<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Indústria &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/industria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Oct 2025 13:28:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Indústria &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Investimento social corporativo cresce quase 20% no Brasil e ultrapassa R$ 6 bilhões em 2024</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/investimento-social-corporativo-cresce-quase-20-no-brasil-e-ultrapassa-r-6-bilhoes-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[comunitas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86395</guid>

					<description><![CDATA[O investimento social corporativo no Brasil atingiu R$ 6,2 bilhões em 2024, um crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior, segundo o Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC) 2025, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Comunitas. O estudo indica que o montante representa um dos maiores volumes da série histórica, superado apenas pelos números extraordinários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento social corporativo no Brasil atingiu R$ 6,2 bilhões em 2024, um crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior, segundo o Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC) 2025, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Comunitas. O estudo indica que o montante representa um dos maiores volumes da série histórica, superado apenas pelos números extraordinários de 2020, durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>De acordo com a diretora de investimento social da Comunitas, Patrícia Loyola, o avanço é resultado, principalmente, do aumento dos recursos próprios das empresas, que cresceram 35% e somaram R$ 4,79 bilhões. Os valores provenientes de recursos incentivados chegaram a R$ 1,42 bilhão.</p>
<blockquote><p>“Foi praticamente o maior ano da série histórica, com exceção da pandemia. Os dados mostram que as empresas estão mais maduras na forma de investir no social e de alinhar esse investimento à sua estratégia de negócios”, afirmou Loyola.</p></blockquote>
<h3>Educação e cultura seguem na liderança</h3>
<p>As áreas de educação e cultura continuam sendo as principais destinatárias dos recursos, seguidas pelo crescimento expressivo da inclusão produtiva — tema que vem ganhando relevância por unir qualificação profissional e impacto social.</p>
<blockquote><p>“A educação voltada à formação e à empregabilidade é uma dor dos negócios, e o investimento social pode ajudar a sanar a falta de mão de obra qualificada”, destacou a diretora.</p></blockquote>
<figure id="attachment_86396" aria-describedby="caption-attachment-86396" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86396" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Doações Para Tragédia Climática De 2024 No Rio Grande Do Sul Armazenadas No Hangar Da Base Aérea De São Paulo - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86396" class="wp-caption-text">Doações para tragédia climática de 2024 no Rio Grande do Sul armazenadas no hangar da Base Aérea de São Paulo. &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Emergências climáticas e ação humanitária</h3>
<p>Em 2024, praticamente todas as empresas da rede BISC destinaram recursos para ações emergenciais relacionadas às mudanças climáticas. O foco, segundo o relatório, tem migrado de respostas humanitárias imediatas para estratégias de prevenção e adaptação diante do aumento da intensidade dos eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“Não estamos mais diante do risco de emergências climáticas — estamos vivendo as emergências. A mobilização que elas geram pode ser canalizada para algo mais estruturante e de longo prazo”, pontuou Loyola.</p></blockquote>
<h3>Indústria e serviços: perfis distintos, impacto conjunto</h3>
<p>O estudo também mostra que o setor industrial vem ganhando força e ampliando a diversidade das causas apoiadas — de infraestrutura a segurança pública —, enquanto o setor de serviços mantém foco em causas sociais específicas, como a educação.</p>
<p>Essa pulverização indica uma maior distribuição dos recursos entre diferentes áreas e territórios. “Durante a pandemia, a indústria chegou a ultrapassar o setor de serviços em volume de investimento. Hoje, ambos estão equilibrados”, explicou Loyola.</p>
<h3>Juventude e alianças estratégicas</h3>
<p>Os jovens continuam sendo o público prioritário das ações sociais corporativas, especialmente diante do chamado “apagão de talentos” agravado pela desigualdade e pela digitalização do mercado de trabalho.</p>
<p>Outro destaque é o fortalecimento dos modelos de co-investimento, nos quais empresas, fundações e institutos se unem para financiar projetos de impacto social coletivo.</p>
<blockquote><p>“As empresas entenderam que sozinhas não conseguem resolver o tamanho dos desafios. Parcerias e alianças setoriais se tornaram essenciais”, concluiu Loyola.</p></blockquote>
<p>A 18ª edição do BISC reúne informações de 337 unidades de negócios e 22 institutos e fundações corporativas, analisando volumes de investimento, fontes de financiamento, setores econômicos e distribuição temática — consolidando-se como o principal retrato anual do investimento social corporativo no país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86395</post-id>	</item>
		<item>
		<title>China deve produzir mais da metade dos robôs humanoides do mundo em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/china-deve-produzir-mais-da-metade-dos-robos-humanoides-do-mundo-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 16:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[robôs humanoides]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83055</guid>

					<description><![CDATA[A China caminha para dominar a produção global de robôs humanoides, com previsão de fabricar mais de 10 mil unidades em 2025 — mais da metade da produção mundial — e movimentar cerca de 8,24 bilhões de yuans (US$ 1,14 bilhão) em receita. A estimativa é de um relatório divulgado pela empresa Leaderobot em parceria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China caminha para dominar a produção global de robôs humanoides, com previsão de fabricar mais de 10 mil unidades em 2025 — mais da metade da produção mundial — e movimentar cerca de 8,24 bilhões de yuans (US$ 1,14 bilhão) em receita. A estimativa é de um relatório divulgado pela empresa Leaderobot em parceria com outras nove instituições.</p>
<p>O estudo indica que a indústria chinesa de robótica está prestes a sair dos projetos-piloto para alcançar a comercialização em larga escala, impulsionada por custos menores, avanços tecnológicos e apoio estatal. A trajetória, segundo o relatório, é semelhante à rápida ascensão do país no mercado de veículos elétricos.</p>
<p>Um exemplo recente do avanço é o anúncio feito em março pela UBTech Robotics: 20 robôs humanoides industriais serão implantados na montadora Dongfeng Liuzhou Motor ainda no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>Segundo Wang Tianmiao, diretor honorário de robótica da Universidade de Beihang, o crescimento acelerado é tanto uma resposta à demanda de mercado quanto uma estratégia geopolítica. “Inteligência artificial e robótica são áreas-chave na disputa pela liderança tecnológica global”, afirmou.</p>
<p>O relatório projeta que o mercado chinês de robôs com inteligência incorporada — que une IA a interações físicas — chegará a 5,3 bilhões de yuans em 2025 e poderá atingir 103,8 bilhões até 2030, com 45% do mercado global sob influência chinesa.</p>
<p>Como parte desse esforço, Pequim lançou em fevereiro o <em>Plano de Ação para Inovação Científica e Cultivo Industrial de Inteligência Incorporada</em>, com metas até 2027 de superar 100 tecnologias-chave e lançar pelo menos dez produtos de destaque internacional.</p>
<p>O estudo alerta, no entanto, para a necessidade de políticas públicas que estabeleçam padrões e regulem o setor, evitando riscos como bolhas de avaliação ou corrida por imitação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83055</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil avalia recorrer à OMC contra tarifas dos EUA ao aço e alumínio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-avalia-recorrer-a-omc-contra-tarifas-dos-eua-ao-aco-e-aluminio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 19:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[comércio e serviços]]></category>
		<category><![CDATA[comércio internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial do Comércio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=82290</guid>

					<description><![CDATA[O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira (12) que estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% sobre as importações americanas de aço e alumínio. A medida, que entrou em vigor hoje, é vista como um mecanismo de proteção às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira (12) que estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% sobre as importações americanas de aço e alumínio. A medida, que entrou em vigor hoje, é vista como um mecanismo de proteção às siderúrgicas dos EUA, encarecendo os produtos estrangeiros e favorecendo a produção local.</p>
<p>Em nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lamentaram a decisão e alertaram para o impacto significativo sobre as exportações brasileiras. Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 3,2 bilhões em aço e alumínio para os EUA, principal destino desses produtos.</p>
<p>O governo reforçou seu apoio ao sistema multilateral de comércio e considerou a tarifação &#8220;injustificável e equivocada&#8221;. Dados oficiais apontam que os EUA mantêm um superávit comercial com o Brasil, que chegou a US$ 7 bilhões no último ano, sendo que o Brasil é o maior fornecedor de aço semiacabado para a indústria americana.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a estratégia inicial será a negociação, evitando medidas retaliatórias. &#8220;O presidente Lula falou ‘muita calma nessa hora’. Já negociamos outras vezes em condições até muito mais desfavoráveis do que essa&#8221;, disse, após reunião com representantes do setor siderúrgico.</p>
<p>A equipe econômica prepara uma nota técnica com propostas para orientar as negociações com o governo americano. Enquanto isso, entidades como o Instituto Aço Brasil e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendem esforços diplomáticos para reverter a decisão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">82290</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Indústria de transformação perde dinamismo em setembro, aponta CNI</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/industria-de-transformacao-perde-dinamismo-em-setembro-aponta-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faturamento]]></category>
		<category><![CDATA[indicador]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=70458</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta para a perda de dinamismo da atividade da indústria de transformação na passagem de agosto para setembro. De acordo com os Indicadores Industriais, o faturamento real do setor caiu 0,5% no período, as horas trabalhadas recuaram 1% e a utilização da capacidade instalada manteve tendência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Pesquisa mensal da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta para a perda de dinamismo da atividade da indústria de transformação na passagem de agosto para setembro. De acordo com os Indicadores Industriais, o faturamento real do setor caiu 0,5% no período, as horas trabalhadas recuaram 1% e a utilização da capacidade instalada manteve tendência de queda, com redução de 0,3 ponto percentual de um mês para o outro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para a entidade, os juros altos seguem como um importante fator de desaceleração da indústria.</p>
<p>“Apesar do início dos cortes da taxa básica de juros, ela permanece exercendo um papel restritivo sobre a economia, contribuindo para um ambiente de crédito bastante desfavorável”, explicou a economista da CNI Larissa Nocko. “Esperamos uma redução das concessões de crédito às empresas neste ano, em termos reais, e um crescimento fraco das concessões aos consumidores, o que já vem repercutindo sobre uma demanda bastante enfraquecida”, afirmou.</p>
<p>Nesta terça-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia a sétima reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. No encontro, que termina na quarta-feira (1°), a expectativa é que o órgão reduza a taxa dos atuais 12,75% ao ano para 12,25% ao ano.</p>
<p>Este deverá ser o terceiro corte desde agosto. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>Dados da indústria</h2>
<p>Durante o ano, o faturamento da indústria intercalou altas e baixas, mas, segundo a CNI, o terceiro trimestre indica que a trajetória é de queda. Na comparação com setembro de 2022, o indicador apresenta redução de 1,4%. As horas trabalhadas registraram o quarto mês sem avanços e, na comparação com o mesmo mês do ano passado, teve recuo de 3,5%.</p>
<p>Com o recuo no mês, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) da indústria de transformação alcançou 78,1% em setembro. Na comparação com setembro de 2022, a redução foi de 2,8 pontos percentuais. “O resultado mostra continuidade da tendência de queda observada na série desde 2021”, avalia a CNI.</p>
<p>Já o emprego registrou estabilidade em setembro, com variação negativa de 0,1%. Desde o mês de maio, esse indicador vem alternando entre meses de estabilidade e queda. “Após avançar de forma expressiva em 2021 e 2022, o indicador tem confirmado a perda dinamismo no período recente, como se verifica nos outros indicadores de atividade industrial”, avalia a CNI.</p>
<p>Por outro lado, a massa salarial e o rendimento médio do trabalho seguem em trajetória de crescimento.</p>
<p>O rendimento médio real apresentou crescimento de 1,6% em setembro, na comparação com o mês anterior. De acordo com a pesquisa, ao longo deste ano, o indicador também alternou entre avanços e quedas, no entanto, com as altas mais intensas que os recuos.</p>
<p>Setembro é o segundo mês consecutivo de crescimento do rendimento, que acumulou avanço de 2,7% no ano, atingindo o ponto mais alto do ano. Na comparação com setembro de 2022, o indicador apresenta crescimento de 2,8%.</p>
<p>No caso da massa salarial real da indústria de transformação, houve crescimento de 1,5% em setembro na comparação com agosto, compondo uma trajetória de crescimento. Em relação a setembro de 2022, o avanço foi de 3,1%.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">70458</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Produção industrial cresce 0,4% de julho para agosto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/producao-industrial-cresce-04-de-julho-para-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 14:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa Industrial Mensal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69861</guid>

					<description><![CDATA[A produção industrial do país cresceu 0,4% em agosto deste ano, na comparação com julho. O resultado veio depois de uma queda de 0,6% em julho. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  O setor apresentou alta de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A produção industrial do país cresceu 0,4% em agosto deste ano, na comparação com julho. O resultado veio depois de uma queda de 0,6% em julho. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O setor apresentou alta de 0,5% na comparação com agosto de 2022. No entanto, ele soma quedas de 0,3% no acumulado do ano e de 0,1% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>“Mesmo com o resultado de crescimento em agosto de 2023, a indústria permanece distante de recuperar as perdas do passado recente, estando, nesse momento, 1,8% abaixo do patamar pré-pandemia, ou seja, fevereiro de 2020, e 18,3% abaixo do ponto mais elevado da série histórica, que foi alcançado em maio de 2011”, disse o gerente da pesquisa, André Macedo.</p>
<h2>Aumento de produção</h2>
<p>Na passagem de julho para agosto, 18 dos 25 ramos industriais pesquisados pelo IBGE apresentaram aumento na produção, com destaques para farmoquímicos e farmacêuticos (18,6%), veículos automotores, reboques e carrocerias (5,2%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (16,6%).</p>
<p>Entre as seis atividades em queda, os principais recuos ficaram com indústrias extrativas (-2,7%), produtos diversos (-8,0%), couro, artigos para viagem e calçados (-4,2%) e de metalurgia (-1,1%). Celulose, papel e produtos de papel integram um segmento que apresentou estabilidade no mês.</p>
<p>Na análise das quatro grandes categorias econômicas da indústria, três tiveram alta: bens de consumo duráveis (8%), bens de consumo semi e não duráveis (1%) e bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (4,3%). No sentido oposto, os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo tiveram queda, de 0,3%.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69861</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Indústria brasileira cresce 1,1% em março após duas quedas seguidas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/industria-brasileira-cresce-11-em-marco-apos-duas-quedas-seguidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 14:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59607</guid>

					<description><![CDATA[A produção industrial brasileira teve alta de 1,1% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. A alta veio depois de duas quedas consecutivas (em janeiro e fevereiro) e um mês de estabilidade (dezembro de 2022). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A produção industrial brasileira teve alta de 1,1% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. A alta veio depois de duas quedas consecutivas (em janeiro e fevereiro) e um mês de estabilidade (dezembro de 2022). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O setor também apresentou crescimento na comparação com março de 2022 (0,9%). No entanto, a produção acumula queda de 0,4% no ano e estabilidade no acumulado de 12 meses.</p>
<p>Na comparação com fevereiro deste ano, a indústria avançou em 16 dos 25 ramos pesquisados, com destaque para as atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,7%), máquinas e equipamentos (5,1%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (6,7%).</p>
<p>Outras influências relevantes para o crescimento da indústria vieram de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%), outros equipamentos de transporte (4,8%), produtos químicos (0,6%), couro, artigos para viagem e calçados (2,8%) e de produtos de minerais não metálicos (1,2%).</p>
<p>Um segmento manteve-se estável (produtos diversos) e oito apresentaram queda, entre eles confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,7%), móveis (-4,3%) e produtos de metal (-1%).</p>
<p>Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, três tiveram alta de fevereiro para março: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (6,3%), bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,9%) e os bens de consumo duráveis (2,5%).</p>
<p>A exceção ficou com os bens de consumo semi e não duráveis, que recuaram 0,5% no período.</p>
<p>Segundo o pesquisador do IBGE André Macedo, apesar da alta de março, ela não foi suficiente para recuperar as perdas recentes. Ele afirma que há elementos na conjuntura do país que explicam parte das dificuldades na recuperação do setor industrial brasileiro.</p>
<p>“Ainda permanecem no nosso escopo de análise as questões conjunturais, como a taxa de juros em patamares mais elevados, que dificultam o acesso ao crédito, a taxa alta de inadimplência e o maior nível de endividamento por parte das famílias, assim como o grande número de pessoas fora mercado de trabalho e a alta informalidade”, informou o pesquisador, segundo nota divulgada pelo IBGE.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59607</post-id>	</item>
		<item>
		<title>BC revisa previsão de crescimento do PIB de 2,7% para 2,9%, neste ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bc-revisa-previsao-de-crescimento-do-pib-de-27-para-29-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca Express Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=55499</guid>

					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Banco Central (BC) revisou a projeção de crescimento da economia, neste ano, de 2,7% para 2,9%. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório de Inflação, divulgado hoje (15), pelo BC. Para 2023, a projeção de crescimento do PIB continua em 1%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o relatório, a alta na projeção do PIB, neste ano, refletiu a “elevação na previsão para o setor de serviços, parcialmente compensada por recuo nas estimativas para agropecuária e indústria”.</p>
<p>“A projeção da agropecuária foi alterada de estabilidade para recuo de 2%, refletindo, principalmente, o resultado do terceiro trimestre”. O relatório acrescenta que o recuo na comparação com o trimestre anterior surpreendeu o BC, que “esperava um resultado positivo, influenciado pela base relativamente fraca do segundo trimestre – ainda sob impacto da quebra parcial da safra de soja, cultura com colheita concentrada nos dois primeiros trimestres do ano – e por altas na produção de laranja e de algodão, culturas com participação expressiva no terceiro trimestre”.</p>
<p>“Contudo, recuos na produção de cana-de-açúcar e mandioca sobrepujaram esses fatores altistas, levando a recuo da atividade no trimestre e a piora na estimativa para o ano”, acrescentou.</p>
<p>Na indústria, a projeção foi revista de 2,4% para 1,9%, com quedas nas previsões para todos os setores, com exceção da construção.</p>
<p>Em serviços, a estimativa de crescimento em 2022 passou de 3,4% para 4,1%, influenciada pelo resultado do terceiro trimestre e pela revisão da série histórica. “O setor terciário tem mostrado resiliência, voltando a crescer em ritmo robusto no terceiro trimestre. As altas no setor foram disseminadas e de magnitudes elevadas, iguais ou superiores a 1%, exceto pela atividade de comércio, afetada pelo arrefecimento do varejo e da produção industrial”.</p>
<p>Para os próximos trimestres, acrescenta o BC, “espera-se arrefecimento mais disseminado no setor, repercutindo a perspectiva de desaceleração do consumo das famílias, em ambiente de taxas de juros mais elevadas e de desaquecimento do mercado de trabalho”.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>A estimativa para a variação do consumo das famílias passou de 3,9% para 4,2%, a do consumo do governo de 0,7% para 1,6% e a da formação bruta de capital fixo (FBCF &#8211; investimentos) de -0,4% para 0,7%.</p>
<p>As exportações e as importações em 2022 devem variar, na ordem, de 4% e estabilidade, ante projeções de 1,5% e -2,5%. Essas estimativas refletem “altas maiores do que as esperadas no volume de exportações e importações de bens e serviços”.</p>
<h2>Próximo ano</h2>
<p>Para 2023, a projeção de crescimento foi influenciada pela “manutenção da perspectiva de arrefecimento na demanda interna e nos componentes mais cíclicos da oferta”.</p>
<p>O relatório diz ainda que “discussões sobre o orçamento de 2023 apontam para maior expansão dos gastos primários [gastos relacionados aos serviços públicos, sem considerar pagamento de empréstimos] do que a prevista na legislação atual, em especial os associados a transferências às famílias [como o Bolsa Família]”.</p>
<p>O BC acrescenta que o aumento de gastos do governo podem ajudar a sustentar a demanda por bens e serviços, principalmente no curto prazo. Por outro lado, “estímulos fiscais adicionais, especialmente se impactarem a percepção de sustentabilidade da dívida pública, podem prejudicar as condições financeiras e o crescimento econômico”. “Portanto, o resultado final depende da combinação da magnitude da expansão fiscal no curto prazo e da formulação exata do novo arcabouço fiscal”.</p>
<h2>Oferta e demanda</h2>
<p>Pelo lado da oferta, a manutenção da projeção central para a variação do PIB em 2023 refletiu recuos nas previsões para agropecuária e indústria, de, respectivamente, 7,5% e 0,4% para 7% e estabilidade, e elevação na previsão para serviços, de 0,6% para 0,9%.</p>
<p>No âmbito da demanda interna, as projeções para o consumo das famílias, consumo do governo e FBCF foram elevadas de, respectivamente, 0,7%, 1,0% e -0,5% para 1,2%, 1,1% e 0,3%.</p>
<p>As estimativas para as variações das exportações e importações ficaram praticamente inalteradas, passando, respectivamente, de 3% para 2,8% e de 0,5% para 0,7%.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55499</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Atividade e nível de emprego da indústria caem em abril, mostra CNI</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/atividade-e-nivel-de-emprego-da-industria-caem-em-abril-mostra-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 15:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=50042</guid>

					<description><![CDATA[Depois de um período de crescimento no início do ano, a indústria começou o segundo trimestre com sinais de fadiga. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), todos os indicadores analisados caíram em abril, afetando negativamente o desempenho do setor. O faturamento real da indústria de transformação recuou 0,6% em abril, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Depois de um período de crescimento no início do ano, a indústria começou o segundo trimestre com sinais de fadiga. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), todos os indicadores analisados caíram em abril, afetando negativamente o desempenho do setor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O faturamento real da indústria de transformação recuou 0,6% em abril, praticamente revertendo a alta de 0,7% registrada em março. Em relação a abril do ano passado, a queda chega a 5,8%.</p>
<p>As horas trabalhadas na produção caíram 2,2% em abril, o segundo mês consecutivo de queda. O indicador registrou quatro crescimentos seguidos, de novembro de 2021 a fevereiro de 2022, mas começou a cair em março. Na comparação com abril do ano passado, o número de horas trabalhadas está 0,2% menor.</p>
<p>O desempenho negativo na atividade refletiu-se no mercado de trabalho. O emprego industrial caiu 0,5% em abril na comparação com março. Esse foi o primeiro recuo após uma sequência de altas que tinha começado no segundo semestre de 2020, quando a economia começava a recuperar-se das medidas de distanciamento social da pandemia de covid-19. Apesar da queda, o nível de emprego na indústria acumula crescimento de 1,6% em relação a abril de 2021.</p>
<p>A massa salarial também caiu, recuando 0,5% em abril, após cinco meses de alta ou de estabilidade. Em relação a abril de 2021, a massa salarial real mostra crescimento de 0,2%.</p>
<h2>Fragilidade</h2>
<p>Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a fragilidade atual da indústria decorre de um cenário de dificuldades econômicas. Do lado da oferta, o setor está sendo pressionado pelo alto custo dos insumos e pelo agravamento da escassez de alguns deles após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia e as recentes medidas de <em>lockdown</em> na China.</p>
<p>Do lado da demanda, os consumidores estão comprando menos por causa da inflação e dos juros altos, que reduz o poder de compra. Segundo a CNI, as quedas observadas em abril revertem os pequenos ganhos do primeiro trimestre. “A economia brasileira precisa de uma alavanca para atrair investimentos e voltar a crescer, que deveria ser a reforma tributária, mas todos os esforços nesse sentido têm sido frustrados”, afirma Azevedo.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">50042</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vice-presidente participa de feira da indústria de defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vice-presidente-participa-de-feira-da-industria-de-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2022 18:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=49598</guid>

					<description><![CDATA[O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares. Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia com as Forças Armadas. Além de estandes e exposições de produtos e serviços, a feira contou com palestras, debates e painéis com a participação de civis, militares e representantes do governo.</p>
<p>Segundo Mourão, eventos como a SC Expo Defense asseguram a independência e soberania nacionais. “Desde 1980, quando houve o conflito das Malvinas, se compreendeu que não se pode ficar dependente dos insumos na área de defesa provenientes do exterior. Tem que ter a capacidade de produzir pelo menos de 50% a 60% das necessidades dentro do país”, disse.</p>
<p>No estande da Marinha, os visitantes puderam conhecer de perto aeronaves e protótipos da Fragata Classe Tamandaré, além da maquete do primeiro Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (SN-BR), o submarino Álvaro Alberto. O Exército expôs viaturas blindadas Guarani e os novos armamentos do sistema Astros 2020. Já a apresentação da Aeronáutica contou com um KC-390 Millennium e réplica do novo caça multimissão F-39 Gripen.</p>
<p>O setor representa 4,78% do Produto Interno Bruto (PIB), gera 2,9 milhões de empregos diretos e indiretos.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49598</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Emprego na indústria cresce 0,1% em janeiro, aponta CNI</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/emprego-na-industria-cresce-01-em-janeiro-aponta-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 15:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=46523</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado hoje (8) apontou alta nos indicadores de emprego industrial e faturamento real das empresas no mês de janeiro. Segundo a confederação, o indicador de emprego industrial aumentou 0,1% em janeiro frente a dezembro de 2021, na série dessazonalizada. Segundo a CNI, com a revisão para cima dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado hoje (8) apontou alta nos indicadores de emprego industrial e faturamento real das empresas no mês de janeiro. Segundo a confederação, o indicador de emprego industrial aumentou 0,1% em janeiro frente a dezembro de 2021, na série dessazonalizada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a CNI, com a revisão para cima dos resultados de novembro de 2021 e de dezembro de 2021, o emprego passa a acumular alta de 0,5% nos últimos três meses.</p>
<p>Já o indicador de faturamento fechou janeiro com alta de 2,8% e acumulou crescimento de 6,6% entre novembro de 2021 e janeiro de 2022.</p>
<p>A CNI, destaca, no entanto, que o indicador segue abaixo do registrado em todo o primeiro semestre de 2021 e 5,2% abaixo do registrado em janeiro de 2021.</p>
<p>Em janeiro, a massa salarial registrou crescimento de 4,2% fechando o terceiro mês consecutivo com alta acumulado de 5,7%. Já as horas trabalhadas na produção mantiveram-se praticamente estáveis na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022, ao registrar recuo de 0,1% na série livre de efeitos sazonais.</p>
<p>“Apesar disso, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) completou sete meses consecutivos de queda. Após atingir 82,3% em junho de 2021, a UCI mostrou queda ao longo de todo o segundo semestre de 2021 e se manteve em queda no primeiro mês de 2022”, informou a CNI.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46523</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
