<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>inclusão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/inclusao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Aug 2025 14:18:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>inclusão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>The Town 2025 reforça compromisso com inclusão e anuncia amplo plano de acessibilidade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/the-town-2025-reforca-compromisso-com-inclusao-e-anuncia-amplo-plano-de-acessibilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 14:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PCD]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[The Town 2025]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=85058</guid>

					<description><![CDATA[A segunda edição do The Town, marcada para os dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, promete transformar a Cidade da Música em um espaço ainda mais inclusivo. O festival anunciou um robusto plano de acessibilidade, garantindo que pessoas com deficiência (PCDs) e mobilidade reduzida possam aproveitar cada momento com segurança e conforto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee/" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a>A segunda edição do The Town, marcada para os dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, promete transformar a Cidade da Música em um espaço ainda mais inclusivo. O festival anunciou um robusto plano de acessibilidade, garantindo que pessoas com deficiência (PCDs) e mobilidade reduzida possam aproveitar cada momento com segurança e conforto.</p>
<figure id="attachment_85060" aria-describedby="caption-attachment-85060" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-85060" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/05-The-Town-2025-reforca-compromisso-com-inclusao-e-anuncia-amplo-plano-de-acessibilidade-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C601&#038;ssl=1" alt="The Town 2025 Reforça Compromisso Com Inclusão E Anuncia Amplo Plano De Acessibilidade - Expresso Carioca" width="400" height="601" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/05-The-Town-2025-reforca-compromisso-com-inclusao-e-anuncia-amplo-plano-de-acessibilidade-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/05-The-Town-2025-reforca-compromisso-com-inclusao-e-anuncia-amplo-plano-de-acessibilidade-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/08/05-The-Town-2025-reforca-compromisso-com-inclusao-e-anuncia-amplo-plano-de-acessibilidade-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-85060" class="wp-caption-text">The Town 2025 &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Com Central de Acessibilidade, empréstimo de cadeiras de rodas manuais e motorizadas, plataformas elevadas em todos os palcos, brinquedos adaptados, sala sensorial, kits sensoriais, tradução em Libras, audiodescrição e agendamento prioritário para atividades, o evento amplia sua estrutura e serviços para tornar a experiência de todos os visitantes ainda mais completa.</p>
<p>Neste ano, o número de plataformas elevadas foi ampliado, garantindo visão privilegiada dos cinco palcos. Banheiros acessíveis foram reposicionados para facilitar o acesso, e pontos de apoio para cães-guia estarão distribuídos pela Cidade da Música.</p>
<p>Segundo Luis Justo, CEO da Rock World, empresa responsável pelo The Town e Rock in Rio, o compromisso vai além da estrutura física:</p>
<blockquote><p>“Desde o início do projeto, pensamos em soluções reais para tornar a Cidade da Música acessível de verdade. Evoluímos a cada edição para que todas as pessoas vivam essa experiência com conforto, segurança e alegria”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O festival também contará com suporte especializado para situações de ansiedade e pânico, além de equipe treinada para atendimento prioritário. O pré-cadastro para serviços de acessibilidade já está disponível no site do evento, agilizando o acesso aos recursos durante os dias de shows.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">85058</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Atividades culturais e esportivas marcam o Dia da Síndrome de Down no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/atividades-culturais-e-esportivas-marcam-o-dia-da-sindrome-de-down-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 14:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Síndrome de Down]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=75256</guid>

					<description><![CDATA[O Instituto Gingas, junto com o projeto Din Down Down: Construindo Laços com a Família, está promovendo um evento aberto ao público para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down. A iniciativa acontecerá nesta quinta-feira (21), das 13h às 16h30, na reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, região metropolitana do Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Gingas, junto com o projeto Din Down Down: Construindo Laços com a Família, está promovendo um evento aberto ao público para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down. A iniciativa acontecerá nesta quinta-feira (21), das 13h às 16h30, na reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.</p>
<p>Com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec RJ) e da concessionária Enel, o evento tem como foco a inclusão e a acessibilidade através da educação, cultura e esporte.</p>
<figure id="attachment_75259" aria-describedby="caption-attachment-75259" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-75259" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Mestre-Bujao-e-Bebel-estarao-na-roda-de-conversa-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C318&#038;ssl=1" alt="Atividades Culturais E Esportivas Marcam O Dia Da Síndrome De Down No Rio De Janeiro - Expresso Carioca" width="463" height="318" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Mestre-Bujao-e-Bebel-estarao-na-roda-de-conversa-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Mestre-Bujao-e-Bebel-estarao-na-roda-de-conversa-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/03/20-Mestre-Bujao-e-Bebel-estarao-na-roda-de-conversa-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C103&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-75259" class="wp-caption-text">Mestre Bujão e Bebel estarão na roda de conversa &#8211; Divulgação/Instituto Gingas</figcaption></figure>
<p>As atividades terão início às 14h com a exibição, no Centro de Artes da UFF, da animação brasileira &#8220;Bizarros peixes das fossas abissais&#8221;, dirigida por Marcelo Fabri Marão. O filme conta a história de uma mulher com superpoderes, uma tartaruga com transtorno obsessivo-compulsivo e uma nuvem com incontinência pluviométrica em uma jornada ao fundo do mar.</p>
<p>Às 15h30, está prevista uma reunião de formação, que consiste em uma roda de conversa para debater temas como cidadania e direitos, com relatos de experiências. O fundador do Instituto Gingas, David Bassous, conhecido como Mestre Bujão, e o presidente da ONG, Breno Platais, participarão da mesa-redonda, juntamente com a atriz Isabel Santana, a Bebel, e os pais da pequena Pietra, influenciadora e moradora de Niterói, ambos portadores da Síndrome de Down.</p>
<p>Às 16h30, haverá uma roda de capoeira de integração com os alunos do projeto Din Down Down: Construindo Laços com a Família, provenientes de escolas municipais de Niterói. Os estudantes se juntarão à turma da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Niterói em uma grande roda de capoeira, encerrando as atividades do dia.</p>
<p>O presidente do Instituto Gingas, Breno Platais, ressaltou a importância da iniciativa como parte do movimento mundial que busca combater estereótipos. Segundo ele, a neurodiversidade é uma marca da atuação do Instituto.</p>
<p>O Instituto Gingas atende a diversos públicos, especialmente pessoas com diferentes características e potenciais. Mestre Bujão, que também é autista, destacou que prefere falar em características e potências em vez de usar o termo &#8220;deficiências&#8221;.</p>
<p>O projeto Din Down Down: Construindo Laços com a Família, além de oferecer oficinas de capoeira e música, promove reflexões sobre acessibilidade e inclusão em diálogo com o corpo escolar. Presente em escolas públicas de três municípios, o projeto visa fortalecer laços familiares e comunitários, além de proporcionar aprendizado e diversão para os participantes.</p>
<p>Mestre Bujão enfatizou que seu método Din Down Down tem como pilares o afeto e a potência, buscando destacar as habilidades e capacidades das pessoas em vez de focar nas limitações. Ele ressalta que a capoeira é parte integrante da cultura brasileira e que seu projeto visa promover a inclusão através da arte e do respeito à diversidade.</p>
<p>Com uma atuação que ultrapassa fronteiras, o Instituto Gingas inspira pessoas em todo o mundo ao mostrar que as diferenças não impedem a excelência e a colaboração.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75256</post-id>	</item>
		<item>
		<title>CIEE/Rio comemora 60 anos com aposta em diversidade, inclusão e Mutirões</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ciee-rio-comemora-60-anos-com-aposta-em-diversidade-inclusao-e-mutiroes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 09:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[60 anos]]></category>
		<category><![CDATA[CIEE/RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Mutirões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=74459</guid>

					<description><![CDATA[Como parte da celebração dos 60 anos do CIEE Rio , considerada a maior ONG de inclusão e empregabilidade jovem da América Latina, durante o ano de 2024, a instituição em parceria com o MetrôRio, vai desenvolver Mutirões de atendimento com vagas afirmativas nas estações da concessionária. Nos dias, 27 e 28 de fevereiro, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como parte da celebração dos 60 anos do CIEE Rio , considerada a maior ONG de inclusão e empregabilidade jovem da América Latina, durante o ano de 2024, a instituição em parceria com o MetrôRio, vai desenvolver Mutirões de atendimento com vagas afirmativas nas estações da concessionária. Nos dias, 27 e 28 de fevereiro, no primeiro mutirão do ano , estarão disponíveis 6 mil oportunidades de estágio, aprendizagem e vagas para pessoas com deficiência. Os estudantes interessados devem se inscrever na Estação Carioca do Metrô.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_74462" aria-describedby="caption-attachment-74462" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-74462" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-CIEERio-comemora-60-anos-com-aposta-em-diversidade-inclusao-e-Mutiroes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C600&#038;ssl=1" alt="CIEE/Rio Comemora 60 Anos Com Aposta Em Diversidade, Inclusão E Mutirões - Expresso Carioca" width="400" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-CIEERio-comemora-60-anos-com-aposta-em-diversidade-inclusao-e-Mutiroes-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-CIEERio-comemora-60-anos-com-aposta-em-diversidade-inclusao-e-Mutiroes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/26-CIEERio-comemora-60-anos-com-aposta-em-diversidade-inclusao-e-Mutiroes-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-74462" class="wp-caption-text">CEO Luiz Gustavo Coppola &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O CIEE em Movimento tem por objetivo levar oportunidade e informação para jovens estudantes que desejam começar uma nova jornada profissional. A inscrição é gratuita. “Os Mutirões vão dar ainda mais oportunidades para o jovem começar a vida profissional além de incentivar o aumento da diversidade nas empresas, a contratação e o acompanhamento de estagiários com mais de 50 anos, pessoas com deficiência, pretos e pardos, mulheres e a comunidade LGBTQIAPN+,” afirma o CEO do CIEE Rio, Luiz Gustavo Coppola.</p>
<p>Coppola faz parte da própria história do agora sessentão CIEE. Começou como estagiário vivenciou todas as áreas estratégicas e 37 anos depois comanda a instituição. Uma Ong sem fins lucrativos que propõe a inclusão não só dos jovens mas também de pessoas de mais idade no mundo do trabalho. O CIEE Rio está presente em 92 municípios do estado , com 5 mil organizações parceiras (entre escolas e universidades). Contratou em 2023 cerca de 35 mil estagiários e 17 mil aprendizes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">74459</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fórum no Rio discute importância da acessibilidade e inclusão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forum-no-rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69282</guid>

					<description><![CDATA[O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) realiza, a partir da próxima sexta-feira (15), o 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão. O encontro ocorre no Mês de Luta das Pessoas com Deficiência e também do protagonismo surdo, datas que reforçam a importância da inclusão social. O fórum se estenderá até domingo (17), no horário das 11h às 17h, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) realiza, a partir da próxima sexta-feira (15), o 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão. O encontro ocorre no Mês de Luta das Pessoas com Deficiência e também do protagonismo surdo, datas que reforçam a importância da inclusão social. O fórum se estenderá até domingo (17), no horário das 11h às 17h, e é gratuito, ganhando neste ano um dia a mais que o primeiro evento, ocorrido em abril de 2022.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O projeto é desenvolvido pela Escola do Olhar e visa promover a troca de experiências, reflexões e vivências sobre a importância da acessibilidade para o processo de democratização da educação e cultura, na construção de uma sociedade inclusiva e plural. “Ampliando também a programação, a gente consegue trazer mais visibilidade para algumas parcerias e, este ano, vamos lançar alguns projetos grandes na área da acessibilidade, dentro do fórum”, disse a analista de educação e acessibilidade da escola, Rita Serafim, responsável pela organização do evento.</p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>Um dos projetos é voltado à inauguração de um novo espaço de acolhimento para todos os públicos, denominado Conheça o MAR, nos pilotis do equipamento, dentro da perspectiva inclusiva. Haverá conteúdos em braille, em comunicação alternativa, com audiodescrição. Até o mobiliário desse espaço está sendo pensado para todos os corpos, com assentos para várias alturas e tamanhos. “Haverá um painel de comunicação alternativa interativo. E tudo isso sob a perspectiva que a gente tem trabalhado na escola, de ter o recurso para quem necessita e vai utilizá-lo e, também, para divulgar a existência dele. Quanto mais gente conseguirmos conscientizar de que esses recursos existem e podem auxiliar na vivência da pessoa com deficiência, mais lugares e pessoas podem adotá-los. A gente sempre trabalha nessa via dupla no programa: tanto publicizar o recurso, como aplicá-lo de fato”, afirmou Rita.</p>
<p>O fórum lançará também o <em>e-book</em> (livro digital) <em>Notas sobre a Construção do Programa de Acessibilidade, Diversidade e Inclusão</em>, construído com os parceiros da Escola do Olhar, narrando a experiência de 2022 e o que foi realizado.</p>
<p>Em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), será lançado projeto que abrange os recursos de comunicação alternativa para visitação do museu com autonomia. Foram desenvolvidas várias pranchas para acesso à bilheteria, aos elevadores, ao espaço Conheça o MAR. “A gente vai ter texto com comunicação alternativa sobre o museu e seu conceito”. Na mesa de abertura, prevista para as 14h do dia 15, serão apresentados todos os projetos.</p>
<h2>Tecnologia</h2>
<p>Durante os três dias de evento, o público terá acesso a diversas atividades, como sarau poético, palestras e oficinas. Em 2022, o fórum conseguiu agregar um público diverso entre pessoas com deficiências, pesquisadores do campo da acessibilidade, representantes de instituições de referência e debates sobre inclusão com diversas instituições públicas e privadas. Na edição 2023, haverá a ocupação do Ponto de Leitura na biblioteca com recursos tecnológicos, englobando desde recursos de baixo custo aos mais complexos. A programação do evento pode ser acessada pelo<a href="https://www.instagram.com/p/Cw-a3poJ2FW/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igshid=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noopener"> instagram do MAR</a>.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<figure id="attachment_69283" aria-describedby="caption-attachment-69283" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-69283" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C525&#038;ssl=1" alt="Fórum No Rio Discute Importância Da Acessibilidade E Inclusão - Expresso Carioca" width="754" height="525" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/09/13-Forum-no-Rio-discute-importancia-da-acessibilidade-e-inclusao-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C522&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-69283" class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211; O 2º Fórum de Acessibilidade e Inclusão no MAR. Foto Beatriz Jimenes/ Divulgação</figcaption></figure>
<p>Rita Serafim destacou, no primeiro dia, a oficina de comunicação alternativa, cujo convidado é o professor da UFRGS Eduardo Cardoso, que tem lançado esse projeto em outros equipamentos culturais. O MAR será o primeiro no Rio de Janeiro a receber o projeto. O segundo dia (16) é voltado ao protagonismo das pessoas com deficiência. O programa começa com uma contação de histórias, inclusiva sobre o último lançamento de leitura acessível, em parceria com o Instituto Incluir. Será mostrado ainda como a fotografia é um lugar de identidade para a pessoa e o território, pelo geólogo e fotógrafo Mav (Matheus).</p>
<p>O DJ Eduardo Victor vai abordar como a música faz as pessoas compreenderem o próprio corpo. Ainda no sábado, serão feitos atendimentos individuais pela Defensoria Pública, que está no seu ano de inclusão, e pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, para ouvir as demandas do público e iniciar o atendimento.</p>
<h2>Surdos</h2>
<p>No domingo (17), a programação é mais voltada à comunidade surda. O fórum está convidando autores negros surdos a comparecer ao evento, levando seus livros para falar da produção literária. A mediação é da professora Sheila Martins, do Instituto Nacional de Educação de Surdos. “A gente quer, inclusive, desdobrar essa roda de conversa para depois no MAR, trazendo esses autores para a biblioteca do museu”, informou Rita.</p>
<p>Na parte da tarde, haverá oficina e bate-papo com o dançarino surdo Jhonny. “A ideia é que ele compartilhe um pouco da sua trajetória como artista com deficiência”. Ricardo Boaretto e Paulo Andrade, poetas surdos, encerram o programa de domingo com um sarau na biblioteca. O evento terá intérpretes para deficientes auditivos. “A ideia é que todo mundo se expresse dentro do sarau poético, pessoas surdas, mas não só”, disse a analista da Escola do Olhar. Durante todo o domingo, haverá no MAR uma feira com produtos de empreendedores surdos.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69282</post-id>	</item>
		<item>
		<title>No Dia do Livro Infantil especialistas defendem obras inclusivas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/no-dia-do-livro-infantil-especialistas-defendem-obras-inclusivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 16:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Livro Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=59199</guid>

					<description><![CDATA[Cada história é única e, por isso, nem todas começam com o tradicional &#8220;era uma vez&#8221;. Joanna de Paoli, uma professora de 37 anos que leciona química em Brasília e se tornou pesquisadora em inclusão e educação especial, entende bem o valor da diversidade. Sua maior lição de vida veio de casa, quando seu filho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cada história é única e, por isso, nem todas começam com o tradicional &#8220;era uma vez&#8221;. Joanna de Paoli, uma professora de 37 anos que leciona química em Brasília e se tornou pesquisadora em inclusão e educação especial, entende bem o valor da diversidade. Sua maior lição de vida veio de casa, quando seu filho foi diagnosticado com um transtorno. Como professora, pesquisadora e mãe, ela ensinou ao filho, hoje com 15 anos, que a leitura e os livros podem ser bons companheiros.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>“Ele segue sempre agarrado todos os dias aos livros que de que gosta”, testemunha a mãe. Na história da família, tal como os livros, a vida real fez com que a pesquisadora mergulhasse em outras paisagens. “Meu filho me deu uma oportunidade de conhecer outro mundo. O autismo do meu filho me evidenciou que a dificuldade de comunicação e socialização não é só do autismo. Pelo contrário, é da sociedade em se comunicar com ele, e de todos se comunicarem entre si”.</p>
<p>A pesquisadora defende que a inclusão de pessoas com deficiência, com autismo ou qualquer outra necessidade específica, tenha a perspectiva de ter acesso à cultura na sua forma mais plena. E isso inclui a literatura. “A literatura precisa ser feita também por pessoas com deficiência, sobre pessoas com deficiência e estar acessível a essas pessoas”.</p>
<p>Afinal, a literatura é feita da imaginação. Por isso, conforme a pesquisadora, melhor será que o quanto antes as crianças tenham acesso às páginas de um livro. “Onde o seu horizonte se expanda, o quanto antes antes você começa lendo para criança e ela busque novos significados sobre o mundo (seja ela com deficiência ou não) maiores oportunidades essa pessoa terá de ampliar as experiências de vida”. Isso inclui criar vínculos afetivos, organizar as emoções, pensar e respeitar as diferenças que existem entre cada um de nós.</p>
<p>O menino via a mãe também agarrada aos livros e logo se apaixonou pela leitura de obras de autoras como, por exemplo, as escritoras brasileiras Ana Maria Machado (com <em>Menina bonita com laço de fita</em>) e de Ruth Rocha (<em>Bom dia, todas as cores</em>). Ela argumenta que a inclusão real se faz com a não exclusão. Todos devem estar em um mesmo ambiente, e não isolados. “A inclusão envolve a diversidade. Por isso, as pessoas devem estar em conjunto porque a sociedade é diversa. As pessoas com deficiência precisam participar de todos os espaços com todas as outras pessoas, com ou sem deficiência”.</p>
<h2>Letrinhas gigantes e da paz</h2>
<p>Sob essa ótica, um projeto de inclusão no Distrito Federal denominado Letrinhas da Paz tem buscado integrar crianças com alguma deficiência com os outros pequenos. A idealizadora do projeto social, Lyara Apostólico, diz que a meta é sensibilizar e formar público leitor da primeira infância com deficiência auditiva, visual, motora e mental.</p>
<p>“Somente na última Bienal Internacional do Livro de Brasília (em outubro do ano passado), 350 crianças participaram de ações de sensibilização e encontros lúdicos. Atualmente, o projeto tem tratado de capacitar profissionais da educação e assistência social no DF em metodologias inovadoras para leitura com crianças com deficiência”, diz a coordenadora das atividades.</p>
<p>A iniciativa fez sucesso e foi contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), na categoria Primeira Infância, tendo recebido recursos de R$ 194,7 mil.</p>
<h2>&#8220;Mediação amorosa&#8221;</h2>
<p>Lyara Apostólico defende que todo livro pode ser acessível. “Mas, para isso, é necessária uma mediação amorosa que trabalhe com um conjunto de estímulos criativos. Mais do que mediadores de leitura, a literatura infantil inclusiva requer a atuação de recontadores de histórias”, aponta a idealizadora do Letrinhas da Paz, especialista em projetos sociais.</p>
<p>Um dos livros utilizados pelo projeto foi o <em>Bola Vermelha</em>, de Vanina Starkoff. “Como contar a história de uma bola vermelha para uma criança com deficiência visual?”. A partir desse desafio, criamos um jogo com bolas texturizadas, que faziam as crianças vivenciarem, de forma lúdica e afetiva, a mesma lógica apresentada no livro”.</p>
<p>Para ela, o livro infantil deve ser inclusivo não apenas em relação às deficiências, mas também em relação à diversidade social e humana. “A infância é dominada por princesas brancas, frágeis e indefesas, por padrões estéticos únicos, pela difusão de comportamentos de gênero e, muitas vezes, de estereótipos que se perpetuam há gerações”, pondera.</p>
<h2>Livrinhos na banheira</h2>
<p>Para romper com os estigmas, a ex-promotora de vendas Edna Rocha Lima, de 39 anos, moradora de Montes Claros (MG), foi para a faculdade de pedagogia ao descobrir que o filho recebeu o diagnóstico do autismo. O garoto, hoje com 12 anos, foi estimulado desde os tempos de banheira de bebê a manusear livros de plástico.</p>
<p>As histórias de patinhos e de outros bichinhos fizeram com que o garoto se tornasse, hoje, um “leitor voraz”, que o ajuda a codificar o mundo, nem sempre tão compreensível. A mãe foi chamada para constituir equipe de apoio pedagógico na cidade. &#8220;Posso ajudar outras pessoas também com o que estudo e com o que aprendi&#8221;.</p>
<p>O garoto conta com a parceria do irmão mais novo, de 8 anos, companheiro das leituras e da vida. “Prefiro as histórias de ação”, diz por telefone. Mas a adolescência já o estimulou a ler toda a série <em>Diário de um banana </em>(de Jeff Kinney) e livros que deixam o final em aberto. Afinal, nem tudo se explica com o “era uma vez”.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59199</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Prioridade da Secretaria de Periferias é Urbanizar Favelas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prioridade-da-secretaria-de-periferias-e-urbanizar-favelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 14:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Simões]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[MTST]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Nacional de Políticas para Territórios Periféricos]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=57330</guid>

					<description><![CDATA[Guilherme Simões, um militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) desde 2005, assumiu o cargo de secretário da recém-criada Secretaria Nacional de Políticas para Territórios Periféricos em janeiro. Essa secretaria faz parte do Ministério das Cidades e tem como objetivo cuidar das regiões periféricas das grandes cidades. Simões acredita que a criação da secretaria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guilherme Simões, um militante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) desde 2005, assumiu o cargo de secretário da recém-criada Secretaria Nacional de Políticas para Territórios Periféricos em janeiro. Essa secretaria faz parte do Ministério das Cidades e tem como objetivo cuidar das regiões periféricas das grandes cidades.</p>
<p>Simões acredita que a criação da secretaria é uma resposta às demandas dos movimentos sociais e une o pensamento urbanístico com a vivência dessas áreas. A secretaria havia sido criada originalmente em 2003, mas foi extinta durante o governo de Jair Bolsonaro. A sua recriação é, portanto, uma novidade importante na luta por políticas mais justas para essas regiões.</p>
<p>“É uma confluência dessas formulações de urbanistas, arquitetos, com os interesses dos movimentos que atuam nas periferias. O [presidente] Lula atende essa demanda e cria essa secretaria”, resume.</p>
<figure id="attachment_57334" aria-describedby="caption-attachment-57334" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-57334" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Durante As Chuvas De Verão, Favelas Na Periferia De Grandes Cidades De Todo O País Convivem Com O Risco De Tragédias Decorrentes De Deslizamentos - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=391%2C260&amp;ssl=1 391w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/02/06-Durante-as-chuvas-de-verao-favelas-na-periferia-de-grandes-cidades-de-todo-o-pais-convivem-com-o-risco-de-tragedias-decorrentes-de-deslizamentos-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-57334" class="wp-caption-text">Durante as chuvas de verão, favelas na periferia de grandes cidades de todo o país convivem com o risco de tragédias decorrentes de deslizamentos. Na imagem, deslizamento do Morro da Oficina, em Petrópolis, no ano passado &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A Secretaria Nacional de Políticas para Territórios Periféricos tem como funções principais tratar da urbanização das favelas e prevenir riscos como enchentes e deslizamentos de terra. Segundo Simões, estas questões devem ser abordadas tanto de forma emergencial quanto estratégica, visando a longo prazo.  “O que a gente tem observado nesses anos todos é que os territórios periféricos ficaram abandonados e estão desmobilizados”, avalia.</p>
<p>Simões, nascido em Grajaú, na região sul de São Paulo, se envolveu na luta por moradia depois que o MTST realizou uma ocupação em sua comunidade. “Vim de uma família muito pobre e tive muita dificuldade para sobreviver mesmo, para ter comida na mesa, para morar. E isso, para além de ser um problema real, concreto, sempre me mobilizou muito, sempre mexeu muito comigo”, conta.</p>
<p>Ele acredita que a ausência de moradias adequadas, que afeta milhões de famílias no Brasil, está estreitamente ligada ao passado escravista do país.</p>
<blockquote><p>“A gente costuma dizer que o 13 de maio [assinatura da Lei Áurea] veio e o 14 de maio é um dia que nunca acabou para a população negra. Ficamos jogados sem direitos básicos, proibidos de participar politicamente do país, proibidos de exercer direitos, proibidos de sermos cidadãos. Essa situação nunca foi resolvida”, diz.</p></blockquote>
<p>Simões foi fundamental na expansão da atuação do MTST para além de São Paulo no movimento por moradia. Ele destaca que hoje o movimento está presente em 14 estados graças ao processo que coordenou. Além disso, ele se graduou em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista e fez seu mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde escreveu sua dissertação sobre o processo de urbanização do país baseado na obra do dramaturgo Plínio Marcos.</p>
<p>Atualmente, como membro do governo federal, ele espera estabelecer uma relação positiva e colaborativa com os movimentos sociais. “Há uma convicção profunda de que estamos no caminho certo com o movimento social tendo voz, e o governo afinado com as pautas do movimento social”, afirma.</p>
<p>Simões acredita que as soluções para os problemas nas favelas e comunidades periféricas devam vir, em parte, desses próprios locais.“Tem muita gente que enxerga a periferia como se fosse um território de abandono, de ausência. Mas, a periferia é também um território de muita potência, de muita dinâmica”, diz.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57330</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Comissão vai ampliar a participação indígena no processo eleitoral</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comissao-vai-ampliar-a-participacao-indigena-no-processo-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 18:03:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Representatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=48313</guid>

					<description><![CDATA[No Dia do Índio, celebrado nesta terça-feira (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou a Portaria TSE nº 367/2022, que institui a Comissão de Promoção da Participação Indígena no Processo Eleitoral. A comissão elaborará estudos e projetos para promover e ampliar a presença desses povos nas diversas fases das eleições. Coordenado pela assessora do Núcleo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>No Dia do Índio, celebrado nesta terça-feira (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou a <a href="https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/arquivos/portaria-institui-a-comissao-de-promocao-de-participacao-indigena/rybena_pdf?file=https://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/arquivos/portaria-institui-a-comissao-de-promocao-de-participacao-indigena/at_download/file" target="_blank" rel="noopener">Portaria TSE nº 367/2022</a>, que institui a Comissão de Promoção da Participação Indígena no Processo Eleitoral. A comissão elaborará estudos e projetos para promover e ampliar a presença desses povos nas diversas fases das eleições. Coordenado pela assessora do Núcleo de Inclusão e Diversidade do TSE, Samara Pataxó, na prática o colegiado vai planejar ações com objetivo de fortalecer o exercício da capacidade eleitoral dos indígenas, respeitando os respectivos costumes, linguagens e organização social.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Samara ressalta que a comissão, composta por outros indígenas, também deverá atuar em atividades que promovam o enfrentamento da sub-representatividade indígena na política, de forma a auxiliar a Justiça Eleitoral no compromisso de ampliar o exercício da cidadania dos povos originários brasileiros.</p>
<p>“A nível institucional, o TSE já tem se esforçado nesse sentido, não só com relação aos povos indígenas, mas a outros grupos sub-representados. Mas precisamos enriquecer ainda mais esse debate dentro da estrutura da Justiça Eleitoral. Esses pequenos avanços são significativos e têm de ser celebrados, pois apontam para um futuro melhor visando uma maior participação indígena no processo eleitoral”, disse Samara.</p>
<h2>Inclusão e diversidade</h2>
<p>Essa não é a primeira iniciativa do TSE este ano com foco em minorias. Já sob a presidência do ministro Edson Fachin, que assumiu a Corte Eleitoral em fevereiro, foi criado o Núcleo de Inclusão e Diversidade do Tribunal. A função do grupo é fortalecer a atuação da Corte em temas relacionados ao aumento da participação política de públicos variados, com foco nas mulheres, nos negros, na população LGBTQIA+ e nos povos originários.</p>
<p>Samara Pataxó disse que espaços para discussão do tema são uma forma de retomar o debate plural sobre a participação dessas pessoas na democracia do país, uma vez que, segundo ela, os povos indígenas do Brasil somente conquistaram a cidadania plena, no sentido normativo, após a Constituição Federal de 1988. “Antes disso, a condição de ser indígena era muito limitada e éramos tidos como relativamente incapazes na vida civil, o que implicava também o exercício dos direitos políticos. Desde então, o indígena se tornou um cidadão pleno, votando, se candidatando e exercendo seus direitos e deveres”, lembra.</p>
<h2>Números</h2>
<p>De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada de indígenas no país é de mais de 857 mil pessoas, sendo 305 povos e 274 línguas diferentes. Nas eleições gerais de 2018, 133 indígenas se candidataram aos cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual e distrital. No pleito municipal de 2020, 2.216 candidatos indígenas concorreram às prefeituras e às câmaras de vereadores do Brasil.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48313</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
