolvição de Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. Para o ministro, ele não participou da reunião e não tem relação com os fatos.</p>
<p>O julgamento será retomado com a manifestação dos ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia, Nunes Marques e o presidente do Tribunal, Alexandre de Moraes.</p>
<p>Caso algum ministro faça pedido de vista para suspender a sessão, o prazo de devolução do processo para julgamento é de 30 dias, renovável por mais 30. Com o recesso de julho nos tribunais superiores, o prazo subirá para 90 dias.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Na última quinta-feira (22),  primeiro dia de julgamento, a defesa de Bolsonaro alegou que a reunião não teve viés eleitoral e foi feita como “contraponto institucional” para sugerir mudanças no sistema eleitoral.</p>
<p>De acordo com o advogado Tarcísio Vieira de Carvalho, a reunião ocorreu antes do período eleitoral, em 18 de julho, quando Bolsonaro não era candidato oficial às eleições de 2022. Dessa forma, segundo o defensor, caberia apenas multa como punição, e não a decretação da inelegibilidade.</p>
<h2>2030</h2>
<p>Pela legislação eleitoral, se Bolsonaro se tornar inelegível por oito anos, só poderá voltar a disputar as eleições em 2030.</p>
<p>De acordo com a Súmula 69 do TSE, a contagem do prazo começa na data do primeiro turno das eleições de 2022, realizado em 2 de outubro.</p>
<p>A inelegibilidade terminará no dia 2 de outubro de 2030, quatro dias antes do primeiro turno, previsto para 6 de outubro.</p>
<h2>Recurso</h2>
<p>Após eventual decisão desfavorável, a defesa de Bolsonaro poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Três dos sete ministros do TSE também fazem parte do STF e participam do julgamento.</p>
<p>Pelas regras internas da Corte, os ministros que atuam no tribunal eleitoral não ficam impedidos automaticamente de julgar questões constitucionais em processos oriundos do TSE.</p>
</div>
</div>
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